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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

E A EUROPA? QUEM DIRIA QUE DEPOIS DE 2000 ANOS DE CRISTANDADE SE TRANSFORMARIA NESSE RIDÍCULO AMONTOADO DE PAÍSES.


Alemanha
Manifestação na Alemanha contra a "islamização do Ocidente"

Quando Paulo cruzou o Helesponto também chamado de Estreito de Dardanelos e passou da Ásia para a Europa, chegando à cidade de Filipos, teve início à pregação do Evangelho da Graça de Deus no continente europeu. Mas o que nos chama a atenção é que nesses dois mil anos de existência na Europa, a fé cristã conseguiu progredir muito pouco. Desde cedo a mesma foi tomada por falsos senhores que afastaram o povo do verdadeiro Senhor, que é Jesus Cristo. A subversão foi sempre muito escandalosa. Como prova do que estamos dizendo queremos apresentar duas afirmações muito importantes acerca desse desvio, praticamente sem volta, da fé cristã nisso que passou a ser chamado de cristandade. Quando usamos esse termo “cristandade” a nossa intenção é denunciar essa religião falsa, espalhada pelo mundo, que se auto-intitula de cristã. Eis as duas afirmações:

1. “A cristandade é um esforço da raça humana para voltar a andar de quatro, de se livrar do Cristianismo, mas fazê-lo de modo classudo sob o pretexto de que é a representação do verdadeiro Cristianismo, clamando que este é o Cristianismo aperfeiçoado.”[1]

2. “Como foi possível dentro da história do Cristianismo, o surgimento de uma sociedade, de uma cultura e de uma civilização até, que são o exato oposto daquilo que podemos ler na Bíblia, seja na lei de Deus, nos profetas, nos ensinos de Jesus ou nos escritos de Paulo?”[2]

Essas duas afirmações são suficientes para deixar claro o distanciamento experimentado pela chamada cristandade da Pessoa do Senhor Jesus Cristo, de Deus, o Pai e do Espírito Santo de Deus. E vemos isso, de forma muito característica no continente chamado Europeu. Um continente com quase 2000 anos de história “cristã”.

O artigo abaixo foi publicado no site da revista Carta Capital e é de autoria de Gianni Carta.  

A xenofobia cresce na Europa

A extrema-direita em toda a União pretende barrar ou expulsar imigrantes
Por Gianni Carta

Dois eventos na segunda-feira 15/12/2015 não poderiam ser mais colidentes. Em Paris, o presidente François Hollande finalmente inaugurou o Museu da Imigração, criado sete anos atrás. Em Dresden, na Saxônia, o Pegida, sigla para “Patriotas europeus contra a islamização do Ocidente”, aglutinou 15 mil manifestantes, entre eles vários jovens neonazistas. Em uníssono, a multidão gritava: “Basta com a Sharia (lei islâmica) na Europa”. Detalhe: na Saxônia há 2,1% de estrangeiros, dos quais 0,1% é de muçulmanos.

Um terceiro evento, marcado para sábado 20, em Milão, é também contraditório diante do simbólico gesto de Hollande. Trata-se de um encontro do Movimento Nacionalista dos Povos Europeus, composto de legendas e grupos de extrema-direita de toda a Europa. Os holofotes serão jogados sobre Udo Voigt, líder do Partido Nacional Democrata Alemão, ou NPD, e, desde maio, deputado em Bruxelas. Em 2004, Voigt, de 62 anos, foi condenado por ter dito: “Não há dúvidas, Hitler foi um grande estadista alemão”.

A xenofobia está, mais uma vez, em ascensão no Velho Continente. Em comum, a extrema-direita quer barrar ou expulsar imigrantes e aqueles em busca de asilo. Pretende pôr um fim no acordo de Schengen, que permite a livre circulação de cidadãos europeus por 26 países. Almejam a eliminação do euro e, por tabela, o naufrágio da União Europeia para, e assim, reaver maior autonomia nacional. A crise econômica, é claro, faz eleitores de diferentes tendências ideológicas migrar para os partidos de extrema-direita.

Por essas e outras, integrantes de partidos de centro-direita, como o UMP, e seu líder Nicolas Sarkozy, candidato à Presidência em 2017 na França, adotam o discurso. O principal alvo, quiçá o mais fácil no contexto de “perda de identidade”, é o estrangeiro. Motivo: ele oferece a face a uma mescla de temores. Resumiu na segunda-feira 15 Hollande: “Os estrangeiros são sempre acusados dos mesmos males... São sempre os mesmos preconceitos, as mesmas suspeitas invariavelmente impingidas”. Até numerosos cidadãos de países escandinavos, outrora considerados tolerantes, passaram a colocar estrangeiros na cruz.

Segundo enquetes de intenção de voto, o Partido do Povo Dinamarquês (PPD), de extrema-direita e liderado por Kristian Thulesen Dahl, estaria na dianteira nas eleições legislativas que poderão ocorrer a qualquer momento. O Partido Social-Democrata, da premier Helle Thorning-Schmidt, figura nas pesquisas em terceiro lugar com 19,8% dos votos. Em primeiro, o PPD, com 21,2%, seguido pelos Liberais, com 20,9%. Uma aliança entre PPD e Liberais não pode ser descartada. Na Noruega, o Partido do Progresso está no governo desde as legislativas de 2013. Siv Jensen, ministra das Finanças, faz campanha contra a “crescente islamização” do país. Já na Suécia, a legenda Democratas Suecos, igualmente anti-imigração, obteve um acréscimo de 13% dos votos no Parlamento em eleições realizadas há poucos meses. Por não conseguirem ter impacto sobre o governo, defrontaram-se com o impasse e um novo pleito foi marcado para março.

Desde as eleições legislativas de 2010, o Partido para a Liberdade (PVV), do controverso Geert Wilders, é o terceiro da Holanda. Com sua juba prateada, Wilders, de 51 anos, chama o Islã de “religião totalitária”. Não escasseiam líderes a condenar extrapolações da extrema-direita. No entanto, governos de centro-direita, e mesmo de centro-esquerda, são confrontados por outras siglas de suas alianças. A chanceler alemã,  Angela Merkel, condena o Pegida por “agitação e difamação”. Por sua vez, o ministro social-democrata da Justiça, Heiko Maas, chamou o movimento de “uma desgraça”. No entanto, a legenda de centro-direita da Bavária, União-Social Cristã (CSU), a integrar a aliança de Merkel, alega que Heiko Mass “denegriu maciços protestos pacíficos”. A CSU já havia causado polêmica ao dizer que estrangeiros deveriam falar alemão até em casa, mas acabou por retratar-se. Bernd Lucke, do Alternativa para a Alemanha (AfD), afirmou: “Várias das demandas deles são legítimas”.

O premier italiano de centro-esquerda, Matteo Renzi, dirige o país em aliança com a direita. O ministro do Interior e líder da Nova Centro-Direita, Angelino Alfano, anunciou a repressão a camelôs e feirantes de praias, quase sempre estrangeiros. Do seu canto, a Liga Norte deixou de ser separatista sob a liderança de Matteo Salvini, de 41 anos. No entanto, para Salvini o grande inimigo é o estrangeiro. O ex-premier Silvio Berlusconi flerta com Salvini para formar uma aliança nas próximas eleições, mas terá de deixar de fazer pactos com Renzi, como o da reforma do sistema eleitoral. Salvini, sublinhe-se, foi hábil ao não aceitar o convite para participar do encontro do Movimento Nacionalista dos Povos Europeus, em Milão. Rejeição nada apreciada por Roberto Fiore, anfitrião do evento e líder do Partido Força Nova. Ex-parlamentar em Bruxelas, quando substituiu Alessandra Mussolini, em 2009, Fiore simpatiza com o fascismo.

No caso do trabalhista Ed Milliband, líder da oposição britânica ao governo conservador do premier David Cameron, parece ser preferível, às vésperas de legislativas em 2015, evitar o delicado tema “imigração”. Diante da força crescente do Partido de Independência do Reino Unido (UKIP), de Nigel Farage, Cameron agendou um referendo para renegociar a permanência do país na União Europeia em 2017.

Na segunda, Hollande evocou imagens fortes de sucessivas ondas migratórias a pontuar a história da França. E, assim, lançou sua campanha para 2017. Não deu nomes aos bois, ou aos “demagogos”. Eles são Sarkozy e Marine Le Pen, a líder do Frente Nacional. Le Pen reconheceu o Holocausto negado pelo pai, mas luta contra a “islamização da França”. Como escreveu Carine Fouteau, do website Mediapart, se Hollande tivesse feito esse discurso a favor da imigração no início de seu mandato, as perspectivas seriam outras. Agora é tarde. “Hollande luta contra oponentes munidos de armas reais.” Segundo as pesquisas, Le Pen venceria Hollande no segundo turno.

O artigo original de Carta Capital, poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 


[1]Søren Kierkegaard, The Instant, artigo publicado na imprensa Dinamarquesa em 1855.
[2] Jaques Ellul, La Subversion du Christianisme, Éditions du Seuil, Paris, 1984.

domingo, 6 de julho de 2014

APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA - SERMÃO 001 – APOCALIPSE 1:1-20 - INTORDUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE



O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

LIVRO DO APOCALIPSE — INTRODUÇÃO

Texto: Apocalipse 1:1—20  
Introdução.

A. O livro do Apocalipse é evitado por muitos cristãos, porque eles não conseguem fazer sentido do mesmo. 
B. Para ajudar a todos que se encontram nessa situação, nós vamos desenvolver uma pequena série de mensagens abordando os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. 
C. Vamos, portanto, começar o próprio nome do livro. A palavra grega usada é Ἀποκάλυψις Apocálipsis — cujo significado é: ato de tornar descoberto ou exposto. Nesse sentido pode tratar-se de uma REVELAÇÃO da verdade. Algo que estava escondido e que agora é trazido à luz.    
D. O Livro do Apocalipse tem sido objeto das mais infamantes interpretações. Muitos indivíduos que desejam apenas aparecer escrevem “comentários” sobre o Apocalipse, sem nenhum conhecimento que os habilite para tal. Apenas inventam interpretações e procuram vincular o que João escreveu com os acontecimentos do dia de hoje, criando verdadeiros absurdos e interpretações passageiras que precisam ser modificadas quando as condições correntes se modificam. 
E. O Livro do Apocalipse, temos que admitir, é um livro bem diferente dos outros livros que temos nas Escrituras Sagradas. Ele é um livro que fala de: 
1. Anjos e demônios. 
2. Cordeiros, leões, cavalos, dragões e etc. 
3. Dois monstros terríveis surgem um vindo do mar e outro da própria terra e etc.  
4. Uma primeira leitura do Livro do Apocalipse parece nos conduzir para diversas visões caóticas, fatídicas e misteriosas. 
5. Mas o próprio Livro nos diz que o mesmo é uma REVELAÇÃO vinda do próprio Deus e, portanto, útil para seu povo de todas as eras se for entendido de forma apropriada. 
Apocalipse 1:1 
Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João.
 F. O Livro do Apocalipse tem início com uma promessa: Apocalipse 1:3 — Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo. 
G. E termina com uma grave advertência: 
Apocalipse 22:18—19 
Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro. 
H. Bem Vamos iniciar, conforme devemos, nossa

INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE   

I. Algumas Chaves Que Nos Ajudam a Entender o Livro do Apocalipse.
A. O Livro do Apocalipse é uma REVELAÇÃO como está claramente afirmado em seu primeiro versículo. E é dessa forma que devemos nos aproximar do mesmo. Sendo uma REVELAÇÃO divina então podemos ter certeza que há muito no texto do Apocalipse para: 
1. Chamar-nos ao arrependimento e à renovação. 
2.Muito para humilhar-nos e envergonhar-nos. 
3. Muito para acautelar-nos contra a malícia de nosso inimigo. 
4. Muito para incentivar-nos à firmeza e perseverança na fé. 
B. O Livro do Apocalipse é uma revelação para a Igreja. Foi especificamente dirigido para sete igrejas localizadas na Ásia Menor
Mapa das sete cidades
mas vale também para a Igreja do Senhor em todas as épocas, inclusive para a nossa. João recebeu instruções precisas de que deveria colocar a REVELAÇÃO em forma escrita e enviar uma cópia para cada uma das sete igreja mencionadas em 
Apocalipse 1:11 
Dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia. 

II. As Sete Cidades da Ásia Menor 
A. A cidades mencionadas por Jesus estão localizadas no mapa de uma forma tal que ajudaria a pessoa responsável por entregar as cartas, a se dirigir a cada uma das igrejas de uma forma racional, perfazendo um semicírculo, começando em Éfeso e terminando em Laodiceia. Esse circuito foi chamado pelo arqueólogo Sir William Ramsey de “a parte mais populosa, rica e influente da província romana da Ásia”. 
B. Essas cartas, como mencionamos acima, têm nos dias de hoje a mesma importância e valor que tinham quando foram originalmente escritas por João e enviadas para as sete igrejas da Ásia Menor. 
C. Essas Igrejas — sete em número que indica a totalidade, a integralidade e a perfeição — representam as igrejas locais de todas as épocas e de todas as nações. 
III. A Perseguição Sistemática do Povo de Deus Tem Três Aspectos Principais
A. A sociedade cristã representada por essas sete igrejas estava experimentando no final do século I uma dura realidade de perseguição. O imperador Domiciano — Tito Flávio Domiciano — que governou o império romano de 81—96 d.C. jurou exterminar os cristãos. Isso era algo que havia sido iniciado 25 antes pelo imperador Nero — Nero Cláudio César Augusto Germânico.

Imperador Domiciano

Imperador Nero

B. As perseguições movidas pelo imperador Domiciano foram sistemáticas. Domiciano era ávido por honras divinas e com isso sua perseguição se espalhou por toda a província romana da Ásia.



Reprodução do Templo ao Imperador em Pérgamo no Museu de Berlim.

C. Os cristãos que adoravam a Jesus como Senhor estavam sendo “convidados” a adorar César como senhor. A recusa representava desde o ostracismo social e até mesmo a morte. As perspectivas não eram tão boas para a igreja nascente daqueles dias.

D. Para agravar ainda mais a situação, as igrejas não tinham apenas a perseguição com que se preocupar. Outros problemas tão perigosos quanto à perseguição também existiam: o ensino de falsas doutrinas de todos os tipos. Falsos profetas andavam ao redor pelas igrejas espalhando suas mentiras e atraindo os seguidores de Jesus para longe do Salvador. Além disso, homens e mulheres imorais estavam contaminando a igreja e o alto padrão de conduta estabelecido pelas Escrituras e pelos ensinamentos dos apóstolos estava sendo rapidamente degradado.

III. As Táticas do Diabo
A. Durante toda a história da raça humana as táticas do Diabo não sofreram alterações: Perseguição, desvio do caminho da verdade e prática de pecados de toda natureza, especialmente os vinculados com imoralidades sexuais.

B. Nenhuma dessas táticas passavam despercebidas a João. Ele sabia a origem de cada uma delas e nós também precisamos nos conscientizar que o Diabo, nosso Adversário, continua ativo, apesar de ter sido derrotado pelo Senhor Jesus, mas ele não está completamente liquidado:

1 Pedro 5:8

Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.

C. De todas essas situações — perseguição, desvios doutrinários e imoralidades sexuais — uma luta muito maior — espiritual — também estava sendo travada entre Cristo e o anticristo, entre o Cordeiro de Deus e o Dragão Assassino e entre a cidade Santa — a Igreja ou Jerusalém Celestial — e a “grande cidade” Babilônia, representando o mundo.

D. O ataque satânico contra a Igreja acontecia em várias frentes simultaneamente. Ora o ataque era físico, vindo da parte do imperador e seus servidores. Outras vezes era intelectual por meio de falsas doutrinas ou ensinamentos e outras vezes, ainda, era moral, pela adoção de práticas de comportamento contrárias ás escrituras. Essas três formas de ataque são representadas no Livro do Apocalipse pela:

1. A Besta que emerge do mar.

2. A besta que surge da terra ou o falso profeta.

3. E a Babilônia, a prostituta e mãe de todas as abominações que existem sobre a terra.

E. Em todas as épocas podemos notar essas três ações. As táticas do Diabo não mudam porque elas funcionam bem com cada nova geração de cristãos que, infelizmente, parece que não aprendem nada com o passado.

F. Hoje temos igrejas que estão sofrendo perseguições físicas, prisões e até mesmo o martírio. Na Síria, no Iraque, no Sudão, no Senegal e etc.

G. Em outros lugares a Igreja está travando verdadeiras batalhas mentais com falsas teologias. No Brasil, todo dia surge uma nova invencionice e temos que conhecer bem as Escrituras para podermos combater essas mentiras.

H. A o redor do mundo existe uma luta no campo moral. O mundo deseja que a igreja abandone suas posições bíblicas e adote os mesmos comportamentos mundanos e nojentos que todos desejam praticar.    

Conclusão:

1. Só podemos começar a entender o Apocalipse quando vemos o mesmo como uma REVELAÇÃO de Deus para o Seu povo de todas as épocas.

2.  O Apocalipse é então, uma mensagem para a Igreja de todas as épocas.

3. O Apocalipse é um chamado para todos nós para que:

a. Suportemos com paciência as tribulações.

B. Apeguemo-nos à Verdade com todas as nossas forças. Aqui não há lugar para corpo mole.

C. Resistamos às adulações do Diabo e obedeçamos aos mandamentos do Senhor.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE APOCALIPSE CAPÍTULOS 1 A 3

OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTORDUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001
APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL
APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006 — FINAL

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PESSOAS SEM RELIGIÃO SÃO TERCEIRO MAIOR GRUPO


 

Quando nos referimos a pessoas sem religião estamos incluindo nesse grupo todos aqueles que se declaram:

 

·       Ateus — não acreditam em nenhuma divindade.

 

·       Agnósticos — alegam não ter certeza se Deus existe ou não.

 

·       Sem religião — acreditam em alguma divindade, mas não seguem nenhuma tradição religiosa.

 

Esses três grupos somados representam um número que é apenas inferior ao de cristãos nominais e islamitas nominais. Depois desses dois grupos maiores os ateus + agnósticos + sem religião representam um grupo maior que qualquer outra religião instituída.

 

Mas devemos nos deixar enganar pela estatística. Hoje a população da terra é maior que 7 bilhões de pessoas e 8 de cada 10 se declaram religiosos de alguma forma.

 

Os dados dessa pesquisa foram coletados pela organização The Pew Forum on Religion and Public Life, que é um projeto do Pew Research Center que, por sua vez, é uma organização independente, localizada em Washington, D.C. Ver site aqui:

 

http://www.pewforum.org/

 

De acordo com a pesquisa a mesma revelou os seguintes números:


Símbolo cristão abtigo


·   31,5% da população mundial se considera cristã — incluindo católicos, ortodoxos, protestantes e evangélicos de modo geral.


Grupo de Mulçumanos 

 

·       23,2% se declarou como pertencendo à alguma das várias divisões da religião islâmica.


Richard Dawkins o ateu mais em evidênci em nossos dias já foi objeto de vários artigos do nossos blog. 

 

·       16,3% disseram que eram ateus, agnósticos ou não filiados a nenhuma religião. Esse terceiro grupo constitui o maior número de pessoas dentro do total dessa categoria.


 

 

·       Como podemos notar o grupo agregado acima é maior que:


Devotos do Hinfuísmo

 

Ø  Os 15% que se declaram Hindus.



Devotos do Budismo 

 

Ø  Os 7,1% que disseram que eram budistas.



 

 Adoradora danatureza


Ø  Os 5,9% de todos os que disseram que eram seguidores de religiões étnicas ou folclóricas.


Seguidores do Judaísmo 

 

Ø  Por fim, 0,2% declaram seguir o judaísmo.

 

Com relação ao Brasil o relatório aponta que 88,9% dos entrevistados disseram que eram cristãos, enquanto outros 7,9% alegaram não ter religião ou eram agnósticos ou ateus. Outros 2,8% disseram que seguem as religiões africanas, como o candomblé, por exemplo. No Brasil os judeus e os mulçumanos juntos representam menos de 0,1% da população.

 

E importante notar que nas conclusões da pesquisa não existe nenhum tipo de diferenciação entre as diversas divisões que sabemos existem tanto na cristandade quanto no seio do islamismo.

 

Distribuição por localização geográfica

 

A vasta maioria dos que se declararam ateus, agnósticos ou sem filiação religiosa pode ser encontrada em países comunistas como a China ou que abandonaram o comunismo, mas onde a religião continuou não sendo vista com bons olhos. Na China 52,2% se encontram nessa situação e o mesmo é verdadeiro para 23% dos cubanos.

 

Já na América latina o país menos religioso é o Uruguai, onde 40,75 da sua população declarou não pertencer a nenhum grupo religioso. O presidente do país se declarou como agnóstico.

 

A maioria dos cristãos está concentrada nas Américas, na Europa e na África subsaariana.

 

Já os mulçumanos estão, em sua maioria, concentrados na Ásia, no Oriente Médio e na África. Todavia, devemos salientar que existem enormes grupos de mulçumanos espalhados por toda a Europa os quais somam 43,5 milhões de pessoas, algo muito próximo da população atual da Espanha que gira ao redor de 47 milhões de pessoas.

 

No Brasil os mulçumanos somam cerca de 40 mil indivíduos.

 

Os hindus estão, praticamente confinados na própria índia.

 

Os judeus são majoritários apenas em Israel e nos territórios ocupados pelo regime nazista de Jerusalém. Nesses territórios os judeus somam 75,6% da população total que representa 5.510.000 pessoas, uma quantidade menor do que os judeus que moram apenas nos Estados Unidos da América e que somam 5.690.000. No Brasil os judeus estão próximo da marca de 110.000.

 

Que Deus nos ajude a entender as implicações desses números e que possamos nesses últimos dias investir mais na pregação do evangelho a todas as nações e povos que precisam, desesperadamente, ouvir as Boas Novas da salvação em Cristo Jesus.


 

Que Deus abençoe a todos.

 

Alexandros Meimaridis.

 

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