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quinta-feira, 14 de julho de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDO 042 — JOSÉ, NO TEMPO CERTO FOI LIBERTADO DA PRISÃO PELO PRÓPRIO DEUS



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

042. José, no Tempo Certo Foi Libertado da Prisão

José foi rejeitado por seus irmãos e tratado de forma injusta e cruel por eles e também pelos egípcios. Mesmo sem ter cometido nenhum crime José foi lançado para dentro do cárcere. Mas o PLANO DE DEUS não era que José terminasse seus dias naquele lugar. Aquela situação de humilhação e vergonha seria mudada para uma situação de grande dignidade e glória. Um trono viria ocupar o lugar do calabouço. E agora que o tempo de Deus era chegado, não havia nada que fosse capaz de impedir os propósitos de Deus.

A mesma situação é verdadeira no que diz respeito ao nosso Senhor Jesus Cristo. O povo e os líderes de Israel podiam desprezá-lo e rejeitá-lo. Mãos de homens iníquos poderiam fazê-lo sofrer torturas indescritíveis, culminando com Sua crucificação. As forças do mal e os poderes das trevas podiam guerrear contra Jesus. Seu corpo sem vida e sua voz, definitivamente calada, poderiam ser retiradas da cruz e colocadas em um túmulo. O sepulcro poderia ser guardado por uma escolta de soldados romanos — quatro soldados — e ser selado com o selo do próprio governador Pôncio Pilatos, mas

Atos 2:24

Deus O ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.
Isso mesmo, Deus o ressuscitou no terceiro dia. Ele ressuscitou triunfando sobre a morte, deixando os lençóis mortuários para trás, completamente vazios. Não podemos deixar passar despercebido que tudo isso foi tipificado, de forma maravilhosa na vida de José.

Gênesis 41:14

Então, Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair à pressa da masmorra; ele se barbeou, mudou de roupa e foi apresentar-se a Faraó.

Compare esse acontecimento da vida de José com esse outro da vida de Jesus:

João 20:6—9.

Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos.

Deve ser bem evidente para todos nós que, se não fosse pela poderosa intervenção de Deus, José estaria condenado a sofrer, até o último dia de sua vida, na prisão. Mas Deus veio ao socorro de José. Foi Deus quem perturbou a noite de sono do Faraó. Foi Deus quem impediu que os sábios do Egito decifrassem o sonho do Faraó. Foi Deus quem fez o copeiro chefe do Faraó se lembrar dos acontecimentos ocorridos na prisão, tempos antes, que resultaram na morte do padeiro do Faraó e na restituição do copeiro à sua antiga função diante do Faraó.

O próprio José reconheceu a mão de Deus nisso tudo ao falar com seus irmãos tempos depois dizendo:

Gênesis 45:7—9
Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento. Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó, e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito. Apressai-vos, subi a meu pai e dizei-lhe: Assim manda dizer teu filho José: Deus me pôs por senhor em toda terra do Egito; desce a mim, não te demores.

Da mesma forma, Deus libertou a Jesus da prisão representada pelo túmulo.

Atos 2:24

Ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.

Atos 2:32

A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas.

Atos 10:40.

A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Estudo 044 — José Faz Advertências Contra o Perigo Futuro

Estudo 045 — José Se Revela como Maravilhoso Conselheiro

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

UM ESTUDO SOBRE O PECADO — PARTE 013B — PECADO E CASTIGO — PARTE B - JESUS NO GETSÊMANI - PARTE 001



Representação de Jesus no Getsêmani

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, os ensinamentos da Bíblia acerca do pecado, com uma ênfase especial na questão do chamado “pecado para a morte”. Os demais estudos dessa série poderão ser acessados por meio dos links alistados no final desse estudo.  

13B. Pecado e Castigo — PARTE B

CONTINUAÇÃO...

Começando com a oração de Jesus no Getsêmani, vamos nos deixar imergir no imaginário — o conjunto de símbolos e atributos de um povo, ou de determinado grupo social — do que foi aquela noite em que o Senhor foi preso e o dia seguinte quando Ele foi crucificado e morto. A Oração de Cristo no Jardim do Getsêmani — Marcos 14:32—42 e passagens paralelas — ver Mateus 26:36—46 e Lucas 22:39—46 — é a maior demonstração de quanto Jesus dependia da oração, além de ser o testemunho mais explícito do fato de que Jesus dependia de Deus como uma criança depende do Pai — Abba em aramaico.

Verso 32 - Então, foram a um lugar chamado Getsêmani; ali chegados, disse Jesus a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou orar.

Onde ficava o Jardim do Getsêmani? Certamente ficava para os lados do riacho de Cedron — ver João 18:1 — e em algum lugar no Monte das Oliveiras — ver Lucas 22:39. Mas onde exatamente? Getsêmani quer dizer “lugar onde se espreme — extrai — óleo”. Hoje em dia existem três grupos religiosos que reivindicam o direito de controlar o que teria sido, no passado, o Jardim do Getsêmani. O Jardim dos Franciscanos, próximo à base do monte de oliveiras, é o primeiro acerca do qual se alega ser o lugar. Um pouco mais acima vamos encontrar o jardim dos Ortodoxos Russos que também alegam ser o lugar. Por último temos o Jardim controlado pelos Armênios, que fica no topo do Monte das Oliveiras. Independente de onde o Jardim do Getsêmani se encontrava nos dias de Jesus, certamente era um lugar ideal para se retirar, descansar, dormir e ensinar. Neste local Cristo acomoda oito dos discípulos...

Verso 33 — E, levando consigo a Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia.

Através de outras passagens como Marcos 5:37 — a ressurreição da filha de Jairo — e Marcos 9:2 — a transfiguração — nós sabemos que Jesus tinha um grupo seleto de discípulos, que podemos chamar de grupo íntimo, que era composto por Pedro e pelos irmãos Tiago e João. Por que esse grupo existia e por que era composto desses três, pode apenas ser especulado. Certamente a idéia de que é pela boca de duas ou três testemunhas que se estabelece a verdade — ver Deuteronômio 19:15 e 1 Timóteo 5:19 — deve ser parte do todo. Pedro talvez fizesse parte dele devido à revelação que havia recebido de ser Jesus o Messias “o filho do Deus vivo” ver — Mateus 16:16; 19. João, como sabemos, era o “discípulo amado” — ver João 13:23; 19:26; 20:2; 21:7 e 10. E Tiago talvez fizesse parte deste grupo porque seria o primeiro entre os apóstolos a perder a vida por acreditar em Jesus — ver Atos 12:2. Mas como dissemos, estamos apenas especulando. Mas por que teria Jesus levado esses três junto com ele para um lugar ainda mais afastado para orar? Jesus era humano — ver Hebreus 4:15 — e como tal tinha necessidade de comer, beber, vestir-se, abrigar-se, dormir, bem como de comunhão fraterna. Jesus era 100% Divino e 100% humano, e podia escolher livremente, momento a momento, com qual das naturezas responderia aos desafios que tinha que enfrentar. Para o nosso conforto, nessa hora de extrema angústia, Jesus decide agir exclusivamente como homem. É por este motivo que lemos que Jesus é tomado então, por ἐκθαμβεῖσθαι ekthambeîsthai — sentir terror e ἀδημονεῖν ademoneîn — estar duramente perturbado, estar fragmentado — literalmente horrorizado. Além disso, Jesus se refere ao Seu estado emocional como sendo de Περίλυπός perílupós — estar cercado de tristeza ou dominado com pesar a ponto de a tristeza poder causar sua própria morte — ver verso 34.

Por este motivo, os tradutores sempre lutaram com esta passagem e a traduzem de diversas formas:

Almeida Revista e Atualizada: pavor e angustia

Bíblia na Linguagem de Hoje: tristeza e aflição*

Almeida Edição Contemporânea: pavor e angustia

Nova Versão Internacional: aflito e angustiado*

Almeida Corrigida e Revisada: pavor e angústia

A Bíblia de Jerusalém: pavor e angústia**

Nova Versão Fácil de Ler: angustiado e aflito*

Tradução Ecumênica: pavor e angústia**

Versão do Padre Antônio Pereira de Figueiredo: pavor e angustiar-se em extremo

A Bíblia Viva: profunda aflição e angústia*

Bíblia Alfalit: temor e angústia*

Tradução do Novo Mundo: atônito e muito aflito*

Versão de Cipriano de Valera em espanhol: “atemorizarse e angustiarse”

Versão de David Martin em francês: “effrayé et fort agite”

As traduções marcadas com asterisco são mais recentes. Note a tentativa de atenuar o sentido de pavor e horror substituindo-o por termos mais amenos! Mas nem todas as versões modernas atenuam o original. Estas estão marcadas com **.

Certamente essas palavras ecoam o —

Salmo 42:6—7

6  Sinto abatida dentro de mim a minha alma; lembro-me, portanto, de ti, nas terras do Jordão, e no monte Hermom, e no outeiro de Mizar.

7  Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.


Seis dias antes Ele já havia sentido uma angústia semelhante como descrito em —

João 12:27

Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora.

Mas àquela angústia Ele adiciona, agora, o pavor. O profeta Isaías nos diz que Jesus era —

Isaías 53:3

Desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer.

Então temos que perguntar: Por que todo este pavor e angústia? Seria porque Jesus sabia que naquele mesmo instante Judas o estava traindo e que em breve chegaria trazendo os soldados para prendê-lo? Ou seria por que Cristo sabia que Pedro iria negá-lo e traí-lo, que o Sinédrio iria condená-lo, que Pilatos iria sentenciá-lo, que seus inimigos iriam ridicularizá-lo e que, por fim, os soldados iriam torturá-lo e crucificá-lo? Certamente todas estas coisas devem ser consideradas como parte do cenário total. Mas como veremos, à medida que formos continuando, o fato que apavorava e angustiava Jesus era que, sendo ele o mais sensível dos homens, se via sendo direcionado para um isolamento cada vez maior. Muitos já haviam desistido de segui-lo — João 6:66. Em breve, seus próprios discípulos iriam abandoná-lo — Marcos 14:50. Mas pior de tudo mesmo, era a compreensão que, começando naquele momento, Ele estava caminhando de modo inexorável — que não se move a rogos; não exorável; implacável, inabalável — para ser abandonado pelo próprio Pai — Αββα Abba. Na Cruz, na sua hora de maior angústia, Jesus nos revela o motivo do Seu pavor e da sua angústia ao clamar אֵלִי אֵלִי לָמָה עֲזַבְתָּנִי  Eloíy, Eloíy, lamáh `azabettâniy — Deus meu, Deus meu! Porque me desamparaste? — ou abandonaste? — Marcos 15:34. Novamente temos ecos do —
Salmo 42:9

Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?

Jesus percebia claramente a intensidade da onda da “ira de Deus” que em breve se abateria sobre ele. E essa onda era provocada pelos nossos pecados! A compreensão da satisfação requerida pelas ofensas feitas à majestade eterna de Deus que implicaria, em última instância, ser completamente abandonado pelo Pai, é o motivo principal para Jesus se expressar de maneira tão veemente, usando termos duros como “pavor e angústia”; ou tendo necessidade de ser diretamente auxiliado por um anjo —

Lucas 22:43

Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava.

ou suando gotas de sangue —

Lucas 22:44

E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.

ou orando fervorosamente ao Pai —

Marcos 14:35—36

35 E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora.

36 E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.

Os Salmos estão cheios de passagens que descrevem estes momentos. Vejamos algumas delas:

Salmos 18:4—5
Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam.

Salmos 42:7

Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.

Salmos 55:4—5

Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam; temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim.

Salmos 69:1—3

Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma. Estou atolado em profundo lamaçal, que não dá pé; estou nas profundezas das águas, e a corrente me submerge. Estou cansado de clamar, secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem de tanto esperar por meu Deus.

Salmos 88:3

Pois a minha alma está farta de males, e a minha vida já se abeira da morte.

Salmos 116:3

Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza.

Certamente nosso Senhor foi muito bem descrito pelo profeta Isaías quando disse:
“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso - Isaías 53:3”.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS SOBRE O PECADO

O PECADO — ESTUDO —001 — TERMOS GREGOS E HEBRAICOS E PALAVRAS INTRODUTÓRIAS

O PECADO — ESTUDO —002 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 1

O PECADO — ESTUDO —003 — A QUEDA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 2

O PECADO — ESTUDO —004 — A QUEDA PROPRIAMENTE DITA — UMA INTERPRETAÇÃO DE GÊNESIS 3 — PARTE 3 — FINAL

O PECADO — ESTUDO 005 — A VERDADEIRA LIBERDADE

O PECADO — ESTUDO 006 — PECADO E LIVRE ARBÍTRIO

O PECADO — ESTUDO 007 — A BÍBLIA E O PELAGIANISMO

O PECADO — ESTUDO 008 — O PECADO E A SOBERANIA DE DEUS

O PECADO — ESTUDO 009 — HISTÓRIA E QUEDA

O PECADO — ESTUDOS 010 E 011 — O PECADO ORGINAL E A DEPRAVAÇÃO TOTAL

O PECADO — ESTUDOS 012 — PECADO E A GRAÇA DE DEUS

O PECADO — ESTUDOS 013ª — PECADO E  O CASTIGO PARTE A

O PECADO — ESTUDOS 013B — PECADO E O CASTIGO PARTE B — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 001

O PECADO — ESTUDOS 013C — PECADO E O CASTIGO PARTE C — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 002

O PECADO — ESTUDOS 013D — PECADO E O CASTIGO PARTE D — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 003

O PECADO — ESTUDOS 013E — PECADO E O CASTIGO PARTE E — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 004

O PECADO — ESTUDOS 013F — PECADO E O CASTIGO PARTE F — JESUS NO GETSÊMANI — PARTE 005

O PECADO — ESTUDOS 014A — O PECADO PARA A MORTE — PARTE A — INTRODUÇÃO — QUESTÕES HERMENÊUTICAS

O PECADO — ESTUDOS 014B — O PECADO PARA A MORTE — PARTE B —DIFERENTES TIPOS DE PENAS E CASTIGOS PARA O PECADO IMPERDOÁVEL

O PECADO — ESTUDOS 014C — O PECADO PARA A MORTE — PARTE C —DIFERENTES TIPOS DE PESSOAS QUE PODEM COMETER O  PECADO IMPERDOÁVEL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2015/08/um-estudo-sobre-o-pecado-parte-014_13.html

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A BÍBLIA SAGRADA É A PLAVRA DO DEUS VIVO E VERDADEIRO




TODA PESSOA deve amar a Bíblia. Toda gente deve lê-la assiduamente. Todos devem esforçar-se por viver seus ensinos. A Bíblia precisa ocupar o centro da vida e da atuação de cada igreja, e de cada púlpito.

O ÚNICO MISTER DO PÚLPITO É O ENSINO SIMPLES E EXPOSITIVO DA PALAVRA DE DEUS[1]

Recentemente comecei a ler o livro de Daniel P. Fuller intitulado, a Unidade da Bíblia. É muito difícil eu falar de algum livro de modo tão direto assim, porque não queremos dar a impressão nem que estamos promovendo tal livro, nem que estamos sugerindo que nossos leitores comprem o mesmo.

Mas Fuller trata, a seu próprio modo, de muitas das acusações que são costumeiramente lançadas em nossa direção, atacando a Bíblia e a Fé Cristã. A maioria das acusações modernas — do século XVIII em diante — dizem respeito aos seguintes pontos:

1. A Bíblia foi escrita por homens. OK! Talvez alguns dos nossos críticos gostariam que a mesma tivesse sido escrita por lesmas ou lagartas! Talvez, desse modo, seria mais fácil aceitar que a mesma é a verdadeira Palavra de Deus. Vamos falar sério, vai. É claro que foi por homens. Os seres humanos são os únicos criados à imagem e semelhança de Deus e os únicos seres com capacidade de se expressar de forma escrita. Portanto, Deus usou sim seres humanos.


Atanásio de Alexandria - concepção artística

2. A Igreja manipulou os textos originais — normalmente se referem à Igreja Católica Romana — apesar do Cânon do Antigo Testamento ter sido finalizado pelos estudiosos Judeus na cidade de Jâmnia por volta do ano 90 d. C. e o Cânon do Novo Testamento ter sido finalizado em uma compilação feita por Atanásio de Alexandria, que viveu entre os anos 296—373 d.C, em sua tradicional carta pascal do 367. Portanto peço desculpas aos que acham que foi a Igreja Católica quem decidiu que livros deveriam fazer ou não parte do Cânon do Novo Testamento. É óbvio que a lista de Atanásio, que difere da forma tradicional como temos os livros organizados em nossas Bíblias modernas, não foi uma decisão particular de sua parte e sim um reflexo do que já era considerado consenso pela verdadeira igreja espalhada por toda a Bacia do Mediterrâneo. É importante destacarmos que Atanásio lista exatamente os mesmos 27 livros que temos em nossos Novos Testamentos. Outro fator importante aqui, é que a tal da “Igreja Romana”, que ainda não existia, não tinha como manipular os textos, já que por esses dias — século IV — já existiam muitas cópias dos livros do Novo Testamento, inclusive em outros idiomas, além do grego”. Ver o item 5 adiante.

3. É muito importante que os leitores em geral, mas os cristãos em particular, tenham conhecimento dos seguintes fatos históricos, antes dos primeiro espalharem mentiras acerca de coisas que não entendem e os segundos sintam-se acuados, porque pensam que as acusações mentirosas possuem algum valor.

4. O material escrito e que poderia, eventualmente, fazer parte do cânon tem sido catalogado da seguinte forma por vários séculos agora:

a. Livros autênticos que se autovalidaram pelo conteúdo ou por conhecer-se seu verdadeiro autor.

b. . Livros Apócrifos ou escondidos que foram e continuam sendo descobertos aqui e ali, e que, normalmente, trata-se de literatura romanceada e muito distante dos fatos que pretendem narrar.


Cópia fragmentada do pseudoepigráfico Evangelho de Tomé

c. Livros pseudoepigráficos que são uma volumosa coleção de materiais produzidos em diversos idiomas, mas cujo o verdadeiro autor não é quem o livro apresenta como autor. Normalmente esses livros poderiam ser classificados numa espécie de “Biblioteca de Literatura Fantástica”, que é, por sinal, de onde Hollywood retira a vasta maioria dos roteiros de seus filmes que falam de demônios, anjos, anjos caídos e coisas do gênero. Quando a igreja resolveu dispensar esses livros o fez porque os mesmos não tinham nada que pudesse justificar sua inclusão no Cânon das Sagradas Escrituras. 

Talvez o exemplo mais marcante que podemos oferecer e um dos meus favoritos é uma passagem do chamado “Evangelho de Tomé”, um livro sem a mínima condição, mas que muitos “estudiosos” fazer questão de afirmar que o tal evangelho deveria, com certeza, pertencer ao corpo de Evangelhos do Novo Testamento. De que jeito se o pseudo autor escreveu pérolas como essas: por favor note que: Simão = Simão Pedro, Jesus = o Próprio e Maria = Maria Madalena. Segue o texto de falso Tomé:

114 Simão Pedro disse a eles: "Maria deveria deixar-nos, pois as mulheres não são dignas da vida". Jesus disse: "Eu a guiarei para fazer dela homem, de modo que também ela possa tornar-se um espírito vivo semelhante a vocês homens. Pois toda mulher que se torna homem entrará no reino do céu".

Ora isso não passa da mais grossa misoginia. Como poderiam nossos irmãos permitir que tal idiotice fosse colocada ao lado da sobriedade de Marcos ou da sublimidade de João? Vamos falar sério.

5. Outra acusação muito comum é que os textos originais foram manipulados por pessoas sem escrúpulos que inventaram o Novo Testamento. Mas quanta bobagem reunida numa única frase. Leia para aprender: cada cópia, seja total ou parcial do Novo Testamento, ou de um grupo de livros, como os Evangelhos ou as Epístolas de Paulo, ou até mesmo um único livro ou fragmentos de toda natureza, são chamados de “testemunhas”, porque elas dão testemunho que existiu outro documento que as antecedeu e do qual tais testemunhas foram copiadas. Agora, aqui vai o que a maioria das pessoas não sabe e os críticos se aproveitam para infiltrar suas mentiras:


a. Existem catalogados hoje em dia perto de 11000 testemunhas referentes ao Texto do Novo Testamento. Tais testemunhos vão desde Novos Testamentos completos do século IV — anos 300 — até pequenos fragmentos de papiros, alguns datados do primeiro século da era cristã. Se você não prestou atenção o número original foi de 11000. Isso quer dizer apenas uma coisa: NÃO EXISTE NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE NENHUM OUTRO DOCUMENTO DA ANTIGUIDADE QUE SEJA TÃO BEM ATESTADO QUANTO O NOVO TESTAMENTO. Mesmo assim ainda tem muitos idiotas que preferem duvidar. Bem, fazer o quê?

b. Como contrapartida eu gostaria de lhes oferecer o seguinte acerca do meu compatriota Heródoto, que teria vivido entre 484—425 a.C., e é considerado o Pai da História. Heródoto produziu uma grande narrativa história da antiguidade. Sabe quantas cópias existem da obra de Heródoto: 49 fragmentos de papiro e algo perto de 60 manuscritos não feitos de papiro. Agora vem a parte mais interessante da comparação. O documento mais antigo que temos acerca do material atribuído a Heródoto é do século X d.C. Ou seja, está distante cerca de 1400 anos dos fatos que pretende narrar.

Codex Sinaiticus


Códex Vaticanus

c. Enquanto isso nós temos dois códices ,  material em forma de livro, contendo o Novo Testamento inteiro — datados do século IV — anos 300: o Código Vaticano e o Código Sinaítico — portanto, muito próximos dos eventos que narram se levarmos em conta que o apóstolo João viveu até perto do ano 100 d.C. É claro que maioria das pessoas não sabem esses fatos e eu tenho dúvidas que até mesmo muitos historiadores conheçam tais detalhes, já que manuscritos bíblicos não é mesmo a praia deles.

6. Outra questão levantada pelos críticos são as alegadas contradições encontradas na Bíblia. São tantas que para respondê-las foram necessários inúmeros volumes, mas nada ficou sem resposta. Mas tais alegadas contradições não passam de uma grande bobagem porque tais pessoas nunca leram a Bíblia com seriedade, nem se preocupara em entender, realmente, o que está escrito. Uma idiotice típica repetida inclusive por um notório pastor é de que nem todos morreram no dilúvio como a Bíblia afirma, mas que certos gigantes conseguiram escapar ao dilúvio ou que o mesmo não teria sido global. Um leitor defensor do espiritismo me escreveu sob o título “A Farsa da Bíblia”, trazendo as acusações de praxe: de como a Igreja Romana manipulou os manuscritos – risos – e também de como a Bíblia está errada ao afirmar que todos os seres humanos pereceram no dilúvio, com as exceções conhecidas. de praxe: de como a Igreja Romana manipulou os manuscritos - risos. Gostaríamos de responder a esses tipos de tolices, algo que é muito fácil de fazer quando se conhece as Escrituras Sagradas e se confia que elas são a Verdadeira Palavra do único Deus Vivo! Bem vamos por parte:

Para os que têm duvidas quanto ao fato se o dilúvio foi global ou não, recomendamos:
a. Primeiro a leitura os versos bíblicos abaixo:

Gênesis 6:12—13

12 Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra.

13 Então, disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra.

Gênesis 7:1

1  Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração.

Gênesis 7:17—23

17 Durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra; cresceram as águas e levantaram 
a arca de sobre a terra.

18 Predominaram as águas e cresceram sobremodo na terra; a arca, porém, vogava sobre as águas.

19 Prevaleceram as águas excessivamente sobre a terra e cobriram todos os altos montes que havia debaixo do céu.

20 Quinze côvados acima deles prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.

21 Pereceu toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de animais domésticos e animais selváticos, e de todos os enxames de criaturas que povoam a terra, e todo homem.

22 Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

23 Assim, foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra; o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus foram extintos da terra; ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.

Gênesis 8:15—16

15 Então, disse Deus a Noé:

16 Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos.

b. Diante disso, independentemente de quem quer que seja ou do que se afirme, o fato é que os únicos sobreviventes humanos depois do dilúvio foram Noé, sua esposa, seus três filhos e as esposas deles.

 A Tábua das Nações conforme Gênesis 10

c. Gênesis capítulo 10 — geralmente chamado de “A TÁBUA DAS NAÇÕES“ descreve como as gerações dos filhos de Noé se espalmaram pela terra. Temos que nos lembrar que antes do dilúvio, bem como imediatamente após o mesmo, havia muito casamento entre membros de uma mesmo família, inclusive de primeiro grau. Os que sobreviveram ao dilúvio, certamente traziam em seu DNA informações acerca dos gigantes, portanto, os mesmo voltaram a aparecer aqui e ali por meio das relações sexuais naturais entre homens e mulheres. Nenhum gigante sobreviveu ao dilúvio, mas pessoas levando informações sanguíneas para reproduzi-los, sobreviveram ao dilúvio, dentro da arca é claro! Portanto é conveniente parar de falar bobagem e ver chifre na cabeça de cavalo. Os gigantes que são mencionados após o dilúvio — que não são tantos assim — são descendentes dos descendentes dos filhos de Noé.

d. Em segundo lugar, quanto ao dilúvio recomendamos a leitura do nosso artigo acerca desse tema que poderá ser visto por meio desse link aqui:


Isso é apenas uma pequena forma de como podemos provar que Bíblia é a Palavra de Deus e deixar bem evidente a desonestidade intelectual daqueles que se levantam para atacá-la sem conhecer o suficiente das ciências bíblicas, das ciências em geral e da história, em particular.

Cada página da Bíblia e cada Palavra nela registrada trás a marca inconfundível do seu inspirador: o Espírito Santo. Por isso, ela é A PALAVRA DE DEUS.

7. Outra coisa que percebemos ser muito comum é a tentativa de comparar as Escrituras Sagradas do Deus da Bíblia com outras escrituras de outras religiões. O abismo é tão grande quando colocadas lado a lado que nos perguntamos como é que as pessoas têm coragem de propor tais ideias? Em outros artigos pretendemos comparar a Bíblia com os escritos do islã e do hinduísmo.

8. Todas as acusações que dizem que a Bíblia copiou suas histórias, especialmente do início do livro de Gênesis, de outras religiões foram provadas falsas e o texto bíblico é geralmente reconhecido como sendo mais antigo que aqueles textos que supostamente teriam sido copiados pelos seus escritores. Ah, sim, muitos irão alegar que apesar das cópias existentes serem mais recentes que o material bíblico, os originais que estão perdidos certamente eram mais antigos que a Bíblia. Mas como esses originais não estão aí, então nada pode ser provado. Mas todos são livres para acreditarem no que quiserem. Para os que tiverem interesse em aprofundar essas questões gostaríamos de sugerir uma leitura continuada de nossos artigos onde expomos o Livro do Gênesis. O primeiro artigo dessa série poderá ser acessado por meio desse link e dentro de cada estudo existem links para outros estudos na sequência:

001 – Introdução e Esboço do Livro do Gênesis


Nesse material nos discutimos acerca das histórias bíblicas copiadas por outras culturas e deixamos provada a maravilhosa revelação de Deus. Um único exemplo deve bastar: enquanto as culturas ao redor de onde o povo de Deus se originou no Antigo Testamento — incluindo grandes civilizações — adoravam o sol e a lua como verdadeiras divindades, o Deus da Bíblia inspirou Moisés a não usar os nomes tradicionais pelos quais o sol e a lua eram conhecidos, inclusive como divindades, mas chamá-los apenas de “luzeiros”. É isso mesmo: “luzeiros”. Objetos criados pelo Deus todo poderoso e não divindades de nenhuma forma ou espécie. Ou seja, quando Moisés grafou essas palavras ele desmoralizou com todos os sacerdotes e o com todos os adoradores do sol e da lua. Veja com seus próprios olhos o que a Bíblia diz, enquanto os povos ao redor se curvavam diante do Sol e da lua:

Gênesis 1:14—18

14 Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.

15 E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.

16 Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.

17 E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,

18 para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.

Note que em nenhum momento no texto acima Moisés faz qualquer menção ao sol ou à lua, para não dar a ideia de que ele também achava que esses seres criados eram alguma espécie de divindades. Isso é proposital da parte de Moisés, porque sua intenção era humilhar os tolos e exaltar a glória do Deus Todo-Poderoso na Criação.

A Bíblia é o único livro que conhecemos que chama para si mesma a prerrogativa de ter sido escrita pelo próprio Deus. Por isso não se engane, nem duvide: A BÍBLIA É MESMO A PALAVRA DE DEUS.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

O material acima, como já havíamos definido nos comentários do artigo A Farsa do Espiritismo - ver aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/01/a-farsa-do-espiritismo.html

é nossa resposta a um ridículo copiador que se esconde por trás do nome Ben Hur que retirou seu material de um, das centenas de sites anticristãos que copiam e copiam, ad infinitum, os materiais publicados uns pelos outros. O material copiado pelo tal Ben Hur segue abaixo, indicando inclusive a fonte de onde ele copiou suas tolas mentiras, devidamente respondidas em nosso artigo acima:

A Farsa da Bíblia

O cristianismo(*), assim como a Bíblia, é um embuste. O imperador Constantino (272 a 337) e um grupo de pessoas extremamente ambiciosas apossaram-se e distorceram a mensagem crística, passada a nós através de uma filosofia de vida ensinada por Yeshua, e criaram o cristianismo, atualmente difundido no mundo inteiro, e a “Palavra de Deus” dentro dos moldes da fé romana, adulterando textos, documentos históricos, removendo, acrescentando ou mantendo o que lhes era conveniente, e etc.
Toda farsa tem contradições e a Bíblia é cheia delas.

Além das múltiplas interpretações de alguns trechos, a Bíblia tem muitas contradições. Isto é um fato. Basta ler com atenção e raciocinar, para ver as contradições claramente. Por exemplo:

1) Gn 7:21-23 afirma que todos os seres viventes pereceram no Dilúvio, exceto os que estavam na arca de Noé. Nm 13:33 narra o relatório feito pelos espiões de Moisés na “terra prometida”, Canaã. Segundo este trecho, eles viram gigantes. A história de Moisés ocorrera muito tempo depois do Dilúvio, depois da Terra ter sido renovada e repovoada, segundo o Velho Testamento. Segundo o livro de gênesis, existiam gigantes antes do Dilúvio, mas eles não foram escolhidos para sobreviverem na arca e Deus matou todos os seres viventes que existiam sobre a face da Terra. Porém, quem estava na arca escapou. Isto quer dizer que apenas os familiares de Noé e os animais da arca sobreviveram e repovoaram a Terra. Mas Noé não era gigante ou descendente de um, nem nenhum de seus familiares. A lógica seria a não existência de gigantes após o Dilúvio, mas na época de Moisés existiam gigantes, segundo o livro de números. Isto é uma contradição;

(*) Trata-se do “cristianismo” propalado pelas inúmeras facções que se fundamentam e seguem exclusivamente a Bíblia: Catolicismo e protestantismo (pentecostais e neopentecostais, vulgos evangélicos). A Bíblia é um embuste como Palavra de Deus, ou seja, a Bíblia é um livro rico em histórias, fábulas e trechos que a invalidam como Palavra de Deus. As demais religiões abraâmicas e suas escrituras também se enquadram neste contexto

Fonte: http://www.clubedeautores.com.br/book/41787--QUIMERA


[1] Halley, Henry H. Manual Bíblico. Edições Vida Nova, São Paulo, 1998,