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sexta-feira, 28 de março de 2014

O PERDÃO DE DEUS



Depois de termos falado acerca da Depravação Total dos seres humanos, artigo esse que poderá ser visto por meio desse link aqui:


E depois de termos falado das “Misericórdias de Deus” cujo artigo poderá ser  visto aqui:


Nada mais apropriado do que falarmos acerca do “PERDÃO DE DEUS”. Portanto, sem mais demoras, vamos falar um pouco desse importante assunto.
 
A necessidade de recebermos o perdão que apenas Deus pode nos conceder

I. Os Pedidos do Povo de Deus

Salmos 25:7 - Não te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-te de mim, segundo a tua misericórdia, por causa da tua bondade, ó SENHOR.

Salmos 51:9 - Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.

Salmos 79:9 - Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.

II. O Que Deus Faz com Nosso Pecados

Salmos 85:2 - Perdoaste a iniquidade de teu povo, encobriste os seus pecados todos.

Salmos 103:10 - Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.

III. O Que Deus Tem Prometido – Note bem os superlativos utilizados!

Caso esses superlativos deixem você muito impressionado, está tudo certo. Esse é o objetivo de Deus.

Isaías 1:18 - Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

Isaías 38:17 - Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura; tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados.

Isaías 43:25 - Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.

Isaías 44:22 - Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.

Jeremias 31:34 - Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Miquéias 7:19 - Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.

Hebreus 8:12 - Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Hebreus 10:17 - Acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre.

IV. Uma Última Palavra

1 João 2:12 - Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.

Que Deus abençoe a todos.


Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O VERDADEIRO PERDÃO DE DEUS



A Igreja Católica Apostólica Romana tem criado no decorrer dos séculos muitas invencionices. Uma das mais insidiosas é a que se refere às indulgências. Foi por causa da venda de tais benefícios que teve início a discórdia entre a Igreja Católica Romana e um de seu monges, o agostiniano Martinho Lutero, que culminou com a chamada Reforma Protestante do Século XVI.

Lutero entendeu as palavras contidas em

Romanos 1:17

O justo viverá por fé.

Quando isso aconteceu ele entendeu, perfeitamente, a imoralidade contida em todas as questões que envolviam as indulgências, o purgatório e etc.

Agora, conforme já falamos em outro artigo nosso, o Vaticano anunciou uma indulgência plenária, que corresponde ao perdão de todos os pecados e das penas temporais exigidas pela justiça de Deus contra esses pecados, para todos os que participarem, com sinceridade, de todos os eventos e praticarem dois dos sacramentos: a confissão de pecados para um homem — padre — e não para Deus e tomar a comunhão — chamada de hóstia que não passa de um biscoito feito de água com farinha.

Veja nosso artigo anterior com o anúncio bombástico e mentiroso do Vaticano por meio desse link aqui:


Mas nada disso é necessário para se obter o perdão de Deus. Se você deseja realmente conhecer o que a Bíblia ensina sobre o PERDÃO DE DEUS sugerimos a leitura dos versículos bíblicos apena, abaixo, sem intromissão de ensinamentos de nenhuma denominação, com exceção dos títulos para facilitar a organização dos mesmos.

A necessidade de recebermos o perdão que apenas Deus pode nos conceder

I. Os Pedidos do Povo de Deus

Salmos 25:7 - Não te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões. Lembra-te de mim, segundo a tua misericórdia, por causa da tua bondade, ó SENHOR.

Salmos 51:9 - Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.

Salmos 79:9 - Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.

II. O Que Deus Faz com Nosso Pecados

Salmos 85:2 - Perdoaste a iniquidade de teu povo, encobriste os seus pecados todos.

Salmos 103:10 - Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades.

III. O Que Deus Tem Prometido – Note bem os superlativos utilizados!

Caso esses superlativos deixem você muito impressionado, está tudo certo. Esse é o objetivo de Deus.

Isaías 1:18 - Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

Isaías 38:17 - Eis que foi para minha paz que tive eu grande amargura; tu, porém, amaste a minha alma e a livraste da cova da corrupção, porque lançaste para trás de ti todos os meus pecados.

Isaías 43:25 - Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.

Isaías 44:22 - Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.

Jeremias 31:34 - Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Miquéias 7:19 - Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar.

Hebreus 8:12 - Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei.

Hebreus 10:17 - Acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre.

IV. Uma Última Palavra

1 João 2:12 - Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados, por causa do seu nome.

Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 10 de março de 2013

DIVÓRCIO, NOVO CASAMENTO E πορνείαν — porneían



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Ontem recebi a seguinte solicitação:

Desculpe usar um tópico não pertinente, contudo não achei endereço de email que pudesse endereçar minha dúvida. Tomei contato com seu site lendo sobre a polêmica do Dep. Fed. Marcos Feliciano e li mais muitos outros tópicos. Seu vasto curriculum me encorajou a lhe pedir um estudo (se não há neste extenso blog) sobre divórcio e recasamento à luz da Bíblia. Li um estudo em um site e achei muito profundo e bem diferente daquilo que é pregado. Assim, peço que o senhor esclareça aos irmãos o significado da palavra grega "pornea" que é traduzido na maioria das Bíblias por "imoralidade sexual" ou "adultério".
Abaixo, o link do estudo que li:
http://familiasparacristo.com.br/evangelho-de-mateus-capitulo-19-sob-duas-traducoes-diferentes
Agradeço desde já.

Aqui vai a resposta para o benefício de todos:

Caro irmão,

Não há nada para desculpar, pois todos os tópicos são pertinentes a nós como crentes. Lamento que o blog não tenha meu e-mail, mas você pode me escrever no seguinte endereço, se precisar alguma outra vez:


Infelizmente ainda não transformei em artigo(s) os ensinamentos bíblicos acerca de divórcio e novo casamento.

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Quanto a expressão “porneían”, com base em Colossenses 3:5 podemos dizer:


  •  πορνείανporneíanPode ser traduzida de forma geral como : “relação sexual ilícita” o que pode incluir: “adultério, fornicação, homossexualidade, lesbianismo, relação sexual com animais etc”. Ver Strong, J., & Sociedade Bíblica do Brasil. (2002; 2005). Léxico Hebraico, Aramaico e Grego de Strong (H8679). Sociedade Bíblica do Brasil. Traduzida por “fornicação” é o sexo entre pessoas não casadas ou solteiras. Isto inclui o sexo entre namorados ou com uma mulher ou homem que vive da prostituição — venda de serviços sexuais. Quando envolve a participação de alguma pessoa casada, a mesma reflete o conceito de adultério. A cultura daqueles dias aceitava a relação sexual fora do casamento, o que é aqui condenado por Deus. A prostituição procede do coração humano — Marcos 7:21 — e é definida como uma das obras da carne que milita contra o espírito — Gálatas 5:19. Sua prática, muito comum entre nós, é frontalmente contrária à vontade explícita de Deus para nós — 1 Tessalonicenses 4:3. Ver também 1 Coríntios 6:19.

Quanto à questão do divórcio e novo casamento, apesar de ter uma posição bem firmada em minha vida e meu ministério pastoral, que está para completar 36 anos, eu posso oferecer as seguintes breves idéias:

1. O divórcio era uma instituição bastante sólida no Oriente Próximo, quando Deus tirou o povo de Israel do Egito. O mesmo acontecia também, por exemplo, com o “vingador de sangue”. Então Deus tolerou, por um tempo essas e outras práticas. Todavia impôs limites às mesmas.

2. Quando ao vingador de sangue, Deus passou a proteger aqueles que tinham cometido um assassinato não intencional criando as chamadas cidades de refúgio —

Números 35:13 

As cidades que derdes serão seis cidades de refúgio para vós outros.

Três dessas cidades ficavam além do Jordão — na Transjordânia e três do lado de cá do Jordão — na Cisjordânia.

3. Quanto ao divórcio, apesar de Deus ser contra ele aceitou o mesmo pela dureza do coração do povo, por um tempo —

Mateus 19:8 

Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio.

4. Mas Deus também impôs limites ao divórcio ainda nos dias da antiga aliança —

Deuteronômio 24:1—4

1 Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa;

2 e se ela, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem;

3 e se este a aborrecer, e lhe lavrar termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer,

4 então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a desposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim, não farás pecar a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança.

Note bem: o homem — macho — poderia divorciar sua mulher por qualquer motivo, mas:

A. Era obrigado a fornecer uma carta de divórcio explicando o motivo — algo muito humilhante para os machões da época.

B. No caso do homem que divorciou sua mulher e se casou com outra e descobriu, tardiamente que tinha feito um péssimo negócio, ele podia se divorciar da segunda mulher, também fornecendo uma carta de divórcio, mas não podia, em nenhuma hipótese, voltar a se casar com a primeira mulher.

5. Esses dois impedimentos agravaram bastante a liberdade desfrutada pelos machos israelenses com relações às suas mulheres.

6. Mais adiante já mais perto do advento do Messias Jesus, Deus abriu o jogo quanto ao divórcio com palavras firmes e inequívocas:

Malaquias 2:16 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje: 

Pois o SENHOR Todo-Poderoso de Israel diz: — Eu odeio o divórcio; eu odeio o homem que faz uma coisa tão cruel assim. Portanto, tenham cuidado, e que ninguém seja infiel à sua mulher.

7. Ainda nos dias da Antiga Aliança que durou até a ressurreição de Jesus quando entramos, de fato na nova aliança, o Senhor Jesus endureceu também o jogo admitindo o divórcio apenas em caso de infidelidade conjugal. Já não era possível se divorciar por qualquer motivo. Os próprios discípulos reclamaram desse ensinamento:

Mateus 5:32 

Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.

Mateus 19:3—12 — Jesus resume a Criação, a concessão do divórcio no Antigo Testamento, mas já introduz, como legislador que era, novas regras:

3 Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando: É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?

4 Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher

5 e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?

6 De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.

7 Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta de divórcio e repudiar?

8 Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio.

9 Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que casar com a repudiada comete adultério.

10 Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar.

11 Jesus, porém, lhes respondeu: Nem todos são aptos para receber este conceito, mas apenas aqueles a quem é dado.

12 Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus. Quem é apto para o admitir admita.

8. Mais adiante já com a Nova Aliança em plena atividade o adultério é visto como pecado capaz de fazer um indivíduo não herdar o reino dos céus. Não são apenas a práticas homossexuais que são condenadas como certos pastores midiáticos e políticos gostam de pensar.

1 Coríntios 6:9—10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,

10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.

9. Por fim mais uma grave advertência:

Hebreus 13:4 

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.

Palavras claras e inequívocas, mas a imoralidade corre solta dentro das igrejas chamadas evangélicas.
Da perspectiva pastoral, todavia, existem problemas práticos e aqui está o que tenho adotado com o passar dos anos procurando ser compassivo com os transgressores, mas sem abrir mão dos ensinamentos bíblicos.

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1. Divórcio não tendo como motivo a infidelidade é PECADO. Nesse caso deve ser tratado como tal, pouco importa quem seja o homem ou a mulher que praticaram o mesmo. Mas temos que nos lembrar que todos os pecados podem ser perdoados, havendo arrependimento verdadeiro, com exceção do pecado imperdoável. Mas mesmo que o pecado seja perdoado aquele que se divorciou, não está livre para casar novamente, sob a pena de cometer adultério, que é outro pecado sério.

Mateus 12:32 

Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.

Marcos 3:29 
Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno.

Lucas 12:10 
Todo aquele que proferir uma palavra contra o Filho do Homem, isso lhe será perdoado; mas, para o que blasfemar contra o Espírito Santo, não haverá perdão.

2. Em caso de divórcio pecaminoso, por outro motivo que não seja infidelidade, nós adotamos em nossa igreja o princípio de admitir pessoas que estão num segundo casamento. Mas se houver novo divórcio nossa posição é bem clara: se quiser continuar em nossa igreja como divorciado pode, mas não pode se casar uma terceira vez, pois já está mais que provado que a pessoa não tem o dom para viver casado. Além disso precisa haver profundo arrependimento e confissão de pecado diante de Deus.

3. Quando alguém vem para nossa igreja e já está no segundo, terceiro ou quarto casamento, nós os recebemos de modo normal fazendo apenas questão de garantir que o casal entenda a gravidade dos pecados cometidos no passado, dos quais eles precisam de arrependimento profundo. Caso esse casal venha a se divorciar passam a valer as regras apontadas no item 2 acima.

4. Em caso de divórcio por abandono, onde o incrédulo abandona o crente, mesmo não tendo acontecido infidelidade, tal divórcio é considerado não pecaminoso, e o crente está totalmente livre daquele relacionamento, mas não está livre para se casar novamente. 

1 Coríntios 7:12—15

12 Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta 
consente em morar com ele, não a abandone;

13 e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o marido.

14 Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos.

15 Mas, se o descrente quiser apartar-se, que se aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem chamado à paz. 

5. Um novo casamento só é completamente aceitável diante de Deus em caso da morte de um dos cônjuges conforme a instrução que temos em -

1 Coríntios 7:39

A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor.

Quanto aos ensinamentos contidos no site indicado por você:


Seguem algumas ponderações sobre o que lá está escrito.

1. Em primeiro lugar ele não diz que ele tem uma agenda e que por causa dessa mesma agenda sua visão será sempre distorcida em um ou outro ponto, porque ele deseja, acima de tudo, provar que seu entendimento está certo.

2. Depois ele não diz que o adultério, a fornicação, a prostituição, a homossexualidade e etc., são todos PECADOS e, como pecados, estão sujeitos ao perdão divino mediante arrependimento profundo e confissão sincera e ninguém pode julgar o coração de outra pessoa, apenas Deus.

3. O longo artigo ignora um fato gritante em toda a passagem de Mateus 19. Se Jesus está falando de intercurso sexual onde uma das partes — homem ou mulher — é CASADO, que diferença realmente faz chamar isso de fornicação ou de “imoralidade sexual” como o faz a Almeida Revista e Atualizada, ou de “adultério” como faz a Nova Tradução na Linguagem de Hoje? Todas essas são traduções válidas para a expressão grega πορνείανporneían. Como a relação envolve uma pessoa CASADA não é mesmo um caso de ADULTÉRIO? Não é exatamente essa conclusão a que o próprio Jesus chega no final do versículo 9 quando usa a expressão “adultério”? Não existe saída: infidelidade conjugal, independente do nome que se queira chamar é sempre ADULTÉRIO, em última instância. Agora não querer conceder perdão a algum adúltero é concordar com a Congregação Cristã do Brasil que considera o adultério como sendo o pecado imperdoável.

4. O autor do artigo citado trata Mateus 19:9 como se o mesmo não estivesse tratando de uma cláusula de exceção. Mas em nenhum momento tem coragem de citar outro verso que trata do mesmo assunto que é

Mateus 5:32

Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.

Nesse versículo a cláusula de exceção fica transparente pelo uso que Jesus faz da expressão grega παρεκτὸςparektòs — cujo significado é: exceto; com a exceção de.

Todavia, como falamos acima, mesmo em caso de adultério, a parte inocente que se divorcia não tem liberdade para casar novamente

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Salmos 119:1—8 – Os Bem-Aventurados – Estudo 002

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Atenção esse estudo é parte de uma série no Salmo 119. No final de cada estudo você ira encontrar links para os outros estudos. Recomendamos a leitura da série inteira para melhor proveito.

A. Exposição do Salmo 119:1— 8

1. Introdução

·       Como mencionamos anteriormente este Salmo 119 é um acróstico baseado nas vinte e duas letras do alfabeto hebraico.


·       Cada letra do alfabeto hebraico é usada em um grupo de oito versículos no Salmo 119.


·        A primeira divisão de oito versículos inicia com a letra a - Alef que significa “boi”. É usada para representar o numeral 1. Esta letra apesar de ser chamada como se fosse uma vogal é na realidade uma consoante que funciona como um símbolo etimológico, mais ou menos, como a nossa letra H em português.


2. Os Bem-Aventurados

·       A palavra hebraica אַשְׁר esher – é traduzida em português pela expressão bem-aventurado.


·       Esta palavra é utilizada em hebraico para expressar uma condição de felicidade que independe das circunstâncias e é normalmente usada de forma interjetiva: Oh! Como são felizes!


·       Esta felicidade independe das circunstâncias porque está atrelada ou resulta da obediência a Deus e à Sua palavra. Assim temos que: Salmos 119: 1—2.


  • Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do SENHOR.

·       Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração.


·       Nosso relacionamento com Deus é realmente um relacionamento onde Deus não espera nada menos do que a totalidade do nosso ser e das nossas intenções.


Ø  No Antigo Testamento Moisés ordenou ao povo de Israel o seguinte: Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força – Deuteronômio 6:4—5.


Ø  No Novo Testamento o Senhor Jesus ao ser inquirido acerca de qual era o maior mandamento foi taxativo: E um deles, intérprete da Lei, experimentando-o, lhe perguntou: Mestre, qual é o grande mandamento na Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento – Mateus 22:35— 38.


·       Assim são verdadeiramente felizes aqueles que se concentram em agradar a Deus, através da obediência. Estes que procedem desta maneira são chamados de Bem-aventurados pelo salmista quando diz:


Ø  Salmos 112:1 — Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR e se compraz nos seus mandamentos.


Ø  Salmos 128:1 — Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos!


·       A única maneira que nós temos de provar que amamos a Deus é sendo obedientes aos Seus mandamentos!  Este é o motivo porque o salmista diz que os bem-aventurados são os que: conforme Salmos 119:1—3.

 
Ø  São irrepreensíveis no seu caminho.


Ø  Andam na lei do SENHOR.


Ø  Guardam as prescrições do SENHOR.


Ø  Não praticam a iniqüidade.



3. Os Bem-aventurados e o Problema da Desobediência


·       O salmista diz no Salmos 119:4 o seguinte: Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca.


·       Mas quem é suficiente para estas coisas? Quem consegue obedecer ao SENHOR de forma irrepreensível? De forma completa e total? A resposta, temos que admitir, é: ninguém! Mas não precisamos desanimar nem desistir, porque Deus mesmo vem ao nosso socorro para nos ajudar!


·       Em primeiro lugar Deus nos ajuda perdoando nossos pecados de desobediência. Sabe como Deus chama aqueles que são perdoados? São chamados de Bem aventurados! Ver:


Ø  Salmos 32:1 - Bem aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto.


Ø  Salmos 32:2 - Bem aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo.


·       Assim, aqueles que confiam no SENHOR e nele se refugiam são chamados de Bem aventurados! Ver:


Ø  Salmos 34:8 - Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem aventurado o homem que nele se refugia.


Ø  Salmos 40:4 – Bem aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança e não pende para os arrogantes, nem para os afeiçoados à mentira.


Ø  Salmos 84:5 – Bem aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados.


Ø  Salmos 146:5 Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus.


·       No Salmos 119:5 e 8 o salmista pede a Deus que firme seus passos e que não o desampare jamais. Assim temos, em segundo lugar, que Deus vem ao nosso socorro, pois é Ele mesmo que nos escolhe, nos aproxima de Si, nos repreende e nos ensina. Agora já sabemos como Deus chama aqueles a quem Ele escolhe e ensina! Isto mesmo: são chamados de bem aventurados! Ver:

Ø  Salmos 65:4 – Bem aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de ti, para que assista nos teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de tua casa — o teu santo templo.


Ø  Salmos 94:12 – Bem aventurado o homem, SENHOR, a quem tu repreendes, a quem ensinas a tua lei.


·       Quando recebemos o perdão do SENHOR e nos deixamos voluntariamente ensinar pelo SENHOR então podemos dizer como o salmista diz no Salmos 119:6—7:


Então, não terei de que me envergonhar, quando considerar em todos os teus mandamentos.


Render-te-ei graças com integridade de coração, quando tiver aprendido os teus retos juízos.


·       Não é à toa que o salmista diz que o povo que recebe do SENHOR este benefícios só pode ser chamado de bem aventurado! Ver:


Ø  Salmos 144:15 - Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!

4. Conclusão

·       Nós somos verdadeiramente bem aventurados quando:


Ø  Somos perdoados por Deus.


Ø  Buscamos o SENHOR de todo nosso coração e deixamos que Ele mesmo seja nosso auxílio.


Ø  Deixamos o SENHOR nos ensinar Seus caminhos através da Sua palavra.


Ø  Andamos de forma prática e efetiva obediência com relação aos mandamentos do SENHOR.

Que Deus abençoe a Todos.

OUTROS ESTUDOS NA SÉRIE DO SALMO 119

001 — Estudo Introdutório — A Excelência da Palavra de Deus =

002 — Salmos 119:1—8 — Os Bem Aventurados =

003 — Salmos 119:9—16 — A Importância da Palavra de Deus para os Jovens

004 — Salmos 119:17—24 — A Importância da Palavra de Deus para os Seus Servos

005 — Salmos 119:25—32 — A Confiança do Salmista em Deus e em Sua Palavra

006 — Salmos 119:33—40 — Completa Dependência de Deus e Sua palavra

007 — Salmos 119:41—48 — Servindo Deus Nos Termos de Deus

008 — Salmos 119:49—56 — Encontrando Conforto na Palavra de Deus de Deus

009 — Salmos 119:57—64 — Encontrando Plena Satisfação Apenas em Deus

010 — Salmos 119:65—72 — A Bondade de Deus

011 — Salmos 119:73—80 — A Experiência Pessoal do Salmista com a Palavra de Deus

012 — Salmos 119:81—88 — A esperança baseada em Deus e na Palavra de Deus, nas horas de maior angústia

013 — Salmos 119:89—96 — A Fidelidade de Deus Manifestada em Sua Palavra e Por Meio da Criação

014 — Salmos 119:97—104 — Os inúmeros benefícios derivados da leitura e do estudo da Palavra de Deus.

015 — Salmos 119:105—112 — O apego do Salmista a Deus e à Sua Palavra diante das dificuldades da vida.

016 — Salmos 119:113—120 — O Salmista e a Vida íntegra Diante de Deus.

017 — Salmos 119:121—128 — O Salmista e sua Luta por Justiça com o reconhecimento implícito de que Deus é o único, verdadeiro e definitivo Juiz dos seres humanos.

018 — Salmos 119:129—136 — O Salmista reconhece excelência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que deplora o fato de que “os homens não guardam a Tua Lei”

019 — Salmos 119:137—144 — Deus, Sua Justiça, Sua Palavra e o Salmista

020 — Salmos 119:145—153 — Uma Lição Objetiva Acerca do Ato de Orar

021 — Salmos 119:153—160 — O contraste entre o Salmista que busca a Deus com intensidade cada vez maior e os ímpios que desprezam a Deus

022 — Salmos 119:161—168 — VERDADEIRA PAZ E SEGURANÇA SÓ EXISTEM EM DEUS

023 — Salmos 119:169—176 — A NECESSIDADE DEFINITIVA QUE TEMOS DE CONFIAR EXCLUSIVAMENTE EM DEUS

Alexandros Meimaridis

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