Mostrando postagens com marcador Nações Unidas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nações Unidas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de julho de 2014

VEJA O MAPA E ENTENDA O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO NA FAIXA DE GAZA




O número de mortos na Faixa de Gaza já passa dos 1136. Os feridos são mais de 6500. Do lado da nação agressora, Israel, os mortos são 57. É fácil perceber quem é a verdadeira vítima nessa guerra.

Você não verá o mapa abaixo em nenhum jornal diário do Brasil, as revistas semanais se mostrarem o mesmo, só o farão na semana que vem. E na televisão? Pode esquecer: dá muito trabalho explicar o mesmo.
Mas aqui no blog o Grande Diálogo, nós não usamos o Facebook das Forças de Ataque de Israel para sabermos o que está acontecendo na faixa de Gaza. Nós preferimos pesquisar e usar fontes independentes, de preferência israelenses.

O mapa abaixo mostra, em cor de rosa, a área que está agora mesmo, sendo ocupada pelas forças de ataque de Israel para criar uma espécie de “colchão” de 3 quilômetros entre os palestinos na Faixa de Gaza e o território de Israel. Mas veja, a área totalmente ocupada pelos israelenses e já evacuada pelos palestinos, corresponde a 44% de toda a área da Faixa de Gaza. Cerca de 560 mil palestinos foram deslocados de suas moradias. Ou seja, agora, os habitantes da Faixa de Gaza, que somam 1.8 milhão de pessoas, têm apenas 54% do seu próprio território para buscar abrigo e proteção. A situação colocada pelo exército de Israel para os palestinos foi bem simples: FOGE OU MORRE!

O desastre humanitário parece inevitável, e ficamos indignados com esses governos das nações, verdadeiramente poderosas, que apenas assistem ao genocídio sem fazer absolutamente nada. Já temos tido a oportunidade de ler em sites estrangeiros e também aqui no Brasil, sionistas judeus e pessoas que se dizem cristãos, clamando para que Israel faça suas forças avançarem e apaguem do mapa todos os habitantes da Faixa de Gaza, empurrando-os para o mar. Até entendemos sionistas judeus e israelenses, de modo geral, desejando esse genocídio, mas pessoas que se dizem cristãos desejando o mesmo soa, no mínimo, muito estranho. Já lemos diversas vezes a expressão “Israel deveria aproveita a ocupação da faixa de Gaza e LIQUIDAR essa fatura. Não fazemos nenhuma ideia onde esses falsos cristãos aprenderam esse tipo de amor pelo próximo. Certamente essas pessoas nunca entenderam as seguintes palavras de Jesus:

Mateus 5:9

Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.

Lucas 9:56

Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.

Não estamos lidando aqui com uma situação que surgiu durante os dias de guerra, mas com um plano executados pelas forças de ataque de Israel, cujo objetivo é tornar em verdadeira zona sem nenhum habitante, a faixa de 3 quilômetros como mostrada no mapa abaixo. As forças de ataque de Israel têm forçado dezenas de milhares de palestinos a abandonarem seus lares, para que os mesmos possam ser completamente destruídos restando apenas prédios pela metade, concreto quebrado e metal retorcido.

O mapa abaixo foi produzido e fornecido pelo Escritório das Nações Unidas Para Questões Humanitárias:

No mapa à direita é possível ver, em cor de rosa, toda a extensão de terra que está sendo ocupada pelas forças de ataque de Israel, que correspondem a 44% de toda a área da Faixa de Gaza.

Embedded image permalink

Deus não costuma ter piedade de quem não tem piedade. Israel precisa se preparar para o pior, quando o Senhor Soberano de toda a Terra se levantar para julgar essa nação ímpia. A matança precisa ter um fim antes que Israel tenha um fim, causado pelo próprio Deus, na opinião de muitos rabinos judeus.

Por outro lado, ainda há contas para serem ajustada com aqueles que um dia disseram as seguintes palavras:

Mateus 27:22—25

22 Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos.

23 Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!

24 Vendo Pilatos que nada conseguia, antes, pelo contrário, aumentava o tumulto, mandando vir água, lavou as mãos perante o povo, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!

25 E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!

O mapa original poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL



























Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O MUNDO ESTÁ CANSADO DAS INSANIDADES DO ESTADO DE ISRAEL



O artigo abaixo foi escrito pelo colunista israelense Gideon Levy e foi publicado no site do jornal israelense Haaretz.


O MUNDO ESTÁ CANSADO DAS INSANIDADES DO ESTADO DE ISRAEL

Israel começa a descobrir que já não é mais o centro das atenções como estava acostumado.

Por Gideon Levy

Mas que mundo cruel: Três estudantes de uma escola religiosa dedicada ao estudo da Torá e do Talmude foram sequestrados e o mundo não tem nenhum interesse nisso; três mães estão chorando e o mundo não responde. Isso acontece porque o mundo inteiro está contra nós; o mundo é antissemita e odeia Israel. A Liga de Antidifamação — ADL na sigla em inglês — já está preparando um relatório. Mas a verdade é que: é assim que as coisas são mesmo, quando você empina seu nariz para o mundo por anos a fio, eventualmente, o mundo irá empinar seu nariz para você também.

As três mães dos jovens sequestrados foram levadas até Genebra. Uma delas estava viajando para o exterior pela primeira vez em sua vida. Elas fora até o Conselho para os Direitos Humanos das Nações Unidas. Mas tanto o mundo quanto o Conselho não deram a mínima importância. Essa é uma ironia do destino: há dois anos, o Estado de Israel suspendeu, oficialmente, toda cooperação com o tal Conselho; e junto com as Ilhas Marshall, Palau e os Estados Unidos da América, se opuseram à própria formação de tal Conselho. Mas agora, na sua hora de angústia e diante da angústia das mães, Israel se volta para o Conselho para os Direitos Humanos, o qual é de fato hostil a Israel, e gasta mais tempo tratando de Israel do que de qualquer outro país. De repente, Israel precisa do mundo. Precisa até mesmo das Nações Unidas, que de um momento para o outro já não é mais uma organização inútil, como foi uma vez definida, pelo então primeiro ministro de Israel Ben Gurion.

É preciso muito descaramento para exigir que o mundo se interesse pelo destino dos israelenses sequestrados e considerável ousadia para demonstrar desapontamento pelo fato do mundo manter-se em silêncio. Temos que admitir que, Israel tentou mover os céus e a terra, e seu embaixador/propagandista junto as Nações Unidas fez um discurso bastante emocional num último esforço de arrancar mais alguns pontos de diplomacia pública contra o Hamas. Mas enquanto estava prestando atenção, esse mundo bizarro estava mais interessado nas campanhas de punição coletivas impostas sobre os residentes da Cisjordânia que aconteceram logo depois dos sequestros.

É assim que as coisas são com o mundo que está completamente contra nós. O mundo está mais interessado na ocupação das terras dos palestinos que já dura quase cinquenta anos; o mundo está mais preocupado com o destino de três milhões de palestinos do que com o destino de três israelenses. O mundo tem vítimas de sequestro demais, mas nenhuma delas chegou nem perto da atenção dedicada ao sequestro do soldado israelense Gilad Shalit. Todavia, com o atual sequestro dos três israelenses, Israel não teve a menor chance. Durante as duas últimas semanas em que estive na Suécia, eu não ouvi nenhuma menção sequer do sequestro dos israelenses nas mídias daquele país. Nenhuma sequer.

É desse modo que um fruto podre se parece. O mundo não tem nenhuma razão para estar mais interessado com o que aconteceu com Naftali Fraenkel, Eyal Yifrah and Gilad Shaar do que com o que aconteceu com outra pessoa da idade deles, Mohammed Dudin, um menino de 15 anos que foi assassinado por soldados israelenses em Dura, na última sexta feira.    

O mundo não tem motivos para se espantar pelas palavras de Rachel Fraenkel, que disse que seu filho Naftali é um bom menino que gosta de tocar a guitarra, jogar futebol, quando Mohammed também era um bom menino, que ajudava seu pai na construção da casa em que viviam durante as férias escolares e que vendia doces para ajudar a sustentar sua família. Rachel deseja abraçar seu filho Naftali? Jihad, o pai do assassinado Mohammed, também deseja abraçar seu filho. Só para ficar registrado, ninguém se preocupou em levar Jihad para Genebra. Ele permaneceu sozinho em seu luto, na casa inacabada, que agora, provavelmente, nunca será terminada.

O mundo é uma confusão, costumam dizer. No Iraque, Nigéria, Síria e até mesmo na Ucrânia, a situação é bem mais cruel. Mas a completa falta de interesse pelos israelenses sequestrados não é resultado apenas dessa situação. É impossível exigir simpatia do mundo quando Israel ignora as decisões desse mesmo mundo. É impossível exigir qualquer ação quando Israel perpetua a ocupação das terras que pertencem aos palestinos. E, é impossível exigir solidariedade com relação às vitimas israelenses quando esse mesmo Israel vitimizado continua matando, ferindo e prendendo pessoas inocentes de forma rotineira. 

Agora Israel está descobrindo que não é mais o centro das atenções como estava acostumado, e que o destino das vítimas sequestradas não faz o mundo parar de girar, nem mesmo nos Estados Unidos da América. O mundo está cansado de Israel e de suas insanidades. Infelizmente, o mundo também perdeu interesse pelo que está acontecendo aqui. Quando Israel era um país mais justo, o mundo se identificava com suas vítimas. E assim continuou fazendo mesmo quando Israel tornou-se menos justo. Mas agora, quando os níveis de rejeição de Israel estão em níveis altíssimos e a opressão sobre o povo palestino está retornando aos níveis dos  piores períodos anteriores, o mundo começa a demonstrar cansaço com tudo isso. Até mesmo as meninas sequestradas na Nigéria atraem mais interesse.

© Haaretz Daily Newspaper Ltd. All Rights Reserved

FIM DO ARTIGO DO JORNAL HAARETZ

O artigo original do Haaretz poderá ser visto por meio desse link aqui:


Todos os comentários, especialmente os que são fruto de ódio, devem ser dirigidos diretamente para o site do jornal israelense Haaretz por meio do seguinte link:

http://www.haaretz.com/contact-us


O texto diz:

Meu nome é Mohhamed Abu Khdeir.

Hoje eu fui sequestrado e queimado por colonos.

Você não irá ler nada a meu respeito na mídia ocidental, porque eu sou um palestino.

Não Mohammed, sua voz foi ouvida e aqui estamos nós honrando tua memória no ocidente.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL




















Que Deus abençoe a todos e ajude o povo de Israel a produzir frutos de verdadeira justiça.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.