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domingo, 24 de maio de 2015

IRLANDA APROVA CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO


População comemorou no centro de Dublin a vitória do 'sim'; homossexualidade era crime no país até 1993 

O artigo abaixo foi publicado no site da BBC Brasil.

Em votação histórica, Irlanda aprova casamento gay

A Irlanda aprovou, na tarde deste sábado, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Com o resultado confirmado, o país, que tem forte tradição católica, se tornou o primeiro a legalizar a união por voto popular.

Uma multidão se reuniu no centro da capital Dublin para acompanhar a contagem dos votos - e casais começaram a celebrar e a se beijar à medida que os resultados mostravam a vitória do "sim".

Mais de 62% dos eleitores votaram a favor de uma mudança constitucional para permitir que casais gays possam se casar.

Ativistas pró-casamento gay disseram que esse é um dia histórico para o país onde a homossexualidade era crime até 1993.

Políticos gays, incluindo ministros, que lideraram campanhas pela causa disseram que o resultado marca uma mudança de geração em um país que era conservador.

"Somos um pequeno país com uma grande mensagem para o mundo", disse o primeiro-ministro Enda Kenny.

Mais de 3,2 milhões de pessoas foram às urnas - muitos irlandeses que não moram no país voltaram só para participar da votação.

Segundo o correspondente da BBC na Irlanda Chris Bukler o clima no Castelo de Dublin, onde milhares de pessoas se reuniram para acompanhar a apuração, se parecia mais com o de um festival do que de um referendo.

Batalha

Representantes da campanha do "não" reconheceram a derrota no plebiscito.

O arcebispo católico de Dublin, Diarmuid Martin, disse que o referendo era uma afirmação dos jovens e que, agora, a igreja tem "uma imensa missão diante de si".

"Eu acho que a igreja precisa fazer uma revisão da realidade", disse o líder religioso.

"Eu fico feliz de ver como os gays e lésbicas estão se sentindo hoje, pelo fato de que isso seja algo que enriquece a maneira como vivem. Eu acho que é uma revolução social."

David Quinn, do Instituto Iona, um grupo católico, disse que foi "obviamente uma vitória muito impressionante do 'sim'".

Credito: AFP
País pode ser o primeiro no mundo a aprovar casamento gay por voto popular

"Obviamente há um certo grau de decepção, mas sou filosófico sobre o resultado", disse ele ao canal irlandês RTE.

"Era uma batalha difícil - havia muito menos organizações no lado do 'não', enquanto todos os grandes partidos políticos apoiavam o 'sim' e tivemos grandes corporações vindo a público pela primeira vez para dizer como deveríamos votar em um assunto particular", afirmou.

Avalanche

O ministro da Igualdade, Aodhan O Riordain, disse no Twitter: "É isso. Urnas chaves já foram abertas. Deu sim. E foi uma avalanche em Dublin. Estou tão orgulhoso de ser irlandês hoje."

O ministro da Saúde, Leo Varadkar, que no início do ano foi o primeiro ministro na história da Irlanda a se assumir abertamente como gay, disse que a campanha foi "quase uma revolução social".

Nas urnas, os eleitores tiveram que responder se concordavam com a frase "O casamento pode ser contraído de acordo com a lei por duas pessoas, sem distinção do seu sexo".


Credito: BBC
Contagem dos votos foi iniciada na manhã de sábado

Em 2010, o governo aprovou uma lei de união civil que deu reconhecimento legal a casais gays.

Mas há diferenças entre união civil e casamento. A principal delas é que o casamento é protegido pela Constituição, enquanto a união civil não é.

Na Irlanda, qualquer emenda constitucional tem de ser aprovada pelo Parlamento e levada à votação popular.

Igreja

Mesmo com a medida aprovada, as igrejas católicas ainda vão poder decidir se celebram este tipo de casamento.

O líder da Igreja Católica na Irlanda, Eamon Martin, disse que a igreja poderá analisar se continuará a fazer a parte civil da cerimônia se a mudança for aceita.

Atualmente, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em 20 países do mundo, inclusive no Brasil.

O artigo do site da BBC poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS





































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RICHAR DAWKINS, ALÉM DE IMORAL É COVARDE


Biólogo evolucionista defende outras formas de vida extraterrestres Foto: Divulgação

Richard Dawkins — Biólogo evolucionista é ateu declarado - Divulgação

O artigo abaixo foi publicado pelo site do jornal O GLOBO:

Richard Dawkins diz que "é imoral" uma mulher dar à luz um filho com síndrome de Down

Cientista afirma que toda mãe deve abortar assim que a deficiência do feto for diagnosticada

POR O GLOBO

RIO — O biólogo britânico Richard Dawkins, um dos principais cientistas do mundo no estudo da evolução das espécies, tornou-se o centro de um caloroso debate sobre o aborto na internet. Ele utilizou sua conta no Twitter para afirmar que uma mulher, se estivesse grávida de um feto com síndrome de Down, "deveria abortar e tentar novamente. Seria imoral para trazê-lo para o mundo, se você tem a escolha".

Ateu declarado, Dawkins é autor de diversos livros, como "Gene egoísta" (1976) e "Deus, um delírio" (2006). Nesta quarta-feira, ele publicou no Twitter, para seus mais de 1 milhão de seguidores, o link de um artigo da revista liberal "New Republic" intitulado "A Igreja Católica prefere barbárie medieval ao aborto moderno". Ao publicar, Dawkins comentou: “a Irlanda é um país civilizado, exceto em uma área", referindo-se às conservadores leis irlandesas sobre aborto.

Foi o bastante para se iniciar, então, uma discussão sobre o tema. Dawkins recebeu uma saraivada de críticas de internautas. Em uma das respostas, o católico irlandês Aidan McCourt perguntou-lhe: “994 seres humanos com síndrome de Down deliberadamente mortos antes do nascimento na Inglaterra e no País de Gales em 2012. Isso que é civilizado?”.

Dawkins respondeu: "Sim, é muito civilizado. Esses são os fetos, diagnosticados antes que eles tenham sentimentos humanos”. Mais tarde, ele acrescentou: "Aprenda a pensar em formas não-essencialistas. A questão não é 'é humano', mas 'ele pode sofrer? '".

O debate se estendeu por toda a quarta-feira. Momentos depois da primeira declaração de Dawkins, outra internauta comentou afirmando que não saberia o que fazer se fosse informada que estaria grávida de uma criança com síndrome de Down, tachando a questão de um “dilema ético real”. Foi nesta ocasião que o biólogo retrucou em tom frio e seco: "Abortar e tente novamente. Seria imoral para trazê-lo para o mundo, se você tem a escolha".

PEDIDO DE DESCULPAS

Nesta quinta, no site da sua fundação, o biólogo se posicionou ao pedir desculpas pelo "frenesi" criado no feed da sua conta do Twitter. Após dar uma explicação sobre a síndrome, Dawkins afirma que geralmente os pais que cuidam de filhos com síndrome de Down formam fortes laços de afeto com eles, como fariam com qualquer criança, provavelmente tendo sido o que causou alguns dos tweets de ódio que recebeu.

Adiante no texto, ele afirma que quando a síndrome é detectada, "a maioria dos casais optam por aborto e a maioria dos médicos recomenda isso".

Em seguida, desenvolve o que teria dito para a mulher se tivesse mais do que 140 caracteres:
"Obviamente, a escolha seria sua. A quem interessar possa, minha escolha seria de abortar o feto com síndrome de Down e, assumindo que você quer ter um bebê, tentaria de novo. Tendo a chance de fazer um aborto cedo ou deliberadamente trazer a criança com Down no mundo, eu acho que a escolha moral e sensata seria abortar. E, de fato, isso é o que a grande maioria das mulheres, nos Estados Unidos e especialmente na Europa, fazem. Eu pessoalmente iria além e diria que, se sua moral é baseada, como a minha é, no desejo de aumentar a soma de felicidade e reduzir o sofrimento, a decisão de deliberadamente dar à luz o bebê com Down, quando você tem a chance de abortar no começo da gravidez, pode realmente ser imoral do ponto de vista do próprio bem estar da criança. Concordo que essa opinião pessoal é controversa e precisa ser mais discutida, possivelmente para ser afastada. Em todo caso, você provavelmente estaria condenando a si mesmo como mãe (ou como um casal) a uma vida de cuidar de um adulto com necessidades de criança. Seu filho vai provavelmente ter uma expectativa de vida curta, mas, se ele viver mais que você, você provavelmente vai ter que se preocupar com quem irá cuidar dele depois que você se for. Não me admira que a maioria das pessoas escolha aborto quando têm essa opção. Dito isso, a escolha seria inteiramente sua e eu nunca sonharia em tentar impor minha visão em você ou em qualquer outra pessoa."

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


NOSSO COMENTÁRIO:

Nós já tivemos a oportunidade de desmascarar Richard Dawkins tanto como biólogo quanto como defensor da chamada Teoria da Evolução.

No caso do artigo acima, Dawkins fala duas bobagens que beiram a idiotice:

1. Em primeiro lugar ele chama de escolha e recomendação médica o aborto de fetos diagnosticados com síndrome de Down. Eufemismos à parte, estamos falando mesmo da forma mais cruel de assassinato.

2. Em segundo lugar ele diz que esse é o caminho — o aborto — adotado pela vasta maioria das mulheres e casais estadunidenses e europeus. Perguntamos: desde quando dominadores imperialistas, traficantes de seres humanos, traficantes de ópio, inventores de guerras assassinas no atacado e no varejo e etc., servem como padrão para qualquer pessoa de bom senso? Pelo contrário, as atitudes das mulheres e casais estadunidenses e europeus nessa questão do aborto, apenas demonstra mais um lado podre dessas sociedade, que é o hedonismo e o desejo de evitar, a qualquer custo — mesmo tendo que assassinar um inocente — a dor e o sofrimento. Não desejamos imitar sociedades assassinas como essas e sim sociedades pacíficas e que valorizem a vida acima de tudo.

O patético Dr. Dawkins tem o desplante de se considerar mais ético como ateu do que qualquer pessoa, especialmente se essa pessoa for um cristão. Mas o fato é que nós os cristãos não fazemos a apologia aberta como ele faz de assassinar não nascidos. Isso prova apenas que estamos diante de um homem à beira da demência, usando argumentos estapafúrdios e que, no fundo de sua alma sabe que é um assassino.

O que não entendemos é como uma pessoa que confessa sugerir o assassinato de outro ser humano pode se considerar tão ético assim. Isso se parece muito com a propaganda mentirosa das forças de ataque de Israel, que em plena invasão da faixa de Gaza, que custou a vida de mais de 2200 palestinos, sendo 44% crianças, mulheres e idosos, anunciou ao mundo tratar-se do exército mais ético de toda a face da terra. Calhordas, isso sim é que todos eles são!

ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS




















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Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 10 de junho de 2014

FREIRAS CATÓLICAS ROMANAS ENTERRARAM QUASE 800 CRIANÇAS EM VALA COMUM


Resultado de imagem para convento na irlanda onde esqueletos foram encontrados


O antigo convento católico na Irlanda abrigou jovens mães solteiras entre 1925 e 1961 - Reprodução/Facebook Catherine Corless.

O artigo abaixo foi publicado pelo site do “O Globo” com informações de agências internacionais.

Quase 800 esqueletos de bebês foram encontrados em convento da Irlanda

Recém-nascidos teriam sido enterrados de maneira secreta pelas freiras

POR O GLOBO / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

DUBLIN — A descoberta inicial foi em 1975, mas a polêmica esperou quase quatro décadas para estourar. Uma chocada Irlanda viu-se ontem envolvida no mais novo escândalo do tratamento indigno que jovens mulheres consideradas desviantes pela sociedade receberam no país católico conservador durante boa parte do século XX: uma historiadora descobriu agora que quase 800 esqueletos encontrados há 39 anos numa fossa séptica ao lado de um antigo convento da cidade de Tuam eram de crianças. O convento abrigou jovens mães solteiras — a maioria internada à força pelas famílias — entre 1925 e 1961. Anteriormente pensava-se que os restos mortais eram de vítimas da fome que assolou o país em meados do século XIX e que matou centenas de milhares de pessoas.

— Alguém havia mencionado a existência de um cemitério para recém-nascidos, mas o que encontrei é muito mais que isso — declarou a historiadora Catherine Corless.

A reação da sociedade foi imediata. O parente de uma criança que nasceu na instituição entrou na Justiça para saber o que aconteceu lá. Segundo os registros do convento — que foi demolido para dar lugar a um conjunto habitacional, mas teve o local dos esqueletos preservado — as crianças morreram de desnutrição, doenças e maus-tratos. Todas tinham idade de poucos dias até 8 anos.

Igreja e autoridades pedem inquérito

O secretário de Estado de Educação, Ciaran Cannon, pediu que se abra uma investigação, e o Gabinete vai abordar o tema. “Muitas das revelações são profundamente perturbadoras e uma lembrança impactante de um passado obscuro na Irlanda em que nossos filhos não eram amados como deveriam”, complementou Charlie Flanagan, ministro da Infância e Juventude.

O arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, também se juntou ao coro dos que pedem uma investigação, deixando, no entanto, a porta aberta a outras soluções.

— Se um inquérito público não for feito sobre os temas importantes pertinentes às casas para mães e filhos, então é importante que um projeto de História Social seja realizado para termos um quadro acurado desses estabelecimentos na História de nosso país — disse ele.

Ao investigar os arquivos do convento, no Oeste da Irlanda, a historiadora descobriu que 796 bebês foram enterrados sem caixão ou lápide. Ela descobriu a extensão da vala comum quando pediu os registros de mortes de crianças. Os recém-nascidos teriam sido enterrados de maneira secreta pelas freiras. De acordo com Catherine Corless, a taxa de mortalidade para crianças no convento era quatro a cinco vezes maior que o da população em geral.

A descoberta recorda outro escândalo que também envolveu mães solteiras. Entre 1922 e 1996, mais de dez mil jovens trabalharam de maneira gratuita em lavanderias exploradas comercialmente por religiosas católicas na Irlanda. As internas conhecidas como as “Irmãs Madalena”, eram jovens solteiras grávidas ou que haviam demonstrado um comportamento considerado imoral no país fortemente católico.

O artigo do site do “O Globo” poderá ser visto por meio desse link aqui:


Mas quanta hipocrisia hein? E ninguém da igreja Católica Romana fala em assumir a responsabilidade por esses acontecimentos!

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

















































Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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