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terça-feira, 11 de março de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 025 - JESUS VERSUS PRÁTICAS RELIGIOSAS

Concepção artística de Jesus debatendo com os fariseus

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.



Lição 025 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões (22).


F. Como Interpretar os Evangelhos de Forma Independente das Religiões — Continuação.


Alfabeto em Aramaico

Todas as vezes que nos aproximamos do texto bíblico, nós precisamos estar cientes do fato de que estamos lendo um material que foi escrito há aproximadamente dois mil anos. Além disso, o material que estamos lendo não foi sequer escrito em português e sim em outra língua. No caso da literatura da Nova Aliança, a mesma foi escrita em um tipo de grego chamado de “koiné” — grego comum falado pela maioria dos habitantes do Império Romano — e que é distinto do grego “clássico” – de Platão, Xenofontes e Heródoto — bem como do grego moderno — o grego que se fala atualmente na Grécia. Por esses motivos, devemos sempre considerar, de maneira apropriada, a necessidade que temos de levar em conta estes fatores. Caso contrário, corremos o risco de cometer graves injustiças contra o próprio texto.


Alfabeto em Hebraico '

 
Alfabeto em Grego Koiné

Mas nossos problemas não se limitam às questões do texto em si. Torna-se necessário tentarmos entender também, o contexto em que os fatos que estão narrados na literatura da Nova Aliança ocorreram. Estudiosos alemães se referiram a este contexto usando a expressão “sitz in leben”. Esta expressão passou a ser adotada por todos os estudiosos da Bíblia, que desejam entender, da melhor maneira possível, o “ambiente” em que Jesus viveu e proferiu suas palavras. Nós também devemos nos empenhar por estabelecer, de maneira mais independente possível, o contexto que envolvia a pessoa do Senhor Jesus durante os anos de Sua vida, como registrados nas páginas da Bíblia. Entre estes nós podemos destacar:

1. O contexto histórico.

2. O contexto político.

3. O contexto cultural.

4. O contexto racial.

5. O contexto social.

6. O contexto econômico.
7. O contexto geográfico.

8. O contexto religioso.

Mas mesmo com todos estes estudos nossa compreensão ainda será limitada. Todavia, mesmo que nosso entendimento nunca consiga absorver todas as complexidades e detalhes daquilo que estamos estudando, ainda assim devemos tentar fazê-lo, envidando nossos melhores esforços.

Nesta série de estudos que pretendemos continuar fazendo é nosso objetivo tentar compreender, da melhor maneira possível, como a autorrevelação de Deus, na pessoa de Jesus Cristo, confrontou as religiões daqueles dias e como continua confrontando todas as práticas religiosas, vinte séculos depois. Nosso foco estará centrado no confronto que, percebemos de maneira clara, existiu entre o Senhor Jesus e os religiosos daqueles dias. O autor espera poder comprovar que as práticas religiosas dos judeus do primeiro século da Era Cristã eram exatamente iguais às tendências religiosas que encontramos nos dias de hoje, incluindo-se aí as nossas próprias. Como os judeus dos dias de Jesus, nós também iremos ser diretamente confrontados pelas palavras do Senhor. É inútil tentar escapar. Somente a atitude voluntária de não ler a Bíblia pode evitar o confronto que nos aguarda. Mas se nos mantivermos firmes no curso traçado, não será difícil percebermos:

Creer
Líderes religiosos dos dias de Jesus

1. A multiplicidade de interpretações religiosas que têm sido impostas sobre os textos bíblicos durante a passagem dos séculos.

2. As falácias que, de forma contínua, são confrontadas e expostas como completamente absurdas e ridículas pelas verdades que encontramos nas páginas da Bíblia.

3. A constante onda de idiotices inventadas pelos líderes religiosos que se evaporam ao serem confrontadas com as palavras e a sabedoria eternas de Jesus.

4. A escravidão a que temos sido muitas vezes reduzidos através das práticas religiosas e diante da quais torna-se imperativo ouvir as palavras do Senhor Jesus, quando disse: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres – João 8:36”. 

Acima de tudo, porém, desejamos compreender o significado da revelação do próprio Deus, através da pessoa de Jesus. Tal compreensão, como iremos ver, irá conflitar com muitas práticas a que estamos acostumados; irá também nos confundir com respeito a inúmeras idéias erradas que estão profundamente arraigadas em nós. Além, é claro, de nos confrontar diretamente no que diz respeito às nossas práticas religiosas.

O apóstolo Paulo escrevendo ao irmão Timóteo deixa bem claro que existe somente um Deus e somente um mediador entre Deus e os homens. E este mediador não é outro senão o próprio Senhor Jesus Cristo — ver 1 Timóteo 2:5. Mas apesar de ser este poderoso, único e exclusivo mediador, Jesus, ainda assim, se esvaziou completamente de suas prerrogativas divinas — especialmente as de soberania e independência — para viver de forma humilde e dependente, sob a direção e vontade soberana do Pai mediante a presença do Espírito Santo em Sua vida. Em nenhum momento desse Seu esvaziamento Jesus deixou de ser Deus, mas ele também não era nada mais do que um ser humano. Como Deus encarnado em forma humana — ver João 1:1—3 e 14 — Jesus podia “funcionar” como Deus, bem como um ser humano. Como iremos ver no nosso estudo dos evangelhos, o Senhor Jesus optou, de forma sistemática, agir com sua natureza humana em vez de lançar mão da natureza divina.

Mas mesmo como ser humano, ainda assim, Jesus era completa e radicalmente diferente de todas as pessoas com as quais conviveu. Desde a mais remota antiguidade os homens aprendem, logo cedo em suas vidas, acerca da importância de se conformarem com o grupo no meio do qual habitam. Quando adultos chegamos a compreender que esta conformação assume a medida exata de tudo o que é “verdadeiro e virtuoso”. Mas estas verdades e virtudes não estão baseadas em um parâmetro eterno, como a Palavra de Deus, por exemplo. São invencionices humanas, parâmetros humanos, verdades humanas. É em um contexto como esse que o Senhor Jesus se manifesta. O imenso conhecimento dos escribas não lhe causava a menor impressão. A radical adesão dos fariseus à tradição dos anciãos era vista por Jesus não como algo digno de ser imitado e sim como algo completamente reprovável. Para Jesus, que encarnava a própria verdade, nenhuma tradição era sacra demais para ser questionada; nenhuma autoridade era elevada demais para não ser questionada e contradita; nenhuma norma estabelecida estava imune a ser revista.

Quando olhamos para o Jesus que os evangelhos nos apresentam não temos como não ficar admirados diante do fato de que Ele era um homem livre do sentimento de medo. Seus opositores, mesmo tendo o poder de mandar prendê-lo e até de condená-lo à morte não lhe infundiam o menor temor. O destemor demonstrado por Jesus é uma clara indicação que Ele não tinha medo nem de escandalizar as pessoas nem de prejudicar Sua reputação. Ao associar-se com pessoas de reputação duvidosa — prostitutas, coletores de impostos e o populacho mais simples — Jesus se colocava no centro da tormenta e as pessoas de “boa reputação” não aceitavam aquele mestre que parecia muito permissivo para o gosto daquela época. Logo, logo Jesus ganhou uma reputação nada recomendável — ver

Lucas 7:33—34

33 Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio!

34 Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/04/estudo-da-vida-de-jesus-parte-1-estudo.html


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO

002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4

003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 030 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 004 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 002

005 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 031 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 005 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 003

006 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 032 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 006 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 004

007A — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033A — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007A — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJADE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.

007B — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033B — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005B — A DIVINDADE DE JESUS E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

007C — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033C — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007C — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005C — A DIVINDADE DE JESUS E OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

007D — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 033D — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007D — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 005D — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 001

007E — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 033E — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007E — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 007E — A DIVINDADE DE JESUS E  IGREJA CATÓLICA APÓSTÓLICA ROMANA — PARTE 002

008 — Estudos na Vida de Jesus — PARTE 002 — ESTUDO 034 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 008 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 008 — A DIVINDADE DE JESUS COMO APRESENTADA PELO EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 001

009 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 035 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 009 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002

010 — Estudos da Vida de Jesus – PARTE 2 – ESTUDO 036 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 010 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003

011 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 037 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 011 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 011 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 004

012 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 038 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 012 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 012 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 005

013 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 039 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 013 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 013 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 006

014 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 040 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 014 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 014 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 007

015 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 041 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 015 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 015 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 008

016 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 042 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 016 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 016 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 009

017 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 043 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 017 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 017 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 010

018 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 044 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 018 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 018 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 011

019 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 045 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 019 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 019 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012

020 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 046 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 020 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013

021 — ESTUDO DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 — ESTUDO 047 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 021 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 021 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS - ESTUDO 022 - GÁLATAS 5:25-26 - NÃO PROVOQUEIS UNS AOS OUTROS


Resultado de imagem para SÓ PARA PROVOCAR 

Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Texto: Gálatas 5:25—26  
I
Introdução.

·       No meio da comunhão cristã existem poucas coisas que possuem tanta penetração como o orgulho humano.

·       Em Romanos 12:3 Paulo diz: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.

·       O Propósito desta admoestação:

Ø  Não era fazer com que os cristãos se rebaixassem e se considerassem inúteis.

Ø  Era fazer com que cada cristão pudesse considerar, diante de Deus, o dom ou dons que possuía e, como melhor usar estes mesmos dons na edificação e para o benefício de toda a Igreja que é o Corpo de Cristo. E fazer isto, com verdadeiro contentamento e gratidão.
·    Agora, todas as vezes que um cristão superestima a si mesmo e tenta ser algo que ele realmente não é, o Corpo de Cristo está destinado a sofrer. Muitas das dificuldades que enfrentamos no dia a dia da comunidade têm muito a ver com estes sentimentos de orgulho e atitudes de superioridade que são percebidas, de modo fácil, por todas as pessoas.

·       As igrejas espalhadas pela região da Galácia estavam sofrendo de muitos males: divisão, conflitos e muitas angústias por causa de falsos mestres e falsos irmãos que estavam compelindo os cristãos a aceitarem a circuncisão e a guardar a Lei de Moisés.

·       Para Paulo esta situação era inaceitável. Ele sabia que o interesses daquelas pessoas que estavam ensinando aquilo que era errado, tinha um único propósito: “Todos os que querem ostentar-se na carne, esses vos constrangem a vos circuncidardes, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Pois nem mesmo aqueles que se deixam circuncidar guardam a lei; antes, querem que vos circuncideis, para se gloriarem na vossa carne – Gálatas 6:12—13.

·       Paulo não teve dúvidas em apontar o dedo para estes falsos mestres e falsos irmãos cheios de vanglória e advertiu os crentes de que não deveriam imitá-los.

·       Paulo diz que nós, como crentes, não devemos....   

Provocar uns aos Outros
I. O Mandamento.
Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros – Gálatas 5:25—26.
II. Definição dos Termos:
·       κενόδοξοι kenódoxoi -  que se gloria sem razão, presumido, vanglorioso, ansioso por glória, mas sem mérito.

·           προκαλέω   prokaléo provocar, irritar.

Diante destas definições nós podemos dizer que: Provocar uns aos outros faz referência ao ato de desafiar o trabalho, a reputação, a posição – com respeito a algo ou alguma coisa – ou crença de um companheiro cristão mediante o uso de palavras ou ações com um duplo propósito:
·       Humilhar o irmão.

·       Exaltar o provocador fazendo ser reconhecido como “melhor”.
  
III. Exemplos e Não Exemplos Bíblicos
A. Não Exemplos
Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez – 2 Coríntios 10:12.
Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens? – 1 Coríntios 3:3—4.
B. Exemplos
Nós, porém, não nos gloriaremos sem medida, mas respeitamos o limite da esfera de ação que Deus nos demarcou e que se estende até vós. Porque não ultrapassamos os nossos limites como se não devêssemos chegar até vós, posto que já chegamos até vós com o evangelho de Cristo;  não nos gloriando fora de medida nos trabalhos alheios e tendo esperança de que, crescendo a vossa fé, seremos sobremaneira engrandecidos entre vós, dentro da nossa esfera de ação, a fim de anunciar o evangelho para além das vossas fronteiras, sem com isto nos gloriarmos de coisas já realizadas em campo alheio. Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor – 2 Coríntios 10:13—17.
IV. Uma Distinção muito Importante

Se por um lado somos exortados a não provocar uns aos outros por motivo de vanglória, por outro lado somos exortados a: Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras – Hebreus 10:24.

Este verso nos ensina que devemos estar sempre prontos a trabalhar no sentido de encorajar outros cristãos a agir de forma rápida e decisiva na demonstração de amor e na disposição de servir uns aos outros.

Este tipo de atitude procede de um coração desinteressado em si mesmo e interessado no bem estar dos outros.

A provocação é destruidora enquanto que o estímulo edifica o Corpo de Cristo.

Conclusão:

1. Um cristão que provoca outros cristãos demonstra uma insatisfação e falta de gratidão para com o dom que recebeu de Deus. Em vez de usar o dom para edificar, usa o mesmo para provocar. Além disso, quando agimos assim, estamos querendo dizer para Deus que não estamos satisfeitos com nossa função no Corpo de Cristo. Estamos como que dizendo: “Senhor eu quero aparecer”. Mas como isto pode ser possível se somos todos iguais diante de Deus.

2. O ato de provocar uns aos outros é a antítese perfeita do mandamento de reciprocidade que nos manda ter “igual cuidado de uns para com os outros” – ver 1 Coríntios 12:25. Ter igual cuidado indica que não existem pessoas “especiais” nem “diferentes” no seio da comunhão cristã. Todos, todos, todos sem exceção devem ser tratados da mesma maneira. Cristãos verdadeiros não têm irmãos “favoritos”. Podemos até ter mais afinidade com um ou com outro, mas isto não nos dá o direito de tratar ninguém de modo diferente. E não justifica, em nenhuma hipótese, maltratar outro irmão.

3. O ato de provocar outros crentes demonstra que esta pessoa está mais preocupada com sua própria reputação do que com a reputação do Senhor Jesus que é o Cabeça do Corpo que é a Igreja.

4. Aqueles que provocam os outros não estão, como é evidente, andando no poder do Espírito Santo. O ministério do Espírito Santo, ao contrário de muito que tem sido ensinado, é produzir a glorificação do Senhor Jesus – ver João 16:12—14. Desta maneira aqueles que procuram glorificar a si mesmos não estão andando no poder do Espírito – Gálatas 5:25.

5. Cada cristão deve buscar descobrir, desenvolver e usar o dom que Deus lhe concedeu para edificar e servir o Corpo de Cristo. Não devemos nunca, usar nossos dons para humilhar outros cristãos, nem para nos engrandecer e muito menos para usurpar o lugar que outros deveriam estar ocupando.

6. Como cristãos devemos cuidar dos outros na nossa comunidade como cuidamos de nós mesmos. Provocar uns aos outros destrói o amor e o cuidado que devemos ter uns para com os outros, o que limita o funcionamento de toda a Igreja como Corpo de Cristo.

Que Deus nos conceda graça para não pensarmos acerca de nós mesmos além do que convém. Somos apenas vasos de barro a serviço do Deus Todo Poderoso. Esforcemo-nos, pois em fazer a vontade do Senhor nesta questão, de não provocar uns aos outros e sim de nos estimular uns aos outros ao amor e às boas obras.



OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034

Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:

Desde já agradecemos a todos.