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sábado, 18 de abril de 2015

JESUS E AS MULHERES - SERMÃO 002 – JESUS TINHA MULHERES DISCÍPULAS


Concepção artística de Marta e Maria com Jesus

Jesus e as mulheres é um tema importante dentro do contexto do Novo Testamento. As denominações históricas aos poucos vão se libertando de seus próprios preconceitos, ao passo que nas denominações evangélicas, em muitos casos, os homens abriram mão completamente de suas responsabilidades a favor das mulheres, o que tem proporcionado uma verdadeira inundação de bobagens sem fim. Nossa série de estudos procura entender o papel da mulher como visto e como foram tratadas pelo Senhor Jesus. Para isso convidamos todos os leitores a fazerem uma análise desapaixonada do material da mesma.


Texto: Vários  
Introdução.

A. Na mensagem anterior, nós tivermos a oportunidade de ver que a forma como as mulheres eram tratadas na Palestina nos dias de Jesus era algo muito degradante. 
B. Vimos também que no meio de tanta degradação, uma menina entre 13 e 14 anos, chamada Maria, que foi a mãe do Senhor Jesus, inspirada por Deus proferiu um magnífico cântico — ver Lucas 1:46—55 — onde notamos a grande compaixão que Deus tem por todos os oprimidos e, naquele caso, especialmente pelas mulheres oprimidas. 
C. Falamos de como Maria se tornou no modelo daquilo que Deus vai fazer com todos os crentes. Deus irá resgatá-los da humilhação e exaltá-los juntamente com Seu Filho Jesus Cristo. 
D. Terminamos nossa mensagem, perguntando como Jesus reagiu à forma como as mulheres eram tratadas nos seus dias? 
E. Hoje queremos iniciar nossa resposta a essa pergunta, o que será feito por meio de várias mensagens que nos mostram como Jesus se relacionou, na prática, com as mulheres com as quais conviveu durante seu ministério terrestre. 
F. A primeira coisa que temos que notar, mesmo que isso não seja muito falado e, até mesmo não agrade a muitos no meio cristão, é que Jesus tinha sim...    

MULHERES DISCÍPULAS

I. Entendendo o termo original 
A. No grego a palavra para discípulo é μαθητὴς mathetès. A mesma ocorre no singular masculino 27 vezes no Novo Testamento. 
B. Por outro lado, a expressão μαθήτρια mathétria — discípula, ocorre uma única vez em todo o Novo Testamento em 
Atos 9:36 
Havia em Jope uma discípula por nome Tabita, nome este que, traduzido, quer dizer Dorcas; era ela notável pelas boas obras e esmolas que fazia. 
C. Mas o conceito de discípula não fica prejudicado por causa dessa única menção. Dizemos isso, porque outra passagem precisa ser levada em consideração: 
Mateus 12:48—50 
Porém ele respondeu ao que lhe trouxera o aviso: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, estendendo a mão para os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe. 
D. No Oriente Médio um homem pode apontar para um grupo de homens e dizer: “aqui estão meus irmãos, tios, sobrinhos”. Mas ele jamais pode dizer, apontando para um grupo: “aqui estão meu irmão, minha mãe e minha irmã”. 
E. Mas note bem o que o texto de Mateus diz: Jesus estendeu a mão para seus discípulos e, entre esse, nós vamos encontrar sua mãe, irmãos e irmãs. 
F. Mas não para por aí não. Na impressionante narrativa que encontramos em 
Lucas 8:1—3, nós lemos — 
Aconteceu, depois disto, que andava Jesus de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus, e os doze iam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; e Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, Suzana e muitas outras, as quais lhe prestavam assistência com os seus bens.

G. Nesses versos notamos que Jesus estava viajando de cidade em cidade com um grupo de homens e mulheres que todos reconheciam como sendo seus discípulos e discípulas. A narrativa acima implica que esses homens e mulheres estavam passando dias e noites em diferentes cidades. 
H. Nos dias de hoje, uma situação como essa não chamaria atenção, praticamente nenhuma, mas naqueles dias, tal situação era impensável. 
I. Essa situação nos ensina quatro verdades importantes: 
1. A história é muito surpreendente pelos motivos que já apontamos. 
2. São as mulheres que pagam as despesas com seus próprios recursos. 
3. Lucas, um homem, admite esses fatos todos por escrito. Ele deseja que todos saibam quem pagava as despesas do movimento de Jesus quando o mesmo era pequeno e vulnerável. 
4. As atitudes de Bem Siraque e de outros — como vimos na mensagem anterior — que tinham o mesmo pensamento — são renegadas por completo e por escrito.

II. A Dramática Lição Ensinada Por Jesus na Casa de Marta e Maria 
A. Além disso, Lucas nos diz o seguinte em -  
Lucas 10:38 
Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. 
B. Mais do que isso, o Evangelista nos diz em — 
Lucas 10:39 
Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. 
C. Sentar-se aos pés de um mestre é, como nos diz o apóstolo Paulo, o mesmo que ser discípulo daquele mestre: 
Atos 22:3
Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.
D. Já Marta, está ocupada preparando a comida para aquele povo todo e ela pede que Jesus mande Maria ajudá-la. No fundo o problema não era esse. Por trás da falta de ajuda havia um problema maior e esse era: Marta não podia se conformar com Maria agindo como uma discípula de Jesus. Certamente, Marta estava pensando:

1. Isso é uma desgraça.

2. O que vai acontecer conosco?

3. Minha irmã se uniu a esse bando de homens.

4. O que nossos vizinhos irão dizer?

5. O que nossos familiares irão pensar?

6. Depois disso, quem vai querer se casar com ela?

7. Tudo isso é demais para minha cabeça.

E. Quando Jesus responde ao pedido de Marta, ele não está interessado em responder a pergunta em si e sim todas essas ideias que estavam passando pela cabeça de Marta.

F. A resposta de Jesus foi:

Lucas 10:40—42

Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada. 

G. A expressão grega μερίδα merída — porção, é usada para se referir a uma porção de alimento. Mas não podemos ignorar que a Bíblia também nos fala de alimento espiritual e é a isso que Jesus está se referindo.

H. Para Jesus, Maria tinha todo o direito de prosseguir com seus “estudos teológicos”. A brutal distinção que existia na sociedade judaica daqueles dias, entre homens e mulheres, quando se tratava do estudo das Escrituras é completamente banida por Jesus. ALELUIA!

Conclusão:

A. De todos os textos que vimos acima, é bem evidente que Jesus tinha tanto discípulos quanto discípulas.

B. Suas discípulas se encontravam tanto no meio da multidão, quanto do pequeno grupo que acompanhava Jesus em suas pregações de cidade em cidade e de vila em vila.

C. Vocês mulheres na nossa igreja, precisam acordar para essa realidade. O Senhor tem chamado você para serem discípulas da mesma forma que chamou os homens para serem discípulos.

D. O que vocês pretendem fazer? Continuar ocupadas com as tarefas do dia a dia como Marta, ou vocês pretendem se envolver prá valer no serviço ao nosso Senhor e Mestre como Maria?

E. Que Deus ilumine os corações de todas as mulheres aqui à medida que vocês decidem o que querem fazer. E que Deus também remova dos corações dos homens aqui, todo e qualquer sentimento de inveja e remova toda e qualquer vontade que surgir visando impedir as mulheres de se desenvolverem como verdadeiras discípulas de Jesus.  

Que Deus abençoe a todos.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 8 de abril de 2014

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO - GÊNESIS 37:11 E 12-13 - ESTUDOS 012 E 013 - JOSÉ SOFRE COM A INVEJA DE SEUS IRMÃOS, MAS MESMO ASSIM VAI PROCURÁ-LOS A PEDIDO DE SEU PAI


Jesus sendo rejeitado pelo judeus, seus próprios irmãos segundo a carne.
Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.


José Como Tipo de Cristo — Estudos 012 e 13

12. José Sofre com a Inveja de Seus Irmãos.

O ódio que os irmãos de José nutriam por ele tinha um motivo específico: inveja. Isso é anunciado de modo claro em Gênesis 37:11 onde lemos: “Seus irmãos lhe tinham ciúmes”. Eles invejavam José por causa daquilo que percebiam como parcialidade da parte de Jacó, o Pai, com aquele meio irmão mais novo. Mas eles estavam enganados. Os pecados de inveja e cobiça são tão antigos quanto a própria humanidade:

A. Nós invejamos outras pessoas.

B. Nós cobiçamos aquilo que as outras pessoas possuem.

A inveja dos judeus com relação a Jesus Cristo não é difícil de ser percebida, especialmente quando lemos a parábola dos lavradores maus em

Marcos 12:1—12

1  Depois, entrou Jesus a falar-lhes por parábola: Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, construiu um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país.

2 No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha;

3 eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio.

4 De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram.

5 Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros.

6 Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho.

7 Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa.

8 E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha.

9 Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros.

10 Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular;

11 isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos?

12 E procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque compreenderam que contra eles proferira esta parábola. Então, desistindo, retiraram-se.

Para os que tiverem interesse em estudar a parábola dos “Lavradores Maus” recomendamos nossos dois artigos em que tratamos da mesma e que podem ser acessados por meio dos links abaixo:



Outro momento, em que podemos notar a intensidade dessa inveja, foi quando Jesus ressuscitou Lázaro e muitos foram atraídos por aquele sinal a ponto dos fariseus dizerem que o “mundo ia atrás de Jesus” –

João 12:18—19

18 Por causa disso, também, a multidão lhe saiu ao encontro, pois ouviu que ele fizera este sinal.

19 De sorte que os fariseus disseram entre si: Vede que nada aproveitais! Eis aí vai o mundo após ele.

Ora, isso além de ser um exagero, não reflete o interesse do Senhor Jesus em fazer milagres. Não foi esse o motivo porque ele veio ao planeta Terra — fazer milagres — e sim dar sua vida em resgate de muitos —

Marcos 10:45

Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

A inveja que tinham de Jesus era tão intensa que o próprio governador romano Pôncio Pilatos foi capaz de perceber a mesma conforme podemos ver em

Mateus 27:17—18

17 Estando, pois, o povo reunido, perguntou-lhes Pilatos: A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?

18 Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado.

Não é à toa que os judeus queriam Jesus morto e fora do caminho, e acabaram traindo o Senhor, do mesmo modo como iremos notar que foi exatamente esse caminho, que os irmãos de José decidiram seguir: inveja, traição e “morte”.

13 José é Enviado por Seu Pai a Seus Irmãos.

Esse fato está narrado em

Gênesis 37:12—13

12 E, como foram os irmãos apascentar o rebanho do pai, em Siquém,

13 perguntou Israel a José: Não apascentam teus irmãos o rebanho em Siquém? Vem, enviar-te-ei a eles. Respondeu-lhe José: Eis-me aqui.

e ilustra muito bem como José serve como um maravilhoso tipo de Cristo.

A cena começa mencionando o “fato” de que os filhos de Jacó se encontravam distantes do seu pai. Mas o pai estava preocupado com seus filhos e tomou a decisão de enviar o moço José — seu amado filho — para ver como os outros estavam passando. Aqui nós temos revelado o verdadeiro coração de Jacó, que apesar de estar muito afeiçoado aos filhos de Raquel — José e Benjamim, especialmente ao primogênito que era José — ele também amava todos seus outros filhos e não se sentia indiferente quanto às necessidades que porventura tivessem, mesmo sabendo que já eram todos adultos ou, pelo menos, mais velhos que José e Benjamim. Apesar de serem mais velhos e alguns já serem homens bastante experientes, eles estavam longe do lar paterno e isso era motivo de grande preocupação para Jacó. Sendo assim, Jacó decide mandar seu filho amado em uma missão de misericórdia, porque lhes queria bem.  Agora notem em Gênesis 37:13 acima, a prontidão e o interesse de José nessa espinhosa missão.

Não existe nenhuma hesitação, nem falta de vontade, nenhuma desculpa é apresentada, mas apenas uma completa rendição para fazer a vontade de seu pai.

Essa cena ilustra muito bem a grande realidade afirmada pelo apóstolo João quando diz:

1 João 4:10

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.

Nós somos realmente abençoados quando entendemos que Deus enviou Seu Único —

João 3:16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

e Amado Filho —

Efésios 1:6

Para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado.

numa missão de amor, de modo livre e satisfeito em poder fazer a vontade de Deus

Isaías 53:11

Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos.

“Aqui estou” foram as palavras do verbo eterno de Deus ao chamado do Pai –

Hebreus 10:7

Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade.

Como os filhos de Jacó, nós também nos encontrávamos afastados do Pai, como ovelhas, cada uma errante pelo seu próprio caminho —

Isaías 53:6

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.

mas Jesus foi enviado ao nosso encontro e sofreu muito por causa das contradições inerentes a nós, como seres humanos —

Hebreus 12:1—4

1 Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,

2 olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

3 Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.

4 Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue.

Nós temos muito que aprender com Jesus nessas questões todas.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado

Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.