Mostrando postagens com marcador Conexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conexão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2016

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002



ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA SOTERIOLOGIA DE PAULO

1 Coríntios 15:20—28

20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.

21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.

22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.

23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.

24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.

25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.

26 O último inimigo a ser destruído é a morte.

27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.

28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.

Cristo representa as primícias as quais, por sua vez, possuem uma força que transcende o tempo. As mesmas servem para trazer à luz a porção inicial da colheita, mas apenas como uma parte da totalidade da mesma. O foco das mesmas está centrado nas ovelhas recém-nascidas apenas com pertencentes ao todo do rebanho. As primícias manifestam a noção da conexão orgânica e da verdadeira unidade que representam o fato que as mesmas são inseparáveis do todo. É esse aspecto que, de modo especial, dá ao sacrifício das primícias seu significado.

Tais formas de representação e de unidade orgânica encontra plena expressão em —

1 Coríntios 15:20

20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.

A expressão primícias não se refere exclusivamente a algum aspecto de prioridade temporal como defende D. Dealing em seu artigo para o Theologica Dictionary of The New Testament editado por Kitel e Friedrich. Pelo contrário, o que essa expressão faz é apresentar a própria ressurreição de cristo como sendo os primeiros frutos de uma colheita plena que está para acontecer. A ressurreição de Jesus é uma parte de um processo bem mais amplo e abrangente. A ressurreição de Cristo é representativa da ressurreição, especialmente de todos os crentes — bem como de todos os seres humanos sem distinção. Desse modo, a escolha do termo primícias é deliberada da parte do apóstolo Paulo como uma forma clara de indicar que existe uma conexão precisa entre as duas ressurreições — de Jesus e dos crentes.

No contexto de 1 Coríntios 15 a tese do apóstolo Paulo contra seus oponentes — que repudiavam a ressurreição do corpo — é que a ressurreição de Jesus traz em si mesma a garantia da ressurreição, não apenas dos crentes, mas de todas as pessoas. A ressurreição de Jesus não é apenas uma garantia, mas constitui-se em uma promessa de continuidade, já que a mesma é apenas o início de um evento. Para Paulo as duas ressurreições são dois episódios dum mesmo evento e não dois eventos separados, ao mesmo tempo em que sustenta que os dois estão separados no tempo.

Quando Paulo usa a expressão primícias ou primeiros frutos em outras passagens ele mantém a ideia de conexão orgânica. Isso fica claro em sua afirmação encontrada em —

Romanos 11:16

E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.

Ainda em outra passagem de Romanos a mesma verdade é enfatizada —

Romanos 16:5b

Saudai meu querido Epêneto, primícias da Ásia para Cristo.

Para Paulo, Epêneto, referido como primícias representava os muitos convertidos resultantes da pregação do Evangelho da Graça de Deus. O mesmo era verdadeiro com relação a Estéfanas —

1 Coríntios 16:15

E agora, irmãos, eu vos peço o seguinte (sabeis que a casa de Estéfanas são as primícias da Acaia e que se consagraram ao serviço dos santos).

A ideia mais abrangente representada pela expressão as primícias do Espírito que encontramos em Romanos 8:23, será objeto da nossa atenção mais adiante. Agora basta dizer que o privilégio desfrutado pelos crentes no tempo presente — de serem habitados pelo Espírito Santo — é apenas um sinal do que nos aguarda por termos sido adotados como filhos na família de Deus —

Romanos 8:15

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai.

Retornando agora ao texto de 1 Coríntios 15 — ver acima — não é difícil notarmos que o mesmo confirma o que dissemos até aqui com reação às  primícias. As ligações sintáticas entre a ressurreição de Jesus e a nossa própria ressurreição são especialmente notáveis. Notemos —

O verso 21 nos apresenta a razão para a firmação que encontramos no verso 20. O verso 22, por sua vez serve para arraigar o verso 21. Assim temos que: a ressurreição dos mortos por meio de um homem — verso 21 — e a ressurreição de todas as pessoas por meio de Cristo — verso 22 — explica, plenamente, o sentido da expressão primícias encontrada no verso 20. Além disso, o verso 20 expressa a solidariedade que existe na ração humana ao contrastar a pessoa de Cristo com a de Adão —

1 Coríntios 15: 45, 47—49

45 Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.

46 Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.

47 O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.

48 Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais.

49 E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.

Ainda outra passagem elabora sobre essas verdades relativas a questão da solidariedade que existe entre os membros da raça humana —

Romanos 5:12—17

12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.

13 Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei.

14 Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir.

15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.

16 O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou; porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação.

17 Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.

Retornando a 1 Coríntios 15 temos que: o verso 22b, de modo especial, confirma as ideias de solidariedade e de conexão orgânica como indicadas no verso 20. Cristo é as primícias daqueles que dormem, porque ele foi ressuscitado como o segundo Adão. E nossa união com Cristo, pois estamos EM CRISTO, nos garante que nós também seremos ressuscitados.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

 Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

EMPRESA LANÇA APLICATIVO PARA PAGAMENTO DE DÍZIMO VIA CELULAR


Os evangélicos além de serem eles mesmos muito gananciosos, também despertam a ganância em outros. Caso típico do que estamos falando é o recente lançamento por uma empresa, que oferece um aplicativo para celulares, que inclui entre outros serviços a possibilidade de pagar seu dízimo via celular.

A reportagem abaixo é de autoria de Anna Virginia Ballousier.

Aplicativo para pagar dízimo é nova peça da tecnologia evangélica

A onipresença, prega a máxima religiosa, é um dos maiores dons divinos.

Virou também uma fórmula a ser seguida por empresários que, de olho no segmento evangélico e com ajuda da tecnologia, esperam conectar igreja e fiéis 24 horas por dia, sete dias por semana.

Sob o slogan "a palavra do Senhor a qualquer hora, em qualquer lugar", o iFé é um aplicativo que agrega vários serviços direcionados a esse público. Por R$ 20 mensais, o usuário pode pagar seu dízimo pelo smartphone, usando o Eu Contribuo. Também consegue compartilhar sua localização para que os outros saibam, por exemplo, se está no culto das 20h — uma espécie de Foursquare gospel batizado: Tô Aqui, Irmão.

O pacote também inclui uma rede social específica para igrejas que o contratarem, canal de vídeo com artistas evangélicos e cultos, Bíblia on-line e um canal direto com o pastor, o Quero te Escutar.

Um dos idealizadores do iFé, o católico Julio Marcelino, 44, fez as contas: o Brasil tem 277 milhões de linhas (mais de uma por habitante) e 45 milhões de evangélicos, muitos deles alçados à classe C nos últimos anos e sedentos por consumo.

Ele espera abocanhar 15% desse filão nos próximos cinco anos. "Espaço para crescer é o que não falta", aposta.

O problema, diz, é que as igrejas parecem ter estacionado no "Antigo Testamento" da internet. Para Marcelino, muitos sites são "rústicos demais", e a interatividade (a "alma do on-line") não evoluiu tanto assim desde priscas eras de conexão discada.

"Se o fiel queria falar com o pastor, tinha que entrar no site, escrever seu nome, pôr o e-mail e enviar até aparecer lá: Obrigado, iremos entrar em contato com você." O que podia demorar dias, isso quando de fato respondiam.

"A ideia é encurtar essa janela. Agora, é entre o pastor e o fiel", afirma Marcelino.

Entre o iFé e o mercado de 45 milhões de fiéis, o caminho começou a ser abreviado no Salão Internacional Gospel. O aplicativo foi lançado na feira de negócios voltada ao segmento e realizada no começo deste mês, no Expo Center Norte, em São Paulo.

EVENTO

Pelo evento passaram de seguradoras (a Mapfre tem planos especiais para igrejas) a skatistas — havia uma pista de skate no local e uma marca, Trinity, que vendia modelos a R$ 155, com Bíblias grafitadas e inscrições do tipo "tudo posso com meu Deus".

Cerca de 30 mil pessoas circularam pelo Salão Gospel, segundo a organização, que calcula ter movimentado cerca de R$ 100 milhões. Em três dias de feira, consórcios de imóveis negociaram cotas para igrejas a R$ 190 mil, agências venderam viagens a Israel (terra sagrada para evangélicos) por US$ 7.000 a pessoa, e um cruzeiro gospel (com controle de casais e sem álcool) saiu por R$ 3.500.

O letreiro do Faceglória, um dos estandes mais disputados, entrou na mira de várias "selfies": uma nuvem envolvendo o nome da "rede social perfeita para você compartilhar o amor e a sabedoria cristão com outras pessoas", como era descrita.

Feito a imagem e semelhança do Facebook (que já encrencou judicialmente com esse nome), o Faceglória juntou 190 mil membros desde a inauguração, em junho, junto com a Marcha para Jesus.

Com menos recursos e design mais capenga, trocou o botão da aprovação: em vez de "curtir", lá é "amém".

Acir Filló, o criador, diz que sua criatura é uma alternativa a "outras redes excessivamente abertas", repletas de "pornografia, violência e dois homens se beijando". Assim como o aplicativo iFé, o serviço tem filtros contra o que considerada "inapropriado".

"Ninguém é obrigado a conviver com isso", diz Filló. Para curtir, é só dar "amém".

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO PARA PENSAR:

1 João 2:15 —

Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele.

Na contramão das práticas mencionadas acima, nesse verso, nós somos ordenados, explicitamente a não amar o mundo, ou a não nos identificar com suas práticas pecaminosas, seus cuidados e suas paixões. A expressão “amar” é bastante adequada nesse contexto tanto no aspecto positivo quanto no negativo, porque não se trata de uma emoção incontrolável e sim de uma devoção estável da nossa vontade. A razão porque somos ordenados a não amar o mundo é porque o amor ao Pai celestial e o amor ao mundo são completamente incompatíveis, e mutuamente excludentes. Se uma pessoa se ocupa com o mundo e seus cuidados, que são acintosamente contrários à pessoa de Cristo, é evidente que tal indivíduo não tem amor pelo Pai. Tiago nos diz o seguinte:

Tiago 4:4

Infiéis, {Infiéis; no original, adúlteras, isto é, os que são desleais para com Deus} não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.