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sábado, 20 de junho de 2015

HOMOSSEXUAIS CONTINUAM BUSCANDO PRIVILÉGIOS



A entrevista abaixo foi publicada no site da revista Cristianismo Hoje,

Entrevista com o jurista Uziel Santana

Governo e movimento homossexual tentam aprovar medidas aumentando conceito de homofobia

Escrito por  Por Carlos Fernandes

Muitos evangélicos comemoraram o anúncio de que o Projeto de Lei (PL) 122/06 – a famigerada lei anti-homofobia – foi arquivado no Senado Federal. Mera questão regimental, que obriga ao arquivamento toda matéria em tramitação há mais de duas legislaturas, a medida não encerra a delicada questão sobre até que ponto a discriminação aos homossexuais pode ser considerada crime. Muito pelo contrário. Já estão em andamento duas outras propostas – uma no próprio Congresso, e outra, no Supremo Tribunal Federal – que retomam a discussão da matéria. Em ambas, o risco ao direito de opinião sobre a homossexualidade continua presente, de acordo com o advogado Uziel Santana, presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). A entidade, que promove a defesa das liberdades civis fundamentais, como a religiosa e a de expressão, tem atuado na linha de frente no enfrentamento do que considera riscos à livre expressão da fé e à defesa dos valores cristãos, perante a sociedade e nas esferas jurídica e política.
Crente batista, Uziel acredita que o sentimento anticristão que cresce na sociedade brasileira tem como um de seus protagonistas a militância gay. “O movimento homossexual tem sido atuante junto ao governo”, acredita. Segundo ele, há uma predisposição para aprovar a criminalização da homofobia, e o perigo é a ausência de salvaguardas à livre expressão religiosa e à objeção de consciência, previstos constitucionalmente. “O movimento gay ganhou a cultura. Juridicamente, a família brasileira, do ponto de vista como a conhecemos, já foi desconstruída. Hoje, é a homofobia. Amanhã, o que será tipificado? O crime de opinião?”, questiona.

CRISTIANISMO HOJE – Com o arquivamento do PL 122/06, no começo de janeiro, o assunto está encerrado?

UZIEL SANTANA – Não. Este é um tema muito importante de ser esclarecido. O arquivamento é previsto no regimento do Congresso Nacional toda vez que começa uma Legislatura. A ameaça ainda existe. Há uma grande pressão dos movimentos sociais – e, particularmente, do movimento gay, que tem uma visão anticristã – para que o tema da homofobia volte a ser discutido.
Mas ele seria discutido nos mesmos termos do projeto?
A primeira versão do PL 122/06 era horripilante, draconiana mesmo, e foi completamente inspirada pela militância. O movimento homossexual, naquela época, já estava presente em ministérios do governo federal e atuante desde que o então presidente Lula implementou a política pública Brasil sem Homofobia. Foi tudo muito bem tramado, tanto que a iniciativa do projeto partiu de uma então deputada petista, a Iara Berrnardi.

Se havia todo esse panorama favorável, por que o PL 122/06 não foi aprovado?

A reação a isso começou antes mesmo que pastores como [Silas] Malafaia aparecessem gritando na mídia. Primeiramente, foi uma ação técnica, e mais tarde, de pressão mesmo, depois que o assunto ferveu. Só que a reação da igreja foi desproporcional, e acabou fazendo com que o nosso discurso se tornasse intolerante. Assim, a ação da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) foi facilmente enquadrado como um discurso de ódio, de preconceito homofóbico, e alguns deputados acabaram caindo nisso. Muitos evangélicos comemoraram o arquivamento do PL 122, mas já existe outro projeto, o de nº 7583/14, da deputada Maria do Rosário [PT/RS], que visa a tornar crime os atos de intolerância contra LGBT e outros grupos vulneráveis. Uma das reivindicações é a inserção dos termos “orientação sexual e identidade de gênero” na lei antirracismo em vigor. Essa vai ser a versão que o governo vai defender no Congresso na atual Legislatura.

O governo tem interesse na aprovação?

Como o governo atual foi reeleito sem o apoio maciço dos evangélicos, ele não será light no tratamento da questão, como aconteceu no mandato passado. Entre 2010 e 2014, houve concessões, como na questão do kit-gay [N. da Redação: o chamado kit-gay era um conjunto de apostilas e materiais de estudo destinado às escolas de ensino fundamental sobre diversidade sexual e tolerância à homoafetividade, interpretado por muitos como apologia ao comportamento homossexual. Por pressão política e precisando de apoio da base parlamentar para manter a governabilidade, o governo recuou na intenção de distribuí-lo aos estudantes da rede pública]. Agora, não haveria mais freios, e o governo está disposto a aprovar o projeto como está. Mas isso não é tudo. Lá atrás, houve uma manobra da Frente Parlamentar Evangélica para que o PL 122 entrasse na reforma do Código Penal, como uma estratégia para enfraquecê-lo. A Anajure entende que não foi uma boa manobra, porque, caso a matéria venha a ser aprovada no novo Código Penal, isso dará mais força à questão do que será considerado crime de homofobia. Uma coisa é uma lei penal qualquer; outra é o próprio Código Penal tipificando esse crime.

O projeto que vai para o Congresso restaura os principais – e mais preocupantes, para os evangélicos – pontos do PL 122?

Sim, quase todos os pontos, inclusive com uma técnica legislativa bem sutil e sofisticada, de maneira que um leigo, ao lê-lo, não entenda exatamente o que está ali proposto. Um deles é a questão das escolas e seminários teológicos. Pela proposta original, se um desses estabelecimentos não admitirem um aluno pelo fato de ele se declarar homossexual, seria crime: o reitor poderia ser penalizado e a instituição, fechada por até três meses. Isso é algo que voltou na nova versão de Maria do Rosário. Outro aspecto muito comentado na época também está incluído, o que trata da chamada discriminação no trabalho. Se uma dona de casa dispensar a babá por ela ser lésbica e a mãe entender que isso não é uma boa influência para seus filhos, isso também seria crime, com pena de prisão e estabelecimento de multa – o que fere um direito garantido na Constituição, que é a questão da objeção de consciência.

Mas o Congresso não aprovou o PL 122. A tendência não é a mesma em relação à outra proposta?

Há outro caminho aí. No Supremo Tribunal Federal [STF], tramita a Ação Declaratória de Inconstitucionalidade por Omissão [ADO] 26, proposta ano passado pelo PPS. Ela pede para o Supremo julgar, lá em cima, se o Congresso está sendo omisso ao legislar sobre a matéria da homofobia. Então, diante da urgência da questão social, a Corte assume a função do Congresso e pode passar a considerar que existe o crime de homofobia em determinadas situações. Isso já aconteceu em 2011, quando o SFT reconheceu a união civil homossexual. Como o Congresso não legislou sobre o matrimônio gay, o Supremo avocou para si o papel, e o resultado foi uma grande conquista do movimento homossexual. Agora, a estratégia é a mesma, e até a Procuradoria Geral da República se manifestou a favor. A Anajure já fez um parecer mostrando aos líderes o grande perigo disso.

Qual é o perigo?

Se isso passar, vai se criar uma enorme insegurança jurídica. É ponto pacífico na academia que um tribunal não pode legislar em matéria penal. Além disso, o que a sociedade precisa entender é que o tema não afeta apenas a liberdade dos religiosos, que podem ser tolhidos de manifestar sua opinião sobre a homossexualidade de acordo com seus princípios de fé. O que vier a se tipificar como discriminação contra gays pode afetar também o trabalho e a independência de opinião de professores, pesquisadores, historiadores, jornalistas… Hoje, é o crime de homofobia. Amanhã, o que será tipificado? O crime de opinião?

Na sua opinião, o STF é simpático à proposta?

Totalmente. O advogado que defendeu a causa da união homossexual, Luis Roberto Barroso, é hoje ministro do Supremo. Ele está lá dentro, e há outros que podem defender a tese. Essa briga jurídica tende a crescer. O que nós vamos defender, além da impossibilidade de o STF legislar sobre matéria penal, é que, ainda no caso de a proposta passar, que se exclua o discurso religioso do que vier a se considerar crime de homofobia. Vamos pedir que, na mesma decisão, seja estabelecido que não se pode interpretar como crime de homofobia a simples pregação de um religioso, no espaço público ou privado, de que a homossexualidade é pecado.

Essa ideia tem recebido apoio do segmento evangélico?

Já temos mobilizado convenções denominacionais, como a Convenção Batista Brasileira e a Convenção Batista Nacional, além da Aliança Cristã Evangélica, para subscrever uma petição a fim de que também possamos participar desse julgamento na condição de interessados na causa.

O senhor acha que a chamada heterofobia está crescendo?

O movimento gay já ganhou a cultura. Na época da II Guerra Mundial, a Alemanha nazista criou o termo Jüdische Schuld, para culpar os judeus por tudo. Existe no país, hoje, uma noção de que tudo é culpa dos cristãos. E isso não é só por conta do movimento gay, claro. Existem outros inimigos aí – o secularismo, o feminismo, o laicismo entendido como a ausência total de religião. Juridicamente, a família brasileira, do ponto de vista como a conhecemos, já foi desconstruída com a possibilidade do divórcio instantâneo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por casais gays. Agora, o foco está nas crianças e nos adolescentes, predispondo-os ao comportamento gay. Como jurista cristão, entendo que todas as pessoas devem ter direitos e liberdades individuais na opção sexual. Isso está dentro do espectro de liberdade constitucional, assim como a questão dos direitos patrimoniais. O problema é que, no Brasil, a militância homossexual quer ir além. Em nenhum lugar do mundo, o movimento LGBT tentou fazer algo parecido. A ênfase dos projetos de lei é mais na possibilidade de prisão do que na educação da sociedade. A equação tem de ser bem feita. De um lado, a gente não pode impor a nossa moral cristã a ninguém; por outro lado, não podemos aceitar que a nossa liberdade religiosa e de expressão venha a ser atacada por qualquer que seja a militância, minoria ou maioria.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:

http://www.cristianismohoje.com.br/entrevistas/entrevistas-nacionais/entrevista-uziel-ch45

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS









































Que Deus dê discernimento aos evangélicos para lutarem pela justiça e não tentarem colocar a culpa de tudo nos homossexuais.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 3 de junho de 2014

EUROPA REGISTRA 241 CASOS DE PERSEGUÇÃO A CRISTÃOS EM 2013


Intolerância e perseguição religiosa contra cristãos cresce na Europa, dizem pesquisadores

O material abaixo foi publicado pelo site da ANAJURE:

OBSERVATÓRIO EUROPEU APRESENTA RELATÓRIO COM 241 CASOS DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA CONTRA CRISTÃOS OCORRIDOS EM 2013 NO CONTINENTE.

Por ANAJURE.

O Observatório de Intolerância e Discriminação contra Cristãos na Europa divulgou no dia 15 de maio o Relatório 2013, com 53 páginas onde são relatados 241 casos de intolerância contra cristãos na Europa. Os casos apresentados são documentados individualmente. O relatório original poderá ser visto por meio desse link aqui:


O Observatório é uma entidade não governamental sediada na Áustria, que monitora e cataloga os casos de intolerância na Europa. O foco do órgão é monitorar toda a União Europeia, países candidatos à adesão e outros territórios ligados à Europa. A entidade observa tanto os casos que são veiculados na mídia, quanto os casos reportados pessoalmente a eles. O objetivo deles é levar pessoas discriminadas a contarem abertamente os seus casos.

Os dados que o Relatório 2013 apresenta sugerem que os incidentes relacionados com o ódio contra os cristãos na Europa estão aumentando, e que um canal para isto tem sido as mídias sociais, pois em 15 casos registrados em seis países ocorreram postagens reconhecidas como preconceituosas, intolerantes, ou até antissociais. Considerando esta preocupante realidade, o documento traz orientações aos governos, instituições internacionais e aos próprios indivíduos em suas diferentes profissões para que estas violações sejam evitadas.

De acordo com a diretora do Observatório, a Dra. Gudrun Kugler, a secularização da sociedade europeia, tem contribuído cada vez mais para um menor espaço para o cristianismo e a fé. "Alguns governos e líderes da sociedade civil buscam excluir em vez de acomodar o cristianismo, e inúmeros casos de intolerância contra os cristãos nos são relatados. Ao pesquisar, documentar e publicar estes casos, esperamos que haja conscientização, que é o primeiro passo para uma solução”, afirma Kugler.

A intolerância apresentada no relatório está organizada por categorias, como: intolerância no direito e na política, e intolerância nas artes e na mídia. Casos de depredações também são relatados, e o Observatório já documentou 133 casos de vandalismo contra locais de culto cristãos em 11 países, o que é uma quantidade alarmante.

A Intolerância contra os cristãos no direito e na política ocorre principalmente no que diz respeito às limitações de objeção de consciência, a contenção da liberdade de expressão pela legislação, discurso de ódio, políticas de igualdade discriminatórias e a limitação dos direitos dos pais na área da educação sexual, bem como na área da liberdade de reunião. O relatório do ano passado publicou 41 leis em 14 países europeus que impedem o livre exercício da fé para os cristãos.

Outros 1.300 casos documentados podem ser encontrados aqui:


O artigo original da ANAJURE pode ser visto por meio desse link aqui:

NOSSO COMENTÁRIO


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 27 de maio de 2014

MULHER CRISTÃ É CONDENADA À MORTE NO SUDÃO


Meriam e esposo
Meriam e esposo em foto do casamento. (Imagem: CNN)

O material abaixo foi publicado no site da ANAJURE — ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JURISTAS EVANGÉLICOS — e nos fala de uma mulher no Sudão, que mesmo grávida de oito meses foi condenada a receber 100 chibatadas e depois ser executada sob a alegação de ter cometido blasfêmia e adultério. E se fosse você? Ore pela igreja perseguida!

Segue artigo original da ANAJURE:

Cristã sudanesa grávida de oito meses é condenada à forca e à 100 chibatadas sob acusação de blasfêmia e adultério

Escrito ANAJURE.

Nos próximos dias, a ANAJURE visitará a embaixada do Sudão no Brasil para interceder pela vida da cristã sudanesa.

Mesmo grávida de oito meses e mãe de uma criança de um ano e oito meses, a cristã sudanesa desde a infância, porém filha de pai muçulmano, Meriam Yahia Ibrahim Ishag foi condenada à morte por enforcamento, além de ter que receber 100 chibatadas, após ser acusada de apostasia por converter-se ao cristianismo e de adultério por casar-se com um cristão do Sudão do Sul, Daniel Wani, que também tem cidadania norte-americana. O Tribunal de Ordem Pública de Cartum, Sudão, confirmou sentença de morte depois que ela se recusou a renunciar sua fé.

O pai de Meriam abandonou a família quando a acusada tinha apenas seis anos de idade, de forma que ela foi criada com ensinamentos do cristianismo, através da mãe dela, que era cristã e faleceu em 2011. A sentença de morte por conta da apostasia é assegurada pelos termos do artigo 126 da lei penal sudanesa sobre apostasia, e é válida para quem deixar o Islã para converter-se a outra religião. Três testemunhas que foram à audiência para falar que o cristianismo era a religião da sudanesa desde quando ela era pequena foram impedidas de depor.

O tribunal tinha dado até hoje (15/5) como prazo para Meriam se converter ao islamismo, afirmando que a sentença poderia ser anulada ou reduzida. A sudanesa encontra-se detida na prisão Federal de Mulheres em Omdurman, juntamente com seu filho, que foi considerado pelas autoridades sudanesas como um muçulmano, e por isto não pode ficar com o pai.

Depois que o tribunal confirmou a sentença de morte através do juiz Abbas al Khalifa, os advogados da Sra. Ibrahim afirmaram trabalharão contra a decisão, pedindo sua anulação, mesmo cientes de que o processo que pode levar vários meses. De acordo com as leis de direitos humanos internacionais, incluindo o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, do qual o Sudão faz parte, todos têm o direito de liberdade de religião. 

As preocupações com a saúde e bem-estar da Sra. Ibrahim continuam. O marido dela queixou-se de que ao longo do processo de prisão ela foi impedida de receber visitas e, mais grave, de receber tratamento médico, vital por conta da gravidez.

A execução da sentença deve ocorrer até dois anos após o nascimento do filho da Sra. Ibrahim, para que ela possa amamentar a criança.

O artigo original da ANAJURE poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

É inacreditável que em pleno século XXI existam leis constitucionais em certos países, como é o caso do Sudão, que proíbem a liberdade de culto de seus cidadãos ou, até mesmo a conversão a algum outro grupo que não seja o dominante e que produziu tais leis imorais.

A canalhice é tão grande da parte dos muçulmanos sudaneses que dizem que só irão executar a mulher cristã condenada à morte, dois anos após o nascimento da criança, já que a mesma encontra-se grávida de 8 meses, além de ser mãe de uma outra criança de 1 ano e 8 meses.

Até quando esses senhores imaginam que irão conseguir nos enganar alegando ser sua religião — o Islã — uma religião de paz e etc., quando noticiamos, periodicamente, aqui nesse blog ações contra a vida de cristãos em países controlados pela religião islâmica. Isso tem que acabar. Os adeptos do Islã no Brasil devem fazer uma manifestação ou um pronunciamento claro contra esse abuso sob a pena de serem coniventes com essa covardia inominável. Estamos aguardando.

Que Deus abençoe e a todos e tenha piedade desses assassinos frios e cegos!

Alexandros Meimaridis

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