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sexta-feira, 1 de maio de 2015

PADRE FÁBIO DE MELO PEDE DESCULPAS POR FRASE DITA EM PROGRAMA DE TV



Palavras de Padre Fábio de Melo

Queridos amigos,

Em virtude da polêmica que envolveu minha fidelidade à Ortodoxia Católica, venho esclarecer alguns pontos.

Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Sou Mestre em Teologia Dogmática e zelo muito para que minha pregação esteja de acordo com os ensinamentos da Igreja. Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé.

A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.

O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou "O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus..." (LG 3).

Presente em mistério. Isto é, cabe a nós, membros deste corpo, apressar a sua chegada. A Igreja é triunfante, mas também é peregrina, penitente, pois que carrega em sua carne a fragilidade de seus membros.

Sim, a Igreja é santa, mas comporta em seu seio os pecadores que somos nós. E por isso dizemos, também com o perigo da imprecisão teológica: “A Igreja é Santa e pecadora”. Bento XVI sugeriu modificar a expressão. “A Igreja é Santa, mas há pecado na Igreja”. Notem que ele salvaguarda a santidade na essência.

Mas o pecado existe na Igreja. Por isto rezamos nas liturgias diárias pelo Santo Padre, pelos bispos, pelo clero, pelo povo de Deus. Clamamos por purificação, luzes em nossas decisões, pois sabemos que é missão do Espírito encaminhar na terra a Igreja que ainda não é Reino de Deus (porque maculada pelos nossos pecados), e que ao Cristo damos diariamente. Mas nós caminhamos na esperança. Sabemos que um dia todas as partes do corpo estarão agindo em perfeita harmonia com a cabeça. Seremos a “Jerusalém Celeste”.

Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos. Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.

Repito. Eu não nego nem neguei a definição dogmática expressa na Lumem Gentium, Número 5.

“O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demônios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).”

E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.”

Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.

Com minha benção,

Padre Fábio de Melo.

O artigo original do Padre Fábio de Melo poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

O padre Fábio de Melo é um homem cheio de contradições. Essa não foi a primeira nem a última declaração controversa que fez.

Na própria carta em que procura se justificar ele apresenta uma dicotomia inaceitável e pecaminosa: trata-se da ideia de que podemos falar de certo modo em sala de aula, mas diante do povo devemos falar de outro modo. Ora isso tem nome e sobrenome: por um lado trata-se de grossa hipocrisia e por outro do velho casuísmo tão ao gosto do clero católico romano onde os fins justificam os meios.

Vamos esperar o próximo passo de padre Fábio, enquanto ele procura conciliar suas contradições.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

domingo, 9 de março de 2014

PADRE FÁBIO DE MELO RESPONDE AOS QUE PEDEM SUA CABEÇA




O padre Fábio de Melo publicou em seu site oficial a seguinte nota com relação ao pedido do seu afastamento que foi motivo de uma artigo nosso que poderá ser visto por meio desse link aqui:


Segue a resposta do padre Fábio de Melo.

Queridos amigos,

Em virtude da polêmica que envolveu minha fidelidade à Ortodoxia Católica, venho esclarecer alguns pontos.

Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Sou Mestre em Teologia Dogmática e zelo muito para que minha pregação esteja de acordo com os ensinamentos da Igreja. Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé.

A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.

O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou “O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus…” (LG 3).

Presente em mistério. Isto é, cabe a nós, membros deste corpo, apressar a sua chegada. A Igreja é triunfante, mas também é peregrina, penitente, pois que carrega em sua carne a fragilidade de seus membros.

Sim, a Igreja é santa, mas comporta em seu seio os pecadores que somos nós. E por isso dizemos, também com o perigo da imprecisão teológica: “A Igreja é Santa e pecadora”. Bento XVI sugeriu modificar a expressão. “A Igreja é Santa, mas há pecado na Igreja”. Notem que ele salvaguarda a santidade na essência.

Mas o pecado existe na Igreja. Por isto rezamos nas liturgias diárias pelo Santo Padre, pelos bispos, pelo clero, pelo povo de Deus. Clamamos por purificação, luzes em nossas decisões, pois sabemos que é missão do Espírito encaminhar na terra a Igreja que ainda não é Reino de Deus (porque maculada pelos nossos pecados), e que ao Cristo damos diariamente. Mas nós caminhamos na esperança. Sabemos que um dia todas as partes do corpo estarão agindo em perfeita harmonia com a cabeça. Seremos a “Jerusalém Celeste”.

Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos. Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.

Repito. Eu não nego nem neguei a definição dogmática expressa na Lumem Gentium, Número 5.

“O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demônios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).”

E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.”

Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.

Com minha benção,

Padre Fábio de Melo.

A resposta original do Padre Fábio de Melo poderá ser vista no seu original por meio desse link aqui:


Como podemos notar, o Padre Fábio de Melo continua e deseja continuar atrelado à sua igreja, apesar de Ester buscando um novo modelo para a mesma, com menos idolatria, especialmente aquela volta para Maria e mais devoção ao Senhor Jesus.

Como Lutero no início da Reforma, o padre Melo não deseja nem tem a intenção de abandonar ou de sair de sua igreja. O mesmo aconteceu com Lutero até ele entender que sua insistência ira terminar com sua execução com herege. Felizmente nos dias de hoje essa possibilidade não existe mais, apesar de alguns católicos desejarem que aqueles “bons tempos” voltassem. Caso isso acontecesse eles já teriam um forte candidato: o padre Fábio de Melo.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO PADRE FABIO DE MELO

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/02/padre-fabio-de-melo-pedido-seu.html

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/01/padre-fabio-de-melo-propoe-uma-mudanca.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Padre Fábio de Melo: Pedido Seu Afastamento

Direção da Emissora Canção Nova em Cachoeira Paulista: Afastamento do Padre Fábio de Melo do Programa Direção Espiritual
O padre Fábio de Melo está sendo acusado de cometer heresia e um grupo de católicos está pedindo seu afastamento do programa Direção Espiritual da Rede Canção Nova.

A acusação está baseada em certas afirmações do padre Fábio que tivemos a oportunidade de ver e comentar em um de nossos artigos, o qual poderá ser visto por meio desse link aqui:


Segue a carta publicada no site da AVAAZ.org

Direção da Emissora Canção Nova em Cachoeira Paulista: Afastamento do Padre Fábio de Melo do Programa Direção Espiritual

Por que isto é importante

Tendo em vista grandes heresias ditas pelo padre Fabio de Melo, cremos que ele, não obstante tenha um curriculum acadêmico brilhante, não tenha qualificação para dar direção espiritual.

Fundamentando o pedido:

Padre Fábio de Melo nega a natureza divina da Igreja, dizendo que Cristo queria implantar o Reino de Deus na Terra. Isso é Teologia da LIbertação já condenada pela Sé Apostólica, com a nuança de que a Igreja foi criação de homens e não de Cristo, Literalmente o padre disse:

"Jesus não queria a Igreja, queria o Reino de Deus, mas a Igreja foi o que conseguimos dar a Ele".

Ele também relativiza a presença real de Cristo na Eucaristia, dizendo que:

"O que é a presença real?[ ...] O pão e o vinho somente? Não.”

A presença real de Cristo é apenas na Eucaristia, sem embargo à onipresença de Cristo, no entanto, corpo, alma e divindade de Cristo estão presentes apenas na Eucaristia.

O Código de Direito Canônico condena essa relativização com pena máxima:

884. Cân. 2. Se alguém disser que no sacrossanto sacramento da Eucaristia fica a substância do pão e do vinho juntamente com o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo; e negar aquela admirável e singular conversão de toda a substância de pão no corpo, e de toda a substância do vinho no sangue, ficando apenas as espécies de pão e de vinho, que a Igreja com suma propriedade (aptissime) chama de transubstanciação — seja excomungado [cfr. n° 877].

Também faz apologia ao Socialismo, como na entrevista ao Instituto Humanitas Unisino:

“A proposta de Jesus é socialista, né? O socialismo tem sido mal interpretado. Bem aplicada, sem os exageros da antiga União Soviética, a proposta socialista só edifica.”

Ocorre que desde Pio X, passando por Leão XII, PIo XII, Paulo VI, João XXIII, dentre outros, o comunismo e Socialismo sempre foram doutrinas condenadas, de modo que João XXIII disse que ao católico não é admitido "nem o socialismo moderado".

Outro ponto que merece ser observado é a falta de zelo pelo sacerdócio, de modo que, tanto em apresentações, quanto no dia-a-dia, quanto em programas de TV, o sacerdote não usa vestes clericais. Ocorre que é norma disciplinar que obriga o sacerdote a se vestir de forma diferente da dos leigos, utilizando a batina, ou camisa com colarinho romano, sendo utilizado o clergyman em qualquer situação. Não é norma facultativa, mas obrigatória a utilização de roupa distinta da que os leigos utilizam. Isso não é observado e é pregado abertamente que "o hábito não faz o monge", mas a falta de clergyman, com certeza, faz um sacerdote desobediente.

Enfim, por todos os danos causados à Igreja, pregando abertamente a Teologia da LIbertação, necessário que seja afastado do programa Direção Espiritual, bem como cesse de pregar o que a Igreja não ensina, permitir o que a Igreja proíbe, voltando à plena comunhão com o Papa, com os bispos do mundo inteiro, fazendo aquilo que a Igreja do mundo todo faz.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Nosso ponto de vista.

1. Pelo que pudemos notar a carta enviada via a organização Avaaz para direção da canção nova se apega a picuinhas e e prováveis, mal entendidos, e deixa de lado as pesadas e poderosas palavras de padre Melo que podem ser vista no link na parte superior do nosso artigo.

No vídeo o padre Melo: se diz com medo de o cristianismo ser “nivelado por baixo” no país e “a devoção Mariana fora do seu lugar, tomando o lugar o Cristo”. Ele fez um apelo para a mudança de mentalidade, asseverando: “É Jesus que nos salva. É Jesus que nos resgata. É Cristo que nos liberta”.

Nenhuma palavra à sua clara condenação ao fato de Maria estar cada vez, mais e mais ocupando o lugar que pertencer exclusivamente a Cristo é mencionada, porque os missivistas sabem que é, exatamente aí que mora o maior problema dessa falsa religião centrada em Maria.

Pobre Igreja Católica Apostólica Romana:

1. Depois de abandonar as Escrituras Sagradas;

2. De inventar um monte de tolices, inclusive sobre Maria que se tornou, praticamente, na quarta pessoa da “Trindade”;

3. Se vê agora metida em um cipoal que para muitos é inaceitável e temos plena certeza que o padre Melo é apenas mais um no meio de uma multidão silenciosa, mas que pensa da mesma forma. Essas são pessoas que, como o padre Melo, amam sua religião e sua igreja, mas precisamos orar para que se libertem dos grilhões que os têm escravizados por longos séculos.

PARA MEDITAR:

João 8:36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/02/padre-fabio-de-melo-pedido-seu.html






































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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

PADRE FÁBIO DE MELO PROPÕE MENOS MARIOLATRIA E MAIS CRISTO


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O padre Fábio de Melo em uma prédica expressou sua preocupação com os seguintes temas:

1. O cristianismo sendo nivelado por Baixo.

2. O cristianismo sendo reduzido a medalhinhas

3. Devoções vazias.

4. Excessos nas devoções marianas.

5. Maria deslocando a Cristo para ocupar o lugar dele.

6. Cristianismo sem Cristo.

7. Etc.

Depois ele afirma, de forma categórica, como um Lutero do século XXI, o seguinte:

1. É Cristo que nos salva.

2. É Cristo que nos resgata.

3. É Cristo que nos liberta.

Essas afirmações nos chamam a atenção porque muitos pastores chamados evangélicos dos nossos dias não sabem o significado dessas palavras e nunca experimentaram a realidade das mesmas.


Papa Francisco I deixa flores para "Maria" na Basílica de Roma diante do Altar dde "Santa Maria Maior"

Até onde o padre Fábio conseguirá chegar? Temos que perguntar isso porque a Igreja Católica Apostólica Romana é governada por um mariólatra — Francisco I — o qual, quando esteve no Brasil pediu aos padres redentoristas, que controlam o santuário em Aparecida do Norte, um encontro privado de 30 minutos com a imagem da Senhora Aparecida! Quanta bobagem e quanta idolatria. É como diz o padre Fábio: “Maria está ocupando o lugar de Cristo, e isso cada vez mais”. Uma verdadeira desgraça em nossa opinião.

Papa Francisco I beijando a imagem da Senhora Aparecida

Toda vez que vemos alguém se levantando a favor da verdade sabemos que o mesmo está sendo movido pelo Espírito de Deus e, por isso oramos a favor do padre Fábio para que tenha seus olhos abertos por completo e seja usado por Deus da maneira como o Senhor achar melhor.

Para todos que querem ver e ouvir o padre Fábio de Melo fazer todas essas afirmações nós convidamos para que assistam ao vídeo que pode ser acessado por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA




































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2010/12/anglicanos-sucumbem-aos-apelos-da.html

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sábado, 14 de abril de 2012

UNIÃO DE CATÓLICOS E EVANGÉLICOS SEGUE FIRME.


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Uma das coisas mais inacreditáveis que podemos observar nesses últimos dias é como algumas situações têm favorecido bastante a união de católicos e evangélicos.

Estamos falando especialmente de temas comuns como o aborto, o uso de embriões, direitos de gays, entre outros.

Já tivemos a oportunidade de discorrer acerca dos perigos que isso representa para o povo de Deus, pois como diz o apóstolo Paulo –

2 Coríntios 6:14 – 7:1

14 Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?

15 Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?

16 Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

17 Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei,

18 serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.

1 Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.

Não é necessário gastarmos muito tempo repetindo o que já dissemos em outros artigos, porque os próprios leitores podem acessar os mesmos através dos seguintes links:





Agora, provando mais uma vez, que não existe mesmo nenhuma diferença entre evangélicos pentecostais e católicos romanos nós vemos, com grande pesar, a participação dos cantores evangélicos pentecostais Regis Danese e Damaris Alvez Bezerra no programa da Xuxa, em plena Rede Globo – alô, pastor Silas Malafaia? – unindo-se no mesmo palco para cantar o mega sucesso de Regis – Faz um milagre em mim – juntamente com os padres Fábio de Melo e Marcelo Rossi.

Para os que quiserem ver o quarteto cantando “Faz um Milagre em Mim” a pedido da apresentadora Xuxa, basta seguir esse link:


Ora, a pergunta que fica é: diante da apresentadora Xuxa, notória esotérica, dos padres católicos e dos cantores evangélicos pentecostais, para quem, estava sendo levantada aquela cantoria, já que nos recusamos, terminantemente, de qualificar a mesma como louvor? Ora, nós sabemos que não podemos adorar a Deus de qualquer maneira como queremos e sim obedecendo fielmente os parâmetros estabelecidos pelo próprio Deus.

Um desses parâmetros é que o adorador seja crente verdadeiro e adore o Pai em Espírito e em verdade. Seria esse o caso da esotérica e vidente de duendes Xuxa ou dos padres idólatras representantes do catolicismo romano? Seria esse o caso de Regis Danese e de Damaris Alvez Bezerra ou os mesmos estão apenas interessados em faturar ao comparecer em tão degradante canal de televisão? E ainda mais, no programa de uma mulher que canta acerca de Jesus e ao mesmo tempo reproduz com a mão os “chifres do Diabo” como pode ser visto no link abaixo:


Bando de tolinhos, pois acham que conseguem mesmo zombar de Deus, enquanto enganam os incautos dando a impressão que adoração ao diabo, igreja católica e evangélicos pentecostais são tudo uma mesma coisa. Bem, talvez nesse caso seja mesmo. Mas o que a Bíblia diz?

Gálatas 6:7-8

7 Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.

8 Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna.

Que Deus possa se compadecer de nós que temos que conviver e aturar essa geração de debochadores e zombadores. E que possa abençoar a todos seus filhos verdadeiros.

Alexandros Meimaridis

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