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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

JONATHAN EDWARDS: A AGONIA DE CRISTO — UM ESTUDO — PARTE 008


Concepção artística de Cristo orando no getsêmane

O material abaixo é parte de um livro escrito por Jonathan Edwards que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: CCEL.org │ Título Original: “Christ’s Agony”

As citações bíblicas desta tradução são da versão ACRF (Almeida Corrigida Revisada Fiel).

Tradução por Camila Almeida │ Revisão William Teixeira

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A AGONIA DE CRISTO

Por Jonathan Edwards

“E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.”

– Lucas 22:44 –


CONTINUAÇÃO...

II. Que a alma de Cristo em Sua agonia no jardim esteve em uma grande e séria luta e conflito em Sua oração a Deus. O labor e esforço da alma de Cristo em oração era uma parte de Sua agonia, e foi, sem dúvida, uma parte indicada no texto, quando se diz que Cristo estava em agonia; pois, como já vimos, a palavra é usada especialmente nas Escrituras em outros lugares como esforço ou luta com Deus em oração. A partir deste fato, e a partir do evangelista mencionar o Seu ser posto em agonia, e Seu orar fervorosamente na mesma frase, bem podemos entender isso como menção ao o Seu esforço em oração, como parte de Sua agonia. As palavras do texto parecem expor como Cristo estava em agonia na oração: “E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão”. Esta linguagem parece implicar, assim, quanto o trabalho e a seriedade da alma de Cristo foram tão grandes em Sua luta com Deus em oração, que Ele estava em uma pura agonia, e todo em um suor de sangue.

O que eu proponho agora, nesta segunda proposição, é com a ajuda de Deus, explicar esta parte da agonia de Cristo, que consistiu na agonia e luta de Sua alma em oração; o que é o mais digno duma investigação particular, sendo que, provavelmente, é apenas pouco compreendida; embora, como aparece na sequência, o correto entendimento disto é de grande utilidade e consequência na Divindade. Não é como eu concebo comumente bem compreendido o que se entende quando se diz no texto que Cristo orava mais intensamente; ou o que foi a coisa pelo que Ele lutou com Deus, ou qual foi o assunto desta fervorosa oração, ou qual foi a razão dEle ter tão sério em oração neste momento. E, portanto, para definir toda esta questão de uma forma clara, eu particularmente investigo:

1. De que natureza era essa oração.

2. Qual foi o assunto desta fervorosa oração de Cristo ao Pai.

3. Em que capacidade Cristo ofereceu esta oração a Deus.

4. Por que Ele foi tão sério em Sua oração.

5. Qual foi o sucesso dessa Sua luta sincera com Deus em oração; e depois fazer algum avanço.

I. De que natureza foi esta oração de Cristo.

Orações que são feitas para Deus podem ser de vários tipos. Alguns são confissões por parte do indivíduo, ou expressões de seu senso de sua própria indignidade diante de Deus, e são, portanto, os pronunciamentos de penitência a Deus. Outros são doxologias ou orações destinadas a expressar o sentimento que a pessoa tem da grandeza e glória de Deus. Tais são muitos dos salmos de Davi. Outros são discursos de agradecimento ou expressões de gratidão e louvor pelas misericórdias recebidas. Outros são pronunciamentos submissos, ou expressões de submissão e resignação à vontade de Deus, no qual aquele que aborda a Majestade do Céu exprime a conformidade de sua vontade com a vontade soberana de Deus; dizendo: “Seja feita, Senhor, a Tua vontade” como Davi, em 2 Samuel 15:26: “Se, porém, disser assim: Não tenho prazer em ti; eis-me aqui, faça de mim como parecer bem aos Seus olhos”. Outras são petições ou súplicas; através da qual a pessoa que ora pede a Deus e clama a Ele por algum favor desejado por ele.

Disso resulta a pergunta é: de qual desses tipos foi a oração de Cristo, que lemos no texto.

Resposta. Foi principalmente de súplica. Não foi penitencial ou confessional; pois Cristo não tinha pecado ou indignidade para confessar. Nem era uma doxologia ou uma ação de graças ou simplesmente uma expressão de submissão; pois nenhum deles concorda com o que é dito no texto, ou seja, que orava mais intensamente. Quando alguém diz orar fervorosamente, implica um sincero pedido de algum benefício, ou favor desejado; e não apenas uma confissão, ou submissão, ou ação de graças. Então, o que diz o apóstolo desta oração, em Hebreus 5:7: “O qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia”, mostra que era petição ou uma súplica sincera por algum benefício desejado. Não são confissões, ou doxologias, ou ações de graças ou resignações, que são chamadas de “súplicas” e “grande clamor”, mas petições por algum benefício desejado ardentemente. E, tendo, assim, resolvido a primeira questão, e mostrado que esta fervorosa oração de Cristo foi da natureza de uma súplica por algum benefício ou favor que Cristo ardentemente desejava, eu passo a investigar,

II. Qual foi o assunto desta súplica; ou que favor e benefício foi que Cristo tão ardentemente suplicou nesta oração da qual temos um relato no texto. Agora, as palavras do texto são expressam este assunto. Diz-se que Cristo, “posto em agonia, orava mais intensamente”, mas ainda assim, não é dito pelo que Ele orou tão fervorosamente. E aqui está a maior dificuldade em entender deste relato: o que foi aquilo pelo que Cristo tão ardentemente desejou, pelo que Ele tanto lutou com Deus naquele momento. E embora não seja expressamente dito no texto, as Escrituras não nos deixaram sem luz suficiente nesta questão. E quanto mais eficazmente para evitar erros, eu responderia,

1. Negativamente, aquilo pelo que Cristo orou tão fervorosamente, neste momento, não foi para que aquele cálice amargo que Ele tinha que beber passasse dEle. Cristo, antes, havia orado por isso, como no versículo seguinte, apenas um antes do texto, dizendo: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua”. É depois disso que nós temos um relato que Cristo, posto em agonia, orava mais intensamente; mas não devemos entender que, orava mais intensamente do que Ele tinha feito antes, que o cálice passasse dEle. Que esta não foi a única coisa que Ele tanto orou fervorosamente nesta segunda oração, as seguintes coisas parecem comprovar:

[1] Esta segunda oração foi depois que o anjo havia aparecido para Ele do céu, fortalecendo-O, para mais alegremente tomar o cálice e beber. Os evangelistas nos informam que quando Cristo veio ao jardim, começou a entristecer-se, e muito sobrecarregado, e que Ele disse que Sua alma estava cheia de tristeza até a morte, e que, em seguida, Ele foi e orou a Deus, que, se fosse possível o cálice passasse dEle. Lucas diz nos versículos 41 e 42: “E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava, Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua”. E então, depois disso, é dito no versículo seguinte, que apareceu um anjo do céu que o fortalecia. Agora isso pode ser entendido não o contrário do que o anjo lhe apareceu, fortalecendo-O e incentivando-O a passar por Sua grande e difícil obra, tomar o cálice e bebê-lo. Assim devemos supor, que agora Cristo foi mais fortalecido e encorajado a continuar com Seus sofrimentos: e, portanto, não podemos supor que, depois disso, Ele oraria mais intensamente do que antes de ser liberto de Seus sofrimentos; e, claro, que era sobre outra coisa que Cristo mais intensamente orava, depois do fortalecimento do anjo, e não que o cálice passasse dEle. Ainda que Cristo pareça ter uma maior visão dos Seus sofrimentos dada a Ele após este fortalecimento do anjo do que antes, que causou a tal agonia, ainda assim, Ele foi mais fortalecido e capacitado a uma maior visão deles, Ele teve mais força e coragem para lidar com estas apreensões horríveis, do que antes. Sua força para suportar sofrimentos é aumentada com o senso dos Seus sofrimentos.

[2.] Cristo, antes de Sua segunda oração, teve uma intimação da parte do Pai, que não era a Sua vontade de que o cálice passasse dele. A vinda do anjo do céu para fortalecê-lo deve ser assim entendida. Cristo em primeiro lugar, ora para que, se fosse a vontade do Pai, o cálice pudesse passar; mas isso não foi a Sua vontade; e então Deus, imediatamente após isto, envia um anjo para fortalecê-lo e encorajá-Lo a tomar o cálice, o que era uma indicação clara para Cristo que era a vontade do Pai que Ele deveria tomá-lo, e que Ele não passasse dele. E assim Cristo o recebeu; como é evidenciado a partir do relato que Mateus oferece sobre esta segunda oração. Mateus 26:42: “E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade”. Ele fala como quem agora tinha uma indicação, uma vez que Ele orou antes, que esta não era a vontade de Deus. E Lucas nos diz como, a saber, por ter Deus enviado um anjo. Mateus nos informa, como Lucas o faz, que em Sua primeira oração, Ele orou para que, se fosse possível o cálice passasse dEle; mas então Deus envia um anjo para significar que não era a Sua vontade, e para encorajá-Lo a tomá-lo. E então, Cristo tendo recebido esta indicação clara que não era a vontade de Deus que o cálice passasse dEle, rende-se à mensagem que recebeu, e diz: ó, Meu Pai, se é assim como Tu agora indicas, seja feita a Tua vontade. Portanto, podemos seguramente concluir que pelo que Cristo orava mais intensamente depois disso, não era para que o cálice passasse dEle, mas por outra coisa; pois Ele não iria orar mais fervorosamente, do que Ele fez antes, para que o cálice passasse dEle, depois de Deus ter sinalizado que não era Sua vontade que isso passasse dEle; supor isto seria uma blasfêmia. E então,

[3] A linguagem da segunda oração, tal como é referida por Mateus: “Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade”, mostra que Cristo não ora, então, para que o cálice passasse dEle. Isto certamente não é orar mais fervorosamente para que o cálice passasse, é sim uma entrega a esta questão, e uma interrupção de instá-la mais, e submissão a isso como algo determinado pela vontade de Deus, feita conhecida pelo anjo. E,

[4] A partir do relato do apóstolo sobre esta oração, no capítulo 5 de Hebreus, as palavras do apóstolo foram estas: “O qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia”. O grande clamor e lágrimas de que o apóstolo fala, são, sem dúvida, o mesmo que Lucas fala no texto, quando Ele diz, “ele posto em agonia, orava mais intensamente”, pois esta foi a imagem mais nítida e séria do clamor de Cristo, o qual não temos qualquer relato em algum lugar. Mas, de acordo com o relato do apóstolo, aquilo que Cristo temia e pelo que clamou tão fortemente a Deus nesta oração, era algo que Ele foi ouvido, algo que Deus concedeu o Seu pedido, e, portanto, não era que o cálice passasse dEle. Tendo assim mostrado o que não foi pelo que Cristo orou nesta séria oração, eu prossigo para mostrar,


CONTINUA...




OUTRAS PARTES DESSE ESTUDO PODERÃO SER VISTAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE 
ESTUDO PARTE 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 002

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 003

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 004

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 005

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 006 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 007 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/10/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 008 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 009 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 010 — APLICAÇÃO 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 011 — APLICAÇÃO 002

UMA BREVE BIOGRAFIA DE JONATHAN EDWARDS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/jonathan-edwards-uma-breve-biografia.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.  

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

2 Coríntios 12:1—10 - Sermão # 16 – A GRAÇA DE DEUS


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Esse esboço de sermão é parte da série "Exposição da 2 Epístola de Paulo aos Coríntios" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa exposição, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios

Deixando as Dificuldades e Através da Descoberta, Chegando na Doxologia

Introdução.

A. A passagem que temos diante de nós é uma das mais entesouradas por crentes de todas as épocas. 
B. Todos aqueles que sabem alguma coisa acerca de dificuldades em suas vidas e que desejam encontrar a resposta de Deus, em Cristo, para estas mesmas dificuldades, já ponderaram nestas palavras. 
C. Essa exposição de hoje é semelhante à visita a um belo jardim com o qual podemos estar familiarizados, mas mesmo assim, sempre podemos encontrar algo novo e surpreendente. Algo que pode encher nossos corações com as atitudes certas de louvor e de ações de graças. 
D. Nesta passagem Paulo abre seu coração e no revela, de maneira íntima, uma hora de grande crise espiritual. Que seu aprendizado e suas atitudes, diante das dificuldades, nos sirvam de inspiração para nossas próprias vidas em Cristo. Vejamos como Paulo conseguiu...
Deixando as Dificuldades e Através da Descoberta, Chegando na Doxologia

I. A Vida Cristã Não é Uma Vida Sem Dificuldades. 

A. Um dos maiores equívocos que podem existir com relação à vida cristã é pensarmos que pode existir algum tipo de “super-crente” que está imune a toda e qualquer tipo de dificuldades. O triunfalismo dos pregadores e dos movimentos neopentecostais é realmente patético!
B. De fato, nos dias de hoje, nós temos inúmeras igrejas pretendendo que podem ensinar as pessoas a usarem sua fé para conseguirem tudo o que desejam: amor, saúde, prosperidade e etc. 
C. Os rádios e as TVs estão cheios de “testemunhos” de pessoas que alcançaram plena libertação de todos os seus problemas. Como pode ser facilmente percebido, essas pessoas alcançaram um nível de espiritualidade que deixa o próprio apóstolo Paulo parecendo um verdadeiro amador. 
D. Esta passagem serve bem para nos mostrar quão errado e destruidores estes ensinamentos são. 
E. Aqui podemos perceber nitidamente que na vida do próprio apóstolo Paulo existia um problema que parecia desafiar a todo tipo de solução, uma pressão que, para o apóstolo, parecia insuportável. 
F. Vamos considerar a dificuldade ou problema pelo qual Paulo estava passando 
1. Era uma dificuldade ou problema que parecia ser completamente inútil. 
a. Paulo chama sua dificuldade ou problema de “espinho na carne e de mensageiro de Satanás para me esbofetear”. 
b. Os comentaristas diferem grandemente acerca do que poderia ser este “espinho na carne”. Seria algum problema físico? Ou seria alguma dificuldade espiritual? As opiniões são como “nariz”. Todo mundo tem um! Eu mesmo não estou convencido do quê exatamente estamos tratando aqui. 
c. Em vez de ficarmos especulando acerca daquilo que Paulo não diz vamos concentrar nossa atenção naquilo que ele diz. E Paulo nos informa que: 
i. A origem do problema parece ser satânica, pois o apóstolo diz que o mesmo era um “mensageiro de Satanás”. Ao que parece este problema consistia de uma limitação na vida e no ministério de Paulo. 
ii. Paulo diz que o problema era “mensageiro de Satanás para me esbofetear”. A palavra usada por Paulo é κολαφίζω kolafízo. Esta palavra é bastante pesada, pois significa: bater com punho fechado, dar um soco em alguém com o punho fechado e maltratar, tratar com violência e ofensa. 
iii. Aqui estamos diante de algo extremamente frustrante. Algo que deixava o apóstolo Paulo abatido e machucado. 
iv. Paulo se sentia pressionado por este problema e também frustrado. 
v. O resultado prático desse problema na vida de Paulo parece ser que o mesmo tornava Paulo consciente da sua velha natureza. Esse problema despertava e levantava a velha natureza de Paulo de modo extremamente doloroso. Quando isto acontecia havia a tendência de fazer aflorar o que de pior poderia existir no apóstolo. Alguém aqui já experimentou este tipo de coisa ou de situação? 
vi. Todos nós temos plena consciência de que nossas vidas seriam bem melhores sem nosso temperamento explosivo, sem nosso orgulho, sem nossa cobiça, sem desejarmos fazer nossa própria vontade prevalecer etc. 
vii. Mas, o problema ou dificuldade que parecia completamente inútil não era tudo. A situação era agravada porque... 
G. Havia uma oração para a qual não havia resposta — 
2 Coríntios 10:8 
Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. 
H. Note que Paulo não havia apenas orado acerca do problema, mas havia orado com intenção específica. 
I. O problema causava certos impedimentos em sua vida em seu ministério. Paulo tinha plena convicção de que ele estaria bem melhor sem aquela dificuldade. Mas à medida que Paulo orava tinha a nítida impressão que Deus não o estava ouvindo. 
J. Fico imaginando se Deus interrompeu Paulo no meio de uma destas orações. Fico imaginando se Deus nos interrompe também. 
K. A Bíblia diz que: “então Ele me disse – 2 Coríntios 10:9”. Quantas vezes Deus precisa nos lembrar que precisamos estar mais dispostos a ouvir do a que a pedir? O que Deus diria a você? O que ele continua dizendo para mim? 
M. Se existem dificuldades e problemas, então... 
II. Existe a possibilidade de fazermos preciosas descobertas. 
A. À medida que Paulo parou de falar ele pode ouvir Deus falando. E o que é que Deus lhe disse? 
1. Havia um propósito naquilo tudo —2 Coríntios 12:7 
E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. 
2. Paulo diz que o propósito era para que “não me ensoberbecesse e para que não me exalte. A palavra grega é a mesma ὑπεραίρωμα uperaíroma e Paulo a repete duas vezes para dar ênfase. 
3. Teria Paulo motivos para se exaltar? – 
2 Coríntios 12:1 – 4 
1 Se é necessário que me glorie, ainda que não convém, passarei às visões e revelações do Senhor. 
2 Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) 
3 e sei que o tal homem (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe) 
4 foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir. 
4. Deus sabia que no momento em que Paulo se tornasse orgulhoso, exaltado e arrogante seria o exato momento em que ele teria se tornado inútil para fazer a obra de Deus. 
5. O propósito de Deus em manter esta dificuldade na vida de Paulo era somente um: manter Paulo humilde e dependente e, por consequência, útil ao Senhor. 
6. Paulo precisava descobrir também.... 
B. A irrestrita plenitude da graça de Deus — 
2 Coríntios 12:9 
Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 
1. O que foi que Deus disse a Paulo? “A minha graça te basta”. Esta não é uma promessa. É uma afirmação feita no tempo presente. 
2. Paulo, disse o Senhor, a minha graça te basta ou é suficiente, portanto, não existe nenhum motivo para você querer fugir ou escapar do problema ou da dificuldade ou da pressão em que se encontra. 
3. Paulo gostaria que o problema, a dificuldade e a pressão fossem embora, mas Deus lhe mostrou que isto era não recomendável. De fato Deus lhe mostrou que aquilo que Paulo desejava era desnecessário! 
4. Não temos necessidade de escapar aos problemas, às dificuldades, às pressões quando entendemos que a graça de Deus é suficiente para nos sustentar em meio a estas situações. Nós realmente não temos nenhuma desculpa, quando somos confrontados com a verdade de que a graça de Deus nos basta! 
III. Alcançando o nível da doxologia. 
A. Neste momento nós podemos perceber como a dor do espinho na carne pode se tornar na motivação para um hino triunfal. 
B. Notemos como Paulo alcançou o nível da doxologia. 
1. Como a atitude de Paulo foi modificada — 
2 Coríntios 10:9—10 
9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 
10 Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte. 
2. Note que Paulo diz: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo”.
3. Será que nós nos atreveríamos a imitá-lo? 
4. Note como Paulo mudou. Primeiro ele orou para que o problema, a dificuldade e a pressão fossem removidos. Agora ele diz que prefere que eles permaneçam! 
C. A aceitação de Paulo é completa. 
1. No verso 7 Paulo diz que “me foi posto um espinho na carne”. Agora Paulo entendia que este espinho era realmente um dom de Deus para ele. Não era um incômodo. Era uma bênção! 
2. Não é suficiente nos submetermos a estas situações. É necessário que possamos aceitá-las com vindas das mãos de Deus. E que Deus pode ter um plano eterno que nós não podemos divisar no presente momento. 
3. Paulo aceita estas situações como dons de Deus porque entende perfeitamente que as mesmas são oportunidades que abrem as portas para se experimentar a graça de Deus de uma maneira singular. Sem passar por essas experiências é impossível aprofundar o conhecimento de quão poderosa a graça de Deus é. 
4. Paulo diz: De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo — 2 Coríntios 10:9. E... 
Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte — 2 Coríntios 10:10. 
Conclusão. 
1. Às vezes eu me pergunto se há algum crente aqui em nossa comunidade que está experimentando pressões e frustrações. Tem alguém? Outras vezes me pergunto: Quantas vezes vocês e eu temos orado acerca dos nossos problemas e dificuldades e parece tudo inútil? Precisamos aprender a falar menos e deixar Deus falar mais! 
2. Quantas vezes nós usamos as dificuldades, os problemas e as pressões como desculpas para rebaixar nossos padrões de comportamento. Quantas vezes nos metemos em encrencas sérias porque dizemos para nós mesmos que temos sérios problemas e estamos sob muita pressão e precisamos extravasar. Temos que aprender o significado de: a minha graça te basta!  
3. Eu não sei que tipo de pressão existe em sua vida que parece tão desesperadora que você deseja se ver livre dela. Que tipo de “pepino” existe que realmente precisa ser removido? Mas será que você e eu somos capazes de olhar para o problema e dizer honestamente a Deus, que: porque nós entendemos que o Senhor pode ter um propósito eterno através deste problema, preferimos que o mesmo seja mantido em vez de removido? Será que podemos dizer francamente: Eu não quero meus problemas resolvidos, eu não quero as situações solucionadas, eu não quero me ver livre de dificuldades de saúde e etc. EU QUERO A GRAÇA DE DEUS EM MINHA VIDA! 
4. Para refletir: você aceita as dificuldades, as situações, as pressões da vida como presentes de Deus, que te possibilitam experimentar a graça de Deus de maneira nunca antes experimentada ou você ainda continua “orando pela mudanças nas condições da tua vida”? 
OUTRAS MENSAGENS EM 2 CORÍNTIOS PODEM SER ACESSSADAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

001 — A Escola do Sofrimento – 2 Coríntios 2:1—11

002 — Os Críticos do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:12 — 2:11

003 — Como Paulo Entendia o Ministério Cristão — 2 Coríntios 2:12 — 3:3

004 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 3:4—18 — Parte 1

005 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 4:1—6 — parte 2

006 — Batalhas e Bênçãos — 2 Coríntios 4:7—15

007 — Crescendo Apesar de Estar Envelhecendo — 2 Coríntios 4:16—5:9

008 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 1 — 2 Coríntios 5:9—14

009 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 2 — 2 Coríntios 5:14—6:4

010 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 3 — 2 Coríntios 6:3—10

011 — Os Princípios e a Prática da Separação Bíblica — 2 Coríntios 6:11—7:3

012 — Tudo Vai Bem, Quando Termina Bem — 2 Coríntios 7:4—16

013 — A Prática Cristã de Contribuir — 2 Coríntios 8—9

014 — No Fim o Que Conta é Como Deus nos Vê — 2 Coríntios 10

015 — Paulo Responde a Seus Detratores — 2 Coríntios 11

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 9 de agosto de 2014

APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA - SERMÃO 002 – APOCALIPSE 1:1-20 - UMA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001



O objetivo dessa série é apresentar os três primeiros capítulos do Livro do Apocalipse. Neles vamos encontrar uma REVELAÇÃO muito especial da pessoa de Jesus Cristo. Cremos que é disso que a Igreja dos nossos Dias precisa: Um encontro pessoal e profundo com o Senhor que diz de si mesmo: Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. No Final de cada estudo o leitor encontrará os links para os estudos seguintes:

LIVRO DO APOCALIPSE — INTRODUÇÃO E AS CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA

Texto: Apocalipse 1:1—20  
Introdução.



A. Se os destinatários da revelação são as sete igrejas da Ásia — Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia — a essência da própria revelação é o Senhor Jesus Cristo   
B. O próprio livro do Apocalipse inicia se qualificando como sendo: 
Apocalipse 1:1 
Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João. 
C. Ecos do nome do Senhor Jesus podem ser ouvidos até mesmo nos últimos versos do Apocalipse:
Apocalipse 22:20—21 
Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus! A graça do Senhor Jesus seja com todos. 
D. Conforme falamos na mensagem anterior, chamar o Livro de Apocalipse de João é um equívoco. Sim é verdade que a revelação foi dada a João, mas o objeto da revelação não era João e sim o próprio Senhor Jesus Cristo. Jesus, sim, é o grande tema da revelação que em grego é chamada de Ἀποκάλυψις Apocálipsis 
E. Por que Cristo se revela a Igreja? Como falamos antes, a igreja se encontrava lutando contra três inimigos ferozes: 
1. Perseguição por parte do Império Romano. 
2. Uma inundação de falsos ensinamentos. 
3. Admitia a existência de um padrão moral degradante sem reagir contra o mesmo. 
F. Uma igreja nessas condições não precisa de palavras de mera exortação e súplicas. Ela precisa ter um encontro pessoal com o Senhor Jesus para ser renovada, fortalecida, orientada, guiada e etc. É o que nós também precisamos e nossa esperança é que essas mensagens nos ajudem nesse encontro. 
G. Portanto, hoje vamos nos ocupar em falar acerca de  

UMA VISÃO DE CRISTO — PARTE 001 

I. A Revelação que Jesus Faz de Si Mesmo. 
A. Apesar do Livro do Apocalipse estar cheio de visões SIMBÓLICAS, o mesmo trata, de fato, da pessoa de Jesus Cristo. A pessoa gloriosa do Senhor Jesus pode ser encontrada em todas as partes do livro. E se você, decidir ler o Apocalipse se concentrando naquilo que o livro tem a nos revelar acerca de Jesus, ficará surpreso com a quantidade de citações diretas que poderá encontrar. 
B. Nenhuma visão, nenhum SIMBOLISMO, por mais grandiosos que sejam podem ocupar o lugar de Jesus Cristo em nossas vidas, no sentido de satisfazer nossas mais profundas necessidades. 
C. O capítulo 1 do Apocalipse foi escrito para deixar esses fatos ainda mais claros. Isso é feito através dos seguintes elementos que podemos notar em 
Apocalipse 1:5—7 
E da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! 


Representação de Jesus dando Bom Testemunho diante de Pôncio Pilatos
1. Em primeiro lugar Jesus é chamado de ὁ μάρτυς, ὁ πιστός o mártus, o pistósFiel Testemunha. Não é a Igreja chamada para dar testemunho diante de um mundo que nos observa? Então que sigamos os passos de Jesus e sejamos fieis em nosso testemunho como ele foi fiel em seu testemunho. 
João 18:37 
Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. 
1 Timóteo 6:13 
Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão. 
Jesus nunca hesitou nem mesmo diante do sofrimento. Ele é o exemplo que devemos seguir. 


O Túmulo Vazio

2. Em segundo lugar Jesus se intitula como sendo ὁ πρωτότοκος τῶν νεκρῶν o protótokos tôn nekrôn — O Primogênito dos mortos. Com essas palavras Jesus quer nos ensinar que ele esteve morto sim, mas que agora ELE ESTÁ VIVO! A Bíblia nos diz acerca desse fato — de Jesus ter ressuscitado dentre os mortos — o seguinte: 
Romanos 6:9 
Sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. 
Apocalipse 1:17—18 
17 Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último 
18 e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno. 
Qualquer igreja enfrentando dificuldades precisa ter essa verdade reconfirmada, vez após vez. 



3. Em terceiro lugar Jesus diz que é ὁ ἄρχων τῶν βασιλέων τῆς γῆς o árchon tôn Basiléon tîs gîs — o Soberano dos reis da Terra. Os reis, os imperadores e os governantes da terra podem até tentar destruir a Igreja do Senhor, mas Jesus é: 
Apocalipse 17:14 
Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele. 
Apocalipse 19:16 
Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES. 
Jesus é o Senhor Soberano sobre não apenas a terra, mas sobre todo o Universo. Seu domínio, portanto é universal. Isso deve ser suficiente para acalmar todos os medos que possam existir em nossos corações e nos suprir o ânimo que necessitamos para viver cada dia para honrar e glorificar esse Senhor Todo Poderoso. 
II. A Doxologia — Palavra de Glória e de Louvor — de João 
A. Diante dessa gloriosa REVELAÇÃO que Jesus faz de si mesmo, a única coisa que João pode fazer é escrever palavras de Glorificação e de Louvor acerca de Jesus. Vejamos como ele reagiu e o que ele escreveu. 
1. Em primeiro lugar João entende a grande realidade que JESUS NOS AMA! 
2. Foi esse AMOR que levou Jesus a morrer na cruz do Calvário em nosso lugar e Sua morte abriu a possibilidade de Jesus nos lavar de todos os nossos pecados com Seu próprio Sangue. 
3. A seguir, uma vez perdoados e reconciliados plenamente com Deus, por meio de Jesus, o Senhor nos fez — nós somos isso — “nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai”. Essas três verdades estão afirmadas em: 

Apocalipse 1:5b—6 
5b Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, 
6 e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!   
4. Nessa capacidade de reino e sacerdotes nos: 
a. Somos o reino todo especial sobre o qual Jesus reina. Esse reino é exercido pela presença do Espírito Santo em nossas vidas e governado pela santa palavra de Deus. 
1 Coríntios 6:19 
Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? 


João 17:17 
Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 
b. Somos também sacerdotes e podemos, por isso, usufruir de imediata e íntima comunhão com Deus e também oferecer sacrifício espirituais de louvor e adoração ao Senhor. 
João 4:24 
Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. 
Hebreus 10:19—20 
19 Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, 
20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne. 
Hebreus 13:15 
Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome. 

III. A Verdade e as Consequências da Mesma.
 

A. Tudo o que está afirmado acima é VERDADE e a consequências são as seguintes: Jesus promete voltar 
Apocalipse 1:7 
Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! 
Aqueles que desprezaram Jesus por todos esses séculos e aqueles que ainda hoje o desprezam irão vê-lo com TERROR e então, já sendo tarde demais, se lamentarão. Lamentar-se-ão porque se darão contas que estão perdidos por toda a eternidade porque recusaram a salvação, pela graça, quando lhes foi oferecida e isso mais de uma vez! 
B. O Verso seguinte conclui essa parte da REVELAÇÃO de Jesus dada a João na Ilha de Patmos 
Apocalipse 1:8 Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. 
Na próxima mensagem, João continua escrevendo e vai nos apresentar a Jesus por meio de SÍMBOLOS e não imagens pictóricas. Prepare-se!
Conclusão:

1. Jesus se revela a João e a Igreja de Todas as Épocas:

2. Ele é:

a. A Testemunha Fiel.

b. O Primogênito dos mortos.

c. O Soberano do reis da terra.

2.  Jesus foi enviado pelo Pai para criar e ajuntar um povo que fosse exclusivamente Seu. Jesus fez isso morrendo em nosso lugar na Cruz do Calvário. Como isso, seu sangue pode ser usado para perdoar cada um e todos os nossos pecados: Oh! Glória a Deus!

3.Uma vez perdoados nós fomos então feitos em:

a. Um povo que é um reino no qual o Senhor Jesus reina soberano nos corações.

b. Uma nação de sacerdotes que pode se aproximar livremente de Deus, sem nenhum intermediário!

c. Um povo que pode adorar a Deus em espírito e em verdade e oferecer verdadeiros sacrifícios de louvor.

4. Por fim, devemos nos lembrar que Jesus prometeu voltar e devemos sempre nos lembrar de quem ele é:

Apocalipse 1:8
Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.
Que Deus abençoe a todos.


OUTRAS MENSAGENS ACERCA DO APOCALIPSE: INTRODUÇÃO E CARTAS ÀS SETE IGREJAS

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTORDUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001
APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL
APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006 — FINAL

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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