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domingo, 4 de janeiro de 2015

SALMO 1 – O SER HUMANO FELIZ SERMÃO 007 – O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS



Esse artigo é parte da série onde expomos o Salmo 1 e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior.

Texto: Salmo 1:6  
Introdução.

A. Estamos chegando ao final da nossa exposição do Salmo 1.
B. Nesse último versículo o Salmista conclui suas ideias acerca da vida e dos caminhos dos Bem-aventurados em contraste com aquele dos ímpios.
C. O salmo termina com uma afirmação de esperança para os Bem-aventurados e com uma perspectiva pavorosa para os ímpios 
D. Vamos, então analisar mais de perto essa afirmação do Salmista contida em Salmos 1:6, com a qual ele finaliza o Salmo 1.
O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS
I. O Senhor Conhece o caminho dos Justos.
A. A expressão hebraica ידַעַ yada`— traduzida aqui por “conhecer” vai muito além de ter informações apenas. No Salmos 139:1—6 nos podemos ver que Deus tem informações precisas e completas a nosso respeito.
B. Mas a expressão ידַעַ yada`vai, muito, além disso. Ela inclui ideias tais como:
1. “Preocupar-se com” como lemos em
Salmos 31:8
Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois tens visto a minha aflição, conheceste as angústias de minha alma e não me entregaste nas mãos do inimigo; firmaste os meus pés em lugar espaçoso.
“Possuir ou identificar-se com” como lemos em
Provérbios 3:5—6
Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.
C. A intenção do Salmista é nos afastar das aparências e nos ajudar a nos apegar a realidade final e última que é a própria pessoa de Deus. Muitas vezes nós nem imaginamos como o inimigo age querendo nos afastar do caminho verdadeiro.  
D. O desvio do caminho verdadeiro tem muitos representantes. Um deles é um espírita ex-companheiro de Chico Xavier, chamado Waldo Vieira que faz as seguintes afirmações acerca de Jesus:
1. “Dentro do helenismo na Grécia Antiga tem muita gente que falou um monte de coisas que são muito superiores às coisas que Jesus Cristo falou”. Ele faz essa afirmação, mas não faz nenhuma citação para provar.  
2. A Bíblia é um livro pornográfico e violento e que tem muitas coisas erradas nela.
3. Jesus foi um coitado que não teve tempo de avançar dentro da mediunidade dele.
4. Jesus é muito semelhante a alguns médiuns que costumam aparecer nos centros espíritas. Ou seja, Jesus era apenas um homem comum.
5. Jesus sofria de “surtos”. Como exemplo ele cita a purificação do templo mencionada em Marcos 11:15 e passagens paralelas.
6. Waldo recomenda a leitura do livro “A vida de Jesus” do francês Ernest Renan — do século XIX — que já foi provado errado em centenas de suas afirmações estapafúrdias.
7. Jesus era um homem como outro qualquer. Não tinha “Amparador” — espécie de Espírito mais desenvolvido que acompanha o desenvolvimento de alguém encarnado. Jesus tinha apenas “guias cegos” — espíritos menos desenvolvidos que não sabiam para onde deveriam conduzi-lo. Desculpe gente, mas é bobagem demais.
8. Segundo Waldo, o Sermão da montanha é aceitável, mas Jesus falou muitas e grandes bobagens, como por exemplo:
a. Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim.
b. Eu sou a luz do mundo.
9. Todas essas afirmações foram feitas em sentido de autopromoção. Jesus era um “craque” em marketing pessoal. Depois de Jesus temos o Paulo Coelho.

10. Não é difícil notarmos que essas frases de Jesus são fruto de um espírito infantil, coisa de meninice espiritual.
11. Jesus afirmou que o Reino de Deus estava próximo. Em seguida, Waldo pergunta em tom zombeteiro: “Isso foi há dois mil anos atrás. Você viu o reino de Deus por ai? Se já veio, ainda não passou na minha rua”.
12. “Jesus dominava as energias sem conhecê-las”. Essa linguagem é típica da Kabala Judaica que tem profundas influências sobre o Espiritismo, a Conscienciologia e outras bobagens religiosas. O que mais me surpreende é a seriedade com que esse pessoal fala. É como se estivessem falando a mais absoluta verdade.
13. Jesus era um médium ectoplasta que junto com seus “guias cegos” era capaz de realizar todos aqueles milagres.
14. Se Jesus tivesse vivido mais tempo ele teria tido a oportunidade de desenvolver sua mediunidade e acabaria com a meninice dele.
15. Jesus era analfabeto? Deixo para vocês responderem. Waldo diz isso depois de afirmar que estudou “profundamente” a vida de Jesus como apresentada nos evangelhos.
16. Recomenda a leitura da vida de Apolônio de Tiana — de 15 a 100 d.C. — um filósofo grego, seguidor das idéias de Pitágoras, e como esse, envolvido também em ocultismo. Ele viajou até a Índia e teve muita influência no desenvolvimento posterior na filosofia grega, especialmente no Neo Platonismo, no Islão e na fé Baha´i. Segundo o Sr. Waldo, Apolônio de Tiana era muito superior a Jesus Cristo. Alguém aqui já tinha ouvido falar desse cara antes? Ele acusa a Igreja Romana de ter eliminado as evidências acerca de Apolônio, para promover a Jesus. Termina dizendo que “Quem faz a fama é quem se deita na cama”.
17. Esse mesmo indivíduo, Waldo Viera, admitiu, depois da morte do Chico Xavier com quem ele trabalhou por décadas, que tudo o que acontecia e aconteceu em Uberaba não passava de embromação para enganar trouxas e gratificar o desejo de aparecer do finado Chico Xavier. O Waldo Vieira também faz essas afirmações apenas porque gosta de aparecer.
18. Quando Escrevi um artigo criticando essas afirmações um dos adoradores do Waldo me escreveu dizendo o seguinte:
O Waldo só falou fatos. É uma pena que nem todo mundo possa entender. Essa pessoa que escreveu esse texto também não deve ter a mínima noção da história da Bíblia ou de nenhum evangelho. Se lesse um pouco mais, iria encontrar essas passagens hediondas, pornográficas e violentas do qual esse livro está cheio - e que Jesus foi sim, uma pessoa como qualquer outra, arrogante e que gostava de aparecer.
E. Graças a Deus que Ele conhece nosso caminho e nos protege dessas mentiras nos guiando na VERDADE que é o próprio Senhor Jesus e que também está APENAS na Bíblia.
F. É maravilhoso e reconfortante sabermos que Deus conhece até mesmo o caminho que está, agora, encoberto aos nossos próprios olhos. Deus mesmo diz o seguinte em —
Isaías 48:17
Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar.
II. O Caminho dos Ímpios Perecerá
A. A expressão hebraica אבַד — traduzida por perecer implica em seguir um caminho que:
1. No fim não dá em nada.
2. Leva à completa ruína.
3. Conduz à destruição.
4. Essa expressão é usada em outras passagens para descrever planos ou esperanças frustradas, como podemos ler em —
Salmos 112:10
O perverso vê isso e se enraivece; range os dentes e se consome; o desejo dos perversos perecerá.
Provérbios 11:7
Morrendo o homem perverso, morre a sua esperança, e a expectação da iniquidade se desvanece.
B. Além disso, a expressão também reflete a perdição dos homens sem Deus e as realizações que ficam arruinadas, como lemos em:
Salmos 2:5
Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá.
Salmos 9:5—6
Repreendes as nações, destróis o ímpio e para todo o sempre lhes apagas o nome. Quanto aos inimigos, estão consumados, suas ruínas são perpétuas, arrasaste as suas cidades; até a sua memória pereceu. 
C. O caminho dos ímpios é um caminho marcado por:
1. Podres prazeres.
2. Orgulho.
3. Incredulidade.
4. Profanidades — tudo o que não é santo.
5. Perseguição contra Deus, Jesus, o Espírito Santo e o Povo de Deus.
6. Procrastinação quanto à oferta da salvação: amanhã eu penso nisso!
7. Dureza de coração. Resiste mesmo até à mais evidente das verdades.
8. Autoengano, decepção final.
D. O caminho dos ímpios perecerá, exatamente, porque Deus conhece todas as coisas que fazemos, temos a intenção de fazer bem como todos os nossos pensamentos. Paulo diz em —
1 Coríntios 4:5
Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.
Conclusão:

A. O Novo Testamento nos avisa das implicações eternas dos dois caminhos:

B. Primeiro com Jesus que diz:

João 3:16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

C. Depois com João Batista que diz:

João 3:36

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

D. Diante desses versos vemos que os dois caminhos se separam para sempre e que não existe um terceiro caminho!

E. Deus conhece o nosso caminho e nos promete:

Isaías 41:13

Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.

F. A grande diferença entre os Bem-aventurados e os ímpios é revelada, de forma definitiva:

1. Deus conhece o caminho dos justos.

2. O caminho dos ímpios perecerá.

G. Todo o orgulho, toda a arrogância, toda a autosuficiência dos ímpios estão destinadas a serem abatidas por completo. O Deus Todo Poderoso irá triunfar por completo como a Bíblia afirma em

1 Coríntios  1:19—21

Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação.

Que Deus abençoe a todos.

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO SALMO 1

001 — Salmos 1:1a — O BEM-AVENTURADO — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 001

002 — Salmos 1:1b — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO DEVE EVITAR — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 002

003 — Salmos 1:2 — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO DEVE PRATICAR — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 003

004 — Salmos 1:3 — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO PRODUZ — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 004

005 — Salmos 1:4 — OS ÍMPIOS SÃO COMO A PALHA — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 005

006 — Salmos 1:5 — OS ÍMPIOS NÃO PREVALECERÃO — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 005

007 — Salmos 1:6 — O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 006
Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

EX-ESPÍRITA WALDO VIERA ATACA JESUS CRISTO

Waldo Vieira ex-espírita companheiro de Chico Xavier

Muitas vezes nós os evangélicos somos atacados porque nos “atrevemos” a criticar alguma religião ou falsos mestres e falsos profetas. Mas a grande verdade é que essas pessoas, organizações e entidades não param de nos atacar o tempo todo. Vejam o caso desse senhor Waldo Vieira, que não conhece nada da verdadeira  fé cristã, mas não tem o menor pudor em proferir os mais arrogantes ataques contra a pessoa do Senhor Jesus Cristo.

Achamos inaceitáveis as afirmações mentirosas acerca de Jesus feitas pelo Sr. Waldo Vieira, que abandonou o espiritismo Kardecista e seu colega Chico Xavier há 30 anos, para inventar e ensinar uma variação do espiritismo, à qual ele chama de Conscienciologia. Em seu discurso acerca de Jesus que pode ser acessado através do link abaixo na internet,


entre outras bobagens esse senhor afirma: na intenção de responder se sabe dizer onde anda Jesus?

N.B. Todas essas afirmações são feita depois de ele alegar que estudou a fundo a vida de Jesus conforme está nos evangelhos.

  • “Dentro do helenismo na Grécia Antiga tem muita gente que falou um monte de coisas que são muito superiores às coisas que Jesus Cristo falou”. Não temos nenhuma dúvida que uma grande quantidade de gregos falou muitas coisas, mas quando analisadas de perto percebemos que não são verdadeiras, são meras opiniões humanas sem nenhum valor permanente
  • A Bíblia é um livro pornográfico e que tem muitas coisas erradas nela.
  • Jesus foi um coitado que não teve tempo de avançar dentro da mediunidade dele.
  • Jesus é muito semelhante a alguns médiuns que costumam aparecer nos centros espíritas. Ou seja, Jesus era apenas um homem comum.
  • Jesus sofria de “surtos”. Como exemplo ele cita a purificação do templo mencionada em Marcos 11:15 e passagens paralelas.
  • Recomenda a leitura do livro “A vida de Jesus” do francês Ernest Renan que já foi provado errado em centenas de suas afirmações estapafúrdias.
  • Jesus era um homem como outro qualquer. Não tinha “Amparador” — espécie de Espírito mais desenvolvido que acompanha o desenvolvimento de alguém encarnado. Jesus tinha apenas “guias cegos” — espíritos menos desenvolvidos que não sabiam para onde deveriam conduzi-lo. Desculpe gente, mas é bobagem demais.
  • O Sermão da montanha é aceitável, mas Jesus falou muitas e grandes bobagens, como por exemplo:
Ø  Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim.
Ø  Eu sou a luz do mundo.
  • Todas essas afirmações foram feitas em sentido de autopromoção. Jesus era um “craque” em marketing pessoal. Depois de Jesus temos o Paulo Coelho.
  • Não é difícil notarmos que essas frases de Jesus são fruto de um espírito infantil, coisa de meninice espiritual.
  • Jesus afirmou que o Reino de Deus estava próximo. Em seguida Waldo pergunta em tom zombeteiro: “Isso foi a dois mil anos atrás. Você viu o reino de Deus por ai? Se já veio ainda não passou na minha rua”.
  • Jesus dominava as energias sem conhecê-las. Essa linguagem é típica da Kabala Judaica que tem profundas influências sobre o Espiritismo, a Conscienciologia e outras bobagens religiosas. O que mais me surpreende é a seriedade com que esse pessoal fala. É como se estivessem falando a mais absoluta verdade.
  • Jesus era um médium ectoplasta que junto com seus “guias cegos” era capaz de realizar todos aqueles milagres.
  • Se Jesus tivesse vivido mais tempo ele teria tido a oportunidade de desenvolver sua mediunidade e acabaria com a meninice dele.
  • Jesus era analfabeto? Deixo para vocês responderem.
  • Recomenda a leitura da vida de Apolônio de Tiana — de 15 a 100 d.C. — um filósofo grego, seguidor das idéias de Pitágoras, e como esse, envolvido também em ocultismo. Ele viajou até a Índia e teve muita influência no desenvolvimento posterior na filosofia grega, especialmente no neo-platonismo, no Islão e na fé Baha´i. Segundo o Sr. Waldo, Apolônio de Tiana era muito superior a Jesus Cristo. Alguém aqui já tinha ouvido falar desse cara antes? Ele acusa a Igreja Romana de ter eliminado as evidências acerca de Apolônio para promover a Jesus. Termina dizendo que “Quem faz a fama é quem se deita na cama”.
Depois de ouvir o discurso do Sr. Waldo Viera percebemos que ele leu, se é que leu, muito pouco os evangelhos e leu muito Ernesto Renan e outros ateus do século XIX cujas idéias tiveram uma vida breve, pois a Primeira Guerra Mundial veio acabar com todas as nossas pretensões de que o ser humano é bom e está evoluindo  para melhor a cada dia – alô, Dr. Darwin? A Segunda Guerra mundial acabou com o resto deles. Mas ainda existem pessoas como esse senhor que insistem nessa verdadeira e gigantesca bobagem.

Um teólogo reformado — Karl Barth — escreveu em 1917 um livro — Der Romerbrief — Aos Romanos — chamando as pessoas de volta para a verdadeira razão de que nós somos pecadores e precisamos da graça de Deus para nos salvar no tempo e na eternidade. Caso contrário iremos caminhar para uma condição cada vez mais degenerada. São bobagens e mentiras contra essas, como as do senhor Waldo Vieira, que nós estamos em permanente luta. Por esse motivo precisamos estudar e conhecer cada vez mais e melhor os ensinamentos bíblicos, porque somente assim poderemos estar prontos para respondermos a todos os tipos de ataque contra nossa fé, nosso bendito Senhor e Salvador e nosso amado e ETERNO Deus e Pai. As palavras do apóstolo são muito apropriadas nesse contexto, conforme as encontramos em

1 Pedro 3:14—17

14 Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;

15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,

16 fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo,

17 porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.

ARTIGOS SOBRE O ESPIRITISMO

MARCO FELICIANO E O ESPÍRITA WALDO VIEIRA CONCORDAM QUE OS NEGRS FORAM AMALDIÇOADOS POR DEUS

EX FRADE ATACA JESUS PARA PROMOVER UMA VARIAÇÃO DO ESPIRITISMO

CAVALHEIROS, ALGUMAS DAMA, E PICARETAS DA FÉ

A FARSA DO ESPIRITISMO

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 8 de março de 2013

MARCO FELICIANO E O ESPÍRITA WALDO VIEIRA CONCORDAM: OS NEGROS SÃO MESMO AMALDIÇOADOS



Diante do clamoroso caso da indicação do deputado federal Marco Feliciano para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, estamos cheios de tristeza e vergonha, pois o mesmo se declara evangélico, mas suas posturas estão muito longe daquelas ensinadas por Jesus e pelos Evangelhos.

Deputado Marco Feliciano

Se você ainda não teve a oportunidade de ler nosso artigo sobre sua afirmação acerca da maldição da raça negra e do continente africano, poderá fazer isso agora mesmo acessando o link abaixo:


Por outro lado somos surpreendidos que os espíritas ou pessoas ligadas à chamada Conscienciologia liderados por Waldo Viera, ex-parceiro de Chico Xavier em todas as histórias mal contadas vindas de Uberaba, também declara, com todas as letras, que: nascer negro e ter sido escravo é sinal evidente de “castigo” ou de corretivo imposto pelos espíritos superiores.


Waldo Vieira

A afirmação poderá ser vista através desse link aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=pQDSg38NEFU

E aqui

http://www.youtube.com/watch?v=vLJzq7xJZ_c

Como podemos ver o racismo não tem fronteiras religiosas e é necessário que estejamos despertos porque as coisas, do jeito que estão só tendem a piorar com tais indicações e falsos ensinamentos vindos de todos os lados.

O Ensinamento das escrituras é muito claro a esse respeito: todos os seres humanos procedem de um mesmo ancestral e todos somos criados à imagem e semelhança de Deus. Nesse ato criador de Deus e somente nele, reside a dignidade do ser humano seja ele quem for.

DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

Deuteronômio 10:17 

Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno.

Deuteronômio 16:19 
Não torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno; porquanto o suborno cega os olhos dos sábios e subverte a causa dos justos.

Jó 32:21 

Não farei acepção de pessoas, nem usarei de lisonjas com o homem.

Jó 34:19 

Quanto menos àquele que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima ao rico mais do que ao pobre; porque todos são obra de suas mãos.

Atos 10:34 

Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas;

Romanos 2:11 

Porque para com Deus não há acepção de pessoas.

Efésios 6:9 

E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas.

Colossenses 3:25 

Pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.

Tiago 2:1 

Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.

Tiago 2:9 

Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo arguidos pela lei como transgressores.

1 Pedro 1:17  

Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A FARSA DO ESPIRITISMO


Chico Xavier

O  espiritismo de Allan Kardec sempre me intrigou, por vários motivos.

1. Primeiro pela incongruência e inconsistência total de seus argumentos.

2. Depois pela sua atitude muito pretensiosa de se achar a última revelação à raça humana. O século XIX foi pródigo nesse tipo de tolice. Além do espiritismo, também os adventistas do sétimo dia, as testemunhas de Jeová, os mórmons, a ciência cristã, o neo-gnosticismo de E. W. Kenyon e a Teosofia da renegada russa Helena Petrovna Blavatsky e do coronel da guerra de secessão estadunidense Henry Steel Olcott, alegaram, no mesmo período, que tinham a última palavra em termos de revelação vinda do além.

3. Em terceiro lugar, eu sempre me diverti com essa atitude dos espíritas que inventaram uma religião que satisfaz sua ideias particulares, mas está longe da verdade. É o povo mais crédulo de que tenho notícia. Eles acreditam em toda e qualquer bobagem e superstição, sob o falso manto de serem “científicos”.

4. Depois, nós temos inúmeras provas de farsas constatadas desde os dias das irmãs Fox — Século XIX — até os últimos dias de Chico Xavier já no século XXI.

Allan Kardec

5. Mas nada se compara com uma estória coletada por mim na obra intitulada “Obras Póstumas de Allan Kardec”. Antes de reproduzirmos a pequena e desmoralizadora história para o espiritismo kardecista é importante contar um pouco do seu contexto:

Kardec, como sabemos, foi por fim grandemente enganado pelos tais espíritos benfeitores da Humanidade. Mas deixemos que ele mesmo nos conte como a estória se passou. Em seu livro intitulado originalmente Oeuvres Posthumes ou Obras Póstumas existe uma divisão — Segunda Parte — que trata das “Previsões Concernentes ao Espiritismo” que, de acordo com a notação existente é um manuscrito “composto com um cuidado todo especial por Allan Kardec”. Nessa divisão Kardec descreve uma séance - sessão espírita - acontecida em 10 de Junho de 1860 em sua própria casa, onde uma médium chamada de Sra. Schmidt encarnou um espírito que se apresentava como sendo “a Verdade”. O subtítulo lê com todas as letras o seguinte: “MEU RETORNO”. É Kardec quem escreve o seguinte:

Capa do livro: Obras Póstumas 

Pergunta — À Verdade — Acabo de receber uma carta de Marselha, na qual se me diz que, num seminário desta cidade, se ocupou seriamente do estudo do Espiritismo e de O Livro dos Espíritos. O que é possível disso augurar? É que o clero tomou a coisa com interesse?

Resposta do Espírito – Não podes disto duvidar: ele toma as coisas muito a sério, porque nelas prevê as consequências para ele, e as suas apreensões são grandes. O clero, sobretudo a parte esclarecida do clero, estuda o espiritismo mais do que não o crês: mas não pense que seja por simpatia; ao contrário, nisso procura meios para combatê-lo, e assegura-te que lhe fará uma rude guerra. Não te inquietes com isso, continua a agir com prudência e circunspecção; tenha-te em guarda contra as armadilhas que te serão estendidas; evita cuidadosamente em tuas palavras e em teus escritos, tudo o que poderia fornecer armas contra ti.

Prossegui o caminho sem medo, e se ele está semeado de espinhos, asseguro-te que terás grande satisfação antes de retornares “por um pouco” entre nós.

Pergunta feita por Kardec ao espírito chamado “Verdade” — Que entendeis por estas palavras “por um pouco”?

Resposta do espírito — Não ficará muito tempo entre nós; é necessário que retornes para terminar a tua missão, que não pode ser rematada nesta existência. Se isso fosse possível, não te irias daí de modo algum, mas é preciso suportar a lei da Natureza. Estarás ausente durante alguns anos e, quando voltares, isso será em condições que te permitirão trabalhar cedo. No entanto, há trabalhos que é útil que termines antes de partir; é porque te deixaremos o tempo necessário para acabá-los.

A seguir Kardec comete uma grave indiscrição, que literalmente, põe todo seu trabalho a perder. Em uma “nota” que segue imediatamente as palavras do espírito chamado “Verdade”, como relatadas acima, Kardec diz textualmente o seguinte:

“Supondo aproximadamente a duração dos trabalhos que me restam a fazer, e tendo em conta o tempo da minha ausência e os anos da infância e da juventude, até a idade que um homem pode desempenhar um papel no mundo, isso nos leva, forçosamente, ao fim deste século ou ao começo do outro”[1].

Ou seja, em suas próprias palavras, inspirado pela revelação do espírito chamado “Verdade”, Kardec estimou que estaria de volta, reencarnado, nessa vida e pronto para continuar seu trabalho de codificador, no final do século XIX ou, no mais tardar, no início do século XX. É óbvio que tal feito não se concretizou. Foi uma profecia falsa. O espírito chamado “Verdade” parece que não era muito partidário de falar a verdade. E se Kardec foi clamorosamente enganado nessa questão, talvez a mais fundamental de todas, não poderia ter sido também enganado em todas as outras? A reencarnação não funcionou nem para o próprio “codificador” do espiritismo. Mas, infelizmente, nada disso impediu que as doutrinas codificadas por Allan Kardec se firmassem nos corações de milhares de seguidores diretos e, como veremos, em muitos mais corações de forma indireta.

Até onde sabemos Kardec ainda não voltou para terminar o que começou. Parece que o espírito chamado Verdade lhe pregou uma bruta Mentira.

Existem inúmeras pessoas aqui no Brasil que são bem mais competentes em analisar as fraudes do espiritismo, especialmente as que giram em torno de Chico Xavier. Um desses irmãos é Rodrigo Jeferson responsável pelos blogs Amigo de Deus e As Maiores Mentiras da Humanidade 2.0:



No blog as maiores farsas da humanidade, a mentira número 243 trata de Chico Xavier e do espiritismo. Em dois breves vídeos muito bem documentados com material histórico, ele detona essa farsa que chamamos de espiritismo. Seus vídeos têm o título geral de: “Chico Xavier: uma Farsa (10 Provas e Evidências contra o Médium)” e está dividido em duas partes.

A parte 1 trata dos seguintes temas:

1. Fotos falsas reproduzidas pela extinta revista O Cruzeiro em 1964 e 1970.

2. Psicografias Falsas com matéria publica na extinta revista REALIDADE de 1971.

3. Eletro Encefalograma de Chico Xavier publicado e analisado na reportagem da REALIDADE de Janeiro de 1971.

4. Charlatanismo conforme reportagem publicada na revista O Cruzeiro de 1970, envolvendo a falsa médium Odília Diogo.

5. Depoimento de Waldo Viera declarando que Chico Xavier era a reencarnação da rainha Joana, a Louca, e que era homossexual.

O primeiro vídeo pode ser acessado através desse link aqui:


Divulgação Dr. Waldo Vieira -  foto original foi alterada pelo Dr. Valdo Viera, mas achamos que essa ficou melhor dentro do contexto global da Farsa do Espiritismo

O vídeo de Waldo Vieira pode ser visto através desse link aqui:


A parte dois produzida pelo irmão Jeferson trata dos seguintes temas:

6. Depoimento de Amauri Penna, publicado no Jornal o Globo em 1958 com o título “Desmascarando Chico Xavier”.

7. Vida em Marte. “Cartas de Uma Morta” livro publicado em 1935.

8. Plágio ou criptomnésia com links.Ver site: http://obraspsicografadas.org/

9. Depoimentos Diversos tratando de “psicografias fraudadas”.

10. Histórias diversas.

O segundo vídeo poderá ser visto através desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Kardec, Allan. Obras Póstumas. Instituto de Difusão Espírita, Araras, 16ª edição, 2003.

domingo, 31 de julho de 2011

EX-FRADE ATACA JESUS PARA PROMOVER UMA VARIAÇÃO DO ESPIRITISMO



Em outro post, chamado “As Contradições da Cristandade”, que pode ser acessado aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2011/07/as-contradicoes-da-cristandade.html

nós tivemos a oportunidade de comentar que a cada período de cinco a dez anos aparece alguém ensinando que a Igreja Católica é uma fraude – e é mesmo – mas, a intenção é dizer que a Igreja Cristã é uma fraude. É essa mentira que nos leva a escrever contra esses pretensos críticos. O último de que tínhamos notícias era um espanhol que publicou um livro (1) onde alega, entre outras bobagens, que Jesus nunca teve a intenção de formar a igreja cristã. Para pessoas com el señor Árias – ex padre - eles, os cristãos primitivos esperavam a volta de Jesus em poucos anos. Como está volta não aconteceu, se inventou, então, a igreja com toda sua estrutura hierarquizada e rígida que visava exatamente prover os cristãos com uma maneira organizada para aguardar o longo período entre a primeira e a segunda vindas de Jesus. O livro dele foi publicado em 2001.

Pois não é que exatamente agora, em 2011, dez anos depois do livro de Juan Árias, surge outro livro, desta vez escrito por um ex-frade franciscano que atende pelo nome de Marcelo da Luz. Ele pode até se chamar “Luz”, mas o fato é que se encontra imerso nas mais profundas trevas que podemos imaginar.

Seu livro chama-se “Onde a Religião Termina?” e foi publicado pela Editares e lançado em Fevereiro de 2011. É um volume massudo de 486 páginas que custam R$ 68. Quer um conselho? Poupe seu dinheiro. O livro não vale à pena nem como argumento para discussão. Digo isso porque o autor, bem atrevido, diga-se de passagem, se propõe apenas a provar as seguintes coisas:

• Jesus Cristo, aquele dos Evangelhos e do Novo Testamento, é um mito e não uma pessoa. Ele nunca existiu de fato. Comentário: boa sorte nesse quesito. Existem milhares de escritores mais competentes que nosso frade em questão e que fracassaram por completo. As histórias que ele conta têm, pelo menos, 250 anos, não existe nada de novo, portanto. Quem quiser ouvir o besteirol do ex-padre, que não tem nada de novo do que vem sendo dito por teólogos liberais desde os meados do século XVIII, poderá acessar esse link:

http://www.youtube.com/watch?v=0w2xLoN6X04&feature=fvwrel

• Os evangélicos idolatram a Bíblia. Comentário: é possível que existam alguns evangélicos mal informados e supersticiosos que ajam dessa maneira. Eles podem até serem evangélicos, mas realmente não conhecem a Jesus nem as Escrituras Sagradas.

• A Igreja Católica Apostólica Romana faz lavagem cerebral nas pessoas. Comentário: fala sério frade Luz. Você chegou a essa conclusão sozinho ou...

• O espiritismo consola as pessoas. Comentário: olha, o cara abandonar a fé católica romana eu até entendo, mas elogiar o espiritismo aí já é realmente estupidez da mais alta magnitude.

• As religiões atrasam a evolução. Comentário: a evolução a que ele se refere é a evolução espiritual das pessoas e nesse quesito ele está coberto de razão. Toda religião é escravidão. O Cristianismo não pode ser confundido com uma religião, porque o Cristianismo acerca do qual estamos falando é, na realidade, a própria vida de Jesus vivida através de cada crente pela presença do Espírito Santo de Deus.

Infelizmente o propósito original de Deus para Seu povo da Nova Aliança foi pervertido rapidamente por causa das tendências pecaminosas que existem em nós de sempre revertermos às práticas religiosas, em vez de viver a vida cristã. Esta nossa tendência constitui-se em uma verdadeira insensatez como tão bem a chamou o apóstolo Paulo – ver Gálatas 3:1—3. Por este motivo o próprio Paulo exortou os gálatas a que não se deixassem escravizar novamente – ver Gálatas 5:1. Sim, porque, vale à pena repetir, toda RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO.

Peço ao leitor que não se deixe intimidar pelos meus comentários. Uma realidade pertubadora associada ao Padre Luz é que, ele não é um ateu clássico, como poderíamos considerar, o biólogo nigeriano Richard Dawkins. Ele, na realidade, é adepto de um movimento esotérico chamado de “Conscienciologia”. Xique né? O inventor desse besteirol é um médico brasileiro e velho parceiro de Chico Xavier chamado Waldo Vieira. Nosso doutor acredita na reencarnação, mas não das almas humanas, e sim, apenas da consiência. Tanto o inventor – Vieira – quanto o ardoroso seguidor – Luz – acreditam que estão lidando com uma verdadeira ciência e não com uma religião. Até onde vai a estupidez humana é realmente impossível de dizer diante das afirmações estapafúrdias desses dois senhores. Quem quiser ouvir as bobagens do Dr. Vieira da própria boca dele basta seguir esse link aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=NHsSNaYJ6YQ&NR=1

O padre Luz, mergulhado em trevas, fala muito acerca de Jesus em seu livro, porque sua intenção número um é provar que Jesus, por não ter existido como pessoa divina, não poderia, em nenhuma hipótese, ser o Filho de Deus. Luz acredita em certo tipo de deus, mas é impositivo em afirmar que os seres humanos não lhe devem absolutamente nada. Ou seja: o deus do ex-frade não passa de um banana.

O ex-padre Luz alega que “não há motivos racionais para que alguém considere Jesus divino ou o homem mais inteligente e brilhante que já existiu. Muito pelo contrário. Hoje, qualquer pessoa esclarecida pode ir muito além de Jesus Cristo”. Talvez seja essa a pretensão dele. Mas em defesa de Jesus contra todas essas mentiras, nós podemos afirmar o seguinte:

1. Jesus não é um mito, Jesus é Deus que veio habitar entre nós – ver João 1:1—3, 14. Jesus veio suprir as condições necessárias para que o ser humano fosse reconciliado com Deus – ver 2 Coríntios 5:18—19. Jesus não veio nos prometer uma vida eterna futura. A vida eterna é uma qustão de relacionamento e como tal, se inicia aqui mesmo, enquanto vivemos na Terra. Note as palavras de Jesus em João 17:3 onde ele diz: E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Observe o tempo presente: A VIDA ETERNA É ESTA. Ele não diz, será. JESUS DIZ: É. JESUS, SIM, REPRESENTA O FIM DAS RELIGIÕES, COMO AFIRMATIVA MESMO, e não como uma interrogação com faz o ex-padre, que continua tão perdido no Espiritismo como estava na Igreja Católica Romana.

2. Nossa afirmativa acima de que o Cristianismo é a própria vida de Jesus vivida através dos crentes pelo poder do Espírito Santo, não passa, na realidade, de uma afirmativa ontológica – do enquadramento do ser como um ser – baseada em certas pré suposições. É uma teologia que está centrada na pessoa de Cristo – Cristocêntrica – e como tal apresenta uma poderosa pressuposição de que Jesus não veio a este mundo para trazer alguma coisa – seja lá o que for – e sim para manifestar a Si mesmo como aquele que é capaz de viver, como Deus, nos seres humanos. Essa afirmação desmonta, por completo, grande parte dos argumentos apresentados no livro “Onde a Religião Termina?”. Este tipo de compreensão será sempre anti-religioso e desposará, de forma contínua, o fato de que a revelação de Deus através da pessoa de Jesus representa, de forma absoluta, o fim de todas e quaisquer formas religiosas e das próprias religiões em si mesmas. Fica aqui, então, a advertência de que a continuação desse estudo poderá ser bastante prejudicial às suas práticas religiosas. Nosso alvo é, quanto possível, deixarmos nos moldar pelas palavras do Senhor Jesus, como registradas nos escritos da Nova Aliança, especialmente aquelas que encontramos nas páginas escritas pelos quatro evangelistas.

3. Todas as vezes que nos aproximamos do texto bíblico, nós precisamos estar cientes do fato de que estamos lendo um material que foi escrito há aproximadamente dois mil anos. Além disso, o material que estamos lendo não foi sequer escrito em português e sim em outra língua. No caso da literatura da Nova Aliança, a mesma foi escrita em um tipo de grego chamado de “koiné” – grego comum falado pela maioria dos habitantes do Império Romano – e que é distinto do grego “clássico” – de Platão, Xenofontes e Heródoto – bem como do grego moderno, o grego que se fala atualmente na Grécia. Por estes motivos devemos sempre considerar, de maneira apropriada, a necessidade que temos de levar em conta estes fatores. Caso contrário, nós corremos o risco de cometer graves injustiças contra o próprio texto.

4. Mas nossos problemas não se limitam às questões do texto em si. Torna-se necessário tentarmos entender também, o contexto em que os fatos que estão narrados na literatura da Nova Aliança ocorreram. Estudiosos alemães se referiram a este contexto usando a expressão “sitz in leben”. Esta expressão passou a ser adotada por todos os estudiosos da Bíblia, que desejam entender, da melhor maneira possível, o “ambiente” em que Jesus viveu e proferiu suas palavras. Nós também devemos nos empenhar por estabelecer, de maneira mais independente possível, o contexto que envolvia a pessoa do Senhor Jesus durante os anos de Sua vida, como registrados nas páginas da Bíblia. Caso contrário corremos o risco de fazer afirmações tolas, como as que encontramos no livro do ex-frade. Entre esses aspectos do contexto, nós podemos destacar:

• O contexto histórico.

• O contexto político.

• O contexto cultural.

• O contexto racial.

• O contexto social.

• O contexto econômico.

• O contexto geográfico.

• O contexto religioso.

Mas mesmo com todos estes estudos nossa compreensão ainda será limitada. Todavia, mesmo que nosso entendimento nunca consiga absorver todas as complexidades e detalhes daquilo que estamos estudando, ainda assim devemos tentar fazê-lo envidando nossos melhores esforços.

5. Um dos propósitos desse blog é tentar compreender, da melhor maneira possível, como a autorevelação de Deus, na pessoa de Jesus Cristo, confrontou as religiões daqueles dias e como continua confrontando todas as práticas religiosas, vinte séculos depois. Nosso foco está centrado no confronto que percebemos, de maneira clara, existiu entre o Senhor Jesus e os religiosos daqueles dias. Não é difícil comprovarmos que as práticas religiosas dos judeus do primeiro século da Era Cristã eram exatamente iguais às tendências religiosas que encontramos nos dias de hoje, incluindo-se aí as nossas próprias e essas esposadas pelo ex-padre. Como os judeus dos dias de Jesus, nós também precisamos ser, diretamente confrontados, pelas palavras do Senhor. É inútil tentar escapar. Somente a atitude voluntária de não ler a Bíblia pode evitar o confronto que nos aguarda. Mas se nos mantivermos firmes no curso traçado, não será difícil percebermos:

• A multiplicidade de interpretações religiosas que têm sido impostas sobre os textos bíblicos durante a passagem dos séculos.

• As falácias que, de forma contínua, são confrontadas e expostas como completamente absurdas e ridículas pelas verdades que encontramos nas páginas da Bíblia.

• A constante onda de idiotices inventadas pelos líderes religiosos que se evaporam ao serem confrontadas com as palavras e a sabedoria eternas de Jesus.

• A escravidão a que temos sido muitas vezes reduzidos através das práticas religiosas e diante da quais torna-se imperativo ouvir as palavras do Senhor Jesus, quando disse: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres – João 8:36”.

Acima de tudo, porém, desejamos compreender o significado da revelação do próprio Deus, através da pessoa de Jesus. Tal compreensão, não é difícil perceber, irá conflitar com muitas práticas a que estamos acostumados; irá também nos confundir com respeito a inúmeras idéias erradas que estão profundamente arraigadas em nós. Além, é claro, de nos confrontar diretamente no que diz respeito às nossas práticas religiosas.

6. O apóstolo Paulo escrevendo ao irmão Timóteo deixa bem claro que existe somente um Deus e somente um mediador entre Deus e os homens. E este mediador não é outro senão o próprio Senhor Jesus Cristo – ver 1 Timóteo 2:5. Mas apesar de ser este poderoso, único e exclusivo mediador, Jesus, ainda assim, se esvaziou completamente de suas prerrogativas divinas – especialmente as de soberania e independência – para viver de forma humilde e dependente, sob a direção e vontade soberana do Pai, mediante a presença do Espírito Santo em Sua vida. Em nenhum momento desse Seu esvaziamento Jesus deixou de ser Deus, mas ele também não era nada mais do que um ser humano. Como Deus encarnado em forma humana – ver João 1:1—3 e 14 - Jesus podia “funcionar” como Deus, bem como um ser humano. Mas o fato é que o Senhor Jesus optou, de forma sistemática, agir com sua natureza humana em vez de lançar mão da natureza divina.

7. Mas mesmo como ser humano, ainda assim, Jesus era completa e radicalmente diferente de todas as pessoas com as quais conviveu. Desde a mais remota antiguidade os homens aprendem, logo cedo em suas vidas, acerca da importância de se conformarem com o grupo no meio do qual habitam. Quando adultos chegamos a compreender que esta conformação assume a medida exata de tudo o que é “verdadeiro e virtuoso”. Mas estas verdades e virtudes não estão baseadas em um parâmetro eterno, como a Palavra de Deus, por exemplo. São invencionices humanas, parâmetros humanos, verdades humanas. É em um contexto como esse que o Senhor Jesus se manifesta. O imenso conhecimento dos escribas não lhe causava a menor impressão. A radical adesão dos fariseus à tradição dos anciãos era vista por Jesus não como algo digno de ser imitado e sim como algo completamente reprovável. Para Jesus, que encarnava a própria verdade, nenhuma tradição era sacra demais para ser questionada; nenhuma autoridade era elevada demais para não ser questionada e contradita; nenhuma norma estabelecida estava imune a ser revista.

Quando olhamos para o Jesus que os evangelhos nos apresentam não temos como não ficar admirados diante do fato de que Ele era um homem livre do sentimento de medo. Seus opositores, mesmo tendo o poder de mandar prendê-lo e até de condená-lo à morte não lhe infundiam o menor temor. O destemor demonstrado por Jesus é uma clara indicação que Ele não tinha medo nem de escandalizar as pessoas, nem de prejudicar Sua reputação. Ao associar-se com pessoas de reputação duvidosa – prostitutas, coletores de impostos e o populacho mais simples – Jesus se colocava no centro da tormenta e as pessoas de “boa reputação” não aceitavam aquele mestre que parecia muito permissivo para o gosto daquela época. Logo, logo Jesus ganhou uma reputação nada recomendável – ver Lucas 7:33—34.

8. Uma das características mais marcantes do Senhor Jesus é sua atitude de não comprometer suas convicções em troca de apoio e aplauso popular. Nestes dias nós estamos cansados de ver muitos líderes religiosos dispostos a comprometer suas convicções em troca de aceitação. Jesus não, Ele se preocupava em fazer e agradar ao Pai que o havia enviado. Ele não estava interessado naquilo que as pessoas pensavam dele. E as pessoas, em geral, pensavam muito mal de Jesus como vimos a pouco – elas o chamavam de glutão e beberrão e amigo de publicanos e pecadores. Mas não para por aí. Seus parentes próximos e seus inimigos mais ferozes também tinham opiniões nada elogiosas acerca do Senhor Jesus, como podemos ver a seguir:

• Os parentes de Jesus achavam que ele estava - ἐξέστη – exésti - fora de si ou que estava insano ou maluco da cabeça. Por este motivo saíram atrás dele para o - κρατῆσαι – kratêsai - prenderem – ver Marcos 3:21.

• Mesmo sua mãe e seus irmãos, nesta mesma ocasião, quiseram chamá-lo para fora da casa em que se encontrava, talvez com o mesmo propósito que os parentes mencionados acima, mas não foram atendidos. Pelo contrário, Jesus deixou claro que fazer a vontade de Deus é nossa tarefa mais importante. Sua mãe e Seus irmãos não foram atendidos! Ver Marcos 3:31—35.

• Ainda neste mesmo contexto os maiores inimigos de Jesus – os fariseus e os escribas – acusaram Jesus de - Βεελζεβοὺλ ἔχε – Beelzeboùl éche – possesso de Belzebu – ver Marcos 3:22 e Mateus 12:24.

Como dissemos antes, Jesus era destemido e não usava meias palavras. Através de parábolas, de afirmações e de instruções era sempre contundente. Ele falava assim porque nossas vidas na Terra e na eternidade dependem das palavras que ele proferiu – ver João 6:63.

Estes são os motivos porque estamos insistindo na necessidade que temos de fazer uma leitura dos Evangelhos e, por extensão, de toda a literatura da Nova Aliança, que seja independente das formas como são interpretadas pelas religiões. Quando lemos os Evangelhos com esta atitude nós precisamos estar preparados para nos perguntar, vez após vez, o seguinte:

1) Diante da cena que estamos lendo, quais são os conceitos religiosos que estão em evidência aqui?

2) Como a mensagem de Jesus contrasta com as tendências religiosas tão comuns entre os seres humanos?

O teólogo alemão Ernst Kasëmann diz: “Jesus surgiu rompendo através da piedade e da teologia praticadas por seus contemporâneos, trazendo as promessas e o amor de Deus em vez da lei de Moisés; trouxe também Seu inefável dom, o Espírito Santo, para ocupar o lugar das tradições judaicas; além disso, trouxe uma revelação precisa da vontade de Deus para substituir de uma vez por todas os casuísmos do judaísmo, bem como uma revelação da graça de Deus em lugar das obras de justiça” (2).

Nossa oração é que pessoas com o ex-padre Luz e seus seguidores enxerguem a verdadeira luz que resplandece nas trevas através de Jesus e não há nada que as trevas possam fazer para impedir ou alterar aquilo que Jesus veio fazer a nosso favor. Jesus representa o fim de todas as religiões, inclusive dessa bobagem chamada Conscienciologia, como o sol quando nasce dispensa com a necessidade de todos os outros elementos de iluminação.

Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria – Malaquias 4:2.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

Notas.
1) Árias Juan. Jesus, esse Grande Desconhecido, Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2001.

2) Kasëmann, Ernst. Jesus Means Freedom. Fortress Press, Philadelphia, 1969.