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sábado, 10 de maio de 2014

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — GÊNESIS 37:14 -ESTUDOS 014 e 015 - JOSÉ É ENVIADO A SEUS IRMÃOS, MAS É REJEITADO



josé é rejeitado por seus irmãos

José BUSCA FAZER O BEM A SEUS IRMÃOS, E É ENVIADO DE HEBROM PARA A REGIÃO DE SIQUéM, MAS É REJEITADO.

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

014.  José Busca fazer o Bem a Seus Irmãos.

Jacó enviou José em busca de seus irmãos com essas palavras:

Gênesis 37:14

Disse-lhe Israel: Vai, agora, e vê se vão bem teus irmãos e o rebanho; e traze-me notícias. Assim, o enviou do vale de Hebrom, e ele foi a Siquém.

Deve ser óbvio para todos nós que José não tinha nenhuma ingenuidade acerca dos sentimentos que seus irmãos nutriam por ele. José sabia que tais sentimentos não eram de amor fraterno e sim de inveja e ódio. Mesmo assim ele aceitou a missão, tendo plena consciência das dificuldades que o esperavam e dos grandes riscos que estavam envolvidos. Afinal de contas ele era apenas um menino e muitos dos seus irmãos já eram homens adultos. Todavia, cheio de magnanimidade graciosa e temor filial, José estava pronto para partir e cumprir aquela missão que ele sabia seria muito mal agradecida por parte de seus irmãos.

Nesse contexto, existem duas características principais que precisamos observar, de modo bastante profundo, porque as mesmas trazem à tona a precisão com que José é mesmo apresentado como um verdadeiro tipo de Cristo.

Em primeiro lugar nós temos o fato de que José é enviado com um objetivo bem definido diante de si: ele deveria procurar e encontrar seus irmãos. Quando olhamos para as páginas dos Evangelhos nós podemos perceber, imediatamente, que existe uma correspondência perfeita entre José e Jesus. Quando o Amado do Pai veio a esse mundo, sua missão estava restrita a buscar exclusivamente seus irmãos de acordo com a carne, conforme podemos ver em:

João 1:11

Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

Os “seus”, nesse versículo, refere-se aos judeus, Seu próprio povo, que preferiu desprezá-lo.

Mateus 15:24

Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.

Romanos 15:8

Digo, pois, que Cristo foi constituído ministro da circuncisão, em prol da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos nossos pais.

Em segundo lugar nós devemos observar o caráter da missão que José recebeu de Jacó.

Gênesis 37:14a

Seu pai lhe disse: “Vai, agora, e vê se vão bem teus irmãos”.
Jacó não enviou José para censurar seus irmãos e sim para saber do bem estar deles. O mesmo é verdadeiro com respeito ao filho de Deus quando lemos:

João 3:17

Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

015. José Foi Enviado de Hebrom para a Região de Siquém.

Gênesis 37:14b nos diz:

Assim, o enviou do vale de Hebrom, e ele foi a Siquém.

Muitos autores cristãos nos contam maravilhados as descobertas que fazem na história de José como um tipo de Cristo, à medida que leem cada linha e até mesmo cada palavra dessa linda história. Iluminados pelo Espírito de Deus, muitos deles conseguem enxergar significados singulares por todos os lados. A seguir uma citação de um desses autores:

חֶבְרוֹן  - Chebrown – “Hebrom significa associação no sentido de comunhão. Como o local é um vale, o mesmo inspira ideias de descanso e paz. Em minha opinião aquele local tinha a intenção de apontar para frente — para os personagens do Antigo Testamento — e para trás — para nós — indicando a comunhão eterna que existe entre o Pai e o Filho na paz e calma celestiais, também eternas, antes que o Filho assumisse Sua forma humana e fizesse Sua entrada nesse mundo de pecado e dor” – C. Knapp.

Já o significado de שְׁכֶמָה Sh^ekem é: costas ou ombro. Isso pode implicar que os filhos de Jacó, enciumados pela atitude do pai com relação a José, tenham virado as costas para o próprio pai, como também fez a raça humana para Deus, conforme lemos em

Romanos 5:8—11

8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;

11 e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.

Ver também Colossenses 1:21—23

21 E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas,

22 agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,

23 se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro.

O tranquilo vale do Hebrom, então, era o local pacífico onde José habitava feliz em plena comunhão com seu pai. Ali era seu lar onde ele era reconhecido, aceito, compreendido e amado. E foi dali, um lugar muito especial, que José foi enviado para um local caracterizado por conflitos, contendas e derramamento de sangue — ver Gênesis 34. José foi enviado para o meio de pessoas que não gostavam dele, que não tinham nenhuma apreciação por suas revelações. Para aqueles que nutriam apenas ciúmes e ódio dele. De uma forma pálida essa situação representa a ação de amor eterno demonstrada por Deus e pelo Filho, Jesus, que deixou seu amado lar na glória eterna para vir a esse mundo hostil e violento onde ele foi odiado sem causa —

João 15:22—25

22 Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado.

23 Quem me odeia odeia também a meu Pai.

24 Se eu não tivesse feito entre eles tais obras, quais nenhum outro fez, pecado não teriam; mas, agora, não somente têm eles visto, mas também odiado, tanto a mim como a meu Pai.

25 Isto, porém, é para que se cumpra a palavra escrita na sua lei: Odiaram-me sem motivo.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Salmos 119:17—24 — A Importância da Palavra de Deus Para Seus Servos – Estudo 004



Esse artigo é parte da série "Exposição do Salmo 119" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior
  
C. Exposição do Salmo 119:17—24 – A Importância da Palavra de Deus para Seus Servos

1. Introdução
A terceira divisão de oito versículos do Salmo 119 inicia com a letra ג - Gimel que significa “camelo”. Essa letra é também usada para indicar o numeral 3.

2. Versos 17—18

a. O Salmista como servo de Deus.

  • O Salmista se considerava “servo” de Deus. Isto é tão mais importante, se Davi é mesmo o autor do Salmo 119.

  • Esta é a visão correta que todos precisamos ter:
1 Coríntios 3:5 —

Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um.


  • Entre o povo de Deus não deve existir a exaltação de nenhum ser humano. Somos todos servos e servas. Quando exaltamos seres humanos, incentivamos partidarismos. Estes, por sua vez, engendram contendas que abrem as portas a todo tipo de problemas de relacionamentos.

  • A atitude correta é: Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo — Filipenses 2:3.

b. O Salmista e seu desejo de viver.


·       O Salmista desejava viver para ter a oportunidade de obedecer a Palavra de Deus.


·       Em Salmos 119:50 nós lemos que é a Palavra de Deus que nos vivifica.


  • O Senhor Jesus disse: O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância — João 10:10.

  • Nossa oração deve ser a mesma que encontramos no Salmo 119:18!


3. Versos 19—20 — O Salmista como Peregrino.

  • O Povo de Deus foi sempre um povo peregrino.
  • Abraão foi peregrino. O mesmo é verdade com relação à Isaque e Jacó.
  • O povo de Israel foi peregrino e, por este motivo, Deus ordenou: Se o estrangeiro peregrinar na vossa terra, não o oprimireis. Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus - Levítico 19:33—34.
  • O Exemplo que nos foi deixado o qual devemos imitar encontra-se descrito em Hebreus 11:13—16 —

13 Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.

14 Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria.

15 E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar.

16 Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.


  • 1 Pedro 2:11 - Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma. Contra estas paixões o único remédio efetivo é a palavra de Deus – Salmo 119:20.

4. Versos 21—23 – O Salmista e os Incrédulos.

  • A condição dos incrédulos é extremamente precária, pois são chamados de soberbos e de malditos.
Ø  Soberbos porque não querem se aproximar de Deus aceitando as regras que o próprio Deus estabeleceu. Querem se aproximar de Deus seguindo suas próprias ideias.


Ø  Malditos porque desprezam e se recusam a aceitar a oferta de Deus proposta através do Senhor Jesus Cristo: Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus – João 3:36. Esta é a condição mais terrível em que alguém pode se encontrar!


Ø  Como conseqüência desta situação os incrédulos odeiam o povo de Deus e, por este motivo, o Salmista ora a Deus – ver Salmo 119:22.


Ø  Além do mais os incrédulos falam mal do povo de Deus, mas o que eles falam não passa de calúnias! Não devemos dar ouvidos ao que eles falam e sim nos concentrar no que Deus fala. A opinião que os incrédulos têm a nosso respeito não é relevante! Temos que nos interessar pelo que Deus pensa a nosso respeito!


5. Verso 24 - O Salmista e a Palavra de Deus.

  • Neste verso o Salmista nos faz lembrar do Salmo 1 onde diz: Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite – Salmos 1:1—2.


Ø  A Palavra de Deus pode nós tornar sábios para a salvação em Cristo Jesus – 2 Timóteo 3:15.


Ø  A Palavra de Deus é apta para discernir os pensamentos e propósitos dos nossos corações porque é viva e eficaz – Hebreus 4:12.


Ø  Não devemos nos envergonhar da Palavra de Deus porque a mesma é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê – ver Romanos 1:16 e comparar com Jeremias 23:29.


Ø  A Palavra de Deus é a espada que o Espírito Santo usa – Efésios 6:17.


Ø  A Palavra de Deus foi escrita para nos consolar e para nos dar esperança – Romanos 15:4.


Ø  A Palavra de Deus fornece luz em meio às trevas em que nos encontramos – 2 Pedro 1:19 comparar com Salmos 119:17.


Conclusão:

1. Somos servos de Deus, portanto, devemos deixar de lado toda forma de partidarismos e exaltação de pessoas.

2. Somos peregrinos nesta vida, portanto, vamos viver com simplicidade sabendo que estamos aqui somente de passagem.

3. Não devemos nos importar com o que os incrédulos pensam ou dizem a nosso respeito. Por outro lado devemos orar a Deus pela salvação deles e pedirmos que o Senhor nos use como instrumentos do Seu amor.

4. Devemos dedicar tempo para ler e meditar na palavra de Deus, porque o contato com ela nos vivifica.


OUTROS ESTUDOS NA SÉRIE DO SALMO 119

001 — Estudo Introdutório — A Excelência da Palavra de Deus =

002 — Salmos 119:1—8 — Os Bem Aventurados =

003 — Salmos 119:9—16 — A Importância da Palavra de Deus para os Jovens

004 — Salmos 119:17—24 — A Importância da Palavra de Deus para os Seus Servos

005 — Salmos 119:25—32 — A Confiança do Salmista em Deus e em Sua Palavra

006 — Salmos 119:33—40 — Completa Dependência de Deus e Sua palavra

007 — Salmos 119:41—48 — Servindo Deus Nos Termos de Deus

008 — Salmos 119:49—56 — Encontrando Conforto na Palavra de Deus de Deus

009 — Salmos 119:57—64 — Encontrando Plena Satisfação Apenas em Deus

010 — Salmos 119:65—72 — A Bondade de Deus

011 — Salmos 119:73—80 — A Experiência Pessoal do Salmista com a Palavra de Deus

012 — Salmos 119:81—88 — A esperança baseada em Deus e na Palavra de Deus, nas horas de maior angústia

013 — Salmos 119:89—96 — A Fidelidade de Deus Manifestada em Sua Palavra e Por Meio da Criação

014 — Salmos 119:97—104 — Os inúmeros benefícios derivados da leitura e do estudo da Palavra de Deus.

015 — Salmos 119:105—112 — O apego do Salmista a Deus e à Sua Palavra diante das dificuldades da vida.

016 — Salmos 119:113—120 — O Salmista e a Vida íntegra Diante de Deus.

017 — Salmos 119:121—128 — O Salmista e sua Luta por Justiça com o reconhecimento implícito de que Deus é o único, verdadeiro e definitivo Juiz dos seres humanos.

018 — Salmos 119:129—136 — O Salmista reconhece excelência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que deplora o fato de que “os homens não guardam a Tua Lei”

019 — Salmos 119:137—144 — Deus, Sua Justiça, Sua Palavra e o Salmista

020 — Salmos 119:145—153 — Uma Lição Objetiva Acerca do Ato de Orar

021 — Salmos 119:153—160 — O contraste entre o Salmista que busca a Deus com intensidade cada vez maior e os ímpios que desprezam a Deus

022 — Salmos 119:161—168 — VERDADEIRA PAZ E SEGURANÇA SÓ EXISTEM EM DEUS

023 — Salmos 119:169—176 — A NECESSIDADE DEFINITIVA QUE TEMOS DE CONFIAR EXCLUSIVAMENTE EM DEUS

Que Deus Abençoe a Todos

Alexandros Meimaridis

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