Mostrando postagens com marcador Restauração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Restauração. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de julho de 2015

ESTUDO PARA CASAIS - ESTUDO 031 - A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO — PARTE 5 - O QUE FAZER QUANDO UM ADULTÉRIO ACONTECE?


Estes estudos são parte de uma série de palestras que estamos ministrando nas reuniões de casais da nossa igreja. Os estudos anteriores podem ser encontrados nos links mais abaixo:

A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO — PARTE 5

1. Hoje queremos continuar com nosso estudo sobre “A INCOMPATIBILIDADE DO CASAMENTO”, com ênfase especial na questão envolvendo o adultério.

2. Aconteceu. E agora? Para muitas pessoas o adultério praticado por um dos cônjuges representa o fim do relacionamento. Mas, será que é necessário chegar a esse ponto? Afinal de contas o relacionamento com um terceiro(a) pode ser apenas uma aventura sem sentimentos sérios ou profundos atrelados. O verdadeiro interesse da pessoa continua com o cônjuge.   

3. Diante disso é importante conversar para ver se a parte ofensora tem realmente interesse e vontade de abandonar, de uma vez, o outro relacionamento e se empenhar em tentar fazer sobreviver o relacionamento com o cônjuge. Isso pode e muitas vezes é algo bastante doloroso, para aquele que ofendeu. Se houver muita resistência da parte ofendida em buscar uma reconciliação, a parte ofendida irá desejar se preservar do sofrimento e poderá preferir não ficar nem com o cônjuge nem com a terceira parte, mas partir para algo completamente novo, tentando com isso se esquecer do passado.  

4. Esses motivos devem ser suficientes para chamar a atenção do casal enfrentando essa difícil situação para que não tornem as coisas mais difíceis do que as mesmas já estão. Buscar soluções é o caminho certo. Complicar a situação é o caminho errado.  

5. Censuras, importunações, conselhos, lágrimas, recriminações e ameaças — tudo isso não ajuda em nada a situação. Sermões e ameaças fazem apenas aumentar a culpa e o sofrimento do ofensor, enquanto aumenta a amargura da parte ofendida. O casal precisa se voltar para Deus, o ofensor confessar seu pecado a Deus e ao cônjuge e os dois aceitarem o fato de que Deus, que os uniu, continua amando os dois e desejando vê-los realizados. Quando essa compreensão é alcançada e o casal decide prosseguir com fé, então uma boa parte do grave problema está resolvida.     

6. O ofensor deve procurar ajuda para tentar entender qual foi a motivação emocional que o conduziu para um desvio tão grave. O que estava buscando? Existem mulheres que buscam encontrar o conforto de um pai nos braços de outro homem mais velho. Por outro lado existem homens mais velhos que procuram reencontrar a própria juventude se envolvendo com mulheres mais jovens. É óbvio que nos dois casos, alcançar tais objetivos é impossível.

7. Tais dependências psicológicas possuem raízes profundas na alma das pessoas e, por esse motivo, precisam ser tratadas de acordo. Se não houver real interesse em tratar essas questões do modo pastoral ou com um profissional da área que também seja cristão, então o divórcio torna-se a única opção viável para uma situação intolerável.

8. Estudos mostram que cerca de 50% dos homens entre 21 e 50 anos, são ou foram liberais, do ponto de vista sexual uma ou mais vezes em suas vidas. De fato, essas mesmas pesquisas mostraram que a promiscuidade de homens não casados era apenas um pouco mais elevada do que aquela dos homens casados. Mas, esses mesmos estudos também mostram que 34% de todas as mulheres adultas entre 18 e 45 anos também foram sexualmente liberais uma ou outra vez. As mulheres costumam alegar que estavam apaixonadas — pura mentira — enquanto os homens admitem mesmo que foi pura safadeza.   

9. Amar o cônjuge de verdade — algo nem sempre muito fácil de fazer — em vez de dar chiliques ou fazer ameaças é capaz de produzir os mais inesperados resultados. Dependendo da profundidade das cicatrizes emocionais que foram criadas pela ofensa as duas coisas mais importantes a fazer são: 1) Procurar ajuda tão logo o pecado seja descoberto. Quanto antes o socorro for buscado maiores as chances de recuperação. É semelhante a um ataque cardíaco. 2) Procure entender que algumas dessas situações só se resolvem por meio de um aconselhamento intensivo. É como tratar de alguém numa UTI.  

10. Uma verdade que temos aprendido nesses estudos é que qualquer casamento pode ser melhorado desde que marido e esposa queiram mudar para que as melhoras aconteçam. Não podemos mudar nosso cônjuge. Mas se os dois decidirem mudar por si mesmos, então existirá uma verdadeira possibilidade do casamento melhorar.

11. Bem vamos começar a tratar das questões mais profundas que estão envolvidas em todos os casos de adultério. Até onde podemos ver, o falso deus Eros é tão adorado em nossos dias como acontecia em Éfeso nos dias do apóstolo Paulo. Mas, independentemente dessa situação, uma grande verdade permanece: todos nós somos pecadores e carecemos da graça de Deus. E quanto mais profunda for essa convicção — de que somos pecadores — mais profundamente poderemos experimentar a graça de Deus.      

12. Nenhum tipo de pecado pode causar mais prejuízos para todos os envolvidos do que os pecados cometidos envolvendo nossa sexualidade. Como falamos no estudo anterior, até mesmo as próprias igrejas cristãs estão cheias desses pecados. Mas, por maior que seja o pecado a graça de Cristo será sempre maior. Quando o pecado acontece o maior interesse de Deus está na completa recuperação dos pecadores. Perdão, graça, amor é o que Deus tem para oferecer para todos os que estão verdadeiramente arrependidos. Mas, infelizmente nos dias de hoje o arrependimento tornou-se, praticamente, inexistente em nosso meio, como seres humanos. A situação torna-se ainda mais complicada quando falamos de arrependimento relativo a pratica de imoralidades sexuais. Todavia, é impossível haver recuperação e restauração completa sem um arrependimento, confissão e completo abandono da prática pecaminosa.

Provérbios 28:13

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.

ESTUDOS ANTERIORES SOBRE O RELACIONAMENTO A DOIS

000 – NÃO DEIXE SEU CASAMENTO NAUFRAGAR

001 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 1

002 – DIFERENÇAS ENTRE O HOMEM E A MULHER – PARTE 2

003 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 1

004 – NECESSIDADES E PROBLEMAS DA MULHER – PARTE 2

005 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 1

006 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 2
007 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 3

008 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 4

009 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 5

010 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 6

011 — NECESSIDADES E PROBLEMAS DO HOMEM — Parte 7 — Final

012 — O HOMEM COM GUARDADOR E CULTIVADOR DO CASAMENTO

013 — ENTENDENDO A SUBMISSÃO DO PONTO DE VISTA BÍBLICO

014 — ENTENDENDO QUE HOMENS E MULHERES SÃO IGUAIS, MAS DIFERENTES

015 — SEGREDOS, SEGREDOS, SEGREDOS: O MAIOR DE TODOS ELES

016 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 1

017 — COMO OS MARIDOS MAGOAM AS ESPOSAS – PARTE 2

018 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 1

019 — COMO SER A MULHER QUE DEUS DESEJA QUE VOCÊ SEJA — PARTE 2

020 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 1

021 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 2

022 — COMO AMAR SUA MULHER DO JEITO QUE ELA GOSTARIA DE SER AMADA — Parte 3

023 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 001 — O CIÚME

024 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 002 – AS MULHERES E O RELACIONAMENTO COM SEUS PAIS

025 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 003 – ELEVANDO NOSSO GRAU DE TOLERÂNCIA

026 — CONFLITOS QUE PREJUDICAM O CASAMENTO — PARTE 004 – CUIDANDO DAS NECESSIDADES DO OUTRO PARA EVITAR O DIVÓRCIO

027 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 001 — LIDANDO COM O CIÚME

028 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 002

029 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 003

030 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 004

031 — A INCOMPATIBILIDADE NO CASAMENTO PARTE 005

032 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 001

033 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 002
034 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 003

035 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 004

036 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 005 — OS MALES QUE O ADULTÉRIO TRAZ

037 — SEXUALIDADE HUMANA: FATORES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER — PARTE 006 — A NECESSIDADE DE VERDADEIRO ARREPENDIMENTO EM CASOS DE ADULTÉRIO

038 — DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS ENTRE AS NECESSIDADES DOS HOMENS E DAS MULHERES

039 — A IMPORTÂNCIA DA AUTOIMAGEM NO CASAMENTO — PARTE 001 — COMO VOCÊ SE VÊ?
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/10/estudo-040-importancia-da-autoimagem-no.html

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:

http://www.facebook.com/pages/O-Grande-Diálogo/193483684110775

Desde já agradecemos a todos  

sábado, 3 de janeiro de 2015

95 TESES PARA A IGREJA DE HOJE — PARTE 001


UMA NOVA REFORMA

Por José Barbosa Junior (redator e organizador)

1 - Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31).

2 - Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2).

3 - Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20).

4 - Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16).

5 - Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15).

6 - Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42).

7 - Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois "do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam". (1 Jo 5.19; Sl 24.1).

8 - Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo "expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles" e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26).

9 - Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36).

10 - Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se "amarrar" todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20).

11 - Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23).

12 - Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12).

13 - Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois "nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo". (1 Pe 2.11).

14 - Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. "Determinar", "reivindicar", "ordenar" e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42).

15 - Afirmamos que a frase "Pare de sofrer", exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37).

16 - Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1).

17 - Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e consequências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. O que não significa que nós, cristãos, tenhamos que ser negligentes com a natureza e o meio-ambiente, uma vez que Deus não apenas criou tudo, mas também "viu que era bom" (Rm 8.19-23; Gn 1.31).

18 - Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9).

19 - Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para "merecermos" a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9).

20 - Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20).

21 - Que entendamos que vivemos num "país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza". Portanto, que não seja mais "obrigatório" aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)

22 - Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)

23 - Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... Da mesma forma, rejeitamos o preconceito, na verdade um racismo velado, contra instrumentos e danças de origem africana, como se estes, por si só, fossem intrinsecamente ligados a alguma forma de feitiçaria. (Sl 150)

24 - Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que "ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum." (At 4.32)

25 - Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. O que não significa, por outro lado, conivência com o pecado praticado de forma contumaz .(Gl 6.1; 1 Co 5)

26 - Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por "falta de fé". Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)

27 - Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do "exército inimigo". Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)

28 - Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)

29 - Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, "disputarmos" quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)

30 - Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à "fama" antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)

31 - Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)

32 - Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões linguísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)

33 - Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)

34 - Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)

CONTINUA...

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — ESTUDO 015 - Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros



Esse artigo é parte da série "Amai-vos Uns aos Outros" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos dos mandamentos nos quais o Senhor nos ordena demonstrarmos amor uns pelos outros. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

Texto: Tiago 5:16.

Introdução.

• A vida cristã é uma vida de relacionamentos. Por este motivo ela precisa ser vivida em comunhão e interdependência.

• Esta é a razão porque o Novo Testamento nos ensina acerca dos mandamentos que chamamos de reciprocidade. Ver lista completa desses mandamentos no final desse estudo.

• Quando obedecemos a esses mandamentos nós criamos uma atmosfera onde o amor genuíno pode florescer.

• E onde existe este tipo de amor o testemunho da igreja cristã é forte.

• Mas, muitas vezes, nós somos desobedientes a estes mandamentos e quando isto acontece, nós precisamos dar atenção especial e outro mandamento que será o nosso tema de hoje:

Confessai os Vossos Pecados Uns para os Outros

I. Introdução

Na nossa caminhada como cristãos, em diversas ocasiões nós percebemos que:

• Ofendemos a um irmão ou irmã em Cristo e, com isto, acabamos por criar um distanciamento entre nós e eles.

• Estamos agindo duma maneira que nosso comportamento se torna prejudicial ao serviço da comunidade e ao testemunho que precisamos manter diante de um mundo que está nos observando.

Todas as vezes que tomamos consciência que nossas atitudes ofenderam a um irmão ou ofenderam a Igreja de Deus então, estamos diante de um dilema:

• Ou iremos manter nosso pecado, oferecendo uma série de desculpas esfarrapadas visando justificar e manter a prática do mesmo. E, Quando agimos desta maneira, nós destruímos a possibilidade da existência de um relacionamento de amor.

• Ou nós podemos reconhecer nosso pecado diante de Deus e daqueles a quem ofendemos, nos empenhando para nos reaproximar daqueles dos quais nos distanciamos e para restaurar o testemunho danificado.

• Esta questão é tão séria que o Novo Testamento fala de modo direto acerca da mesma.

II. Confessai Vossos Pecados Uns Aos Outros.

A. O mandamento:

• Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo – Tiago 5:16.

B. Definição do Mandamento.

• A confissão de pecados é o reconhecimento diante de outro(s) cristão(s) que eu tenho cometido pecado(s).

• Neste reconhecimento estão implícitas as seguintes condições:

 Tristeza pela ofensa cometida.

 Um propósito sincero de mudar.

 Um desejo de encontrar a reconciliação.

• Além disso, esta confissão pressupõe todas as condições acima com relação a Deus.

C. Exemplos de obediência a este mandamento.

• Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários. Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente – Atos 19:18 - 20.

D. O Ensino da Bíblia Acerca deste Mandamento.



Um cristão deve confessar seu(s) pecado(s) quando:

• Ele tiver ofendido um irmão em Cristo e esta ofensa resultar em quebra da comunhão e distanciamento entre ambos devido a ressentimentos – ver Mateus 5:23 – 24 onde a reconciliação com os irmão tem precedência sobre, até mesmo, a adoração.

• Quando tiver sido admoestado a proceder desta maneira pela liderança da comunidade à qual estiver sujeito – Hebreus 13:17.

• Quando tiver cometido qualquer pecado que afete de modo negativo a paz e a unidade da Igreja ou o Testemunho da mesma diante da sociedade – ver Efésios 4:3.

• Quando estiver desejando vencer alguma prática pecaminosa, particularmente difícil, e quiser obter ajuda de outro cristão com o qual mantenha um vínculo de amizade mútua.

E. Cuidado, Muito Cuidado!

Não estamos falando aqui que existe uma obrigatoriedade de confissão mútua de cada e todos os pecados cometidos. Ninguém deve se sentir constrangido a agir desta maneira.

Como todos os outros mandamentos recíprocos a adoção deste é também voluntária e dentro dos limites estabelecidos pelo cuidado que devemos ter de edificar uns aos outros e de não abusar uns dos outros.

Conclusão:

1. Este mandamento possui as seguintes implicações.

• A confissão de pecados é uma parte vital do processo de restauração espiritual e do processo de nos fazer mais e mais semelhantes ao Senhor Jesus.

• É dever de cada cristão, individualmente, assumir a responsabilidade por tratar dos seus próprios pecados. Este dever inclui:

 Analisar a própria vida e seus relacionamentos com outros no corpo de Cristo de forma regular.

 Comparar seu comportamento com aquele ensinado pelas Escrituras Sagradas.

 Uma vez que esteja convencido de que errou então, tomar a decisão de confessar o pecado –

1 Coríntios 11:31 – 32

31  Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.

32  Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.


2 Coríntios 13:5.

 Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.

• A confissão de um determinado pecado indica o desejo de esquecer o mesmo imediatamente ao mesmo tempo em que manifesta o desejo de fazer tudo o que estiver ao alcance para restaurar a comunhão perdida.
2. A confissão de pecados, ao contrário do que muitos acreditam, não uma marca de fraqueza espiritual. Pelo contrário, a confissão de pecados é um sinal de amadurecimento cristão.

3. Aqueles que admitem seus pecados e os confessam demonstram um desejo inequívoco de obedecer ao mandamento divino e de alinhar a própria vida com as premissas da Palavra de Deus. Quem age assim garante a benção de Deus em sua vida.

4. Aqueles que ouvem a confissão de outro irmão devem orar pelo irmão ofensor e perdoar – Lucas 17:4.

5. A prática da confissão mútua é o único elemento capaz de restaurar relações entre crentes que estejam prejudicadas por comportamento ou atitudes ofensivas.

6. Como crentes devemos nos empenhar em não pecar uns contra os outros, mas quando falhamos, o recurso apropriado é buscar a reconciliação mediante a confissão do nosso pecado.

7. Quando agimos desta maneira restauramos a paz na comunidade e o bom testemunho diante do mundo.

8. Que Deus nos conceda a humildade necessária para reconhecer nossos pecados e confessá-los o mais depressa possível.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA COMUM DOS SANTOS DE DEUS.

001 — O Custo do Discipulado =

002 — Uma Proposta de Vida =

003 e 004 — Comunhão e Interdependência =

005 — Os Dons espirituais e a Vida Comum =

006 — Discipulado =

007 — O Amor ao Próximo =

008 — Amai-vos uns aos outros — Parte 1 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

009 — Amai-vos uns aos outros — Parte 2 — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

010 — Romanos 15:1—7 — Acolhei-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 3

011 — Romanos 16:16 — Saudai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 04

012 — 1 Coríntios 12:24—25 — Tande o Mesmo Cuidado Uns Para Com os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 05

013 — Efésios 5:18-21 — Sujeitai-vos ou Submetei-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 06

014 — Efésios 4:1—3 — Suportai-vos Uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 07

015 — Tiago 5:16 — Confessai Vossos Pecados uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 08

016 — Colossenses 3:12—13 — Perdoai uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 09

017 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte A — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10A

018 — Romanos 14:13 — Não Julgueis Uns Aos Outros — Parte B — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 10B

019 — Tiago 4:11 — Não faleis Mal uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS AOUTROS — Parte 11

020 — Tiago 5:9 — Não Vos Queixeis uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 12

021 — Gálatas 5:14—15 — Não Vos Mordais nem Devoreis uns Aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 13

022 — Gálatas 5:25—26 — Não Provoqueis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 14

023 — Gálatas 5:25—26 — Não Invejeis Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 15

024 — Colossenses 3:9—10 — Não Mintais uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — Parte 16

025 — Romanos 14:29 e 1 Tessalonicenses 5:11  — Edificar uns aos outros — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 17

026 — Colossenses 3:16  — Instruí-vos Mutuamente — AMAIVOS UNS AOS OUTROS — PARTE 18

027 — 1 Tessalonicense 5:1 e Hebreus 3:12—13  — Consolai-vos e Exortai-vos Uns aos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS — PARTE 19

028 — Romanos 15:14 e Colossenses 3:16 — Admoestai-vos ou Aconselhai-vos uns aos outros —  AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 20 — SERMÃO 028

029 — Efésios 5:18—20 e Colossenses 3:16 — Falando entre vós com... — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 21 — SERMÃO 029

030 — Gálatas 5:13—14 — Sede Servos Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 22 — SERMÃO 030

031 — Gálatas 6:2 — Levai as Cargas Uns dos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 23 — SERMÃO 031

032 — 1 Pedro 4:7—10 — Sede Mutuamente Hospitaleiros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 24 — SERMÃO 032

033 — Efésios 4:31—32 — Sede Benignos Uns Para Com Os Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 25 — SERMÃO 033

034 — Tiago 5:16 — Orai Uns Pelos Outros — AMAI-VOS UNS AOS OUTROS – Parte 26 — SERMÃO 034

Que Deus Abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A UNÇÃO DO CHULÉ — O BESTEIROL CONTINUA


Resultado de imagem para unção do chulé

Conforme já falamos aqui, não aceitamos as inúmeras alegadas manifestações por parte de figuras midiáticas do meio evangélico, que existem pessoas perseguindo os cristãos por pura maldade.

Se alguém nos critica, e isso não é perseguição, o fazem com toda razão, porque somos nós mesmos os primeiros a dar motivos para as críticas.

O ponto em questão hoje é essa cena patética que poderá ser vista em vídeo por meio do link abaixo, onde um cidadão se une com outro, sentados no chão frente à frente — pés com pés descalços — e lambuzados de óleo e em seguida, óleo é derramado nas mãos dos dois e o alegado pastor “transfere” sua unção de poder e de outras coisas mais, para o cidadão conectado com ele pelos pés.

Tudo isso, é claro, em troca de uma generosa oferta. O pastor anuncia que está buscando doze pessoas que topem fazer o sacrifício da tal oferta para receberem a unção do chulé. O Besteirol, ao que parece, nunca terá fim.

O vídeo com a bênção do Chulé poderá ser visto por meio desse link aqui:


Entre gritos de “meu deus” e outros, o pastor faz uma pequena pregação cheia de promessas vazias — capacidade para pregar o evangelho, riquezas materiais, devolução pelo Diabo daquilo que ele tomou dos crentes, etc. — mas que agradam em cheio a audiência. No final a unção é transferida para o sequioso ofertante.

Salmos 13:2

Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia?

Salmos 90:13
Volta-te, SENHOR! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.

Salmos 94:3

Até quando, SENHOR, os perversos, até quando exultarão os perversos?

Artigos acerca do BESTEIROL QUE NÃO TEM FIM:

























Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.