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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

MARCO FELICIANO CONFUNDE AS COISAS E DIZ QUE SERÁ PASTOR DA CIDADE DE SÃO PAULO


O deputado vai disputar a prefeitura nas eleições de 2016 e diz que vai ser pastor da cidade.

O artigo abaixo foi publicado no site GospelPrime.

“Vou ser o pastor da cidade”, diz Marco Feliciano sobre São Paulo

por Leiliane Roberta Lopes

A candidatura de Marco Feliciano a prefeito da cidade de São Paulo pegou a muitos de surpresa. O deputado federal que está em seu segundo mandato irá disputar a prefeitura da principal cidade brasileira com nomes bem famosos como Marta Suplicy, o atual prefeito Fernando Haddad, e os apresentadores José Luiz Datena, Celso Russomanno e João Dória Júnior.

A decisão do PSC em indicá-lo como candidato pegou Feliciano de surpresa. “Achei que fosse brincadeira”, disse ele em entrevista à Veja. Mas logo o deputado aceitou a indicação. “A oportunidade de ser prefeito de uma das dez maiores metrópoles do mundo é única.”

Feliciano conhece os problemas da cidade e entende que o atual prefeito deixou muito a desejar. “Todos sabem dos problemas de eficiência administrativa da cidade. O prefeito deixou muito a desejar. É um poste, mas um poste sem luz. Foi eleito pelo presidente Lula, mas não conseguiu se aproximar do povo”, afirmou o parlamentar.

Apesar de nascer no interior do Estado, mais precisamente em Orlândia, Feliciano tem uma residência no bairro da Santa Cecília e afirma conhecer os problemas da periferia da cidade.
“Uma vez peguei aquela Avenida Sapopemba (na Zona Leste), imensa, e fui até o final dela. Vi um submundo. Vi um mundo que não parece ser São Paulo, um lugar abandonado, rejeitado. Isso não pode acontecer, tem algo errado”, declarou.

Como prefeito ele pretende cuidar exatamente dessas áreas afastadas que recebem pouca atenção dos governantes. “Quero abraçar São Paulo como um pastor e cuidar das mazelas da periferia. Um prefeito tem que acordar às 4h da manhã e ir para o metrô ouvir a população.”

O deputado também fala nessa entrevista sobre projetos polêmicos autorizados pelo prefeito Haddad como o programa Transcidadania que dá uma bolsa de R$ 840 e cursos de qualificação profissional a transexuais.

Feliciano também falou que não pretende acabar com a Parada Gay da cidade que é uma das maiores do mundo, se comprometendo a governar para todos. “Não vou governar para crentes, nem para católicos, nem para budistas, e sim para todos. Vou ser o pastor da cidade”.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO

Falta apenas saber se, como dublê de pastor pentecostal o mesmo pretende levantar ofertas entre os cidadãos de São Paulo.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE MARCO FELICIANO























Que Deus tenha ainda mais misericórdia da cidade de São Paulo.

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

ISLAMISMO DEVERÁ TER O MAIOR CRESCIMENTO NO FUTURO: SERÁ?


Crianças leem o Alcorão em mesquita da cidade de Jalalabad, no Afeganistão. Os muçulmanos estão no Ramadã, mês sagrado do islamismo
Crianças leem o Alcorão em mesquita da cidade de Jalalabad, no Afeganistão(Noorullah Shirzada/AFP/VEJA) 

O artigo abaixo foi publicado pelo site da Revista Veja.


Islamismo é a religião que mais deve crescer nas próximas décadas

Pesquisa divulgada pelo Centro Pew afirma que se a tendência atual seguir, logo o islamismo deve alcançar o cristianismo em número absoluto de fiéis no mundo

O islamismo será a religião com o maior crescimento mundial nas próximas quatro décadas e, se a atual tendência se mantiver, se aproximará muito do cristianismo em número de fiéis em 2050. A informação foi revelada pelo Centro Pew em um novo estudo publicado sobre as projeções para o crescimento das populações religiosas nas próximas quatro décadas.

O relatório intitulado "O futuro das religiões do mundo: População e Projeções de Crescimento 2010-2050" constatou que em 2050 o número de cristãos irá girar em torno de 2,9 bilhões de pessoas, enquanto os muçulmanos, com um aumento percentual muito maior, chegarão a 2,8 bilhões. Atualmente existem 1,6 bilhão de muçulmanos em todo o planeta, enquanto os cristãos somam 2,17 bilhões de seguidores.

Segundo estas projeções, o islamismo será praticado então por 29,7% da população mundial, enquanto o cristianismo será a religião de 31,4%. O destaque no crescimento ficou para a Europa, onde o número de fiéis muçulmanos chegará a 10% da população. Com a exceção dos budistas, todos os principais grupos religiosos crescerão em número para 2050, mas alguns deles em velocidade menor do que o próprio crescimento populacional do planeta.
Na América Latina, a pesquisa prevê que os cristãos seguirão sendo o maior grupo religioso nas próximas décadas, inclusive com um crescimento de 25% entre 2010 e 2050. No entanto, indica que na região o maior aumento será entre aqueles que dizem não ter uma crença, de 45 milhões em 2010 para 65 milhões em 2050. Para os Estados Unidos, o estudo calcula que em 2050 a população de muçulmanos irá ultrapassar a de judeus, embora os cristãos ainda apareçam como maioria.

O estudo, baseado principalmente em censos e coleta de dados, levou em consideração o efeito das migrações, as conversões e a idade e o índice de fertilidade das populações religiosas. Em média, as muçulmanas têm 3.1 filhos, a taxa mais alta entre os grupos religiosos. As mulheres cristãs têm 2.7 filhos, as hindus 2.4 e as judias 2.3.

Durante o estudo o Centro Pew não considerou a profundidade com que as religiões estão inseridas nas populações, nem as subdivisões internas de cada uma delas. O projeto, que exigiu um grande esforço do Pew, é um dos primeiros a fazer uma análise demográfica do tipo e expõem um amplo e interessante quadro sobre um futuro próximo.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/islamismo-e-a-religiao-que-mais-deve-crescer-nas-proximas-decadas/

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO O ISLÃ E DO ESTREMISMO ISLÂMICO



















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quarta-feira, 29 de abril de 2015

OS PAÍSES MAIS E MENOS RELIGIOSOS DO MUNDO


Penitentes da irmandade do 'Cristo de la Buena Muerte' em uma procissão durante a Semana Santa na cidade espanhola de Zamora
Penitentes da irmandade do 'Cristo de la Buena Muerte' em uma procissão durante a Semana Santa na cidade espanhola de Zamora(Cesar Manso/AFP)

A o site da Revista VEJA publicou uma lista com os países mais religiosos e menos religiosos do mundo. Vale à pena conferir

Lista: Conheça os países mais e os menos religiosos do mundo

Pesquisa apontou que África e Oriente Médio são as regiões mais religiosas do planeta, enquanto a Oceania e o leste europeu apresentam os índices mais baixos

A Tailândia foi considerada o país mais religioso do mundo em uma pesquisa realizada pela empresa WIN/Gallup International e divulgada nesta semana pelo jornal britânico Daily Telegraph. O levantamento contou com entrevistas feitas pessoalmente, por telefone ou por e-mail com 64.000 pessoas em 65 países diferentes. Os tailandeses tiveram índice de 94% de pessoas que dizem seguir alguma crença - número muito superior ao da China, que, em último lugar, aparece com apenas 7% de religiosos entre sua população.

A África e o Oriente Médio, com índices de 86% e 82%, respectivamente, são as regiões com maior número de religiosos no mundo. A Oceania e o leste europeu, com 44% e 43%, respectivamente, são os locais com a menor presença de fiéis. A pesquisa mostrou que os jovens, especialmente aqueles com idades entre 25 e 34 anos, são as pessoas mais religiosas. Os fiéis também são maioria entre pessoas de todos os níveis de educação. Aproximadamente 80% dos entrevistados com pouca formação e 60% dos que cursaram uma universidade se disseram religiosos.

O Brasil conta com presença elevada de religiosos. Entre os entrevistados, 79% das pessoas disseram seguir alguma crença, enquanto 16% não se consideraram religiosos. Somente 2% da população são ateístas convictos e 3% não souberam ou não quiseram opinar.
O instituto de pesquisa também fez uma projeção com relação à presença de religiosos no mundo em 2050. A expectativa é de que o número de ateus caia no Oriente, mas não no Ocidente. No Brasil, especificamente, a estimativa é de que 86,4% da população seja composta por cristãos, 9,3% não terão religião e 4% seguirão crenças populares. Judeus, muçulmanos, budistas e hindus corresponderão, cada um, a 0,5% da população brasileira.

Segundo o Daily Telegraph, os resultados do levantamento foram divulgados um mês após o Centro de Pesquisa Pew, em Washington, dizer que o Islã será a religião dominante no mundo em 2100. Confira abaixo os cinco países mais religiosos. segundo a WIN/Gallup International.

Os cinco países mais religiosos do mundo

1 de 5(Foto: Damir Sagolj/Reuters)
Tailândia

Tailândia

Porcentagem de pessoas religiosas: 94%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 1%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 3%


Armênia
2 de 5(Foto: Karen Minasyan/AFP)

Armênia

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 3%
Porcentagem de ateus convictos: 2%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%


Bangladesh
3 de 5(Foto: Munir Uz Zaman/AFP/VEJA)

Bangladesh

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 5%
Porcentagem de ateus convictos: 0%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 1%


Geórgia
4 de 5(Foto: David Mdzinarishvili/Reuters/VEJA)

Geórgia

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 6%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 0%


Marrocos
5 de 5(Foto: Fadel Senna/AFP/VEJA)

Marrocos

Porcentagem de pessoas religiosas: 93%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 4%
Porcentagem de ateus convictos: 1%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%

Os cinco países menos religiosos do mundo


Holanda
1 de 5(Foto: Cris Toala Olivares/Reuters)

Holanda

Porcentagem de pessoas religiosas: 26%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 51%
Porcentagem de ateus convictos: 15%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 8%


República Tcheca
2 de 5(Foto: Istock/Getty Images)

República Tcheca

Porcentagem de pessoas religiosas: 23%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 45%
Porcentagem de ateus convictos: 30%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 2%


Suécia
3 de 5(Foto: AFP/VEJA)

Suécia

Porcentagem de pessoas religiosas: 19%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 59%
Porcentagem de ateus convictos: 17%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 6%


Japão
4 de 5(Foto: The Asahi Shimbun/Getty Images)

Japão

Porcentagem de pessoas religiosas: 13%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 31%
Porcentagem de ateus convictos: 31%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 25%


China
5 de 5(Foto: Wong Campion/Reuters)

China

Porcentagem de pessoas religiosas: 7%
Porcentagem de pessoas que não se consideram religiosas: 29%
Porcentagem de ateus convictos: 61%
Não sabem ou não quiseram responder à pesquisa: 3%

O artigo original do site da Revista VEJA poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 2 de julho de 2013

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR RELIGIÃO NA CIDADE DE SÃO PAULO


O Jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO” publicou no dia 16 de Junho de 2013, em duas reportagens com base numa pesquisa do IBOPE traçando um perfil dos habitantes da cidade de São Paulo, por grupos religiosos.

Como já era esperado, Católicos Apostólicos Romanos e os chamados Evangélicos dominam o cenário. O que mais chama a atenção é que:

1. Os bairros em São Paulo onde os considerados mais religiosos são: Vila Formosa, Água Rasa, Mooca e Vila Medeiros.

2. O bairro com o maior número de pessoas que se declararam agnósticas foi o da Bela Vista.

3. Os judeus somam 34 mil e estão concentrados — cerca de 10 mil — na região de Higienópolis.

4. Os espíritas apesar de compor o terceiro maior grupo religioso da cidade de São Paulo somam apenas 448 mil. Esse número não inclui os 56 mil que são adeptos das religiões afro-brasileiras como a Umbanda e o Candomblé.

5. Os muçulmanos são 6 mil e os Budistas 63 mil.

6. Os católicos, curiosamente, abandonar as classes pobres e a periferia e estão concentrados nos bairros de classe média e alta.

As reportagens originais publicadas pelo “O ESTADO DE SÃO PAULO” podem ser vistas na íntegra a seguir:

'Cinturão da Bíblia' inclui Vila Formosa, Água Rasa e Mooca

Enquanto isso, a região mais agnóstica é a Bela Vista, na região central; para especialista, cultura local influi na formação

16 de junho de 2013

O Estado de S. Paulo

Os dados do Ibope também mostram que São Paulo tem seu próprio "Bible belt" - ou "cinturão da Bíblia", termo usado tradicionalmente para descrever a zona mais religiosa dos Estados Unidos. Na capital, os bairros que têm mais pessoas que se declararam adeptas de alguma religião são Água Rasa, Vila Formosa e Mooca, todos no início da zona leste. Os distritos no entorno, indo ao norte até a Vila Medeiros, também concentram essa característica.

Nesses bairros, a maior parte dos fiéis é católica, seguida por evangélicos e espíritas. No líder, Água Rasa, apenas 4% dos seus moradores declararam ser ateus ou agnósticos.

O contraste é grande quando o número é comparado com a Bela Vista, na região central. Lá, essa taxa é quatro vezes maior - ou seja, praticamente um em cada cinco moradores não segue nenhuma religião.
Para o professor João Baptista Borges Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), o "Bible belt" paulistano tem essa característica por causa da própria cultura do bairro. "São locais onde há pouca imigração recente, e os moradores costumam ter uma tendência maior de permanência. Assim, cria-se uma religiosidade de bairro, onde a igreja vira um centro social e uma referência para a sociabilidade local", explica.

Diversidade. O mapa da religião revela que existem comunidades fortes concentradas em certos bairros. Uma das mais famosas delas são os judeus. Dos 34 mil judeus que vivem na capital, cerca de 10 mil moram nos distritos de Santa Cecília e Consolação, onde fica o bairro de Higienópolis. Há também números relevantes em outros distritos de maior renda, como Jardim Paulista e Perdizes, e também no Bom Retiro, um dos primeiros locais a receber imigração judaica em São Paulo.

Os espíritas - que compõem a terceira maior comunidade religiosa paulistana, com 448 mil adeptos - estão mais concentrados no Tatuapé, Mooca e Água Rasa, onde mais de 10% dos moradores declararam seguir esse credo. É nessa região que fica o Centro Espírita Perseverança, um dos mais tradicionais de São Paulo.
Já a maioria dos muçulmanos - são cerca de 6 mil na capital - está no Pari, tradicional bairro comercial que abriga uma das principais mesquitas da cidade. Os budistas (são 63 mil) se concentram na Saúde, Jabaquara e Liberdade, distritos que também têm porcentual relevante de imigrantes orientais, como japoneses e chineses.

Os 56 mil adeptos de religiões afro-brasileiras, como umbanda e candomblé, estão mais espalhados pela capital. Em distritos com grande herança de comunidades africanas, como Tucuruvi e Carrão, cerca de 2% dos seus moradores se declararam adeptos dessa religião. / R. B. e J. R. T.

Católicos se concentram em bairros nobres

16 de junho de 2013

RODRIGO BURGARELLI E JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO - Agência Estado

São Paulo pode até ter nome de santo, mas ser católico na capital paulista já deixou há muito de ser unanimidade. Atualmente, há bairros na zona leste que têm até 12 vezes mais evangélicos do que distritos em áreas mais ricas, proporcionalmente. O líder nesse quesito é Lajeado, no extremo leste - lá, um em cada três moradores se declarou evangélico.

Os dados fazem parte de estudo do Ibope em parceria com o Estadão Dados, com base nos questionários detalhados do Censo 2010. O levantamento integra a série 96xSP, que traz reportagens sobre temas como migração e deslocamento nos 96 distritos da capital.

O mapa das religiões em São Paulo mostra que não há nenhum distrito em que os fiéis da Igreja Católica não sejam maioria. Apesar disso, o número de católicos por evangélicos varia bastante entre as regiões da cidade. Ele é maior justamente nos bairros mais ricos, como Morumbi, Itaim e Alto de Pinheiros. O líder é o Jardim Paulista, onde há 12 católicos para cada evangélico. Essa proporção diminui conforme se afasta dos bairros nobres.

O extremo da zona leste concentra menos católicos do que qualquer outra área da capital, mesmo tendo níveis de renda similares a distritos das zonas sul e norte. A menor taxa é de Lajeado, onde há quase 1 evangélico para cada católico. A explicação, segundo especialistas, está na distribuição histórica dos templos religiosos em São Paulo.

"A zona leste, a partir da Avenida Celso Garcia, tem uma tradição antiga de igrejas evangélicas. A primeira igreja pentecostal de São Paulo é a Congregação Cristã do Brasil, no Brás. Ela foi fundada por italianos, mas já na década de 1950 parte dos milhares de nordestinos que vinham para São Paulo ocupar os bairros mais ao leste dessa área já frequentava esses cultos", explica o professor emérito de Antropologia da USP, João Baptista Borges Pereira.

Segundo ele, as igrejas pentecostais e neopentecostais são especialmente atraentes para imigrantes de menor renda porque foram mais bem-sucedidas em atrair esse público, tanto por seu discurso de prosperidade quanto por sua importância como referência social para os recém-chegados.

"O pentecostalismo é uma religião urbana, ligada ao modo de vida capitalista e ao trabalhador assalariado", complementa o professor de Teologia da PUC-SP, Edin Sued. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ARTIGOS SOBRE ESTATÍSTICAS TRATANDO DE RELIGIÕES




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Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PESSOAS SEM RELIGIÃO SÃO TERCEIRO MAIOR GRUPO


 

Quando nos referimos a pessoas sem religião estamos incluindo nesse grupo todos aqueles que se declaram:

 

·       Ateus — não acreditam em nenhuma divindade.

 

·       Agnósticos — alegam não ter certeza se Deus existe ou não.

 

·       Sem religião — acreditam em alguma divindade, mas não seguem nenhuma tradição religiosa.

 

Esses três grupos somados representam um número que é apenas inferior ao de cristãos nominais e islamitas nominais. Depois desses dois grupos maiores os ateus + agnósticos + sem religião representam um grupo maior que qualquer outra religião instituída.

 

Mas devemos nos deixar enganar pela estatística. Hoje a população da terra é maior que 7 bilhões de pessoas e 8 de cada 10 se declaram religiosos de alguma forma.

 

Os dados dessa pesquisa foram coletados pela organização The Pew Forum on Religion and Public Life, que é um projeto do Pew Research Center que, por sua vez, é uma organização independente, localizada em Washington, D.C. Ver site aqui:

 

http://www.pewforum.org/

 

De acordo com a pesquisa a mesma revelou os seguintes números:


Símbolo cristão abtigo


·   31,5% da população mundial se considera cristã — incluindo católicos, ortodoxos, protestantes e evangélicos de modo geral.


Grupo de Mulçumanos 

 

·       23,2% se declarou como pertencendo à alguma das várias divisões da religião islâmica.


Richard Dawkins o ateu mais em evidênci em nossos dias já foi objeto de vários artigos do nossos blog. 

 

·       16,3% disseram que eram ateus, agnósticos ou não filiados a nenhuma religião. Esse terceiro grupo constitui o maior número de pessoas dentro do total dessa categoria.


 

 

·       Como podemos notar o grupo agregado acima é maior que:


Devotos do Hinfuísmo

 

Ø  Os 15% que se declaram Hindus.



Devotos do Budismo 

 

Ø  Os 7,1% que disseram que eram budistas.



 

 Adoradora danatureza


Ø  Os 5,9% de todos os que disseram que eram seguidores de religiões étnicas ou folclóricas.


Seguidores do Judaísmo 

 

Ø  Por fim, 0,2% declaram seguir o judaísmo.

 

Com relação ao Brasil o relatório aponta que 88,9% dos entrevistados disseram que eram cristãos, enquanto outros 7,9% alegaram não ter religião ou eram agnósticos ou ateus. Outros 2,8% disseram que seguem as religiões africanas, como o candomblé, por exemplo. No Brasil os judeus e os mulçumanos juntos representam menos de 0,1% da população.

 

E importante notar que nas conclusões da pesquisa não existe nenhum tipo de diferenciação entre as diversas divisões que sabemos existem tanto na cristandade quanto no seio do islamismo.

 

Distribuição por localização geográfica

 

A vasta maioria dos que se declararam ateus, agnósticos ou sem filiação religiosa pode ser encontrada em países comunistas como a China ou que abandonaram o comunismo, mas onde a religião continuou não sendo vista com bons olhos. Na China 52,2% se encontram nessa situação e o mesmo é verdadeiro para 23% dos cubanos.

 

Já na América latina o país menos religioso é o Uruguai, onde 40,75 da sua população declarou não pertencer a nenhum grupo religioso. O presidente do país se declarou como agnóstico.

 

A maioria dos cristãos está concentrada nas Américas, na Europa e na África subsaariana.

 

Já os mulçumanos estão, em sua maioria, concentrados na Ásia, no Oriente Médio e na África. Todavia, devemos salientar que existem enormes grupos de mulçumanos espalhados por toda a Europa os quais somam 43,5 milhões de pessoas, algo muito próximo da população atual da Espanha que gira ao redor de 47 milhões de pessoas.

 

No Brasil os mulçumanos somam cerca de 40 mil indivíduos.

 

Os hindus estão, praticamente confinados na própria índia.

 

Os judeus são majoritários apenas em Israel e nos territórios ocupados pelo regime nazista de Jerusalém. Nesses territórios os judeus somam 75,6% da população total que representa 5.510.000 pessoas, uma quantidade menor do que os judeus que moram apenas nos Estados Unidos da América e que somam 5.690.000. No Brasil os judeus estão próximo da marca de 110.000.

 

Que Deus nos ajude a entender as implicações desses números e que possamos nesses últimos dias investir mais na pregação do evangelho a todas as nações e povos que precisam, desesperadamente, ouvir as Boas Novas da salvação em Cristo Jesus.


 

Que Deus abençoe a todos.

 

Alexandros Meimaridis.

 

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