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sábado, 16 de setembro de 2017

JOÃO 15 - SERMÃO 004 — PRODUZINDO FRUTOS — João 15:4—5


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Esse artigo é parte da série onde expomos o Salmo 86 e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para os outros estudos.

PERMANECENDO EM CRISTO

Uma Exposição Bíblica e Teológica de João 15

Introdução:

A. Jesus é a “Videira Verdadeira”. O Pai de Jesus, que é Deus, é o “Agricultor”. VERSO 1.

B. Nós somos os ramos da videira e somos objetos da atenção especial do Agricultor que 15:2.

C. Parte desse cuidado envolve:

1. αἴρει aírei — cortar fora ou afastar o que está ligado a algo.

2. καθαίρει  — kathaírei — limpar sujeira e impurezas. Podar uma videira de ramos desnecessários. Metaforicamente, expiar ou pagar pela culpa.  

D. E foi exatamente para isso que Deus enviou Seu Filho ao mundo, para que ele pudesse expiar ou receber o justo castigo que nossos pecados mereciam. A Bíblia diz o seguinte:

Romanos 6:23

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.

E. Nós merecíamos morrer eternamente — ser separados de Deus por toda a eternidade — mas Jesus veio, tomou o nosso lugar e recebeu, Ele mesmo, o justo castigo que nossos pecados mereciam —

1 Pedro 2:24

Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados.

F. Uma vez perdoados por Jesus e plenamente reconciliados com Deus é necessário PERMANECER EM CRISTO, porque somente dessa maneira iremos produzir o fruto necessário para alimentarmos outras pessoas, conforme vimos que é necessário, na mensagem anterior.

G. Hoje queremos concentrar nossa atenção nesse fruto que todos devemos estar sempre produzido para:


1. A Glória de Deus!


2. O Engrandecimento do Nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.


PRODUZINDO FRUTO COMO VERDADEIROS DISCÍPULOS


I. Permanecendo em Cristo Para Produzir Fruto, Muito Fruto.

A. Para podermos produzir fruto é necessário PERMANECER em Cristo — VERSO 4.

B. Qual é o significado dessa expressão: PERMANECER?  A expressão grega é μείνατε meínate — significa: permanecer, ficar, continuar presente.

C. Isso que dizer o seguinte: para permanecer precisamos deixar de ser superficiais. Temos que nos fixar de um modo que sejamos verdadeiros.

D. Se permanecermos mesmo em Cristo, nós temos que dar evidências claras de que temos um compromisso sério com o Senhor. Não podemos ter um relacionamento superficial com Jesus e achar que tudo irá acabar bem.

E. Permanecer firmes em Cristo é a única prova concreta de que verdadeiramente estamos unidos com Ele.

F. Jesus nos adverte com as seguintes palavras:

Lucas 8:14

A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados (ansiedade), riquezas e deleites (prazeres) da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.

G. Quando permanecemos num relacionamento profundo com Cristo, Ele nos promete o seguinte: permanecei em mim, e eu permanecerei em vós.

H. Somente o verdadeiro crente, aquele que habita em Cristo pode fazer esse tipo de afirmação: Jesus permanece em mim!

II. Alguns Frutos Espirituais Mencionados na Bíblia.

A. Nós produzimos fruto quando compartilhamos o evangelho com outros e os ajudamos a se aproximarem de e se reconciliarem com Deus:

Romanos 1:13 —16

13 Porque não quero, irmãos, que ignoreis que, muitas vezes, me propus ir ter convosco (no que tenho sido, até agora, impedido), para conseguir igualmente entre vós algum fruto, como também entre os outros gentios.

14 Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes;

15 por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma.

16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.


B. Nós produzimos fruto quando nos tornamos ceifeiros nos campos do Senhor:

João 4:35—38

35 Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa.

36 O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna; e, dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro.

37 Pois, no caso, é verdadeiro o ditado: Um é o semeador, e outro é o ceifeiro.

38 Eu vos enviei para ceifar o que não semeastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.

C. Nós produzimos fruto quando crescemos em santidade e obediência aos mandamentos do Senhor:

Romanos 6:22

Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.

D. Nós produzimos fruto quando contribuímos financeiramente para ajudar na obra de Deus:

Romanos 15:28 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Depois que eu terminar esse trabalho e que entregar toda a oferta que foi recolhida para eles, viajarei para a Espanha e no caminho visitarei vocês — NTLH.

E. Nós produzimos fruto quando manifestamos um caráter controlado pelo Espírito Santo que demonstra o FRUTO DO ESPÌRITO, em Sua plenitude:

Gálatas 5:22—23

22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,

23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

F. Nós produzimos fruto quando louvamos a Deus:

Hebreus 13:15

Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.

III. Uma Advertência Solene.

A. Muitas dessas coisas podem ser falsificadas por nossa própria carne pecaminosa, mas o engano dura pouco, porque o fruto falso não tem em si a semente para continuar se reproduzindo.

B. Quando a obra é humana ela não continua — esse é o motivo porque muitas igrejas precisam inventar novidades e todos os dias elas têm que ter alguma coisa nova, algum atrativo para continuar fazendo as pessoas virem aos seus programas.

C. O fruto produzido pelo Espírito tem, em si mesmo, a semente para continuar se multiplicando!

D. Procure se assegurar que você está em Cristo, PERMANECENDO nEle e que seus frutos serão duradouros e se multiplicarão também. 

Conclusão

A. Quantas e quantas pessoas, cada um de nós conhece que já passaram por essa e por outras igrejas verdadeiras, mas nunca mais voltaram. Aqueles que mantêm um relacionamento superficial com Jesus vão e não voltam nunca mais. COMO ESTÁ TEU RELACIONAMENTO COM JESUS? É superficial ou e real e verdadeiro?

1 João 2:24

Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.

B. As palavras de Jesus prometendo permanecer em nós devem nos servir de grande consolo, porque Jesus é o Pão da Vida e a Água da Vida. Ou seja, ele é tudo que precisamos. Ele, e somente Ele pode satisfazer todas as nossas necessidade mais profundas. Esse é o motivo porque ele nos diz o seguinte em —

João 15:5

Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

C. Não confunda conhecer Jesus pessoalmente e manter comunhão e um profundo relacionamento com ele com frequentar uma igreja. Qualquer igreja. Nenhuma igreja pode servir de verdadeiro substituto para o ato de permanecer em Cristo e ter Cristo permanecendo em nós.

D. Nós precisamos abrir nossas vidas inteiramente para Deus e receber de Jesus, a videira verdadeira, todo o alimento ou tudo o que precisamos para viver a vida cristã em sua plenitude, pois ele mesmo disse: SEM MIM NADA PODEIS FAZER.

E. Que tenhamos a humildade para depender integralmente de Jesus e não confiramos, de nenhuma forma, em nossas próprias habilidades e capacidade para satisfazer nossas necessidades mais profundas.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE PERMANECENDO EM CRISTO

SERMÃO 001 — A VIDEIRA VERDADEIRA — João 15:1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/joao-15-sermao-001-videira.html

SERMÃO 002 — O AGRICULTOR — João 15:1

SERMÃO 003 — OS RAMOS – João 15:2—3

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis


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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

quarta-feira, 8 de março de 2017

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 004 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COMO SEUS REPRESENTANTES E PARA GLORIFICÁ-LO


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O propósito dessa série é nos ajudar a entender a nós mesmos. Partindo de múltiplas perspectivas. A bíblia nos ordena a nos guardar a nós mesmos, a nos santificar, a nos examinar de forma permanente. Devemos manter uma atitude constante de abertura com relação a Deus para permitir que Ele nos encha com o seu Espírito Santo. Nossa intenção é que esse estudo possa cooperar para: 1) mantermos constante nossa vigilância e; 2) abrirmos nossos corações e mentes para que sejamos inundados pela graça santificadora do Espírito Santo.

Recomendamos que o leitor dedique tempo para ler as referências bíblicas de forma meditativa e que aprenda a orar misturando aquilo que a Bíblia diz com suas próprias palavras.

A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — CONTINUAÇÃO

II. A Posição Bíblica Explicada — Continuação

G. Deus nos criou para sermos seus representantes.

Na Criação os seres humanos receberam o domínio sobre a criação conforme —

Gênesis 1:28

E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.

Os seres humanos também receberam a missão de cultivar e guardar da criação —

Gênesis 2:15

Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.

A raça humana como um todo compartilha dessas habilidades concedidas por Deus e dessa responsabilidade. Em seu cerne, tudo isso significa que, Deus nos deus as habilidades para cuidarmos da terra e também para glorificá-lo. Quanto mais desenvolvemos as habilidades que Deus nos deu maior é a glória que Ele recebe. Essa é uma tarefa todo-inclusiva na qual o ser humano recebeu os ofícios de profeta, sacerdote e rei. Como profetas de Deus nós falamos acerca da verdade de Deus; como reis governamos sobre o mundo criado e como sacerdotes fazemos que toda a Criação glorifique a Deus.

Além das referências indicadas acima, leia com bastante atenção as referências abaixo:

Êxodo 19:5—6

5 Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha;

6 vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.

1 Pedro 2:5, 9

5  Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.

9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

H. Deus nos criou para glorificá-lo.

Esse é o propósito maior da Criação. Deus é digno de toda adoração, glória e honra que podem ser oferecidas a ele. É nosso privilégio viver, trabalhar e servir a Deus, de modo que toda a glória possa ser atribuída a ele. Isso acontece quando decidimos viver para Deus conforme foi apresentado nesse estudo número um — ver outros estudos nos links abaixo. Nada ira glorificar mais o Senhor do que um crente que vive uma vida cristã consistente, fazendo a vontade de Deus e manifestando o fruto do Espírito Santo em sua vida. Quando essa se torna a experiência verdadeira do crente, então todas as facetas da vida assumem seu verdadeiro significado e produzem a glorificação de Deus.

Isaías 43:7, 21

7 A todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória, e que formei, e fiz.

21 ao povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor.

João 11:4

Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado.

João 15:8

Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos.

Gálatas 1:24

E glorificavam a Deus a meu respeito.

1 Pedro 4:11, 14  

11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!

14 Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.

Conclusão: Sugestões de versículos para serem memorizados e aplicação

A. Memorize Isaías 43: 1, 7, 21.

B. Aplique as verdades desse estudo — ver outras partes por meio dos links abaixo — em sua vida diária por meio da repetição das verdades abaixo:

1. Deus escolheu me criar. Minha existência é a maior evidência do seu amor por mim.

2. Deus me criou com um propósito específico, então eu tomo a decisão que vou viver de modo a produzir glória para seu nome.

3. Deus me criou para me realizar espiritualmente. Eu tomo a decisão de entregar minha vida para Deus e viver por meio de decisões diárias baseadas na fé, no amor e na esperança e não nas circunstâncias ou nos meus sentimentos.

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE ENTENDENDO A NÓS MESMOS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 001 — SOMOS CRIADOS POR DEUS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 002 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COMO PESSOAS

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 003 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COM VONTADE E RESPONSABILIDADE MORAL

ENTENDENDO A NÓS MESMOS — ESTUDO 001 — A PERSPECTIVA DA CRIAÇÃO — PARTE 004 — SOMOS CRIADOS POR DEUS COMO SEUS REPRESENTANTES E PARA GLORIFICÁ-LO


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 002



Esse é um estudo onde iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

CONTINUAÇÃO

III. O Tema
Sem dúvida o tema do livro de provérbios é o que está declarado em Provérbios 1:7, que é:

O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.

IV. Natureza do Material Contido no Livro de Provérbios

1. O livro de Provérbios de Salomão é composto de ideias de sabedoria prática.

Dentro do tema maior — O temor do Senhor — nós vamos encontrar questões envolvendo a moral, o bom senso, o correto preceder e nosso relacionamento com Deus. Esses subtemas, por sua vez se dividem em: mocidade, disciplina, família, vida pessoal, autodomínio, como vencer as tentações, questões envolvendo negócios, o uso da língua, o conhecimento de Deus, casamento, a busca pela verdade, pobreza e riquezas, imoralidade sexual e etc.

a. A Sabedoria: Não tenha dúvida que Deus deseja que seu povo seja sábio. O livro de provérbios nos fala de dois tipos de pessoas — o sábio e o tolo — os quais representam caminhos diametralmente opostos de vida. O tolo é aquela pessoa perversa que, de maneira consistente, ignora Deus e o caminho de Deus. Já o sábio é aquele que procura conhecer e amar a Deus cada dia mais. E você, meu caro leitor, de que lado você está? O sábio tem a garantia de Deus que se ele se submeter aos ensinamentos da Palavra de Deus irá encontrar a verdadeira sabedoria e desfrutar dos benefícios da mesma, que são muito parecidos com o próprio fruto do Espírito —

Gálatas 5:22—23
22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

b. Relacionamentos: Vários tipos de relacionamentos são tratados no livro de provérbios, em particular os que tratam dos nossos parentes, amigos, companheiros de trabalho, e do próprio Deus. Nossos relacionamentos precisam ser guiados pelas claras orientações da Palavra de Deus. Caso contrário, nós iremos sofrer muito.

c. Serviço: Apesar de não termos o controle total sobre nosso serviço, Deus espera que façamos o mesmo com toda a dedicação, porque tudo o que fazemos devemos fazer como se estivéssemos fazendo para o próprio Senhor —

Colossenses 3:23
Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens.

Tal falta de dedicação é vista com grande rigor pelo Senhor conforme lemos em:

Jeremias 48:10 — Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!

2. Eles resumem verdades básicas ou lições úteis para a vida.

a. O Falar: Jesus nos ensinou o seguinte:
Lucas 6:45 — O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.

Com certeza o material contido no livro de Provérbios tem muito a ver com essa frase de Jesus. Nosso falar revela muito acerca de nós. É pelo falar que nosso nível de sabedoria e temor do Senhor podem ser medidos. Paulo nos exorta a falar sempre de modo agradável —

Colossenses 4:6
A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um.

Devemos, é claro, falar sempre a verdade e nosso sim deve ser sempre sim e o não, não. O que passar disso vem do próprio diabo! —

Mateus 5:37
Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno.

3. Nós podemos encontrar dois tipos básicos de provérbios nesse livro:

1. Provérbios em forma de conselhos diretos.

2. Provérbios em forma de declaração.

A expressão hebraica usada para se referir aos provérbios é: מִשְׁלֵיmisheley — provérbios ou parábolas.

IV. Esboço do Livro de Provérbios

A.Título, Alvo e Moto — Provérbios 1:1—7

B. O Convite do Pai Para Atender à Sabedoria — Provérbios 1:8 — 9:18

1. Primeiro Apelo Paternal: Não se junte com os gananciosos por ganhos injustos — Provérbios 1:8—19

2. O primeiro Apelo da Sabedoria — Provérbios 1:30—33

3. O Segundo Apelo Paternal: Adquire a Sabedoria — Provérbios 2:1—22

4. O Terceiro Apelo Paternal a Favor do SENHOR — Provérbios 3:1—12

5. Um Hino à Sabedoria — Provérbios 3:1—20

6. O Quarto Apelo Paternal: Ande Seguro com a Sabedoria — Provérbios 3:21—35

7. O Quinto Apelo Paternal: A sabedoria é uma Tradição Digna de ser Mantida e Preservada — Provérbios 4:1—9

8. O Sexto Apelo Paternal: Os Dois Caminhos — Provérbios 4:10—19

9. O Sétimo Apelo Paternal: Mantendo um Coração Sábio — Provérbios 4:20—27

10. O Oitavo Apelo Paternal: Acerca da Sexualidade — Provérbios 5:1—23

11. Advertências contra: Fiança, Preguiça e o Ato de Semear a Discórdia — Provérbios 6:1—19

12. O Nono Apelo Paternal: O Adultério leva à Ruína — 6:20—35

13. O Décimo Apelo Paternal: Mantenha Distância das Tentações do Adultério — Provérbios 7:1—27

14. O Segundo Apelo da Sabedoria — Provérbios 8:1—36

15. A Sabedoria e a Mulher Louca — Provérbios 9:1—18

C. Provérbios de Salomão — Provérbios 10:1 — 22:16

D. Trinta Ditados dos “Sábios” — Provérbios 22:17 — 24:22

E. A Compilação de Ezequias dos Provérbios de Salomão — Provérbios 25:1 — 29:27

F. Os Ditos de Agur — Provérbios 30:1—33

G. Palavras do Rei Lemuel — Provérbios 31:1—9

H. Um Alfabeto da Excelência da Mulher — Provérbios 31:10—31[1]
NOTA ACERCA DO ESBOÇO
Não é nossa intenção nesses estudos fazer uma análise de todo o livro de Provérbios, versículo por versículo. Apenas queremos destacar alguns versículos de cada divisão que acharmos serem os mais importantes. O autor assume a inteira responsabilidade pela seleção feita e pede desculpas se algum versículo que o leitor gostaria de ver contemplado em nossos comentários não receber a atenção desejada.

V. Data da Composição do Livro.
Aqui existem diversos fatores que precisamos levar em consideração:

1. Salomão compôs seus provérbios — a maior parte daquilo que chamamos de Livro dos Provérbios de Salomão — durante sua vida entre 991 a 931 a.C.

2. Ezequias, que ordenou uma compilação dos provérbios escritos por Salomão reinou sobre Judá entre 726 —697 a.C.

3. É praticamente impossível datar quando os provérbios dos “sábios” e dos reis Agur e Lemuel foram produzidos.

4. O professor de Antigo Testamento do Westminster Theological Seminary. Dr. Edward J. Young fez o mais profundo estudo acerca da data, provável, da compilação final do livro de Provérbios de Salomão e chegou à seguinte conclusão: o material como temos hoje, foi compilado e recebeu sua forma final no período posterior ao desterro para a Babilônia. Isso colocaria a produção final do mesmo entre o século que vai do ano 500 até o ano 400 a.C.

CONTINUA...

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos. 


[1] ESV Bible. Crossway Bibles, Wheaton, 2008.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – ESTUDO 033 - EFÉSIOS 4:31—32 — SEDE BENIGNOS UNS PARA COM OS OUTROS


Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS


Introdução.

A. A vida cristã é diferente, muito diferente, de tudo o que existe no mundo.
 B. É tão diferente que, quando a mensagem cristã chegou a Tessalônica — ver Atos 17 — a fama dos cristãos era de que pertenciam a um grupo que havia ἀναστάτοωanastátoo transtornado o mundo. Como foi que os cristãos tinham alcançado tamanha fama? 
1. Foi pela força, impondo mudanças mediante a coerção de poderosos exércitos? Não! Ver —
Zacarias 4:6
Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.
2. Foi através de uma bem montada máquina de manipulação através de esquemas mirabolantes, como eram tão comuns nas religiões de mistérios daqueles dias? Não. Ver —
1 Coríntios 2:1—5
1 Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria.
2 Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.
3 E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós.
4 A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder,
5 para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.
C. A maneira como os cristãos transtornaram o mundo foi pelo poder da Palavra de Deus, na força do Espírito Santo e na prática do amor para com todas as pessoas.
D. Este conjunto de mandamentos de reciprocidade que estamos estudando nesta série são, em sua essência, responsáveis pela “fama” alcançada pelos cristãos.   
1. O amor manifestado em obediência aos mandamentos de reciprocidade que enfatizam nossas relações interpessoais: Aceitar, Saudar, Ter o mesmo cuidado, Submeter, Suportar, Confessar Nossos Pecados e Perdoar.
   2. O amor evidenciado em obediência aos mandamentos de reciprocidade negativos, que são aqueles que nos ensinam como não devemos tratar uns aos outros: Não Julgar, Não Falar Mal, Não Queixar, Não Morder e Devorar, Não Provocar, Não Invejar e Não Mentir.
3. O amor expressado em obediência aos mandamentos que tratam da nossa responsabilidade em Edificar uns aos outros: Edificar, Instruir, Consolar ou Exortar, Admoestar ou Aconselhar, Falar, Entoar e Louvar.
 4. O amor demonstrado em obediência aos mandamentos de reciprocidade que enfatizam a necessidade que temos de servir uns aos outros: Servir, Levar as Cargas e Ser Hospitaleiros.
 5. Todos estes mandamentos são muito revolucionários. Quando obedecidos, eles incomodam o mundo, a ponto dele reagir dizendo que estamos “transtornando o mesmo”. Prestemos, pois, bastante atenção aos mesmos e nos empenhemos em obedecê-los.
 6. Nesta última divisão, todavia, nós temos ainda mais dois mandamentos de reciprocidade a considerar. O primeiro, que iremos ver hoje, nos ensina que nós precisamos ser... 

Benignos Uns para com os Outros

Introdução

A. A história de Dorcas, registrada em Atos 9:36—42 ilustra, de forma perfeita, o assunto que queremos tratar hoje.
Havia em Jope uma discípula por nome Tabita, nome este que, traduzido, quer dizer Dorcas; era ela notável pelas boas obras e esmolas que fazia. Ora, aconteceu, naqueles dias, que ela adoeceu e veio a morrer; e, depois de a lavarem, puseram-na no cenáculo. Como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, enviaram-lhe dois homens que lhe pedissem: Não demores em vir ter conosco. Pedro atendeu e foi com eles. Tendo chegado, conduziram-no para o cenáculo; e todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que Dorcas fizera enquanto estava com elas. Mas Pedro, tendo feito sair a todos, pondo-se de joelhos, orou; e, voltando-se para o corpo, disse: Tabita, levanta-te! Ela abriu os olhos e, vendo a Pedro, sentou-se. Ele, dando-lhe a mão, levantou-a; e, chamando os santos, especialmente as viúvas, apresentou-a viva. Isto se tornou conhecido por toda Jope, e muitos creram no Senhor.
B. A história de Dorcas não precisa de muita explicação. Pelo que podemos ler, ela era uma mulher que levava à sério os mandamentos de reciprocidade e estava sempre disposta a ajudar, tinha sempre uma palavra de encorajamento ou louvor para as outras pessoas. Em resumo, ela era como alguém que não media esforços ou custo, quando o assunto era ajudar outros cristãos.

I. O Mandamento.
 Efésios 4:31—32
Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.

II. Definição dos Termos:
1. χρηστός chrestósDescreve alguém que serve, próprio para uso ou útil.
A raiz da palavra benignidade ou ser benigno esta sustentada pela idéia de ser útil. Ser benigno é o mesmo que expressar amor e benevolência a outros companheiros da caminhada cristã em gestos de generosidade, socorro e consideração, mesmo em meio a situações difíceis e sem esperar nada de volta.

II. Não Exemplo Bíblico
1 Coríntios 11:20—22
Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis. Porque, ao comerdes, cada um toma, antecipadamente, a sua própria ceia; e há quem tenha fome, ao passo que há também quem se embriague. Não tendes, porventura, casas onde comer e beber? Ou menosprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto, certamente, não vos louvo.

III. Benignidade é Algo Que Flui de Deus Mesmo.
A. Deus é nosso próprio Exemplo de benignidade
B. É a benignidade de Deus que nos conduz ao arrependimento —
Romanos 2:4
Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?
C. Deus fez tudo o que era necessário para nos reconciliar consigo mesmo. Por fim, Ele deu Seu próprio Filho para nos redimir, em um tempo em que nós éramos, ainda, rebeldes e inimigos —
Romanos 5:6—8
6 Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.
7 Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer.
8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
D. O apóstolo Pedro nos diz:
1 Pedro 2:1
Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação, se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso.
E. E o Salmista diz:
Salmos 145:8—9
Benigno e misericordioso é o SENHOR, tardio em irar-se e de grande clemência. O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras.

IV. Implicações Contidas Neste Mandamento
A. Como temos sido objetos da benignidade de Deus é apenas natural, que sejamos benignos uns para com os outros.
 B. A benignidade é um aspecto do fruto do Espírito – ver Gálatas 5:22. Somente o Espírito Santo pode produzir em nós uma qualidade como esta.
C. Nós precisamos nos deixar encher pelo Espírito Santo de Deus se queremos cumprir este mandamento.
 D. O grau de benignidade que demonstramos para com nossos irmãos e irmãs revela o grau em que estamos “andando no Espírito” —
Gálatas 5:22—25
22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.
24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.
25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.   
E. Uma das qualidades do amor, como apresentadas em 1 Coríntios 13, é que o verdadeiro amor é benigno. Isto é o mesmo que dizer: o amor não é um conceito abstrato, e sim um ato de bondade, um ato de generosidade, um ato visando beneficiar alguém em necessidade. Ser benigno é se dispor a ser útil a alguém.
Conclusão:

A. Aprendemos a ser benignos com Deus. Ele é nosso exemplo.

B. Como vimos, Deus manifestou Sua benignidade a nosso favor, mesmo quando éramos seus inimigos. E Deus continua, até nos dias de hoje, a agir desta maneira e ele espera o mesmo de nós:

Mateus 5:45—46

Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos.

Lucas 6:35—36

Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai.

C. Uma pergunta para os casais: Vocês têm demonstrado a benignidade bíblica um para com o outro? Ou seja, vocês tem se perguntado “o que eu posso fazer para ser útil e beneficiar meu cônjuge... logo depois de ter sido irritado ou magoado pelo mesmo?

D. E vocês pais? Vocês têm sido benignos para com vossos filhos? E vocês, filhos, tem tido a preocupação de se perguntarem “o que eu posso fazer que possa ser útil ou benéfico à minha mãe ou pai?

E. Quando agimos com benignidade de uns para com os outros, o vínculo do amor comum é fortalecido. Cada um que é tratado com benignidade se sente fortalecido para fazer o mesmo com outros membros do corpo de Cristo.

F. Atos de benignidade de uns para com os outros são um poderoso testemunho para um mundo marcado pelo:

1. Egoísmo, que é o amor excessivo ao bem próprio, sem consideração aos interesses alheios.

2. Egolatria que é o culto de alguém a si mesmo.

3. Egocentrismo que descreve a atitude que refere tudo ao próprio eu, tomado como centro de todo o interesse.

G. Que o Deus que nos trata com benignidade abra nossos olhos e corações para sermos verdadeiramente benignos uns para com os outros.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.