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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MARCOS PERREIRA E A PREGAÇÃO DO MEDO


Reproduzimos abaixo uma reportagem publicada pela revista IstoÉ que trata das muitas histórias envolvendo o falso mestre Marcos Pereira. A reportagem apareceu na edição # 2284 de 23 de Agosto de 2013

REVISTA ISTOÉ

Marcos Pereira: A pregação do medo


O pastor Marcos Pereira, acusado de ser mandante de um assassinato, mesmo preso, continua pregando e coagindo seguidores

Preso desde maio em uma cela isolada do presídio de Bangu 9, no subúrbio do Rio de Janeiro, o pastor Marcos Pereira, 56 anos, continua falando para multidões. Com sua pregação exaltada, segue angariando convertidos na cadeia. Ergue as mãos para fora das grades e, em voz alta, comanda a reza, que é acompanhada por detentos em celas próximas. Pereira não usufrui do banho de sol junto dos outros presos porque se recusa a tirar a camisa, alegando motivos religiosos. Está mais magro e perdeu um dos dentes da frente. “Ele vai ser absolvido. Ofereceram dinheiro para as supostas vítimas”, diz Luiz Carlos da Silva Neto, advogado do pastor.

O pastor Marcos Pereira, fundador e líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (Adud), é acusado de uma série de crimes, como associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. Suspeito de ter praticado mais de 20 estupros contra mulheres, foi denunciado à polícia por oito delas, mas apenas dois dos casos viraram processos. Quatro prescreveram e outros dois ainda estão sendo investigados. Agora, surge uma nova acusação: uma testemunha disse à polícia que viu o assassinato da fiel Adelaide Nogueira dos Santos, 25 anos, em 2006, na Baixada Fluminense, e aponta Pereira como mandante. Adelaide foi estrangulada porque estaria preparando um dossiê contra o pastor. A testemunha acaba de pedir proteção policial. Ela reconheceu às autoridades que na época evitou apontá-lo como responsável por medo. Mas agora decidiu contar tudo o que sabe e responsabiliza Pereira pelo crime. Segundo a testemunha, que pede anonimato, “Adelaide citou orgias” e disse que Pereira “recebia de traficantes para fazer cultos”. A mãe da vítima, Amélia Pinheiro Batista, 65 anos, confirma as acusações e contou que foi vigiada por seguidores da igreja. Ela desconfia de um homem que bateu em sua porta pedindo comida, “mas esticou o pescoço” para olhar dentro de casa. “Era uma ameaça, tenho certeza.”

Amélia não é a única a se sentir ameaçada pelos fiéis seguidores do pastor Pereira. ISTOÉ entrevistou duas mulheres que dizem ter sido estupradas pelo pastor. Elas pediram para não ser identificadas. Uma sofreu represália após um depoimento: disse que um grupo tentou arrombar a porta de sua casa e foi impedido por vizinhos. Todos da família se mudaram para casa de parentes. “Pensei em entrar para o Programa de Proteção à Testemunha, mas desisti por causa das crianças, que seriam obrigadas a mudar de escola. Todo dia eu penso: ‘Hoje eu não morri, graças a Deus’”, conta. A outra testemunha, também sob anonimato, diz, igualmente, viver com medo. “Estava numa loja e um homem da igreja chegou perto do caixa e começou a armar uma confusão. Era para me intimidar”, afirma. Pereira foi acusado, junto com dois integrantes da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, Lúcio Oliveira Câmara Filho e Daniel Candeias da Silva, de coação a testemunhas. Mas, devido a erros de procedimento do Ministério Público, esse processo foi suspenso e aguarda, agora, o procurador-geral de Justiça do Estado, Marfan Vieira, encaminhar de novo a denúncia à Justiça. “Com todas as vítimas, o pastor usava de seu poder como líder religioso e fazia ameaças, caso elas viessem a acusá-lo”, diz a promotora Luciana Barbosa Delgado, que atua num dos processos. “Por esse motivo, não me surpreende que muitas desistam de testemunhar.”


TRAJETÓRIA
O pastor, que ficou famoso por converter bandidos, foi preso em maio.

Abaixo, a sede da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio

Nas contas do Ministério Público e do delegado titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), Márcio Dubugras, que comanda a maioria das investigações a respeito de Pereira, há dezenas de mulheres que teriam sido vítimas de abusos sexuais pelo pastor, algumas identificadas pelo primeiro nome ou por um apelido, mas que até hoje não depuseram. Uma peça-chave desapareceu: é a ex-mulher de Pereira, Ana Madureira da Silva, cuja família ignora seu paradeiro. Depois de declarar em depoimento a autoridades policiais e à Justiça que fora estuprada pelo pastor, Ana postou um vídeo no YouTube dizendo: “Meu marido não me estuprou” e atribuiu as acusações à “galhofada” da mídia.

Pereira se tornou famoso no Brasil por converter bandidos de alta periculosidade e ajudar a controlar rebeliões em presídios. Calcula-se que tenha dez mil seguidores. No ano passado, foi acusado por um ex-parceiro, o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, de ser “a maior mente criminosa do Rio e de estar por trás de um plano para matá-lo”. Segundo Júnior, o pastor teria dito a traficantes presos que ele seria o responsável por transferências de chefes de facções de penitenciárias, o que equivale a uma sentença de morte. Júnior vive sob escolta policial e luta para prosseguir com a ONG que teve a unidade do complexo do Alemão incendiada e a da Vila Cruzeiro metralhada. Após um ano e meio do início das investigações, Pereira ainda não foi julgado.

REVIDE
Amélia Batista, com a foto da filha Adelaide, morta em 2006. Testemunha diz que ela preparava um dossiê contra Pereira e por isso foi assassinada

A explicação para a demora é que há fatos que ocorreram há muitos anos e são de difícil encaminhamento, até pela desistência de parte das testemunhas. À ISTOÉ, o coordenador do AfroReggae aponta outra causa: um lobby da bancada evangélica da Câmara dos Deputados estaduais para libertar o líder religioso. “O que mais me surpreendeu não foi a reação do narcotráfico (com quem o pastor é acusado de estar associado), mas a do efetivo de parlamentares que o apóiam”, diz. “Quando fiz a denúncia contra o pastor, sabia que estaria atingindo um alvo muito poderoso. Já fui aconselhado até a sair do País, mas não saio nem volto atrás”, garante.

AGRESSÃO
José Júnior, do AfroReggae: ele denunciou o pastor e duas unidades da ONG foram atacadas

O delegado Dubugras apura o envolvimento do religioso também com o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e homicídios. “Ele demonstra ter relação íntima com os chefes do Comando Vermelho”, afirma. Numa conversa gravada com autorização da Justiça, em 10 de maio, na penitenciária de segurança máxima de Catanduvas (PR), os traficantes Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e Márcio Nepomuceno dos Santos, o Marcinho VP, lamentaram a prisão de Pereira e mandaram punir José Júnior, do AfroReggae. “Foi o Juninho que estava por trás disso. Tinha que mandar um salve lá para ele”, ordenou Beira-Mar. “Salve” significa ataque ou represália. Logo depois, as unidades da ONG foram incendiadas e metralhadas.


Para meditar:

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.

Apocalipse 21:8

Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

Apocalipse 22:15

Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

sábado, 25 de maio de 2013

FALSO MESTRE MARCOS PEREIRA VAI PARA A PRISÃO



FALSO MESTRE MARCOS PEREIRA VAI PARA A PRISÃO

De acordo com a notícia publicada pela revista Veja, que reproduzimos abaixo, um verdadeiro império de terror findou com a prisão do falso mestre Marcos Pereira. Felizmente esse foi um reinado que desabou e como já temos falado, muitas vezes aqui nesse blog, outros falsos mestres não perdem por esperar o juízo de deus sobre suas vidas, caso não se arrependam e mudem de rumo.

O artigo que reproduzimos abaixo foi publicado na coluna assinada pelo jornalista Ricardo Setti, e reproduz a matéria publicada na edição impressa da Revista Veja numa reportagem feita por Leslie Leitão.

Pastor Marcos Pereira
Fim dos dias de glória do pastor evangélico Marcos Pereira. Acusado de estuprar fiéis, acobertar criminosos e até mandar matar, ele enfim está preso

Marcos Pereira com Roupas de Presidiário


Reportagem de Leslie Leitão, publicada em edição impressa 

de VEJA

MERGULHO NAS TREVAS

Os dias de glória do pastor-celebridade Marcos Pereira chegaram ao fim. Acusado de estuprar fiéis, acobertar criminosos e até mandar matar, ele enfim está preso

A desenvoltura com que o pastor carioca Marcos Pereira, 56 anos, transitava entre poderosos, artistas e ongueiros fez dele uma celebridade da fé. Um vasto rol de políticos já se deixou fotografar ao lado do influente pastor – até mesmo um abraço da presidente Dilma Rous­seff ele recebeu, em homenagem no Senado ao Dia Internacional da Mulher, em 2012.

Mas os dias de glória à frente da igreja pentecostal Assembleia de Deus dos Últimos Dias, que atraiu por duas décadas gente de toda parte à Baixada Fluminense, chegaram ao fim. E as razões são de arrepiar. Na semana passada, Pereira teve a prisão decretada pelo estupro de duas fiéis cujos escabrosos relatos lançam por terra a aura de bom religioso cuidadosamente construída.

A polícia sabe que essa é apenas a ponta de uma trama que vitimou muito mais gente e envolve uma gama de crimes bem maior. Suspeito de duas dezenas de outros estupros, o pastor é investigado ainda por seus elos escusos com traficantes (os mesmos que dizia “curar”), lavagem de dinheiro e pelo assassinato de três pessoas que, já está claro, queriam pôr abaixo o templo do terror.

Poucos conhecem tão a fundo o reinado de Marcos Pereira quanto um ex-faz-tudo que passou uma década sob suas asas e deixou a igreja há um ano. Para a polícia, é considerado testemunha-chave por ter sido, ele próprio, o braço operacional de algumas das atrocidades do chefe. Ele falou com exclusividade a VEJA.

Conta que várias vezes, a mando de Pereira, acobertou marginais que procuravam asilo na igreja. “Já escondi até pistola e fuzil dentro de uma guitarra usada no culto”, diz o ex-auxiliar, que também fazia o meio de campo com estelionatários para conseguir RGs falsos para a bandidagem em sua rota de fuga. Ele lembra o preço: 3.000 reais cada um.
Seu depoimento revolve ainda outro lamaçal que está na mira da investigação. O ex-ajudante afirma que o pastor foi chantageado por dois fiéis que diziam ter em mãos um vídeo com uma das orgias que ele organizava (dentro e fora da igreja).

Assim a testemunha narra os fatos: fora de si, o pastor encomendou a morte dos dois, que tiveram o corpo queimado e enterrado em um morro vizinho à fazenda de recuperação de drogados da igreja em Tinguá, no município de Nova Iguaçu.

A polícia está atenta aos padrões em comum entre esses e outro assassinato, também de uma ex-fiel. A mãe da moça confirmou: a filha tinha, sim, gravações e documentos contra Pereira. Dois integrantes da igreja e um sobrinho do pastor já foram condenados por esse crime.

O ponto de partida da investigação – trazida à luz por VEJA em março de 2012 – foi uma denúncia do coordenador da ONG AfroReggae, José Junior, que fora informado por gente da confiança do pastor sobre um plano para eliminá-lo. Abriu-se aí uma fresta para muitos outros depoimentos que escancararam os horrores na igreja. As semelhanças entre eles chamam atenção.

Ver a denúncia de José Júnior aqui: 

As seis mulheres que denunciam estupros contam que, primeiro, o pastor tentava persuadi-las. “Esbravejava que eu estava possuída pelo demônio e que só o sexo com alguém puro como ele me libertaria”, lembra T.R., 40 anos, que ao recusar as investidas se tornava alvo de fúria. “Ele xingava, humilhava, batia. Eu morria de medo e vergonha de abrir a boca.”

Como tantas outras – inclusive menores de idade -, a moça morava na igreja, onde vivia sob a ditadura de Pereira.

Em seu receituário de trevas, são proibidos refrigerante, remédio e TV (apesar de ele ter um telão no gabinete). Para as mulheres, só túnicas.

A VEJA, um cinegrafista contratado pelo pastor revela que muito do que se via nos espetaculares cultos era só teatro. Ele conta: “O pastor dava dinheiro para gente pobre comprar droga e me mandava filmá-las em degradação. Depois, fazia a encenação da cura na igreja”.

Entre as fiéis, Pereira tinha suas preferidas. “Funcionava na igreja uma espécie de harém, onde quatro mulheres mantinham o status de esposa”, diz o diretor da Delegacia de Combate às Drogas Marcio Dubugras. Ele promovia as orgias também em um apartamento em Copacabana, avaliado em 8 milhões de reais. Faz parte dos dezessete imóveis que a polícia suspeita terem sido usados para lavar dinheiro do crime.

Na terça-feira, dia 7, Pereira seguia para uma de suas farras quando seu carro foi interceptado. Fez cara de deboche, achando que logo seria liberado. Não foi. A polícia conduziu o pastor para o presídio Bangu 2, onde ele teve de trocar o terno italiano trazido da Flórida pelo uniforme dos detentos.

A reportagem original da VEJA pode ser vista aqui:


Mesmo assim, existem aqueles, também poderosos entre os evangélicos que defendem o falso mestre connforme outra reportagem de VEJA que reproduzimos abaixo:

Marco Feliciano e Marcos Pereira

Marco Feliciano e os amigos poderosos do pastor Marcos Pereira

Polícia Civil afirma que deputado do PSC passou a segunda-feira reunido com o líder evangélico preso por estupro no Rio. Lista de amizades inclui ainda Anthony Garotinho, Alvaro Dias, Marlene Mattos e o ex-pagodeiro Waguinho.

A lista de amigos influentes do pastor Marcos Pereira, preso por estupro na noite de terça-feira, é extensa e vai bem além dos templos da Baixada Fluminense. Desde a última quinta-feira, quando foram expedidos os mandados de prisão pela Justiça do Rio, policiais da Delegacia Especial de Combate às Drogas (DCOD) monitoraram os passos do pastor. De acordo com o delegado Márcio Mendonça, ao longo de toda a última segunda-feira Marcos Pereira ficou dentro de um templo em São João de Meriti na companhia de outro pastor ilustre: o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e alçado à fama tanto por suas declarações como pelas reações destemperadas que as frases causaram.

Na noite em que foi preso, Pereira imediatamente telefonou para amigos influentes – entre eles alguns deputados da bancada do Rio. Chamou também fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), para protestar contra sua prisão. Pelo menos um deputado atendeu prontamente ao chamado: o deputado Geraldo Pudim, do PR fluminense, aliado e braço direito do deputado e ex-governador Anthony Garotinho, foi à delegacia ainda de madrugada.

A influência de Pereira sobre traficantes e o domínio que exerce em áreas controladas pelo tráfico na Baixada Fluminense sempre intrigaram quem acompanha de perto os dois assuntos - política e criminalidade. Nunca havia se provado, no entanto, que ele tenha ido além do papel de líder religioso. Em março do ano passado, no entanto, VEJA tornou públicas as acusações formais contra ele, em uma reportagem que detalha inquéritos por estupro e a relação próxima com traficantes. Há mais de um ano, portanto, quem se aproxima de Pereira tem noção exata das acusações que pesam contra ele.

Um vídeo publicado no Youtube mostra Marco Feliciano, em 19 de fevereiro deste ano, fazendo uma defesa de Marcos Pereira na tribuna da Câmara dos Deputados. Para Feliciano, Pereira e Silas Malafaia sofrem perseguição de órgãos da imprensa.

Ver esse vídeo aqui:

Em outro vídeo, Feliciano é ovacionado em uma pregação para fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, corrente comandada por Marcos Pereira. Feliciano relata, em um dos vídeos, ter ficado impressionado com o poder de Pereira de salvar jovens do tráfico e das cracolândias. Ele relata ter estado com o pastor no carnaval, em uma fazenda onde estavam reunidos 500 jovens.

A diferença entre os dois personagens defendidos por Feliciano é bastante clara: um enfrenta reações por suas opiniões, e, como o próprio presidente da Comissão de Direitos Humanos, torna-se alvo sempre que - usando sua liberdade de expressão - manifesta-se contra o casamento gay e outros temas. Já Pereira entrou na mira da polícia por algo que nada tem a ver com liberdade ou religião: é acusado de crimes gravíssimos, como abuso sexual - que motivou a prisão - e homicídio, ainda em investigação.

Os pedidos de prisão preventiva foram expedidos este mês em função de dois depoimentos prestados por vítimas em abril, o que embasou a necessidade de manter o acusado em detenção.
O artigo original da veja pode ser visto aqui:
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Silas Malafaia

Fala Malafaia
De acordo com o site Genizah o falso mestre Silas Malafaia também saiu em defesa de Marcos Pereira. Segue citação do Genizah que pode ser vista no original aqui:


“Quer dizer que se um pastor errar todos são errados? Claro que não”, afirmou o suposto representante dos evangélicos no Brasil.

“Um gay em Santa Catarina abusava de crianças há anos, a imprensa mal falou do caso, vamos ver quantos dias vão falar do caso do pastor. Pode algum pastor falhar, errar a igreja de Jesus é invencível, vai continuar crescendo. Nossa fé não esta baseada em homens, e sim, em Deus”.

“Como posso acusar ou defender alguém se não tenho domínio dos fatos? Não sou criança nem irresponsável. Sou vítima de calúnias, não vou cair nessa. Não julgo nem defendo ninguém pelo que a imprensa diz, conheço o jogo perverso de interesses escusos que estão por trás...você que é massa de manobra da opinião publica, e nos chama de ignorantes”, disparou.

Silas Malafaia escreveu um artigo sobre o caso onde declara. “Com que intenção a prisão do pastor foi feita em plena Via Dutra, e com repórteres já presentes? Mesmo não tendo domínio de todos os fatos, o Verdade Gospel e o Pr. Silas Malafaia, mediante aos fatos mencionados aqui, acham estranhíssimo a prisão do Pr. Marcos Pereira”.

Para meditar:
Isaías 5:20 

Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!

Mateus 10:26—34 

26 Portanto, não os temais; pois nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido.

27 O que vos digo às escuras, dizei-o a plena luz; e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o dos eirados.

28 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.

29 Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai.

30 E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.

31 Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.

32 Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus;

33 mas aquele que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus.

34 Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.

Pessoas incrédulas estão revoltadas com esses que se atrevem a defender um suposto criminoso. O controlador da rádio onde faço um programa semanal estava me falando de seu aborrecimento de ver pessoas dizendo-se “crentes e até mesmo pastores” saindo em defesa de um “cara” como esse. Esses sim são os verdadeiros causadores de escândalos e não os blogueiros que escrevem denunciando toda essa podre hipocrisia.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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