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terça-feira, 25 de junho de 2013

MARCO FELICIANO E A PROPOSTA PARA A CURA GAY


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O Deputado Federal e dublê de pastor, Marco Feliciano, que é o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, aproveitou-se do esvaziamento do plenário para fazer aprovar uma proposta inusitada que foi “batizada” de  “cura gay”. Leiam a matéria abaixo reproduzida da Edição da Folha de São Paulo de 18/06/2013 e após a mesma, não deixem de ler nossos comentários acerca do benefício que Marcos Feliciano pretende levar aos gays, e não estamos falando de cura não.

Proposta sobre 'cura gay' é aprovada em comissão presidida por Feliciano

FLÁVIA FOREQUE

MÁRCIO FALCÃO

DE BRASÍLIA

Sob o comando do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira (18) projeto que permite aos psicólogos promover tratamento com o objetivo de curar a homossexualidade.

A proposta, conhecida como "cura gay", terá que passar ainda por outras duas comissões da Casa: Seguridade Social e Constituição e Justiça. Se aprovada em ambas, segue para o plenário da Câmara.
A votação foi simbólica: durante o debate, apenas os deputados Simplício Araújo (PPS-MA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA) discursaram contrários ao texto. Araújo tentou adiar a votação com pedidos de leitura da ata da última sessão e retirada do projeto da ata: ambos foram rejeitados.

O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos

Foto de Sergio Lima - 27.mar.2013/Folhapress 
O deputado Marco Feliciano (esq.) com o colega de Câmara Jean Wyllys, durante sessão da Comissão de 

Direitos Humanos

Em sua fala, Araújo lembrou os protestos que reuniram milhares de pessoas nas ruas ontem, em diversas capitais do país. Em Brasília, manifestantes chegaram até o Congresso Nacional - entre os protestos, houve gritos contrários a Feliciano e a outros políticos do Legislativo, como o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

"A Casa deve acordar para o que aconteceu ontem nas ruas, ao que está acontecendo nesse país. Essa aqui é uma prova que nós estamos muito longe de entender o que a sociedade realmente quer discutir aqui dentro dessa Casa", afirmou, sendo aplaudido por alguns presentes.
O projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). O primeiro trecho sustado afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".

A proposta aprovada hoje anula ainda artigo da resolução que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".

Na justificativa do documento, Campos afirma que o conselho "extrapolou seu poder regulamentar" ao "restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional".
A votação é uma vitória da bancada evangélica, que tenta avançar com o projeto há dois anos.
Durante o debate, manifestantes exibiram cartazes com frases contrárias ao texto. "Não há cura para quem não está doente", dizia um deles.

HISTÓRICO

Desde o mês passado, a votação foi adiada ao menos cinco vezes, por diferentes motivos - desde falta de quórum a pedido de vistas de congressista.

O relator do texto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), foi favorável ao projeto. "A Psicologia é uma disciplina em constante evolução e tem diversas correntes teóricas, sendo difícil determinar procedimentos corretos ou não, metodologias de trabalho apropriadas ou não", afirma o deputado em seu relatório.

"É direito do profissional conduzir sua abordagem conforme a linha de atuação que estudou e prefere adotar. Também constitui direito do paciente buscar aquele tipo de atendimento que satisfaz seus anseios", completa ele.

Para Ferreira, a mudança na resolução do Conselho Federal de Psicologia reforça a "liberdade de exercício da profissão" de psicólogo.
A proposta é rejeitada pelo CFP. No ano passado, a entidade recusou-se a participar de uma audiência pública realizada na Câmara para debater o projeto. O conselho inclusive lançou uma campanha contra a ideia. A OMS (Organização Mundial de Saúde) deixou de considerar a homossexualidade doença em 1993.

POLÊMICA

Desde que assumiu o comando da comissão em fevereiro, o deputado Marco Feliciano enfrenta protestos de ativistas de direitos humanos que o acusam de racismo e homofobia. Ele nega. Uma das críticas dos ativistas é que o deputado beneficiaria os evangélicos na discussão da proposta na comissão.
No mês passado, em seu twitter, Feliciano defendeu a inclusão do projeto na pauta da comissão, afirmando que "não podemos fugir de assuntos como este". O deputado ainda criticou a cobertura da imprensa sobre o assunto.

"A mídia divulga um PL [projeto de lei] como "cura gay" quando na verdade ele não trata sobre isso, até porque homossexualidade não é doença", escreveu na ocasião. "Esse projeto protege o profissional de psicologia quando procurado por alguém com angústia sobre sua sexualidade", disse.

Conforme dissemos, a proposta levada à aprovação pelo Sr. Marcos Feliciano, acaba, na prática, retirando de sobre os gays a responsabilidade por suas decisões e por seus atos.

A homossexualidade é um pecado, claramente condenado, nas Escrituras, mas se o transformarmos em objeto de tratamento psicológico — tratando-o como um desvio de comportamento, psicológico ou de outra natureza qualquer vinculado à saúde, via Lei — colocamos em xeque a severa condenação bíblica contra tais práticas. Os participantes de tal comportamento já têm deixado bastante claro que não se consideram nem doentes, nem que sofrem de algum tipo de desvio psicológico. Ou seja, para eles, esse modo de vida é uma opção mesmo sabendo da pesada condenação que existe na Bíblia contra os que adotam tais práticas, conforme podemos ler em:

Levítico 18:22 

Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação.

Romanos 1:18—32

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.

1 Timóteo 1:8—10

8 Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo,

9 tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas,

10 impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

BONECAS SÃO PARA MENINO? EM ALGUMAS ESCOLAS, SIM.



Em recente artigo publicado pelo Jornal o Estado de São Paulo, começamos a entender melhor o plano que existe por trás das mudanças na educação dos nossos filhos e filhas, especialmente no que diz respeito à obrigatoriedade dos mesmos terem que começar a frequentar a escola a partir dos 4 anos de idade.

O artigo do Estadão é bastante esclarecedor e merece a atenção de todos nós. O mesmo está reproduzido abaixo:

Bonecas são para menino? Em algumas escolas, sim.

Colégios incentivam crianças a brincar com o que quiserem, sem distinguir gênero

04 de maio de 2013 | 16h 25

Ocimara Balmant

No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de 4 anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de 5 anos, que há pouco brincava de casinha.

João, de 4 anos, em seu salão de cabeleireiro - Epitacio Pessoa/Estadão
Epitácio Pessoa/Estadão
João, de 4 anos, em seu salão de cabeleireiro

Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil - com idade entre 3 e 5 anos - transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.

"O objetivo é deixar todas as opções à disposição e não estimular nenhum tipo de escolha sexista. Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem", explica a coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero.

Trata-se de um "jogo simbólico", atividade curricular da educação infantil adotado por um grupo de escolas que acredita que ali é o espaço apropriado para quebrar alguns paradigmas. A livre forma de brincar visa a promover uma infância sem os estereótipos de gênero - masculino e feminino -, um dos desafios para construir uma sociedade menos machista.

"Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde", afirma Claudia Cristina Siqueira Silva, diretora pedagógica do Colégio Sidarta. "Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul."

Por isso, no colégio em que dirige, na Granja Viana, o foco são as chamadas brincadeiras não estruturadas, em que objetos se transformam em qualquer coisa, a depender da criatividade da criança. Um toco de madeira, por exemplo, pode ser uma boneca, um cavalo ou um carrinho. "Quanto menos referência ao literal o brinquedo tiver, menos espaço haverá para o reforço social", diz Claudia.

A reprodução dos estereótipos acontece até nas famílias que se enxergam mais liberais. Ela conta que recentemente, em uma brincadeira sobre hábitos indígenas, um menino passou batom nos lábios. Quando a mãe chegou para buscá-lo, falou de pronto: "Não quero nem ver quando seu pai vir isso".

"Podia ser o fim da experimentação sem preconceitos, que não tem qualquer relação com orientação sexual. Os adultos, ao não entenderem, tolhem essa liberdade de brincar por uma ‘precaução’ sem fundamento", afirma Claudia.

Visão de gênero. Se durante a primeira infância esses estímulos são introjetados sem que a criança se dê conta, ao crescerem um pouquinho - a partir dos 5 anos -, elas já expressam conscientemente a visão estereotipada que têm de gênero.

No Colégio Santa Maria, no momento de jogar futebol, os meninos tentavam brincar apenas entre eles, não permitindo que as meninas participassem. Foi a hora de intervir. "Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras", diz Cássia Aparecida José Oliveira, orientadora da pré-escola da instituição.

Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa - convite recusado por alguns. "Muitos falam ‘eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino’. Nesses casos, a gente conversa com a família. Entre os convocados, os pais de meninos são a maioria. "Um menino gostar de balé é sempre pior do que uma menina querer jogar futebol. E, se não combatemos isso, criamos uma sociedade machista e homofóbica."

O embate é árduo e é preciso perseverança. Mesmo no Colégio Equipe, aquele em que as crianças se alternam entre o cabeleireiro e o escritório, alguns comentários demonstram que a simulação da casinha é um primeiro passo na construção de um mundo menos machista. O pequeno Artur, de 5 anos, se anima ao participar da brincadeira. Mas, em um dado momento do faz de conta, olha bem para a coleguinha e avisa: "Eu sou o marido. Vou sair para trabalhar. Você fica em casa".

A reportagem original do Estadão poderá ser acessada por meio do link abaixo:


Então essa é a nova proposta pedagógica que estará, em breve, sendo empurrada garganta abaixo de todas as famílias do país, sem uma discussão ampla da mesma e com total desrespeito à vontade dos pais e até mesmo das próprias crianças.

Não adianta querermos tapar o sol com a peneira. Esses educadores são, na sua vasta maioria, pessoas que não conhecem nem a Bíblia nem o Deus da Bíblia. Não estamos afirmando aqui que elas não tenham religião nem que não frequentam a mesma. São duas coisas diferentes. A fé cristã baseada na Bíblia é uma fé de relacionamento vivo, minuto a minuto com o Deus único e verdadeiro e com Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, por meio da presença do Espírito Santo em nossas vidas. Jesus mesmo disse o seguinte:

João 17:3

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

O fato que estamos querendo enfatizar nesse nosso comentário é que não existe nenhuma alternativa, nem escapatória para o ser humano, quando falamos da gravidade de desconhecer e não manter um relacionamento apropriado com o Deus Criador.

De acordo com o ensinamento da Bíblia conforme encontramos na Epístola de Paulo aos Romanos, os seres humanos que começam pervertendo o conhecimento e o entendimento que têm de Deus — conhecimento esse sobejamente revelado na natureza, na Bíblia e, especialmente na pessoa de Jesus Cristo — irão acabar pervertendo a si mesmos até a perdição final no inferno. Vejam bem as palavras do Apóstolo Paulo a esse respeito:

Romanos 1:18—32

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

Esse é o ÚNICO futuro que aguarda aqueles que ignoram o Deus verdadeiro. O indivíduo começam pervertendo a revelação de Deus e termina pervertendo e destruindo sua própria vida. Não existe saída. A única saída, conforme o comentário do teólogo suíço-alemão Karl Barth acerca dessa passagem em um pequeno livro escrito em 1917 — Der Romerbrief — Aos Romanos — é chamar todas as pessoas de volta para a verdadeira razão de que nós somos pecadores e precisamos da graça de Deus para nos salvar no tempo e na eternidade. Caso contrário iremos caminhar para uma condição cada vez mais degenerada.

Como cristãos não podemos ficar nem parados nem paralisados. Devemos instruir nosso povo em nossas igrejas com a verdade do evangelho. Devemos nos organizar para conhecer e difundir os nomes daqueles que entendem as implicações do que estamos falando e escolher melhor os candidatos de todas as eleições que virão. Também devemos repudiar por completo a ganância dos Felicianos e Malafaias da vida que pretendem ser nossos representantes quando o único interesse deles é aumentar o próprio poder.

Que Deus nos dê muita sabedoria e coragem para enfrentarmos a enorme cisão que em breve irá acontecer no seio da população brasileira, com polarizações diversas e com consequências inesperadas vindas de todos os lados. Religiosos apocalípticos não faltam querendo incendiar tudo para defender suas ideias — muitas delas boas, mas também tem muita maluquice e desejo de “vingança”, contra todos os que se opõem a essas ideias malucas.

Deus abençoe e todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 7 de maio de 2013

Figuras de “Pai e Mãe” São Arrancadas das Leis Escocesas Para Permitir o Casamento de Pessoas dum mesmo Sexo.


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As Palavras “pai e mãe” serão removidas das leis matrimoniais escocesas sob a liderança do primeiro ministro escocês Alex Salmonds e seus planos para redefinir o casamento. Uma consulta feita nos documentos que acompanham um novo projeto de lei do governo escocês deixa bem clara a mudança proposta na terminologia. Em todos os lugares onde a lei atual diz “mãe e pai” o governo escocês pretende usar o termo “pais” como termo genérico sem definição de gênero. 



As propostas têm sido classificadas como “estúpidas” por Gordon Wilson antigo líder do Partido Nacional Escocês. De acordo com Wilson: “A elite, politicamente correta” enlouqueceu. Eles estão indo muito além daquilo que o povo deseja realmente encarar”. Outro cidadão, Norman Wells do Fundo para a Educação da Família disse: “O plano do governo escocês de introduzir uma nova palavra para designar as relações familiares nos mostra, exatamente, quão longe o mesmo está desejoso de ir em sua redefinição do casamento. O Governo está engajado em uma revolução linguística para acomodar os desejos de uma pequena minoria de casais do mesmo sexo que insistem em ver seus relacionamentos reconhecidos como casamento. Sob essas novas propostas , o casamento não está apenas sendo estendido para casais dum mesmo sexo. Está na verdade, sendo controlado por eles.


Primeiro Ministro Escocês

O artigo original poderá ser acessado por meio desse link aqui:


Para ponderar:

Romanos 1:18—32

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19  porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS















 Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

HOLANDA LANÇA UNIDADES MÓVEIS DE EUTANÁSIA


BRUSSELS  EUTHANASIA KITS

De acordo com o jornal britânico “The Guardian” — Unidades Móveis de Eutanásia Atenderão Pacientes em Suas Próprias Residências — cujo original pode ser acessado através do link abaixo:

http://www.guardian.co.uk/world/2012/mar/01/dutch-mobile-euthanasia-units

“Um controverso sistema de unidades móveis de eutanásia foi lançado e em breve iniciará viagens ao redor do país — Holanda — para atender ao desejo de pessoas enfermas que desejam dar fim às suas próprias vidas. O esquema que deverá entrar em vigor nos próximos dias enviará times, especialmente treinados, de médicos e enfermeiros aos lares das pessoas cujo médico pessoal se recusar satisfazer o desejo do paciente de dar fim à própria vida.

O início do programa chamado de Levenseinde, ou “Fim da Vida”, atenderá os cidadãos holandeses de forma gratuita e coincidirá com a inauguração de uma clínica com o mesmo nome e propósito na cidade de Haia. Essa clínica receberá os pacientes que não desejam ter a vida terminada em suas próprias residências.
O programa é uma iniciativa da Associação Holandesa para a Terminação Voluntária da Vida — sigla NVVE em holandês — associação essa que congrega cerca de 130.000 membros pró-eutanásia e que é a maior de todo o mundo em número de membros.

A Holanda foi o primeiro país a legalizar 100% a eutanásia no ano de 2002 e a legislação do país quanto o chamado “direito de morrer” é considerada a mais liberal do planeta. Todavia, os médicos não podem ser forçados a satisfazer o desejo de seus pacientes que exigem seus direitos de morte e, como muito médicos se recusam a NVVE resolveu desenvolver o sistema citado acima para preencher a lacuna causa pela recusa dos médicos”.

Como bem nos lembra o apóstolo Paulo, nos últimos dias os homens não terão mais nenhum tipo de afeição natural por outros seres humanos. Mas as consequências virão:

Romanos 1:28—32

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem.

2 Timóteo 3:1—5

1 Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,

2 pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes,

3 desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem,

4 traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus,

5 tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.

Que Deus nos abençoe e nos ajude a entender que a dignidade humana repousa sobre o fato de que somos criados à imagem e semelhança de Deus:

Gênesis 1:26—27

26 Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.

27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

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