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sábado, 25 de fevereiro de 2017

VIVENDO A VIDA CRISTÃ — ESTUDO 013 — EMPECILHOS PARA VIVER A VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 013 A 015


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A vida Cristã é um dos maiores mistérios da humanidade. Trata-se da própria presença do Espírito Santo habitando nos crentes verdadeiros para transformá-los, dia a dia, em pessoas cada vez mais parecidas com a pessoa do Senhor Jesus Cristo. Essa série de estudos pretende discutir a fundo essa questão e esperamos que a mesma possa não apenas abençoar, mas também impactar poderosamente a vida de cada um dos leitores.

II. EMPECILHOS PARA A VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 013 e 015

EMPECILHOS A VIDA CRISTÃ

É sempre possível, mesmo tendo as melhores das intenções, sermos enganados em alguma área vital da nossa crença — convicções. Esses tipos de enganos certamente irão produzir ações incorretas. Essas ações estarão em desacordo com a perfeita vontade de Deus. Cedo ou tarde esses enganos tornam-se verdadeiras barreiras à Vida Cristã.

Se vamos ser cristãos bem sucedidos nós precisamos honestamente procurar e, ao encontrarmos, derrubarmos essas barreiras. Deus só pode nos livrar através da verdade e para isto Ele exige de nós honestidade. Não é à toa que Satanás, nosso inimigo, é chamado de “aquele que barra o caminho” — 1 Tessalonicenses 2:18 — e de mentiroso, conforme — João 8:44. Abaixo segue uma pequena lista das mentiras e barreiras mais comuns levantadas pelo nosso adversário. Junto com as mentiras de Satanás fornecemos uma série de versículos bíblicos os quais constituem a resposta — verdade — de Deus para aquelas.

13. Que a fé não é importante na santificação. Ela é uma operação divina.

Romanos 14:23

Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.

Romanos 15:13       

E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo.

Hebreus 4:1—11

1 Temamos, portanto, que, sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, suceda parecer que algum de vós tenha falhado.

2 Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram.

3 Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito: Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora, certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do mundo.

4 Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera.

5 E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso.

6 Visto, portanto, que resta entrarem alguns nele e que, por causa da desobediência, não entraram aqueles aos quais anteriormente foram anunciadas as boas-novas,

7 de novo, determina certo dia, Hoje, falando por Davi, muito tempo depois, segundo antes fora declarado: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração.

8 Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia.

9 Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.

10 Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.

11 Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência.

Hebreus 11:6

De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.

1 Pedro 1:6—8

6  Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações,

7  para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo;

8  a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.

14. Que a fé é sentimento.

Mateus 8:5—10

5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:

6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.

7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.

8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.

10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.

Romanos 4:17—25

17 Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí, perante aquele no qual creu, o Deus que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem.

18 Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência.

19 E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara,

20 não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus,

21 estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera.

22 Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça.

23 E não somente por causa dele está escrito que lhe foi levado em conta,

24 mas também por nossa causa, posto que a nós igualmente nos será imputado, a saber, a nós que cremos naquele que ressuscitou dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor,

25 o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação.

Hebreus 11: 1—40

15. Que a fé e amor podem ser separados.

1 Coríntios 13:3

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

Gálatas 5:6

Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.

1 Tessalonicenses 1:3

Recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo.

1 Tessalonicenses 3:6

Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros,

1 Timóteo 1:5

Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia.

OUTROS ARTIGOS ACERCA DE “VIVENDO A VIDA CRISTÔ

ESTUDO 001 — COMO RECONCILIAR O PASSADO

ESTUDO 002 — INTRODUÇÃO GERAL

ESTUDO 003 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 001

ESTUDO 004 — UMA DESCRIÇÃO DA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 002

ESTUDO 005 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 001

ESTUDO 006 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 002

ESTUDO 007 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTE 003

ESTUDO 008 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA —PARTE 004

ESTUDO 009 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 005 e 006

ESTUDO 010 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 007 e 008

ESTUDO 011 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 009 e 010

ESTUDO 012 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 011 e 012

ESTUDO 013 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 013 a 015

ESTUDO 014 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 016 a 017

ESTUDO 015 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 018 a 019

ESTUDO 016 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 020 a 021

ESTUDO 017 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 022 a 023

ESTUDO 018 — EMPECILHOS PARA UMA VIDA CRISTÃ NAS PALAVRAS DA PRÓPRIA BÍBLIA — PARTES 024 a 026
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/vivendo-vida-crista-estudo-018.html

Que abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 28 de março de 2016

ANDREW MURRAY - ESTUDO 012 – ESTANDO EM PAZ COM A VONTADE DE DEUS



ESSA SÉRIE DE ARTIGOS ESTÁ BASEADA EM UM LIVRO ESCRITO POR ANDREW MURRAY CUJO TÍTULO ORIGINAL É: NOT MY WILL OU NÃO A MINHA VONTADE. ESPERAMOS E ORAMOS QUE TODOS POSSAM SER RICAMENTE ABENÇOADOS POR MEIO DESSAS MEDITAÇÕES

Atos 21:14

Como, porém, não o persuadimos, conformados, dissemos: Faça-se a vontade do Senhor!

Paulo estava em Cesareia, indo para Jerusalém. Ágabo, um profeta, declarou por meio do Espírito Santo que Paulo seria feito prisioneiro pelos judeus e entregue aos romanos. Os amigos do apóstolo pediram para que o mesmo desistisse de ir até Jerusalém. Mas Paulo disse a eles que estava pronto, não apenas para se tornar um prisioneiro, mas até mesmo para morrer pelo nome do Senhor Jesus. Quando seus amigos entenderam que não podiam persuadi-lo, eles disseram: “seja feita a vontade de Deus”. Eles se submeteram ao que perceberam ser a vontade de Deus.

Essa história nos ensina como nós podemos encontrar descanso para nossos corações durante as horas mais difíceis e também, como enfrentar tudo o que causa medo e tristeza — que seja feita a vontade de Deus.

Existe uma diferença entre a vontade agradável de Deus, que é a vontade que procede dum Deus Santo que nos ama, e Sua vontade permissiva, que é sua vontade Soberana sobre todos. A primeira inclui todos que se encontram numa posição correta diante de Deus, para os quais o próprio Deus tem palavras de aprovação e mandamentos a serem obedecidos. A segunda engloba tudo que acontece, até mesmo as atividades dos ímpios. Nada ocorre em todo universo separado de Sua vontade permissiva. Não era a vontade agradável de Deus, que Paulo fosse entregue a seus inimigos, mas era sua vontade permissiva.

Compreender essa verdade é um dos maiores confortos na vida dum cristão: qualquer coisa desagradável que possa ocorrer a um Cristão só acontece por causa da vontade permissiva de Deus e, portanto, os problemas e dificuldades nos quais um cristão se encontra são a vontade de Deus para ele. Não é a vontade de Deus que alguém me odeie ou me persiga; Deus não deseja o pecado. Porém, se alguém me odeia ou me persegue eu sei que Deus permitiu que isso acontecesse e que as provações e o sofrimento são Sua vontade para mim.

Uma vez que eu aceito essa verdade, posso voltar minha atenção para longe daquilo que causa a minha dificuldade e também das pessoas que me incomodam e fixar meu coração em Deus que, dentro de sua vontade, quer que eu suporte tal sofrimento. Então, eu posso começar a seguir o exemplo de Jesus, que aceitou ser traído por Judas e também sofreu com o ódio de Caifás como sendo parte da vontade de Deus, o mesmo sendo verdadeiro com o cálice que o Pai havia dado para Ele beber. Então, nenhum poder sobre a Terra ou, no inferno, pode roubar minha paz de coração, a segurança de que a vontade de Deus me trouxe para dentro de uma situação específica.

Para que você possa sempre desfrutar dessa benção deixe-me te ensinar quatro simples lições:

1. Quando você for provado ou afligido, lembre-se imediatamente do seguinte: eu estou aqui pela vontade de Deus, exatamente onde Ele planejou que eu estivesse. Independentemente se a provação ocorreu por causa do ódio dum inimigo ou da deslealdade dum amigo, por causa dum erro que eu mesmo cometi ou, por uma direção específica de Deus, preciso sempre me lembrar que tal dificuldade é Sua vontade para mim. A essa vontade eu preciso me submeter. Essa deve ser minha primeira preocupação. A paz verdadeira, só pode ser encontrada quando eu estou dentro da vontade de Deus. De fato, naquele momento, eu não poderia me encontrar em uma circunstância melhor, por que estou dentro de Sua vontade. Seja feita a vontade de Deus!

2. Então, você também poderá afirmar de forma corajosa e confiante o seguinte: “Deus, tendo me conduzido para dentro dessa dificuldade, certamente me dará a graça para me conduzir até eu sair da mesma”. Eu preciso manter uma submissão silenciosa, uma confiança inamovível e uma entrega completa a Sua vontade, por meio da qual, eu preciso honrar o Senhor. Essas são coisas que ele mesmo me ajudará a fazer. Eu me atrevo a esperar por elas sem duvidar. Foi ele que me conduziu até aqui e é ele que também vigia sobre minha vida.

3. Você pode ir mais além e dizer: “O próprio Deus irá me ensinar, porque Ele me conduziu para essa provação”. O propósito de Deus é sempre a nossa santificação e por isso ele nos disciplina. Sua intenção é nos livrar do poder da carne e do mundo, da autovontade e do desejo de agradar nosso ego, para nos humilhar e nos transformar em pessoas que tenham uma mentalidade como de crianças, que confiam plenamente em Deus. Portanto, eu posso ter certeza que aquele que me colocou no caldeirão acompanha todo processo cuidadosamente, com o objetivo de me purificar e aperfeiçoar. Ciente disso, eu me entrego com todo meu coração para fazer a Sua vontade, dizendo: “deixe Deus fazer o que é certo conforme sua própria vontade. Seja feita a vontade de Deus”!

4. Você também terá a ousadia de dizer: “a vontade de Deus, que me trouxe até aqui, também pode me ajudar a sair dessas tribulações, de acordo com Seu próprio Tempo e Sua própria maneira”. Sua obra é levar adiante o plano que, em Seu amor, Ele desenhou para mim. Minha parte é me entregar completamente para fazer Sua vontade. Isso é o que eu quero fazer. Seja com lágrimas ou com alegria, em submissão silenciosa ou alegre, eu irei sempre viver como um cidadão do céu deve viver, com um único desejo em meu coração: seja feita a vontade de Deus!

Que benção é conhecer que as mais difíceis provas, a mais amarga aflição, assim como o menor dos desapontamentos e também os medos passageiros, tudo pode trabalhar junto para fazer com que a minha vontade seja uma, de modo completo com a gloriosa vontade do meu Deus.

OUTROS ESTUDOS DA SÉRIE “NOT MY WILL” — NÃO A MINHA VONTADE

Estudo 001 – A VONTADE DE DEUS — A GLÓRIA DO CÉU

Estudo 002 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA CÉU

Estudo 003 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — NOSSA UNIDADE COM O SENHOR JESUS

Estudo 004 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — QUE OS PERDIDOS SEJAM SALVOS

Estudo 005 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O ALIMENTO CELESTIAL

Estudo 006 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — SACRIFICANDO MINHA PRÓPRIA VONTADE

Estudo 007 – FAZENDO A VONTADE DE DEUS — O CAMINHO PARA ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL

Estudo 008 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A TUA VONTADE

Estudo 009 — A VONTADE DE DEUS — SENHOR QUE QUERES QUE EU FAÇA?

Estudo 010 — A VONTADE DE DEUS — CONHECENDO E FAZENDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 011 — A VONTADE DE DEUS — SENDO UMA PESSOA DE ACORDO COM O CORAÇÃO DE DEUS

Estudo 012 — A VONTADE DE DEUS — SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS

Estudo 013 — A VONTADE DE DEUS — PRATICANDO A VONTADE DE DEUS

Estudo 014 — A VONTADE DE DEUS — A RENOVAÇÃO DA MENTE E A VONTADE DE DEUS

Estudo 015 — A VONTADE DE DEUS — É A VONTADE DE DEUS QUE CRISTO NOS LEVE PARA FORA DESSE MUNDO

Estudo 016 — A VONTADE DE DEUS — ORE PARA SER CHEIO COM O CONHECIMENTO DA VONTADE DE DEUS

Estudo 017 — A VONTADE DE DEUS — ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS ESPIRITUALMENTE


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis.

Traduzido do original e adaptado por Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

DESEMPREGO: UM TEMOR QUE PODE SER FATAL


O artigo abaixo foi publicado no site da Editora Fiel.

Temores Mortais: Desemprego
Jonathan Leeman

Às vezes me preocupo com perder meu emprego. Quer dizer, eu trabalho duro, mas nunca se sabe, não é mesmo? Talvez nossa organização não consiga recursos o suficiente. Ou talvez as necessidades da organização venham a mudar.

Ou até mesmo — e fico até envergonhado de admitir — enfrentemos um colapso social, como naqueles filmes apocalípticos em que aquele projeto de herói tem que defender a si mesmo e seus dois preciosos filhos com nada mais do que sua perspicácia e uma espingarda, enquanto saqueadores patrulham as ruas incendiadas em picapes cheias de arruaceiros na caçamba. Não, não é uma grande preocupação, mas às vezes me passa pela cabeça.

De maneira mais realista, os governos internacionais poderiam cobrar as nossas dívidas, enfraquecendo o dólar e ruindo a economia. Depois um enorme desastre natural poderia acontecer. Você acha que isso jamais aconteceria?

Não é difícil se preocupar com a perda do emprego quando você está lutando para esticar o contracheque até o fim do mês ou vendo os azulejos do seu banheiro velho caírem um a um. Será que devíamos reformar o banheiro ou economizar o dinheiro? Pergunto-me se ouro é o investimento mais seguro. Mas espera aí, o ouro perdeu valor recentemente. Talvez eu devesse investir em proteção pessoal.

Nossa, que bom que eu vou à igreja, porque a minha mente às vezes voa em direções absurdas. Todo domingo meu pastor abre o Bom Livro e me ajuda a ter pensamentos melhores.

Deixe-me mostrar. Nos últimos meses, meu pastor tem pregado no evangelho de João. Eu faço algumas boas anotações. Sabe o que tem me encorajado quando penso na perda do emprego?

Jesus veio para nos salvar do pecado

Ao ensinar em João 4, meu pastor nos disse que Jesus veio para nos salvar do pecado. Assim como a mulher samaritana que queria água, nós também temos necessidades físicas que devem ser satisfeitas. Jesus se preocupa com essas necessidades, mas o objetivo dele é que todos os sintomas da queda — incluindo sede, doença e até mesmo perda de emprego — nos aponte para a verdadeira doença: o pecado.

Deus permite que coisas ruins aconteçam aos seus filhos – alguém perdendo o emprego, por exemplo. A Bíblia não promete que nunca perderemos nossos empregos. Nós podemos perder. Mas se somos cristãos, sabemos que as coisas que realmente nos devem causar temor — o pecado e a punição de Deus — já foram resolvidas. Nosso futuro está garantido.

Deus demonstra a sua glória através das provações

Quando chegamos a João 9, meu pastor nos ajudou a pensar mais sobre os momentos difíceis na vida. “Coloque-se no lugar dos pais do homem cego”, ele disse. “Imagine viver naquela época e ter um bebê que nasceu cego. Você poderia se perguntar se ele seria capaz de prover por si mesmo, se experimentaria a pobreza, se seria socialmente excluído”.

Como foi reconfortante, então, ouvir as palavras de Jesus: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (v. 3).

Assim como com o homem cego, a Bíblia não promete que não enfrentaremos provações. Mas ela promete sim que Deus manifestará a sua glória através das provações dos seus santos.

Jesus nos preservará

Meu pastor, então, nos levou a uma grande promessa em João 10: ninguém pode tomar das mãos de Jesus as suas ovelhas. Depois ele disse algo interessante: “A Escritura nos apresenta como ovelhas necessitadas. Você pensa em si mesmo como uma ovelha necessitada? Ou você vive de acordo com a fórmula ‘saúde + riqueza = felicidade’?” Essa equação é uma mentira, ele exclamou.

Vou repetir: nós podemos perder nossos empregos. O cristianismo não nos promete o melhor da vida agora, então abandone a falsa religião. Ao invés disso, confie que Jesus nos preservará para si mesmo e pela eternidade.

Tempo e amor perfeitos

Logo na semana seguinte, meu pastor nos ensinou a partir de João 11 que o amor de Deus nem sempre se parece como esperamos que se pareça. Lembra quando Jesus descobriu que Lázaro estava doente? João nos diz: “Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. Assim, quando soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava”. Como é? Jesus o amava, então o deixou morrer? Bom, pense naquilo que Jesus orou antes de ressuscitar Lázaro; ele fez tudo isso para que as pessoas cressem.

“Veja”, disse meu pastor, “coisas ruins vão acontecer. E quando acontecerem, não tente forçar uma explicação. Reconheça que a vida pode ser difícil, mas depois se levante. Lembre a si mesmo o que você conhece de Deus, e confie que o tempo e o amor dele são perfeitos”.

Tradução: Alan Cristie
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel

O Artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:
http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/848/7_Temores_Mortais_Desemprego

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 23 de maio de 2015

JOÃO 17:15 - ESTUDO 006 — O SENHOR JESUS E SUA ORAÇÃO POR AQUELES QUE SÃO SEUS — PARTE 2



Essa é série de estudos baseada em João capítulo 17 que é conhecido como: “A ORAÇÃO SACERDOTAL DE CRISTO” a favor de todos os seus discípulos de todas as épocas. É um estudo bastante aprofundado de João 17 e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos. 


CONTINUAÇÃO...

II. O Senhor Jesus ora para que os crentes sejam guardados tanto do Mundo quanto do Diabo.

João 17:15

Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.

A. Jesus esclarece sua oração a nosso favor: “Não peço que os tires do mundo”

Esta passagem nos ensina que estamos neste mundo porque essa é a vontade de Deus. Muitas das tentações, das provações e dos problemas que enfrentamos, não são, necessariamente, fruto de nossas próprias faltas. Deus tem um propósito para cada um de nós que Ele permite viver neste mundo.

Nós não podemos, em nenhuma hipótese, ver as provações e as tentações que nos sobrevêm, como uma indicação de que Deus não nos ama. Por outro lado nós também não podemos ver nestas coisas — tentações e provações — estarmos sendo castigados por algum pecado que tenhamos cometido! Deus pode, simplesmente, estar querendo nos ensinar como receber sua graça para uma situação específica ou em como resistir a uma tentação ou ainda como viver graciosamente no meio de uma tribulação.

A maioria dos crentes enxerga os problemas que enfrentamos nesta vida como males desnecessários. Todas as vezes que nossa ótica for essa nós vamos nos encontrar “chiando, murmurando, reclamando e até mesmo acusando Deus” pelos males. Quando não aceitamos a vontade de Deus acabamos nos tornando “neuróticos”, pois desejamos fazer com que as situações se comportem de modo a satisfazer nossos desejos pessoais.

1. Deus tem nos deixado neste mundo por várias boas razões.

A. Deus quer que saibamos distinguir entre o bem e o mal —

Hebreus 5:14

Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.

B. Deus quer que saibamos receber Sua graça e sabedoria para enfrentarmos as tentações e as dificuldades espiritualmente —

II Coríntios 12:7—10

7 E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.

8 Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.

9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.

10 Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.

C. Deus quer que saibamos distinguir que coisas nos são trazidas por Deus e que muitas coisas chegam a nos são trazidas pelo inimigo —

Tiago 4:7

Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

2. A razão deste pedido iluminada – “...os guardes do mal”.

A referência ao “mundo” nesse contexto da oração sacerdotal de Jesus se relaciona com a cultura ao nosso redor que tem sido desenvolvida por incrédulos (não crentes) sob a direção de Satanás – o deus deste século ou mundo –

Efésios 2:2—3

2 Nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;

3 entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.

Nossa cultura reflete, de forma particular, nossas prioridades pecaminosas, nossos alvos equivocados, nosso egoísmo e nossa sociedade fortemente baseada em sensualidade e cobiça –

1 João 2:15—17

15 Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele;

16 porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.

17 Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.

3. Esta visão não bíblica da vida no mundo, constitui-se em uma ameaça dupla para todos os crentes:

Quando vivemos como o “mundo” a palavra de Deus é sufocada.

Mateus 13:22

O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.

Essa condição trágica tem se tornado a característica de cada um de nós em maior ou menor grau! É impossível querermos viver de acordo com o mundo e não colhermos a resultante falta de poder que esta atitude produz em nossas vidas. Isto se relaciona, basicamente, a três áreas das nossas vidas: nosso dinheiro, nosso tempo e nosso empenho. Todas as vezes que nos concentramos em uma prioridade errada nós falhamos miseravelmente em nos concentrar em outra prioridade mais valiosa. Quando agimos assim nós desobedecemos ao Deus da Bíblia e nos tornamos infrutíferos naquela área específica.

a. Quando vivemos como o mundo nos tornamos egoístas.

b. O egoísmo é a característica maior da vida vivida para e pelo pecado —

1 João 2:16

Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.

c. Esta falha de caráter é a característica maior de cada ser humano.

d. Os crentes podem e muitas vezes são puxados para este padrão de vida mundano. Isto acontece quando somos ignorantes acerca da vida cristã e da Bíblia, ou quando adotamos lentamente as prioridades erradas ou quando somos seduzidos pela influência de pessoas que são importantes para nós.

3. O Conteúdo e o significado da oração de Jesus.

a. Esta oração não ensina que o crente está imune de tentações.

b. Esta oração não ensina que o crente não pode ser seduzido profundamente pelo mundo, com todas as devastadoras consequências que isso produz especialmente no campo da frutificação — dar frutos como cristão.

c. Esta oração ensina que sabedoria e poder divinos estão disponíveis para os crentes e que não precisamos, necessariamente, sermos engolidos pelas tentações e pelo mundo. Nós podemos optar por receber socorro e viver livre da opressão deste sistema que a Bíblia chama de mundo —

1 Coríntios 10:13

Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.

d. Essa oração ensina que — mesmo que o crente caia — o mundo e o mal não obterão vitória definitiva contra ele. O crente pode arruinar sua vida cristã tendo as prioridades erradas e os alvos errados, mas em nenhuma hipótese ele será definitivamente “capturado” pelo mundo ou pelo diabo.

III – O Senhor Jesus ora para que os crentes tenham a Sua alegria.

João 17:13

Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos.

A. A ocasião em que a oração foi feita — Os crentes, objeto da oração, estavam vivendo no mundo e enfrentando dias difíceis.

1. O Senhor Jesus é compassivo e se preocupa com aqueles que são seus. Ele sabe o quão difícil será viver a vida cristã de forma genuína. Enquanto estava com eles, Jesus os protegeu diretamente do antagonismo que tinham que enfrentar. Mas agora o Senhor estava partindo, e com exceção da provisão do Espírito Santo, eles iriam, em breve, experimentar toda a brutalidade da perseguição e intolerância religiosas. O Senhor Jesus ora por eles.

2. A presença do Espírito Santo na vida dos crentes era de primordial importância. Através da presença do Espírito Santo seria possível experimentar uma comunhão profunda com a alegria — gozo — do Senhor. Esse benefício espiritual serviria para fortalecê-los, guardá-los em tempos de tentações e prover a motivação que eles precisariam para obedecer com determinação a palavra de Deus.

   B. A provisão contida em Sua oração “...e isto falo...”

1. Essa expressão “e isto falo” se refere a todo o conteúdo encontrado em João 14 a 16.

a. Nós podemos ter alegria — porque o Senhor Jesus iria enfrentar e vencer a cruz e depois iria para o Pai para preparar um lugar para nós — João 14:1—11.

b. Nós podemos ter alegria — porque o Senhor Jesus prometeu enviar o Espírito Santo — João 14:12—20.

c. Nós podemos ter alegria – porque nós estamos unidos ao Senhor Jesus como os ramos estão unidos com a vinha ou parreira — João 15:1—11.

d. Nós podemos ter alegria — porque agora nós podemos orar diretamente ao Pai no nome do Senhor Jesus — João 16:15—24.

e. Nós podemos ter alegria — porque, através do dom — presente — da vida eterna nós podemos ter comunhão hoje e por toda eternidade com o Pai e com o Senhor Jesus —João 17:1—3.

f. Nós podemos ter alegria — porque o Senhor Jesus ora por nós e por intermédio da Sua oração nós sabemos que seremos preservados — João 17:4—12.

C. É da maior importância que entendamos a base que sustenta a alegria — gozo — a qual o Senhor Jesus se refere nesses versículos. Em primeiro lugar não tem nada a ver como nossas emoções e nem com nossas circunstâncias. Essa alegria está baseada no nosso relacionamento como o Senhor Jesus e nas seis provisões mencionadas acima.

D. Quando aceitamos nessas verdades — e as colocamos em prática através do amor e da fé, que são decisões — então podemos experimentar o gozo — a alegria — mencionado por Jesus.

1. Precisamos rejeitar o desânimo, a rebeldia, a passividade e etc. Precisamos aceitar a alegria oferecida.

2.Clamar ao Senhor pela Alegria que Ele nos oferece através da salvação.

3. Escolha — tomar uma decisão — viver cada dia como se você estivesse inundado pela alegria do Senhor, mesmo que não esteja sentindo isso. A escolha implica em viver de acordo com a verdade e pela fé.

E. O Conteúdo da oração – “...o meu gozo completo em si mesmos...”

1. A alegria do Senhor implica, simplesmente, em se alegrar com o Senhor — estar na presença dele permanentemente — e se alegrar com as coisas que agradam o Senhor.

a. Deus se agrada quando obedecemos a Sua palavra —

1 Samuel 15:22

Porém Samuel disse: Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros.

b. Deus se agrada quando fazemos coisas voluntárias para Sua obra —

1 Crônicas 29:17

O tempo que reinou sobre Israel foi de quarenta anos: em Hebrom, sete; em Jerusalém, trinta e três.

c. Deus se agrada com nossa reverência e temor a Ele —

Salmos 147:11

Agrada-se o SENHOR dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia.

d. Deus se agrada do nosso relacionamento com Ele —

Salmos 149:4

Porque o SENHOR se agrada do seu povo e de salvação adorna os humildes.

e. Deus se agrada das nossas orações —

Provérbios 15:8

O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento.

f. Deus se agrada quando exercitamos a misericórdia — amor em forma prática —, o juízo — julgamento — e a justiça — aquilo que é certo. Lembre-se que muitas vezes coisas que são legais não são justas! Existem muitas leis injustas —

Jeremias 9:23—24

23 Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas;

24 mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.

g. Deus se agrada de nos conceder dons distintos para ministrarmos uns aos outros —

1 Coríntios 12:18

Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.

h. Deus se agrada quando nos sacrificamos a favor uns dos outros —

Filipenses 4:18

Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.

i. Deus se agrada de nossos louvores e ações de graças —

Hebreus 13:15

Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.

j. Deus se agrada quando praticamos o bem e cooperamos uns com os outros —

Hebreus 13:16

Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz.

F. Em meio a todas essas coisas precisamos entender que a alegria do Senhor é um sub produto. Quando decidimos manifestar em nossas vidas diárias, estas coisas que sabemos, agradam ao Senhor, e as praticamos em fé e esperança podemos experimentar a alegria do Senhor em toda sua plenitude.

A oração de Jesus deve ser a base para decidirmos viver em fé, amor e esperança a vida cristã.

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Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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