Mostrando postagens com marcador Mandamentos de Reciprocidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mandamentos de Reciprocidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de junho de 2014

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — ESTUDO 026 - COLOSSENSES 3:16 — INSTRUÍ-VOS MUTUAMENTE



Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Texto: Colossenses 3:16  
Introdução.

A. Estamos falando acerca do amor com que devemos amar uns aos outros. Temos visto que o amor se manifesta de muitas e variadas maneiras. 
B. Existe no Novo Testamento uma série de mandamentos com implicações claras no que diz respeito ao amor que devemos uns aos outros. Estes mandamentos são chamados de “mandamentos de reciprocidade” e eles são o objeto da nossa atenção nessa série. 
C. No sermão anterior nós falamos acerca da nossa responsabilidade de edificar uns aos outros. Esse mandamento, por sua vez, pode assumir várias formas. 
1. Na mensagem de hoje e nas das próximas nós estaremos tratando de que maneiras específicas, nós podemos participar na edificação mútua uns dos outros. 
2. Quando falamos em edificação mútua, nós estamos falando, preferencialmente, do uso que devemos fazer da Palavra de Deus. 
3. A própria Palavra de Deus nos diz o seguinte: Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil (1) para o ensino, (2) para a repreensão, (3) para a correção, para a (4) educação na justiça — 2 Timóteo 3:16. 
4. O mesmo texto na Nova Tradução na Linguagem de Hoje diz: Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para (1) ensinar a verdade, (2) condenar o erro, (3) corrigir as faltas e (4) ensinar a maneira certa de viver. 
D. Por todos estes motivos a Bíblia em seus Antigo e Novo Testamentos é o instrumento por excelência que devemos usar para a edificação uns dos outros. 
E. É na Palavra de Deus, a Bíblia, que nós encontramos a revelação acerca de Jesus Cristo e, de como nós podemos nos tornar cada vez mais e mais parecidos com Ele. 
F. Deste modo, é através do uso da Palavra de Deus que podemos cumprir o mandamento que nos ordena dizendo... 
Instruí-vos Mutuamente
 I. O Mandamento. 
Colossenses 3:16. 
Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. 
II. Definição do Termo: 
A. διδάσκω didásko — 1. Conversar com outros a fim de instruí-los. 2. Ser um professor. 
Podemos então definir o ato de instruir ou ensinar como: instruir, explicar ou expor a verdade bíblica para outros cristãos de tal maneira que eles possam compreender a verdade bíblica e se sintam encorajados a aplicar a mesma em suas próprias vidas.  
II. Exemplos Bíblicos 
Atos 18:24—26 
Nesse meio tempo, chegou a Éfeso um judeu, natural de Alexandria, chamado Apolo, homem eloqüente e poderoso nas Escrituras. Era ele instruído no caminho do Senhor; e, sendo fervoroso de espírito, falava e ensinava com precisão a respeito de Jesus, conhecendo apenas o batismo de João. Ele, pois, começou a falar ousadamente na sinagoga. Ouvindo-o, porém, Priscila e Áqüila, tomaram-no consigo e, com mais exatidão, lhe expuseram o caminho de Deus. Querendo ele percorrer a Acaia, animaram-no os irmãos e escreveram aos discípulos para o receberem. Tendo chegado, auxiliou muito aqueles que, mediante a graça, haviam crido; porque, com grande poder, convencia publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus. 
III. Implicações Contidas Neste Mandamento 
A. O mandamento que nos ordena instruir ou ensinar uns aos outros, possui as seguintes implicações: 
1. Para podermos ensinar uns aos outros é necessário que tenhamos o desejo de aprender acerca daquelas coisas que estão na Bíblia. Existem muitas oportunidades de aprendizado na nossa comunidade. 
2. Todos os cristãos têm, não apenas o privilégio, mas a obrigação mesmo, de se envolverem no ensinamento da Palavra de Deus uns aos outros. 
3. Mesmo sabendo que alguns cristãos possuem o dom específico de ensinar, ainda assim, cada cristão pode compartilhar com os outros, aquilo que tem aprendido da Palavra de Deus. 
4. O ensino ou a instrução é a primeira e melhor maneira que podemos usar para edificar uns aos outros. 
5. O ensino cristão pode acontecer em ambientes formais — cultos, reuniões de oração, reuniões de estudos bíblicos, escola dominical etc — ou de modo informal aproveitando todas as oportunidade — ver 2 Timóteo 4:1—2.
IV. Qualificações para o Dom de Ensino

A. Dentro do corpo de Cristo, de acordo com as necessidades, Deus levanta certo número de pessoas aos quais concede o dom espiritual de ensinar. Talvez você tenha recebido esse dom do Senhor. Aqui vão alguns princípios que podem ser indicativos de que você possui o dom de ensinar:

1. Aptidão para ensinar – a aptidão para ensinar é caracterizada por duas coisas:

a. Desejo de aprender, aprender e aprender.

b. Desejo de ensinar e ajudar as pessoas a descobrir as insondáveis riquezas de Cristo.

B. Sabedoria para comunicar a verdade a outros de tal maneira que eles desejem aplicar as verdades às suas próprias vidas.

Conclusão:

Meus irmãos e irmãs, nós estamos diante de uma quantidade ilimitada de possibilidades, quando o assunto é ensinar uns aos outros.

1. Todos nós temos que aprender a Palavra de Deus, pois precisamos obedecer ao mandamento que nos diz que devemos instruir uns aos outros.

2. À medida que crescemos no aprendizado e no conhecimento, nós podemos:

a. Crescer na imitação do caráter cristão.

b. Compartilhar as verdades da Palavra de Deus com outros, especialmente, de modo informal.

3. Não existe desculpa aceitável para justificar nossa falta de interesse em aprender para poder ensinar.

4. Precisamos nos libertar de uma vez por todas da síndrome de “Renato Teixeira” e acordarmos para o fato de que se nossa vida cristã não for além de “só queria mostrar meu olhar, meu olhar, meu olhar”, nós estaremos enquadrados nas palavras de Jesus, quando disse:

Mateus 16:26

Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?

5. Temos que levar o discipulado cristão à sério. Estamos aqui só de passagem. A porta que conduz à vida eterna ainda é estreita e o caminho que conduz para Deus ainda é apertado e... são poucos os que acertam com ele.

6. Que tal tomar uma decisão séria hoje de se envolver prá valer em oportunidades de ensino e aprendizagem. Não perca mais tempo, não invente desculpas furadas e tome sobre si mesmo sua cruz e siga a Jesus como um verdadeiro discípulo.

Que Deus abençoe a todos.

Outros Estudos Acerca da Vida Comum dos Santos de Deus.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook 
através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS - ESTUDO 018 - ROMANOS 14:13 - NÃO JULGUEIS UNS AOS OUTROS - PARTE 2


Resultado de imagem para julgamento temerário


Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Se você chegou diretamente aqui nesse estudo, é recomendável que leia antes a primeira parte do mesmo que poderá ser encontrada por meio desse link aqui:.

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/10/romanos-1413-nao-julgueis-uns-aos.html


VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Texto: Romanos 14:13.

Introdução.

• Na mensagem anterior nós começamos a falar do mandamento de reciprocidade que diz que não devemos julgar uns aos outros.

• Naquela ocasião nós nos concentramos em analisar o que este mandamento não significa. Mencionamos então, duas verdades: O mandamento de não julgar uns aos outros:

 Não ensina que devemos suspender todo tipo de julgamento:

 Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. – João 7:24.

 Julgai todas as coisas, retende o que é bom - 1 Ts 5:21.

 Não condena o julgamento exercido pelos cristãos em Defesa da Verdade.

• Hoje queremos falar acerca do que esse mandamento significa para nós como cristãos.

• Este é o primeiro dos mandamentos de reciprocidade “negativos” – o que não devemos fazer uns aos outros – que estamos estudando...

Não Julgueis uns Aos Outros

I. O Perigo que o Novo Testamento quer Combater.

• Uma das maneiras mais rápidas de se destruir o amor que deve existir entre nós e destruir com a unidade da Igreja é mediante a prática deste pecado, tão sutil, de nos julgar uns aos outros

• Isto acontece todas as vezes que alguém, entre nós, acha que suas idéias, seu modo de fazer as coisas ou a qualidade espiritual da sua vida é a melhor e tenta impor tais idéias, tais modos e tais práticas sobre todos os irmãos. Quando isto acontece, este tipo de imposição, transforma este irmão ou irmã em juiz dos outros.

• Este é o motivo porque Paulo nos diz, em Romanos 14:13, o seguinte: “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”.

II. Definição – O Que este Mandamento nos Ensina.

Julgar uns aos outros é o mesmo que aceitar que a nossa posição sobre questões disputáveis é superior a dos outros irmãos e expressar crítica, condenação ou desagrado quando há discordância.

A. Exemplos Bíblicos de Julgamentos Indevidos.

• Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja – 3 João 9 – 10.

• Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo – 1 Coríntios 1:10 -12.

B. Concordância nos Essenciais e Amor em Todas as Outras Coisas.

• Porque somos pessoas diferentes, com origens muito diferentes, experiências diferentes etc, nós podemos discordar acerca de muitas coisas:

 Nós podemos discordar acerca de como louvar a Deus, mas não acerca de louvar a Deus – “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” Hebreus 13:15.

 Nós podemos discordar acerca de que roupas devemos usar, mas não acerca do fato que nossas vestes devem ser sempre modestas – ou seja elas não devem chamar a atenção.

 Nós podemos discordar se devemos orar em pé, sentados, ajoelhados ou prostrados, mas não podemos discordar acerca do fato que precisamos orar.

• Estes são apenas alguns exemplos que nos mostram a diferença entre o que é “essencial” – ensinamento bíblico e aquilo que não é “essencial” – nossas opiniões, modos de fazer as coisas etc.

• Entre as muitas práticas disputáveis nós podemos citar:

 Chá de Bebe, Chá de Cozinha ou Panela, despedidas de solteiros.

 Horários.

 Orar em montes.

 Envolvimento na Política.

 Jogos – todos os tipos.

 Uso de rádio, televisão e cinema.

 Uso de música contemporânea nos cultos.

 Uso de coreografia no culto publico a Deus.

 Frequentar piscina ou praia.

 Andar de bicicleta, moto ou cavalo.

 Tingir os cabelos ou uso de esmaltes.

 Mulher usar calça comprida.

 Uso de costeletas, barba ou bigode.

 Tatuagens, brincos em homens e piercings.

 Consumo de certos tipos de alimentos.

 Uso ou não de véu por parte das mulheres.

• Nenhuma destas coisas mencionadas acima é certa ou errada em si mesma. E ninguém é mais santo por praticá-las ou menos santos por não praticá-las e vice-versa.

• Quando achamos que: porque fazemos determinada coisa não essencial somos melhores que os outros ou que somos melhores que os outros porque não fazemos alguma coisa não essencial então, nós nos tornamos juízes de nossos irmãos e, isto sim, é proibido pela Bíblia e pelo mandamento que estamos analisando.

III. Implicações Relativas ao Mandamento de não Julgar Uns aos Outros.

• Existem questões relativas a práticas e costumes acerca das quais as Escrituras Sagradas nada dizem. Todas estas questões devem ser deixadas na consciência de cada indivíduo. Conformidade de todos os irmãos a estas práticas não é necessária para a manutenção da unidade cristã.

• Nenhum cristão tem o direito de impor sobre outros irmãos coisas que a própria palavra de Deus não impõe. Quando este tipo de coisa acontece o irmão assume a posição de juiz e, essa posição é privativa do Deus Todo Poderoso. Os que procedem deste modo, impondo suas idéias sobre os outros, serão confrontados pelo Todo Poderoso no Dia do Juízo de um modo especial.

• Questões que as próprias Escrituras deixam a critério da consciência de cada indivíduo não devem nunca ser usadas como critério para admissão de uma pessoa à comunhão cristã – ver Romanos 14:1, 3—4.

• Mesmo quando um indivíduo estiver plenamente convencido em sua mente, que sua posição referente a qualquer questão deixada à consciência do cristão está certa, ainda assim, ele não pode acusar outro irmão de estar em pecado, nem desprezar ou menosprezar aqueles que não concordam com ele.

Conclusão:

1. Não devemos julgar uns aos outros em nenhuma questão não essencial.

2. Cada um de nós irá responder, diretamente, a Deus por todas as ações e opiniões que manifestarmos – ver Romanos 14:10—12.

3. Em vez de julgarmos uns aos outros, nós devemos suportar uns aos outros e acolher uns aos outros sabendo que possuímos liberdade plena e igual em Cristo – ver Romanos 15:7 e Colossenses 3:13.

4. Por que existe tanto legalismo nas igrejas chamadas cristãs? Porque o legalismo permite controlar melhor as pessoas.

5. A mentira é sutil. Diz-se às pessoas: siga estas instruções (legalismo de modo geral) e você alcançará duas coisas simultaneamente: você irá agradar a Deus e evitará problemas como os feitores mentais – os donos da igreja.

6. Mas em Cristo nós somos livres. Livres para amar e ser amados. E este é o grande desafio:

• Não cortar o cabelo ou usar véu é fácil. Difícil é aceitar uns aos outros.

• Não raspar os pelos do corpo é fácil. Difícil é saudar uns aos outros.

• Fazer coreografia é fácil. Difícil é ter o mesmo cuidado de uns para com os outros.

• Não assistir televisão ou ir ao cinema é fácil. Difícil é nos submetermos uns aos outros.

• Deixar de comer determinados alimentos é fácil. Difícil é suportar uns aos outros.

• Não se envolver em questões políticas é fácil. Difícil é admitir confessar nosso pecado ao irmão contra o qual pecamos.

• Não fazer uma tatuagem é fácil. Difícil e perdoar aqueles que nos ofendem.

• Subir em montes para orar é fácil. Difícil é não julgar o outro irmão que não acha isto nem necessário e nem importante e que prefere orar no plano mesmo.

5. Um dos motivos por que a Cristandade se encontra neste estágio de desarranjo que vemos nos nossos dias é apenas um: abandonamos a palavra de Deus, para nos apegar a uma série de regras. Deixamos de lado a liberdade oferecida pelo amor de Deus, para nos dedicar à escravidão oferecida pelos homens.
Que Deus tenha misericórdia de nós todos se decidirmos nada fazer para mudar este estado de coisas.

A REALIDADE DA TIRANIA LEGALISTA

Tenho 26 anos, e desde o meu nascimento freqüentei a igreja ________. Eu ia numa congregação perto de minha casa, no extremo da Zona Leste – Guaianazes. Sou músico, e cresci tocando para os grupos de louvores de minha igreja. Na minha adolescência me envolvi muito com música, e junto com meus amigos começamos a estudar, ouvir, e freqüentar shows musicais. Então eu meus amigos começamos a ser solicitado (sic) para tocar em congressos em outras igrejas e sub-sedes da igreja ______. Até que um dia chegamos a tocar na sede do _____ durante muito tempo.
Crescemos debaixo de leis agressivas, contraditórias, hipócritas, injustas, preconceituosas (principalmente para as mulheres), demasiadamente severas, e de interesse próprio, mas de alguma forma conseguíamos sobreviver a essas normas de depreciação da mensagem da cruz.
Na verdade o que nos nutria na permanência naquela igreja era o forte vínculo afetivo durante anos com amigos. Ríamos, chorávamos e pleiteávamos unidos, um ajudando o outro. Sofremos, principalmente em nossa adolescência, muitas acusações. Nos incriminavam de "ovelha negra", "lobo disfarçado", "fruto podre", "Jezabel", etecéteras (sic). Éramos humilhados, muitos eram disciplinados e excluídos, outros eram humilhados publicamente e outros, mais fracos, eram coagidos a quebrar a televisão, usar ternos e darem dízimos (na verdade eram subjugados a serem dizimistas!).
Tudo piorou quando adicionamos, em nosso repertório musical, levadas de jazz, rock e soul. Os patronos dos "bons costumes" repudiavam e ojerizavam (manifestando) explicitamente seus dissabores, declarando que "aquilo" não era recebido por Deus. Éramos mais ou menos 100 jovens que procurávamos de alguma forma tolerar as mazelas estabelecidas.
Para o pastor tudo era pecado. Quando um adolescente ouvia o pastor afirmar que jogar bola, usar bermuda, ouvir música "mundana" e ir à praia era pecado, não resistia em descrer daquilo que o pastor afirmava, só que muitos acabavam ignorando aquilo que realmente era pecado.
Quantas e quantas vezes tínhamos que orientar um jovem a diferenciar o que era pecado ou não. Na verdade tínhamos que codificar todos os ensinamentos que tínhamos. Mas isto era muito difícil, nem sempre as pessoas se conformavam em viver nesta situação, então muitos se entristeciam, então nessas horas nós nos reuníamos, alugávamos um filme, comíamos uma pizza e pronto, tudo se melhorava!
Uma coisa que nos ajudou muito foram os santos livros: Bíblia e livros dos autores: ___________________________________________________________________ etecéteras (sic).
Isso nos ajudou muito a desmistificar a minorização (sic) do cristianismo, defender a genuinidade do Amor Supremo e incitar nas pessoas uma busca da veracidade sem legalismo áspero, heresia exacerbada e jugo prescindível.
Conhecemos muitas pessoas na sede do _____ e então vimos que a podridão escoavam (sic) das 4 paredes das congregações para se concentrar na catedral da putrefação, sede da dissimulação presidido (sic) por um pontífice e sua dinastia autocrata!
Angustiados e desanimados começamos a promover "peregrinação" para ouvir a palavra genuína, louvar a Deus com liberdade e participar da Ceia sem ameaças.
Surpreendentemente tivemos a intervenção divina.
Deus mandou, um Faraó de coração endurecido para dirigir a nossa congregação, não demorou muito para se travar o maior embate que eu já participei, foi uma guerra terrível, discussões no meio do culto, mobilização contra as normas "faraônicas". Fomos aos pastores superiores, travamos uma batalha e o resultado final foi estabelecido: A corja papal apóia o faraó, ignorando dezenas de crianças, adolescentes, jovens e pais, não se importando se fôssemos cair num abismo.
Confesso que passei noites sem dormir, pois eu pensava: "o que vou fazer?" "o que vamos fazer agora?”
Tinha medo de estar fazendo as coisas do jeito errado e de estar levando um monte de gente para a decepção com Deus.
Começamos a nos reunir em casas de amigos e começamos a conversar sobre o que iríamos fazer, até que conhecemos, por preparação de Deus, uma igreja _____ (que está fora da ________ e que também já quebrou muitos paradigmas), que denominamos de "Terra Prometida".
Hoje, conseguimos reunir todos os ex-________, e formamos um coral de black music, e verdadeiramente, servimos a Deus e Louvamos a Ele sem empecilhos!
Amo a todos que participaram desse nosso êxodo!
Amo nossa "Terra Prometida" – Igreja __________ (pastor, mui amado, ____________)!
Amo os pastores __________ e _______, que nos deram palavras robustecedoras (sic) e nos proporcionam cultos onde podíamos revigorar forças e suberfúgios (sic) para lutar!

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034


Para todos que têm interesse em aprofundar o estudo sobre o direito que os cristãos Têm de julgar ver esse link:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2011/05/o-cristao-pode-julgar.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.