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domingo, 2 de outubro de 2016

SERMÃO EM ÁUDIO — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 018B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006B — RECOMPENSAS PARA OS VERDADEIROS VENCEDORES


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Você poderá ouvir um sermão de domingo pregado na Igreja Presbiteriana Boas Novas que deu continuidade à nossa exposição de Apocalipse 1—3. Para isso, basta escolher e clicar no link abaixo para ser direcionado até a página do sermão em áudio. Se desejar você também poderá fazer o download do mesmo.

Clique no link abaixo para ter acesso ao site do sermão em áudio:

Para ouvir no YouTube


Você poderá acompanhar essa mensagem com seu esboço em mãos por meio desse link aqui:


Você poderá ouvir outras mensagens dessa série seguindo os links abaixo —

SÉRIE: INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — APOCALIPSE 1 A 3

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 001

SERMÃO 002 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — INTRODUÇÃO — PARTE 002 — UMA VISÃO DO SENHOR JESUS — PARTE 002

SERMÃO 003 — INTRODUÇÃO AO APOCALIPSE E AS CARTAS PARA AS SETE IGREJAS DA ÁSIA — SERMÃO 003 — UMA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 003

SERMÃO 004 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

SERMÃO 005 — CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

SERMÃO 006 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

SERMÃO 007 — CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

SERMÃO 008 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

SERMÃO 009 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

SERMÃO 011 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

SERMÃO 012 — CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005

SERMÃO 013 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

SERMÃO 014 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

SERMÃO 015 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

SERMÃO 016 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

SERMÃO 017 — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

SERMÃO 018A — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006A

SERMÃO 018B — CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 006B

SERMÃO 019 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

SERMÃO 020 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

SERMÃO 021 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

SERMÃO 023 — CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

SERMÃO 024 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

SERMÃO 025 — CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

ESBOÇOS DAS MENSAGENS NO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO LIVRO DO APOCALIPSE

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 002 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 001

APOCALIPSE 1:1—20 — SERMÃO 003 — UMA VISÃO DE JESUS CRISTO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 004 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:1—7 — SERMÃO 005 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ÉFESO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 006 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:8—11 — SERMÃO 007 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM ESMIRNA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 008 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 001

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 009 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 002

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 010 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 003

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 011 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 004

APOCALIPSE 2:12—17 — SERMÃO 012 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM PÉRGAMO — PARTE 005 FINAL

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 013 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 001

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 014 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 002

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 015 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 003

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 016 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 004

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 017 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA — PARTE 005

APOCALIPSE 2:18—29 — SERMÃO 018A/B — UMA CARTA PARA A IGREJA EM TIATIRA  — PARTE 006A/B

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 019 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 001

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 020 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 002

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 021 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 003

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 022 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 004

APOCALIPSE 3:1—6 — SERMÃO 023 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM SARDES — PARTE 005

APOCALIPSE 3:7—13 — SERMÃO 024 — UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 001

APOCALIPSE 3:7—13 — SERMÃO 025 – UMA CARTA PARA A IGREJA EM FILADÉLFIA — PARTE 002

OUTRAS SÉRIES DE SERMÕES EM ÁUDIO:

SERMÕES NA SÉRIE: “O PAI NOSSO” — MATEUS 6:9—13

SERMÃO 001 — INTRODUÇÃO AO PAI NOSSO

SERMÃO 002 — O TERMO “PAI” — PARTE 1

SERMÃO 003 — O TERMO “PAI” — PARTE 2

SERMÃO 004 — DEUS COMO PAI E MÃE

SERMÃO 005 — PAI NOSSO QUE ESTÁ NOS CÉUS

SERMÃO 006 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA  DO PAI NOSSO

SERMÃO 007 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME

SERMÃO 008 — SANTIFICADO SEJA O TEU NOME — Parte 2

SERMÃO 009 — VENHA O TEU REINO — Parte 1

SERMÃO 010 — VENHA O TEU REINO — Parte 2

SERMÃO 011 — FAÇA-SE A TUA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU

SERMÃO 012 — O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE

SERMÃO 013 — PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS AOS NOSSOS DEVEDORES.

SERMÃO 014 — e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 14:28—33 — A PARÁBOLA DO CONSTRUTOR DA TORRE E DO GRANDE GUERREIRO — SERMÃO 034




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro – Lucas 14:128—33.

28 Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?

29 Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,

30 dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.

31 Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?

32 Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.

33 Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

Introdução

A. Essas duas parábolas que são o objeto da nossa atenção agora se encontram, exclusivamente, no evangelho de Lucas, como acontece com várias outras parábolas.

B. Essas parábolas foram contadas por Jesus em sua última viagem da Galileia para a cidade de Jerusalém. A descrição dessa ultima viagem ocupa uma porção bastante extensa do Evangelho de Lucas. Durante todo o período dessa viagem Jesus esteve sempre acompanhado por grandes multidões.

C. É inegável que nos corações daquele povo que acompanhava a Jesus, existia um genuíno anseio que, quando chegassem a Jerusalém, Jesus iria estabelecer seu reino. Essa era a maior motivação das pessoas em acompanhá-lo na longa e vagarosa jornada até a cidade do rei Davi.

D. Mas como já sabemos os planos de Jesus não eram bem esses. Ele não estava se dirigindo para Jerusalém para ocupar nenhum trono secular. Antes, ele estava se dirigindo para Jerusalém sabendo que, uma vez ali, seria preso, julgado, condenado e crucificado sobre uma cruz.

E. Jesus então conta essas duas parábolas, para que as multidões que o seguiam, com o objetivo de ensiná-las acerca do verdadeiro custo do discipulado, antes mesmo que decidissem lançar suas vidas para se identificarem com Jesus.

F. Um excelente exemplo pessoal que temos dessa realidade poder ser visto na obra de Dietrich Bonhoeffer intitulada “O Custo do Discipulado”[1]. Nesse livro Bonhoeffer nos fala da entrega da própria vida ao Senhor e do custo do discipulado, que no caso específico dele, custou sua própria vida, pois foi executado em 9 de Abril de 1945, numa prisão alemã, por se posicionar claramente contra o regime nazista de Adolfo Hitler.   

G. Todos aqueles que estavam seguindo a Jesus deviam aprender e entender as verdades contidas em —

Lucas 14:25—27

25 Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:

26 Se alguém vem a mim e não aborrece {aborrece; isto é, ama menos, Mt-} a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

H. Em termos semíticos, a expressão  μισεῖ miseî — traduzida por aborrecer, tem ainda os significados adicionais de: odiar, detestar, perseguir com ódio. Ou seja, significa que amamos menos alguém ou alguma coisa, dai a inserção explicativa no texto de Lucas acima. As palavras de Jesus significam que nada nem ninguém poderão ter uma prioridade maior do que aquela que precisamos dedicar ao nosso Senhor.

I. Jesus quer nos ensinar que à parte de sua pessoa, todo o resto deve sempre ocupar o segundo ou terceiro plano em nossas vidas. Somente o que vive, no dia a dia, a realidade de ter a Jesus como sua prioridade número um, está realmente pronto e capacitado para, verdadeiramente, seguir ao Senhor.

J. Ser discípulo de Jesus significa tomar a própria cruz — dia a dia — e seguir a Cristo aonde quer que ele vá ou nos ordene ir. Jesus contrapõe duas verdades fundamentais —

Mateus 11:28 —
Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

e

Lucas 14:17

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

O verdadeiro discipulado requer um compromisso de entrega total ao Senhor. É preciso avaliar o custo e entender, de fato, o que representa a decisão de seguir a Cristo. Para ajudar seus seguidores a entender essa realidade, Jesus conta então essas duas parábolas, que estamos estudando hoje:


I. As Duas Parábolas

A. A Parábola da Torre Inacabada

1. Com o objetivo de ilustrar o que Ele — Jesus — queria ensinar, o Senhor contou duas parábolas, relativamente curtas. A primeira é emprestada do cenário agrícola daqueles dias, e a segunda de um fato político sem relação com a palestina ocupada. As duas parábolas têm um mesmo objetivo: ensinar uma mesma e única lição de forma prática.

2. Jesus usa seus próprios ouvintes como parte da história que irá narrar. Ele começa com uma suposição verossímil que envolve uma tomada de decisão da parta de um fazendeiro que pretende construir uma torre em suas próprias terras. As torres naqueles dias tinham o propósito de guarda as ferramentas, os equipamentos e as provisões da família. Sua intenção era proteger esses elementos da ação de ladrões que não faltavam naquela região. Ele sabe que se construir a torre, aumentará seu conceito, do ponto de vista social e também que sua propriedade terá seu valor aumentado.

3. O fazendeiro reconhece a necessidade que tem de construir a torre, mas ele não senta para calcular o custo do material e da mão de obra envolvidos no processo. O custo maior duma torre desse tipo era o alicerce. E possível que o fazendeiro tivesse ignorado o mesmo, já que ele não fica visível depois de uma determinada fase da construção.

4. Ele então prepara o terreno e começa a construção pelo alicerce. Depois, quando passa para a construção da estrutura em si, ele se dá conta que o dinheiro acabou e ele precisa abandonar seu projeto. A torre inacabada produz, então, efeitos contrários aos esperados: em vez de ser louvado, o fazendeiro fica envergonhado. E em vez de ter sua propriedade valorizada, a torre inacabada não faz nenhum sentido e termina desvalorizando toda a propriedade. Todo o dinheiro do fazendeiro foi usado na tentativa de construir uma torre que não pode ser usada porque está inacabada. Ele perdeu seu prestígio na comunidade e todos zombam dele dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.     
B. A Parábola do Rei Guerreiro

1. A seguir a cena muda rapidamente, pois Jesus leva seus ouvintes de uma fazenda da área rural para um palácio. A ideia básica é a mesma. Nesse caso trata-se de um rei que precisa fazer guerra contra outro rei.

2. O motivo para tal guerra não é apresentado por Jesus. Mas como sempre acontece nesses casos, sabemos que pode tratar-se de uma disputa territorial acompanhada de palavras de hostilidade e de vingança que acabaram por ferir os egos das pessoas envolvidas.

3. Como o líder de seu povo o rei em questão, precisa decidir se parte ou não para a guerra. Ele sabe que seria uma verdadeira loucura tentar enfrentar o inimigo com a metade da força contrária. O rei, então, provavelmente cercado por seus conselheiros, senta-se e calcula os verdadeiros riscos de se envolver numa empreitada contra outro rei que possui um exército que é o dobro do seu. Sendo homem prudente e percebendo tratar-se apenas de uma aventura que custaria a vida de seus homens, mas sem lhe dar a vitória, o rei decide então fazer o seguinte: manda uma embaixada para pedir as condições para que haja paz entre os dois reinos.

4. Como podemos notar, a ênfase básica é idêntica nas duas parábolas, embora os detalhes mudem de uma para a outra. Na parábola do fazendeiro temos um alerta da parte de Jesus: avalie os custos antes de se envolver numa obra de construção. Já na parábola do reio, o ensinamento é: considere a sua verdadeira chance de obter sucesso, antes de sacrificar seus homens, e esteja sempre pronto e disposto a ceder.

5. Diante dessas duas histórias, as palavras finais de Jesus fazem perfeito sentido: Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.  

Conclusão:

A. Num primeiro momento a conclusão dessas duas parábolas parece contradizer o ensinamento de Jesus como proferido na chamada “Grande Comissão”:

Mateus 28:19

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

B. Mas depois de refletir um pouco sobre as duas parábolas é impossível afirmar que a intenção de Jesus era desencorajar, quem quer que fosse, de tronar-se um futuro discípulos.

C. No seu todo, as duas parábolas enfatizam para os ouvintes de Jesus, o que é necessário para tornar-se um verdadeiro discípulo do Mestre.

D. Jesus não quer e nem deseja ter um bando de seguidores cujos corações não estejam completamente dedicados a Ele e Sua obra.

E. Seguidores desse tipo são como todos aqueles onde a semente plantada não foi bem recebida pelo solo — corações duros, vida sem profundidade e encanto com as coisas e os prazeres desse mundo. É preciso ter um coração dum certo tipo para acolher bem a semente que representa a palavra de Deus —

Lucas 8:15

A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.

F. Muitos ouvem a palavra de Deus, mas por diversos motivos não abrigam a mesma de modo apropriado em seus corações —

Mateus 13:20—21

20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;

21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.

22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.

G. É preciso ter uma atitude correta para receber a Palavra de Deus de modo que a mesma se torne frutífera em nossas vidas —

Tiago 1:18, 21—22

18 Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.

21 Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma.

22 Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.

H. E outra vez o apóstolo Pedro insiste nessa mesma ideia —

1 Pedro 2:1—2

1 Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências,

2 desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação,

3 se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso.

I. As duas parábolas que estamos estudando põem em destaque duas verdades centrais:

1. O verdadeiro discípulo de Jesus deve ponderar tudo muito cuidadosamente.

2. O verdadeiro discípulo de Jesus deve estar disposto a renunciar a tudo para seguir o Senhor.

J. Nenhuma decisão daqueles que desejam seguir a Jesus pode estar baseada em emoções fingidas ou num entusiasmo superficial. São esses que vêm e vão. São esses que já rodaram pelo verdadeiro “mundo” de igrejas que existem por aí.

K. P compromisso genuíno é o verdadeiro alicerce sobre o qual o discípulo de Jesus deve edificar sua vida. Ele precisa avaliar o custo cuidadosamente, e analisar os riscos envolvidos em seguir a Jesus. Todo discípulo de Cristo, não apenas seguidor, deve renunciar, de imediato, a seus parentes e posses de toda espécie, a fim de poder tomar sua própria cruz e seguir a Jesus.

L. Jesus repete por três vezes o refrão: “NÃO PODE SER MEU DISCÍPULO” — VER Lucas 14:26—27, 33.

M. Aqui não podemos ter dúvidas: somente aqueles que avaliam o custo, de modo apropriado e estão dispostos a renunciar a tudo por causa de Cristo é que são os verdadeiros discípulos. Os outros todos estão apenas se enganando a si mesmos.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos. 



[1] Bonhoeffer, Dietrich. The Cost of Dicipleship. Touchstone Books a division of Simnon and Schuster Inc., New York, 1995.