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sexta-feira, 29 de abril de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 10 - AS ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

Introdução

A. Nessa série de estudos nós temos sido lembrados de que Deus é digno de toda a glória que nós podemos dar a Ele.

B. Nós aprendemos que Deus nos criou e nos redimiu para que pudéssemos viver para Ele e para que trouxéssemos glória ao Seu nome.

C. Vimos que é necessário fazer o que é certo — praticar a verdade: praticar a verdade em amor, fé e esperança e fazer tudo isto para a glória de Deus.

D. Neste último estudo vamos considerar algumas advertências bíblicas que estão relacionadas com a Glória de Deus.

I. O Princípio por trás das advertências: Deus é digno de toda a glória e toda a glória pertence somente a Deus.


A. Nós somos exortados a glorificar a Deus

1 Crônicas 16:23—29

Cantai ao SENHOR, todas as terras; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas, porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais do que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus. Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário. Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade.

Comentário:

1. Esses versículos explicam porque Deus deve ser glorificado. Deus deve ser glorificado por causa da Sua grandeza e das obras magníficas que Ele tem feito.

2. Quando consideramos a excelência moral de Deus, Sua perfeição infinita, a grandiosidade de Suas obras, o amor que Ele manifesta de forma prática e a extensão da Sua provisão a nosso favor devemos ser conduzidos a tributar honra, louvor, glória e majestade a Sua pessoa.

3. Nós precisamos dar ouvidos a esta exortação divina e nos dedicar à tarefa de glorificar a Deus. Ele é digno.


B. Nós somos lembrados de que toda a Glória pertence somente a Deus

Isaías 42:8.

Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura.

Comentário:

1. Esse versículo nos ensina que Deus é digno de ser louvado e glorificado por causa daquilo que Ele é. Este é o significado da expressão “meu nome”. O nome de Deus, nas Escrituras, resume Seus atributos, Sua provisão amorosa, Suas promessas graciosas, Sua obra criativa bem como Sua soberana intervenção a favor do Seu povo.

2. Deus não irá permitir que a glória devida ao Seu nome seja dada a outrem. Todas as vezes que alguém dá glória a algum ídolo, essa pessoa entra em uma relação de juízo com o Deus verdadeiro.

3. Esse princípio serve como uma severa advertência a todos nós. O que é certo para nós — a verdade — é que devemos glorificar somente a Deus. Quando não fazemos isto nós estamos agradando a nós mesmos.


II. Ilustração bíblicas de falhas em se glorificar a Deus.


A. Israel falhou em adorar a Deus voltando-se para os Ídolos

Jeremias 2:11—13

Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito. Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o SENHOR. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.

Comentário:

1. Deus Se descreve a Si mesmo, nestes versículos, como a Glória de Israel. Ao escolher e abençoar o povo de Israel Deus havia feito com que eles se tornassem no que eram como nação.

2. Quando Israel se voltou para os ídolos abandonou a fonte de toda a vida e luz por aquilo que era caracterizado por morte e trevas.

3. Por causa da nossa natureza pecaminosa nós somos poderosamente atraídos àquilo que para nada nos aproveita. Nós somos grandemente atraídos por aquelas coisas que podem nos trazer gratificação instantânea.


B. Israel falhou em glorificar a Deus por negligência

Jeremias 13:11

Porque, como o cinto se apega aos lombos do homem, assim eu fiz apegar-se a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá, diz o SENHOR, para me serem por povo, e nome, e louvor, e glória; mas não deram ouvidos.

Comentário:

1. Esse verso é bastante claro. Deus desejava abençoar Seu povo de tal maneira que Sua glória fosse manifestada através deles. A eles foi concedido o grande privilégio de cooperarem com Deus na consecução do Seu plano perfeito. 

2. A atitude teimosa deles fez com que perdessem o melhor daquilo que Deus tinha em mente para eles. Em vez de viverem na terra prometida gozando as bênçãos de SENHOR, eles foram deportados para a Babilônia onde viveram como escravos.

3. Essa trágica ilustração nos é apresentada como uma advertência —

Jeremias 4:22

Deveras, o meu povo está louco, já não me conhece; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem.

Nós não podemos negligenciar nosso andar com Deus, duvidar de Suas promessas e fracassar em obedecer a Seus mandamentos. Quando fazemos estas coisas nós perdemos a bênção de Deus e não conseguimos glorificar Seu nome.

C. Os Sacerdotes de Israel não viveram para a glória de Deus

Malaquias 2:1—2

Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento. Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração.

Comentário:

1. Esta terrível advertência e avaliação foi dada para aqueles de quem se esperava soubessem viver para glória de Deus.

2. No capítulo 1 do livro de Malaquias os motivos do fracasso dos sacerdotes são declarados de forma em clara.

Eles haviam desprezado o nome de Deus pela falta de reverência e de obediência a Deus — verso 6.

Eles ofereciam sacrifícios defeituosos a Deus — versos 7—8.

Eles consideravam o trabalho para Deus como canseira — verso 13.

Eles permitiam que o povo transgredisse sem confrontá-lo — verso 14.

3. Essas evidências de como não de deve viver para Deus, nos vem como uma advertência. O que será que Deus diria de nós?


D. Os crentes em Corinto falharam em glorificar a Deus

1 Coríntios 1:26—31

Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.


Comentário:

1. Os crentes em Corinto só estavam preocupados com eles mesmos. Eles haviam se dividido em várias “panelas” e cada uma queria mostrar que era mais espiritual que o outro.

2. Aqueles crentes em Corinto, como muitos de nós, haviam se esquecido de que Deus lhes havia dado tudo que eles tinham —

1 Coríntios 4:7

Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?

3. Enquanto aqueles crentes estavam olhando somente para eles mesmos, seus dons, seu testemunho, seu serviço, suas conquistas, Deus não estava sendo glorificado.

4. Esta atitude de espiritualidade autocentrada está em completa contradição com o plano e propósito de Deus. Deus deve ser glorificado e não o homem. Deus tem determinado que ninguém seja exaltado em Sua presença.

5. Nesses versículos nós temos o motivo principal que explica o porquê de tantos problemas na igreja de Corinto.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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sábado, 3 de outubro de 2015

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 008 - A RELAÇÃO ENTRE LOUVOR E A GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

Introdução 

A. Não existe nada mais importante do que conhecer e fazer a vontade de Deus. 

B. Nós temos considerado a verdade que quanto mais nós colocamos a vontade de Deus em prática mais nós produzimos a glória de Deus!

C. Ao estudarmos este grandioso tema nós nos encontramos sempre perguntando: como posso glorificar mais a Deus? Essa pergunta foi respondida, em certo medida, nos estudos anteriores, mas agora nós queremos tratar de uma questão da maior importância que é: como oferecer louvor a Deus, de forma constante, em nossas vidas.


I. O Princípio Bíblico 

Salmos 50:23

O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. 

Comentário: Louvor é o ato de glorificar a Deus por várias razões: 

1. É o reconhecimento correto do valor que Deus tem e de Sua graça misericordiosa ao nos conceder Suas bênçãos. 

2. É termos nossa atenção centrada na grandeza e bondade de Deus. 

3. É darmos a Deus a honra que Ele merece. 

4. É expressar abertamente nossa gratidão, apreciação e aplauso espiritual a Deus por sua grandeza e bondade. 

5. É a afirmação da verdade, uma avaliação correta da obra de Deus. 


Nossa falha em louvar a Deus não é somente nosso silêncio — é, de fato, uma proclamação barulhenta que indica claramente o que somos. 

1. Nossa falta de louvor é um testemunho da nossa falta de discernimento — pois podemos observar a obra misericordiosa e graciosa de Deus e não nos emocionarmos! 

2. Nossa falta de louvor é um testemunho da nossa falta de apreciação — pois podemos observar a obra misericordiosa e graciosa de Deus e não nos sentirmos agradecidos!

II. A Ilustração Bíblica.

A. A Reação do Povo à Dedicação do Templo

2 Crônicas 7:1—3

Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do SENHOR encheu a casa. Os sacerdotes não podiam entrar na Casa do SENHOR, porque a glória do SENHOR tinha enchido a Casa do SENHOR. Todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo e a glória do SENHOR sobre a casa, se encurvaram com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram, e louvaram o SENHOR, porque é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.

Comentário: As pessoas estavam, certamente, tomadas de grande assombro por essa demonstração do poder e da presença de Deus — mas certamente havia algo muito maior que isto. O Templo e aquilo que ele representava ocupavam um lugar central no pensamento dos Israelitas. Quando o sinal da bênção de Deus repousou sobre “a Casa do SENHOR” as pessoas perceberam esta presença como um testemunho espiritual. 

1. Os Israelitas reconheceram e louvaram a Deus por sua bondade e misericórdia ao suprir um sistema sacrificial que formava o alicerce da aceitação deles por Deus —

Êxodo 25:8, 22

8 E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles.

22 Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.

2. Os Israelitas viam tudo isto como o cumprimento das promessas que Deus havia feito a eles anteriormente —

Êxodo 29:44—46

44 E consagrarei a tenda da congregação e o altar; também santificarei Arão e seus filhos, para que me oficiem como sacerdotes.

45 E habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus.

46 E saberão que eu sou o SENHOR, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, para habitar no meio deles; eu sou o SENHOR, seu Deus.


Levítico 9:6, 23—24

6 Disse Moisés: Esta coisa que o SENHOR ordenou fareis; e a glória do SENHOR vos aparecerá.

23 Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; e, saindo, abençoaram o povo; e a glória do SENHOR apareceu a todo o povo.

24 E eis que, saindo fogo de diante do SENHOR, consumiu o holocausto e a gordura sobre o altar; o que vendo o povo, jubilou e prostrou-se sobre o rosto.

3. Os Israelitas percebiam que a bênção de Deus sobre o Templo de Salomão era uma indicação poderosa da aceitação, por Deus, do Templo e do reinado de Salomão —

2 Crônicas 7:11— 22

11 Assim, Salomão acabou a Casa do SENHOR e a casa do rei; tudo quanto Salomão intentou fazer na Casa do SENHOR e na sua casa, prosperamente o efetuou.

12 De noite, apareceu o SENHOR a Salomão e lhe disse: Ouvi a tua oração e escolhi para mim este lugar para casa do sacrifício.

13 Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo;

14 se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.

15 Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar.

16 Porque escolhi e santifiquei esta casa, para que nela esteja o meu nome perpetuamente; nela, estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.

17 Quanto a ti, se andares diante de mim, como andou Davi, teu pai, e fizeres segundo tudo o que te ordenei, e guardares os meus estatutos e os meus juízos,

18 também confirmarei o trono do teu reino, segundo a aliança que fiz com Davi, teu pai, dizendo: Não te faltará sucessor que domine em Israel.

19 Porém, se vós vos desviardes, e deixardes os meus estatutos e os meus mandamentos, que vos prescrevi, e fordes, e servirdes a outros deuses, e os adorardes,

20 então, vos arrancarei da minha terra que vos dei, e esta casa, que santifiquei ao meu nome, lançarei longe da minha presença, e a tornarei em provérbio e motejo entre todos os povos. 

21 Desta casa, agora tão exaltada, todo aquele que por ela passar pasmará e dirá: Por que procedeu o SENHOR assim para com esta terra e esta casa?

22 Responder-se-lhe-á: Porque deixaram o SENHOR, o Deus de seus pais, que os tirou da terra do Egito, e se apegaram a outros deuses, e os adoraram, e os serviram. Por isso, trouxe sobre eles todo este mal.

4. Os Israelitas interpretaram, corretamente, tudo isto como sendo uma reafirmação de que eles eram o povo de Deus e que Deus os havia aceitado e aprovado em sua tentativa de honrá-lo — ver

Êxodo 19:5—6

5 Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha;

6 vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.

2 Crônicas 7:14

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.

Note como os 5 itens alistados no item I podem ser claramente vistos neste contexto.

B. A reação de Josafá à ameaça de guerra e à promessa de Deus

2 Crônicas 20:1—22

Depois disto, os filhos de Moabe e os filhos de Amom, com alguns dos meunitas, vieram à peleja contra Josafá. Então, vieram alguns que avisaram a Josafá, dizendo: Grande multidão vem contra ti dalém do mar e da Síria; eis que já estão em Hazazom-Tamar, que é En-Gedi.  Então, Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá.  Judá se congregou para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá veio gente para buscar ao SENHOR. Pôs-se Josafá em pé, na congregação de Judá e de Jerusalém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo, e disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Não és tu que dominas sobre todos os reinos dos povos? Na tua mão, está a força e o poder, e não há quem te possa resistir. Porventura, ó nosso Deus, não lançaste fora os moradores desta terra de diante do teu povo de Israel e não a deste para sempre à posteridade de Abraão, teu amigo? Habitaram nela e nela edificaram um santuário ao teu nome, dizendo: Se algum mal nos sobrevier, espada por castigo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta casa e diante de ti, pois o teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e livrarás. Agora, pois, eis que os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir, cujas terras não permitiste a Israel invadir, quando vinham da terra do Egito, mas deles se desviaram e não os destruíram, eis que nos dão o pago, vindo para lançar-nos fora da tua possessão, que nos deste em herança. Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti. Todo o Judá estava em pé diante do SENHOR, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos. Então, veio o Espírito do SENHOR no meio da congregação, sobre Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaia, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita, dos filhos de Asafe, e disse: Dai ouvidos, todo o Judá e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá, ao que vos diz o SENHOR. Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus. Amanhã, descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz; encontrá-los-eis no fim do vale, defronte do deserto de Jeruel. Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará, ó Judá e Jerusalém. Não temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco. Então, Josafá se prostrou com o rosto em terra; e todo o Judá e os moradores de Jerusalém também se prostraram perante o SENHOR e o adoraram.  Dispuseram-se os levitas, dos filhos dos coatitas e dos coreítas, para louvarem o SENHOR, Deus de Israel, em voz alta, sobremaneira. Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis.

Comentário: A reação de Josafá e dos Israelitas constituiu-se em um grande testemunho:

1. Era a afirmação da fé deles em Deus. Isso era a prova de que eles acreditavam em Deus totalmente e aceitavam suas promessas de maneira completa.

2. Era o reconhecimento deles da grandeza de Deus. Todas as ações deles estavam baseadas em quão grande e bom Deus é.

3. Era a declaração deles de que eram o povo de Deus e que Deus mesmo vindicaria Suas promessas feitas aos Israelitas.

Estes grandes eventos no Antigo Testamento são um testemunho para nós da grandeza de Deus, Sua bondade e Sua fidelidade. São também um testemunho de como nós devemos reagir, orar, viver e honrar a Deus.
OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
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Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

EFÉSIOS - SERMÃO 013 – A CONDIÇÃO HUMANA SEM DEUS - EFÉSIOS 2:1—3



Esse esboço de sermão é parte da série "Exposição da Epístola aos Efésios" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa exposição, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para outros estudos dessa série.

EXPOSIÇÃO DA EPÍSTOLA DE PAULO AOS EFÉSIOS


Introdução.

A. Na última divisão que estudamos — Efésios 1:15—23 – nós vimos o apóstolo Paulo orando e pedindo para que seus leitores tivessem seus olhos iluminados pelo Espírito Santo para que pudessem perceber:

1. As implicações da esperança do chamamento de Deus que representa o início da nossa vida cristã.

2. A riqueza da glória da nossa herança que nos aguarda na presença de Deus e que representa o fim da nossa carreira cristã.

3. A suprema grandeza do poder de Deus que está disponível para todos nós hoje.

B. E Paulo nos disse que o poder de Deus:

1. Ressuscitou Jesus dentre os mortos para um tipo de vida em que Ele não pode mais morrer e nisso, Jesus se torna nosso precursor ou irmão primogênito.

2. Fez Jesus se assentar à destra de Deus acima de todas as coisas.

C. Jesus possui um nome que está acima de todo nome.

D. Deus deu Cristo à Igreja e deu a Igreja à Cristo para que o Senhor Jesus possa preenche-la com seus maravilhosos dons e para que a igreja seja aquele local, todo especial, onde a plenitude de Jesus sobre todas as coisas pode ser melhor apreciada.

E. No texto de hoje, Paulo inicia dizendo: “Ele vos deu vida”. Mas na sequência Paulo vai descrever, o que é nosso assunto principal nessa mensagem, e que é:

·   
A CONDIÇÃO HUMANA SEM DEUS

I. A Verdadeira Condição Humana ou Aquilo que Somos por Natureza.

A. Já fizemos referência, muitas vezes, ao fato de que a Bíblia fala muito francamente acerca da condição humana sem Deus. Nesses versículos não é diferente. O que temos aqui é uma descrição devastadora e que diz respeito a todos os seres humanos sem exceção.

B. O que temos diante de nós é uma descrição dos seres humanos caídos e das sociedades humanas caídas em todos os lugares. Essa é a condição universal dos seres humanos sem Deus

C. Para indicar este estado de absoluta depravação Paulo alista três verdades:

1. Nós Estávamos Mortos.

a. A morte a que Paulo se refere não é uma metáfora. É sim a descrição exata do estado em que se encontram todas as pessoas que não estão “em Cristo”.

b. Mas como podemos dizer que estão mortos os atletas tão cheios de vigor, ou o professor universitário tão inteligente ou mesmo o artista que possui uma personalidade tão deslumbrante?

c. Isso acontece porque a morte a que Paulo está se referindo não mantém relação nem com o vigor físico, nem com a inteligência nem com a personalidade de pessoas. Ela tem a ver com a condição espiritual das pessoas diante de Deus. Nessa condição, os seres humanos:

i. Andam na vaidade dos seus próprios pensamentos.

ii. Têm obscurecido o entendimento.

iii. São alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem pela dureza dos seus corações.

iv. Tornaram-se insensíveis.

v. Entregaram-se à dissolução para com avidez cometerem toda sorte de impurezas —

Efésios 4:17—18

17 Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos,

18 obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração.

d. Nesta condição, apesar de estarem vivos estão realmente mortos —

1 Timóteo 5:6

Entretanto, a que se entrega aos prazeres, mesmo viva, está morta.

e. Este estado de verdadeira morte é atribuído a duas coisas: delitos e pecados.

f. Essas duas palavras foram cuidadosamente escolhidas pelo apóstolo Paulo porque nos fornecem uma descrição abrangente do mal que percebemos nas nossas sociedades.

g. Vamos analisar estas duas palavras de maneira mais aprofundada:

i. Em primeiro lugar Paulo usa a expressão παραπτώμα paraptóma — traduzida por delito e que quer dizer, literalmente, “um passo em falso”. Como tal esta expressão descreve:

O ultrapassar um limite estabelecido como uma linha imaginária.

Desviar-se do caminho certo.

ii. Em segundo lugar Paulo usa a expressão ἁμαρτία amartía — traduzida por pecado e que, literalmente, quer dizer:

Errar o alvo.

Não alcançar determinado padrão estabelecido.

h. Estas duas palavras juntas cobrem todos os tipos de transgressões que podemos imaginar. Elas fazem referência tanto aos nossos pecados ativos quanto passivos; aos nossos pecados de comissão e de omissão.

i. Diante de Deus nós somos tanto pessoas fracassadas quanto rebeldes. O resultado direto desta condição é que nós estamos mortos ou “alheios à vida de Deus” —

Efésios 4:18

Obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração.

J. Quando nós, que somos reformados, falamos acerca da “depravação total” dos seres humanos não estamos nos referindo a orgias e bebedeiras sem fim ou práticas pecaminosas perversas de qualquer natureza. Estamos nos referido ao pecado, seja ele de comissão ou de omissão. E isto porque não existe nada pior que um ser humano possa fazer contra Deus, o próximo, a natureza e contra si mesmo do que pecar!

2. Nós Éramos Escravos.

a. Neste texto Paulo nos diz que apesar de uma aparente liberdade, os seres humanos são realmente escravos do mundo, do diabo e da carne.

i. Do mundo — Paulo usa a expressão “curso deste mundo”. Essa expressão descreve um rio caudaloso que vai arrastando as pessoas, apesar de as pessoas terem bastante “liberdade”, elas estão sendo arrastadas. No sentido ético o termo descreve a humanidade alienada da vida de Deus, pecaminosa, sob o severo juízo de Deus e precisando de salvação.

ii. Do diabo — Aqui chamado de príncipe da potestade do ar e do espírito que agora atua nos filhos da desobediência. A Bíblia diz que o diabo é o “pai da mentira” – ver João 8:44. Seu controle se manifesta sobre os centros políticos e financeiros e sobre os centros culturais. Praticamente tudo que produzido, culturalmente falando, todas as decisões políticas e financeiras deste mundo estão envoltas, na maioria das vezes, em grossas mentiras e outras vezes em mentiras sutis, mas é tudo sempre mentira.

iii. Da carne — Paulo diz: segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos. Nossa condição de seres humanos caídos e possuidores de uma natureza pecaminosa representa, realmente, uma enorme escravidão.

b. Somos chamados de “filhos da desobediência” porque nos rebelamos contra Deus. Nossa rebeldia contra Deus é consciente e voluntária. Porque nos rebelamos contra Deus somos presas fáceis do diabo e suas hostes.

c. A conseqüência disto tudo e...

3. Nós Estávamos Condenados.

a. Não estávamos somente mortos e escravizados, mas estávamos também sob a terrível condenação de Deus. Literalmente Paulo diz que éramos “filhos da ira”.

b. A ira acerca da qual Paulo se refere é a santa ira de Deus que se manifesta contra toda impiedade e perversão —

Romanos 1:18—32

18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;

19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.

20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;

21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.

22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos

23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.

24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;

25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!

26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;

27 semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.

28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,

29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,

30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,

31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.

32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.

c. Sim, existe um Deus pessoal que manifesta tanto Sua ira quanto sua graça. Certos ramos do ateísmo bem como as religiões orientais, principalmente aqueles originárias da Índia, negam a existência de um Deus pessoal. Preferem pensar na existência de uma força impessoal e desinteressada no que se passa entre os seres humanos. Para os adeptos do hinduísmo e do budismo os seres humanos estão presos em um ciclo cármico — A expressão carma tem sua origem na expressão “karman” do idioma sânscrito e nas filosofias da Índia, e representa o conjunto das ações dos homens e suas consequências.  Liga-se o carma às diversas teorias de transmigração das almas, e por meio dele se definem as noções de destino, do desejo como força geradora do destino, e do encadeamento necessário, por força desses dois fatores, entre os diversos momentos da vida dos homens.

d. Mas o Deus da Bíblia é um Deus pessoal e que está muito interessado com a sorte das suas criaturas. É um Deus que se sente pessoalmente ofendido pelos pecados cometidos pelos seres humanos, porque ele é um Deus santo!

i. Nossos pecados são terríveis porque ofendem o Deus Eterno. Como tal ofendem a Deus também eternamente. Sua Santa ira é plenamente justificada.

ii. Deus derramou Sua ira sobre o Senhor Jesus na cruz do Calvário. Quando o ser humano recusa aceitar o que Deus fez através de Jesus a nosso favor, nada mais resta ao pecador, senão encarar a “ira de Deus” —

João 3:16 e 36

16 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

36 Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.

Conclusão:

A. Já no Antigo Testamento o Senhor havia nos revelado através do profeta Isaías, o fato de que:

Isaías 59:2

Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

E mais:

Isaías 64:6

Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam.

B. Essa é a tragédia mais básica ou fundamental do ser humano: Pessoas que foram criadas por Deus e para Deus, vivem agora suas vidas sem Deus.

C. O apóstolo João deixa bem clara a opção feita pela humanidade:

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

D. Fora de Cristo o ser humano está morto em seus delitos e pecados, escravizado pelo mundo, pelo diabo e pela sua própria natureza caída e, completamente, condenado sob a ira de Deus.

E. Deus em sua misericórdia nos tem confiado a mensagem das boas novas que oferece, gratuitamente: vida para aqueles que estão mortos, libertação para aqueles que estão escravizados e perdão para aqueles que estão condenados no corredor da morte. ­

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE NA EPÍSTOLA AOS EFÉSIOS

ALGUNS ASPECTOS DAS INSONDÁVEIS RIQUEZAS DE CRISTO COMO APRESENTADAS EM EFÉSIOS

EFÉSIOS 1:1—2 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO À EPÍSTOLA AOS EFÉSIOS

EFÉSIOS 1:3—14 — SERMÃO 002 — TODA SORTE DE BÊNÇÃO ESPIRITUAL

EFÉSIOS 1:4—6 — SERMÃO 003 —A BÊNÇÃO DA NOSSA ELEIÇÃO POR DEUS

EFÉSIOS 1:7—8 — SERMÃO 004 —A BÊNÇÃO DA NOSSA REDENÇÃO

EFÉSIOS 1:9—10 — SERMÃO 005 —A BÊNÇÃO DA UNIFICAÇÃO DE TODAS AS COISAS EM CRISTO

EFÉSIOS 1:11—14 — SERMÃO 006 — A BÊNÇÃO DE DEUS EM PERSPECTIVA

EFÉSIOS 1:15—16— SERMÃO OO7 — A IMPORTÂNCIA DA FÉ E DO AMOR

EFÉSIOS 1:16—17 — SERMÃO OO8 — A IMPORTÂNCIA DO ESPÍRITO SANTO EM NOSSAS VIDAS

EFÉSIOS 1:18—21 — SERMÃO OO9 — A ESPERANÇA DO SEU CHAMAMENTO EM NOSSAS VIDAS

EFÉSIOS 1:18—21 — SERMÃO O10 — A RIQUEZA DA GLÓRIA DA SUA HERANÇA NOS SANTOS

EFÉSIOS 1:18—21 — SERMÃO O11 — A SUPREMA RIQUEZA DO SEU PODER

EFÉSIOS 1:22—23 — SERMÃO O12 — A IGREJA E CRISTO COMO PLENITUDE

EFÉSIOS 2:1—3 — SERMÃO O13 — A CONDIÇÃO DO SER HUMANO SEM DEUS

EFÉSIOS 2:4—10 — SERMÃO 014 — A CONDIÇÃO HUMANA  PELA GRAÇA DE DEUS

O QUE DEUS FEZ POR NÓS — SALVAÇÃO

PARA O QUE DEUS NOS SALVOU?

EFÉSIOS 2:11—12 — SERMÃO 015 — NOSSA PRECÁRIA CONDIÇÃO ANTES DE CRISTO VIR AO MUNDO

A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO E O VERDADEIRO BATISMO

EFÉSIOS 2:13—18 — SERMÃO 016 — NOSSA NOVA CONDIÇÃO “EM CRISTO”

EFÉSIOS 2:19—22 — SERMÃO 017 — A IGREJA COMO CIDADÃOS, FAMÍLIA E TEMPLO

EFÉSIOS 3:1—7 — SERMÃO 018 — A REVELAÇÃO DO MISTÉRIO DE DEUS

EFÉSIOS 3:8—13 — SERMÃO 019 — PAULO COMO INSTRUMENTO DE DEUS

EFÉSIOS 3:1—13 — SERMÃO 020 — A RELEVÂNCIA DA IGREJA

EFÉSIOS 3:14—21 — SERMÃO 021 — A PATERNIDADE DE DEUS AO QUAL ORAMOS

EFÉSIOS 3:14—21 — SERMÃO 022 — A ORAÇÃO DE PAULO A FAVOR DOS EFÉSIOS

EFÉSIOS 3:14—21 — SERMÃO 023 — A GLÓRIA DEVIDA A DEUS

EFÉSIOS 4:1—3 — SERMÃO 024 — A UNIDADE DA IGREJA

EFÉSIOS 4:4—6 — SERMÃO 025 — A IGREJA É UNA PORQUE DEUS É UM

EFÉSIOS 4:7—10 — SERMÃO 026 — UNIDADE EM MEIO A DIVERSIDADE



EFÉSIOS 4:11 — SERMÃO 027 — OS DONS DE EDIFICAÇÃO DA IGREJA
Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.