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sábado, 2 de janeiro de 2016

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — ESTUDO 008



Essa é uma série estritamente acadêmica, mas não existe na mesma absolutamente nada que impeça a leitura por todas as pessoas. De fato queremos incentivar que todos possam ler esses artigos compartilhar os mesmos com todos os seus contatos, parentes e conhecidos.

ESTUDO 008 — ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 — FINAL

CONTINUAÇÃO...

Uma complicação adicional é que o arquétipo de um documento do Novo Testamento específico pode divergir, quando comparado, ao seu autógrafo. A melhor ilustração que temos para isso pode ser encontrada nas epístolas paulinas. Podemos afirmar, quase com certeza absoluta que, muito cedo — certamente antes do tempo do surgimento dos papiros mais antigos — a maioria das cartas de Paulo já estavam agregadas em algum tipo de coleção — com Hebreus e as Pastorais sendo exceções possíveis. Mas a maioria das epístolas já estavam agregadas em coleções, no máximo, durante a metade do século II d.C. — por esse motivo é, perfeitamente possível — talvez até mesmo provável — que essa coleção seja o arquétipo e que a próprias epístolas individuais  não são sequer a fonte da qual corre o rio textual.

Desse modo temos a afirmação de Gunther Zuntz[1], onde ele afirma que tanto Inácio quanto Policarpo aparentemente estavam familiarizados com o corpus paulino, mas o autor de 1 Clemente não. Isso o leva a concluir o seguinte: Assim temos que, mais ou menos, o ano 100 d.C, é a data provável em que o corpus paulino foi reunido e publicado, com tal, pela primeira vez. Isto é, de quarenta a cinquenta anos depois que as epistolas foram originalmente escritas. Nesse caso, como acontece de forma tão comum na tradição que envolve autores da antiguidade, ‘Arquétipo’ e ‘Original’ não são documentos idênticos.

Mesmo que esse não seja o caso aqui, e cada uma dessas cartas possua um arquétipo individual, isso não quer dizer que o arquétipo seja um descendente puro do original. Diversos documentos são considerados, pelo menos por alguns críticos de forma, como sendo documentos compostos. Esse é, aparentemente, o caso de 2 Coríntios, acerca da qual, muitas autoridades acreditam que duas cartas distintas foram utilizadas para produzir o documento que temos diante de nós conhecido como 2 Coríntios. Dessa forma, se isso for mesmo verdade, a cópia mais antiga que temos e chamamos de 2 Coríntios não se trata de um autógrafo e sim de algo que é chamado de fusão ou mistura. Falando francamente, mesmo que conseguíssemos recuperar os textos completos que foram usados para criar 2 Coríntios, estaríamos diante da inusitada situação que, as passagens de 2 Coríntios, que não fossem encontradas nos textos originais, dificilmente poderiam ser consideradas canônicas. Aqui teríamos muito material para longos debates. Mas, no momento tudo não passa de suposição.

Todavia devemos notar que não é responsabilidade, nem parte da missão do crítico textual desembaraçar as partes de 2 Coríntios ou de qualquer outro documento antigo que se encontre na mesma situação. A missão do crítico textual é procurar reconstruir o arquétipo. Se formos afortunados nosso trabalho acabará por produzir um documento que é idêntico ao autógrafo original — ou então tão próximo que realmente não faz nenhuma diferença. Mas não faz mesmo nenhuma diferença se o autógrafo e o arquétipo são muito próximos ou muito distantes um do outro? Nossa missão é reconstruir o texto mais antigo que esteja disponível. O crítico textual precisa estar consciente que o arquétipo pode não ser o autógrafo original. Além disso, ele deve considerar como é possível, por exemplo, que a existência de um corpus paulino, possa afetar a leitura de qualquer uma das epistolas contidas no mesmo. É muito possível que certas cartas tenham sido ajustadas para se encaixarem numa antologia, assim como certas passagens foram adaptadas para se encaixar em certos lecionários.  

Existem muitas possibilidades que em todo o Novo Testamento, mas apenas o corpo paulino sofre com esse problema. O livro dos Atos dos Apóstolos e o Apocalipse são livros isolados e únicos, que nunca foram incorporados a nenhum tipo de corpus. As chamadas epístolas católica ou gerais, não foram agregadas em um corpus até bem mais tarde. Chegamos a essa conclusão pelo fato de 1 Pedro e 1 João serem universalmente aceitas logo, mas as outras 5 demoraram bastante para receberem o reconhecimento devido — 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Tiago. Um exemplo típico disso pode ser encontrado, por exemplo, no chamado Papiro 72 que tem as cartas de 1 e 2 Pedro e Judas, junto com materiais não canônicos. Mas esse mesmo documento não tem 1 João, apesar dessa epístola já ser considerada canônica quando o documento P72 foi compilado, e Judas ainda se encontrava entre as epistolas questionadas. Os evangelhos foram agrupados, muito provavelmente, bem antes das epístolas católicas ou gerais. Eles foram aceitos como uma coleção canônica produzida lá pelo final do século III d.C., quando o documento Papiro 45 foi escrito. Mas todos os quatro evangelhos circulavam amplamente antes dessa data final. Assim temos que: enquanto é possível que a coleção final dos quatro evangelhos tivesse certa influência em tempos posteriores, a mesma não pode ser considerada como um arquétipo.

Por outro lado, cada documento do Novo Testamento pode ter sofrido do problema que chamamos de “qual cópia”. Isso é mais óbvio no corpus paulino. Pelo que sabemos Paulo ditou a maioria, senão todas as suas cartas. Note bem o que é possível de acontecer numa situação como essa, pois a mesma é muito semelhante ao que vimos na primeira parte dessa série acerca de autógrafos e arquétipos. Paulo ditava um primeiro manuscrito. Aqui estamos diante de duas possibilidades:

1. Paulo usava dois escribas para escreverem o que ditava, apesar dele fazer referência constante a apenas um, chamado Tércio.

2. Se existia apenas uma cópia, então era necessário que alguém, poderia ser o próprio Tércio, fizesse uma segunda cópia, que certamente teria pequenas variações, para ser distribuída ou mesmo para ser arquivada por Paulo.

A segunda cópia, certamente tinha uma aparência melhor, e certamente deveria conter certas correções de erros causados pelo ditado e pela forma como as palavras eram entendidas por Tércio. Então resta perguntar: qual cópia Paulo enviava aos destinatários? A carta ditada originalmente ou a cópia? Não sabemos, mas podemos supor que ele optaria por enviar a cópia que tinha uma aparência melhor. Então surge a questão: qual das duas cópias pode ser considerada como autógrafo original? E qual delas foi usada como base para a edição canônica posterior? Realmente, creio que ninguém sabe a resposta correta quanto a essas questões.

Outros autores do Novo Testamento escreveram cartas, que foram patrocinadas por terceiros. Devemos mesmo acreditar que Lucas teria entregue o Evangelho de Lucas e o Livro de Atos para Teófilo sem guardar um cópia de cada para si mesmo? Isso seria mesmo algo inacreditável. Mas qual dessas duas primeiras cópias tornou-se o Evangelho Canônico? E as diversas cópias do mesmo sofreram algum tipo de contaminação cruzada? A resposta não é óbvia. Mas é, todavia, muito importante.

Devemos notar, incidentalmente, que estudiosos clássicos, criaram um esquema de notas que usam para distinguir o que eles consideram o autógrafo de um arquétipo. O autógrafo é indicado pelo uso de algum tipo de símbolo. Algumas vezes usa-se a letra “o” para distinguir o autógrafo original e o símbolo de aspas simples para indicar um arquétipo. No caso do Novo Testamento a maioria dos estudiosos não se atreve a ir além de reconhecer algum arquétipo. Isso nunca foi tentado com um possível original. O consenso é que os originais estão, definitivamente, perdidos.       

OUTROS ARTIGOS DE COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 001 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 002 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 003 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — O PAPIRO — FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 004 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — OS PERGAMINHOS

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 005 – MATERIAL DE ESCRITA ANTIGO — PAPEL E BARRO

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 006 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 007 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 008 – ARQUÉTIPOS E AUTÓGRAFOS — PARTE 003 – FINAL

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 009 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 001

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 010 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 002

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 011 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 003

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 012 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 004

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS – PARTE 013 – OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 005

COMO O NOVO TESTAMENTO CHEGOU ATÉ NÓS — PARTE 014 — OS ESCRIBAS E OS COPISTAS E OS MANUSCRITOS QUE ELES PRODUZIRAM — PARTE 006
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Zuntz, Gunther. Text of the Epistles: Disquisition Upon the Corpus Paulinum (Schweich Lectures on Biblical Archaeology). Oxford University Press, Oxford, 1946.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 003 — CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002


A manifestação de Jesus não teria sentido sem a revelação do Senhor a Paulo

ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

ATENÇÃO: O material contido nesses estudos foi, em grande parte, adaptado da notas de aula e da apostila fornecida pelo professor Dr. Richard B. Gaffin em sua aula de teologia que explorou a importância da ressurreição de Jesus para a Teologia Paulina. Todas as vezes que o material mostrou-se insuficiente devido os anos que já se passaram, os lapsos foram preenchidos pelo editor do Grande Diálogo. O Dr. Gaffin, além de professor tornou-se um amigo a quem tivemos a oportunidade de receber em nossa casa, acompanhado de sua esposa, quando morávamos na cidade da Filadélfia nos EUA.

CONTINUAÇÃO...

De acordo com Abraham Kuyper temos então a seguinte sequência, que para ele era inexorável: Escrituras Sagradas, igreja, dogma, dogmática — como teologia — e por causa da forma como a ênfase na descontinuidade é distribuída, isso faz com que Kuyper não apenas rejeite a teologia bíblia por considerar o nome impróprio, mas rejeite até mesmo o conceito que ela representa. Essa é meso uma discussão muito interessante. Todavia, não podemos deixar de afirmar que apesar de sua posição tão rigorosa, Kuyper aprova o foco material da teologia bíblica no que diz respeito ao interesse que a mesma demonstra no caráter histórico da Bíblia. Mas ele lamenta a falta de visão da teologia dogmática no uso de provas no que diz respeito à busca de um progresso verdadeiro no entendimento bíblico que resulta do estudo da histeria da revelação das Escrituras.

Quando comparamos Vos e Kuyper não é difícil identificarmos que a ênfase de um é o exato oposto da ênfase do outro. Seguem alguns exemplos:

1. A forma como Kuyper constrói seu argumento teológico é caracterizado por uma espécie de nivelamento de todos os autores bíblicos. Não existe nenhum esforço no sentido de levar em conta suas respectivas distinções. De fato, temos a nítida impressão que Kuyper caminha na direção oposta a isso.  

Enquanto Vos pensa em termos de uma inclinação sistemática e na qualidade da mente de Paulo no que diz respeito à sua capacidade altamente sintética e voltada para o ensino, Kuyper pensa que o apóstolo, juntamente com todos os outros autores bíblicos lançam mão daquilo que ele chama de “linguagem estilizada e simbolicamente estética do Oriente Médio”.

2. Kuyper procura enfatizar, exclusivamente, a descontinuidade entre os autores bíblicos e a atividade teológica das gerações cristãs subsequentes. Por outro lado, Vos faz uma descrição de Paulo como um teólogo e pensador específico, e suas repetidas referências ao sistema teológico adotado pelo apóstolo são formas de expressão completamente proibidas para Kuyper.

Os dois pontos indicados acima são mutuamente exclusivos em vários aspectos principais. Qual do dois estará certo? A posição assumida por Kuyper pode representar, de forma característica, a atitude reformada, especialmente no que diz respeito a relação de Paulo e a formulação dogmática. Mas por outro lado temos que admitir que a interpretação de Vos é mais apropriada para lidarmos com o apóstolo Paulo como escritor bíblico e como um instrumento da revelação divina.

A revelação bíblica possui um interesse histórico. As Escrituras Sagradas são um registro da história da revelação. A análise dessa história — análise que é bem-vinda pelo próprio Kuyper — tem deixado claro que a revelação é um fenômeno diferenciado, composto por atos e palavras que explicam os atos. Deus se Revela a Si mesmo tanto em atos redentores como em palavras de revelação que explicam seus atos. A relação orgânica entre esses dois aspectos da revelação tem se tornado cada vez mais evidente. A revelação por meio de palavras explicativas não se sustenta sozinha. Por esse motivo ela está sempre direcionada seja de forma implícita ou explícita a explicar os atos redentores de Deus. As palavras de Deus estão, invariavelmente, relacionadas a Seus atos. Os atos de redenção são a razão de revelação existir. Uma noção não bíblica e praticamente gnóstica da revelação surge todas as vezes, de modo inevitável, quando a mesma é considerada independente como a fonte supridora de verdades autoevidentes. De acordo com Vos: “a revelação está tão entrelaçada com a redenção que, se deixarmos de lado as considerações referentes à essa última, a revelação fica como que algo meramente suspenso no ar. Dessa forma nós podemos afirmar que a revelação é a autenticação ou a interpretação das ações redentoras de Deus. Geralmente nós podemos encontrar tanto a descrição de um ato quanto a revelação referente ao mesmo numa mesma passagem produzida por qualquer escritor bíblico ou instrumento da revelação. O que deve ser notado é que de passagem em passagem um desses dois aspectos será mais proeminente.

A estrutura básica do Canon do Novo Testamento reflete bem essa distinção: os Evangelhos representam os atos redentores de Deus, enquanto as epístolas servem como meio de interpretação desses mesmos atos. Que esse padrão é intencional é confirmado inclusive pelo Canon do herege Maricão quando ele editou o evangelho de Lucas, entrelaçando-o com as epístolas paulinas, com exceção das epístolas pastorais — 1 e 2 Timóteo e Tito. Esse fato prova que o Canon de Marcião está baseado no Canon da Igreja e não vice-versa.[1]

CONTINUA...  

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

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A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

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A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Para uma discussão mais ampla acerca da posição de Marcião ver a obra de Theodor Zahn. Geschichte des neutestamentlichen Kanons — Pesquisa na História do Canon do Novo Testamento em 2 Volumes. A. Deichert, Leipzig, 1904.