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quarta-feira, 18 de março de 2015

DOUTRINA DA ELEIÇÃO: ALGUMAS OBJEÇÕES ANALISADAS



O material abaixo é de autoria de M. L. Bibb e foi publicado no site da Editora FIEL.

Objeções à Doutrina da Eleição

M. L. Bibb

OBJEÇÃO #1. Se desde a eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, Ele não é justo. Ele revela parcialidade e, assim fazendo, prova que “há injustiça” de sua parte.

Deste modo, o Juiz de toda a terra é julgado pelo homem pequenino, que não pode acrescentar sequer uma polegada à sua própria estatura. Não há uma enorme incoerência nalgum lugar, uma lamentável má compreensão do caráter de Deus e dos ensinos claros de sua Palavra, quando o Infinito tem de ser trazido a juízo por homens falíveis? Deve haver.

A dificuldade não está na justiça de Deus, e sim na inteligência humana em não compreender a relação entre a justiça e a graça divina. A salvação não se fundamenta, de maneira alguma, no rígido princípio da justiça; pelo contrário, fundamenta-se no fato de ser ela o livramento da justiça. Se Deus tivesse resolvido exercer justiça para com os filhos caídos de Adão, nenhum deles poderia salvar-se. A justiça não é, em sentido algum, um fator determinante na salvação de nenhum homem. Se, portanto, Deus escolhe salvar alguns e não outros, conforme o provam os acontecimentos de cada dia, Ele ainda pode ser justo, como o seria, se não houvesse escolhido a ninguém da raça pecadora para a salvação. Este é um fato que o calvinista professa logicamente como uma das verdades das Santas Escrituras.

OBJEÇÃO #2. Se desde a eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras, para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, o homem não é responsável. Ele não pode mudar o curso de seu destino, mesmo se desejasse fazê-lo. O seu destino está determinado, pois ele não tem vontade própria quanto a este assunto. O homem não é “um agente moral livre”, não importando o que isto signifique, e, portanto, não é responsável.

“Que diremos, pois?” A objeção à primeira vista parece ser séria ou, então, existe um grande engano a seu respeito. É evidente que existe. A dificuldade não está na escolha por parte de Deus, e sim na má compreensão humana sobre a relação entre a responsabilidade do homem e a salvação divina. A objeção baseia-se na presunção de que a responsabilidade do homem descansa sobre algo fora dele mesmo; que ele é responsável apenas por algum ato especial de Deus; que, se Deus não o escolhe para a salvação, ele não pode responder por coisa alguma que ele faz ou deixa de fazer como um ser racional. Mas o fato é que a responsabilidade do homem e sua salvação são duas coisas muito diferentes, tão diferentes que a primeira pode existir (e existe) sem a segunda. O homem não é responsável por sua salvação, e sim pelos seus pecados. Ele é um agente livre quanto à sua conduta como um ser racional e no final será julgado a respeito do bem ou do mal que praticou e não pela sua salvação. Sua salvação talvez não será mencionada, quando ele se apresentar diante do tribunal de Deus; porém, os seus maus feitos ou o bem que praticou em nome do Senhor virão à luz. “Ao Senhor pertence a salvação” e o homem, portanto, não pode ser responsável por aquilo que não lhe pertence. Mas todo homem deve responder diante do tribunal de Deus pela sua conduta individual. O pecado é uma violação do relacionamento entre o Criador e suas criaturas racionais, e este relacionamento constitui o princípio fundamental da responsabilidade do homem. Se ninguém foi salvo, apesar disso, todas as criaturas inteligentes serão responsáveis —

Romanos 3.23

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.

OBJEÇÃO #3. Se desde eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras, para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, o uso dos meios para alcançar este objetivo é supérfluo. Os que estão escolhidos para a salvação salvar-se-ão de qualquer maneira, e os que já estão salvos não precisam se preocupar com este assunto; podem assentar-se, cruzar os braços e deixar que o destino misterioso faça sua obra.

Assim têm se comportado os “hipercalvinistas” e outros fatalistas.

Esta conclusão, porém, não se fundamenta na Palavra de Deus, tampouco na experiência do seu povo eleito. É perfeitamente certo que Deus escolheu tanto os meios como o fim e mandou ao seu povo trabalhar e orar pela salvação do mundo. E colocou no mais profundo do coração dos seus servos consagrados o fazer exatamente isto —
Efésios 2:10
Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.

Os eleitos não-santificados, que vagueiam pelo mundo como ovelhas sem pastor, devem, por algum meio, ser chamados. Ora, visto que Deus ordenou a instrumentalidade humana para chamá-los à salvação, sem ter revelado aos homens quem são exatamente os seus eleitos no mundo, nós, que já respondemos ao seu chamado, somos aqueles que dirigem-se a todo homem com as boas-novas do evangelho, para reunirmos no céu os que pertencem a Ele.

Eclesiastes 11:6
Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.

A doutrina da eleição eleva-se qual montanha majestosa sobre a planície das obras humanas. Contemplá-la visa despertar na mente mais indiferente o pensamento sobre a grandeza e a soberania do Deus de nossa salvação e inspirar na alma do fiel um interesse mais profundo pelas coisas atinentes ao seu reino. Nenhuma outra verdade se apossa da alma com mais firmeza do que a eleição da parte de Deus, e nenhuma outra verdade abala mais fortemente o fundamento das obras humanas. Permita-me o leitor citar uma experiência pessoal como exemplo deste fato.

Há alguns anos, minha mente pareceu dirigir-se especialmente à doutrina da eleição, encorajando-me a pregar aos meus amados dois entusiásticos sermões sobre o assunto. Para meu espanto, criou-se em nossa congregação o maior bulício que eu já vira. Mesmo os mais ponderados de nossa igreja tornaram-se grandemente perturbados pelo espírito de investigação e crítica. Alguns vieram após o primeiro sermão a inquirir mui fervorosamente se os batistas acreditavam no que eu acabava de expor. Comecei a pensar que, com toda a certeza, eu mexera em uma casa de marimbondos.

Bem cedo, na manhã seguinte, uma das irmãs dirigiu-se a mim com seus olhos inundados de lágrimas dizendo-me em tom doloroso: “Irmão, não consegui dormir toda a noite passada. Se o que você pregou a nós, ontem, é verdade, não sei por que orar pelos meus irmãos”. Respondi àquela irmã, com bastante mansidão: “Ora, você está me falando algo que eu não sabia; não sabia que você tinha alguns irmãos. Em nossas reuniões você nunca os mencionou, embora por muitos anos tenha se mostrado assídua em todas elas”. “Sim”, disse ela, “tenho dois irmãos perdidos, em Quincy”. Recomendei-lhe que orasse mais fervorosamente por eles e prometi que em minhas orações eu a auxiliaria quanto me fosse possível, porque, acrescentei eu, ambos podem ser eleitos de Deus.

Algumas semanas mais tarde, ela me procurou novamente, mas desta vez com júbilo em seu coração, dizendo-me que ambos os irmãos haviam se convertido em um culto de uma das igrejas batistas de Quincy; que um deles viera visitá-la e assistir ao culto que se realizava em nossa igreja. A lição essencial deste artigo é que a doutrina da eleição não constitui um entrave ao trabalho de ganhar almas. Quando bons crentes realmente se incomodam com os seus vizinhos e amigos, pensando se estes pertencem aos eleitos de Deus, algo grandioso acontecerá.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 8 de abril de 2014

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO - GÊNESIS 37:11 E 12-13 - ESTUDOS 012 E 013 - JOSÉ SOFRE COM A INVEJA DE SEUS IRMÃOS, MAS MESMO ASSIM VAI PROCURÁ-LOS A PEDIDO DE SEU PAI


Jesus sendo rejeitado pelo judeus, seus próprios irmãos segundo a carne.
Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.


José Como Tipo de Cristo — Estudos 012 e 13

12. José Sofre com a Inveja de Seus Irmãos.

O ódio que os irmãos de José nutriam por ele tinha um motivo específico: inveja. Isso é anunciado de modo claro em Gênesis 37:11 onde lemos: “Seus irmãos lhe tinham ciúmes”. Eles invejavam José por causa daquilo que percebiam como parcialidade da parte de Jacó, o Pai, com aquele meio irmão mais novo. Mas eles estavam enganados. Os pecados de inveja e cobiça são tão antigos quanto a própria humanidade:

A. Nós invejamos outras pessoas.

B. Nós cobiçamos aquilo que as outras pessoas possuem.

A inveja dos judeus com relação a Jesus Cristo não é difícil de ser percebida, especialmente quando lemos a parábola dos lavradores maus em

Marcos 12:1—12

1  Depois, entrou Jesus a falar-lhes por parábola: Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, construiu um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país.

2 No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha;

3 eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio.

4 De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram.

5 Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros.

6 Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho.

7 Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa.

8 E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha.

9 Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros.

10 Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular;

11 isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos?

12 E procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque compreenderam que contra eles proferira esta parábola. Então, desistindo, retiraram-se.

Para os que tiverem interesse em estudar a parábola dos “Lavradores Maus” recomendamos nossos dois artigos em que tratamos da mesma e que podem ser acessados por meio dos links abaixo:



Outro momento, em que podemos notar a intensidade dessa inveja, foi quando Jesus ressuscitou Lázaro e muitos foram atraídos por aquele sinal a ponto dos fariseus dizerem que o “mundo ia atrás de Jesus” –

João 12:18—19

18 Por causa disso, também, a multidão lhe saiu ao encontro, pois ouviu que ele fizera este sinal.

19 De sorte que os fariseus disseram entre si: Vede que nada aproveitais! Eis aí vai o mundo após ele.

Ora, isso além de ser um exagero, não reflete o interesse do Senhor Jesus em fazer milagres. Não foi esse o motivo porque ele veio ao planeta Terra — fazer milagres — e sim dar sua vida em resgate de muitos —

Marcos 10:45

Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

A inveja que tinham de Jesus era tão intensa que o próprio governador romano Pôncio Pilatos foi capaz de perceber a mesma conforme podemos ver em

Mateus 27:17—18

17 Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhes Pilatos: A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?

18 Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado.

Não é à toa que os judeus queriam Jesus morto e fora do caminho, e acabaram traindo o Senhor, do mesmo modo como iremos notar que foi exatamente esse caminho, que os irmãos de José decidiram seguir: inveja, traição e “morte”.

13 José é Enviado por Seu Pai a Seus Irmãos.

Esse fato está narrado em

Gênesis 37:12—13

12 E, como foram os irmãos apascentar o rebanho do pai, em Siquém,

13 perguntou Israel a José: Não apascentam teus irmãos o rebanho em Siquém? Vem, enviar-te-ei a eles. Respondeu-lhe José: Eis-me aqui.

e ilustra muito bem como José serve como um maravilhoso tipo de Cristo.

A cena começa mencionando o “fato” de que os filhos de Jacó se encontravam distantes do seu pai. Mas o pai estava preocupado com seus filhos e tomou a decisão de enviar o moço José — seu amado filho — para ver como os outros estavam passando. Aqui nós temos revelado o verdadeiro coração de Jacó, que apesar de estar muito afeiçoado aos filhos de Raquel — José e Benjamim, especialmente ao primogênito que era José — ele também amava todos seus outros filhos e não se sentia indiferente quanto às necessidades que porventura tivessem, mesmo sabendo que já eram todos adultos ou, pelo menos, mais velhos que José e Benjamim. Apesar de serem mais velhos e alguns já serem homens bastante experientes, eles estavam longe do lar paterno e isso era motivo de grande preocupação para Jacó. Sendo assim, Jacó decide mandar seu filho amado em uma missão de misericórdia, porque lhes queria bem.  Agora notem em Gênesis 37:13 acima, a prontidão e o interesse de José nessa espinhosa missão.

Não existe nenhuma hesitação, nem falta de vontade, nenhuma desculpa é apresentada, mas apenas uma completa rendição para fazer a vontade de seu pai.

Essa cena ilustra muito bem a grande realidade afirmada pelo apóstolo João quando diz:

1 João 4:10

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.

Nós somos realmente abençoados quando entendemos que Deus enviou Seu Único —

João 3:16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

e Amado Filho —

Efésios 1:6

Para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado.

numa missão de amor, de modo livre e satisfeito em poder fazer a vontade de Deus

Isaías 53:11

Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos.

“Aqui estou” foram as palavras do verbo eterno de Deus ao chamado do Pai –

Hebreus 10:7

Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade.

Como os filhos de Jacó, nós também nos encontrávamos afastados do Pai, como ovelhas, cada uma errante pelo seu próprio caminho —

Isaías 53:6

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.

mas Jesus foi enviado ao nosso encontro e sofreu muito por causa das contradições inerentes a nós, como seres humanos —

Hebreus 12:1—4

1 Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,

2 olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

3 Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.

4 Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue.

Nós temos muito que aprender com Jesus nessas questões todas.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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