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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O FUTURO DO POVO DE ISRAEL PROFETIZADO EM GÊNESIS 38


Mural Comemorativo da vitória dos romanos sobre os judeus em Roma

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

José Como Tipo de Cristo — Estudo 025B

Esse estudo é realmente um parêntese em nosso estudo de José como tipo de Cristo, porque trata do capítulo 38 do livro do Gênesis que revela o futuro de Israel como um povo.

É algo muito marcante que Gênesis 38 registre a história de Judá, pois muito tempo antes do מְשִׁיחַ Meshiyah — Ungido ser rejeitado pelos judeus, o reino de Israel — que representava a congregação de 10 tribos dos filhos de Jacó — deixou de ter uma história individual e separada. Nesse momento, em Gênesis 38, Judá nos serve como ilustração da história de todo povo judeu a partir do momento em que o mesmo recusou seu Salvador conforme João 1:11 — Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. As verdades estão todas lá para aqueles que têm olhos para enxergar as mesmas. Vejamos o que diz

Gênesis 38:2

Ali viu Judá a filha de um cananeu, chamado Sua; ele a tomou por mulher e a possuiu.

Note o significado dos seguintes temos:

·     כְּנַעֲנִי kena`aniy — cananeu cujo significado é: mercador ou comerciante.

·       שׁוּעַ Shuwa` — Sua cujo significado é: riqueza.

É mesmo surpreendente que esses dois nomes descrevam, de forma tão precisa, aquilo no que a maioria dos judeus se transformou desde a rejeição e a morte de Jesus na cruz no monte Calvário. Eles deixaram, definitivamente, a vida tranquila de antes, como agricultores e criadores de gado, para ser tornarem comerciantes ao redor do mundo. Seu objetivo é um só: RIQUEZAS. Mas as coisas não param por aí. Judá teve três filhos com a filha de Sua:

·    עֵר `Er — cujo significado é acordado, no sentido de manter sua posição contra um inimigo.

·      אוֹנָן ‘Ownan — Onan cujo significado é forte.

·        שֵׁלָה Shelah — Selá cujo significado é “uma petição”.

Assim temos que os nomes dos três filhos de Judá com a filha de Sua representam bem o povo judeu como alguém que está sempre bem desperto para combater a verdade revelada através de Jesus. Eles são de fato “fortes” e cada vez mais, com o irrestrito apoio dos Estados Unidos da América. É vergonhoso, mas temos que admitir que o grupo que decide as eleições hoje em dia nos EUA é composto por sionistas pseudo-cristãos, grupo esse, que congrega evangélicos, Mórmons, Testemunhas de Jeová, Adventistas do Sétimo dia, etc., todos radicais apoiadores do regime nazista que controla o moderno estado de Israel. Não nos esqueçamos das palavras de Paulo no estudo anterior que não hesita em chamá-los de “inimigos de todos os homens” — ver 1 Tessalonicenses 2:15.

Nem das palavras que se encontram em seus livros acerca de Jesus, Maria, dos cristãos e dos gentios em geral. Eis o que eles dizem:[1]

1. De acordo com os rabinos judeus o Talmude é constituído de uma coleção de tradições fornecidas por Moisés de forma oral, não escrita. Foi contra essas tradições que Cristo lutou toda sua vida, porque elas tinham um único propósito: destruir a autoridade da Palavra de Deus. O famoso “jeitinho” brasileiro foi inventado, há milênios, pelos judeus conforme denúncia do próprio Jesus em Marcos 7:1—13. Desde os dias anteriores aos de Jesus os fariseus já haviam se especializado em ensinar os mandamentos dos rabinos e não a Lei de Deus.

2. Seguem alguns ensinamentos do Talmude:

A. Pergunta: Onde um judeu deve praticar o mal?
Resposta: Moed Kattan 17a = Se um judeu for tentado a fazer algo mal, o mesmo deve se dirigir para uma cidade onde não seja conhecido e praticar o mal ali.

B. Pergunta: Qual é a pena para quem desobedece a um rabino judeu?
Resposta: Erubin 21b = Qualquer pessoa que desobedece a um rabino judeu merece a morte e seu castigo será o de ser lançado num tacho com fezes ferventes no inferno — não sabemos bem porque, mas os judeus adoram fezes fervendo como forma de castigo. Parece que o Dr. Freud e sua “faze anal” poderiam lançar luzes sobre essa questão.

C. Ensinamento: Agredir um judeu é o mesmo que agredir Deus.
Sanhedrin 58b = Se um pagão ou gentio agredir um judeu o mesmo deve ser morto.

D. É certo enganar um não judeu?
Sanhedrin 57a = Um judeu não está obrigado a pagar um gentio — termo censurado pelos rabinos e alterado para “cuteano” que é a mesma coisa — o salário devido por algum serviço prestado.

E. Os Judeus possuem condição legal superior.
Bab Kamma 37b = Se o boi de um judeu matar o boi de um cananeu, nenhuma restituição é necessária. Mas se o boi de cananeu matar o boi de um judeu, uma indenização plena é requerida.

F. Os judeus podem roubar não judeus?
Baba Mezia 24a = Se um judeu encontrar algo perdido por um gentio o mesmo não está obrigado a devolver aquilo que foi achado. Em outra divisão, Sanhedrin 76a = Deus não irá perdoar um judeu que der sua filha em casamento para um homem bem mais velho, ou que tomar uma esposa para seu filho ainda criança ou aquele que retornar algo que foi perdido por um gentio.

G. Judeus podem roubar e matar não judeus?
Sanhedrin 57a = Quando um judeu matar um gentio não haverá pena de morte. Tudo o que um judeu roubar de um gentio ele poderá guardar.
Baba Kamma 37b = Os gentios se encontram do lado de fora da proteção da Lei e Deus disponibilizou todo dinheiro deles para Israel. Mesmo conceito adotado pelos falsos pregadores da prosperidade que alardeiam que o evangélico pode tomar o dinheiro do incrédulo sem enfrentar nenhuma consequência.

H. Judeus podem mentir para não judeus?
Baba Kamma 11a = Judeus poder fazer uso de mentiras ou subterfúgios para se livrarem dos gentios.

I. Como são vistas as crianças dos não judeus pelos judeus?
Yebamoth 98a = Todos os filhos dos gentios são apenas animais.
Abodah Zara 36b = As filhinhas dos gentios encontram-se em um estado de niddah — imundície — desde o nascimento.
Abodah Zara 22a—22b = Os gentios preferem fazer sexo com vacas do que com mulheres.

J. Insultos contra a Virgem Maria
Sanhedrin 106a = Afirma que a mãe de Jesus era uma prostituta: “Aquela que descendeu de príncipes e governadores gostava de se prostituir com carpinteiros”. Ainda na nota de rodapé #2 da divisão Shabbath 104b da edição de Socino do Talmude, afirma-se que: no texto sem censura do Talmude está escrito que a mãe de Jesus era: “Miriam, a cabeleireira, a qual mantinha relações sexuais com muitos homens”.

K. Regozijo acerca da morte de Jesus porque aconteceu quando ainda era um homem novo

Uma passagem de Sanhedrin 106 se regozija pelo fato de Jesus ter morrido com pouca idade. O texto diz: “Você ouviu como o velho Balaão era? — para evitar perseguições os rabinos se referem muitas vezes a Jesus pelo nome de Balaão. Ele respondeu: “Não está realmente afirmado, mas uma vez que está escrito “Homem sanguinário e enganador não chegará a viver nem a metade de seus dias, segue-se que ele tinha 33 ou 34 anos”.

L. Terríveis Blasfêmias Contra o Senhor Jesus Cristo.

Enquanto por um lado o padrão oficial de comportamento dos apologistas judeus quando o assunto é Jesus Cristo é o da desinformação total, negando terminantemente, que o Talmude contenha qualquer referência indecente ou grosseira acerca do Senhor Jesus, por outro lado certas organizações de judeus ortodoxos são mais honestas e admitem que o Talmude não apenas faz referências a Jesus, mas que, inclusive, deprecia o mesmo chamando-o de “feiticeiro” e de “uma demente aberração sexual”. Tais afirmações vindas dessas organizações de judeus ortodoxos estão firmadas na convicção que elas têm, que a supremacia judaica está tão solidamente estabelecida nos dias de hoje, que eles não têm absolutamente nada a temer quanto a uma reação adversa, iguais as que aconteceram centenas de vezes no passado.

Como exemplo nós podemos citar o site oficial da Organização Hassídica Lubavitch — uma das maiores do mundo — onde podemos encontrar as seguintes afirmações, completas com citações do Talmude e tudo mais:

“O Talmude Babilônico registra outros pecados de Jesus, o Nazareno”:

1) Jesus e Seus discípulos praticavam a bruxaria e a magia negra e, com isso, desviaram muitos judeus para praticarem a idolatria. Eles eram patrocinados por poderes gentílicos estrangeiros com o propósito de subverter a adoração judaica — Sanhedrin 43a.

2) Jesus era um homem imoral, do ponto de vista sexual, adorava estátuas feitas de pedra — um tijolo é mencionado — e foi cortado do povo judeus por sua maldade e por recusar se arrepender — Sanhedrin 107b e Sotah 47a.

3) Jesus aprendeu feitiçaria no Egito e, para fazer milagres usava procedimentos que envolviam o ato de cortar-se a si mesmo, algo que é, explicitamente, banido pela Escrituras — Ahabbos 104b.

Para evitar controvérsias futuras o autor imprimiu uma cópia em 11/11/2012, diretamente do site acima mencionado — http://www.noahide.com/yeshu.htm — contendo essas mentiras, como garantia caso tais informações venham ser alteradas ou até mesmo apagadas.

O Dr. Israel Shahak[2] professor da Universidade Hebraica em Jerusalém afirma o seguinte em seu livro: História dos Judeus, Religião dos Judeus: “De acordo com o Talmude Jesus foi executado por ordens de uma corte rabínica legalmente constituída sob as acusações de: praticar a idolatria, atrair outros judeus à prática da idolatria e por desprezar a autoridade dos rabinos. Todas as autoridade judaicas clássicas que mencionam a execução de Jesus sentem-se orgulhosas de assumirem toda a responsabilidade pela mesma; nas narrativas que encontramos no Talmude, os romanos não são sequer mencionados como se tivessem tomado parte na execução de Jesus”.

“As narrativas mais populares — as quais também são levadas à sério — tais como uma intitulada ‘Toldot Yeshu’ são ainda piores, pois em adição aos crimes mencionados acima acusam também Jesus de práticas de feitiçaria. O próprio nome ‘Jesus’ era para os judeus um símbolo de tudo o que era abominável e essa tradição popular persiste até os dias de hoje.”

“A forma hebraica do nome Jesus — Yeshu — foi interpretada como um acrônimo para se proferir uma maldição: ‘Que seu nome e memória sejam obliterados’. Essa maldição é utilizada como uma forma de abuso extremo. De fato, em literatura produzida por judeus ortodoxos antissionistas — tais como o grupo Naturey Quarta — encontramos referências a Theodor Herlz — fundador do movimento sionista judaico moderno — como ‘Herlz Jesus’ e eu tenho encontrado na literatura produzida por sionistas religiosos as expressões ‘Nasser Jesus” e mais recentemente ‘Arafat Jesus’[3]. Ainda de acordo com o Dr. Shahak, as tropas de ocupação israelenses destruíram centenas de Novos Testamentos encontrados durante a ocupação da Palestina iniciada em, 1967.

Quando lemos passagens como Mateus 15:1—20 podemos entender o ódio que os judeus religiosos — herdeiros dos fariseus — sentem por Jesus e pelos crentes até os dias de hoje

O capítulo 38 de Gênesis termina com a sórdida história de Judá e Tamar, a qual, como não poderia deixar de ser, prenuncia as condições dos judeus nos final dos tempos. A parte da narrativa que nos interessa se estende de

Gênesis 38:27—30

27 E aconteceu que, estando ela para dar à luz, havia gêmeos no seu ventre.

28 Ao nascerem, um pôs a mão fora, e a parteira, tomando-a, lhe atou um fio encarnado e disse: Este saiu primeiro.

29 Mas, recolhendo ele a mão, saiu o outro; e ela disse: Como rompeste saída? E lhe chamaram Perez.

30 Depois, lhe saiu o irmão, em cuja mão estava o fio encarnado; e lhe chamaram Zera.

onde somos informados que Tamar estava grávida de gêmeos, além de outros detalhes importantes. Esses gêmeos anunciam, através de seus nomes, a condição dos judeus nos últimos dias antes da volta do Senhor Jesus. Eles representam dois grupos de pessoas – como também acontece com toda a humanidade:

·                   פָּרֶץ Paretz — cujo significado é brecha e é um indicativo que a maior parte da nação de Israel ira “romper” ou abrir uma “brecha” no seu relacionamento com o Deus ETERNO, afastando-se do mesmo. Esses são os que receberão o Anticristo e farão um acordo com ele a ponto de adorá-lo — ver 2 Tessalonicenses 2:3—4 e Apocalipse 13:3—4.

·                   זָרַח Zarach — cujo significado é nascente, representa o remanescente de Israel que será salvo nos últimos dias, do mesmo modo como Raabe, a prostituta, foi a única pessoa — ela e sua família — a escapar com vida da destruição da cidade de Jericó por causa do fio escarlate – ver Josué 2:17—18 e comparar com Gênesis 38:28. O fio escarlate — cor vermelha muito viva — é representativo do sangue de Jesus derramado na cruz do Calvário a nosso favor, para que pudéssemos receber o perdão dos nossos pecados.

Bem, vamos agora retomar nossa leitura do livro de Gênesis começando com o capítulo 39. A história narrada daí em diante é, de fato, uma continuação do final do capítulo 37, onde foi interpolado o capítulo 38, pelos motivos que já temos visto. Gênesis 39 é como um novo início na narrativa de José como tipo de Cristo, fazendo referências à encarnação de Jesus e traçando a experiência de Cristo a partir duma perspectiva diferente. Desse modo podemos observar o seguinte:

CONTINUA NO PRÓXIMO ESTUDO

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção

Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.    




[1] Todo o material abaixo foi traduzido do artigo escrito pelo jornalista e historiador Michael Hoffman II intitulado “The Truth About The Talmud” — A verdade Sobre o Talmude — e esse material tem copyright do autor original e direitos reservados pelo mesmo.
[2] Shahak, Israel. Jewish History, Jewish Religion. Pluto Press. Londres, 1994.
[3] Referência ao falecido presidente do Egito Gamal Abdel Nasser. Referência ao falecido líder do povo Palestino Yasser Arafat.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS - ESTUDO 018 - ROMANOS 14:13 - NÃO JULGUEIS UNS AOS OUTROS - PARTE 2


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Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Se você chegou diretamente aqui nesse estudo, é recomendável que leia antes a primeira parte do mesmo que poderá ser encontrada por meio desse link aqui:.

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/10/romanos-1413-nao-julgueis-uns-aos.html


VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS

Texto: Romanos 14:13.

Introdução.

• Na mensagem anterior nós começamos a falar do mandamento de reciprocidade que diz que não devemos julgar uns aos outros.

• Naquela ocasião nós nos concentramos em analisar o que este mandamento não significa. Mencionamos então, duas verdades: O mandamento de não julgar uns aos outros:

 Não ensina que devemos suspender todo tipo de julgamento:

 Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça. – João 7:24.

 Julgai todas as coisas, retende o que é bom - 1 Ts 5:21.

 Não condena o julgamento exercido pelos cristãos em Defesa da Verdade.

• Hoje queremos falar acerca do que esse mandamento significa para nós como cristãos.

• Este é o primeiro dos mandamentos de reciprocidade “negativos” – o que não devemos fazer uns aos outros – que estamos estudando...

Não Julgueis uns Aos Outros

I. O Perigo que o Novo Testamento quer Combater.

• Uma das maneiras mais rápidas de se destruir o amor que deve existir entre nós e destruir com a unidade da Igreja é mediante a prática deste pecado, tão sutil, de nos julgar uns aos outros

• Isto acontece todas as vezes que alguém, entre nós, acha que suas idéias, seu modo de fazer as coisas ou a qualidade espiritual da sua vida é a melhor e tenta impor tais idéias, tais modos e tais práticas sobre todos os irmãos. Quando isto acontece, este tipo de imposição, transforma este irmão ou irmã em juiz dos outros.

• Este é o motivo porque Paulo nos diz, em Romanos 14:13, o seguinte: “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”.

II. Definição – O Que este Mandamento nos Ensina.

Julgar uns aos outros é o mesmo que aceitar que a nossa posição sobre questões disputáveis é superior a dos outros irmãos e expressar crítica, condenação ou desagrado quando há discordância.

A. Exemplos Bíblicos de Julgamentos Indevidos.

• Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja – 3 João 9 – 10.

• Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo – 1 Coríntios 1:10 -12.

B. Concordância nos Essenciais e Amor em Todas as Outras Coisas.

• Porque somos pessoas diferentes, com origens muito diferentes, experiências diferentes etc, nós podemos discordar acerca de muitas coisas:

 Nós podemos discordar acerca de como louvar a Deus, mas não acerca de louvar a Deus – “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” Hebreus 13:15.

 Nós podemos discordar acerca de que roupas devemos usar, mas não acerca do fato que nossas vestes devem ser sempre modestas – ou seja elas não devem chamar a atenção.

 Nós podemos discordar se devemos orar em pé, sentados, ajoelhados ou prostrados, mas não podemos discordar acerca do fato que precisamos orar.

• Estes são apenas alguns exemplos que nos mostram a diferença entre o que é “essencial” – ensinamento bíblico e aquilo que não é “essencial” – nossas opiniões, modos de fazer as coisas etc.

• Entre as muitas práticas disputáveis nós podemos citar:

 Chá de Bebe, Chá de Cozinha ou Panela, despedidas de solteiros.

 Horários.

 Orar em montes.

 Envolvimento na Política.

 Jogos – todos os tipos.

 Uso de rádio, televisão e cinema.

 Uso de música contemporânea nos cultos.

 Uso de coreografia no culto publico a Deus.

 Frequentar piscina ou praia.

 Andar de bicicleta, moto ou cavalo.

 Tingir os cabelos ou uso de esmaltes.

 Mulher usar calça comprida.

 Uso de costeletas, barba ou bigode.

 Tatuagens, brincos em homens e piercings.

 Consumo de certos tipos de alimentos.

 Uso ou não de véu por parte das mulheres.

• Nenhuma destas coisas mencionadas acima é certa ou errada em si mesma. E ninguém é mais santo por praticá-las ou menos santos por não praticá-las e vice-versa.

• Quando achamos que: porque fazemos determinada coisa não essencial somos melhores que os outros ou que somos melhores que os outros porque não fazemos alguma coisa não essencial então, nós nos tornamos juízes de nossos irmãos e, isto sim, é proibido pela Bíblia e pelo mandamento que estamos analisando.

III. Implicações Relativas ao Mandamento de não Julgar Uns aos Outros.

• Existem questões relativas a práticas e costumes acerca das quais as Escrituras Sagradas nada dizem. Todas estas questões devem ser deixadas na consciência de cada indivíduo. Conformidade de todos os irmãos a estas práticas não é necessária para a manutenção da unidade cristã.

• Nenhum cristão tem o direito de impor sobre outros irmãos coisas que a própria palavra de Deus não impõe. Quando este tipo de coisa acontece o irmão assume a posição de juiz e, essa posição é privativa do Deus Todo Poderoso. Os que procedem deste modo, impondo suas idéias sobre os outros, serão confrontados pelo Todo Poderoso no Dia do Juízo de um modo especial.

• Questões que as próprias Escrituras deixam a critério da consciência de cada indivíduo não devem nunca ser usadas como critério para admissão de uma pessoa à comunhão cristã – ver Romanos 14:1, 3—4.

• Mesmo quando um indivíduo estiver plenamente convencido em sua mente, que sua posição referente a qualquer questão deixada à consciência do cristão está certa, ainda assim, ele não pode acusar outro irmão de estar em pecado, nem desprezar ou menosprezar aqueles que não concordam com ele.

Conclusão:

1. Não devemos julgar uns aos outros em nenhuma questão não essencial.

2. Cada um de nós irá responder, diretamente, a Deus por todas as ações e opiniões que manifestarmos – ver Romanos 14:10—12.

3. Em vez de julgarmos uns aos outros, nós devemos suportar uns aos outros e acolher uns aos outros sabendo que possuímos liberdade plena e igual em Cristo – ver Romanos 15:7 e Colossenses 3:13.

4. Por que existe tanto legalismo nas igrejas chamadas cristãs? Porque o legalismo permite controlar melhor as pessoas.

5. A mentira é sutil. Diz-se às pessoas: siga estas instruções (legalismo de modo geral) e você alcançará duas coisas simultaneamente: você irá agradar a Deus e evitará problemas como os feitores mentais – os donos da igreja.

6. Mas em Cristo nós somos livres. Livres para amar e ser amados. E este é o grande desafio:

• Não cortar o cabelo ou usar véu é fácil. Difícil é aceitar uns aos outros.

• Não raspar os pelos do corpo é fácil. Difícil é saudar uns aos outros.

• Fazer coreografia é fácil. Difícil é ter o mesmo cuidado de uns para com os outros.

• Não assistir televisão ou ir ao cinema é fácil. Difícil é nos submetermos uns aos outros.

• Deixar de comer determinados alimentos é fácil. Difícil é suportar uns aos outros.

• Não se envolver em questões políticas é fácil. Difícil é admitir confessar nosso pecado ao irmão contra o qual pecamos.

• Não fazer uma tatuagem é fácil. Difícil e perdoar aqueles que nos ofendem.

• Subir em montes para orar é fácil. Difícil é não julgar o outro irmão que não acha isto nem necessário e nem importante e que prefere orar no plano mesmo.

5. Um dos motivos por que a Cristandade se encontra neste estágio de desarranjo que vemos nos nossos dias é apenas um: abandonamos a palavra de Deus, para nos apegar a uma série de regras. Deixamos de lado a liberdade oferecida pelo amor de Deus, para nos dedicar à escravidão oferecida pelos homens.
Que Deus tenha misericórdia de nós todos se decidirmos nada fazer para mudar este estado de coisas.

A REALIDADE DA TIRANIA LEGALISTA

Tenho 26 anos, e desde o meu nascimento freqüentei a igreja ________. Eu ia numa congregação perto de minha casa, no extremo da Zona Leste – Guaianazes. Sou músico, e cresci tocando para os grupos de louvores de minha igreja. Na minha adolescência me envolvi muito com música, e junto com meus amigos começamos a estudar, ouvir, e freqüentar shows musicais. Então eu meus amigos começamos a ser solicitado (sic) para tocar em congressos em outras igrejas e sub-sedes da igreja ______. Até que um dia chegamos a tocar na sede do _____ durante muito tempo.
Crescemos debaixo de leis agressivas, contraditórias, hipócritas, injustas, preconceituosas (principalmente para as mulheres), demasiadamente severas, e de interesse próprio, mas de alguma forma conseguíamos sobreviver a essas normas de depreciação da mensagem da cruz.
Na verdade o que nos nutria na permanência naquela igreja era o forte vínculo afetivo durante anos com amigos. Ríamos, chorávamos e pleiteávamos unidos, um ajudando o outro. Sofremos, principalmente em nossa adolescência, muitas acusações. Nos incriminavam de "ovelha negra", "lobo disfarçado", "fruto podre", "Jezabel", etecéteras (sic). Éramos humilhados, muitos eram disciplinados e excluídos, outros eram humilhados publicamente e outros, mais fracos, eram coagidos a quebrar a televisão, usar ternos e darem dízimos (na verdade eram subjugados a serem dizimistas!).
Tudo piorou quando adicionamos, em nosso repertório musical, levadas de jazz, rock e soul. Os patronos dos "bons costumes" repudiavam e ojerizavam (manifestando) explicitamente seus dissabores, declarando que "aquilo" não era recebido por Deus. Éramos mais ou menos 100 jovens que procurávamos de alguma forma tolerar as mazelas estabelecidas.
Para o pastor tudo era pecado. Quando um adolescente ouvia o pastor afirmar que jogar bola, usar bermuda, ouvir música "mundana" e ir à praia era pecado, não resistia em descrer daquilo que o pastor afirmava, só que muitos acabavam ignorando aquilo que realmente era pecado.
Quantas e quantas vezes tínhamos que orientar um jovem a diferenciar o que era pecado ou não. Na verdade tínhamos que codificar todos os ensinamentos que tínhamos. Mas isto era muito difícil, nem sempre as pessoas se conformavam em viver nesta situação, então muitos se entristeciam, então nessas horas nós nos reuníamos, alugávamos um filme, comíamos uma pizza e pronto, tudo se melhorava!
Uma coisa que nos ajudou muito foram os santos livros: Bíblia e livros dos autores: ___________________________________________________________________ etecéteras (sic).
Isso nos ajudou muito a desmistificar a minorização (sic) do cristianismo, defender a genuinidade do Amor Supremo e incitar nas pessoas uma busca da veracidade sem legalismo áspero, heresia exacerbada e jugo prescindível.
Conhecemos muitas pessoas na sede do _____ e então vimos que a podridão escoavam (sic) das 4 paredes das congregações para se concentrar na catedral da putrefação, sede da dissimulação presidido (sic) por um pontífice e sua dinastia autocrata!
Angustiados e desanimados começamos a promover "peregrinação" para ouvir a palavra genuína, louvar a Deus com liberdade e participar da Ceia sem ameaças.
Surpreendentemente tivemos a intervenção divina.
Deus mandou, um Faraó de coração endurecido para dirigir a nossa congregação, não demorou muito para se travar o maior embate que eu já participei, foi uma guerra terrível, discussões no meio do culto, mobilização contra as normas "faraônicas". Fomos aos pastores superiores, travamos uma batalha e o resultado final foi estabelecido: A corja papal apóia o faraó, ignorando dezenas de crianças, adolescentes, jovens e pais, não se importando se fôssemos cair num abismo.
Confesso que passei noites sem dormir, pois eu pensava: "o que vou fazer?" "o que vamos fazer agora?”
Tinha medo de estar fazendo as coisas do jeito errado e de estar levando um monte de gente para a decepção com Deus.
Começamos a nos reunir em casas de amigos e começamos a conversar sobre o que iríamos fazer, até que conhecemos, por preparação de Deus, uma igreja _____ (que está fora da ________ e que também já quebrou muitos paradigmas), que denominamos de "Terra Prometida".
Hoje, conseguimos reunir todos os ex-________, e formamos um coral de black music, e verdadeiramente, servimos a Deus e Louvamos a Ele sem empecilhos!
Amo a todos que participaram desse nosso êxodo!
Amo nossa "Terra Prometida" – Igreja __________ (pastor, mui amado, ____________)!
Amo os pastores __________ e _______, que nos deram palavras robustecedoras (sic) e nos proporcionam cultos onde podíamos revigorar forças e suberfúgios (sic) para lutar!

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034


Para todos que têm interesse em aprofundar o estudo sobre o direito que os cristãos Têm de julgar ver esse link:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2011/05/o-cristao-pode-julgar.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.