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terça-feira, 24 de março de 2015

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 013C — PECADO E CASTIGO — PARTE C




Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

13C. Pecado e Castigo — PARTE C

CONTINUAÇÃO...

Não existem palavras mais apropriadas para descrever como Jesus estava se sentindo naquele momento do que Suas próprias palavras quando disse:

Verso 34

E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai.

Certamente os três discípulos, Pedro, Tiago e João, conheciam bem o Mestre e podiam perceber que ele estava apavorado e angustiado. Mas Jesus prefere não esperar que eles entendam apenas pelo que estão vendo e decide colocar em palavras o que estava sentindo. Jesus diz:

“A minha alma está profundamente triste. Profundamente, ou seja: avassalada, completamente coberta, completa e irremediavelmente tomada até à morte”. Nesse instante, mais do que em qualquer outro, Jesus, que foi amaldiçoado por causa dos nossos pecados percebe a extensão da maldição e se sente avassaladoramente tomado pela mesma —

Gálatas 3:13

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),

Esta conscientização não o deixará até que ele clame na cruz a(s) palavra(s) final da nossa redenção Τετέλεσται tetélestai — ESTÁ CONSUMADO — João 19:30.

Cristo sabia que estava entregando sua vida como resgate de muitos — ver Marcos 10:45. Sabia que Ele “aquele que não conheceu pecado” estava se tornando, Ele mesmo, pecado e recebendo vicariamente — como nosso substituto — a ira santa e justa de Deus de forma eterna e sem limites ver —
2 Coríntios 5:21

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

A dor e a morte são duas das mais terríveis experiências pelas quais o ser humano pode passar. Sansão se sentiu extremamente incomodado pela insistência de Dalila em saber o segredo da sua força, a ponto de sentir-se angustiado até a morte —

Juízes 16:16

Importunando-o ela todos os dias com as suas palavras e molestando-o, apoderou-se da alma dele uma impaciência de matar.

Mas Jesus experimenta essas angústias de uma maneira distinta daquela experimentada por Sansão. O que Jesus realmente queria dizer é: “eu estou tão triste, que poderia morrer agora mesmo”.

É nesse instante de tristeza absoluta, de tristeza tão profunda, que se um socorro não chegar imediatamente a única saída possível será a morte, que Jesus assume a plenitude do seu ofício sacerdotal. É neste momento que Ele inicia a oferta do seu próprio corpo, de seu ser, como oferta pelo pecado como havia mencionado na ceia pascal poucas horas antes —

Marcos 14:22

E, enquanto comiam, tomou Jesus um pão e, abençoando-o, o partiu e lhes deu, dizendo: Tomai, isto é o meu corpo.

Jesus, o cordeiro de Deus apontado por João Batista — João 1:29 — iniciava agora este processo de remoção dos pecados pegando o preço requerido. Na opinião do bispo metodista Adam Clarke a principal parte do processo de redenção aconteceu no meio desta agonia indescritível e sem precedentes.

Apesar de não temer a morte, até porque Ele sabia que ao terceiro dia iria ressuscitar —

Mateus 12:40

Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra.

mas sabemos que a morte em si era também responsável por este pavor e angústia. Mas, se ele não tinha medo da morte porque a angústia e porque o pavor? Aqui, temos que perguntar: Que tipo de morte Jesus iria experimentar? Morte física somente? Morte espiritual? Morte Eterna?

Com certeza, ele experimentou a morte física que é a separação entre a parte física — o corpo — e a parte não física — alma/espírito — que fazem nós sermos o que somos como seres humanos —

Marcos 15:37

Mas Jesus, dando um grande brado, expirou.

Mas teria Jesus também experimentado a morte espiritual? Se definirmos a morte espiritual como “viver separado de Deus é estar morto”, nossa resposta precisa ser um enfático NÃO. Esta é a condição em que se encontra a raça humana caída — Efésios 2:1 — mas Jesus tendo sido gerado pelo Espírito Santo não estava contaminado pelo pecado como todos os descendentes de Adão. As passagens a seguir nos mostram claramente a verdade de que Jesus, por não ter nunca cometido um único pecado, não experimentou o que estamos chamando de morte espiritual:

João 8:46

Quem dentre vós me convence de pecado? Se vos digo a verdade, por que razão não me credes?

Atos 3:14

Vós, porém, negastes o Santo e o Justo e pedistes que vos concedessem um homicida.

2 Coríntios 5:21

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

Hebreus 4:15

Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.

1 Pedro 2:22

O qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca.

1 João 3:5

Sabeis também que ele se manifestou para tirar os pecados, e nele não existe pecado.

Mas, ao mesmo tempo em que Jesus NÃO experimentou a morte espiritual, e experimentou a morte física, Ele também experimentou a morte eterna. Mas o que queremos dizer por morte eterna? Se, ao atribuirmos a Jesus a morte eterna, estivermos querendo dizer que, durante toda sua vida na terra e especialmente no Getsêmani e na Cruz, Jesus sofreu a plena extensão do que seu próprio povo deveria sofrer, caso não houvesse um substituto para sofrer no lugar deles, então, sim, foi exatamente esta morte que Jesus experimentou. Em outras palavras, o inferno veio sobre Jesus no Getsêmani e no Gólgota e Jesus experimentou a plenitude dos seus terrores. Não admira os termos usados por Marcos de “angústia e pavor”.

Salmos 22:14 mostra de maneira absoluta o que estava se passando dentro de Jesus naqueles momentos —

Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.

O Saltério da Igreja Cristã Reformada, na seção que trata da Santa Ceia diz: “Jesus suportou a ira de Deus, sob a qual nós deveríamos sofrer por toda a eternidade, do início da sua encanação até ao fim da sua vida na terra quando ele bradou “está consumado”. Jesus cumpriu, em nosso lugar, tudo o que a lei exigia em termos de obediência e justiça, especialmente quando a combinação do peso dos nossos pecados e da ira de Deus o espremeram a ponto de suar gotas de sangue, onde ele foi aprisionado para que nós pudéssemos ser postos em liberdade. Que ainda mais, Jesus sofreu tremendamente nas mãos de homens perversos, para que nós não fossemos confundidos, sendo Jesus humilhado ainda mais quando experimentou a angústia do inferno, tanto no seu corpo físico como na parte não física — alma/espírito — especialmente na Cruz do Gólgota — lugar da caveira, onde Ele clamou “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” E isto tudo para que pudéssemos ser aceitos por Deus e nunca fossemos esquecidos...”

Jesus mesmo se refere a estes momentos com as seguintes palavras em —

Lucas 22:53

Diariamente, estando eu convosco no templo, não pusestes as mãos sobre mim. Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas.

Esta é a hora a que Ele havia se referido em João 12:31 acerca da expulsão do príncipe deste mundo e em João 14:30—31 acerca do momento que se aproximava do acerto de contas com o príncipe desse mundo. Muitos teólogos cristãos acreditam que foi durante estes momentos que aconteceu o que está escrito em Apocalipse 12 que descreve a batalha entre Miguel e os anjos celestiais e o Diabo e seus anjos:

Apocalipse 12:7—10

Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos. Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.

Jesus pede que Sua pequena companhia fique ali e vigie com ele. Mesmo sabendo que seus discípulos falhariam miseravelmente na missão de confortá-lo, ainda assim Jesus nos mostra que Ele sentia necessidade de comunhão o que deve nos ensinar uma lição definitiva acerca da necessidade absoluta que temos uns dos outros. Existe um grande bem na comunhão cristã e Jesus reconhece e se sente abandonado pelos seus. É muito bom ter e, portanto somos exortados a buscar esse bem que é a assistência de nossos irmãos em tempos de angústia, pois “melhor e serem dois do que um – ver Eclesiastes 4:9”. O profeta Isaías descreve o fato de Jesus estar sozinho, sem que existisse um único companheiro para interceder por Ele como algo surpreendente, mas acrescenta que na falta deste apoio o próprio braço do Senhor causou a salvação —

Isaías 59:15—18

15 Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O SENHOR viu isso e desaprovou o não haver justiça.

16 Viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; pelo que o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve.

17 Vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pôs o capacete da salvação na cabeça; pôs sobre si a vestidura da vingança e se cobriu de zelo, como de um manto.

18 Segundo as obras deles, assim retribuirá; furor aos seus adversários e o devido aos seus inimigos; às terras do mar, dar-lhes-á a paga.

Agora, vamos voltar à passagem de Marcos 14:35—42.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

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Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 013B — PECADO E CASTIGO — PARTE B - JESUS NO GETSÊMANI - PARTE 001



Representação de Jesus no Getsêmani

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

13B. Pecado e Castigo — PARTE B

CONTINUAÇÃO...

Começando com a oração de Jesus no Getsêmani, vamos nos deixar imergir no imaginário — o conjunto de símbolos e atributos de um povo, ou de determinado grupo social — do que foi aquela noite em que o Senhor foi preso e o dia seguinte quando Ele foi crucificado e morto. A Oração de Cristo no Jardim do Getsêmani — Marcos 14:32—42 e passagens paralelas — ver Mateus 26:36—46 e Lucas 22:39—46 — é a maior demonstração de quanto Jesus dependia da oração, além de ser o testemunho mais explícito do fato de que Jesus dependia de Deus como uma criança depende do Pai — Abba em aramaico.

Verso 32 - Então, foram a um lugar chamado Getsêmani; ali chegados, disse Jesus a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou orar.

Onde ficava o Jardim do Getsêmani? Certamente ficava para os lados do riacho de Cedron — ver João 18:1 — e em algum lugar no Monte das Oliveiras — ver Lucas 22:39. Mas onde exatamente? Getsêmani quer dizer “lugar onde se espreme — extrai — óleo”. Hoje em dia existem três grupos religiosos que reivindicam o direito de controlar o que teria sido, no passado, o Jardim do Getsêmani. O Jardim dos Franciscanos, próximo à base do monte de oliveiras, é o primeiro acerca do qual se alega ser o lugar. Um pouco mais acima vamos encontrar o jardim dos Ortodoxos Russos que também alegam ser o lugar. Por último temos o Jardim controlado pelos Armênios, que fica no topo do Monte das Oliveiras. Independente de onde o Jardim do Getsêmani se encontrava nos dias de Jesus, certamente era um lugar ideal para se retirar, descansar, dormir e ensinar. Neste local Cristo acomoda oito dos discípulos...

Verso 33 — E, levando consigo a Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia.

Através de outras passagens como Marcos 5:37 — a ressurreição da filha de Jairo — e Marcos 9:2 — a transfiguração — nós sabemos que Jesus tinha um grupo seleto de discípulos, que podemos chamar de grupo íntimo, que era composto por Pedro e pelos irmãos Tiago e João. Por que esse grupo existia e por que era composto desses três, pode apenas ser especulado. Certamente a idéia de que é pela boca de duas ou três testemunhas que se estabelece a verdade — ver Deuteronômio 19:15 e 1 Timóteo 5:19 — deve ser parte do todo. Pedro talvez fizesse parte dele devido à revelação que havia recebido de ser Jesus o Messias “o filho do Deus vivo” ver — Mateus 16:16; 19. João, como sabemos, era o “discípulo amado” — ver João 13:23; 19:26; 20:2; 21:7 e 10. E Tiago talvez fizesse parte deste grupo porque seria o primeiro entre os apóstolos a perder a vida por acreditar em Jesus — ver Atos 12:2. Mas como dissemos, estamos apenas especulando. Mas por que teria Jesus levado esses três junto com ele para um lugar ainda mais afastado para orar? Jesus era humano — ver Hebreus 4:15 — e como tal tinha necessidade de comer, beber, vestir-se, abrigar-se, dormir, bem como de comunhão fraterna. Jesus era 100% Divino e 100% humano, e podia escolher livremente, momento a momento, com qual das naturezas responderia aos desafios que tinha que enfrentar. Para o nosso conforto, nessa hora de extrema angústia, Jesus decide agir exclusivamente como homem. É por este motivo que lemos que Jesus é tomado então, por ἐκθαμβεῖσθαι ekthambeîsthai — sentir terror e ἀδημονεῖν ademoneîn — estar duramente perturbado, estar fragmentado — literalmente horrorizado. Além disso, Jesus se refere ao Seu estado emocional como sendo de Περίλυπός perílupós — estar cercado de tristeza ou dominado com pesar a ponto de a tristeza poder causar sua própria morte — ver verso 34.

Por este motivo, os tradutores sempre lutaram com esta passagem e a traduzem de diversas formas:

Almeida Revista e Atualizada: pavor e angustia

Bíblia na Linguagem de Hoje: tristeza e aflição*

Almeida Edição Contemporânea: pavor e angustia

Nova Versão Internacional: aflito e angustiado*

Almeida Corrigida e Revisada: pavor e angústia

A Bíblia de Jerusalém: pavor e angústia**

Nova Versão Fácil de Ler: angustiado e aflito*

Tradução Ecumênica: pavor e angústia**

Versão do Padre Antônio Pereira de Figueiredo: pavor e angustiar-se em extremo

A Bíblia Viva: profunda aflição e angústia*

Bíblia Alfalit: temor e angústia*

Tradução do Novo Mundo: atônito e muito aflito*

Versão de Cipriano de Valera em espanhol: “atemorizarse e angustiarse”

Versão de David Martin em francês: “effrayé et fort agite”

As traduções marcadas com asterisco são mais recentes. Note a tentativa de atenuar o sentido de pavor e horror substituindo-o por termos mais amenos! Mas nem todas as versões modernas atenuam o original. Estas estão marcadas com **.

Certamente essas palavras ecoam o —

Salmo 42:6—7

6  Sinto abatida dentro de mim a minha alma; lembro-me, portanto, de ti, nas terras do Jordão, e no monte Hermom, e no outeiro de Mizar.

7  Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.


Seis dias antes Ele já havia sentido uma angústia semelhante como descrito em —

João 12:27

Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora.

Mas àquela angústia Ele adiciona, agora, o pavor. O profeta Isaías nos diz que Jesus era —

Isaías 53:3

Desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer.

Então temos que perguntar: Por que todo este pavor e angústia? Seria porque Jesus sabia que naquele mesmo instante Judas o estava traindo e que em breve chegaria trazendo os soldados para prendê-lo? Ou seria por que Cristo sabia que Pedro iria negá-lo e traí-lo, que o Sinédrio iria condená-lo, que Pilatos iria sentenciá-lo, que seus inimigos iriam ridicularizá-lo e que, por fim, os soldados iriam torturá-lo e crucificá-lo? Certamente todas estas coisas devem ser consideradas como parte do cenário total. Mas como veremos, à medida que formos continuando, o fato que apavorava e angustiava Jesus era que, sendo ele o mais sensível dos homens, se via sendo direcionado para um isolamento cada vez maior. Muitos já haviam desistido de segui-lo — João 6:66. Em breve, seus próprios discípulos iriam abandoná-lo — Marcos 14:50. Mas pior de tudo mesmo, era a compreensão que, começando naquele momento, Ele estava caminhando de modo inexorável — que não se move a rogos; não exorável; implacável, inabalável — para ser abandonado pelo próprio Pai — Αββα Abba. Na Cruz, na sua hora de maior angústia, Jesus nos revela o motivo do Seu pavor e da sua angústia ao clamar אֵלִי אֵלִי לָמָה עֲזַבְתָּנִי  Eloíy, Eloíy, lamáh `azabettâniy — Deus meu, Deus meu! Porque me desamparaste? — ou abandonaste? — Marcos 15:34. Novamente temos ecos do —
Salmo 42:9

Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?

Jesus percebia claramente a intensidade da onda da “ira de Deus” que em breve se abateria sobre ele. E essa onda era provocada pelos nossos pecados! A compreensão da satisfação requerida pelas ofensas feitas à majestade eterna de Deus que implicaria, em última instância, ser completamente abandonado pelo Pai, é o motivo principal para Jesus se expressar de maneira tão veemente, usando termos duros como “pavor e angústia”; ou tendo necessidade de ser diretamente auxiliado por um anjo —

Lucas 22:43

Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava.

ou suando gotas de sangue —

Lucas 22:44

E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.

ou orando fervorosamente ao Pai —

Marcos 14:35—36

35 E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora.

36 E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.

Os Salmos estão cheios de passagens que descrevem estes momentos. Vejamos algumas delas:

Salmos 18:4—5
Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam.

Salmos 42:7

Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.

Salmos 55:4—5

Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam; temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim.

Salmos 69:1—3

Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma. Estou atolado em profundo lamaçal, que não dá pé; estou nas profundezas das águas, e a corrente me submerge. Estou cansado de clamar, secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem de tanto esperar por meu Deus.

Salmos 88:3

Pois a minha alma está farta de males, e a minha vida já se abeira da morte.

Salmos 116:3

Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza.

Certamente nosso Senhor foi muito bem descrito pelo profeta Isaías quando disse:
“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso - Isaías 53:3”.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
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domingo, 4 de janeiro de 2015

SALMO 1 – O SER HUMANO FELIZ SERMÃO 007 – O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS



Esse artigo é parte da série onde expomos o Salmo 1 e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior.

Texto: Salmo 1:6  
Introdução.

A. Estamos chegando ao final da nossa exposição do Salmo 1.
B. Nesse último versículo o Salmista conclui suas ideias acerca da vida e dos caminhos dos Bem-aventurados em contraste com aquele dos ímpios.
C. O salmo termina com uma afirmação de esperança para os Bem-aventurados e com uma perspectiva pavorosa para os ímpios 
D. Vamos, então analisar mais de perto essa afirmação do Salmista contida em Salmos 1:6, com a qual ele finaliza o Salmo 1.
O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS
I. O Senhor Conhece o caminho dos Justos.
A. A expressão hebraica ידַעַ yada`— traduzida aqui por “conhecer” vai muito além de ter informações apenas. No Salmos 139:1—6 nos podemos ver que Deus tem informações precisas e completas a nosso respeito.
B. Mas a expressão ידַעַ yada`vai, muito, além disso. Ela inclui ideias tais como:
1. “Preocupar-se com” como lemos em
Salmos 31:8
Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois tens visto a minha aflição, conheceste as angústias de minha alma e não me entregaste nas mãos do inimigo; firmaste os meus pés em lugar espaçoso.
“Possuir ou identificar-se com” como lemos em
Provérbios 3:5—6
Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.
C. A intenção do Salmista é nos afastar das aparências e nos ajudar a nos apegar a realidade final e última que é a própria pessoa de Deus. Muitas vezes nós nem imaginamos como o inimigo age querendo nos afastar do caminho verdadeiro.  
D. O desvio do caminho verdadeiro tem muitos representantes. Um deles é um espírita ex-companheiro de Chico Xavier, chamado Waldo Vieira que faz as seguintes afirmações acerca de Jesus:
1. “Dentro do helenismo na Grécia Antiga tem muita gente que falou um monte de coisas que são muito superiores às coisas que Jesus Cristo falou”. Ele faz essa afirmação, mas não faz nenhuma citação para provar.  
2. A Bíblia é um livro pornográfico e violento e que tem muitas coisas erradas nela.
3. Jesus foi um coitado que não teve tempo de avançar dentro da mediunidade dele.
4. Jesus é muito semelhante a alguns médiuns que costumam aparecer nos centros espíritas. Ou seja, Jesus era apenas um homem comum.
5. Jesus sofria de “surtos”. Como exemplo ele cita a purificação do templo mencionada em Marcos 11:15 e passagens paralelas.
6. Waldo recomenda a leitura do livro “A vida de Jesus” do francês Ernest Renan — do século XIX — que já foi provado errado em centenas de suas afirmações estapafúrdias.
7. Jesus era um homem como outro qualquer. Não tinha “Amparador” — espécie de Espírito mais desenvolvido que acompanha o desenvolvimento de alguém encarnado. Jesus tinha apenas “guias cegos” — espíritos menos desenvolvidos que não sabiam para onde deveriam conduzi-lo. Desculpe gente, mas é bobagem demais.
8. Segundo Waldo, o Sermão da montanha é aceitável, mas Jesus falou muitas e grandes bobagens, como por exemplo:
a. Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim.
b. Eu sou a luz do mundo.
9. Todas essas afirmações foram feitas em sentido de autopromoção. Jesus era um “craque” em marketing pessoal. Depois de Jesus temos o Paulo Coelho.

10. Não é difícil notarmos que essas frases de Jesus são fruto de um espírito infantil, coisa de meninice espiritual.
11. Jesus afirmou que o Reino de Deus estava próximo. Em seguida, Waldo pergunta em tom zombeteiro: “Isso foi há dois mil anos atrás. Você viu o reino de Deus por ai? Se já veio, ainda não passou na minha rua”.
12. “Jesus dominava as energias sem conhecê-las”. Essa linguagem é típica da Kabala Judaica que tem profundas influências sobre o Espiritismo, a Conscienciologia e outras bobagens religiosas. O que mais me surpreende é a seriedade com que esse pessoal fala. É como se estivessem falando a mais absoluta verdade.
13. Jesus era um médium ectoplasta que junto com seus “guias cegos” era capaz de realizar todos aqueles milagres.
14. Se Jesus tivesse vivido mais tempo ele teria tido a oportunidade de desenvolver sua mediunidade e acabaria com a meninice dele.
15. Jesus era analfabeto? Deixo para vocês responderem. Waldo diz isso depois de afirmar que estudou “profundamente” a vida de Jesus como apresentada nos evangelhos.
16. Recomenda a leitura da vida de Apolônio de Tiana — de 15 a 100 d.C. — um filósofo grego, seguidor das idéias de Pitágoras, e como esse, envolvido também em ocultismo. Ele viajou até a Índia e teve muita influência no desenvolvimento posterior na filosofia grega, especialmente no Neo Platonismo, no Islão e na fé Baha´i. Segundo o Sr. Waldo, Apolônio de Tiana era muito superior a Jesus Cristo. Alguém aqui já tinha ouvido falar desse cara antes? Ele acusa a Igreja Romana de ter eliminado as evidências acerca de Apolônio, para promover a Jesus. Termina dizendo que “Quem faz a fama é quem se deita na cama”.
17. Esse mesmo indivíduo, Waldo Viera, admitiu, depois da morte do Chico Xavier com quem ele trabalhou por décadas, que tudo o que acontecia e aconteceu em Uberaba não passava de embromação para enganar trouxas e gratificar o desejo de aparecer do finado Chico Xavier. O Waldo Vieira também faz essas afirmações apenas porque gosta de aparecer.
18. Quando Escrevi um artigo criticando essas afirmações um dos adoradores do Waldo me escreveu dizendo o seguinte:
O Waldo só falou fatos. É uma pena que nem todo mundo possa entender. Essa pessoa que escreveu esse texto também não deve ter a mínima noção da história da Bíblia ou de nenhum evangelho. Se lesse um pouco mais, iria encontrar essas passagens hediondas, pornográficas e violentas do qual esse livro está cheio - e que Jesus foi sim, uma pessoa como qualquer outra, arrogante e que gostava de aparecer.
E. Graças a Deus que Ele conhece nosso caminho e nos protege dessas mentiras nos guiando na VERDADE que é o próprio Senhor Jesus e que também está APENAS na Bíblia.
F. É maravilhoso e reconfortante sabermos que Deus conhece até mesmo o caminho que está, agora, encoberto aos nossos próprios olhos. Deus mesmo diz o seguinte em —
Isaías 48:17
Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar.
II. O Caminho dos Ímpios Perecerá
A. A expressão hebraica אבַד — traduzida por perecer implica em seguir um caminho que:
1. No fim não dá em nada.
2. Leva à completa ruína.
3. Conduz à destruição.
4. Essa expressão é usada em outras passagens para descrever planos ou esperanças frustradas, como podemos ler em —
Salmos 112:10
O perverso vê isso e se enraivece; range os dentes e se consome; o desejo dos perversos perecerá.
Provérbios 11:7
Morrendo o homem perverso, morre a sua esperança, e a expectação da iniquidade se desvanece.
B. Além disso, a expressão também reflete a perdição dos homens sem Deus e as realizações que ficam arruinadas, como lemos em:
Salmos 2:5
Na sua ira, a seu tempo, lhes há de falar e no seu furor os confundirá.
Salmos 9:5—6
Repreendes as nações, destróis o ímpio e para todo o sempre lhes apagas o nome. Quanto aos inimigos, estão consumados, suas ruínas são perpétuas, arrasaste as suas cidades; até a sua memória pereceu. 
C. O caminho dos ímpios é um caminho marcado por:
1. Podres prazeres.
2. Orgulho.
3. Incredulidade.
4. Profanidades — tudo o que não é santo.
5. Perseguição contra Deus, Jesus, o Espírito Santo e o Povo de Deus.
6. Procrastinação quanto à oferta da salvação: amanhã eu penso nisso!
7. Dureza de coração. Resiste mesmo até à mais evidente das verdades.
8. Autoengano, decepção final.
D. O caminho dos ímpios perecerá, exatamente, porque Deus conhece todas as coisas que fazemos, temos a intenção de fazer bem como todos os nossos pensamentos. Paulo diz em —
1 Coríntios 4:5
Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.
Conclusão:

A. O Novo Testamento nos avisa das implicações eternas dos dois caminhos:

B. Primeiro com Jesus que diz:

João 3:16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

C. Depois com João Batista que diz:

João 3:36

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

D. Diante desses versos vemos que os dois caminhos se separam para sempre e que não existe um terceiro caminho!

E. Deus conhece o nosso caminho e nos promete:

Isaías 41:13

Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.

F. A grande diferença entre os Bem-aventurados e os ímpios é revelada, de forma definitiva:

1. Deus conhece o caminho dos justos.

2. O caminho dos ímpios perecerá.

G. Todo o orgulho, toda a arrogância, toda a autosuficiência dos ímpios estão destinadas a serem abatidas por completo. O Deus Todo Poderoso irá triunfar por completo como a Bíblia afirma em

1 Coríntios  1:19—21

Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos. Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação.

Que Deus abençoe a todos.

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO SALMO 1

001 — Salmos 1:1a — O BEM-AVENTURADO — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 001

002 — Salmos 1:1b — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO DEVE EVITAR — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 002

003 — Salmos 1:2 — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO DEVE PRATICAR — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 003

004 — Salmos 1:3 — AS COISAS QUE O BEM-AVENTURADO PRODUZ — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 004

005 — Salmos 1:4 — OS ÍMPIOS SÃO COMO A PALHA — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 005

006 — Salmos 1:5 — OS ÍMPIOS NÃO PREVALECERÃO — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 005

007 — Salmos 1:6 — O SENHOR CONHECE TODOS OS CAMINHOS — Salmo 1 — O SER HUMANO FELIZ – SERMÃO 006
Alexandros Meimaridis

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