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quarta-feira, 20 de maio de 2015

EVIDÊNCIAS DE UM DILÚVIO GLOBAL


Dilúvio "local" na concepção de muitas pessoas - risos.

O Dr. Andrew Snelling é Ph. D. em Geologia pela Universidade de Sydney na Austrália. Na década de 1980 ele foi um dos principais cientistas envolvidos em processo que recebeu o nome de RATE – Radioisotopes and the Age of the Earth – que traduzido quer dizer: Radioisótopos e a idade da Terra. Esse projeto tinha por objetivo criticar, de forma apropriada, os métodos de datação usados por evolucionistas. Durante aqeles anos o Dr. Snelling fez grandes contribuições nos processos de datação das rochas existentes em nosso planeta, usando radioisótopos em estudos de radiação e traços de radiação em diversos minerais.

Suas pesquisas foram recentemente publicadas em dois massivos volumes intitulados Earth´s Catatrophic Past: Geology, Creation and the Flood – O Passado Catastrófico da Terra: Geologia, Criação e o Dilúvio – onde ele apresenta poderosas evidências a favor de um dilúvio global, como o que encontramos descrito na Bíblia em Gênesis capítulos 6—7.

O dois volume podem ser adquiridos através da Amazon através desse link ou outros distribuidores ao gosto dos interessados:

http://www.amazon.com/Earths-Catastrophic-Past-Geology-Creation/dp/0932766943

No Volume 1 o Dr. Sneling examina o registro bíblico do dilúvio comparando-o com os registros e com as teorias modernas do conhecimento científico. Ele demonstra que a história registrada no livro de Gênesis é confiável e que a mesma foi autenticada pelo próprio Senhor Jesus Cristo – ver Mateus 24:37—39. Para o Dr. Snelling a confiança que podemos ter na Bíblia está completamente baseada na historicidade dos fatos narrados no Livro do Gênesis. Ele aproveita para dar uma resposta satisfatória a todos os críticos, sejam cientistas ou teólogos moderninhos que pretendem “dismistificar” aquilo que está registrado nas páginas das Sagradas Escrituras. Entre seus argumentos, nós podemos destacar:

• A suposta falta de água para cobrir toda a superfície do planeta.

• A falta de espaço dentro da arca para todas as criaturas que a mesma precisava transportar.

• Problemas relacionados com a alimentação de tantos animais.

• A dispersão dos animais após o dilúvio.

• A “alegada” similaridade com as narrativas babilônicas do dilúvio – essas são mesmo risíveis.

No Volume 1 o Dr. Snelling também examina cada um dos seis dias da criação original partindo da perspectiva bíblica e científica. O Volume 1 termina com um extenso exame da síntese geológica moderna, incluindo uma tabela geológica, uma tabela do período pré cambriano e outra das placas tectônicas.

O Volume 2 examina a geologia terrestre a partir do registro encontrado na narrativa do Livro do Gênesis, com especial atenção ao dilúvio global. O Dr. Snelling renova o reconhecimento do catastrofismo entre os cientistas e a subsequente rejeição gradual do que é chamado de uniformitarianismo. Ver definições de catastrofismo e uniformitarianismo nas notas abaixo.

O Dr. Snelling analisa a evidência de um dilúvio global, incluindo as massivas informações produzidas pelos fósseis e as camadas de carvão. Ele demonstra que a tabela geológica nos mostra sinais massivos de extratos causados por rápidos depósitos de água e que a ordem dos estratos depositados pelo dilúvio teriam o poder de organizar as criaturas de acordo com o que podemos observar no registro fóssil. Nesse meio tempo ele aproveita para mostrar os enormes buracos que existem no método radiotivo da datação. O Dr. Senelling oferece evidência científica para uma criação recente da Terra, tais como, os cometas, o campo magnético da terra, o mar salgado, a erosão e os diversos tipos de sedimentos, a atividade vulcânica, o gás Hélio os rastros de rádio e as estatísticas relativas à população humana.

Ele também responde às várias questões relativas aos veios diatomitos, aos recifes de corais, rochas calcárias, evaporações, florestas soterradas, veios de carvão, depósitos de óleo, carvernas calcáreas, depósitos encontrados em cavernas ao redor do mundo e eras do gelo.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

NOTAS

1. Catastrofismo = Teoria geológica segundo a qual as mudanças na crosta geológica da terra acontecidas no passado aconteceram de modo catastrófico como não pode ser observado no presente.

2. Uniformitarianismo = Teoria segundo a qual as grandes modificações ocorridas na Terra, no passado, resultaram não de catástrofes em grande escala, mas de processos geológicos contínuos, como os que ocorrem no presente.

3. Diatomitos = Rocha sedimentar constituída essencialmente de carapaças silicosas de diatomáceas.

domingo, 25 de maio de 2014

O DILÚVIO ENVOLVENDO NOÉ E A ARCA FOI GLOBAL OU LOCAL?


A local flood covering the mountains?
O "ilusório" Dilúvio Local

A produção de Hollywood da história acerca da arca de Noé distribuída pela Paramount, com um roteiro escrito por Darren Aronofsky e Ari Handel e dirigida pelo próprio Darren Aronofsky, tenta transformar Noé, que é chamado pela Bíblia de δικαιοσύνης κήρυκαdikaiosúnes kéruka — pregador da justiça, numa espécie de “Madre Teresa de Calcutá” dos animais!

Bem, deixando de lado a questão ultramoderna que trata do ambientalismo, algo que os autores tentam impor na consciência de Noé, mas que de fato nunca esteve lá, hoje queremos levantar apenas algumas perguntas para aqueles que insistem em dizer que o dilúvio não foi global, mas apenas local. Para entender melhor o todo dessa discussão, recomendamos a leitura de nosso artigo anterior, que tratou da questão acerca de quantos animais Noé foi capaz de levar dentro da arca? O mesmo poderá ser visto por meio desse link aqui:


Agora vamos nos ocupar em levantar certas questões que gostaríamos de ver respondidas por aqueles que defendem um dilúvio local, em vez do dilúvio global como ensinado nas Escrituras Sagradas.

O dilúvio narrado na Bíblia foi global ou apenas localizado?

Até mesmo muitos cristãos nos dias de hoje, na maior parte por puro desconhecimento dos fatos, acreditam que o dilúvio narrado na Bíblia foi um dilúvio circunscrito à região da mesopotâmia. Influências pagãs para tal crença não faltam. Elas vão desde outras narrativas do dilúvio encontradas em outras culturas até a concepção ilusória dos evolucionista que estima a idade Universo  em meros 13,7 bilhões de anos! – risos. E estimam a idade da terra entre 4,42 até 4.54 bilhões de anos - mais risos.
    
Seguem nossas perguntas: PARA PENSAR!

1. Se o dilúvio foi circunscrito a uma determinada área, porque teria Noé construído a arca? Afinal de contas, Noé levou cerca de 120 anos para construir a arca e poderia, muito bem, se quisesse ter caminhado para algum outro lado e evitado o mesmo.

2. Se o dilúvio foi local, porque DEUS teria conduzido os animais para a arca que Noé estava construindo? Ele poderia apenas dirigi-los para outra direção, longe da catástrofe.

3. Se o dilúvio foi local, porque a arca precisava ser tão grande? Afinal de contas uma arca bem menor poderia acomodar os animais da mesopotâmia.

4. Por que DEUS precisou conduzir os pássaros para dentro da arca. Ele poderia tê-lo feito voar para outro lugar seguro. Andorinhas voam do hemisfério norte até o sul do hemisfério sul, por que os pássaros dos dias de Noé não poderiam fazer o mesmo? Seria porque o dilúvio seria global?

5. Se o dilúvio não foi global, porque as Escrituras afirmam que as águas sobrepujaram as montanhas em, aproximadamente, 7,5 metros? As águas tem a tendência de buscar sempre o lugar mais baixo e tendem a se nivelar, mas nesse caso a Bíblia diz que elas “cresceram” e “prevaleceram excessivamente”. Como seria possível as águas “crescerem” e “prevalecerem excessivamente” 8,5 metros acima de montanhas locais sem ter extravasado para o outro lado das mesmas? Mas quantas bobagens as pessoa estão dispostas a engolir sem pensar, é difícil dizer.      

6. Jesus fez a seguinte afirmação:

Mateus 24:37—39

37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem.

38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,

39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.

Em outras palavras, caso o dilúvio não tenha sido global, Jesus estaria afirmando que, quando de seu retorno haverá também um juízo parcial dos seres humanos. E se alguns escaparam ao dilúvio dos dias de Noé então será possível alguns escaparem ao juízo na segunda vinda de Cristo. Mas as palavras de Jesus são bem claras: veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.  

Existem outras perguntas que poderíamos fazer, mas vamos nos concentrar nessas seis e ver que tipos de resposta os inimigos da veracidade das Escrituras Sagradas têm para nos oferecer.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

1. Datas estimadas para a criação do universo e da terra podem ser encontradas no seguinte site:
http://www.christiananswers.net/q-eden/edn-earthage.html