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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 009



Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 009

CONTINUAÇÃO

2. A segunda faceta da sabedoria que encontramos em Provérbios 1 e 2 é representada pelas expressões: entendimento e compreensão. As definições desses termos são como seguem em

Provérbios 1:2

Para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência.

בִיןbyin, cujo significado é:

Discernir, compreender, considerar, perceber, saber — com a mente — observar, marcar, atentar, distinguir, ter discernimento, ser inteligente, discreto, ter compreensão.

Provérbios 2:2

Para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento.

תְּבוּנָה tebunah, cujo significado é:

Compreensão, inteligência, o ato do entendimento, habilidade, a capacidade do entendimento, compreensão, percepção, o objeto do conhecimento, professor — como personificação. A ideia principal por trás dessas duas expressões pode ser melhor avaliada, pelo fato das duas serem derivadas de um mesmo e único verbo que é “discernir”. Foi o próprio rei Salomão que uniu essas duas ideias ao pedir para Deus que tivesse —

1 Reis 3:9—10

Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?

Comparar com:

Filipenses 1:9

E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo.

Hebreus 5:14

Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.
Ainda de Provérbios 2:2 acima, nós podemos nos apropriar da expressão hebraica לֵב leb — traduzida comumente por coração, mas que também tem o sentido de: ser interior, mente, vontade, inteligência. Desse modo, a mesma pode ser interpretada como “entendimento” como temos na Versão de Almeida Revista e Corrigida nos versos de —

Provérbios 6:32 na ARC

O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz.

Provérbios 10:13 na ARC

Nos lábios do sábio se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.
Um exemplo prático disso pode ser visto em –

Oséias 7:11

Porque Efraim é como uma pomba enganada, sem entendimento; chamam o Egito e vão para a Assíria.

Outras vezes, לֵבlebcoração, pode ser traduzida pela palavra “senso” —

Provérbios 10:13 na ARA

Nos lábios do prudente, se acha sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de senso.

CONTINUA...

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 007 - NOSSA NECESSIDADE PELA SABEDORIA VERDADEIRA



Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 007

CONTINUAÇÃO

Em duas passagens de Provérbios somos informados que o verdadeiro conhecimento de Deus é:

1. Dado através da revelação:

Provérbios 2:6

Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

2. É alimentado por aquilo que pode ser chamado a prática da presença de Deus, conforme se recomenda em

Provérbios 3:6
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

Isso nos faz lembrar o alvo da própria Nova Aliança — Todos me conhecerão, conforme

Hebreus 8:11 —

E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.

E em Provérbios lemos —

Provérbios 3:32

Porque o SENHOR abomina o perverso, mas aos retos trata com intimidade.

Isso quer dizer que os retos fazem parte do círculo íntimo do próprio Deus. Essa comunhão “em todos os teus caminhos” dá a entender, além da reverência e da obediência, a confiança; e é digno de nota que Provérbios, apesar de sua ênfase no bom senso, exalta a fé acima da sagacidade —

Provérbios 3:5—7

5 Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento.

6 Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

7 Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.

Por outro lado, o planejamento, por mais apropriado que seja, está sujeito aos ditames da própria soberania de Deus:

Provérbios 19:21

Muitos propósitos há no coração do homem, mas o desígnio do SENHOR permanecerá.

B. Deus e o Homem

Uma verdade que temos que aprender é que a vitória não depende nem das nossas forças e nem da nossa esperteza. A vitória depende do Senhor:

Provérbios 21:31

O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do SENHOR.

Por outro lado a cautela excessiva pode nos ser fatal, mas os que confiam no Senhor podem sempre descansar seguros:

Provérbios 29:25

Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no SENHOR está seguro.

Nos dias do profeta Isaías os reis de Judá em vez de confiarem no Senhor estavam procurando fazer acordos militares com os assírios e os egípcios contra os babilônios. Desse modo um dos sábios que ajudaram a escrever o Livro dos Provérbios diz que seu propósito é fortalecer a fé e não a autoconfiança —

Provérbios 22:19

Para que a tua confiança esteja no SENHOR, quero dar-te hoje a instrução, a ti mesmo.

Mas a fé a qual nos referimos não deve ser confundida como mero assentimento mental como acontece, por exemplo, com os demônios —

Tiago 2:19

Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem.

Os demônios creem no sentido de assentimento intelectual. Tal crença não se manifesta em forma da fé verdadeira que é capaz de transformar nossas vidas. Em provérbios a fé mencionada está sempre baseada em um sólido relacionamento estabelecido com Deus, exatamente como o relacionamento mencionado na aliança feita entre Deus e o povo de Israel no passado.

A aliança com Deus no passado é mencionada uma única vez no Livro de Provérbios e, mesmo assim, no contexto muito peculiar que envolve a mulher adúltera —

Provérbios 2:16—17

16 Para te livrar da mulher adúltera, da estrangeira, que lisonjeia com palavras,

17 a qual deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus. 

Não está claro se a Aliança mencionada aqui se refere à Aliança de Deus com o povo de Israel. Parece mais uma referência à aliança que a mulher citada nos versículos, teria feito algum dia, diante do seu deus — talvez numa cerimônia de casamento. Independentemente de qual aliança está sendo referida aqui, a menção da mesma apenas torna o pecado dela ainda mais nojento e abominável.

Esse tipo de vínculo pessoal com Deus é destacado também nas palavras do rei Agur que encontramos em —

Provérbios 30:7—9

7  Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra:

8  afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário;

9  para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.

Ver Também

Deuteronômio 8:11—20

11 Guarda-te não te esqueças do SENHOR, teu Deus, não cumprindo os seus mandamentos, os seus juízos e os seus estatutos, que hoje te ordeno;

12 para não suceder que, depois de teres comido e estiveres farto, depois de haveres edificado boas casas e morado nelas;

13 depois de se multiplicarem os teus gados e os teus rebanhos, e se aumentar a tua prata e o teu ouro, e ser abundante tudo quanto tens,

14 se eleve o teu coração, e te esqueças do SENHOR, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão,

15 que te conduziu por aquele grande e terrível deserto de serpentes abrasadoras, de escorpiões e de secura, em que não havia água; e te fez sair água da pederneira;

16 que no deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem.

17 Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas.

18 Antes, te lembrarás do SENHOR, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê.

19 Se te esqueceres do SENHOR, teu Deus, e andares após outros deuses, e os servires, e os adorares, protesto, hoje, contra vós outros que perecereis.

20 Como as nações que o SENHOR destruiu de diante de vós, assim perecereis; porquanto não quisestes obedecer à voz do SENHOR, vosso Deus.

A essência da aliança, como manifestada pelo rei Agur está no relacionamento íntimo com Deus. E o relacionamento desponta de modo todo especial, na forma como o pai se relaciona com o filho em —

Provérbios 3:12

Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.

Então que possamos aprender bem essa lição: Deus nos ama, independentemente de qualquer outra coisa que possa ser levada em conta.

Por fim, queremos tratar de uma questão muito importante: É possível que o próprio rei Salomão e os outros compiladores do Livro dos Provérbios tivessem a intenção de não vincular os mesmos diretamente com a Aliança feita entre Deus e o povo de Israel, porque desejavam criar uma espécie de livro que pudesse ser válido para todas as pessoas e não apenas para os chamados “filhos da aliança”? De fato não é difícil perceber que o “homem” mencionado em Provérbios não é visto, preferencialmente como um israelita, como podemos notar que é a tendência clara em outras partes das Escrituras do Antigo Testamento. É óbvio que em muitos versículos nós podemos encontrar referências às instituições do Israel Antigo. Entre essas referências podemos citar a oração e os sacrifícios. Mesmo assim a ênfase desses últimos — os sacrifícios — é a mesma que encontramos nos profetas, —

Provérbios 21:3

Exercitar justiça e juízo é mais aceitável ao SENHOR do que sacrifício.

Ver essa verdade ilustrada em

Isaías 1:10—17

10 Ouvi a palavra do SENHOR, vós, príncipes de Sodoma; prestai ouvidos à lei do nosso Deus, vós, povo de Gomorra.

11 De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes.

12 Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios?

13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene.

14 As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer.

15 Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.

16 Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal.

17 Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.

Por outro lado, temos também a colocação de que somente aqueles que amam a perversidade podem desprezar a Lei —

Provérbios 28:4

Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele.

E ainda, temos a descrição do que acontece com um povo que não tem a Lei para servir de direção em —

Provérbios 29:18

Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz.

Assim, o Livro de Provérbios, do meio de uma grande quantidade de ditados, nos apresenta a religião apenas como algo implícito nos mesmos. Isso nos impede de vestir o Livro dos Provérbios com uma estola sacerdotal ou, até mesmo, com o manto de um profeta, cuja intenção é conduzir qualquer pessoa que seja para, digamos, uma igreja.

Por outro lado, é sua figura centrada na sabedoria que nos chama a todos para nos falar de modo franco, de algum aspecto da nossa vida diária, inclusive da nossa vida no lar. A função do Livro de Provérbios é vestir a vida piedosa com as roupas do trabalho cotidiano. Por isso, o mesmo menciona o comércio e a sociedade como ambientes nos quais devemos nos comportar, de modo tal que o nome de Deus seja glorificado e não blasfemado, como acontece em nossos dias.

Romanos 2:24

Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa.

Se nós pudéssemos analisar quais influências edificam o caráter de uma pessoa, até que ela atinja a maturidade, logo perceberíamos que, as que chamamos de naturais superam, em muito, o número daquelas que podemos chamar de sobrenaturais. Mas mesmo que isso seja verdadeiro, o Livro de Provérbios nos garante que isso não diminui a eficácia da graça de Deus, porque as duras realidades que temos que enfrentar diariamente são o método estabelecido pelo próprio Deus, para moldar e formar nosso caráter. Nesse sentido então, não existe nenhuma alternativa para a graça soberana de Deus em nossas vidas. Nós temos que passar por tudo aquilo que o Senhor, na sua graça, tem preparado como forma de moldar nosso caráter. Em Provérbios, tudo procede da graça de Deus —

Provérbios 20:12

O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez, tanto um como o outro. 

Ainda assim, apesar de todas as pessoas estarem de uma forma ou de outra — alguns como crentes e outros como incrédulos — matriculados na escola de Deus, são poucos os que aprendem ali a verdadeira sabedoria, uma vez que o conhecimento que Deus deseja transmitir é o conhecimento dEle mesmo e os incrédulos não têm, nenhum interesse nisso, de nenhuma forma que seja. O conhecimento íntimo de Deus é o prêmio final de nossas vidas.

Somente através da mais completa submissão à autoridade e majestade de Deus e de Sua Palavra — o que o Livro dos Provérbios chama de: Temor do Senhor — é que podemos começar e continuar nossa tão necessária educação de verdade.

É através de uma busca diligente pela sabedoria, como alguém que procura por tesouros ocultos que encontraremos nosso prêmio final, que é uma intimidade mais profunda e intensa com o próprio Deus, na pessoa de Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo. O próprio Senhor é o princípio como o fim de todo o processo que estamos chamando de “adquirir a sabedoria”. O alvo de todo ser humano deve ser —

Provérbios 2:5

Então entenderás o temor do SENHOR, e acharás o conhecimento
de Deus.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

THALLES ROBERTO: NOVAS PATÉTICAS REVELAÇÕES - SOU MELHOR E O MAIS RICO



Conforme já falamos aqui, o cantor gospel Thalles Roberto, gosta mesmo de se meter em situações controversas. Depois do escândalo causado por suas afirmações há poucos dias e de um pedido de perdão onde acabou se complicando ainda mais. Agora temos um novo vídeo do mesmo.

Nesse novo vídeo Thalles faz algumas afirmações que demonstram o tamanho da deformação do seu ego, tais como:

THALLES ROBERTO

"Eu sou uma pessoa melhor que todos eles, juntos, cantando no mesmo palco, e eu sozinho bato em todo mundo"

"Hoje eu sou rico irmãos, muito mais que todos os outros cantores Gospel, talvez se somar tudo o que eles têm não dá metade do que Deus me deu".

E muitas outras afirmações aberrantes.

Quem tiver tempo e desejar ouvir mais essas leva do besteirol sem fim produzido pelo Thalles Roberto, poderá fazê-lo por meio desse link aqui:


Que Deus tenha misericórdia de todos nós.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 18 de julho de 2015

THALLES ROBERTO CHEIO DE VAIDADE AVISA QUE VAI MESMO DEIXAR O MUNDO GOSPEL




Foto "Divulgação"

Já não é nem novidade nem surpresa que o cantor gospel Thales Roberto decidiu voltar para o mesmo buraco de onde saiu: a MPB.

Primeiro ele abandonou a Música Popular Brasileira. Depois se tornou numa fulgurante estrela no universo gospel. Sempre metido em questões muito contraditórias — veja, por exemplo o lançamento de sua própria bíblia. Ultimamente andou explorando passagens pelas mais diversas denominações, especialmente as midiáticas — as duas últimas foram a Igreja Mundial do Poder de Deus e a Igreja Plenitude do Trono de Deus.

Agora, o cantor e compositor gospel Thales Roberto, cheio da mais profana gabolice, anuncia que o todo poderoso falou com ele pessoalmente. Por causa desse encontro como o todo poderoso ele estará se retirando do meio gospel para volta para o mundo da MPB, com o objetivo de alcançar mais pessoas. Será mesmo verdade?

Em sua fala, vestindo terno e gravata, Thales Roberto faz uma queixa — não muito velada — que está cansado de tanta crítica. O problema é que em vez de se limitar apenas a cantar ele sempre pretendeu ocupar a posição de “ungido” e de teólogo, o que abre enormes brechas para ser criticado, já que não possui formação teológica. Com isso não é difícil falar muitas bobagens e ser alvo fácil de críticas.

Depois de ter recebido a “unxão” do chulé e de ter participado de muitas outras paradas esquisitas e controversas, sua última decisão não nos surpreende.

Segundo o vídeo Deus disse para o  Thalles, o seguinte:

"Mas Deus disse: Thalles, tudo o que você podia fazer para eles (os evangélicos) você já fez. Só você faz do jeito que você faz. Eles amam você... veneram você!. Mas você está no lugar errado...sai dai!" Etc.

Os leitores poderão assistir o Thales Roberto fazer o anuncio mencionado acima por meio do vídeo que poderá ser visto por do link abaixo:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 18 de março de 2015

DOUTRINA DA ELEIÇÃO: ALGUMAS OBJEÇÕES ANALISADAS



O material abaixo é de autoria de M. L. Bibb e foi publicado no site da Editora FIEL.

Objeções à Doutrina da Eleição

M. L. Bibb

OBJEÇÃO #1. Se desde a eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, Ele não é justo. Ele revela parcialidade e, assim fazendo, prova que “há injustiça” de sua parte.

Deste modo, o Juiz de toda a terra é julgado pelo homem pequenino, que não pode acrescentar sequer uma polegada à sua própria estatura. Não há uma enorme incoerência nalgum lugar, uma lamentável má compreensão do caráter de Deus e dos ensinos claros de sua Palavra, quando o Infinito tem de ser trazido a juízo por homens falíveis? Deve haver.

A dificuldade não está na justiça de Deus, e sim na inteligência humana em não compreender a relação entre a justiça e a graça divina. A salvação não se fundamenta, de maneira alguma, no rígido princípio da justiça; pelo contrário, fundamenta-se no fato de ser ela o livramento da justiça. Se Deus tivesse resolvido exercer justiça para com os filhos caídos de Adão, nenhum deles poderia salvar-se. A justiça não é, em sentido algum, um fator determinante na salvação de nenhum homem. Se, portanto, Deus escolhe salvar alguns e não outros, conforme o provam os acontecimentos de cada dia, Ele ainda pode ser justo, como o seria, se não houvesse escolhido a ninguém da raça pecadora para a salvação. Este é um fato que o calvinista professa logicamente como uma das verdades das Santas Escrituras.

OBJEÇÃO #2. Se desde a eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras, para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, o homem não é responsável. Ele não pode mudar o curso de seu destino, mesmo se desejasse fazê-lo. O seu destino está determinado, pois ele não tem vontade própria quanto a este assunto. O homem não é “um agente moral livre”, não importando o que isto signifique, e, portanto, não é responsável.

“Que diremos, pois?” A objeção à primeira vista parece ser séria ou, então, existe um grande engano a seu respeito. É evidente que existe. A dificuldade não está na escolha por parte de Deus, e sim na má compreensão humana sobre a relação entre a responsabilidade do homem e a salvação divina. A objeção baseia-se na presunção de que a responsabilidade do homem descansa sobre algo fora dele mesmo; que ele é responsável apenas por algum ato especial de Deus; que, se Deus não o escolhe para a salvação, ele não pode responder por coisa alguma que ele faz ou deixa de fazer como um ser racional. Mas o fato é que a responsabilidade do homem e sua salvação são duas coisas muito diferentes, tão diferentes que a primeira pode existir (e existe) sem a segunda. O homem não é responsável por sua salvação, e sim pelos seus pecados. Ele é um agente livre quanto à sua conduta como um ser racional e no final será julgado a respeito do bem ou do mal que praticou e não pela sua salvação. Sua salvação talvez não será mencionada, quando ele se apresentar diante do tribunal de Deus; porém, os seus maus feitos ou o bem que praticou em nome do Senhor virão à luz. “Ao Senhor pertence a salvação” e o homem, portanto, não pode ser responsável por aquilo que não lhe pertence. Mas todo homem deve responder diante do tribunal de Deus pela sua conduta individual. O pecado é uma violação do relacionamento entre o Criador e suas criaturas racionais, e este relacionamento constitui o princípio fundamental da responsabilidade do homem. Se ninguém foi salvo, apesar disso, todas as criaturas inteligentes serão responsáveis —

Romanos 3.23

Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.

OBJEÇÃO #3. Se desde eternidade Deus escolheu algumas pessoas, mas não outras, para a salvação, de acordo com o seu soberano querer, o uso dos meios para alcançar este objetivo é supérfluo. Os que estão escolhidos para a salvação salvar-se-ão de qualquer maneira, e os que já estão salvos não precisam se preocupar com este assunto; podem assentar-se, cruzar os braços e deixar que o destino misterioso faça sua obra.

Assim têm se comportado os “hipercalvinistas” e outros fatalistas.

Esta conclusão, porém, não se fundamenta na Palavra de Deus, tampouco na experiência do seu povo eleito. É perfeitamente certo que Deus escolheu tanto os meios como o fim e mandou ao seu povo trabalhar e orar pela salvação do mundo. E colocou no mais profundo do coração dos seus servos consagrados o fazer exatamente isto —
Efésios 2:10
Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.

Os eleitos não-santificados, que vagueiam pelo mundo como ovelhas sem pastor, devem, por algum meio, ser chamados. Ora, visto que Deus ordenou a instrumentalidade humana para chamá-los à salvação, sem ter revelado aos homens quem são exatamente os seus eleitos no mundo, nós, que já respondemos ao seu chamado, somos aqueles que dirigem-se a todo homem com as boas-novas do evangelho, para reunirmos no céu os que pertencem a Ele.

Eclesiastes 11:6
Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.

A doutrina da eleição eleva-se qual montanha majestosa sobre a planície das obras humanas. Contemplá-la visa despertar na mente mais indiferente o pensamento sobre a grandeza e a soberania do Deus de nossa salvação e inspirar na alma do fiel um interesse mais profundo pelas coisas atinentes ao seu reino. Nenhuma outra verdade se apossa da alma com mais firmeza do que a eleição da parte de Deus, e nenhuma outra verdade abala mais fortemente o fundamento das obras humanas. Permita-me o leitor citar uma experiência pessoal como exemplo deste fato.

Há alguns anos, minha mente pareceu dirigir-se especialmente à doutrina da eleição, encorajando-me a pregar aos meus amados dois entusiásticos sermões sobre o assunto. Para meu espanto, criou-se em nossa congregação o maior bulício que eu já vira. Mesmo os mais ponderados de nossa igreja tornaram-se grandemente perturbados pelo espírito de investigação e crítica. Alguns vieram após o primeiro sermão a inquirir mui fervorosamente se os batistas acreditavam no que eu acabava de expor. Comecei a pensar que, com toda a certeza, eu mexera em uma casa de marimbondos.

Bem cedo, na manhã seguinte, uma das irmãs dirigiu-se a mim com seus olhos inundados de lágrimas dizendo-me em tom doloroso: “Irmão, não consegui dormir toda a noite passada. Se o que você pregou a nós, ontem, é verdade, não sei por que orar pelos meus irmãos”. Respondi àquela irmã, com bastante mansidão: “Ora, você está me falando algo que eu não sabia; não sabia que você tinha alguns irmãos. Em nossas reuniões você nunca os mencionou, embora por muitos anos tenha se mostrado assídua em todas elas”. “Sim”, disse ela, “tenho dois irmãos perdidos, em Quincy”. Recomendei-lhe que orasse mais fervorosamente por eles e prometi que em minhas orações eu a auxiliaria quanto me fosse possível, porque, acrescentei eu, ambos podem ser eleitos de Deus.

Algumas semanas mais tarde, ela me procurou novamente, mas desta vez com júbilo em seu coração, dizendo-me que ambos os irmãos haviam se convertido em um culto de uma das igrejas batistas de Quincy; que um deles viera visitá-la e assistir ao culto que se realizava em nossa igreja. A lição essencial deste artigo é que a doutrina da eleição não constitui um entrave ao trabalho de ganhar almas. Quando bons crentes realmente se incomodam com os seus vizinhos e amigos, pensando se estes pertencem aos eleitos de Deus, algo grandioso acontecerá.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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sábado, 13 de dezembro de 2014

DARWINISMO E TEORIA DA EVOLUÇÃO SÃO COLOCADAS EM CHEQUE



O material abaixo foi publicado pela revista ISTOÉ e é de autoria de Rodrigo Cardoso.

COMPORTAMENTO

Eles desafiam Darwin

Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente

Por Rodrigo Cardoso (rcardoso@istoe.com.br)

Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.

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 POLÊMICA: Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp (acima),
e o americano Paul Nelson: eles defendem o fim do paradigma da Teoria Evolutiva


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Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson, entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”

Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook, mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

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Foto: João Castellano/Ag. Istoé

NOSSO COMENTÁRIO

Que me perdoe vossa “qualquer coisa” Dr. Diogo Meyer, mas seus comentários são os mais idiotas que já tive oportunidade de ler em meus longos 60 anos de existência, com 33 desses anos discutindo as possibilidades do processo evolutivo como proposto por Charles Darwin e, mais recentemente pelo nigeriano Richard Dawkins, propostas essas que tivemos a oportunidade de desmantelar por completo em nossos artigos que podem ser lidos por meio dos links abaixo.

Além do mais o livro do professor Dr. Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin continua sem uma resposta adequada por parte dos doutores evolucionistas. E olha que esse livro foi publicado em 1996!

Dr, Michael J. Behe

ARTIGOS ACERCA DE RICHARD DAWKINS, CHARLES DARWIN E OUTROS EVOLUCIONISTAS E ATEUS





















Que Deus Abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Gênesis - Estudo 005 - A Criação - Parte 3 – A CRIAÇÃO DA VIDA NA TERRA.



Este estudo é parte de uma Análise do Livro do Gênesis. Nosso interesse é ajudar todos os leitores a apreciarem a rica herança que temos nas páginas da História Primeva da Humanidade. No final de cada estudo o leitor encontrará direções para outras partes desse estudo 
 O Livro do Gênesis
O Princípio de Todas as Coisas

בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ 
            Eretz   ha  ve-et  Hashamaim  et      Elohim        Bará     Bereshit
            Terra   a      e        céus       os        Deus         criou   princípio No
Gênesis 1:1

IV. A Preparação da Terra para receber o ser Humano e o surgimento da Vida.

B. A Criação da Vida.

Falemos agora um pouco acerca da criação da vida. Novamente, os fatos que iremos citar apontam para um Deus criador e pessoal. Ignorar estes fatos corresponde a agir de maneira preconceituosa e supersticiosa. 

O Dr. Paul Brand, em seu livro Fearfully and Wonderfully Made nos apresenta o seguinte:

“Vamos imaginar a seguinte cena: Um cientista toma um simples torrão do solo de uma floresta, com trinta centímetros quadrados de área e apenas três centímetros de profundidade, e começa a contar. Neste pequeno “mundo argiloso” que muitas vezes pisamos sem sequer pensar, nosso cientista encontra:

  • Uma média de 1356 criaturas vivas. Entre estas criaturas podemos enumerar: 
Ø  865 acarinos[1].

Ø  265 poduras[2]. 

Ø  22 miriápodes[3]. 

Ø  9 Besouros adultos. 

  • Grande número de 12 outras formas de vida. 
  • Com o uso de um microscópio eletrônico e infinita paciência ele poderá também observar os milhões de fungos e algas naquele pedaço de solo, além é claro dos dois bilhões de bactérias!”[4] 
A narrativa do Dr. Brand é realmente impressionante. Mas como teria a vida se originado na terra? Já vimos que os modelos ateístas que falam em chance e acaso deixam muito a desejar devido o fato de representarem uma possibilidade tão pequena que é na realidade impossível de acontecer, mesmo que lhes concedamos os bilhões de anos solicitados.

O melhor que eles conseguiram fazer foi o estudo realizado pelos cientistas Harold Urey e Stanley Miller em 1953 que é apontado, até hoje, como uma forte evidência de como a vida poderia ter brotado espontaneamente de material inorgânico. O estudo destes dois cientistas fica, todavia, grandemente prejudicado porque assume duas coisas a priori:

Sopa pró-biótica

1. Em primeiro lugar assume que a Terra primitiva era rica em algo que foi chamado de “sopa pré-biótica” – mas isto é contestado pelo registro geológico da Terra.

2. Em segundo lugar assume que a Terra primitiva possuía uma atmosfera completamente isenta de oxigênio — esta teoria é posta em dúvida, nos dias de hoje, na mesma proporção em que foi aceita em 1953: por unanimidade.


 
Molécula do DNA

Entretanto os experimentos do Dr. Urey resultaram na produção de diversos aminoácidos que podem ser encontrados em proteínas. Mas estes aminoácidos, por si sós, estão muito longe de produzir uma célula, ou DNA ou mesmo uma simples proteína. Durante os últimos 50 anos inúmeros outros experimentos têm tentado, inutilmente, produzir algo que seja mais parecido com uma célula viva e que vá além de aminoácidos e outros compostos orgânicos.

 
Nave Apollo

Aqui devemos notar um fato interessante. No início do projeto “Apollo”, o Dr. Harold Urey, disse que a situação da Lua naqueles dias, meados da década de 1960, era bastante propícia a processos condutivos à formação da vida. De acordo com o Dr. Urey as missões “Apollo”, que visavam levar o homem até a Lua e trazê-lo de volta em segurança, “iriam trazer amostras realmente fascinantes que poderiam nos ensinar muito acerca das origens do Sistema Solar em geral e, em particular, poderiam nos ensinar muito acerca da origem da vida”. A NASA, que não é boba nem nada, levou a sério as afirmativas do Dr. Urey e impôs severa quarentena a todos os participantes das missões “Apollo” que retornavam de viagens à Lua. O mesmo sucedeu com todo o material trazido da Lua. Tudo isto foi feito como uma precaução contra uma possível contaminação por micro-organismos danosos à saúde humana, originados da Lua. Todavia, em todas as amostras trazidas à terra, nunca se encontrou sequer traços de micro-organismos, fossem vivos ou fósseis.


Ácido RNA

Em tempos mais recentes, a hipótese da vida baseada no ácido Ribonucléico ou RNA[5] tem sido apresentada como um passo intermediário na direção do surgimento da vida. Mas os teoristas envolvidos nestes estudos admitem que o RNA precisa de um antecessor e que eles não têm a menor idéia de onde este predecessor poderia ter surgido.

 A grande maioria dos cientistas decentes e honestos o suficiente, admitem que estão completamente perdidos quando se trata de explicar como, mesmo em um meio rico de material pré-biótico, teria funcionado a sequência que cria as informações necessárias para a produção da vida, se não houver uma inteligência controlando este processo. Eles dizem isto por causa do conhecimento que possuem com relação às leis da física conhecidas como Leis da Termodinâmica. Como o nome diz estas leis explicam como a energia — como calor — funciona em nosso universo. As duas primeiras Leis da Termodinâmica ensinam que: (lembre-se que as informações a seguir são pura física e não a opinião do autor).

Primeira Lei da Termodinâmica — A energia que existe no Universo é constante. Ela não aumenta nem diminui. Não existe nenhum tipo de energia nova sendo criada ou injetada no Universo. 

Segunda Lei da Termodinâmica — A energia existente no Universo está em um permanente processo de degradação ou desorganização. Para se manter organizada seria necessária a injeção de novas energias no Universo. Mas como vimos, a Primeira Lei da Termodinâmica descarta, de forma absoluta, tal possibilidade. Desta maneira, não havendo injeção de novas formas de energia no Universo, a energia existente se degrada através de vários processos até atingir o ponto de energia térmica quando se dissipa e não pode mais ser aproveitada de nenhuma forma. Este processo é chamado de Entropia do Universo. De acordo com as leis da física os objetos em nosso Universo estão permanentemente trocando calor entre si, com o calor se movendo dos objetos mais quentes para os mais frios. Este processo irá durar até que todos os objetos no Universo tenham rigorosamente a mesma temperatura. Quando isto acontecer, o Universo, como o conhecemos, deixará de existir! Além disto, esta Segunda Lei da Termodinâmica nos ensina que nosso Universo está em permanente desagregação, ou seja, as coisas estão se desagregando — se separando ou afastando umas das outras — no nosso universo e não o contrário.

As implicações das Leis da Termodinâmica sobre as teorias materialistas do surgimento do universo e da vida, como defendidos por Richard Dawkins, são realmente devastadoras como poderemos constatar a seguir.


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Big Bang

  • Em primeiro lugar, como não temos mais energia sendo injetada no nosso universo, de onde teria surgido a energia que teria feito surgir a vida? A teoria do Big Bang explica como o universo físico teria sido criado, mas não explica como a vida surgiu! Seria necessário um segundo Big Bang para criar a vida, o que evidentemente não aconteceu como pode ser atestado pela Primeira Lei da Termodinâmica. 
  • A segunda implicação é ainda mais devastadora: como nosso universo está se desagregando, de onde teria surgido a força “organizadora” ou agregadora para fazer as moléculas se unirem e produzirem os primeiros blocos de aminoácidos? Falando em termos absolutamente dependentes das Leis Físicas da Termodinâmica, tal fato é impossível, pois não existe energia sendo injetada no Universo e a energia que existe está se degradando fazendo com que tudo no nosso universo e tudo que nele existe, se desagregue! 
Mas existem outros fatos que também podemos alinhar aqui, para mostrar o absurdo da posição defendida pelos evolucionistas materialistas.

C. As Descobertas do Dr. Edward Argyle.


  • O astro-físico Edward Argyle calculou a probabilidade de um simples organismo ter surgido na face da terra ao acaso ou por pura chance como querem pretender os evolucionistas materialistas. Para tal ele se utilizou dos princípios da “Teoria da Informação[6]”. Esta teoria mede os “sinais” em “bits”. Desta maneira podemos dizer que um cofre pode conter em seu segredo 20 bits de informação, o que, por sua vez, criaria um universo de um milhão de combinações possíveis, onde apenas uma poderia realmente destrancá-lo. De acordo com o Dr. Argyle, usando os dados fornecidos pelos próprios biólogos, a Terra Primeva não teria condições de produzir absolutamente nada que fosse além dos 200 bits de informação. Pode parecer muito, mas realmente não é. Quando consideramos uma pequena bactéria como a E. Coli — Escherichia Coli[7] — e descobrimos que a mesma possui, pelo mesmo método, cerca de 6 milhões de bits de informação, notamos que a Terra Primeva deixa a desejar, em sua capacidade criativa, um fator que é 30.000 vezes inferior à criação de uma simples bactéria como a E. Coli. 

  • Quando Edward Argyle diz que uma bactéria como a E. Coli. possui 6 milhões de bits de informação, ele está querendo dizer que a probabilidade dela ter surgido ao acaso ou por pura chance é de 1 x 101.800.000. Aqui estamos falando em uma única chance em 10 elevado a uma potência representada por um milhão e oitocentos mil zeros! Os evolucionistas materialistas precisam falar sério e parar com suas ridículas especulações acerca dos bilhões e bilhões de anos de tempo necessários para acomodar o surgimento de uma simples bactéria como a E. Coli por meio daquilo que eles chamam de pura chance ou o acaso. 

  • Mas Edward Argyle foi mais longe. Ele projetou seu modelo para incluir todo o universo e assumiu, para efeito de cálculos, que existiam 1 bilhão de planetas iguais a terra. A quantidade de bits de informação que todos estes planetas combinados poderiam produzir seriam inferiores à quantidade de informação contida em um reles vírus existente no Planeta Terra. 
D. As Descobertas do Dr. Michael H. Hart. 

  • O Biólogo Michael H. Hart da Universidade de Cambridge na Inglaterra fez outro cálculo, em 1995, baseado nos novos conhecimentos que possuímos acerca dos genes em geral. De acordo com Hart: “O organismo mais simples que conhecemos e que é capaz de manter uma existência independente possui cerca de 100 genes diferentes. Para cada um destes 100 genes diferentes se formarem de maneira espontânea num período, digamos, de 10 bilhões de anos a probabilidade é de (1030)100 = 10-3.000. Esta possibilidade é muito pequena, pois corresponde ao numero 10 antecedido por 3000 zeros com uma vírgula colocada logo após o primeiro deles. Agora a chance de todos eles — 100 genes — terem se formado dentro do mesmo período de tempo, e próximos, fisicamente falando, uns dos outros, de tal maneira que pudessem se combinar, é tão minúscula que chega realmente a ser ridículo acreditar na mesma. 
E. O Surgimento da Inteligência Humana.

Visando levar nossa discussão um pouco mais adiante, vamos assumir que todas as condições necessárias estavam nos seus devidos lugares para o surgimento da vida e que, por pura chance ou acaso, a vida tenha, de fato, surgido. Ainda assim existe um problema que nenhum evolucionista materialista tem coragem de encarar e quando encara, sua explicação além de não explicar absolutamente nada cria ainda inúmeras outras dúvidas. Essa questão tem a ver com o surgimento da inteligência humana. A maioria dos biologistas modernos acreditam e admitem que o surgimento da inteligência humana é realmente um evento muito raro quando se leva em conta que a evolução é um jogo que não possui nenhum esquema predeterminado. O fato de que somente uma espécie entre as mais de 50 bilhões de espécies estimadas, tenha desenvolvido inteligência em um período de 4.6 bilhões de anos é uma indicação clara de que a inteligência não pode ser entendida como o resultado mais natural no curso do processo evolucionário. Em outras palavras, os biologistas modernos estão nos dizendo que o ser humano é realmente insignificante, pois se inteligência fosse de fato significativa, outras espécies já teriam também desenvolvido a mesma. É este tipo de argumento por parte da ciência que produz os facínoras que conhecemos através da história, porque eles se sentem livres para destruir os seres humanos que não possuem nenhuma dignidade especial. Como a ciência diz que os seres humanos são insignificantes, os carniceiros de plantão se aproveitam destes argumentos para destruir os seres criados à imagem de Deus, aos milhões. Foi assim que Hitler tratou os judeus e estes, por sua vez, tratam os palestinos. Os genocidas consideram suas vítimas meros “animais” na mais pura conformação com o que ensinam os evolucionistas.

Palestinos Trucidados por Judeus

O fato é que a inteligência humana é realmente inexplicável em termos do Darwinismo clássico. O tipo de inteligência avançada demonstrada pelos seres humanos — acima daquela demonstrada pelos cachorros, golfinhos e macacos, por exemplo — parece aos biologistas como um caso típico de arraso ou humilhação total, tamanha a disparidade existente. O autor ao visitar o zoológico de Minneapolis — St.Paul ficou sabendo que aqueles truques que vemos os golfinhos fazerem demoram de 5 a 15 anos para serem aprendidos! Uma criança humana, por sua vez, aprende inúmeras coisas em apenas um dia! Como podemos explicar a capacidade da nossa espécie humana de escrever grandes obras literárias em verso e prosa, de compor sinfonias, de criar finas peças de arte sejam pintadas ou esculpidas, de praticar e se superar em eventos esportivos, de conduzir experimentos científicos e, acima de tudo isso, ainda possuir a capacidade de pensar de forma abstrata ou de forma rigorosamente matemática? Veja bem, nenhuma das qualidades que acabamos de mencionar são realmente necessárias para a nossa sobrevivência como espécie — e esse é o coração do Darwinismo: a sobrevivência do mais apto em sobreviver. Todavia, nossos ancestrais já possuíam estes genes há milhares de anos antes que os mesmos fossem requisitados de forma prática. Se assim não fosse nós não teríamos as capacidades que temos. Este último fato é confirmado por antropologistas modernos que nos informam que os aborígines australianos, mesmo isolados de todas as outras culturas, por um período por eles estimado em 40.000 anos, possuem todas as habilidades que podem ser encontradas entre todos os outros povos. 

Como o Darwinismo ortodoxo percebe a inteligência humana como uma verdadeira aberração, somos advertidos por estes senhores que não devemos esperar que a vida humana se desenvolva novamente no Planeta Terra, caso a mesma venha a ser extinta algum dia. E mais, de acordo com estes indivíduos a chance de existir vida, como a que conhecemos no Planeta Terra em outras partes do universo, é mínima.

F. Conclusão.

Em resumo nós podemos dizer que:

  • Levando-se em conta tudo o que é necessário para que um planeta como o Planeta Terra possa existir, a nítida impressão que temos é que a explicação bíblica de que Deus criou os céus e a terra é mais viável do que qualquer outra especulação disponível no presente. O autor entende, todavia, que não pode provar que Deus criou tudo o que existe. O que o autor pode fazer é crer que Deus criou tudo o que existe baseado nas afirmativas bíblicas. E é muito bom saber que as afirmativas bíblicas são corroboradas pelo conhecimento científico moderno. Richard Dawkins prefere acreditar de maneira diferente. Este é um direito que lhe assiste. Mas ele se torna realmente um verdadeiro “bobo da corte” quando tenta convencer as pessoas com seus argumentos que não estão baseados em evidências científicas. São apenas suas opiniões ou o que é muito pior, opiniões de terceiros que ele sequer se interessou em analisar de forma apropriada. 
  • Levando-se em conta tudo o que é necessário para a existência da vida em um planeta como o Planeta Terra, a nítida impressão que temos é que Deus é mesmo o criador deste nosso planeta já que ele possuiu todas as qualidades necessárias para acomodar e manter a vida. Nem quinhentos “zilhões” de anos seriam suficientes para criar as condições necessárias para o surgimento da vida, sem falar das formas mais avançadas e, especialmente, da forma humana e inteligente. 
  • Levando-se em conta que a vida de uma simples bactéria é constituída de elementos tão complexos e sofisticados, a nítida impressão que temos é que Deus é mesmo o criador da vida e especialmente da vida humana. Esta, a vida humana, será nosso tema mais adiante. 
Antes de terminar gostaria de mencionar algo que considero importante diante das afirmativas, muitas delas descabidas, de pessoas como Richard Dawkins: 

  • Em um livro publicado em 1995[8] o cosmólogo Paul Davies afirma que a inteligência humana só pode ser explicada como o resultado de uma das três possibilidades a seguir: 
Ø Um acidente estupendo praticamente impossível de acontecer — esta é a posição desposada por Richard Dawkins. 

Ø Um milagre sobrenatural – esta é a posição bíblica. 

Ø Um princípio cósmico auto-organizador que fez surgir a consciência humana como resultado de algum imperativo cósmico – esta é a posição alternativa desposada por Richard Dawkins caso a primeira hipótese acima se mostre insustentável. Esta é também a posição sustentada por Carl Sagan.

 
Seres Extra-Terrestres conforme imaginados

De qualquer maneira, de acordo com Davies, a existência de seres extraterrestres confirmaria a terceira hipótese mencionada acima. A ausência de seres extraterrestres nos levaria às duas primeiras possibilidades acima: acidente ou milagre. O autor segue em frente e descarta completamente a possibilidade de acidente em função de ser praticamente impossível, devido o fato de a probabilidade ser tão ínfima que é mesmo desprezível. Em seguida, leva em conta, brevemente, a possibilidade da opção do milagre sobrenatural. Mas ele dedica a maior parte do seu livro ao conceito do “princípio cósmico auto-organizador”. A defesa deste “princípio secreto”, que soa melhor aos ouvidos dos leitores de Ficção Científica do que soaria a expressão “panteísmo”, segue rigorosamente os mesmo argumentos que cientistas panteístas se utilizam, e que é: O Universo não pode ser explicado como fruto de um acidente, pois é bem evidente que existem elementos de um “desenho inteligente”. Entres estes elementos podemos destacar o código genético e as constantes cósmicas. Estes dois fatos por si só exigem a existência de uma superinteligência!  Só que esta superinteligência não pode jamais ser confundida com um Deus transcendente e pessoal.

É dentro desta linha de pensamento que o cosmólogo Carl Sagan afirma: “Eu permaneço inexoravelmente oposto a qualquer tipo de religião revelada e rejeito firmemente qualquer conversa referente a um Deus pessoal”. Ora essa não é uma maneira apropriada de agir de um cientista. Os homens que fazem ciências precisam, acima de tudo, estarem abertos a todas as possibilidades bem como a todos os tipos de conversas. No fundo a afirmação de Carl Sagan, referida acima, indica que ele é incapaz de acreditar em um divino “inventor do relógio”. Então, como explicar a existência do “relógio”? Para Carl Sagan deve existir algum tipo de força ou poder no próprio “relógio” — um conjunto de leis — talvez? Desta maneira o “relógio” inventou ou criou a si mesmo! Já para Richard Dawkins se o relojoeiro existir ele está cego e não sabe o que faz.

O romance de Carl Sagan intitulado “Contact — Contato” traz uma proposição interessante. O romance foi dramatizado por Hollywood tendo a artista Jody Foster como a principal personagem. Neste romance Carl Sagan especula acerca do fato que extra-terrestres possuiriam o conhecimento que foi usado no “desenho do universo”. Após passar por uma experiência com um extraterrestre que assume a aparência do seu falecido pai, a personagem principal do romance de Carl Sagan, se converte à ideia que o Universo possui indeléveis marcas de “desenho inteligente” e que foi criado “com um propósito”. Note bem, Sagan admite a existência de um “criador”, mas não admite em nenhuma hipótese que este “criador” seja o Deus pessoal descrito na Bíblia.

Por outro lado, em seu livro de não-ficção, intitulado The Intelligent Universe — O Universo Inteligente — o astrofísico inglês Fred Hoyle também defende a hipótese de que seres extraterrestres possuem o conhecimento relativo ao “desenho inteligente” que pode ser percebido no Universo. De acordo com Fred Hoyle, provavelmente, existe uma hierarquia de seres extraterrestres — tese essa que também foi defendida no romance e filme homônimos: Inteligência Artificial. Esta hierarquia seria constituída por um grupo de seres que teriam criado os seres humanos. Nossos criadores teriam, por sua vez, sido criados por outros seres ainda mais superiores em um esquema piramidal que culminaria não com “Deus Conosco”, mas com “Deus somos nós”. Assim temos, dentro deste esquema, o seguinte: Deus = nós = o Universo, o que não passa é claro, de panteísmo puro e simples. O próprio Richar Dawkins também desposa, agora, a ideia que os seres humanos foram criados por seres extraterrestres. Não tendo como manter a falida teoria da evolução esses covardes, depois de encherem os bolsos de dinheiro mentido para o povo, adotam teorias malucas como essa dos extraterrestres.   

Crentes na Bíblia, como nós, têm sido permanentemente ridicularizados como sendo pessoas ignorantes e supersticiosas. Richard Dawkins deixa isto bem claro em seus livros. Todavia, devemos dizer que a idéia de um “Universo autoconsciente” nos parece ser a quintessência da superstição.

A ciência que, com sua revolução, fez com que o mundo em geral se afastasse dos conceitos antigos de que o planeta Terra estava imbuído de poderes mágicos, como se estes poderes existissem em árvores, varinhas mágicas, vassouras voadoras, amuletos e até fórmulas secretas — todo o besteirol ensinado na saga de Harry Poter — vem agora defender o supra-sumo da superstição ensinando que o Universo está revestido de poderes místicos e mágicos que lhe permitem se autocriar e autoajustar. Então, quem realmente está sendo ignorante e supersticioso? [9]

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023 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, O Primeiro Construtor de Uma Cidade — Parte 22

024 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Assassino e Fugitivo da Presença de Deus — Parte 23

025 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — Caim, Como Primeiro Construtor de uma Cidade e Pseudo-Salvador da Humanidade — Parte 24

026 — Estudo de Gênesis — Gênesis 4 — A Conclusão Acerca de Caim — Parte 25

027 — Estudo de Gênesis — Gênesis 5 — Sete e outros Patriarcas Antediluvianos — Parte 26

028 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Perversidade Humana, Os Filhos de Deus e as Filhas dos Homens— Parte 27A

029 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — OS Nefilim e os Guiborim — Os Gigantes e os Valentes — Parte 27B

030 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Maldade do Coração Humano— Parte 27C.

031 — Estudo de Gênesis — Gênesis 6 — A Corrupção Humana Sobre a Face da Terra e Deus Pode se Arrepender? — Parte 27D.

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035 — Estudo de Gênesis — Gênesis 8 — A promessa que Deus Fez a Noé e seus descendentes — Parte 30 — Nunca Mais Destruirei a Terra Pela Água

036 — Estudo de Gênesis —  O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 001

037 — Estudo de Gênesis — O Valor Perene do Dilúvio para todas as Gerações — PARTE 002

038 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 001

039 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 002

040 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 003

041 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 004 — A NATUREZA DA ALIANÇA ENTRE DEUS E NOÉ

042 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 005 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 001

043 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 006 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 002 — OS NEGROS SÃO AMALDIÇOADOS?

044 — Estudo de Gênesis — A Aliança de Deus com Noé — PARTE 007 — OS FILHOS DE NOÉ — PARTE 003 — A CONTRIBUIÇÃO DOS FILHOS DE NOÉ PARA A HUMANIDADE

045 — Estudo de Gênesis — A TÁBUA DAS NAÇÕES — PARTE 001 — OS DESCENDENTES DE JAFÉ
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/genesis-estudo-045-tabua-das-nacoes.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1]  Acarinos - Ordem de artrópodes, de corpo não segmentado, abdome soldado ao cefalotórax num todo indiviso, patas com seis a sete segmentos, cuja respiração se faz por traquéias ou através da pele, e que têm vida livre ou parasitária.
[2] Poduras - O gênero-tipo dos podurídeos, insetos ápteros, saltadores, de pequeno porte, e de corpo cilíndrico; vivem sob pedras.
[3] Classe de artrópodes de corpo alongado, dividido em cabeça e tronco; a cabeça com um par de antenas, um par de mandíbulas e um ou dois pares de patas por segmento. Têm respiração traqueal, e na maioria são terrestres. Ex.: os embuás e lacraias.
[4] Brand, Dr. Paul e Yancey, Philip. Fearfully and Wonderfully Made. Zondervan Publishing Corporation, Grand Rapids, 1979.
[5] RNA - Molécula envolvida na transcrição e tradução da informação genética, formada por uma cadeia de nucleotídeos interligados.
[6] Teoria da informação - Teoria científica voltada essencialmente para a análise matemática dos problemas relativos à transmissão de sinais no processo de comunicação.
[7] Escherichia Coli – Bactéria ubíqua que é parte integral da flora intestinal dos seres humanos. Em quantidades excessivas é a maior responsável por crises de diarréia.
[8] Davies, Paul. Are We Alone? Philosophical Implications of the Discovery of Extraterrestrial Life. Basic Books, New York, 1995.
[9] Partes desse material foram traduzidas e adaptadas pelo autor do livro de: Fred Heeren. Show Me God. Day Star Publications, Wheeling, 1997.