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sábado, 8 de agosto de 2015

BURACOS NEGROS REALIDADE OU FANTASIA?


jato
Imagem simulada do jato criado pelo buraco negro supermassivo no centro da galáxia M87(Avery E. Broderick (University of Waterloo/Perimeter Institute)/VEJA)

Sejamos sinceros, enquanto muitos cientistas defendem a existência dos chamados buracos negros, por que precisam deles para sustentar suas carreiras e salários, Stephen Hawking, o originador da teoria da existência dos mesmos, diz que eles não existem de verdade e que é necessário desenvolver outra abordagem.

Ainda assim nós vamos continuar publicado artigos — alguns muito fantasiosos — à medida que formos encontrando os mesmos espalhados pela net.

O artigo abaixo foi publicados no site da Revista VEJA.

Pesquisadores registram jato saindo de buraco negro

Pela primeira vez, cientistas localizam região onde são formados os chamados jatos relativísticos, que saem de buracos negros e percorrem galáxias inteiras

Astrônomos registraram a exata região onde um turbilhão de matéria gira ao redor de um buraco negro e dá origem a um jato de plasma. Esse tipo de fenômeno, conhecido como jato relativístico, costuma acontecer em buracos negros situados no centro de algumas galáxias, percorre milhares de anos-luz e, em alguns casos, pode ser visto da Terra. Mesmo assim, sua origem é muito pouco compreendida pelos pesquisadores. Agora, os cientistas do Observatório Haystack, que pertence ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), conseguiram registrar pela primeira vez o ponto onde esses jatos surgem. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira na revista Science.

O buraco negro é uma região do espaço com gravidade tão forte que nada consegue escapar - nem mesmo a luz. Ele suga toda a matéria em sua volta, que gira ao seu redor como a água sendo tragada por um ralo. Segundo os cientistas, existem imensos buracos negros no centro da maioria das galáxias. Em algumas delas, esses buracos negros emitem esses poderosos jatos de plasma, que viajam perto da velocidade da luz. Os astrônomos não sabem sua origem exata, mas teorizam que eles são formados a partir dos campos magnéticos da matéria consumida pela gravidade dos buracos negros. No entanto, nunca existiu um telescópio poderoso o suficiente para provar a teoria.

Para conseguir captar a origem do jato, os pesquisadores construíram um telescópio virtual que liga três radiotelescópios nos estados americanos do Arizona, Califórnia e Havaí. Desse modo, atingiram a resolução necessária para encontrar a base de um desses jatos, lançado pelo buraco negro no centro da galáxia M87. Como resultado, os astrônomos observaram que o tamanho do ponto de lançamento era menor que o previsto. Isso aconteceria porque o jato seria gerado por turbilhões de matéria girando na mesma direção que o buraco negro.

A pesquisa é a primeira a captar o ponto exato de origem de um jato relativístico, e pode ajudar a explicar como eles surgem e redistribuem a energia e a matéria nas galáxias. No futuro, os pesquisadores pretendem adicionar mais radiotelescópios ao conjunto usado na pesquisa, para conseguir estudar as fronteiras de um buraco negro, conhecidas como horizonte de evento, um dos únicos lugares em todo o universo onde a teoria da gravidade formulada por Einstein pode não funcionar.

Perguntas & respostas

O que é um buraco negro? Uma região do espaço onde a gravidade é tão forte que nada consegue escapar, nem a luz - é por isso que eles são invisíveis.

Como nasce um buraco negro? Para brilhar, uma estrela cria uma força para fora, por causa das reações nucleares que a fazem funcionar, enquanto sua própria gravidade a empurra para dentro. Quando uma grande estrela deixa de funcionar, ela é esmagada pela própria força da gravidade e assim nasce o buraco negro.

Quantos buracos negros existem? A maioria dos astrônomos acredita que a Via Láctea - a galáxia onde está a Terra - possui milhões de buracos negros. Cientistas já encontraram muitos buracos negros na nossa galáxia, mas não sabemos ainda quantos existem em todo o universo.

Quais os tipos de buraco negro que existem? Os buracos negros galáticos existem por toda a galáxia e possuem uma massa dezenas de vezes maior que a do Sol. Há também os buracos negros supermassivos, com uma massa superior a 1 milhão de vezes a do Sol. Os cientistas acreditam que eles foram criados há bilhões de anos e existem no centro da maioria das galáxias, até da Via Láctea.

Existem buracos brancos? Existem apenas na teoria. Eles seriam a outra ponta do buraco negro, que expeliria todo o material absorvido.

Como se observa um buraco negro? É impossível visualizar um buraco negro, já que ele não emite luz. Mas, com telescópios de raios-X, é possível detectar a radiação emitida por um buraco negro. Isso acontece porque uma espiral de matéria é sugada por ele. Esse material se aquece e emite raios-X, captados por telescópios como o Chandra, que descobriu o buraco negro 'bebê'.

Qual o buraco negro mais próximo da Terra? O objeto mais próximo e que mais se parece com um buraco negro está a 8.000 anos luz de distância. Fica dentro do sistema Cygnus X-1 e foi objeto de uma aposta entre o físico Stephen Hawking e Kip Thorne. Hawking apostou que não havia um buraco negro. Perdeu.

O universo está dentro de um buraco negro? O físico Nikodem Poplawski concebeu um modelo matemático segundo o qual até mesmo o nosso universo estaria dentro de outro, que estaria dentro de outro e assim por diante. Neste modelo, o material absorvido pelo buraco negro daria origem a estrelas e galáxias em outra dimensão. Atualmente, acredita-se que tudo que entra em um buraco negro é destruído.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Como fica evidente pela própria forma com as afirmações são feitas, não se tem certeza de praticamente nada, quando o assunto são os buracos negros.

E mesmo quando afirmações são feitas de forma categórica, temos todos os motivos para desconfiar que a maioria delas não passam de tolas suposições.

O próprio nome do observatório já é uma grande dica de que isso não se trata de ciência e sim de ficção. O tal observatório chama-se de Haystack Observatory ou Observatório Palheiro – risos.

Por outro lado, a Bíblia afirma de modo sóbrio, o seguinte:

Apocalipse 4:11

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/pesquisadores-registram-jato-saindo-de-buraco-negro

OUTROS ARTIGOS QUE FALAM DA CRIAÇÃO DE DEUS
















































http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2011/02/desenho-inteligente-o-elefante-dentro.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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domingo, 14 de junho de 2015

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 003


Concepção artística do Jesus histórico como "Pantocrator" ou Todo-Poderoso 



Esse é um estudo especial que irá abordar temas de grande interesse, tais como: 1. Deus 2. Os seres humanos e o mundo criado 3. Jesus e Sua missão como o CRISTO. 4. O Espírito Santo. 5. A vida cristã. 6. A Igreja. 7. O futuro e etc. Esperamos que a mesma possa ajudar todos os nossos leitores a conhecerem melhor o que o Novo Testamento ensina acerca de tudo o que nos é importante.

INTRODUÇÃO GERAL

CONTINUAÇÃO:

Quando do surgimento do período crítico[1] moderno, que teve seu início por volta de meados do século XVIII, os estudos do Novo Testamento estavam então abertos a todo tipo de análise e sofreram duros e pesados ataques de muitos livres pensadores daqueles dias.

O verdadeiro divisor de águas desse período foi o surgimento do chamado iluminismo, o qual, como o próprio nome já define, tinha intenção de lançar luz sobre todas as coisas, especialmente as religiosas que, até então estiveram bem amparadas dentro de cada uma de suas denominações. A primeira crítica introduzida pelo iluminismo foi a de que a Bíblia deveria ser considerada apenas como literatura. Como outro livro qualquer, já que uma das teses mais fortes do movimento era negar até mesmo a possibilidade da existência de milagres, da inspiração e a existência do próprio Deus. Muitas dessas agressões eram gratuitas e o tempo se ocupou em provar que, na realidade, não passavam de verdadeiras tolices. Os iluministas acreditavam que podiam explicar a Bíblia sem conhecer as línguas originais, sem conhecer teologia e etc. Tudo o que era necessário era conhecer a história, mas com a dispensa da maior parte do que está registrado no Novo Testamento como sendo mitológico, havia pouca história para confirmar qualquer hipótese levantada.

A primeira diferenciação entre teologia bíblica e teologia dogmática foi feita por J. P. Gabler em 1787 alegando as duas coisas seguintes. Para ele:

1. A teologia dogmática era apenas fruto daquilo que homens eram capazes de racionalizar, de maneira filosófica.

2. Já a teologia bíblica era considerada por ele como merecedora de verdadeira atenção, pois se tratava de uma disciplina histórica.

Logo depois da obra de Grabel, outros estudos racionalistas surgiram, apesar que a intenção dos mesmos se resumia em tentar usar as Escrituras para apoiar o próprio racionalismo.

Essas obras iniciais tiveram uma forte influência em como o Novo Testamento foi tratado pela filosofia de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, a qual, por sua vez influenciou a abordagem dos estudiosos com relação à própria história. Com o Novo Testamento descartado, como mencionamos acima, foi necessário “inventar” uma história completamente nova para substituir aquela contida nos Evangelhos e no restante do Novo Testamento. Tudo isso resultou numa brusca separação entre os dois testamentos contidos na Bíblia. Isso aconteceu por volta de 1800. A partir dessa data os dois testamentos passaram a receber atenção exclusiva, com diversas teorias sendo inventadas para “explicar historicamente” como os mesmos surgiram.

Essa separação trouxe à tona, especialmente no caso do Novo Testamento, a questão que envolvia o problema das diferenças e da unidade do mesmo. A abordagem crítica de F. C. Baur do Novo Testamento, teve seu ponto de partida na aceitação, gratuita, que existia uma tensão no Novo Testamento entre duas facções: uma defendia o apóstolo Pedro, enquanto a segunda defendia o apóstolo Paulo. Aqui precisamos enfatizar ainda outra vez, que muitas dessas hipóteses eram gratuitas e só se sustentavam porque seus inventores desprezavam o que de fato estava escrito no Novo Testamento. À medida que avançarmos nesses estudos não será difícil perceber que os críticos do nosso século, estão apenas reciclando as mesmas velhas ideias que já foram demolidas pelos cristãos dos séculos XVIII e XIX.

A característica fundamental desse movimento sempre foi uma ênfase excessiva nas suposições históricas aliadas a um profundo desprezo por aquilo que está registrado no Novo Testamento. A teoria de Baur, como afirmamos, já foi desmantelada com o tempo, mas sua influência perdura em críticos de araque que, periodicamente, escrevem livros tentado reinventar a história negando a historicidade do Novo Testamento. A maioria dos argumentos, desde Baur, não passam de bobagens. A influência de Baur pode ser melhor sentida na infindável “Busca pelo Jesus Histórico”, que já se encontra em sua terceira etapa, sempre terminando em grande frustração para os críticos, que a cada nova versão da busca, acabam se aproximando mais das historicidade do Novo Testamento.

CONTINUA...

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TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 012


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Alexandros Meimaridis

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[1] Crítico — essa simples palavra tem causado mais confusões do que muitas teologias heréticas bem sofisticadas. Todavia a palavra crítico ou crítica significam apenas “análise”. O período crítico se refere ao período em que se começou a analisar todas as coisas e nada mais podia ser aceito de forma dogmática.