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quinta-feira, 14 de julho de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDO 042 — JOSÉ, NO TEMPO CERTO FOI LIBERTADO DA PRISÃO PELO PRÓPRIO DEUS



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

042. José, no Tempo Certo Foi Libertado da Prisão

José foi rejeitado por seus irmãos e tratado de forma injusta e cruel por eles e também pelos egípcios. Mesmo sem ter cometido nenhum crime José foi lançado para dentro do cárcere. Mas o PLANO DE DEUS não era que José terminasse seus dias naquele lugar. Aquela situação de humilhação e vergonha seria mudada para uma situação de grande dignidade e glória. Um trono viria ocupar o lugar do calabouço. E agora que o tempo de Deus era chegado, não havia nada que fosse capaz de impedir os propósitos de Deus.

A mesma situação é verdadeira no que diz respeito ao nosso Senhor Jesus Cristo. O povo e os líderes de Israel podiam desprezá-lo e rejeitá-lo. Mãos de homens iníquos poderiam fazê-lo sofrer torturas indescritíveis, culminando com Sua crucificação. As forças do mal e os poderes das trevas podiam guerrear contra Jesus. Seu corpo sem vida e sua voz, definitivamente calada, poderiam ser retiradas da cruz e colocadas em um túmulo. O sepulcro poderia ser guardado por uma escolta de soldados romanos — quatro soldados — e ser selado com o selo do próprio governador Pôncio Pilatos, mas

Atos 2:24

Deus O ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.
Isso mesmo, Deus o ressuscitou no terceiro dia. Ele ressuscitou triunfando sobre a morte, deixando os lençóis mortuários para trás, completamente vazios. Não podemos deixar passar despercebido que tudo isso foi tipificado, de forma maravilhosa na vida de José.

Gênesis 41:14

Então, Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair à pressa da masmorra; ele se barbeou, mudou de roupa e foi apresentar-se a Faraó.

Compare esse acontecimento da vida de José com esse outro da vida de Jesus:

João 20:6—9.

Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos.

Deve ser bem evidente para todos nós que, se não fosse pela poderosa intervenção de Deus, José estaria condenado a sofrer, até o último dia de sua vida, na prisão. Mas Deus veio ao socorro de José. Foi Deus quem perturbou a noite de sono do Faraó. Foi Deus quem impediu que os sábios do Egito decifrassem o sonho do Faraó. Foi Deus quem fez o copeiro chefe do Faraó se lembrar dos acontecimentos ocorridos na prisão, tempos antes, que resultaram na morte do padeiro do Faraó e na restituição do copeiro à sua antiga função diante do Faraó.

O próprio José reconheceu a mão de Deus nisso tudo ao falar com seus irmãos tempos depois dizendo:

Gênesis 45:7—9
Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento. Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó, e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito. Apressai-vos, subi a meu pai e dizei-lhe: Assim manda dizer teu filho José: Deus me pôs por senhor em toda terra do Egito; desce a mim, não te demores.

Da mesma forma, Deus libertou a Jesus da prisão representada pelo túmulo.

Atos 2:24

Ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.

Atos 2:32

A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas.

Atos 10:40.

A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Estudo 044 — José Faz Advertências Contra o Perigo Futuro

Estudo 045 — José Se Revela como Maravilhoso Conselheiro

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

JONATHAN EDWARDS: A AGONIA DE CRISTO — UM ESTUDO — PARTE 009



O material abaixo é parte de um livro escrito por Jonathan Edwards que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: CCEL.org │ Título Original: “Christ’s Agony”

As citações bíblicas desta tradução são da versão ACRF (Almeida Corrigida Revisada Fiel).
Tradução por Camila Almeida │ Revisão William Teixeira

facebook.com/oEstandarteDeCristo

Issuu.com/oEstandarteDeCristo

A AGONIA DE CRISTO

Por Jonathan Edwards

“E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.”

– Lucas 22:44 –


CONTINUAÇÃO...

Em Segundo lugar, pelo que foi que Cristo buscou tão ardentemente de Deus nesta oração.

Eu respondo em uma frase: era que a vontade de Deus fosse feita, no que se refere aos Seus sofrimentos. Mateus oferece este relato expresso sobre isso, na própria linguagem da oração que foi já fora recitada várias vezes: “Meu Pai, se este cálice não pode passar de mim sem que eu o beba, seja feita Sua vontade!” Esta é uma entrega, e uma expressão de submissão; mas não é apenas isso. Tais palavras, “seja feita a Sua vontade”, como elas são mais comumente usadas, não são entendidas como uma súplica ou pedido, mas apenas como uma expressão de submissão. Mas as palavras nem sempre devem sempre ser entendidas neste sentido na Escritura, mas às vezes devem ser entendidas como um pedido. Assim, elas devem ser entendidas na terceira petição da Oração do Senhor “seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”. Ali as palavras são compreendidas tanto como uma expressão de submissão, e também um pedido, como elas são explicados no Catecismo de Westminster, e assim as palavras devem ser entendidas aqui. O evangelista Marcos diz que Cristo saiu de novo e falou as mesmas palavras que Ele havia falado em Sua primeira oração (Marcos 14:39). Mas, então, nós devemos entender isso como as mesmas palavras da última parte de Sua primeira oração: “não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres”, como mostra o relato mais completo e minucioso de Mateus. Assim que a coisa mencionada no texto, pelo que Cristo estava lutando com Deus nesta oração, era que a vontade de Deus fosse feita no que refere aos Seus sofrimentos.

Mas, então, outro inquérito pode surgir aqui, a saber: o que está implícito em Cristo orando para que a vontade de Deus fosse feita no que refere aos Seus sofrimentos? A isto eu respondo,

[1.] Isto implica um pedido para que Ele fosse fortalecido e apoiado, e habilitado para fazer a vontade de Deus, passando por esses sofrimentos. O mesmo como quando Ele diz: “Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade” [Hebreus 10:7]. Foi da vontade preceptiva de Deus que Ele tomasse esse cálice e bebesse; foi a ordem do Pai para Ele. O Pai lhe deu o cálice, e como que foi estabelecido diante dEle com a ordem que Ele deveria beber. Este foi o maior ato de obediência que Cristo devia executar. Ele ora por força e auxílio, para que a Sua pobre natureza humana fraca fosse apoiada, para que Ele não falhasse nessa grande prova, para que Ele não afundasse e fosse engolido, e que Sua força superasse em muito, que Ele não aguentasse, e terminasse a obediência indicada. Esta foi a única coisa que Ele temia, do qual o apóstolo fala no capítulo 5 de Hebreus, quando Ele diz, “ele foi ouvido quanto ao que temia”. Quando Ele teve um senso tão extraordinário do horror dos Seus sofrimentos impressos em Sua mente, o medo disso O assombrava. Ele estava com medo de que Sua pobre fraca força fosse superada, e que Ele falhasse em uma tão grande provação, que Ele fosse engolido por aquela morte que Ele estava para morrer, e assim, não fosse salvo da morte; e, portanto, Ele se ofereceu com grande clamor e lágrimas, Àquele que era capaz de fortalecê-Lo, e aboiá-lo, e salvá-Lo da morte, para que a morte que devia sofrer não pudesse superar o Seu amor e obediência, mas que Ele pudesse vencer a morte, e ser salvo dela. Se a coragem de Cristo falhasse no teste, e Ele não resistisse sob Seus sofrimentos de morte, Ele nunca teria sido salvo da morte, mas Ele teria afundado no lamaçal profundo; Ele nunca teria ressuscitado dentre os mortos, pois a Sua ressurreição dos mortos foi uma recompensa por Sua vitória. Se Sua coragem houvesse falhado, e Ele tivesse desistido, Ele teria permanecido debaixo do poder da morte, e por isso todos nós teríamos perecido, teríamos ainda permanecido em nossos pecados. Se Ele tivesse falhado, tudo teria falhado. Se Ele não tivesse superado esse conflito doloroso, nem Ele nem nós poderíamos ter sido libertados da morte, todos nós teríamos morrido juntos. Portanto, esta foi a preservação da morte que o apóstolo fala, que Cristo temia e orava, com grande clamor e lágrimas. Seu Ser superado pela morte era a única coisa que Ele temia, e por isso Ele foi ouvido quanto ao que temia. Este Cristo orou, para que a vontade de Deus fosse realizada em Seus sofrimentos, mesmo para que Ele não deixasse de obedecer a vontade de Deus em Seus sofrimentos; e, portanto, isso segue no versículo seguinte naquela passagem de Hebreus: “Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu”. Que foi a este respeito que Cristo em Sua agonia orou tão fervorosamente, para que a vontade de Deus fosse feita, ou seja, que Ele tivesse força para cumprir a Sua vontade, e não afundasse e falhasse em tais grandes sofrimentos; é confirmado pelas Escrituras do Antigo Testamento, como particularmente a partir do Salmo 69. O salmista representa a Cristo neste salmo, como é evidente pelo fato de que as palavras do salmo são representadas como as palavras de Cristo em muitos lugares do Novo Testamento. Esse salmo é representado como a oração de Cristo a Deus quando Sua alma estava profundamente triste e assombrada, como foi em Sua agonia; como você pode ver no 1º e 2º versículos: “Livra-me, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma. Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva”. Mas, então, a única coisa que é representada como sendo o que Ele temia, estava falhando, e sendo oprimido, nesta grande provação: Versículos 14 e 15: “Tira-me do lamaçal, e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me odeiam, e das profundezas das águas. Não me leve a corrente das águas, e não me absorva ao profundo, nem o poço cerre a Sua boca sobre mim”. Então, novamente no Salmo 22, que também é representado como a oração de Cristo sob Suas terríveis dores e sofrimentos, nos versículos 19, 20 e 21: “Mas tu, Senhor, não te alon-gues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me. Livra a minha alma da espada, e a minha predileta da força do cão. Salva-me da boca do leão”. Mas foi oportuno e adequado que Cristo, quando prestes a se envolver em terrível conflito, buscasse, assim, sinceramente a ajuda de Deus para capacitá-lo a fazer a Sua vontade; pois Ele precisava da ajuda de Deus – a força de Sua natureza humana, sem a ajuda Divina, não era suficiente para sustentá-Lo completamente. Isto foi, sem dúvida, no que o primeiro Adão falhou em Sua primeira provação, de forma que quando a provação chegou, Ele não estava consciente de Sua própria fraqueza e dependência. Se Ele tivesse sido, e se inclinado em Deus, e clamado por Ele, por Sua ajuda e força contra a tentação, muito provavelmente teríamos permanecido criaturas inocentes e felizes até hoje.  

[2.] Isso implica um pedido para que a vontade e o propósito de Deus fossem obtidos nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, na glória de Seu nome, que foi o Seu projeto em si; e, particularmente, na glória de Sua Graça, na salvação eterna e bem-aventurança de Seus eleitos. Isto é confirmado por João 12:27-28: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei”. Ali, o primeiro pedido é o mesmo primeiro pedido de Cristo aqui em semelhante tribulação: “Agora está a minha alma perturbada; e que direi eu Pai, salva-me desta hora” Ele ora em primeiro lugar, como Ele faz aqui, para que pudesse ser salvo de Seus últimos sofrimentos. Em seguida, depois que foi determinado dentro de si mesmo que a vontade de Deus era de outra forma, que Ele não fosse salvo daquela hora, “mas para isto”, diz Ele, “vim a esta hora”, e então, Seu segundo pedido após este é: “Pai, glorifica o teu nome!” Portanto, isto é, sem dúvida, o significado do segundo pedido em Sua agonia, quando Ele orou para que a vontade de Deus fosse feita. Isto é, que a vontade de Deus fosse feita naquela glória de Seu próprio Nome que Ele pretendia nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, para que, vendo que era Sua vontade que Ele deveria sofrer, Ele sinceramente ora para que a finalidade de Seu sofrimento, na glória de Deus e salvação dos eleitos, não pudesse falhar. E estas são as coisas pelo que Cristo tão sinceramente lutou com Deus em Sua oração, do que temos um relato no texto, e não temos nenhuma razão para pensar que eles não foram expressos em oração, bem como indicados. Não é razoável supor que o evangelista em Seu outro relato dos eventos mencione todas as palavras da oração de Cristo. Ele apenas menciona a substância.

III. Em que capacidade Cristo oferece aquelas orações fervorosas a Deus em Sua agonia?

Em resposta a este inquérito, observo que Ele lhes ofereceu não como uma pessoa particular, mas como sumo sacerdote. O apóstolo fala de grande clamor e lágrimas, como os que Cristo elevou como sumo sacerdote. Hebreus 5:6-7 “Como também diz, noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque. O qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas [...]” As coisas pelas quais Cristo orou naqueles fortes clamores, eram coisas que não possuem um caráter particular, mas de interesse comum a toda a Igreja da qual era o sumo sacerdote. Que a vontade de Deus fosse feita em Sua obediência até à morte, que Sua força e coragem não falhassem, mas que Ele suportasse, era de interesse comum; pois, se Ele tivesse falhado, tudo teria falhado e pereceria para sempre. E é claro, que o fato de que o nome de Deus fosse glorificado nos efeitos e frutos de Seus sofrimentos, e na salvação e glória de todos os Seus eleitos, era algo de interesse comum. Cristo ofereceu aqueles fortes clamores com a Sua carne, da mesma maneira que os sacerdotes de antigamente tinham o costume de oferecer orações com os Seus sacrifícios. Cristo misturou grande clamor e lágrimas, com Seu sangue, e por isso ofereceu o Seu sangue e Suas orações em conjunto, para que o efeito e o sucesso de Seu sangue fossem obtidos. Tais intensas orações agonizantes foram oferecidas com o Seu sangue, e Seu sangue infinitamente precioso e meritório foi oferecido com as Suas orações.

IV. Por que Cristo foi tão intenso naquelas súplicas? Lucas fala delas como muito intensas; o apóstolo fala deles como grande clamor; e Sua agonia, em parte, consistiu nesta intensidade, e o relato que Lucas nos oferece, parece implicar que o Seu suor sangrento era, em parte, pelo menos, pelo grande trabalho e intenso sentido de Sua alma em lutar com Deus em oração. Havia três coisas que concorreram naquela época, especialmente para fazer com que Cristo fosse assim, intenso e comprometido.

[1.] Ele teve nessa ocasião um extraordinário senso de quão terrível a consequência seria, se a vontade de Deus deixasse de ser feita. Ele teve, então, um extraordinário senso de Seu próprio último sofrimento sob a Ira de Deus, e se Ele tivesse falhado naqueles sofrimentos, Ele sabia que a consequência seria terrível. Ele tem agora uma visão tão extraordinária do assombro da Ira de Deus, o Seu amor pelos eleitos tende a tornar mais do que ordinariamente sério que eles pudessem ser libertos do sofrimento daquela ira por toda a eternidade, o que não poderia ter sido se Ele tivesse falhado em fazer a vontade de Deus, ou se a vontade de Deus no efeito de Seu sofrimento houvesse falhado.

[2.] Não é de admirar que esse extraordinário senso que Cristo teve nessa ocasião do alto preço dos meios de salvação de pecadores, fê-lo muito intenso pelo sucesso desses meios, como você já ouviu.

[3.] Cristo teve um extraordinário senso de Sua dependência de Deus, e de Sua necessidade de Sua ajuda para capacitá-Lo a fazer a vontade de Deus nesta grande provação. Embora Ele fosse inocente, ainda assim Ele precisava de ajuda Divina. Ele era dependente de Deus, como homem, e, portanto, lemos que Ele confiava em Deus. Mateus 27:43: “Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus”. E quando Ele teve uma visão extraordinária do pavor daquela Ira que Ele devia sofrer, Ele viu o quanto isso estava além da força apenas de Sua natureza humana.

V. Qual foi o sucesso desta oração de Cristo?

A isso respondo, Ele obteve todos os Seus pedidos. O apóstolo diz: “Ele foi ouvido quanto ao que temia”; em tudo o que Ele temia. Ele obteve a força e a ajuda de Deus, tudo o que Ele precisava, e foi realizado. Ele foi capaz de cumprir e de sofrer toda a vontade de Deus; e obteve todo o fim de Seus sofrimentos – uma plena expiação pelos pecados de todo o mundo, e para a salvação completa para cada um daqueles que foram dados a Ele na promessa da Redenção, e tudo o que glorifica o nome de Deus, que em Sua mediação foi projetada para realizar, nem um jota ou um til falhou. Aqui Cristo em Sua agonia foi, acima de todos os outros, antítipo de Jacó, em Sua luta com Deus por uma bênção; em que Jacó o fez, não como uma pessoa particular, mas como chefe de Sua posteridade, a nação de Israel, e pelo que Ele obteve aquele louvor de Deus: “como príncipe lutaste com Deus” [Gênesis 32:28], e disso, foi um tipo daquele que era o Príncipe dos príncipes.

CONTINUA...

OUTRAS PARTES DESSE ESTUDO PODERÃO SER VISTAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE
ESTUDO PARTE 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 002

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — ALGUMAS CITAÇÕES DESSE ESTUDO PARTE 003

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 004

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 005

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 006 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 007 —http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/10/jonathan-edwards-agonia-de-cristo-um.html

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 008 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 009 —

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 010 — APLICAÇÃO 001

JONATHAN EDWARDS — A AGONIA DE CRISTO — PARTE 011 — APLICAÇÃO 002

UMA BREVE BIOGRAFIA DE JONATHAN EDWARDS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/08/jonathan-edwards-uma-breve-biografia.html
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 2 de março de 2015

TIAGO 5:16 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034 — ORAI UNS PELOS OUTROS



Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

VIVENDO A VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS


Introdução.

A. Esta é a última mensagem acerca dos mandamentos de reciprocidade. Essa série de mensagens representou uma longa travessia, muitas vezes bastante adversa, mas que nos ensinou e nos fez lembrar, repetidas vezes, que a vida cristã é uma vida de relacionamentos com Deus e uns com os outros. 
B. Foi através dessa série que nós aprendemos que somos todos importantes, com igual importância, uns para os outros. Que estamos juntos aqui nessa congregação, porque essa é a vontade de Deus para nós e que precisamos, desesperadamente, uns dos outros. 
C. Além do mais, nós aprendemos que os cuidados mútuos que as Escrituras Sagradas nos ensinam, são realmente revolucionários e fazem com que nossa fé cristã seja completamente distinta de tudo o que chamamos ou podemos chamar de religião. 
1. Religião é constituída de obrigações o que, de modo geral, acaba degenerando na mais violenta escravidão. Isso faz com que as pessoas envolvidas em práticas religiosas se sintam presas a uma série de obrigações que precisam ser cumpridas. 
2. Já nossa fé cristã está pautada em relacionamentos governados não pela obrigação e sim pelo amor. Como cristãos verdadeiros, nós não fazemos nada por obrigação. Fazemos tudo por amor. E, quando não agimos assim, seja por comissão ou omissão, nós sabemos que estamos pecando. 
D. Diante de tudo isso nós temos que reconhecer que um dos elementos mais essenciais da vida cristã é a oração. 
E. Como crentes no Senhor Jesus nós temos tanto o privilégio quanto a responsabilidade de: 
1. Louvar a Deus mediante o uso de palavras. 
2. Agradecer a Deus por Sua fidelidade passada. 
3. Pedir a Deus direção, proteção e provisão. 
F. Mas como cristãos, nós não podemos confinar nossas orações a nossos próprios interesses. A Bíblia diz que nós somos parte de um sacerdócio real — 
1 Pedro 2:9 
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. 
Isso quer dizer que, parte da nossa função no Corpo de Cristo é oferecer intercessão — via oração — a favor uns dos outros e por todas as outras pessoas também. 
G. Como cristãos somos chamados a orar uns pelos outros com a mesma intensidade e interesse com que oramos por nós mesmos, porque somos membros uns dos outros — 
Romanos 12:5 
Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros. 
H. Como tal, a oração é fundamental para o bem estar da Igreja como um todo, bem como para cada membro individualmente. Por todos esses motivos a Bíblia nos ensina que devemos...    
ORAR UNS PELOS OUTROS

Introdução 
A. Nosso verso tema — Tiago 5:16 — nos ensina a necessidade que temos de orar uns pelos outros dentro do contexto da confissão mútua de pecados, e será considerada por nós, dentro desse próprio contexto. 
B. Por outro lado, existem outros mandamentos na Bíblia que nos instruem com respeito à necessidade que temos de orar uns pelos outros acerca das mais diversas necessidades — 
Efésios 6:18 
Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos. 
Colossenses 4:2 
Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. 
1 Tessalonicenses 5:25. 
Irmãos, orai por nós. 
Esse aspecto também será considerado nessa mensagem. 
I. O Mandamento. 
Tiago 5:16
Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. 
II. Definição do Termo: 
εὔχομαι eúchomai — Orar a Deus. Falar com Deus sem empolação, sem pompa e sem circunstância. Bater papo com Deus. 
Orar uns pelos outros é o mesmo que falar com Deus acerca dos pecados, necessidades ou cuidados de outros cristãos, pedindo que o Senhor aja a favor deles de tal maneira que a vontade do próprio Deus seja realizada na vida deles. 
III. Exemplos Bíblicos 
Atos 12:5 
Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele. 
2 Coríntios 1:9—11 
Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos, ajudando-nos também vós, com as vossas orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de muitos.
Colossenses 4:12 
Saúda-vos Epafras, que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus. 
IV. Situações que Exigem que Orações Sejam Feitas. 
A. Em Tiago 5:16 a oração está diretamente relacionada à confissão mútua de pecados. Quando alguém confessa seus pecados é necessário que façamos orações urgentes para que o mesmo seja restaurado tanto em sua espiritualidade, quanto no que diz respeito à comunhão com os outros cristãos. 
B. Tiago 5:16 também infere que devemos orar para o restabelecimento físico dos outros. Muitos dos males que nos acometem são fruto de nossas práticas pecaminosas: egoísmo, maldade em nossos corações, hipocrisia e duplo padrão de comportamento são alguns dos pecados que tornam nossa vida miserável. Muitas enfermidade físicas que afligem as pessoas em geral e até mesmo os crentes em particular são reflexos dessas doenças da alma. 
C. O mandamento geral que nos ensina a orar uns pelos outros requer que apresentemos diante de Deus as necessidades particulares de indivíduos ou de igrejas para a Sua consideração. Temos que orar... 
1. Para pessoas que estão enfrentando problemas e dificuldades — 
Atos 12:5 — ver citação acima. 
2. Para que o ministério seja efetivo e frutífero — 
Efésios 6:18—19 
18 com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos 
19 e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho. 
3. Para Deus nos mostrar Sua vontade e direção — 
Colossenses 1:9 
Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual. 
4. Para que outros manifestem aspectos de vida que sejam semelhantes aos do próprio Senhor Jesus — 
Colossenses 4:12 
Saúda-vos Epafras, que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus. 
5. Para que a haja alívio para algum fardo particular que algum cristão esteja carregando. 
V. Implicações Contidas Neste Mandamento. 
O mandamento que nos ensina a orar uns pelos outros, possui as seguintes implicações. 
A. Como crentes precisamos reconhecer nossa necessidade de orar uns pelos outros. 
B. Crentes estão obrigados a orar uns pelos, especialmente quando alguém, reconhecendo uma necessidade, pede orações. 
C. Precisamos deixar as pessoas saberem que estamos orando por elas, pois isso encoraja as pessoas a confiar em Deus. A confiar que Deus ira intervir em suas vidas. 
D. As orações que fazemos precisam ser específicas, tanto quanto possível, com atenção sendo dada a cada detalhe particular. 
E. Nossas orações devem ser feitas em fé, com a confiança de que Deus irá honrar nossa obediência ao mandamento que Ele mesmo nos deus de orar uns pelos outros. Deus tem prometido cuidar de nós e ele ouve e responde às nossas orações. 
F. Orar uns pelos outros, como serviço cristão, requer tanto tempo quanto esforço. Apesar de ser, muitas vezes silencioso e secreto, o ato de orar uns pelos outros é, provavelmente, o mais valioso serviço que podemos prestar uns aos outros.
Conclusão:

A. A oração é fundamental para a vida cristã. Nós oramos...

1. Porque o Senhor Jesus nos disse que devemos orar: “Portanto vós orareis assim...” – ver Mateus 6:9.

2. Nós oramos porque Deus ouve nossas orações.

3. Jesus contou uma parábola aos discípulos “sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer” – ver Lucas 18:1—8.

4. Jesus termina a parábola acima com as seguintes palavras: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” Ou seja: será que alguém ainda estará orando quando Jesus voltar? A resposta depende de você e de mim!   

B. Na questão que trata da oração a nosso favor, quanto à provisão para a vida, existe muita confusão nos dias de hoje.

1. Muitos pastores e igrejas, denominações inteiras até, ensinam que Deus, sendo o dono de toda a riqueza, não deseja que seus filhos não apenas não passem por nenhum tipo de necessidade, mas que sejam ricos até. É um canto de sereia que tem atraído a muitos.

2. Mas o genuíno ensinamento Bíblico não tem nada a ver com estas coisas.

a. Em primeiro lugar Jesus deixou bem claro que é impossível servir – agradar – Deus e as riquezas —

Mateus 6:24

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

b. Então, quanta riqueza é o bastante? Quando é que devemos estar satisfeitos? Veja o que o apóstolo Paulo diz:

1 Timóteo 6:7—10

Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores –.

C. Quando compartilhamos nossas necessidades uns com os outros e pedimos e fazemos orações uns pelos outros, nosso senso de dependência de Deus é ampliado.

D. Abrir o coração e pedir orações é um ato de honestidade e coragem da nossa parte que fortalece outros com a certeza de que pertencem a uma comunidade amorosa onde uns cuidam dos outros. 

E. Que o Deus que nos ordena orar sem nunca esmorecer, nos sustente, Ele mesmo, para que possamos desempenhar bem este serviço. Amém

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOS OUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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