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domingo, 11 de setembro de 2016

O AMOR DE DEUS REVELADO NA PESSOA DE JESUS CRISTO


Conhecendo Deus pessoalmente


Há alguns dias fiquei conhecendo um site muito bacana que discute, em forma de pequenos textos e, eventualmente, vídeos, as questões mais importantes que fazemos acerca de nós mesmos, de Deus, de Jesus, da Bíblia, do Amor, da Liberdade de escolhas e etc.

Um breve vídeo para “degustação”, que faz uma poderosa apresentação do plano da salvação, poderá ser visto por meio do link abaixo – com subtítulos em português.

Depois, se você gostar, poderá ter acesso a estudos bíblicos, visitando diretamente o site por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

SUICÍDIO: FALAR É A MELHOR SOLUÇÃO

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O suicídio é um tema tabu no meio evangélico. Cercado de muito mistério e de uma ignorância maior ainda, temos tido a oportunidade de ouvir enormes absurdos quando alguém comete suicídio, especialmente se tal pessoa era crente, se ela foi salva e etc. O material abaixo foi publicado pelo site da Editora Fiel e é de autoria de Kevin DeYoung e desejamos compartilhar o mesmo com todos os nossos leitores, porque apresenta uma visão equilibrada e bíblica do ato de tirar a própria vida que pode ser motivo de iniciar uma discussão mais aprofundada sobre o tema.

SUICÍDIO É UM PECADO, MAS NÃO O PECADO IMPERDOÁVEL

A notícia da morte de uma pessoa por meio de suicídio não é um tema com que lidamos facilmente.  Isso é verdade especialmente para o incontável número de cristãos que se acham de luto por pessoas queridas ou que têm lutado, eles mesmos, com pensamentos suicidas. Não é surpreendente que, diante dessa notícia de alcance global, a internet fervilha de comentários e críticas, pontos e contrapontos. Alguns deles úteis, outros nem tanto.

Sem tentar examinar tudo o que foi dito, e sem pretender dizer tudo o que precisa ser dito acerca de um assunto tão difícil, pensei que poderia ser útil tentar dissipar um pouco a fumaça e apontar quatro breves afirmações. Talvez elas possam nos ajudar a pensar teologicamente e pastoralmente sobre o suicídio.

1. O assunto do suicídio deve ser abordado de modo sensível e compassivo.

Nós precisamos saber o tempo e o lugar. Este é um post de blog direcionado a uma audiência genérica, então eu não acredito que seja insensível dar um passo atrás e analisar “quatro afirmações” sobre o suicídio. Mas eu não apresentaria quatro pontos como estes a alguém de luto pela morte de um amigo ou a alguém que estivesse pensando em suicídio. Tais situações exigem abraços, lágrimas, perguntar, ouvir, contato pessoal e oração — coisas que são impossíveis ou praticamente impossíveis de fazer em um post de blog. Dito isso, mesmo em um artigo genérico, dirigido a ninguém em particular, devemos ter em mente que qualquer um pode estar lendo. O cristão sábio está sempre cônscio de que as pessoas ouvem com diferentes ouvidos. Para alguns, este tópico é uma interessante questão teológica. Outros estão pensando em como ministrar eficazmente quando a necessidade surgir. E, para outros, a mera menção ao suicídio lhes causa no íntimo uma dor indescritível.

2. Suicídio é complicado e ocorre por diferentes razões.

Acredito que muitas pessoas se irritaram com as respostas críticas à morte de Robin Williams porque as críticas falharam em compreender – ou pelo menos pareceram falhar em compreender — as diferenças morais que envolvem os diferentes contextos de suicídio. Certamente, alguém que tira a própria vida após vinte anos de lutas recorrentes contra a depressão merece mais simpatia do que o homem que perde tudo no mercado de ações e pula do 75º andar em um momento de crise financeira. Há uma diferença moral do indivíduo que é pego em adultério e — cheio de vergonha e sem disposição de enfrentar o seu pecado — comete suicídio em comparação ao indivíduo que descobre ter sido traído e, sentindo que sua vida não pode mais seguir em frente, decide dar-lhe um fim. O indivíduo que dispara contra crianças e então se mata é egoísta, maligno e centenas de outras coisas. O indivíduo que tira a sua própria vida em meio aos espasmos de uma depressão que é indesejada, impertinente e aparentemente interminável será visto de modo muito diferente. A nossa última ação — mesmo sendo pecaminosa — não define a totalidade da nossa existência. Nós estamos certos em lembrar tudo o que era bom e verdadeiro naqueles que sucumbem à tentação da autodestruição.

3. Suicídio é um pecado.

Certamente, não seria com isso que eu começaria no aconselhamento pastoral, no cuidado pastoral ou ao conduzir um funeral, mas é um aspecto deste assunto difícil que não podemos evitar. Enquanto pode haver situações extremas em que um suicida claramente perdeu o controle de todas as suas faculdades (isto é, demência, traumatismo craniano), na grande maioria dos casos estamos certos em ver o suicídio como uma escolha moralmente culpável e moralmente condenável. Por séculos, a igreja tem consistentemente visto o suicídio como uma violação do sexto mandamento. Assassinato de si mesmo ainda é assassinato. Como John Frame observa no livro “A Doutrina da vida cristã”, há cinco exemplos de suicídio na Escritura — Juízes 9.52-54; 1Samuel 31.3-5; 2 Samuel 17.23; 1Reis 16.18-19; Mateus 27.3-5 — e todos eles estão em um contexto de vergonha e derrota. Do mesmo modo, quando personagens mais nobres pedem a Deus para tirar suas vidas, Deus nunca lhes atende — Números 11.12-15; 1Reis 19.4; Jonas 4.1-11. Nos casos de Jonas e Jó, Deus claramente vê suas petições autodestrutivas de modo desfavorável.

Embora nós desejemos ter empatia por aqueles que sofrem — seja pelo arrependimento, depressão, doença ou qualquer outra enfermidade persistente —, certamente é um raciocínio ético pobre pensar o sofrimento como um meio que justifica qualquer fim. Nossas escolhas devem ser consideradas “livres” contanto que não estejam sujeitas à coerção ou compulsão exteriores. Julie Gossack — uma esposa e mãe que, por cinco vezes, teve de enfrentar o sofrimento do suicídio de familiares — resume bem a questão: “Suicídio não é uma herança genética nem uma maldição familiar. Suicídio é uma escolha pecaminosa feita por um indivíduo. Essa afirmação não é desprovida de amor ou respeito. É a verdade. Eu amava ternamente meus familiares que cometeram suicídio, mas as escolhas deles foram pecaminosas, e não justas” (JBC Winter: 2006). O suicídio pode parecer a única saída, mas a Escritura nos afirma que Deus nunca nos conduzirá a uma situação em que violar seus mandamentos seja a única opção — 1Coríntios 10.13. Nós não ajudamos os santos que estão lutando se nos recusamos a dizer-lhes que o suicídio desagrada a Deus; falar-lhes isso, em amor, pode ser um dos meios pelos quais Deus sacode a alma suicida e lhe traz de volta a um pensamento melhor, mais piedoso.

4. Suicídio não é o pecado imperdoável.

Nós não temos um sistema de penitência e de “extrema unção”. Embora seja particularmente triste para um cristão morrer dessa maneira — confuso e sem esperança —, essa perda de perspectiva não significa, necessariamente, que o indivíduo não era um cristão nascido de novo e justificado. John Frame, o qual sustenta que o suicídio é pecado, também conta a história de um amigo missionário que foi conduzido para mais perto de Jesus à medida que lutava contra a depressão, mas terminou por matar-se. Frame não hesita em dizer, com confiança, que aquele homem era um cristão genuíno. Nós somos salvos pelo sangue de Cristo, não pelo fato de o nosso momento final ter sido triunfante ou trágico. O suicídio não deve ser tratado com leviandade. Ele é inimaginavelmente doloroso e desagradável a Deus. Porém, para o filho de Deus, verdadeiramente arrependido, verdadeiramente crente e verdadeiramente justificado, Deus é maior do que os nossos pecados, mesmo aqueles que nos apanham em nosso último suspiro.

O artigo original poderá ser visto por desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 19 de maio de 2015

VIVENDO A VIDA CRISTÃ — ESTUDO 002 - INTRODUÇÃO GERAL




A vida Cristã é um dos maiores mistérios da humanidade. Trata-se da própria presença do Espírito Santo habitando nos crentes verdadeiros para transformá-los, dia a dia, em pessoas cada vez mais parecidas com a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Essa série de estudos pretende discutir a fundo essa questão e esperamos que a mesma possa não apenas abençoar, mas também impactar poderosamente a vida de cada um dos leitores.

No nosso mundo hoje todas as pessoas estão à busca do sucesso. Todos sabem que no final, suas próprias existências serão medidas contra o fato de terem sido ou não pessoas bem sucedidas. O crente também é chamado para ser um sucesso, no sentido de que ele não deve ser um fracassado ou um zero absoluto. O que precisamos entender é que o padrão bíblico e o padrão do mundo, contra os quais nossas existências são medidas, são diametralmente opostos. Neste, o sucesso de alguém é medido pela sua posição social, dinheiro, e números envolvendo as mais diversas áreas da vida. Quanto mais ou maior for o indivíduo maior é o seu grau de sucesso. O padrão Bíblico, todavia, está em flagrante oposição a isso, senão vejamos o que apóstolo Paulo disse:

1 Coríntios 4:2

Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros de Deus é que cada um seja encontrado fiel.

Fidelidade é o que se requer de cada cristão. Mas fidelidade ao que? Fidelidade ao princípio exposto em

1 Coríntios 10:31

Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer fazei tudo para a Glória de Deus. 

A Glória de Deus é o alvo supremo da vida do cristão e fidelidade na busca deste alvo é a medida bíblica do sucesso.

Há dois elementos que precisam ser considerados se vamos ser fiéis em buscar glorificar o Senhor em todas as coisas. Em primeiro lugar é necessário que estejamos dispostos a investir um tempo diário no estudo da palavra. Em segundo lugar, precisamos orar e com sinceridade de coração pedir que o Senhor nos mostre:

1. Defeitos de caráter.

2. Pecados de comissão e omissão.

3. Áreas da nossa vida onde estejamos dando lugar a Satanás
                  
Seja honesto e Deus te recompensará.

O exemplo do apóstolo Paulo é muito importantes. Nós podemos ler o seguinte em —
Romanos 1:16
Pois não me envergonho do evangelho. Porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.

O apóstolo Paulo não se envergonhava de ser cristão porque ele havia experimentado e sabia que o evangelho de Deus era poderoso para transformar vidas. O evangelho de Deus verdadeiramente funciona. Sinceramente cremos, como o apóstolo Paulo cria, que nada é mais prático, mais benéfico e mais agradável do que cristianismo aplicado à nossas vidas diárias.

Por cristianismo aplicado às nossas vidas diárias — que iremos chamar de Cristianismo Responsável — queremos dizer aquele cristianismo que se constitui em uma experiência, onde cada um de nós se envolve cada vez mais profundamente com Deus. Este envolvimento é caracterizado por dois elementos principais, a saber:

1. O fato de que existe um único Deus que tem revelado sua perfeita vontade a todos os homens.

2. O fato de que, uma vez de posse do conhecimento da vontade revelada de Deus torna-se necessário responder de modo apropriada ao conhecimento dessa mesma vontade. A resposta apropriada, como veremos, é aquela que se firma sobre amor, fé e esperança. O cristão que responde à revelação divina com amor, fé e esperança, pode ter a certeza de que sua vida será completamente transformada.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE “VIVENDO A VIDA CRISTÔ

ESTUDO 001 — COMO RECONCILIAR O PASSADO

ESTUDO 002 — INTRODUÇÃO GERAL

ESTUDO 003 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 001

ESTUDO 004 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 002

ESTUDO 005 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 001

ESTUDO 006 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 002

ESTUDO 007 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 003

ESTUDO 008 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 004

ESTUDO 009 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 005 e 006

ESTUDO 010 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 007 e 008

ESTUDO 011 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 009 e 010

ESTUDO 012 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 011 e 012

ESTUDO 013 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 013 a 015
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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