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segunda-feira, 9 de junho de 2014

2 Coríntios Capítulo 10 - No Fim de Tudo o Que Conta é Como Deus nos Vê.- Sermão 014


Deus não vê a aparência

Esse esboço de sermão é parte da série "Exposição da 2 Epístola de Paulo aos Coríntios" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa exposição, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios

Sermão # 14 – 2 Coríntios Capítulo 10

No Fim de Tudo o Que Conta é Como Deus nos Vê.

Introdução.

A. Após ter a confiança nos Coríntios plenamente restaurada — 
2 Coríntios 7:16 
Alegro-me porque, em tudo, posso confiar em vós. 
e depois de tê-los instruído acerca dos princípios da prática cristã de contribuir — 2 Coríntios 8 e 9 ver mensagem anterior — Paulo agora se volta para tratar daqueles que estavam causando problemas na igreja em Corinto. 
B. Nesta passagem nós podemos perceber um tipo de situação que pode existir em qualquer igreja, em qualquer comunidade, onde um pequeno grupo causa grandes prejuízos para todo mundo. 
C. Ao escrever esta porção da Epístola, que representa nosso capítulo 10, Paulo tem 3 áreas da vida da igreja em mente cujo ápice é:

No Fim de Tudo o Que Conta é Como Deus nos Vê.


I. Em Primeiro Lugar Nós Vemos a Autoridade do Pastor sendo Desacreditada. 
A. O que estava acontecendo? Havia algumas pessoas na igreja em Corinto que tinham se levantado para criticar o apóstolo Paulo injustamente. Paulo, por sua vez, havia decidido tratar a situação da maneira mais gentil possível — 
2 Coríntios 1:23 
Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto. 
Ao que parece, a atitude gentil de Paulo foi confundida pelos seus críticos como prova de fraqueza. Os críticos então se aproveitaram da situação para praticar novos atos de traição e de descrédito do serviço pastoral de Paulo. 
B. Acerca desta situação Paulo desenvolve as seguintes idéias: 
1. Paulo usa o exemplo do Salvador Jesus. 
Paulo inicia seu argumento apelando a duas características bem evidentes no Senhor Jesus — 
2 Coríntios 10:1 
E eu mesmo, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde; mas, quando ausente, ousado para convosco. 
a. Mansidão — no grego πραΰτητος praútetos — é a capacidade de aceitar sofrer injustiças sem expressar ressentimento e receber louvor sem se orgulhar. 
b. Benignidade — no grego ἐπιεικείας epieikeías — suavidade, gentileza e integridade. A palavra era usada para descrever um juiz que sabe que, às vezes, o rigor da lei, pode levar à prática de erro moral! 
c. A combinação destas duas palavras por Paulo nos indicam que ele não pensava de si mais do que devia e em vez de reagir, mesmo para defender seus direitos violados por outros, preferia, por causa de um bem maior, se restringir em suas ações. Ver Mateus 26:53 que descreve a atitude de Jesus quando vieram para prendê-lo. 
d. Com esta atitude, Paulo está realmente tentando ganhar estes críticos! 
C. Paulo explica o que significa ser bem sucedido de verdade. 
1. Existe uma grande diferença entre a motivação e a forma de agir dos crentes e daqueles que não são crentes. A motivação e a ação dos não crentes são descritas como: disposição de mundano proceder e militar segundo a carne — 
2 Coríntios 10:2—3 
2  sim, eu vos rogo que não tenha de ser ousado, quando presente, servindo-me daquela firmeza com que penso devo tratar alguns que nos julgam como se andássemos em disposições de mundano proceder. 
3  Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. 
2. Por outro lado, a motivação e a ação dos crentes são descrita como — 
2 Coríntios 10:4—5 
4  Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas 
5  e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo. 
a. Não sendo carnais, ou seja, segundo a carne, o que é uma metáfora para descrever o pensamento humano. 
b. São poderosas em Deus para tanto destruir fortalezas — dos pensamentos — como para anular sofismas e toda a altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e... 
c. Visam levar cativo todo o pensamento à obediência de Cristo! 
D. Nós não usamos armas idênticas às que o mundo usa. Não usamos métodos inventados pelos homens, não usamos técnicas desenvolvidas por marqueteiros. Não inventamos unções nem modismos passageiros. Tudo isso é mundano. 
E. Nossas armas são poderosas porque vêm de Deus e podem ser resumidas em: poder através da oração, amor incondicional por todas as pessoas e poder do Espírito Santo em nossas vidas para vencer o pecado. 
II. Em Segundo Lugar nós Vemos que a Aparência do Apóstolo Paulo está sendo Zombada. 
A. O segundo elemento de Crítica contra o apóstolo Paulo pode ser visto em 
2 Coríntios 10:10 
As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra, desprezível. 
B. Paulo decide tratar seus críticos à sua própria maneira. Então ele fala de... 
1. A razão porque do ministério de Paulo. 
a. Paulo fala da autoridade que lhe foi conferida por Deus bem como do limite da esfera de ação que lhe foi concedida por Deus — 
2 Coríntios 10:8 e 13 
8 Porque, se eu me gloriar um pouco mais a respeito da nossa autoridade, a qual o Senhor nos conferiu para edificação e não para destruição vossa, não me envergonharei. 
13 Nós, porém, não nos gloriaremos sem medida, mas respeitamos o limite da esfera de ação que Deus nos demarcou e que se estende até vós. 
b. Paulo apela para as evidências tão claras do seu ministério e para o fato de que ele também pertencia ao Senhor — 
2 Coríntios 10:7 
Observai o que está evidente. Se alguém confia em si que é de Cristo, pense outra vez consigo mesmo que, assim como ele é de Cristo, também nós o somos. 
c. Paulo tinha apenas um desejo: estar onde Deus queria que ele estivesse e fazer aquilo que Deus queria que ele fizesse. Por este motivo a maior preocupação do apóstolo eram as pessoas em Corinto e não sua própria pessoa. 
C. Quantos pastores hoje em dia, estão bem mais preocupados com eles mesmos, do que com o rebanho que Deus lhes confiou. Pastores que, para se protegerem a si mesmos e aos seus interesses, não hesitam, nem por um segundo, em prejudicar toda a comunidade. Em lançar irmãos contra irmãos; em destruir a obra de Deus, obra esta que não foi sequer iniciada por eles que era exatamente o caso vivido por Paulo em Corinto. 
D. Qual era o resultado do Ministério de Paulo? 
1. Paulo havia levado o evangelho até a cidade de Corinto. Pessoas haviam se convertido do judaísmo e de outras religiões para a verdade do evangelho e uma comunidade cristã havia sido estabelecida naquela cidade — 
2 Coríntios 10:14 
Porque não ultrapassamos os nossos limites como se não devêssemos chegar até vós, posto que já chegamos até vós com o evangelho de Cristo. 
2. Este era o resultado para o qual Paulo queria chamar a atenção deles. A aparência de Paulo e sua forma de pregar eram realmente irrelevantes neste contexto. As pessoas salvas e a comunidade estabelecida é que eram importantes. 
III.  Em Terceiro Lugar o Resultado Alcançado por Paulo Estava sendo Menosprezado. 
A. Paulo reage à esta atitude tão negativa e aponta três fatos acerca de como ele via seu próprio ministério. 
1. Paulo fala da insensatez que ele não podia tolerar. 
a. Esta insensatez era vista na atitude de seus críticos que se louvavam a si mesmos — 
2 Coríntios 10:12 
Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez. 
b. De maneira contrária, Paulo, lembra a todos em Corinto, que: não é aprovado quem a si mesmo se louva, e sim aquele a quem o Senhor louva —
2 Coríntios 10:18 
Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, e sim aquele a quem o Senhor louva. 
2. Paulo fala acerca da atitude que deve existir verdadeiramente em todos os que estão envolvidos na obra do Senhor — 
2 Coríntios 10:17
Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor. 
3. Paulo anseia por uma fidelidade capaz de ser recompensada por Deus mesmo — ver 2 Coríntios 10:18 acima. 
Conclusão. 
1. Pastores possuem esse incrível senso de auto preservação, alimentado pelo sentimento, equivocado, de que são pessoas especiais; de que são melhores que os outros irmãos. Por este motivo precisam ser constantemente lembrados do exemplo de Jesus com Sua mansidão e benignidade. 
2. Um dos maiores privilégios que temos na vida cristã é sabermos que estamos exatamente onde Deus nos quer e que estamos fazendo exatamente o que Deus quer! Porque, meus irmãos, isto é realmente a única coisa que realmente nos interessa: fazer a vontade de Deus e sermos agradáveis a Ele. 
3. Na vida e no trabalho de toda comunidade sempre existem pessoas que estão cobiçando cargos e posições de comando, que anseiam por posições de poder. Pessoas que nunca estão satisfeitas a menos que estejam ocupando lugares proeminentes. Nosso desejo, como crentes sinceros, deve sempre estar centrados no fato que queremos ser pessoas que são louvadas por Deus e não por causa das posições que ocupamos. 
4. Para refletir: em nossas vidas diárias, em nossos pensamentos, em nossas palavras, em nossos atos, em nossa própria vida de comunhão como comunidade, será que nós estamos na categoria de pessoas que podem ser louvadas pelo Senhor? 
OUTRAS MENSAGENS EM 2 CORÍNTIOS PODEM SER ACESSSADAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO 
001 — A Escola do Sofrimento – 2 Coríntios 2:1—11

002 — Os Críticos do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:12 — 2:11

003 — Como Paulo Entendia o Ministério Cristão — 2 Coríntios 2:12 — 3:3

004 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 3:4—18 — Parte 1

005 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 4:1—6 — parte 2

006 — Batalhas e Bênçãos — 2 Coríntios 4:7—15

007 — Crescendo Apesar de Estar Envelhecendo — 2 Coríntios 4:16—5:9

008 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 1 — 2 Coríntios 5:9—14

009 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 2 — 2 Coríntios 5:14—6:4

010 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 3 — 2 Coríntios 6:3—10


011 — Os Princípios e a Prática da Separação Bíblica — 2 Coríntios 6:11—7:3

012 — Tudo Vai Bem, Quando Termina Bem — 2 Coríntios 7:4—16

013 — A Prática Cristã de Contribuir — 2 Coríntios 8—9

014 — No Fim o Que Conta é Como Deus nos Vê — 2 Coríntios 10 

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos. 
Alexandros Meimaridis 
PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link: 
Desde já agradecemos a todos.

quarta-feira, 19 de março de 2014

DECADÊNCIA MORAL DA RAÇA HUMANA BATE NO FUNDO DO POÇO

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A raça humana está a cada dia, mais decadente, mais pretensiosa e mais arrogante. É bom nos lembrar das palavras de Provérbios 21:24 — Quanto ao soberbo e presumido, zombador é seu nome; procede com indignação e arrogância.

E essa indignação e arrogância é exatamente o caso objeto de uma notícia publicada pelo site G1 que nos informa que um grupo de juízes em Israel deu sinal verde para o uso de óvulos e sêmen de pessoas que, antes de morrer, autorizam entes queridos a gerar em seu nome 'filhos póstumos'.

Segue a reportagem do site G1

'Testamento biológico' permite nascimento de filhos de pais mortos

A Justiça de Israel abriu precedentes para um experimento inédito no mundo, o chamado 'testamento biológico'. A concepção e o nascimento de bebês a partir de óvulos ou de sêmen deixados como 'herança' por pais já mortos está ocorrendo no país sob instrução escrita dos pais falecidos. A ideia é polêmica.

A israelense Hen Shavit tem um filho de 7 meses, que nasceu em consequência da doação do sêmen de um homem que havia morrido antes em um acidente. Ele deixou instruções para que seus pais entregassem o material genético para a mulher que escolhessem como 'mãe de seu neto'.

Nissim Ayash tem um filho de 2 anos, que veio ao mundo vários anos depois que sua mãe morreu de câncer. Ela havia deixado óvulos fertilizados congelados para criar um filho do casal.

Ayash viajou aos Estados Unidos onde contratou uma mulher como barriga de aluguel e conseguiu cumprir o testamento de sua esposa.

A ideia do testamento biológico é de autoria da advogada israelense Irit Rosenblum, diretora da ONG Nova Família.

Em entrevista à BBC Brasil, a advogada contou que a ideia surgiu em 1998, quando conversou com um ex-soldado que havia perdido a fertilidade durante o serviço militar. Aos 20 anos, o jovem foi informado que não poderia mais ser pai e foi conversar com Rosenblum para averiguar outras maneiras de constituir uma família.

'Durante a conversa com aquele moço me veio a ideia. Hoje em dia, nós, humanos, temos meios tecnológicos para dar continuidade à vida, apesar das doenças e mesmo apesar da morte. Homens podem congelar sêmen, mulheres podem congelar óvulos. O que faltava era um instrumento legal que possibilitasse que os herdeiros utilizassem esse material genético. Isso é justamente o que chamamos de testamento biológico'.

Advogada (esq.) ajuda parentes a conseguirem autorização para utilizar material genético de entes queridos (Foto: Arquivo pessoal Irit Rosenblum)
Para a advogada, a ideia é 'revolucionária e futurista'.Advogada (esq.) ajuda parentes a conseguirem autorização para utilizar material genético de entes queridos (Foto: Arquivo pessoal Irit Rosenblum)

'O desejo de dar continuidade à nossa vida é um desejo natural e essa vontade da pessoa deve ser respeitada mesmo após sua morte', afirmou.

Precedente

Em 2011, Rosenblum estabeleceu um precedente legal ao vencer um processo para a execução de um 'testamento biológico', apesar da oposição da promotoria de Israel.

Dois anos antes, ela havia apresentado ao tribunal o pedido dos pais de Baruch Pozniansky, um homem que tinha morrido de câncer aos 25 anos.

Os pais de Pozniansky pediram à corte que ordenasse o banco de sêmen do hospital Tel Hashomer a entregar a eles o material genético do filho, para que uma mulher escolhida por eles pudesse engravidar e lhes dar um neto.

Após esse precedente legal, mais 13 testamentos biológicos foram aprovados por diversas cortes em Israel, três deles em casos de mulheres escolhidas pelos 'avós'. Nos outros dez, as mães potenciais eram namoradas dos homens mortos.

'Sinto que essa é a minha missão na vida, a de cumprir o desejo de continuidade dessas pessoas e realizar o sonho dos avós de terem um neto', disse Rosenblum.

'Também acho que essa opção é muito melhor do que a doação anônima de um banco de sêmen, pois assim a criança terá algo muito mais próximo a uma família normal. Ela saberá quem foi seu pai, quem são seus avós, seus tios, e receberá muito amor da família, dos dois lados', acrescentou.

Controvérsia

A ideia do testamento biológico gera polêmica no país. Segundo a promotoria geral da Justiça de Israel, que se opôs à entrega do sêmen aos avós no caso de Pozniansky, esse procedimento 'não necessariamente seria para o bem da criança, pois ela já nasceria órfã'.

Para os promotores, 'a lei defende o direito da mulher de ser mãe, mas não o direito dos avós de serem avós'. O juiz, no entanto, decidiu em favor do pedido dos avós.

'Meu objetivo é cumprir o testamento deixado por essas pessoas e possibilitar que seus pais, que já perderam o que tinham de mais precioso, possam realizar seu desejo de continuidade', disse Rosenblum.

De acordo com a advogada, a ONG Nova Familia já possui 'o primeiro banco de testamentos biológicos no mundo', que integra cerca de mil pedidos.

Atualmente, existem em Israel cerca de 100 famílias de pessoas que morreram e que têm em mãos testamentos biológicos assinados por seus filhos.

'Já trabalho com essa ideia há muitos anos, mas só agora as pessoas começaram a entender seu caráter revolucionário', afirmou.

Na semana passada o maior canal de TV local dedicou uma longa reportagem a esse tema. Segundo Rosenblum, desde então o telefone não para de tocar.

A reportagem original do site G1 poderá ser vista por meio desse link aqui:


A vaidade humana não tem realmente limites. O mesmo é verdadeiro com respeito à estupidez. Deixando de lado a questão financeira, porque muitos estão nesse negocia apenas pelo dinheiro, o fato é que essas inseminações artificiais acabam produzindo uma série de óvulos fertilizados, dos quais apenas um será aproveitado e os outros serão descartados, ou seja, serão assassinados.  Esse é o motivo porque consideramos tal procedimento insano. A arrogância mórbida de pessoas dementes de desejarem reproduzir “netos” de filhos e filhas já mortos é mesmo abominável. São esses que pretendem brincar de “Deus”, como se tivéssemos tais direitos, especialmente de descartar, ou de assassinar, óvulos já fecundados e wem desenvolvimento.

OUTROS ARQUIVOS ACERCA DO ABORTO E TEMAS AFINS

















Que Deus tenha misericórdia dessa raça humana que caminha a toda velocidade em direção ao inferno.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 024 - RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 024 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões (21).


F. Como Interpretar os Evangelhos de Forma Independente das Religiões.

Conforme vimos até aqui, aquilo que estamos chamando de Cristianismo não pode ser confundido com uma religião, porque o Cristianismo acerca do qual estamos falando é na realidade a própria vida de Jesus vivida através de cada crente pela presença do Espírito Santo de Deus. Infelizmente o propósito original de Deus para Seu povo da Nova Aliança foi pervertido rapidamente por causa das tendências pecaminosas que existem em nós, de sempre revertermos às práticas religiosas, em vez de viver a vida cristã. Esta nossa tendência constitui-se em uma verdadeira insensatez, como tão bem a chamou o apóstolo Paulo

Gálatas 3:1—3

1 Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado?

2 Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?

3 Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?

Por este motivo o próprio Paulo exortou os gálatas a que não se deixassem escravizar novamente:

Gálatas 5:1

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.

Sim, porque toda RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO.

Quando o apóstolo João grafou as cartas ditadas pelo próprio Senhor Jesus e destinadas às sete igrejas da Ásia Menor, não temos como não notar a triste condição de tender para práticas religiosas que existia entre o povo da Nova Aliança — ver Apocalipse capítulos 2—3.

Hoje, quando tomamos em nossas mãos um livro de teologia, qualquer um, nós podemos estar 100% certos que as interpretações que iremos encontrar nele estarão bastante contaminadas com uma compreensão cheia de pre—conceitos religiosos. Quando paramos na porta de uma biblioteca de uma escola teológica nós estamos diante de séculos de uma produção que é, em sua maior parte, consistente com uma interpretação baseada em compreensões religiosas dos escritos do Novo Testamento. Não é difícil percebermos o que eles fizeram e o que estamos fazendo. De como os textos da Nova Aliança foram e estão sendo manipulados para acomodar nossos perversos vícios de religiosidade. Mesmo aqueles autores, que certamente existiram e existem, e que possuíram uma compreensão exata de que o Cristianismo é para ser expresso através da vida e não das práticas religiosas, acabaram por sucumbir às pressões religiosas e nos legaram apenas uma longa série de compêndios que confirmam nossa tendência de reverter às práticas religiosas. Até este material que estamos lendo agora mesmo, não está isento de tais tendências e certamente está cheio dos pre—conceitos do autor. Isto tudo deve nos servir como um grande sinal de perigo e nos incentivar a não aceitarmos interpretações dos escritos da Nova Aliança apenas porque se originaram nos lábios do pastor da igreja ou do teclado de algum figurão da igreja. Tudo precisa ser escrutinizado com rigor e comparado com o que as Escrituras realmente estão nos dizendo.

Mesmo nossa afirmativa acima de que o Cristianismo é a própria vida de Jesus vivida através dos crentes pelo poder do Espírito Santo, não passa, na realidade, de uma afirmativa ontológica – do enquadramento do ser como um ser – baseada em certas pressuposições. É uma teologia que está centrada na pessoa de Cristo — Cristocêntrica – e como tal apresenta uma poderosa pressuposição de que Jesus não veio a este mundo para trazer alguma coisa — seja lá o que for — e sim para manifestar a si mesmo como aquele que é capaz de viver, como Deus, nos seres humanos. Este tipo de compreensão será sempre anti-religioso e demonstrará, de forma contínua,o fato de que a revelação de Deus através da pessoa de Jesus representa, de forma absoluta, o fim de todas e quaisquer formas religiosas e das próprias religiões. Fica aqui, então, a advertência de que estes estudos serão bastante prejudiciais às suas práticas religiosas. Nosso alvo é, quanto possível, deixarmos nos moldar pelas palavras do Senhor Jesus como registradas nos escritos da Nova Aliança, especialmente aquelas que encontramos nas páginas escritas pelos quatro evangelistas.

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.