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domingo, 19 de outubro de 2014

SILAS MALAFAIA E SUA BOCA GRANDE: AGORA TERÁ QUE MUDAR DE NOME!



O material abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Tiago Chagas.

Sites de humor fazem enquete para sugerir novo nome a Silas Malafaia; Pastor havia prometido mudança se Feliciano tivesse menos de 400 mil votos

O pastor Silas Malafaia virou alvo de uma brincadeira nas redes sociais por causa de uma declaração dada em 2013 sobre a possível votação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) nessas eleições.

À época, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comentava a crise que Feliciano enfrentava à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) e afirmou que se em 2014 o colega tivesse uma votação inferior a 400 mil votos, ele mudaria de nome.

“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse Malafaia em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays contra o pastor.

O artigo original comentando a afirmação de Malafaia poderá ser visto por meio desse link aqui:


Na ocasião, o polêmico pastor acrescentou outra previsão: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”. Esta também não se confirmou, pois o número de parlamentares eleitos que se declaram evangélicos diminuiu em relação à atual legislatura.

Marco Feliciano obteve 398.087 votos e se reelegeu com muito mais votos do que em 2010, porém, a quantidade abaixo da prevista pelo pastor Malafaia virou motivo de zombaria.

Diversos sites de humor promovem enquetes para descobrir qual a sugestão de nome para o pastor vai ser mais recorrente. A brincadeira, é claro, atrai muitos ativistas gays, que sugerem termos ofensivos para que Malafaia substitua seu nome de batismo.

“Não fica bem para um pastor mentir, né? Como somos muito atentos a performance midiática do Malafaia queremos oferecer sugestões criativas para facilitar a escolha do codinome que estrelará o Vitória em Cristo. Deixe nos comentários sua sugestão”, diz trecho do texto publicado pelo humorístico Bobagento, um dos que querem propor um novo nome para Silas Malafaia.

O artigo original do Gnotícias poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Perdem seu tempo aqueles que esperam que o Silas irá cumprir com a palavra dada. Silas está acostumado a fazer afirmações grandiosas e incosequentes É por causa de pessoas como essas que Deus colocou o seguinte verso na Bíblia:

Apocalipse 21:8

Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 25 de junho de 2013

MARCO FELICIANO E A PROPOSTA PARA A CURA GAY


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O Deputado Federal e dublê de pastor, Marco Feliciano, que é o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, aproveitou-se do esvaziamento do plenário para fazer aprovar uma proposta inusitada que foi “batizada” de  “cura gay”. Leiam a matéria abaixo reproduzida da Edição da Folha de São Paulo de 18/06/2013 e após a mesma, não deixem de ler nossos comentários acerca do benefício que Marcos Feliciano pretende levar aos gays, e não estamos falando de cura não.

Proposta sobre 'cura gay' é aprovada em comissão presidida por Feliciano

FLÁVIA FOREQUE

MÁRCIO FALCÃO

DE BRASÍLIA

Sob o comando do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) projeto que permite aos psicólogos promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.

A proposta, conhecida como "cura gay", terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça. Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.
A votação foi simbólica: durante o debate, apenas os deputados Simplício Araújo (PPS-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA) discursaram contrários ao texto. Araújo tentou adiar a votação com pedidos de leitura da ata da última sessão e retirada do projeto da ata: ambos foram rejeitados.

O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos

Foto de Sergio Lima - 27.mar.2013/Folhapress 
O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de 

Direitos Humanos

Em sua fala, Araújo lembrou os protestos que reuniram milhares de pessoas nas ruas ontem, em diversas capitais do país. Em Brasília, manifestantes chegaram até o Congresso Nacional - entre os protestos, houve gritos contrários a Feliciano e a outros políticos do Legislativo, como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

"A Casa deve acordar para o que aconteceu ontem nas ruas, ao que está acontecendo nesse país. Essa aqui é uma prova que nós estamos muito longe de entender o que a sociedade realmente quer discutir aqui dentro dessa Casa", afirmou, sendo aplaudido por alguns presentes.
O projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). O primeiro trecho sustado afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".

A proposta aprovada hoje anula ainda artigo da resolução que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".

Na justificativa do documento, Campos afirma que o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional".
A votação é uma vitória da bancada evangélica, que tenta avançar com o projeto há dois anos.
Durante o debate, manifestantes exibiram cartazes com frases contrárias ao texto. "Não há cura para quem não está doente", dizia um deles.

HISTÓRICO

Desde o mês passado, a votação foi adiada ao menos cinco vezes, por diferentes motivos - desde falta de quórum a pedido de vistas de congressista.

O relator do texto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), foi favorável ao projeto. "A Psicologia é uma disciplina em constante evolução e tem diversas correntes teóricas, sendo difícil determinar procedimentos corretos ou não, metodologias de trabalho apropriadas ou não", afirma o deputado em seu relatório.

"É direito do profissional conduzir sua abordagem conforme a linha de atuação que estudou e prefere adotar. Também constitui direito do paciente buscar aquele tipo de atendimento que satisfaz seus anseios", completa ele.

Para Ferreira, a mudança na resolução do Conselho Federal de Psicologia reforça a "liberdade de exercício da profissão" de psicólogo.
A proposta é rejeitada pelo CFP. No ano passado, a entidade recusou-se a participar de uma audiência pública realizada na Câmara para debater o projeto. O conselho inclusive lançou uma campanha contra a ideia. A OMS (Organização Mundial de Saúde) deixou de considerar a homossexualidade doença em 1993.

POLÊMICA

Desde que assumiu o comando da comissão em fevereiro, o deputado Marco Feliciano enfrenta protestos de ativistas de direitos humanos que o acusam de racismo e homofobia. Ele nega. Uma das críticas dos ativistas é que o deputado beneficiaria os evangélicos na discussão da proposta na comissão.
No mês passado, em seu twitter, Feliciano defendeu a inclusão do projeto na pauta da comissão, afirmando que "não podemos fugir de assuntos como este". O deputado ainda criticou a cobertura da imprensa sobre o assunto.

"A mídia divulga um PL [projeto de lei] como "cura gay" quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença", escreveu na ocasião. "Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade", disse.

Conforme dissemos, a proposta levada à aprovação pelo Sr. Marcos Feliciano, acaba, na prática, retirando de sobre os gays a responsabilidade por suas decisões e por seus atos.

A homossexualidade é um pecado, claramente condenado, nas Escrituras, mas se o transformarmos em objeto de tratamento psicológico — tratando-o como um desvio de comportamento, psicológico ou de outra natureza qualquer vinculado à saúde, via Lei — colocamos em xeque a severa condenação bíblica contra tais práticas. Os participantes de tal comportamento já têm deixado bastante claro que não se consideram nem doentes, nem que sofrem de algum tipo de desvio psicológico. Ou seja, para eles, esse modo de vida é uma opção mesmo sabendo da pesada condenação que existe na Bíblia contra os que adotam tais práticas, conforme podemos ler em:

Levítico 18:22 

Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.

Romanos 1:18—32

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.

1 Timóteo 1:8—10

8 Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo,

9 tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas,

10 impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 20 de abril de 2013

MARCO FELICIANO FALA MUITAS BOBAGENS E MENTIRAS



De repente, um “total desconhecido consegue certa notoriedade entre o povo evangélico mais humilde que existe no Brasil. Tornou-se famoso, a ponto de alegar que já vendeu mais de 10 milhões de DVD´s com suas mensagens: um sucesso indiscutível. 

Com a fama que fez decidiu sair candidato a Deputado Federal no que foi muito bem sucedido, tendo conseguido se eleger nas últimas eleições. Até aqui fica apenas provado a frase antológica de Pelé que o “brasileiro não sabe votar”. Veja bem: os mesmos eleitores de São Paulo que elegeram Marco Feliciano com cerca de 210.000 votos, também elegeram o anárquico Tiririca com mais de 900.000 mil votos.

Feliciano já era muito controvertido antes da fama. Com a chegada à Câmara dos Deputados e agora com sua indicação para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da mesma Câmara, o homem tornou-se uma verdadeira metralhadora giratória que não pára de falar bobagens com ares de quem pretende se levar muito à sério. E tudo isso de um indivíduo que um dia disse:

Bobagem # 001 — Jamais me rebaixaria a ser um político sendo um pastor! – risos.

Bobagem # 002 — “A raça negra e o continente africano foram amaldiçoados por Deus”. Não tem graça nenhuma. Quem quiser ler nossa resposta bíblica à estupidez do ilustre deputado poderá fazê-lo por meio do link abaixo:


Mark Chapman, suposto assassino de John Lennon

Bobagem 003 # — Falando como  juiz de outros seres humanos, Feliciano afirmou que “Deus matou John Lennon”. Alguém, por favor poderia avisar as autoridades estadunidenses para colocarem Mark Chapman, o “suposto” assassino em liberdade?

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Bobagem # 004 — Feliciano afirma que “Raul Gil trabalha para o Diabo”. Mas tem carteira assinada e tudo mais? Veja o ridículo vídeo aqui:


Marco Feliciano em uma "apresentação" com toda pinta de estar fora de controla.

Bobagem # 005 — Em entrevista ao programa Amaury Jr., Marco Feliciano tem a ousadia de usar o nome do Senhor em vão ao afirmar: “Me pegaram para Cristo”. Veja o link aqui:


Bobagem # 006 — Em uma pregação o sabichão afirmou que “João Ferreira de Almeida era um padre que traduziu a Bíblia para o português de uma versão inglesa da mesma”. Tal afirmação está disponível no site Teologia Pentecostal e pode ser vista por meio desse link aqui:


O autor do site acima escreve ainda: “É impossível numerar todas as bobagens teológicas saídas de suas pregações, assim como sua homilética personalista e a tendência megalomaníaca. A visibilidade de Feliciano na mídia apenas nos faz mal, logo porque é uma voz que nem sabe o que diz. Portanto, repito, é um homem despreparado para a legislatura e, também, para presidir qualquer comissão. E quando lembramos que o cristianismo evangélico já teve parlamentares como William Wilberforce e Abraham Kuyper só temos a lamentar com um Feliciano”. Trata-se de um pastor pentecostal falando de outro pastor pentecostal.

Bobagem # 007 — Marco Feliciano criticou com as seguintes palavras seus críticos via twitter: “Só avisando que meu nome não é osso para ficar em boca de cachorro”. E aproveitando o embalo chamou os que discordam dele de: “idiotas, cachorros, imbecis e satanistas“. Só vendo para acreditar, o que pode ser feito aqui:


Bobagem # 008 — Marco Feliciano acuado pela truculência com que está tratando as provocações que têm recebido nas sessões da Comissão de Diretos Humanos e Minorias afirmou que: “Os jornalistas só falam besteiras”. Sério mesmo? Sugiro que ele faça uma lista — com comprovações — e nos envie que teremos imenso prazer em publicar e garantir o direito de resposta a que ele tem direito.

Bobagem # 009 — Feliciano afirma que está “sofrendo perseguição religiosa”. E os dois processos que está respondendo no Supremo Tribunal Federal por estelionato e racismo, também são perseguição religiosa?

Bobagem # 10 — Novamente agindo com juiz de outros seres humanos Marco Feliciano afirmou que “Deus matou a banda Mamonas Assassinas”.

Quanta bobagem. Quanta “Infelicianidade”. E ainda tem gente do meio chamado evangélico que se propões a defender esse indivíduo, tão deseducado, tão grosseiro, tão despreparado para tudo nessa vida.

Nosso desejo sincero é que o Supremo Tribunal Federal possa condenar esse cidadão e assim torná-lo “ficha suja” impedindo-o de tentar a reeleição. Porque do jeito que as coisas vão, dessa vez além de conseguir se reeleger ele é capaz de levar mais uns dois ou três tão ruins ou piores do ele mesmo para Brasília.

Para Refletir:

Pois Jesus quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Carta Aberta acerca da Presidência da Comissão de Direitos Humanos




Se você ainda não teve a oportunidade de ler nosso artigo sobre a afirmação do deputado e dublê de pastor Marco Feliciano acerca da maldição da raça negra e do continente africano, poderá fazer isso agora mesmo acessando o link abaixo:


Diante do clamoroso caso da indicação do racista deputado federal Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, estamos cheios de tristeza e vergonha, pois o mesmo se declara evangélico, mas suas posturas estão muito longe daquelas ensinadas por Jesus e pelos Evangelhos.
Deputado Marco Feliciano

Abaixo apresentamos uma cópia da carta assinada por lideranças evangélicas em protesto a tão patética indicação.

Não havendo sábia direção, o povo cai, mas, na multidão de conselheiros, há segurança. (Provérbios 11.14)


Prezados irmãos e prezadas irmãs,

Nós, pastores, pastoras e líderes evangélicos de organizações envolvidas com a agenda dos Direitos Humanos, escrevemos esta carta aberta para pedir sua intervenção nos recentes acontecimentos relacionados à nova composição da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.

Constatamos, surpresos, que 12 dos 18 membros da Comissão são membros de Igrejas Evangélicas, o que representa grande responsabilidade para nós, pastores e líderes evangélicos envolvidos com esse tema. Entendemos que este momento representa uma oportunidade concreta para a promoção e a defesa dos direitos dos mais vulneráveis e das minorias. Nesse sentido, é preciso tanto uma postura de escuta à Deus e à sociedade, quanto a certeza de que os espaços de poder ocupados precisam ser utilizados principalmente como espaços de serviço.

No entanto, o quadro que assistimos no processo de eleição da presidência da Comissão foi desolador. Não se trata aqui de pré-julgar o presidente recém-eleito, mas não há como desconsiderar seus vários comentários públicos sobre negros, homossexuais e indígenas, declarações que inviabilizam a sustentação política de seu nome entre os que atuam e são sensíveis às temáticas dos Direitos Humanos.

A Igreja Evangélica brasileira experimenta um momento singular, com a enorme responsabilidade de ter vários parlamentares atuando na CDHM que foram apoiados oficialmente por diferentes denominações, situação que abre a possibilidade de que – caso haja mudanças na presidência da comissão e uma postura condizente com a função – seja dada uma importante contribuição ao campo dos Direitos Humanos no País. Para tanto, é fundamental que o clima de conflito e mobilizações contrárias à nova presidência seja dissipado. Por essa razão, redigimos esta carta como um apelo, na esperança de que os líderes das Igrejas considerem orientar seus fiéis que atuam como parlamentares – que elegeram a nova composição da Comissão -, para que atuem na resolução deste conflito.

O ano de 2013 pode trazer avanços nos trabalhos da CDHM e por isso fazemos este apelo aos líderes das igrejas que apoiaram os parlamentares evangélicos. Nosso pedido, aliás, se junta à conclamação de vários setores da sociedade e perpassa não somente movimentos ligados às lutas de minorias, mas também a OAB e diferentes indivíduos e organizações. Cumpre discernir que não há uma perseguição aos evangélicos; há, sim, uma situação de conflito que precisa ser equacionada, especialmente porque, para nós, o compromisso do Evangelho com os mais pobres e vulneráveis é central. Ainda há tempo para a indicação de um novo ou nova parlamentar que, a despeito de suas convicções, traga pacificação e consenso à sociedade brasileira, presidindo a CDHM com a isenção esperada. É tempo para nova disposição, numa postura aberta, a fim de que seja viável a indicação pelo PSC de outro nome, que não possua tamanha rejeição.

Urge que os irmãos, pelas posições que ocupam, façam um firme e público pronunciamento para a sociedade e para os fiéis de suas igrejas com relação à defesa dos direitos humanos e à importante contribuição que a comunidade evangélica pode oferecer a este tema. Nossa oração é que exemplos históricos como os do Pr. Martin Luther King Jr., do Rev. Jaime Wright e do Bispo Desmond Tutu possam inspirar e servir de referência para a atuação dos vários parlamentares evangélicos na CDHM, levando-os a se posicionar ao lado dos que sofrem injustiças.

Prezados irmãos, escrevemos aqui sob o temor ao nosso Deus e conscientes de que há um caminho de consenso para esta situação. A ninguém, muito menos aos direitos dos que sofrem, interessa que esta disputa entre posições extremas prossiga.


Em Cristo, despedimo-nos,


Adriano Trajano – Pastor Batista
Alessandro Rodrigues Rocha – Pastor Batista
Alexandre de Silva – Pastor Igreja do Nazareno
Aluísio Faria de Siqueira – Pastor Metodista
Alzira dos Reis Silva – Presbítera Presbiteriana Unida
Ana Elizabete Barreira Machado – Rede Fale Goiânia
Ana Paula Calixto – Irmã Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo – Ministério Profético
André Esteves – Pastor Presbiteriano
André Mello – Pastor Presbiteriano
André Sidnei Musskopf – Escola Superior de Teologia/EST
André Tadeu de Oliveira – Licenciado Presbiteriana Independente
Anivaldo Padilha – Koinonia
Anselmo Melo – Pastor Comunidade Apostólica Operação Resgate
Antonio Carlos Costa – Pastor Presbiteriano/Rio de Paz
Antônio Carlos Ribeiro – Pastor Luterano
Antonio Carlos Rosalino – Pastor Luterana Livre
Ariovaldo Ramos – Pastor Batista
Bruno dos Santos – Pastor Apostólica Vida Nova
Bruno Privatti – Pastor Batista
Bruno Santos Nascimento Dias – Rede FALE Rio
Caio Marçal – Missionário Rede Fale
Carlos Alberto Bezerra Junior – Pastor da Comunidade da Graça
Carlos Alberto Rodrigues Alves – Reverendo Presbiteriano
Carlos Augusto Lopes Pastor Assembleia de Deus Independente
Carlos Eduardo Calvani – Reverendo Episcopal Anglicana
Carlos Eduardo Fernandes – Rede Fale Marabá
Carlos Eduardo Mattos – Pastor Metodista
Carlos Jeremias Klein – Reverendo Presbiteriana Independente
Carlos Queiroz – Pastor da Igreja de Cristo
Christian Gillis – Pastor Batista
Cibele Kuss – Pastora Luterana
Clarise Holzschuh – Pastora Luterana
Claudemir Elias dos Santos – Missionário Casa de Oração
Cleber Diniz Torres – Reverendo Presbiteriana Independente
Clemir Fernandes Silva – Pastor Batista
Clovis Pinto de Castro – Pastor Metodista
Cristina Scherer – Pastora Luterana
Daniel Costa – Capelão Batista El Shadai
Daniel de Almeida e Souza Jr – Pastor Batista
Daniel Mário Alves de Paula – Pastor Assembléia de Deus
Daniel Rocha – Pastor Metodista
Daniel Souza – Rede Ecumênica da Juventude/REJU
Daniela Frozi – Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Daniela Zeidan – Seminarista Batista
Danila Cristiny de Araújo Moura – FALE Pernambuco
Décio Weber – Pastor Luterano
Djalma Torres – Pastor da Igreja Evangélica Antioquia
Domingos Amauri Massa – Pastor Batista
Douglas Rezende – Rede Fale Paraná
Éber Ferreira Silveira Lima – Ministro Presbiteriana Independente
Edson Fernando de Almeida – Pastor da Igreja Cristã de Ipanema
Edson Igre Insarraldi – Pastor Batista Aliança Bíblica
Eliana Aparecida Amancio Cerqueira – Ministério de Mulheres Batistas
Eliana Rolemberg – Coordenadoria Ecumênica de Serviço/CESE
Eliandro Viana – Pastor Batista
Eliel Amaral – Pastor Igreja Maanaim
Elizabeth de Almeida Silva – irmã na Comunidade Evangélica Recomeço
Ely Eser Barreto César – pastor metodista
Elza Zenkner – Revda. Metodista
Ênio Caldeira Pinto – Universidade Filadélfia/Unifil
Epifanio Mendes – Pastor da Unidos em Cristo
Érick Rodrigo da Silva – Assembléia de Deus Ministério de Madureira
Filadelfo Oliveira – Bispo Episcopal Anglicana
Flávio Conrado – Novos Diálogos
Francisco Cézar Fernandes Alves – Reverendo Episcopal Anglicana
Francisco Simão Neto – Pastor Assembléia de Deus
Francisco Thiago de Almeida – Pastor Metodista
Genilma Boehler – Pastora Metodista
Geter Borges de Sousa – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Gilberto Carmo dos Santos – Pastor CEEA
Giselle Gomes da Silva Prazeres Souza – Reverenda Episcopal Anglicana
Guilherme Schaper – Pastor Luterano
Gustavo Lima – Pastor Presbiteriano
Haroldo Mendes – Reverendo da Anglicana Betesda
Hélio Sales Rios – Pastor Presbiteriano
Herminio Garcez – Pastor Batista
Inailda Bicudo – Presbitera Presbiteriana Independente
Isabelle Ludovico da Silva – Comunidade de Jesus
Ismar do Amaral – Pastor Presbiteriano
Israel Mazzacorati – Faculdade Latino Americana de Teologia Integral
Israel Viana – Ministro Batista Nacional Nova Vida
Jane Maria Vilas Bôas – Presbiteriana do Planalto
Jefferson Ramalho – Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos
Jefferson Silva – Pastor Batista
Joanildo Burity – Espiscopal Anglicana
Joaquim Xavier de Souza Neto – Rede FALE Triângulo Mineiro
Joel Zeferino – Pastor Batista
Johannes Wille – Pastor Luterano
John Medcraft – Pastor da Ação Evangélica
Jônatas Souza de Abreu – Rede Fale Campina Grande
Jonathan Menezes – Pastor Presbiteriano
Jony Wagner de Almeida – Pastor Presbiteriano
Jorge Eduardo Diniz – Reverendo Presbiteriana Unida
Jorge L. D. Oliveira – Pastor Igreja do Avivamento Getsêmani
Jose Antonio Gonçalves – Pastor Presbiteriana independente
José Carlos Silva – Pastor Batista Nacional
José do Carmo da Silva – Reverendo Metodista
José do Nascimento – Instituto de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul (IDHMS)
Jose Romulo de Magalhaes Filho – Pastor Presbiteriana Independente
José Wendel Cavalcante Ferreira – Rede FALE Fortaleza
Josias de Souza Novais – Pastor Batista
Jovane Borlini da Silva – Pastor Batista
Juliano Fabricio – Sal da Terra
Julio Paulo Tavares Zabatiero – Faculdade Unida de Vitória
Karen Aquino Rangel da Costa – Rede FALE Juiz de Fora
Karin Kepler Wondracek – Escola Superior de Teologia/EST
Kathlen Luana de Oliveira- Escola Superior de Teologia/EST
Keiny Moreira da Cunha – Pastor Batista
Lays Gonçalves da Silva – Rede FALE Paraná
Léa Cordeiro – Pastora Metodista
Leomar Erlei Fenner – Pastor Luterano
Leonara Almeida – Rede Fale São Paulo
Leonardo Rodrigues – Pastor do Minstério Nova Unção
Levi Araújo – Pastor Batista
Lirian Angélica Rezende de Moraes – Rede FALE BH
Louraini Christmann – Pastora Luterana
Luciano José de Lima – Reverendo Metodista
Luiz Caetano Grecco Teixeira – Rev. Episcopal Anglicana
Luiz Carlos Gabas – Reverendo Episcopal Anglicana
Luiz de Jesus – Pastor Batista Boas Novas
Luiz Mattos – Instituto Anima
Lyndon Araujo – Pastor Congregacional
Manoel Ribeiro de Moraes Junior – Pastor Batista
Marcelo Gualberto da Silva – Pastor Presbiteriano
Marco Aurélio Alves Vicente – Pastor Assembléia de Deus – Catedral da Família
Marco Davi de Oliveira
Marcos Custódio – CADI-Origem
Marcos Fellipe Marques – Pastor Comunidade de Jesus
Marcos Machado – Pastor Batista
Marcos Monteiro – Pastor Comunidade de Jesus em Feira de Santana
Marcos Viana – Pastor Comunidade Cristã em Amsterdam
Marcus Vinicius Matos – Rede Fale Coordenação Nacional
Mardes Silva – Pastor Igreja Betesda do Ceará
Mauricio Andrade – Bispo da Episcopal Anglicana
Mauro Ferreira – Reverendo Presbiteriano
Mersia Lisboa Costa – Missionária Batista
Miguel Ângelo – Presbítero Igreja de Cristo
Moisés Abdon Coppe – Pastor Metodista
Morgana Boostel – Rede FALE
Mozart João de Noronha Melo – Reverendo Luterano
Nancy Cardoso Pereira – Pastora Metodista
Nello Pulcinelli – Pastor Batista
Nelson Gervoni – Pastor Batista
Neusa Butzlaff – Pastora Luterana
Neusa Tetzner – Pastora Luterana
Octavio A. S. Filho – Pastor Metodista
Odja Barros – Pastora Aliança de Batistas do Brasil
Orivaldo Lopes Junior – Pastor Batista
Orvandil Moreira Brabosa – Bispo Igreja Anglicana Tradicional do Brasil
Ozenildo Santos Xavier da Rocha – Pastor Batista
Paltiel de Souza Ferreira – Bispo Comunidade Evangélica Cristã
Patrick Timmer – Missionário da Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Paulo Ayres Mattos – Bispo Metodista
Paulo Cesar Garcia – Pastor Comunidade Milícia
Paulo César Sousa Marçal – Rede Fale Sobral
Paulo Saraiva – Pastor Batista
Pericles Gonzaga de Souza – Pastor Presbiteriana Unida
Rafael Lira – Juventude Batista do Estado de SP
Raul Matamala Seminarista Batista
Regis Augusto Domingues – Reverendo Episcopal Anglicana
Reinaldo Castro – Pastor Comunidade Cristã Novo Nascimento
Renan Nery Porto – Fale Uberaba
Ricardo Bitun – Pastor da Igreja Manaim
Ricardo Matense – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Robson Gomes – Pastor da Igreja Missional
Rodrigo Guimarães Pinheiro – Pastor Batista
Romi Becker – Pastora Luterana
Ronny Clayton – Pastor Batista
Rosilea Maria Roldi Wille – Luterana
Rubens Rodrigues de Lima Comunidade Evangelica Apostolica Restauração
Sandro Amadeu Cerveira – Reverendo Presbiteriana Unida
Sérgio Andrade – Deão Episcopal Anglicana
Serguem Jessui Machado da Silva – Tearfund
Simei Marcondes de Carvalho – O Brasil para Cristo
Suelen Cristina – Ministério Tudo Pelo Reino
Thomaz Werneck – Seminarista Congregacional
Valdir Steuernagel – Pastor Luterano
Valmir Paze – Pastor da Ig Nazareno/Mov. Evangélico Progressista/MEP
Vanda Aparecida Fernandes Massa – Capelã Batista
Vilma Petsch – Diácona Luterana
Vitor Louredo de Souza – Grupo de Ações Evangelísticas – Missões Urbanas
Wagner Lemos Junior – Movimento pela Ética Evangélica Brasileira
Waldir Benevides- Reverendo Presbiteriano
Wanderson Campos – Seminarista Metodista
Welinton Pereira – Pastor Metodista
Wellerson de Almeida – Reverendo Anglicano
Wellington Santos – Pastor Batista
Wellington Vieira – Pastor Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil/FETEB
Wellison Magalhães Paula – Pastor Batista
Werner Fuchs – Pastor Luterano
Wertson Brasil – Presbítero Presbiteriana Unida
Wilson de Oliveira – Pastor Batista
Yokimi Yuaça – Pastora da Igreja Holiness
Ziel Machado – Pastor Metodista Livre
Zwinglio Mota Dias – Pastor Presbiteriana Unida



Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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