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terça-feira, 1 de março de 2016

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 009



Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato, queremos incentivar que todos possam ler esses artigos e compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 009 — ESCRIBAS E COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE PRODUZIRAM — PARTE 001

Quando os escribas da Antiguidade escreviam em papiros, eles costumavam usar as fibras horizontais que se encontravam no lado chamado recto — o primeiro lado onde se escrevia na folha de papiro — como linhas de guia para ajudá-los no processo de escrever. Antes de começarem a escrever em papiros, todavia, eles tinham por hábito usar algum instrumento pontiagudo o qual passavam pela superfície do material de escrita para definir melhor as linhas horizontais. Além disso, eles também criavam duas ou mais linha verticais com o objetivo de marcar as margens e separar as colunas. Em muitos manuscritos feitos em papiro é possível vermos essas linhas até os dias de hoje. Também é possível notarmos as marca dos alfinetes colocados nas extremidades onde as linhas seriam traçadas, quando o material de escrita era o couro de animais, chamado de vellum ou pergaminho. Por mais incrível que pareça, existe uma ciência dedicada exclusivamente a estudar as formas das alfinetadas nos materiais de escrita.

Diferentes escolas de escribas empregavam os mais diversos métodos para traçar suas linhas a ponto de, ocasionalmente, permitir aos estudiosos modernos determinar a origem dum manuscrito recém-descoberto com base no tipo de linhas traçadas, quando as mesmas são comparadas com outros manuscritos cujo lugar de origem está, comprovadamente, estabelecido. Mas essa tarefa não é tão simples como parece, porque já foram identificadas várias centenas diferentes de se traçar as linhas.[1]

Outro aspecto relevante aqui é que, como o lado onde ficavam os pelos no couro animal era sempre mais escuro que o lado onde ficava a carne descobriu-se que os leitores dos manuscritos compostos sobre couro de animais, gostavam mais da página escrita sobre o lado da carne, do que o lado escrito sobre o lado do pelos. Desse modo, os escribas encarregados de montar os cadernos com as folhas antes de serem costuradas, cuidavam para que duas folhas escritas sobre o lado dos pelos fossem espelhadas o mesmo acontecendo com o lado das folhas escritas sobre o lado da carne. Somente depois que esse processo era cuidadosamente finalizado é que o caderno estava, então, pronto para ser costurado. Essa característica dos pergaminhos que conhecemos como códices — ou formato de livro — foi descoberta por Caspar R. Gregory perto do final do século XIX.

Pelo que sabemos hoje, na Antiguidade existiam dois estilos de grego manuscrito usado de forma geral. Primeiro temos a chamada forma cursiva ou escrita corrida que podia ser rapidamente produzida. Tal forma de escrita era utilizada em documentos não literários usados no dia a dia, tais como: cartas, registro contábeis, recibos, petições, escrituras e outros documentos assemelhados a esses. Nessa forma de escrita era comum o uso de contrações e abreviações em caso de palavras repetidas com frequência, como os artigos definidos e certas preposições.

Por outro lado, obras literárias eram grafadas numa escrita mais formal, que foi chamada de uncial. Essa escrita, que corresponde ao que chamamos de letras maiúsculas em nossos dias era padronizada e, cada letra costumava ocupar 1/12 da linha numa determinada coluna. De acordo com os estudiosos que tiveram a oportunidade de ver e trabalhar com esses manuscritos os mais belos dentre eles são os manuscritos produzido em unciais entre o III e VI século. Com o passar do tempo, entretanto, o belo estilo adotado nesses livros feitos de pergaminho ou pele de animais, foi deteriorando até tornar-se algo grosseiro e desajeitado. Desse modo, no início do século IX foi iniciada uma reforma na forma da escrita. A forma cursiva foi adotada e a mesma é conhecida pelo termo minúsculas.  Essa forma passou a ser a única utilizada na produção dos livros a partir do século IX. Essa reforma tem sido, geralmente, atribuída a um grupo de monges eruditos que trabalhavam num mosteiro em Constantinopla. Todavia, em tempos mais recentes, tal reforma tem sido atribuída ao trabalho de estudiosos humanistas que se encontravam em Constantinopla, com a intenção de reviver a cultura clássica durante a época conhecida como a segunda onda iconoclasta. Essa maneira reformada de escrever o cursivo foi imediatamente adotada através de todo o mundo grego. A única exceção foram alguns livros litúrgicos que continuaram a ser produzidos em unciais durante cerca de dois séculos. Desse modo, todos os manuscritos do Novo Testamento se encontram nessas duas, bem definidas, categorias:

1. Os manuscritos mais antigos foram produzido em caracteres chamados de unciais.

Cópia do Códice Sinaiticus do IV século grafado com UNCIAIS. Bíblia inteira

2. Os manuscritos menos antigos — mais recentes — foram produzidos em caracteres chamados de minúsculos.


Cópia de manuscrito composto em letras minúsculas e cursivas contendo os quatro evangelhos


A vantagem de produzir manuscritos usando o formato cursivo deve ser óbvia para todos. As letras minúsculas, como o próprio nome sugere, eram menores que os caracteres unciais, o que permitia uma escrita mais compacta, economizando o precioso material de escrita. Desse modo, os livros produzidos eram menores, mais leves, mais fáceis de serem manuseados e mais baratos, tanto no que diz respeito ao custo de produção como também, quanto a valor final em que eram comercializados. Outra vantagem é que a escrita cursiva permitia uma produção mais veloz dos livros quando comparada com a demorada produção de unciais, que tinham que ser produzidos letra por letra. Também não deve ser difícil entendermos que a mudança na forma de escrever, de unciais para a forma cursiva, teve um profundo impacto na tradição textual da Bíblia em grego.

A partir do século IX a posse de cópias das Escrituras — em seu todo ou em partes — ficou acessível, até mesmo para pessoas de poucas posses. Durante os séculos em que os livros eram produzidos exclusivamente em unciais, as pessoas de posses limitadas tinham que contentar-se com o acesso a livros de terceiros ou de bibliotecas, desde que existisse uma próxima. Dessa maneira, a produção massiva de livros grafados com caracteres cursivos teve um papel da maior importância na difusão da literatura clássica em geral, e da literatura Bíblica em particular. A quantidade de manuscritos produzidos em caracteres minúsculos ultrapassou o número total de manuscritos grafados em unciais, numa razão superior a 10 contra 1. Isso, junto com a destruição dos manuscritos mais antigos pelo simples passar dos anos, serve para explicar a grande disparidade que existe entre a quantidade de manuscritos unciais e cursivos. Algumas pessoas em nossos dias gostam de argumentar que Deus preservou sua palavra na quantidade maior de manuscritos, contra os que defendem — como esse escriba aqui — que os manuscritos mais antigos — antiguidade — refletem melhor os autógrafos originais devido à proximidade com os mesmos.

CONTINUA...

OUTROS ARTIGOS DE COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 001 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 002 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 003 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO — FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 004 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — OS PERGAMINHOS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 005 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — PAPEL E BARRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 006 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 012 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 004

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 013 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 005

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Lake, Kinsopp. Dated Greek minuscule manuscripts to the year 1200, in Monumenta palaeographica vetera. American Academy of Arts and Sciences, Cambridge, 1934 

domingo, 15 de março de 2015

Gênesis Estudo 029 — Gênesis 6 — A PERVERSIDADE HUMANA: OS NEFILIM OU GIGANTES E OS GUIBORIM OU VALENTES


O gigante e o valente - Nefilim e Guiborim

Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo. 
O Livro do Gênesis
O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ               
              Eretz ha  ve-et  Hashamaim  et      Elohim   Bará     Bereshit
             Terra   a      e  céus       os    Deus    criou   princípio No
                                                                                     Gênesis 1:1

2. Os נְּפִלִים – nefilim – gigantes.

Existiram mesmo gigantes? E se existiram qual a altura deles? De acordo com Joe Taylor, curador do Mt. Blanco Fossil Museum, atualmente existem os seguinte registros antropológicos concernentes a gigantes:

1. O ser humano normal mede, na média, cerca de 1,70 metros. Alguns alcançam
alturas superiores a 2,00 mts, mas estes são a exceção e não a regra. Todavia, a cada nova geração a média de altura dos seres humanos aumenta.
2. Existe um esqueleto em Roma atribuído a certo Maximinus Thrax Caesar que
teria vivido por volta de 235 – 238 a.D. Este esqueleto mede cerca de 2,60 metros.
3. A Bíblia menciona um Gigante chamado Golias. De acordo com 1 Samuel 17:4
este Golias media entre 2,70 e 3 metros de altura.
4. Outro gigante mencionado na Bíblia é Ogue, rei de Basã. De acordo com
Deuteronômio 3:11 este Ogue era um legítimo descendente de uma tribo de
gigantes chamados de רְפָאִים refains e sua cama media 4 metros de comprimento por 2 metros de largura. Especula-se que este gigante medisse cerca de 3,60 metros.
5. Um gigante medindo cerca de 4,5 metros de altura foi encontrado pelo próprio Joe Taylor quando este trabalhava em projetos de construções de estradas na região da Mesopotâmia no Iraque. O fêmur deste gigante está disponível para visitação no Mt. Blanco Fossil Museum na cidade de Crosbyton no Texas nos Estados Unidos.
6. Em 1577, no cantão suíço de Lucerne, foi encontrado o esqueleto de um gigante que media cerca 5,75 metros.
7. Em 1456 um esqueleto medindo cerca de 6,90 metros foi encontrado às margens de um rio na cidade de Valence na França.
8. Um esqueleto, quase completo, medindo cerca de 7,70 metros foi encontrado em 1613 perto do castelo de Chaumont na França.
9. Os maiores restos humanos já registrados, medindo inacreditáveis 10,80 metros
foram encontrados na cidade de Cartago. A data não é precisa tendo sido fixada
entre 200 – 600 anos a.C.

Esses todos são gigantes que existiram depois do dilúvio. Os gigantes mencionados em Gênesis 6:4 são todos antediluvianos e pelo que o texto indica estes נְּפִלִים nefilim eram seres de grande estatura e força física o que os levava, naturalmente, a tentar dominar e subjugar outros seres humanos. Esta luta pela supremacia tornou-se tão intensa que encheu a terra de rapina e violência – ver Gênesis 6:11. Em contrapartida e em direta oposição a estes gigantes surgiram os descendentes do cruzamento entre os filhos de Deus e as filhas dos homens.

3. Os גִּבֹּרִים guiborim — valentes.

Os גִּבֹּרִים guiborim — valentes mencionados em Gênesis 6:4 são destacados desta maneira como aqueles que contrastam com os נְּפִלִים nefilim que, acredita-se, eram de origem cananita. Existem algumas pessoas que não entendendo o texto original acabam ensinando que os gigantes eram os filhos gerados pelas relações dos filhos de Deus com as filhas dos homens. Mas o texto bíblico é bem claro: osגִּבֹּרִים   guiborim — valentes e não os נְּפִלִים nefilim — gigantes é que são o resultado das relações entre os filhos de Deus e as filhas dos homens. De acordo com o livro do Gênesis estes valentes se tornaram varões de renome, na antiguidade. Isto quer dizer que eles se distinguiam dos outros seres humanos, que eram considerados “comuns”, em função de suas qualidades proeminentes ou feitos memoráveis. Esta distinção era normalmente marcada pela adição de um epíteto ao nome, do tipo: “Ivan, o terrível” ou “Jack, o estripador”.

A palavra hebraica עוֹלָם olam – antiguidade é uma clara indicação que o autor desse texto é alguém que viveu na era pós-diluviana e se refere aos eventos pré-diluvianos como pertencendo ao tempo ou mundo antigo.

Um fato que deve chamar a atenção no nosso estudo de Gênesis, até aqui, é que não existe nenhuma menção de nenhum tipo de governo no período antediluviano. Talvez, afinal de contas, os espanhóis estiveram sempre certos quando afirmam: “hay gobierno? Soy contra!” Existe muita especulação acerca de qual seria o motivo porque não havia um governo humano organizado no período que antecedeu o dilúvio. A explicação mais natural diante do texto bíblico é que Deus mesmo, que ainda mantinha certa proximidade com suas criaturas, fossem considerado como o único verdadeiro soberano. Foi Deus quem confrontou Adão e Eva e a Serpente ainda no jardim do Éden — ver Gênesis 3:11—20. Também foi Deus quem confrontou Caim após ele assassinar seu irmão Abel — ver Gênesis 4:9—12. Por semelhante modo, também é Deus quem decide confrontar a corrupção e a violência que existia na terra nos dias que antecederam o dilúvio — ver Gênesis 6:11—12. Assim temos que a violência e a corrupção causadas pelos gigantes e pelos valentes não representavam uma rebelião contra a ordem patriarcal e sim contra a supremacia divina. A história humana está cheia de registros que nos mostram que a tolice humana de alcançar a supremacia pela força e pela violência continua viva até mesmo nos nossos dias. Podemos afirmar tranquilamente que nunca teremos verdadeira paz na terra, pois os seres humanos não desejam viver em paz e sim reinar, de forma suprema, uns sobre os outros. Precisamos dar ouvidos às palavras do Senhor que foram faladas através do profeta Zacarias quando disse: “Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos — Zacarias 4:6. Somente quando Jesus reina absoluto em nossos corações é que podemos entender todo o significado das Suas palavras quando disse: ”Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus - Mateus 5:9. Os verdadeiros filhos de Deus são sempre pacificadores.

Note que o texto bíblico diz que esses valentes foram conhecidos como varões de renome. Mas o renome veio como resultado de violências praticadas. Violência, rapinagem e corrupção não são substantivos que sirvam para exaltar os seres humanos. Servem apenas para nos envergonhar. Mas na nossa cegueira insistimos em tratar como heróis de renome homens violentos ou homens que supriram os elementos para que violências inomináveis fossem praticadas. Meus heróis são o bacteriologista inglês Alexander Fleming que descobriu a penicilina; o médico grego Georges Nicolas Papanicolaou que desenvolveu um exame simples para diagnosticar células malignas no colo do útero e o médico polonês Albert Bruce Sabin que desenvolveu uma vacina oral de combate à poliomielite. Esses sim, devem ser sempre reconhecidos como homens de renome e de valor, pois salvaram vidas!  

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO LIVRO DE GÊNESIS

001 — Introdução e Esboço

002 — Introdução ao Gênesis — Parte 2 — Teorias Acerca da Criação

003 — Introdução ao Gênesis — Parte 3 — A História Primeva e Sua Natureza

004 — Introdução ao Gênesis — Parte 4 — A Preparação para a Vida Na Terra

005 — Introdução ao Gênesis — Parte 5 — A Criação da Vida

006 — Introdução ao Gênesis — Parte 6 — O DEUS CRIADOR

007 — Introdução ao Gênesis — Parte 7 — OS NOMES DO DEUS CRIADOR, OS CÉUS E A TERRA

008 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 1 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 1

009 – Gênesis — A Criação de Deus - Parte 8A – A Criação de Deus Dia a Dia – O Primeiro Dia — Parte 2

010 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus - Parte 9 – A Criação de Deus Dia a Dia – O Segundo e o Terceiro Dia

011 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 10 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quarto Dia

012 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 11 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Quinto Dia

013 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12 — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 1

013A — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 12A — A Criação de Deus Dia a Dia — O Sexto Dia — Parte 2

014 — Estudo de Gênesis — A Criação de Deus — Parte 13 — Teorias Evolutivas

015 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 14 — GÊNESIS 2A

016 — Estudo de Gênesis — Gênesis 2 — Parte 15 — GÊNESIS 2B

017 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 16 — GÊNESIS 3A

018 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 17 — GÊNESIS 3B

019 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — Parte 18 — GÊNESIS 3C

020 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Livre Arbítrio — Parte 19

021 — Estudo de Gênesis — Gênesis 3 — O Dois Adãos — Parte 20

022 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Era Pré-Patriarcal e a Mulher de Caim — Parte 21

023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

032 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28A.

033 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 28B.

034 — Estudo de Gênesis — Gênesis 7 — Noé e a arca que ele construiu orientado por Deus — Parte 29 — O Dilúvio Foi Global Ou Local?

035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/genesis-estudo-045-tabua-das-nacoes.html
Que Deus abençoe a todos. 
Alexandros Meimaridis 
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