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segunda-feira, 8 de maio de 2017

SERMÃO PARA O DIA DAS MÃES 2017 - MARIA, UMA MÃE CHAMADA PELO PRÓPRIO DEUS


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TEXTO BASE: Lucas 1:34—38
Introdução

A. Quando olho para as mães, todas as mães, qualquer mãe, eu sei que a chamada Teoria da Evolução é uma grossa mentira. Se fosse verdadeira as mães já teriam desenvolvido bem mais que duas mãos!

B. Uma mãe foi colocar seu filho de quatro anos para dormir na véspera dele completar cinco anos. Ela disse para o filho que ele iria dormir com quatro anos, mas que acordaria na manhã seguinte com cinco. A mãe então perguntou para o filho se ele entendia o que ela estava dizendo? O filho balançou a cabeça que sim e mostrou os quatro dedos que estava acostumado a mostrar sempre que alguém perguntava a idade dele. Em seguida ele adicionou o polegar mostrando a mão para a mãe dizendo: amanhã eu vou estar com minha mão cheia!

C. Para todas vocês, mães, que estiveram, estão e estarão com suas mãos cheias, nos celebramos esse dia: o dia das mães.
D. Nossa igreja tem mães, avós e bisavós. Cada uma delas tem histórias e histórias para contar. E a Bíblia também está cheia de histórias acerca de mães e avós.

E. Talvez a mais emblemática de todas as histórias da Bíblia acerca das mães e avós, seja a que envolve Maria, porque a ela foi confiada uma importante missão, do mesmo modo como vocês também receberam uma importante missão relacionada a seus filhos, netos e bisnetos.

F. Nosso interesse hoje é buscarmos aprender com Maria, a mãe de Jesus, algumas verdades importantes que valem para todos, mas valem, especialmente para as mães. Vejamos:

MARIA, UMA MÃE CHAMADA PELO PRÓPRIO DEUS

I. Uma Mãe Chamada Por Deus se Submete à Vontade de Deus

A. Maria era apenas uma adolescente já engajada num compromisso de casamento, quando o anjo Gabriel lhe apareceu e lhe disse que ela tinha sido escolhida para ser a mãe do filho de Deus.

B. Depois de pedir esclarecimentos óbvios relativos àquela revelação, o que Maria fez? Ela disse as seguintes palavras:

Lucas 1:38

Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra.

C. Maria estava ansiosa? Com certeza. Maria tinha dúvidas acerca de suas próprias habilidades para executar tamanha tarefa? Qual mulher não teria? E ela era apenas uma adolescente. Como qualquer mãe aqui presente Maria estava apreensiva quanto ao futuro. Ela certamente desejava o melhor para seu filho, mas ela sabia que a vida reserva coisas boas, mas traz também situações desagradáveis.

D. O que realmente representava para Maria ser a mãe do Filho de Deus? Será que ela e ele seriam protegidos por forças especiais. Será que estariam isentos das dores pelas quais todas as mães e seus filhos e filhas precisam passar. A história nos revela o que se passou. Apesar de ser a mãe do Filho de Deus, Maria não foi preservada das dores mais angustiantes, como:

1. Ver a família dividida:

Marcos 3:20—21

20 Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer.

21 E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.

2. Acompanhar de perto a crucificação do próprio filho.

João 19:25

E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.

E. Essas são algumas das muitas situações desagradáveis que Maria teve que enfrentar como mãe. Mas o objetivo principal de Maria em sua vida não era evitar a dor e o sofrimento e sim fazer a vontade de Deus.

II. Uma Mãe Chamada Por Deus Não Precisa Ser Perfeita

A. Essa é uma verdade libertadora. Vocês que são, foram ou serão mães não recebem um chamado de Deus para serem perfeitas. Vocês recebem um chamado para serem mães.

B. Quando minha mãe engravidou pela terceira vez, ela já estava com 39 anos. Como ela tinha úlceras estomacais essa situação era agravada pela gravidez o que colocava em risco sua própria vida e a vida da criança. Por razões relacionadas à preservação da saúde dela, o médico recomendou que um aborto fosse feito. Até meu pai era a favor do aborto. Mas minha mãe tinha plena consciência do chamado que recebera de Deus e sua posição foi bem firme. Ela decidiu levar a gravidez até o final. Se algo acontecesse antes do final e ela viesse a perder a própria vida, ela estava resignada que aquela teria sido a vontade de Deus. Matar o filho que levava no ventre estava fora de qualquer cogitação para ela.

C. Ela levou a gravidez até o final. Depois de oito anos do nascimento do segundo filho, nasceu o terceiro. Minha mãe não era perfeita, mas ela não queria desobedecer a Deus tirando a vida de uma criança ainda não nascida.

D. Certamente Maria não era perfeita como o texto sagrado nos mostra com clareza. Mas Deus não esperava perfeição dela. Apenas obediência em meio às lutas da vida diária.

E. Como Maria, vocês também cometeram erros hoje mesmo. E cometerão outros amanhã e depois. No entanto, nada disso impede e nem impedirá que Deus ame e continue amando sempre vocês e acolhendo-as todas as vezes que vocês o procurarem.

F. A própria mulher virtuosa de Provérbios 31, que tantas vezes fez muitas mulheres desanimarem, por não poderem se equiparar com ela, é apenas fruto da imaginação do autor que escreveu um poema em forma de acróstico usando as 22 letras do idioma hebraico. A chave de como devemos entender o poema está, exatamente no primeiro versículo:

Provérbios 31:10

Mulher virtuosa, quem a achará?

G. Mulher perfeita assim, não existe.

III. Uma Mãe Chamada Por Deus Nunca Abandona Seu Compromisso

A. Como já foi mencionado, Maria estava ao lado da cruz em que Jesus estava crucificado. Mas essa cena verdadeira está muito longe das cenas que vemos em quadros ou vitais nas igrejas.  

B. Ali, aos pés da cruz Maria estava sofrendo vendo ao que tinham reduzido seu filho. Jesus, naqueles instantes era apenas uma figura pálida do homem dinâmico e brilhante que nos encanta nas páginas dos evangelhos. Naqueles instantes, certamente Maria ansiava por uma intervenção de Deus que a livrasse daquele sofrimento indescritível.

C. Aquele era certamente o momento que foi profetizado por Simeão logo após o nascimento de Jesus, quando disse:

Lucas 2:35

Também uma espada traspassará a tua própria alma.

D. Mas não existe nada nesse mundo que seja capaz de fazer uma mãe desistir de ser aquilo que ela é: MÃE. Uma mãe chamada por Deus nunca abandona suas responsabilidades como mãe.

E. Mães desse tipo podem ser encontradas nos hospitais, em velórios, na porta das penitenciárias. Em nenhuma condição, nem mesmo diante da morte, elas abandonam o chamado que receberam de Deus.

F. Mesmo em situações extremas, quando mães precisam abrir mão de seus filhos para que sejam adotados, porque isso é no melhor interesse da criança, ainda assim tal ato, tantas vezes incompreendido, é fruto do profundo amor que nutrem pelos filhos e filhas e desejam o melhor para eles.

G. Mães recebem um dom da parte de Deus que é a capacidade de amar seus filhos independentemente das circunstâncias. Nada, nesse mundo, pode ser comparado ao amor de uma mãe.

Conclusão.
A. Maria, ao decidir ser obediente ao chamado de Deus, teve a oportunidade de testemunhar o descortinar daquilo que Deus havia planejado antes da fundação do mundo: 
1. Ela testemunhou o nascimento do Filho de Deus. 
2. Ela acompanhou Seu ministério. 
3. Ela esteve perto do Filho quando o mesmo morria por nossos pecados. 
4. Ela se encheu de grande júbilo, junto com outros, quando Jesus ressuscitou dentre os mortos. 
5. Ela participou da inauguração da Nova Aliança por meio do derramamento do Espírito Santo como está registrado em Atos 2.
B. É um dom maravilhoso poder viver para ver o desenrolar da vida dos filhos. Algumas mães vivem o bastante para verem o desenvolvimento da vida de seus filhos até chegarem os netos e os bisnetos. Outras experimentam a dor da perda inoportuna. E outras ainda, partem cedo. Tudo é parte da vida que temos de viver. Nenhuma dessa coisas é extraordinária e única. 
C. Mães e seus filhos e filhas estão ligados pelo cordão umbilical. Eu creio que este vínculo permanece mesmo depois do nascimento. E quando mães e seus filhos e filhas conhecem a Jesus, o elo de ligação entre eles torna-se ainda mais forte! 
D. Nosso desejo é que vocês mães, avós e bisavó que estão presentes aqui hoje, sejam ricamente abençoadas por Deus e com a Sua ajuda cumpram fielmente o chamado que receberam.  
Deus abençoe a todas
Amém.
Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 29 de abril de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - ESTUDO 10 - AS ADVERTÊNCIAS BÍBLICAS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS — PARTE 001


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

Introdução

A. Nessa série de estudos nós temos sido lembrados de que Deus é digno de toda a glória que nós podemos dar a Ele.

B. Nós aprendemos que Deus nos criou e nos redimiu para que pudéssemos viver para Ele e para que trouxéssemos glória ao Seu nome.

C. Vimos que é necessário fazer o que é certo — praticar a verdade: praticar a verdade em amor, fé e esperança e fazer tudo isto para a glória de Deus.

D. Neste último estudo vamos considerar algumas advertências bíblicas que estão relacionadas com a Glória de Deus.

I. O Princípio por trás das advertências: Deus é digno de toda a glória e toda a glória pertence somente a Deus.


A. Nós somos exortados a glorificar a Deus

1 Crônicas 16:23—29

Cantai ao SENHOR, todas as terras; proclamai a sua salvação, dia após dia. Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas, porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais do que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus. Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário. Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força. Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade.

Comentário:

1. Esses versículos explicam porque Deus deve ser glorificado. Deus deve ser glorificado por causa da Sua grandeza e das obras magníficas que Ele tem feito.

2. Quando consideramos a excelência moral de Deus, Sua perfeição infinita, a grandiosidade de Suas obras, o amor que Ele manifesta de forma prática e a extensão da Sua provisão a nosso favor devemos ser conduzidos a tributar honra, louvor, glória e majestade a Sua pessoa.

3. Nós precisamos dar ouvidos a esta exortação divina e nos dedicar à tarefa de glorificar a Deus. Ele é digno.


B. Nós somos lembrados de que toda a Glória pertence somente a Deus

Isaías 42:8.

Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura.

Comentário:

1. Esse versículo nos ensina que Deus é digno de ser louvado e glorificado por causa daquilo que Ele é. Este é o significado da expressão “meu nome”. O nome de Deus, nas Escrituras, resume Seus atributos, Sua provisão amorosa, Suas promessas graciosas, Sua obra criativa bem como Sua soberana intervenção a favor do Seu povo.

2. Deus não irá permitir que a glória devida ao Seu nome seja dada a outrem. Todas as vezes que alguém dá glória a algum ídolo, essa pessoa entra em uma relação de juízo com o Deus verdadeiro.

3. Esse princípio serve como uma severa advertência a todos nós. O que é certo para nós — a verdade — é que devemos glorificar somente a Deus. Quando não fazemos isto nós estamos agradando a nós mesmos.


II. Ilustração bíblicas de falhas em se glorificar a Deus.


A. Israel falhou em adorar a Deus voltando-se para os Ídolos

Jeremias 2:11—13

Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia, o meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito. Espantai-vos disto, ó céus, e horrorizai-vos! Ficai estupefatos, diz o SENHOR. Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas.

Comentário:

1. Deus Se descreve a Si mesmo, nestes versículos, como a Glória de Israel. Ao escolher e abençoar o povo de Israel Deus havia feito com que eles se tornassem no que eram como nação.

2. Quando Israel se voltou para os ídolos abandonou a fonte de toda a vida e luz por aquilo que era caracterizado por morte e trevas.

3. Por causa da nossa natureza pecaminosa nós somos poderosamente atraídos àquilo que para nada nos aproveita. Nós somos grandemente atraídos por aquelas coisas que podem nos trazer gratificação instantânea.


B. Israel falhou em glorificar a Deus por negligência

Jeremias 13:11

Porque, como o cinto se apega aos lombos do homem, assim eu fiz apegar-se a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá, diz o SENHOR, para me serem por povo, e nome, e louvor, e glória; mas não deram ouvidos.

Comentário:

1. Esse verso é bastante claro. Deus desejava abençoar Seu povo de tal maneira que Sua glória fosse manifestada através deles. A eles foi concedido o grande privilégio de cooperarem com Deus na consecução do Seu plano perfeito. 

2. A atitude teimosa deles fez com que perdessem o melhor daquilo que Deus tinha em mente para eles. Em vez de viverem na terra prometida gozando as bênçãos de SENHOR, eles foram deportados para a Babilônia onde viveram como escravos.

3. Essa trágica ilustração nos é apresentada como uma advertência —

Jeremias 4:22

Deveras, o meu povo está louco, já não me conhece; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem.

Nós não podemos negligenciar nosso andar com Deus, duvidar de Suas promessas e fracassar em obedecer a Seus mandamentos. Quando fazemos estas coisas nós perdemos a bênção de Deus e não conseguimos glorificar Seu nome.

C. Os Sacerdotes de Israel não viveram para a glória de Deus

Malaquias 2:1—2

Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento. Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração.

Comentário:

1. Esta terrível advertência e avaliação foi dada para aqueles de quem se esperava soubessem viver para glória de Deus.

2. No capítulo 1 do livro de Malaquias os motivos do fracasso dos sacerdotes são declarados de forma em clara.

Eles haviam desprezado o nome de Deus pela falta de reverência e de obediência a Deus — verso 6.

Eles ofereciam sacrifícios defeituosos a Deus — versos 7—8.

Eles consideravam o trabalho para Deus como canseira — verso 13.

Eles permitiam que o povo transgredisse sem confrontá-lo — verso 14.

3. Essas evidências de como não de deve viver para Deus, nos vem como uma advertência. O que será que Deus diria de nós?


D. Os crentes em Corinto falharam em glorificar a Deus

1 Coríntios 1:26—31

Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus. Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.


Comentário:

1. Os crentes em Corinto só estavam preocupados com eles mesmos. Eles haviam se dividido em várias “panelas” e cada uma queria mostrar que era mais espiritual que o outro.

2. Aqueles crentes em Corinto, como muitos de nós, haviam se esquecido de que Deus lhes havia dado tudo que eles tinham —

1 Coríntios 4:7

Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?

3. Enquanto aqueles crentes estavam olhando somente para eles mesmos, seus dons, seu testemunho, seu serviço, suas conquistas, Deus não estava sendo glorificado.

4. Esta atitude de espiritualidade autocentrada está em completa contradição com o plano e propósito de Deus. Deus deve ser glorificado e não o homem. Deus tem determinado que ninguém seja exaltado em Sua presença.

5. Nesses versículos nós temos o motivo principal que explica o porquê de tantos problemas na igreja de Corinto.

CONTINUA...

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

MÃES PRECISAM DE DEUS



O artigo abaixo foi publicado no site da Editora Fiel e é de autoria de Gloria Furman

Mães Precisam da Graça de Deus, Sempre

Gloria Furman

Mães têm um papel estratégico em permitir que o evangelho molde a sua casa, ao esperarem sempre na necessidade que têm da graça de Deus. Você precisa da graça de Deus? Ou você tem o que é preciso para trabalhar nas múltiplas tarefas da sua rotina? Você precisa da graça de Deus? Ou você já “passou por isso antes” com o seu marido, e sabe que esse conflito se resolverá com o tempo? Você precisa da graça de Deus? Ou você só precisa do Google? Você precisa da graça de Deus? Ou você praticamente já tem a maternidade toda resolvida?

Se quisermos dar graça aos nossos filhos, então primeiro temos que estar dispostas a recebê-la de Deus.

Em meio às infinitas possibilidades para o “nós sempre” de nossas casas, há uma única expectativa que podemos estar certos de encontrar todos os dias, quer estejamos conscientes disso ou não: sempre precisamos da graça de Deus. Como um hinólogo escreveu: “Toda a habilidade que ele exige é sentir a sua necessidade dele”.

Graça é a coisa mais importante para mantermos em mente enquanto moldamos as expectativas de nossa casa. Nossos filhos precisam crescer sabendo que “sempre confiamos em Deus porque ele é capaz de nos ajudar e está disposto a fazê-lo” e “sempre louvamos a Deus, porque ele é o nosso tesouro mais valioso”. E precisamos nos levantar a cada manhã sabendo que “eu sempre confio em Deus porque ele está disposto e é capaz de me ajudar”.

O evangelho deve moldar a nossa forma de moldar nossa casa por meio de nossas tradições. Será que isso significa que devemos estudar o catecismo com nossos filhos? Será que isso significa que temos que ser mais intencionais sobre como celebramos feriados religiosos? Talvez. Essas são questões pessoais.

O evangelho, no entanto, não é uma questão de preferência pessoal; é uma questão de vida e morte espiritual. O evangelho pode moldar a nossa casa quando nós, mães, percebemos que não alcançaremos sempre os padrões de excelência que desejamos. Se quisermos dar graça aos nossos filhos, então devemos estar dispostas a recebê-la de Deus primeiro. Tendemos a nos chafurdar na vergonha ou a ser cínicas em relação à nossa incapacidade de não incorrer no mesmo erro. Em algum momento, fracassaremos e, às vezes, cairemos feio. Então devemos nos gloriar no evangelho, porque nele Deus misericordiosamente nos dá Cristo para ser nosso tesouro valioso. Coisas como “culpa de mãe” não podem nos esmagar porque Cristo foi esmagado na cruz em nosso lugar. Jesus é a nossa esperança; ele cumpriu as mais elevadas expectativas de perfeição de Deus, e todas as promessas de Deus encontram nele o seu sim —

2 Coríntios 1:20

Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.

Nele, encontramos misericórdia em tempos de necessidade – que é sempre.

Gloria Furman
Gloria Furman é esposa, mãe, trabalhadora trans-cultural e autora dos livros “Glimpses of Grace”, “Treasuring Christ When Your Hands...

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 4 de maio de 2015

ANDREW MURRAY - ESTUDO 004 - FAZENDO A VONTADE DE DEUS - VONTADE DE DEUS: QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS



ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES

Mateus 18:14

Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos.

Será que aprendemos bem as três primeiras lições? As mesmas poderão ser vistas por meio dos links indicados mais abaixo:

Nosso Senhor usou as palavras “destes pequeninos”, não apena para fazer referência às crianças com as quais havia falado em

Mateus 18:3—5

3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.

4 Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.

5 E quem receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe.

Mas também aos “pequeninos que creem em mim”, os humildes que não têm nenhum reconhecimento entre as pessoas desse mundo. E mais, Jesus nos diz que da mesma forma como um homem busca uma ovelha perdida e se alegra quando encontra a mesma, assim também com o Pai cuja vontade é que nenhum desses humildes se perca. As palavras de Jesus se referem diretamente à salvação eterna desses que estão perdidos. Jesus disse:

João 6:38—40

38 Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou.

39 E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia.

40 De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

A vinda de Jesus do céu, Sua vida sobre a terra, todos os aspectos de sua obediência bem com de Sua santidade tinham um único propósito: fazer a vontade de Deus no que diz respeito à salvação dos pecadores perdidos. 

Mas o que podemos dizer acerca de nós mesmos? Se nós temos nos consagrado a fazer a vontade de Deus, será que a salvação dos pecadores também deve ser prioritária para nós, como foi para Jesus? Ou será que a vontade de Deus para nós tem a ver apenas com os requerimentos da Lei de Deus e uma vida de justiça e santidade? É claro que não. A vontade de Deus como revelada na pessoa de Jesus Cristo é bem mais ampla e rica do que a Lei, que foi adicionada por causa do pecado, somente até a vinda da semente prometida —

Gálatas 3:17—19

17 E digo isto: uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a pode ab-rogar, de forma que venha a desfazer a promessa.

18 Porque, se a herança provém de lei, já não decorre de promessa; mas foi pela promessa que Deus a concedeu gratuitamente a Abraão.

19 Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador.

Não podemos deixar que nossos desejos egoístas limitem a vontade de Deus àquilo que nós achamos que é necessário para a nossa salvação. O verdadeiro amor em fazer a vontade de Deus torna-se evidente em:

1. Numa vontade de entendermos quão ampla a mesma é de fato.

2. Num desejo de permitir que a mesma alcance as maiores profundezas dos nossos corações e vidas.

3. Numa consagração de nossas vidas em fazer a vontade de Deus no que diz respeito aos pecadores.

Que todos aqueles que oram de modo sincero dizendo: “Seja feita a Tua vontade”, possam receber em seus corações a amorosa vontade de Deus. Que nunca possamos deixar nos enganar com a ideia de que a vontade de Deus consiste apenas de uns poucos mandamentos. Sua vontade é muito mais gloriosa do que isso. A vontade de Deus é sua própria natureza, a revelação de sua perfeição divina, a expressão de seu amor ilimitado. Quanta tolice da nossa parte em imaginar que podemos fazer a vontade de Deus a menos que tenhamos esse amor entranhado em nossos corações. Portanto, precisamos abrir nossos corações e permitir que o amor de Deus seja derramado dentro dele pelo Espírito Santo.

Que possamos entender que o amor de Deus pelos perdidos é o mais glorioso aspecto da sua vontade. Que possamos reconhecer que o amor pelos perdidos é uma das evidências mais claras da verdadeira piedade e o caminho certo para experimentarmos a plenitude da alegria da salvação. Continuemos a orar com devoção, então, para que Deus encha nossos corações com seu próprio amor. Amor pelos perdidos é, geralmente, visto como algo excepcional, mas pode estar certo que essa é a vontade de Deus para cada um de Seus filhos como uma parte indispensável de uma vida espiritual saudável.

Da mesma forma como um homem busca uma ovelha perdida até encontrá-la e depois se alegra com isso, assim também com a vontade de Deus que não deseja que ninguém venha a perecer. Desse modo, essa também deve ser a nossa vontade. Foi a vontade de Deus que O moveu para enviar seu Filho para que entregasse Sua própria vida, Seu tudo. A vontade de Deus deve nos mover a entregar tudo o que temos até mesmo nossas próprias vidas, para a salvação dos perdidos. Uma vez que a vontade de Deus se apossa dos nossos corações, ela nos levará a perguntar o que podemos fazer pelos perdidos ao nosso redor. Ela nos fará ter vontade e irá até mesmo nos compelir a nos dedicarmos por completo à oração e à súplica, a vigiar e trabalhar, para que almas possam ser salvas. A vontade de Deus acerca da salvação dos perdidos se tornará para nós em motivo de grande alegria.

Você que professa desejar fazer a vontade de Deus em todas as coisas, isso é pelo que você deve orar e se empenhar: a salvação dos perdidos. Pleiteie para que Ele abra teus olhos. A vontade de Deus é amor pelos perdidos. Diga a Deus que você deseja viver para fazer a vontade dEle. Se ofereça a Ele para ser cheio com Seu amor, e comece a alcançar aqueles que estão carentes e necessitados. A vontade é divina e a missão é celestial. Você não pode pretender completar a mesma com tuas próprias forças. Mas se você der o primeiro passo na direção certa, Deus ira trabalhar em e por meio de você. Ele irá produzir dentro de você uma vontade divina, e movido por Seu amor você será capaz de realizar a obra. E você ainda irá experimentar a verdade contida na promessa do Senhor enquanto continua vivendo sobre essa terra:

Mateus 7:21

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

Fazer a vontade de Deus é viver no tempo presente as realidades da vida celestial!

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis

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