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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ESTUDOS PARA CASAIS - ESTUDO 040 — COMO O EVANGELHO TRANSFORMA CASAMENTOS


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Estes estudos são parte de uma série de palestras que estamos ministrando nas reuniões de casais da nossa igreja. Os estudos anteriores podem ser encontrados nos links mais abaixo:


O artigo abaixo foi publicado pelo site da Editora FIEL. O mesmo é da autoria de Erik Raymond.

3 maneiras pelas quais o evangelho muda o casamento

Quando um novo líder é nomeado em uma organização, a mudança é inevitável. O novo chefe definirá a política, estabelecerá o tom e refletirá uma atitude em sua organização. O mesmo é verdade quanto aos nossos casamentos. O novo líder a quem me refiro aqui não é um novo marido, mas sim o verdadeiro marido, o Senhor Jesus Cristo.

Pelas Escrituras, nós sabemos que um casamento cristão nunca é simplesmente uma união de duas pessoas, mas duas pessoas unidas em Jesus Cristo. Esta é outra maneira de dizer que Jesus é a nossa cabeça, o Senhor e o que concede vida ao nosso casamento. Quando um homem e uma mulher abraçam a verdade do evangelho, seja na conversão ou na santificação, sempre há mudanças correspondentes relacionadas a Jesus ser o cabeça do casamento. Abaixo estão três das mudanças mais comuns que Cristo opera em um casamento enquanto o governa por meio do evangelho.

1. Do egoísmo ao serviço

Cada pecado flui do reservatório do eu. Nós abandonamos Deus e os outros em favor de nós mesmos. Isso é desastroso e doloroso. Em nenhum lugar essa inversão é mais evidente e prejudicial do que no casamento. Porém, quando o evangelho alcança o lar, há nítidas mudanças nesse contexto. A esposa irritável se torna paciente e bondosa com seu marido porque Jesus foi paciente e bondoso com ela. O marido autocentrado encontra mais alegria em aprender sobre os interesses da sua esposa do que sobre a história dos seus atletas favoritos. Isso é porque ele percebe que ela foi feita por Deus e para Deus, bem como a verdade que o Espírito continua a operar poderosamente mais de Cristo na vida da sua esposa. Isso é atraente e animador de uma forma que dribles e gols nunca podem ser. O evangelho alcança o lar e afasta os nossos corações de nós mesmos (egoísmo) em direção ao nosso cônjuge (serviço).

2. Da preguiça ao comprometimento

Se você não acha que a preguiça é um problema na América, considere o fato de que temos uma cadeira chamada La-Z-boy que é adaptada e comercializada para o homem americano. E ela vende! A preguiça, assim como o egoísmo, é inclinada para o eu, mas recebe as suas instruções de ação a partir do comando do conforto. Nós desejamos a comodidade e nos recusamos a fazer qualquer coisa difícil porque poderia ser desconfortável. A preguiça se relaciona principalmente sobre a preservação e promoção da percepção de conforto pessoal. E a preguiça mente muito. Sabemos que há um problema em nosso casamento, mas também sabemos que isso exige uma mudança, talvez até mesmo uma mudança dolorosa. Então, o que acontece? A preguiça diz: “Oh, eu farei isso em outro momento”. Ou a preguiça diz convincentemente: “Isso não é tão ruim. Eu ficarei bem”. Mas isso é a preguiça falando e não Jesus, o governador das nossas vidas. Sem dúvida, você pode imaginar como isso poderia minar o plano de Jesus para o crescimento e mudança em você e seu casamento. Mas quando o evangelho da graça alcança o lar, nos tornamos comprometidos em nosso casamento. Não somos mais espectadores passivos esperando manter uma cultura de conforto e segurança através da mediocridade disfarçada. Em vez disso, nos aproximamos do que Jesus é: buscamos a semelhança com Cristo por meio de, dolorosamente, mortificar o pecado.

3. Da justiça própria à humildade

A justiça própria é aquela mentalidade diabólica de que possuímos mérito em nós mesmos que nos recomenda diante de Deus e dos homens. Enquanto o egoísmo ama se retrair para o eu, a justiça própria ama se gloriar do eu. Em sua essência, isso se opõe ao evangelho que gira em torno da nossa necessidade e recebimento da justiça imputada de Cristo. A justiça própria em um casamento é tão sutil quanto uma sobrancelha erguida, enquanto a humildade é tão perceptível quanto a feição alegre. Durante uma discussão, uma esposa pode comunicar algumas preocupações ao seu marido. Se ele é justo em si mesmo, pode começar a contradizê-la com “dura” evidência. Se as coisas ficarem difíceis, seu ousado advogado interior articulará poderosamente a sua inocência enquanto também apresenta acusações contra sua esposa. A justiça própria no casamento está sempre na defensiva porque percebemos que sempre estamos sob ataque. Isso deve ser contrastado com o evangelho que nos ensina que já fomos suficientemente atacados, criticados e julgados. A cruz é o veredito. Nós somos culpados. Mas a beleza do evangelho é que, enquanto éramos infinitamente pecaminosos, também fomos profundamente amados. Isso produz humildade e segurança. Quando o evangelho alcança o lar em um casamento, nós silenciaremos mais rapidamente nossos advogados internos, enquanto desfrutamos a verdade do evangelho. É somente aqui que nós podemos, humildemente, crescer juntos na semelhança de Cristo.

Quando o evangelho vem ao lar e ao casamento há uma mudança definitiva no modo de funcionamento, tom e atitude. O casamento começa a ter as características do seu líder. No caso do evangelho, não pode haver melhor líder e nenhuma mudança mais importante para nós e nosso casamento.

Por: Erik Raymond. © Ligonier Ministries.Website: ligonier.org. Traduzido com permissão. Fonte: 3 Ways the Gospel Changes Marriage

Original: 3 maneiras pelas quais o evangelho muda o casamento. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tradução: Camila Rebeca Teixeira. Revisão: William Teixeira.

Erik Raymond
O rev. Erik Raymond é o pastor titular da Emmaus Bible Church em Omaha, Nebraska. Ele escreve no site The Gospel Coalition e em ordinarypastor.com.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:


ESTUDOS ANTERIORES SOBRE O RELACIONAMENTO A DOIS

000 – NÃO DEIXE SEU CASAMENTO NAUFRAGAR

001 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 1

002 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 2

003 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 1

004 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 2

005 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 1

006 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 2
007 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 3

008 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 4

009 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 5

010 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 6

011 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 7 — Final

012 — O HOMEM COM GUARDADOR E CULTIVADOR DO CASAMENTO

013 — ENTENDENDO A SUBMISSÃO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO

014 — ENTENDENDO QUE HOMENS E MULHERES SÃO IGUAIS, MAS DIFERENTES

015 — SEGREDOS, SEGREDOS, SEGREDOS: O MAIOR DE TODOS ELES

016 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 1

017 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 2

018 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 1

019 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 2

020 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 1

021 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 2

022 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 3

023 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 001 — O CIÚME

024 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 002 – AS MULHERES E O RELACIONAMENTO COM SEUS PAIS

025 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 003 – ELEVANDO NOSSO GRAU DE TOLERÂNCIA

026 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 004 – CUIDANDO DAS NECESSIDADES DO OUTRO PARA EVITAR O DIVÓRCIO

027 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 001 — LIDANDO COM O CIÚME

028 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 002

029 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 003

030 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 004

031 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 005

032 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 001

033 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 002
034 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 003

035 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 004

036 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 005 — OS MALES QUE O ADULTÉRIO TRAZ

037 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 006 — A NECESSIDADE DE VERDADEIRO ARREPENDIMENTO EM CASOS DE ADULTÉRIO

038 — DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS ENTRE AS NECESSIDADES DOS HOMENS E DAS MULHERES

039 — A IMPORTÂNCIA DA AUTOIMAGEM NO CASAMENTO — PARTE 001 — COMO VOCÊ SE VÊ?
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-040-importancia-da-autoimagem-no.html

040 — COMO O EVANGELHO TRANSFORMA OS CASAMENTOS

041 — ENTENDENDO O CHAMADO DE DEUS PARA A VIDA A DOIS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/estudo-041-importancia-da-autoimagem-no.html

042 — A IMPORTÂNCIA DA AUTOACEITAÇÃO NO RELACIONAMENTO A DOI
Shttp://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/09/estudos-para-casais-estudo-042.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.             

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO PASSADA DO CRENTE — PARTE 001


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ESSA É UMA SÉRIE DE ESTUDOS QUE VISA ABORDAR DA MANEIRA COMO CONSIDERAMOS APROPRIADA A IMPORTANTE QUESTÃO RELATIVA À RESSURREIÇÃO DE CRISTO. TOMANDO COMO BASE AS OBRAS DE GEERHARDUS VOS E HERMAN RIDDERBOS. NOSSA INTENÇÃO É MOSTRAR A CENTRALIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO NA TEOLOGIA PAULINA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DO CRENTE

Os versículos que vimos na parte anterior enfatizavam a conexão orgânica entre a ressurreição de Jesus e a ressurreição futura, corporal, dos crentes. Mas concluir que o significado salvífico se resume à ressurreição futura dos crentes, é apreciar apenas parte da verdade ensinada pelo Novo Testamento. Para resolver isso, é necessário apreciarmos as referências, nas quais o apóstolo Paulo menciona o fato que os crentes já foram ressuscitados com Cristo. Essa verdade é apresentada de forma mais incisiva nas seguintes passagens:

Efésios 2:5—6

5  E estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos,

6  e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.

O problema que temos diante de nós diz respeito à referência temporal do verbo συνηγείρω sunegeíro — cujo significado é ressuscitar com. Também teremos que prestar bastante atenção em outros verbos, especialmente, na forma grega chamada de aoristo.  De modo específico, nossa missão será determinar se o uso desses verbos está restrito à experiência histórica de Jesus, ou se os mesmos se aplicam ao que tem acontecido, de fato, na experiência dos crentes individualmente. Ao lançar mão desses verbos, não estaria Paulo fazendo uma referência direta a fatos específicos que são parte da verdadeira experiência dos crentes?

Quando analisamos as opiniões de exegetas reformado acerca desse tema, podemos perceber que as mesma estão aglutinadas de acordo com a localização geográfica dos mesmos. Os exegetas holandeses enfatizam a presença do aspecto histórico-redentivo excluindo qualquer consideração à experiência dos indivíduos. Herman Ridderboss, por exemplo, faz o seguinte comentário acerca dos versos de Efésios acima: “Pela úkltima palavra, parece que Paulo está fazendo referência à cristologia e a aspectos histótico-redentivos e não a aspectos antropológicos”[1]. Por outro lado, intérpretes britânicos e estadunidenses, ao mesmo tempo em que reconhecem uma alusão à solidariedade entre a obre histórica de Cristo e os crentes, mantêm que o interesse distinto de Paulo nesses versos é a transformação dos indivíduos[2].

Enquanto a linguagem empregada pelo apóstolo Paulo reflete sua perspectiva histórico-redentiva, a conclusão de que ele está também descrevendo o que aconteceu na vida dos crentes, da perspectiva existência, não pode ser nem ignorada nem desprezada. A ressurreição mencionada faz uma referência direta à morte mencionada no verso 5. Deve ser óbvio que a expressão estando nós mortos não se refere ao nosso envolvimento solidário com o Senhor Jesus Cristo, em sua morte, pois nós estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Paulo está falando, com clareza, da morte existencial, tanto dele como dos seus leitores. Os versos precedentes confirma esse entendimento: Os versos 4 e 5 apresentam um resumo do que foi iniciado com o verso 1 de Efésios 2. Já os versos 2 e 3 funcionam como uma parênteses que expande o conceito de pecado e transgressões mencionado no verso 1, e não podem ser dissociados do verso 5. Os versos anteriores — Efésios 2:1—4 — nos apresentam uma descrição estendida da depravação moral de Paulo e dos seus leitores. Entre outras coisa, eles estavam acostumando a andar de acordo com os padrões estabelecidos pelo príncipe das trevas; com o espírito da desobediência. Andavam segundo os desejos da carne, fazendo a vontade da mesma. Essa linguagem exige que a morte mencionada no verso 5, não apenas envolve, mas se refere, acima de tudo, à depravação moral do indivíduo. Por conseguinte, a ressurreição mencionada nos versos 5 e 6 inclui a experiência inicial de transformação e renovação ética.

Além disso, no verso 10 de Efésios 2 a ressurreição com Cristo mencionada no verso 5 é descrita dessa maneira:

Efésios 2:10

Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.

Isso se alinha, perfeitamente, com as palavras de Paulo em —

2 Coríntios 5:17

E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.

O propósito expresso de sermos novas criaturas é para que possamos realizar as boas obras que Deus já preparou para que andemos nelas. O verbo  andar, nesse contexto, é elemento fundamental na integração de todo o texto de Efésios 2:1—10. Tendo iniciado o texto mencionando que andávamos em delitos e pecados, Paulo finaliza o mesmo agora, mencionando a contrapartida que é, andando nas boas obras que Deus preparou de antemão para nós. E qual é o elemento que torna possível essa transformação? A resposta deve ser óbvia: o fato de termos sido ressuscitados por Deus em Cristo Jesus.

Conclusão: Em Efésios 2:6 a ressurreição com Cristo se refere à transição experimentada nessa vida pelos crentes, por meio da qual eles deixam de ser objetos da ira de Deus — verso 3 – para se tornarem recipientes da misericórdia e do amor de Deus — verso 4.



OUTROS ARTIGOS ACERCA DA SOTERIOLOGIA DO APÓSTOLO PAULO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 001 — INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 002 — PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS — PARTE 001.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 003 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 002 — A RELAÇÃO ENTRE OS ATOS REDENTORES DE DEUS E A REVELAÇÃO DAS ESCRITURAS SAGRADAS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 004 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 003 — A RELAÇÃO ENTRE PAULO E SEUS INTÉRPRETES MODERNOS

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 005 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 004 — PAULO, NÓS E A HISTÓRIA DA REDENÇÃO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 006 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 005 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 01

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 007 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 006 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 008 — QUESTÕES METODOLÓGICAS — PARTE 007 — PAULO E SEUS INTÉRPRETES — PARTE 003 — FINAL

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 009 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 001 — CRISTO, AS PRIMÍCIAS — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 010 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 002 — CRISTO É AS PRIMÍCIAS E OS CRENTES SÃO A COLHEITA PLENA — PARTE 002

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 011 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 003 — CRISTO É O PRIMOGÊNITO DENTRE OS MORTOS — PARTE 003

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 012 — O TEMA CENTRAL E SUA ESTRUTURA BÁSICA — PARTE 004 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO DOS CRENTES SÃO EPISÓDIOS DE UM ÚNICO EVENTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 013 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 001

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO – PARTE 014 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-ressurreicao-de-cristo-dentre-os.html

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO DENTRE OS MORTOS NA TEOLOGIA DE PAULO — PARTE 015 — A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A RESSURREIÇÃO PASSADA DOS CRENTES — PARTE 003

Que Deus Abençoe a Todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.



[1] Ridderbos, Herman. Paul: Na Outlina of His Theology. William B. Eerdmans Publishing Company, Grand Rapids, 1975.

[2] Ver, poo exemplo: 1) Hendriksen, William. New testamente Commentary – Exposition of Ephesians. Banner of Truth Trust, Edimburgh, 1972; 2) Hodge, Charles. A Commentary on the Epistle of Ephesians. CCEL.ORG consultada em 06 de outubro de 2016 às 10:00 horas BSB.; 3) Eadie. J. A Commentary on the Greek Text of the Epistle of Paul to the Ephesians. Forgotten Book, Londres, 2015.


Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sábado, 9 de julho de 2016

JESUS E AS MULHERES - SERMÃO 011 – JESUS E A MULHER SAMARITANA — PARTE 8 - O PODER TRANSFORMADOR DE JESUS


Jesus e as mulheres é um tema importante dentro do contexto do Novo Testamento. As denominações históricas aos poucos vão se libertando de seus próprios preconceitos, ao passo que nas denominações evangélicas, em muitos casos, os homens abriram mão completamente de suas responsabilidades a favor das mulheres, o que tem proporcionado uma verdadeira inundação de bobagens sem fim. Nossa série de estudos procura entender o papel da mulher como visto e como foram tratadas pelo Senhor Jesus. Para isso convidamos todos os leitores a fazerem uma análise desapaixonada do material da mesma.


Texto: João 4:27—30
Introdução.

A. Na mensagem anterior vimos que Jesus fez a mais surpreendente das revelações à mulher Samaritana ao se revelar para ela como sendo o Messias esperado de Israel. Ver mensagem anterior por meio desse link aqui: 

B. Para fazer essa revelação, Jesus lançou mão de uma expressão emprestada do Antigo Testamento onde o Deus ETERNO se apresentou a Moisés como o “EU SOU”. 
C. Assim, ao usar essa mesma expressão Jesus não apenas se revelou como o Messias, mas também como o próprio Deus ETERNO.   
D. Além disso, Jesus se revelou, especialmente no Evangelho de João, de várias outras formas usando a expressão EU SOU. Ele disse: 
1. EU SOU O PÃO DA VIDA — João 6:35. 
2. EU SOU A LUZ DO MUNDO — João 8:12. 
3. EU SOU A PORTA — João 10:9. 
4. EU SOU O BOM PASTOR — João 10:11, 14. 
5. EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA — João 11:25. 
6. EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA João 14:6. 
7. EU SOU A VIDEIRA VERDADEIRA — João 15:5. 
E. Como tivemos oportunidade de ver, todas essas afirmações de Jesus estão diretamente ligadas com a ideia de VIDA. E como ele mesmo disse: Vida em Abundância: 
João 10:10 
O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. 
F. Mas a primeira e maior revelação feita diretamente à mulher samaritana — EU SOU o MESSIAS — foi suficiente para transformar, de forma surpreendente, aquela mulher na primeira missionária da pregação das Boas Novas acerca de Jesus Cristo.

A SURPRESA DO SURGIMENTO DA PRIMEIRA MULHER MISSIONÁRIA

I. A Chegada dos Discípulos e Suas Ideias – Verso 27 
A. Assim que os discípulos chegam da cidade eles foram tomados de surpresa pelo fato de encontrar Jesus conversando com aquela mulher. Eles sabiam que, pelos costumes da época, um rabino digno desse título não falava em público nem mesmo com sua própria mulher. O que dizer de encontrá-lo conversando com uma mulher samaritana e de vida muito duvidosa? 
B. Eles tinham duas perguntas para fazer, mas não falaram nada. O que eles queriam saber era: 
1. Que perguntas? — provavelmente essa seria uma pergunta dirigida a mulher. E estaria sinalizando para Jesus o seguinte: o Senhor gostaria que nos livrássemos dessa mulher? 
2. Por que falas com ela? — provavelmente dirigida ao próprio Senhor Jesus. Mas, como dissemos, eles não tiveram coragem de abrir a boca. 
C. Seja lá como for, o fato é que eles não se atreveram a interferir no grande diálogo que estava ocorrendo entre Jesus e a mulher.

II. A Mulher Samaritana Se Retira — Verso 28. 
A. A mulher samaritana não era boba nem nada. Ela percebeu, imediatamente, que a situação tinha mudado por completo. 
B. Numa fração de segundos ela percebe que a situação agradável que estava desfrutando, havia se transformado em outra, de hostilidade aberta.    
C. Mesmo diante da hostilidade dos discípulos, ela não se deixou desanimar e fez duas coisas, realmente surpreendentes: 
1. Em primeiro lugar ela abandona seu cântaro junto ao poço, dando a entender que havia compreendido perfeitamente as palavras do Senhor. O que Jesus lhe ofereceu e ela aceitou foi algo que transcendia, e muito, a água do poço de Jacó! 
2. Em segundo lugar ela se apressou em levar a boa nova acerca de Jesus, o Messias, para as pessoas do seu vilarejo.

III. A Mulher Samaritana Dá testemunho de Jesus em Sicar — Verso 29. 
A. A mulher samaritana havia ido ao poço de Jacó retirar água que mata a sede por uma ou duas horas apenas. Agora, ela volta para sua cidade, sem seu cântaro. 
B. Em vez disso, ela leva dentro de si mesma uma fonte de água viva que já está jorrando para eternidade — ver João 4:13—14. Ela já começou a tornar-se uma fonte de vida eterna para outras pessoas. 
C. O testemunho dela é firme e sem nenhum tipo de desculpa ela diz: Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?! 
D. Sua primeira frase tem o objetivo de chamar a atenção de todos, por causa da péssima reputação que ela tinha na cidade. E, creio que já guiada pelo Espírito Santo de Deus, a mesma funcionou perfeitamente. 
E. A segunda parte da sua afirmação tem o propósito de desafiá-los descobrir por eles mesmos o motivo de tamanha transformação. 
F. Diante disso tudo, eles decidem fazer o que? – Verso 30. Eles decidem ir ao encontro de Jesus! 
G. Ela faz o convite porque sabe que seu testemunho, porque ela era uma mulher, não tinha muito peso, mas eles precisavam ir lá, ver com seus próprios olhos do que se tratava, porque as mudanças na mulher eram visíveis e inexplicáveis. 
Conclusão:

A. O foco central dessa porção do Evangelho de João é missões. Jesus aceitou, cuidou, levou à sério, desafiou, recrutou e inspirou uma simples mulher samaritana com uma mensagem transformadora de vida que estava centrada nele mesmo: JESUS! Uma colheita abundante estava a caminho com a plantação duma única semente! Assim é o Reino de Deus.

B. Não existe alternativa para aqueles que experimentam a verdadeira água da vida, senão seguir o fluxo e compartilhar a mensagem com outras pessoas. Todos nós que cremos em Jesus somos chamados a compartilhar o evangelho com as outras pessoas ao nosso redor. E haja pessoas ao nosso redor!

C. A transformação das nossas vidas é o elemento que mais chama a atenção das pessoas. Vejam bem: quando as pessoas percebem as malandragens, as mentiras e as manipulações, vindas especialmente dos pastores profissionais elas se tornam céticas quanto ao evangelho. Isso aumenta nossa responsabilidade: temos não apenas que pregar, mas, acima de tudo, viver de forma digna do chamado que recebemos de Deus. Como diz Paulo:

Filipenses 1:27

Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica.

D. Uma nova comunidade centrada na pessoa de Jesus está prestes a ter seu início: trata-se da mulher samaritana e das pessoas da cidade de Sicar. Todos são bem-vindos por Jesus que liquida, de uma vez por todas, com todo e qualquer tipo de preconceito, tradições e barreiras que os homens inventam para separar uns dos outros. Em CRISTO não existe o nós e o eles. Existe apenas o NÓS!  

E. As religiões, pouco importa de qual estamos falando, são todas autodestrutivas. Apenas em Jesus podemos ter nossas vidas restauradas e trazidas de volta para o patamar de dignidade que é compatível com o fato de sermos criaturas do Deus ETERNO.

F. Deus agiu na história da humanidade por meio de Jesus Cristo para trazer a salvação a todo aquele que quiser aceitar a mesma:

Apocalipse 22:17

O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.    

Que Deus abençoe a todos.


OUTRAS MENSAGENS ACERCA DE JESUS E AS MULHERES

001 — INTRODUÇÃO AO TEMA

002 — JESUS E SUAS DISCÍPULAS

003 — JESUS PREGAVA TANTO PARA HOMENS COMO PARA MULHERES

004 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 001

005 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 002

006 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 003

007 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 004

008 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 005

009 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 6 — JESUS E O FIM DAS TRADIÇÕES RELIGIOSAS

010 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 7 — O PRIMEIRO EU SOU

011 — JESUS E MULHER SAMARITANA — PARTE 8 — O PODER TRANSFORMADOR DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/jesus-e-as-mulheres-sermao-011-jesus-e.html

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PORQUE OS JOVENS ESTÃO DEIXANDO AS IGREJAS?


O artigo abaixo foi publicado pelo site da revista Cristianismo Hoje e é de autoria de Ed Stetzer

A raiz do problema
Jovens adultos abandonam a igreja porque não têm uma fé própria
Escrito por  Ed Stetzer

As estatísticas são alardeadas todos os dias e apavoram os pais, líderes e educadores cristãos: cada vez mais jovens criados no Evangelho abandonam a igreja, sobretudo após a conclusão do ensino médio. Em números, seriam 94% (alguns dizem 86%) dos jovens evangélicos que saem para nunca mais voltar. Só isso já comprometeria, em termos aritméticos, a próxima geração de evangélicos. As razões alegadas são as mais diversas possíveis, e boa parte delas se deve ao assédio das atrações “do mundo”, às novas conquistas intelectuais que esvaziam a noção do sagrado e o secularismo exacerbado de nossos dias. O cerne da questão, todavia, é mais sutil, e nem sempre reconhecido pela própria igreja. Os jovens adultos que a abandonam, muitas vezes, não possuem uma fé verdadeira – uma fé própria – e um relacionamento com Cristo que seja profundamente importante para suas vidas pessoais, algo que fuja à mera pressão exercida por seus pais ou responsáveis nos primeiros anos de sua vida.

Quem se debruça com mais seriedade sobre o fenômeno descobre algumas verdades. Tais estatísticas, muitas vezes, são, com se diz, meras lendas urbanas – ou, pelo menos, expressam uma meia verdade. Nenhuma pesquisa, de fato, chegou a essa conclusão. É claro que a evasão existe, e deve gerar preocupações. A realidade é que existem desafios em relação a esse fato, mas pesquisas confiáveis mostram que a fé é bastante resistente de uma geração a outra, desde que seja genuína e pessoal. Há alguns anos, a LifeWay Research analisou a questão, observando algumas das coisas que ajudam os jovens a ficarem na igreja e a terem uma fé forte. O estudo queria saber o que é necessário para que um aluno permaneça seguindo a Cristo durante o ensino médio, a faculdade, a carreira e além. Observou-se a fé de alunos que frequentavam uma igreja protestante (tradicional ou renovada) duas vezes ao mês ou mais por, pelo menos, um ano durante o ensino médio. Mais tarde, cerca de 70% dos jovens com idade entre 18 e 22 anos pararam de frequentar a igreja regularmente por pelo menos um ano. Uma taxa de abandono da ordem de 70% – muito alta, por sinal.

Outras pesquisas e estudos entre jovens evangélicos, no entanto, indicam que o número é quase certamente muito menor. E é importante notar que quase dois terços daqueles que largaram a igreja ao longo do estudo voltaram para suas igrejas até o fim da pesquisa. Também perguntou-se a esses jovens por que eles abandonaram a igreja. Dos que saíram, cerca de 97% (quase todos, portanto) afirmaram que o motivo foram mudanças de vida ou algumas situações. Entre as razões mais específicas, destacaram-se:

•          Simplesmente, queriam “dar um tempo” da igreja (27%)
•          Mudaram de domicílio em função de estudos (25%)
•          O trabalho dificultou ou impossibilitou o comparecimento (23%)

Cinquenta e oito por cento dos jovens alegaram que saíram por causa de suas igrejas ou pastores. Um aprofundamento das perguntas indicou algumas causas mais específicas:

•          Os membros pareciam críticos e hipócritas (26%)
•          Não sentiam empatia pelas pessoas da igreja (20%)
•          Os membros não eram amigáveis e acolhedores (15%).

Dos pesquisados, 52% indicaram alguma espécie de crença religiosa, ética ou política como razão pela saída. Em outras palavras, mais da metade deles mudaram suas visões cristãs. Talvez, eles não acreditassem no que suas igrejas ensinavam, ou não davam crédito àquilo no que os outros membros pareciam acreditar.

Mais especificamente, 18% discordavam com a posição da igreja em relação a questões políticas e sociais; 17% disseram que só iam à igreja para agradar a outras pessoas; e 16% disseram que não queriam mais ser identificados com a igreja ou com qualquer religião organizada.

A razão pela qual muitos jovens abandonam a igreja depois do ensino médio é porque a sua fé não era pessoalmente significativa para eles. Em outras palavras, eles não tinham uma fé verdadeira. A igreja não havia se tornado algo valioso em suas vidas – algo que impactasse a sua maneira de viver, de se relacionar e amadurecer. Talvez, a igreja fosse algo que os pais queriam que eles frequentassem. Eles podem ter crescido na igreja e talvez sofreram pressão dos pais ou colegas para se envolverem; mas não se tratava de uma fé pessoal e verdadeira.

Independentemente da exatidão dos números, o fato é que muitos e muitos jovens cedem aos apelos da carne e da sociedade em uma época crucial, justamente quando estão para tomar decisões que se refletirão por toda a sua vida. Não se pode tratar os jovens como crianças. Precisamos prepará-los para os desafios espirituais que virão e as questões de fé que precisarão enfrentar. A fé pessoal e verdadeira leva à transformação de vida e ao compromisso – para toda a vida. (Tradução: Julia Ramalho)

Ed Stetzer é missionário, escritor, professor e supervisor de LifeWay Insigths, divisão do ministério LifeWay

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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