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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Gênesis — Estudo 055 — A APROPRIAÇÃO DE GÊNESIS 11 PELO NOVO TESTAMENTO


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Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 

O Livro do Gênesis

O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ        
             Eretz   ha ve-et    Hashamaim  et       Elohim        Bará         Bereshit
            Terra  a      e          céus      os             Deus         criou       princípio No
                                                                                                                            Gênesis 1:1
CONTINUAÇÃO

XIII — A Apropriação de Gênesis 11 pelo Novo Testamento.

A. Gênesis 11:1—9 e Lucas 14:28—30.

Existem no Novo Testamento muitos textos que tratam de edificações e dos processos envolvidos nos mais diversos tipos de construções. Mas existe somente um texto em todo o Novo Testamento que trata da construção de uma πύργον púrgon — torre. Esse texto é Lucas 14:28. Creio que todos nós podemos aceitar, de forma pacífica, que um dos propósitos porque Jesus ensinou esta parábola foi indicar a necessidade que aqueles que desejavam ser Seus discípulos, tinham de avaliar o custo exato de tal decisão. Mas existem muitas outras passagens em todo Novo Testamento que desafiam tal interpretação. Essas são as passagens que nos falam acerca de decisões de fé como foi o caso do chamamento dos irmãos Simão e André e Tiago e João — ver Marcos 1:16—20. Note como esses irmãos não pararam para calcular o custo e sim creram nas palavras de Jesus e o seguiram imediatamente.

A história narrada por Jesus em Lucas 14:29—30 dá ênfase no fato de que a torre inacabada chama a atenção de toda uma multidão de curiosos que, ao passar e ver a torre naquele estado, aproveitam para zombar da mesma e de seus construtores. Em Gênesis 11 a construção da torre tem início com a clara intenção de zombar de Deus, pois seus construtores querem fazer notável o próprio nome. Mas os papeis são completamente revertidos naquela história. É Deus, quem em última instância, dá a última risada porque é Ele quem zomba dos patéticos seres humanos ao confundir as línguas e causar a paralisação da construção da torre e da cidade chamadas de Babel.

Mas em Gênesis 11 Deus não apenas confunde as línguas, Ele também dispersa os seres humanos que estavam planejando zombar da ordem de Deus que havia dito aos homens que se espalharem sobre a face da Terra. É possível que Maria no seu cântico registrado em Lucas 1:46—55 estivesse se referindo a este mesmo evento — da torre e da cidade de Babel — ao dizer: “Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos — verso 51”. Como dissemos é possível, mas muito pouco provável. Mas que a frase se encaixa perfeitamente, disso não temos a menor dúvida.
   
2. Gênesis 11:26—32 e Atos 7:4.
                    
A cronologia de Gênesis 11 é como segue:

1. Tera tinha 70 anos quando começou a gerar filhos e ele gerou a Abrão, a Naor e a Harã. Seria Abrão, necessariamente, o mais velho? Ou ele é mencionado em primeiro lugar porque era o mais importante — ver Gênesis 6:10 e comparar com 9:20—24.

2. Tera morre em Harã com a idade de 205 anos — ver Gênesis 11:32.

3. Se Abrão nasceu quando Tera tinha 70 anos então ele tinha 135 quando seu pai veio a falecer.

4. Gênesis 12:4 nos diz que Abrão partiu de Harã quando tinha 75 anos.

Se não levarmos em conta nenhum outro texto, a cronologia acima não apresentaria nenhum tipo de dificuldade. Do que alistamos acima poderíamos concluir que Abrão teria saído de Harã 65 anos antes da morte de seu pai. Todavia, o texto de Atos 7:4 diz de forma explícita o seguinte:

Então, saiu da terra dos caldeus e foi habitar em Harã. E dali, com a morte de seu pai, Deus o trouxe para esta terra em que vós agora habitais.

Existem várias hipóteses visando solucionar essa dificuldade. Não que ela represente alguma mudança fundamental na História da Salvação como contada pela Bíblia, mas como estudiosos da Palavra de Deus, queremos nos empenhar no máximo da nossa capacidade para entender aquilo que está escrito.

As três interpretações mais comuns acerca da compreensão que Estevão tinha da vida dos patriarcas são as seguintes:
1. A primeira explicação está baseada na leitura do Pentateuco Samaritano que diz que Tera faleceu com 145 anos contra os 205 registrados pelo Texto Massorético[1]. A LXX diz que Tera teria vivido 205 anos apenas em Harã, sem contar seus anos em Ur dos Caldeus. Argumentam os defensores desta hipótese que Estevão estava fazendo referência ao texto do Pentateuco Samaritano. Com isso a dificuldade desaparece de forma absoluta. Isto se deve ao seguinte cálculo: Tera gerou Abrão quando tinha 70 anos e veio a falecer quando tinha 145 anos. Na morte de Tera Abrão estaria, portanto, com 75 anos que é exatamente a idade que ele tinha quando partiu de Harã para a terra de Canaã. Desta maneira, nos dizem os defensores dessa possibilidade, Estevão tinha uma compreensão da cronologia dos patriarcas que estava baseada na leitura do Pentateuco Samaritano.

2. Uma segunda possibilidade é na realidade uma variação da anterior. De acordo com os proponentes dessa segunda alternativa existiam nos dias de Estevão inúmeras famílias ou tradições de manuscritos. Para esses o Pentateuco Samaritano é apenas um dos muitos documentos que se originaram daquilo que os estudiosos chamam de Texto Palestino e que, além de serem muito abundantes nos dias de Estevão divergiam de forma considerável do Texto Massorético e do texto da Septuaginta. O autor judeu Filo de Alexandria[2] também cita o fato de que Tera teria morrido aos 145 anos. Sendo judeu mesmo e não samaritano, é pouco provável, senão impossível que ele tivesse usado alguma vez uma cópia da Torá — os cinco livros de Moisés — que não estivesse baseada em uma tradição genuinamente judaica. Desta maneira é possível que existissem também cópias judaicas que mencionavam todos os anos de Tera como sendo 145 anos.

3. Uma terceira possibilidade procura harmonizar as informações de Gênesis 11 e Atos 7 sem apelar para o uso de nenhum outro texto que vá além do Texto Massorético. A pressuposição básica desta possibilidade está baseada no fato de que o texto de Gênesis 11:26 não afirma, de forma explícita, que Tera tinha exatos 70 anos quando gerou a Abrão. Pelo contrário, o texto de Gênesis 11 nos diz que Tera tinha 70 anos quando começou a gerar filhos. Teria sido Abrão seu primogênito? Ou será que Abrão é mencionado primeiro porque veio a ser o mais importante dos três irmãos? Como não podemos saber a ordem exata em que os irmãos nasceram, nem quando exatamente eles nasceram, podemos assumir, para efeito da nossa discussão, que Abrão tivesse nascido quando Tera estava com 130 anos. Desta maneira quando Terá morreu aos 205 anos, Abrão teria os 75 anos mencionados em Gênesis 12:4. 

Outros artigos acerca dO LIVRO DE GÊNESIS
001 — Introdução e Esboço
002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação
003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza
004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra
005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida
006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR
007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA
008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1
009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2
010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia
011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia
012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia
013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1
013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2
014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas
015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A
016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B
017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A
018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B
019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C
020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19
021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20
022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21
023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22
024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23
025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24
026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25
027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26
028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A
029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B
030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.
031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.
032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.
033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.
034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?
035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água
036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001
037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002
038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001
039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002
040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003
041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ
042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?
044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE
045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
046 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 002 — OS DESCENDENTES DE CAM: NEGROS, AMARELOS E VERMELHOS
047 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 003 — OS DESCENDENTES DE SEM E A ORIGEM DOS HEBREUS
048 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 004 — A TÁBUA DAS NAÇÕES É UM DOCUMENTO ÚNICO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
049 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 001
050 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 002
051 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 003
052 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 004
053 — Estudo de Gênesis — A TORRE DE BABEL — PARTE 005

054 — Estudo de Gênesis — A GENEALOGIA DOS SEMITAS

055 — Estudos de Gênesis — A APROPRIAÇÃO DE GÊNESIS 11 PELO NOVO TESTAMENTO

Que Deus abençoe a todos.


Alexandros Meimaridis


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Gênesis, Genealogia, Semitas, Texto Massorético, Pentateuco Samaritano, Septuaginta, Samaritanos, Cativeiro Babilônico, Pelegue, Dilúvio, Alterações Climáticas, Ur dos Caldeus, Noé, Lua, Noé,  


Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.



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[1] - Para uma discussão acerca do desenvolvimento do texto do Antigo Testamento o autor sugere a leitura do primeiro capítulo desta série intitulado “O Que é o Antigo Testamento?”.

[2] - Filo Judaeus também chamado de Filo de Alexandria nasceu entre 15—10 a.C na cidade de Alexandria no Egito, onde também faleceu entre 40—50 a.D. Esse indivíduo era um filósofo judeu que falava o grego e que veio tornar-se o maior expoente do Judaísmo Helenístico. Em seus escritos nós podemos encontrar a mais cristalina apresentação de como o judaísmo se desenvolveu na diáspora iniciada com o cativeiro babilônico. Ele foi o primeiro judeu a buscar uma síntese entre a fé baseada na revelação divina com a razão baseada no raciocínio filosófico — é possível que Platão foi o primeiro gentio a tentar o mesmo, mas de forma menos evidente. Por sua coragem e visão Filo ocupa um lugar bastante privilegiado na História da Filosofia. Muitos cristãos, de eras posteriores, chegaram a considerá-lo como o precursor da Teologia Cristã.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

VERDADEIRA VIDA PARA CRISTÃOS NOVOS E USADOS



Introdução

• Falar sobre vida prática. Coisas que praticamos. Coisas que fazemos.

• A fé cristã é prática. É para ser vivida. Experimentada.

• A fé cristã é Vida.

Jesus disse:

João 10:10

O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

O que a maioria das pessoas não entende é que a vida abundante está diretamente ligada à pessoa de Jesus.

As pessoas começam a vida cristã aceitando a Jesus, mas depois se esquecem dele e passam a ter a impressão de que a vida cristã não é abundante.

A vida cristã começa com um relacionamento com Jesus e precisa manter este relacionamento se ela vai ser de fato abundante.

Veja a promessa que Jesus fez em

João 8:31—32:

Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Baseado nos versos acima responda às perguntas abaixo:

• Que hábitos precisamos desenvolver após crermos em Jesus?

• O que acontece conosco se permanecemos na palavra de Jesus?

• Que benefício colhemos quando somos verdadeiros discípulos de Jesus?

Experimentar a verdadeira vida cristã abundante é algo que só pode ser alcançado por aqueles que permanecem na palavra, se tornam verdadeiros discípulos e experimentam a verdadeira liberdade.

As características e o custo de ser um discípulo verdadeiro de Jesus

I. O discípulo verdadeiro deve ter um amor supremo por Jesus.

Veja o que Jesus mesmo disse em

Lucas 14:26 

Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

Baseado no verso acima responda às perguntas abaixo:

• Você acha que Jesus quer mesmo que nós aborreçamos nossos pais?

• Você acha que Jesus quer mesmo que nós aborreçamos todas as outras pessoas incluindo nossos irmãos, irmãs, maridos e esposas?

• Você acha que Jesus quer mesmo que nós aborreçamos a nós mesmos?

• Então o que você acha que Jesus quis dizer com a frase acima?

O apóstolo Paulo aprendeu o que era amar a Jesus de forma suprema. Veja o que ele disse em

Filipenses 3:8

Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo.

O que quer dizer que eu amo a Jesus de forma suprema? Ou como posso demonstrar a Jesus e aos outros ao meu redor que amo a Jesus de forma suprema?

Jesus mesmo nos ensina como fazê-lo.

João 14:21

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Baseado no verso acima responda às perguntas abaixo:

• O que Jesus nos diz que nós faremos se tivermos amor supremo por Ele?

• O que Jesus fará por nós se demonstrarmos que o amamos através da obediência aos seus mandamentos.

II. O verdadeiro discípulo de Jesus irá demonstrar na prática um amor sincero e real pelos irmãos e irmãs em Cristo.

Jesus disse em

João 13:35

Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

Baseado no verso acima responda às perguntas abaixo:

• O que Jesus disse que seria, para os incrédulos, o maior sinal de que somos de fato Seus discípulos?

• Quais são alguns aspectos da vida cristã que nós normalmente pensamos que impressionam as pessoas incrédulas?

Deus leva muito a sério esta questão de amar nossos irmãos e irmãs. Veja o que Ele diz em

1 João 4:20

Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.

Como você acha que Deus nos vê quando fazemos o que está descrito no versículo acima?

Veja as profundas implicações para nossas vidas apresentadas em

1 João 3:16

Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.

 O que você prefere: morrer ou suportar aquele irmão mala? – ver Colossenses 3:13.

 O que você prefere: morrer ou perdoar? – ver Colossenses 3:13.

 O que você prefere: morrer ou se empenhar para evitar que um irmão tropece ou se ofenda ou se enfraqueça na fé? – ver Romanos 14:2.

 O que você prefere: morrer ou evitar agradar a si mesmo? – ver Romanos 15.

Viu como é fácil entender o que Deus quer de nós?

III. O verdadeiro discípulo de Jesus será ainda caracterizado por três coisas fundamentais.

Veja o que Jesus disse em

Mateus 16:24

Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.

A. A primeira é: a si mesmo se negue.

Qual o significado da expressão: a si mesmo se negue?

• A pessoa que se nega a si mesma é aquela que decide e de fato coloca os interesses de Jesus acima dos seus próprios interesses.

• Paulo menciona o jovem Timóteo como exemplo desta atitude ao passo que menciona outros como exemplo negativos.

Filipenses 3:19— 21

19  O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas.

20  Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,

21  o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.

Aqueles que se negam a si mesmos são descritos pelo apóstolo Pedro como:

1 Pedro 4:2

Para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus - 1 Pedro 4:2.

Muitos cristãos acreditam sinceramente que viver de acordo com a vontade de Deus, renegando as paixões dos homens é viver de modo infeliz. Mas veja o que Jesus disse acerca disto em

Mateus 10:39

Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á.

Baseado no verso acima responda às perguntas abaixo:

• Porque Jesus disse que quando pensamos que achamos nossas vidas nós realmente estamos perdendo as mesmas?

• Porque uma pessoa encontra sua vida quando a perde por causa de Jesus?

Jeremias 29:11!

Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.

B. A segunda é: tome a sua cruz.

Veja o que Jesus diz em

Mateus 16:24 -

Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.

Qual o significado da cruz na vida de uma pessoa?

A cruz era um instrumento de morte. Era um instrumento de rejeição e sofrimento.

Então qual é o significado de tome a sua Cruz?

Significa que temos que morrer para o pecado a cada instante e tomar a decisão de viver para Deus como o apóstolo Paulo nos ensina em

2 Coríntios 5:15

E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.

Note que os incrédulos estranham quando não nos dispomos a nos unir com eles em seus caminhos –

1 Pedro 4:2—4

2  para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.

3  Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.

4  Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão.

A pergunta de R$ 1.000.000,00, é: Quanto abuso eu estou disposto a aceitar, mesmo rejeição e sofrimento porque quero seguir Jesus de verdade?

C. A terceira é: siga-me.

Veja o que Jesus diz em

Mateus 16:24

Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.

O que significa seguir a Jesus?

1. Seguir a Jesus é uma decisão que envolve a vida inteira e não somente um momento.

• Paulo é um bom exemplo -

2 Timóteo 4:7

 Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.

2. Seguir a Jesus significa imitar a Jesus.

Ver as instruções contidas em

1 João 2:6:

Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

3. Seguir a Jesus significa me livrar de todo o peso extra que eu possa estar carregando.

Ver as instruções contidas em

Hebreus 12:1—2:

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

De fato Jesus exige que renunciemos a tudo que possuímos para segui-lo -

Lucas 14:33

Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

4.  O verdadeiro discípulo guarda ou obedece as palavras de Jesus ao passo que o falso discípulo não obedece as palavras de Jesus.

João 14:23 – 24

Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não me ama não guarda as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou

Resumo: O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que:

1. Possui um amor supremo por Jesus Cristo.

2. Possui amor genuíno e real pelos seus irmãos e irmãs na fé.

3. É aquele que se nega a si mesmo.

4. É alguém que escolhe o caminho da Cruz de maneira deliberada.

5. É aquele que gasta sua vida seguindo a Jesus.

6. É aquele que permanece firme nas palavras de Jesus.

Que tipo de discípulo você é. Verdadeiro ou Falso?

Você ama Jesus de verdade ou só da boca para fora? –

Mateus 15:8

 Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.

Quem quer dedicar a vida como discípulo – ser seguidor na prática - de Jesus hoje?


PERGUNTAS PARA DISCUISSÃO EM PEQUENOS GRUPOS

1. Você realmente ama o Senhor Jesus com amor supremo? Ou seja, você ama o Senhor Jesus mais do que você ama seu pai, sua mãe ou qualquer outra pessoa ao seu redor? Se te pedissem para você alistar algumas formas pelas quais você pode demonstrar que ama a Jesus de forma suprema o que você diria?

2. Quais são alguns aspectos da vida cristã que nós normalmente pensamos que impressionam as pessoas incrédulas?

3. Quais são algumas forma práticas pelas quais nós podemos demonstrar nosso amor para com nossos irmãos e irmãs em Cristo hoje mesmo aqui neste lugar?

4. O que significa para você a expressão: seguir a Jesus Cristo?

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

PARÁBOLAS DE JESUS - Lucas 9:57—62 — A PARÁBOLA DOS PÁSSAROS NO CÉU E DA RAPOSA — SERMÃO 024

Resultado de imagem para painting of jesus talking with three disciples
Ilustração de Jesus conversando com candidatos a discípulos

Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


Sermão 024

A PARÁBOLA DOS PÁSSAROS NO CÉU E DA RAPOSA

AS PARÁBOLAS DE JESUS

A Parábola dos Pássaros do Céu e da Raposa – Lucas 9:57—62.

57 Indo eles caminho fora, alguém lhe disse: Seguir-te-ei para onde quer que fores.

58 Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

59 A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai.

60 Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus.

61 Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa.

62 Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.

Introdução

A. Existem 39 parábolas contadas por Jesus registradas nos Evangelhos.

B. Essa pequena passagem não é tratada como parte das parábolas, no entanto nós encontramos nela duas comparações concretas entre o simbólico e o real como é característico das parábolas — ver versos 58 e 62.
C. Os três pequenos diálogos precisam ser considerados juntamente, mesmo que o segundo não apresente nenhuma parábola porque os três formam uma unidade e o assunto do qual tratam é similar.

D. É importante destacarmos as pequenas, mas importantes similaridades e dissimilaridades que existem entre esses três pequenos diálogos:

1. No primeiro e no terceiro diálogo a pessoa envolvida é um voluntário — ver versos 57 e 61.

2. A pessoa envolvida no segundo diálogo é um recruta — ver verso 59.

3. No primeiro e no terceiro diálogo Jesus responde usando parábolas — ver versos 58 e 62.

4. No segundo diálogo não temos uma parábola e sim um mandamento direto.

5. O segundo e o terceiro diálogos estão unidos pela referência ao Reino de Deus — ver versos 60 e 62.

E. Hoje iremos nos ocupar somente do primeiro diálogo e da primeira parábola.

I. O Primeiro Diálogo

57 Indo eles caminho fora, alguém lhe disse: Seguir-te-ei para onde quer que fores.

58 Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

A. A parábola não apresenta nenhuma informação que necessite qualquer explicação cultural.

B. Mas talvez a parábola possua dois níveis de compreensão.

1. O primeiro discípulo representa a força centrípeta da missão. Ele é atraído pelo ministério do mestre. Ele não é recrutado por ninguém. Ele quer seguir o Filho do Homem. Mas porque ele quer seguir o Filho do Homem? — ver

Daniel 7:13—14

13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.

14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.

2. Todavia, a perspectiva de seguir a Jesus da parte deste discípulo era superficial, pois ele não entendia que seguir a Jesus implicava em Getsêmani e Gólgota. Mas os leitores de Lucas já haviam sido advertidos acerca dos sofrimentos do Filho do Homem — ver

Lucas 9:22

Dizendo: É necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas; seja morto e, no terceiro dia, ressuscite.

A idéia de seguir um Filho do Homem rejeitado e sofredor era abjeta a todos os judeus do século I. Ver a reação do Sumo Sacerdote em

Marcos 14:53—65

53 E levaram Jesus ao sumo sacerdote, e reuniram-se todos os principais sacerdotes, os anciãos e os escribas.

54 Pedro seguira-o de longe até ao interior do pátio do sumo sacerdote e estava assentado entre os serventuários, aquentando-se ao fogo.

55 E os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho contra Jesus para o condenar à morte e não achavam.

56 Pois muitos testemunhavam falsamente contra Jesus, mas os depoimentos não eram coerentes.

57 E, levantando-se alguns, testificavam falsamente, dizendo:

58 Nós o ouvimos declarar: Eu destruirei este santuário edificado por mãos humanas e, em três dias, construirei outro, não por mãos humanas.

59 Nem assim o testemunho deles era coerente.

60 Levantando-se o sumo sacerdote, no meio, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti?
61 Ele, porém, guardou silêncio e nada respondeu. Tornou a interrogá-lo o sumo sacerdote e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito?

62 Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu.

63 Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: Que mais necessidade temos de testemunhas?

64 Ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o julgaram réu de morte.

65 Puseram-se alguns a cuspir nele, a cobrir-lhe o rosto, a dar-lhe murros e a dizer-lhe: Profetiza! E os guardas o tomaram a bofetadas.

3. A resposta de Jesus — ver verso 58 — chama a atenção para o candidato a discípulo para o fato de que ele está se oferecendo para seguir um líder que será rejeitado.

4. O que Jesus quer ensinar, em um primeiro momento é óbvio. Até os pássaros possuem ninhos e as raposas seus covis, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

5. Mas é possível que exista um segundo significado por traz das palavras usadas por Jesus.

6. O estudioso do Novo Testamento T. W. Manson nos informa que, durante o período entre os dois testamentos a literatura apocalíptica se referia às nações gentílicas como as “aves do céu”.

9. Os amonitas eram chamados pelos Israelitas de raposas, pois eram inimigos políticos dos Israelitas apesar de serem semitas.

7. Da mesma maneira Herodes que era Iduméu era visto como um estrangeiro sentado no trono de Israel. De fato Jesus chama Herodes, de raposa.

8. De acordo com T. W. Manson: “A frase de Jesus faz perfeito sentido com o que acontecia naqueles dias. Todo mundo se sentia confortável em Israel naqueles dias exceto o verdadeiro Israelita. Tanto as aves do céu — os Romanos — quanto a raposa — Herodes — tinham suas posições asseguradas, mas o verdadeiro Israel estava desapossado. E Jesus está dizendo para aquele candidato que: “Se você lançar sua sorte comigo e com os meus você estará se juntando a esse grupo de desapossados e precisa estar pronto para servir a Deus nestas condições”.

9. Esta dimensão política é muitas vezes ignorada pelos pregadores, mas os Evangelhos estão cheios de referências ao fato de que Jesus entendia e sofria com esses aspectos. Por exemplo:

a. O uso da frase críptica: Aquele que tem ouvidos para ouvir que ouça!

b. A resistência de Jesus à disposição do povo de fazê-lo Rei!

c. A necessidade de cruzar o país em direção ao norte para a região da Galiléia —dos gentios — e das províncias não judaicas como Tiro e Sidon.

d. Etc...

10. Quando você vive em um país dominado por um exército estrangeiro — força de ocupação — você não possui liberdade de expressão. É necessário falar da opressão em símbolos. Como os negros escravos usavam os “Spirituals” para falar da opressão e dos planos de fuga.

11. A terra de Israel estava ocupada pelos Romanos e possuía um rei estrangeiro. Espiões abundavam por todos os lados. Qualquer resistência à ordem estabelecida era rigorosamente punida com prisão, torturas e morte.

12. Desta maneira, o que temos diante de nós é, bem possível, o seguinte: Jesus está dizendo para o candidato a discípulo o seguinte “se você quer poder e influência procure “as aves do céu — os romanos”. Siga a “raposa” — Herodes. Pois apesar de todas as suas expectativas, o Filho do Homem permanece sem nenhum poder e sozinho”. “Você quer realmente seguir um Filho do Homem rejeitado?”.

13. A afirmação Cristológica desta passagem é inequívoca: Jesus é o Filho do Homem, mas Seu ministério é um ministério de sofrimento e não de triunfo.

14. O texto não nos diz como este diálogo terminou. Não sabemos se o candidato se decidiu firmemente em dar o primeiro passo, apertando seu cinto e entrando no grupo dos discípulos ou se, surpreso com o preço a pagar, bateu em retirada.

18. Este “voluntário” certamente espelha os candidatos de todas as épocas que querem seguir a Jesus, sem considerar as implicações de seguir um mestre sofredor e rejeitado.

Conclusão:

A. Os ouvintes originais deste diálogo são desafiados a considerar as seguintes verdades:

1. O Filho do Homem não é a figura vitoriosa que você esperava. Ele é também o Homem de Dores que sabe o que é padecer. Você está pronto a andar lado a lado com Ele neste caminho?
B: As implicações Teológicas são as seguintes:

1. Os discípulos de Jesus muitas vezes se esquecem de considerar o custo de seguir a Jesus.

2. Jesus é o Filho do Homem, mas ele não cumpre este papel em poder e aclamação e sim em humildade e rejeição.

3. Discípulos não são de fato recebidos por Jesus até que decidam, de forma consciente, pagar o preço de seguir um líder rejeitado.

4. A missão de Cristo possui uma força centrípeta e alguns são atraídos para dentro da comunhão do grupo dos discípulos.

Na próxima parábola falaremos acerca da “Mão no Arado”.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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