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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O DISCIPULADO CRISTÃO - ESTUDO 001 - O CUSTO DO DISCIPULADO


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Nossa série acerca do Discipulado Cristão irá apresentar os elementos fundamentais para uma vida cristã que agrada a Deus e que realmente vale a pena ser vivida. Infelizmente, o discipulado cristão tem sido esquecido e completamente abandonado pela vasta maioria do povo chamado cristão, que prefere trocar o seguir a Cristo por frequentar cultos de cura, de libertação e de prosperidade e também cultos que não passam de verdadeiro entretenimento puro e simples. Precisamos retornar, com urgência, ao verdadeiro chamado do que significa ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo. Que Deus abençoe a todos à medida que acompanham e compartilham esses estudos uns com os outros.

Texto: Marcos 8:34—35
Introdução.

A. No início do seu ministério, logo depois do seu batismo e tentação, Jesus começou a chamar pessoas para segui-lo. Entre essas nós vamos encontrar: 
1. Pedro e seu irmão André – ver Marcos 1:16—18. 
2. Tiago e seu irmão João – ver Marcos 1:19—20. 
B. No final de seu ministério, antes de subir ao céu, Jesus enviou seu apóstolos para que fossem e fizessem μαθητς mathetès –— discípulos de todas as nações — 
Mateus 28:19 
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo  
C. O trabalho de discipulado incluía o ensino e a obediência a tudo o que Jesus ensinou — 
Mateus 28:20 
Ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. 
D. O contexto do nosso texto principal nos mostra Jesus falando acerca de sua própria dedicação a Deus e também de uma surpreendente repreensão feita ao apóstolo Pedro —
Marcos 8:31—33
31 Então, começou ele a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do Homem sofresse muitas coisas, fosse rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas, fosse morto e que, depois de três dias, ressuscitasse. 
32 E isto ele expunha claramente. Mas Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo. 
33 Jesus, porém, voltou-se e, fitando os seus discípulos, repreendeu a Pedro e disse: Arreda, Satanás! Porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens. 
E. As palavras faladas a Pedro envolviam a questão de onde reside a lealdade suprema do indivíduo: se em Deus ou em alguma outra coisa ou ser? 
F. Note bem que, na sequência, Jesus chama não apenas seus discípulos, mas também toda a multidão que os acompanhava para lhes falar acerca do 

CUSTO DO DISCIPULADO

I. A Necessidade de Negar a Si Mesmo 
A. Somos seres caídos, que a graça de Deus tem restaurado para que possamos viver para Deus. Pela graça de Deus nós: 
1. Fomos libertos da culpa dos pecados, porque os mesmos foram redimidos ou perdoados através da morte de Jesus sobre a cruz e a nosso favor — 
Efésios 1:7
No qual temos a redenção — libertação da condenação e do poder do pecado —, pelo seu sangue, a remissão — o perdão —dos pecados, segundo a riqueza da sua graça. 
2. Quando Jesus ressuscitou dentre os mortos, nós também fomos libertos do poder do pecado, que foi quebrado de sobre nossas vidas de tal maneira, que não somos mais escravos do pecado — 
Romanos 6:1—4, 11—14 
1 Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? 
2 De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? 
3 Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? 
4 Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. 
11 Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. 
12 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; 
13 nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. 
14 Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça. 
B. Mas, apesar de tudo isso, ainda somos pecadores e temos uma natureza “velha, pecaminosa e terrena”, que é viciada no pecado. Essa natureza é muitas vezes chamada de “carne” para ser melhor contrastada com o Espírito Santo de Deus — 
Gálatas 5:16—26
15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos. 
16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. 
17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. 
18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. 
19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 
20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 
21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. 
22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 
24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. 
25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. 
26 Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros. 
Precisamos aprender fazer morrer ou despir essa velha natureza como se fosse um conjunto de roupas velhas e maltrapilhas — 
Colossenses 3:5—11 
5 Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; 
6 por estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. 
7 Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. 
8 Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. 
9 Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos 
10 e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou; 
11 no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.  
C. Fazer Morrer a natureza terrena ou despir-se do velho homem é um processo que envolve uma tomada de decisão a cada dia, a cada hora e a cada minuto. Quando entendemos os privilégios que a graça de Deus nos estende, então não temos dificuldade nenhuma para entender algumas das mais intrigantes e difíceis palavras proferidas por Jesus. 
D. Negar a si mesmo tem dois aspectos: 
A. Negar os Prazeres Pecaminosos. 
A. Em primeiro lugar existe o aspecto de negar a nós mesmos os prazeres pecaminosos. Veja o que Jesus disse a esse respeito: 
Mateus 18:8—9 
Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo. 
B. O que Jesus está dizendo aqui é exatamente a mesma coisa que Paulo diz em Romanos 6:2 — ver acima. Como viveremos para o pecado se estamos mortos para ele? Como posso pecar com minhas mãos se não tenho mãos para pecar? Como meus pés podem me conduzir no caminho do pecado, se sequer tenho pés para isso? De que maneira meus olhos podem contemplar o pecado se meus olhos não servem para enxergar essas coisas? 
C. Veja bem: se não tenho mãos, pés nem olhos para o pecado, como posso cortá-los fora ou arrancá-los? Em outras palavras, Jesus está dizendo aquilo que é repetido por Paulo quando disse em Colossenses 3:5: fazei, pois morrer a vossa natureza terrena. 
B. Negar Qualquer Tentativa de Autojustiça ou Mérito Diante de Deus. 
A. Nossa consciência culpada nos conduz sempre a procurar meios de tentar agradar a Deus pelo exercício das nossas próprias forças, o que logo de cara, nos torna inaceitáveis diante do Senhor. 
1. Nossos primeiro pais — Adão e Eva — tentaram agradar a Deus cosendo folhas de figueiras que lhes servissem de cintas e lhes cobrissem a nudez — 
Gênesis 3:7 
Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. 
2. Nos dias de Isaías a religiosidade do povo de Israel foi comparada pelo profeta com “absorventes higiênicos” e o próprio povo com o sangue da menstruação — 
Isaías 64:6 
Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades, como um vento, nos arrebatam. 
B. Dessa maneira, durante a história da humanidade, centenas de milhares de religiões têm sido inventadas. O que une todas elas é a tentativa de fazer algo que possa agradar a Deus, qualquer deus, que possa, de alguma maneira, contar pontos a favor do indivíduo. Disso resultam a cegueira e o orgulho espiritual. 
C. As piores formas de orgulho e cegueira espiritual se manifestam entre aqueles que se julgam filhos ou povo do Deus verdadeiro. Quando aqueles que alegam serem crentes em Jesus acreditam que são “melhores” do que outros, porque fazem ou deixam de fazer determinadas coisas, então estamos diante de pessoas que se encontram nas mais espessas trevas, conforme —– 
Lucas 11:27—28, 34—35 
27 Ora, aconteceu que, ao dizer Jesus estas palavras, uma mulher, que estava entre a multidão, exclamou e disse-lhe: Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! 
28 Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam! 
34 São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas. 
35 Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas. 
D. Nós obedecemos a Deus porque o amamos, e não porque queremos ganhar créditos com ele. Não somos nem melhores nem piores que ninguém, pois somos todos pecadores. 
E. Temos que negar a nós mesmos nessa questão, de apresentar nossas próprias obras de justiça, como uma maneira de conseguirmos méritos ou pontos com Deus. Como disse Jonas, quando estava dentro da barriga do grande peixe: Ao SENHOR pertence a salvação! – ver Jonas 2:9. 
C. Necessidade de Tomar a Própria Cruz. 
A. Aqueles ouvintes sabiam muito bem o que a expressão “tome a sua cruz” significava. 
B. Todas as vezes que eles viam alguém carregando uma cruz eles sabiam que ali estava um condenado à morte. Era um caminho sem volta. 
C. Qual era o significado metafórico do que Jesus estava querendo dizer? Digo que Jesus falou de forma metafórica, porque nesse caso, a cruz é para ser tomada dia a dia — 
Lucas 9:23 
Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. 
Isso quer dizer que precisamos: 
1. Aceitar de forma voluntária a dor, a vergonha e as perseguições que virão, com certeza, sobre aqueles que amam a Jesus de verdade. Esses são os que estão comprometidos com Jesus e consideram todo o resto como verdadeira perda, conforme — 
Filipenses 3:8 
Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo. 
Mateus 10:24—25 
24 O discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo, acima do seu senhor. 
25 Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo, como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos? 
2 Timóteo 3:12 
Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. 
2. Tomar a decisão de fazer morrer sobre a cruz a velha natureza pecaminosa, não dando a ela a menor chance de se manifestar. 
II. Aspectos Práticos de Negar a Si Mesmo e Tomar a Própria Cruz. 
A. Negar a si mesmo. 
1. Abster-se das paixões carnais — 
1 Pedro 2:11—12 
11 Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, 
12 mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. 
2. Abandonar o tipo de vida que é vivido pelos incrédulos — 
1 Pedro 4:1—4 
1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, 
2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 
3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias. 
4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão. 
3. Largar mão de qualquer tipo de orgulho religioso do tipo “sou melhor do que você” — 
1 Coríntios 12:18—25 
18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve. 
19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? 
20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo. 
21 Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. 
22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários; 
23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra. 
24 Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, 
25 para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. 
B. Tomar dia a dia a própria cruz. Isso está bem representado nas Escrituras em passagens como: 
1. O que os apóstolos tiveram que enfrentar — 
1 Coríntios 4:9—13 
9 Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. 
10 Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. 
11 Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, 
12 e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; 
13 quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos. 
2. O que Paulo teve que enfrentar — 
2 Coríntios 11:23—28 
23 São ministros de Cristo? (Falo como fora de mim.) Eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; muito mais em prisões; em açoites, sem medida; em perigos de morte, muitas vezes. 
24 Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um; 
25 fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passei na voragem do mar; 
26 em jornadas, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; 
27 em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez. 
28 Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas. 
3. Sofrer por causa de Cristo é realmente parte da graça de Deus para o desenvolvimento apropriado de nossas vidas — 
Filipenses 1:29 
Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele. 
III. Seguir a Cristo 
A. Seguir a Cristo significa renunciar à nossa própria vida para que o Espírito Santo manifeste a vida do próprio Cristo através de nós. Esse é um processo diário, através do qual o Espírito Santo nos toma e nos transforma, um dia e um pouco de cada vez, em pessoas que se parecem cada vez mais e mais com Jesus Cristo — 
2 Coríntios 3:17—18 
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito. 
2 Coríntios 4:16—18 
16 Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. 
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, 
18 não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

B. Além disso, seguir a Cristo, significa aceitá-lo de fato como Senhor das nossas vidas. Não podemos nos enganar nesse quesito. Não podemos chamá-lo Senhor e desobedecer a seus mandamentos. O próprio Jesus chamou a atenção dos discípulos para essa contradição na vida deles — 
Lucas 6:46 
Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?  
C. Significa também seguir nos passos do próprio Jesus, como Pedro nos exorta em — 
1 Pedro 2:21—25 
21 Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos,
22 o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; 
23 pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente, 
24 carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. 
25 Porque estáveis desgarrados como ovelhas; agora, porém, vos convertestes ao Pastor e Bispo da vossa alma.
Conclusão:
A. Falamos de verdades graves e muito, muito importantes com sérias consequências sobre nossas vidas se ignorarmos as mesmas.  

B. . Diante de nós, estão colocadas duas possibilidades ou dois caminhos —

Mateus 7:13—14

13 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela),

14 porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.

Um caminho conduz à vida eterna, outro para a danação eterna.

C. Não podemos deixar nos enganar por aqueles que dizem que nada disso que ouvimos é prá valer. Que não é necessário viver uma vida de pureza e santidade. Temos que vencer essas tentações e exercitar fé na Palavra de Deus que diz:

1 Coríntios 6:9—11

Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

D. Claro que sempre existe a possibilidade de você também tentar se salvar sozinho, na base do mérito. Mas o que é que Jesus diz em Marcos 8:35? Ele diz: Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á. Só existe uma única alternativa: salvação pela graça e de graça em Jesus Cristo.

E. Frente à eternidade que se descortina diante dos nossos olhos, temos apenas uma única opção: escolher e suportar o alto preço do discipulado e, por fim, colher a vida eterna. A alternativa é simplesmente insuportável.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA SÉRIE “O DISCIPULADO CRISTÃO”

ESTUDO 001 — O CUSTO DO DISCIPULADO

ESTUDO 002 — UMA PROPOSTA DE VIDA
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 14:28—33 — A PARÁBOLA DO CONSTRUTOR DA TORRE E DO GRANDE GUERREIRO — SERMÃO 034




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro – Lucas 14:128—33.

28 Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?

29 Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,

30 dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.

31 Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?

32 Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.

33 Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

Introdução

A. Essas duas parábolas que são o objeto da nossa atenção agora se encontram, exclusivamente, no evangelho de Lucas, como acontece com várias outras parábolas.

B. Essas parábolas foram contadas por Jesus em sua última viagem da Galileia para a cidade de Jerusalém. A descrição dessa ultima viagem ocupa uma porção bastante extensa do Evangelho de Lucas. Durante todo o período dessa viagem Jesus esteve sempre acompanhado por grandes multidões.

C. É inegável que nos corações daquele povo que acompanhava a Jesus, existia um genuíno anseio que, quando chegassem a Jerusalém, Jesus iria estabelecer seu reino. Essa era a maior motivação das pessoas em acompanhá-lo na longa e vagarosa jornada até a cidade do rei Davi.

D. Mas como já sabemos os planos de Jesus não eram bem esses. Ele não estava se dirigindo para Jerusalém para ocupar nenhum trono secular. Antes, ele estava se dirigindo para Jerusalém sabendo que, uma vez ali, seria preso, julgado, condenado e crucificado sobre uma cruz.

E. Jesus então conta essas duas parábolas, para que as multidões que o seguiam, com o objetivo de ensiná-las acerca do verdadeiro custo do discipulado, antes mesmo que decidissem lançar suas vidas para se identificarem com Jesus.

F. Um excelente exemplo pessoal que temos dessa realidade poder ser visto na obra de Dietrich Bonhoeffer intitulada “O Custo do Discipulado”[1]. Nesse livro Bonhoeffer nos fala da entrega da própria vida ao Senhor e do custo do discipulado, que no caso específico dele, custou sua própria vida, pois foi executado em 9 de Abril de 1945, numa prisão alemã, por se posicionar claramente contra o regime nazista de Adolfo Hitler.   

G. Todos aqueles que estavam seguindo a Jesus deviam aprender e entender as verdades contidas em —

Lucas 14:25—27

25 Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:

26 Se alguém vem a mim e não aborrece {aborrece; isto é, ama menos, Mt-} a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

H. Em termos semíticos, a expressão  μισεῖ miseî — traduzida por aborrecer, tem ainda os significados adicionais de: odiar, detestar, perseguir com ódio. Ou seja, significa que amamos menos alguém ou alguma coisa, dai a inserção explicativa no texto de Lucas acima. As palavras de Jesus significam que nada nem ninguém poderão ter uma prioridade maior do que aquela que precisamos dedicar ao nosso Senhor.

I. Jesus quer nos ensinar que à parte de sua pessoa, todo o resto deve sempre ocupar o segundo ou terceiro plano em nossas vidas. Somente o que vive, no dia a dia, a realidade de ter a Jesus como sua prioridade número um, está realmente pronto e capacitado para, verdadeiramente, seguir ao Senhor.

J. Ser discípulo de Jesus significa tomar a própria cruz — dia a dia — e seguir a Cristo aonde quer que ele vá ou nos ordene ir. Jesus contrapõe duas verdades fundamentais —

Mateus 11:28 —
Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

e

Lucas 14:17

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

O verdadeiro discipulado requer um compromisso de entrega total ao Senhor. É preciso avaliar o custo e entender, de fato, o que representa a decisão de seguir a Cristo. Para ajudar seus seguidores a entender essa realidade, Jesus conta então essas duas parábolas, que estamos estudando hoje:


I. As Duas Parábolas

A. A Parábola da Torre Inacabada

1. Com o objetivo de ilustrar o que Ele — Jesus — queria ensinar, o Senhor contou duas parábolas, relativamente curtas. A primeira é emprestada do cenário agrícola daqueles dias, e a segunda de um fato político sem relação com a palestina ocupada. As duas parábolas têm um mesmo objetivo: ensinar uma mesma e única lição de forma prática.

2. Jesus usa seus próprios ouvintes como parte da história que irá narrar. Ele começa com uma suposição verossímil que envolve uma tomada de decisão da parta de um fazendeiro que pretende construir uma torre em suas próprias terras. As torres naqueles dias tinham o propósito de guarda as ferramentas, os equipamentos e as provisões da família. Sua intenção era proteger esses elementos da ação de ladrões que não faltavam naquela região. Ele sabe que se construir a torre, aumentará seu conceito, do ponto de vista social e também que sua propriedade terá seu valor aumentado.

3. O fazendeiro reconhece a necessidade que tem de construir a torre, mas ele não senta para calcular o custo do material e da mão de obra envolvidos no processo. O custo maior duma torre desse tipo era o alicerce. E possível que o fazendeiro tivesse ignorado o mesmo, já que ele não fica visível depois de uma determinada fase da construção.

4. Ele então prepara o terreno e começa a construção pelo alicerce. Depois, quando passa para a construção da estrutura em si, ele se dá conta que o dinheiro acabou e ele precisa abandonar seu projeto. A torre inacabada produz, então, efeitos contrários aos esperados: em vez de ser louvado, o fazendeiro fica envergonhado. E em vez de ter sua propriedade valorizada, a torre inacabada não faz nenhum sentido e termina desvalorizando toda a propriedade. Todo o dinheiro do fazendeiro foi usado na tentativa de construir uma torre que não pode ser usada porque está inacabada. Ele perdeu seu prestígio na comunidade e todos zombam dele dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.     
B. A Parábola do Rei Guerreiro

1. A seguir a cena muda rapidamente, pois Jesus leva seus ouvintes de uma fazenda da área rural para um palácio. A ideia básica é a mesma. Nesse caso trata-se de um rei que precisa fazer guerra contra outro rei.

2. O motivo para tal guerra não é apresentado por Jesus. Mas como sempre acontece nesses casos, sabemos que pode tratar-se de uma disputa territorial acompanhada de palavras de hostilidade e de vingança que acabaram por ferir os egos das pessoas envolvidas.

3. Como o líder de seu povo o rei em questão, precisa decidir se parte ou não para a guerra. Ele sabe que seria uma verdadeira loucura tentar enfrentar o inimigo com a metade da força contrária. O rei, então, provavelmente cercado por seus conselheiros, senta-se e calcula os verdadeiros riscos de se envolver numa empreitada contra outro rei que possui um exército que é o dobro do seu. Sendo homem prudente e percebendo tratar-se apenas de uma aventura que custaria a vida de seus homens, mas sem lhe dar a vitória, o rei decide então fazer o seguinte: manda uma embaixada para pedir as condições para que haja paz entre os dois reinos.

4. Como podemos notar, a ênfase básica é idêntica nas duas parábolas, embora os detalhes mudem de uma para a outra. Na parábola do fazendeiro temos um alerta da parte de Jesus: avalie os custos antes de se envolver numa obra de construção. Já na parábola do reio, o ensinamento é: considere a sua verdadeira chance de obter sucesso, antes de sacrificar seus homens, e esteja sempre pronto e disposto a ceder.

5. Diante dessas duas histórias, as palavras finais de Jesus fazem perfeito sentido: Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.  

Conclusão:

A. Num primeiro momento a conclusão dessas duas parábolas parece contradizer o ensinamento de Jesus como proferido na chamada “Grande Comissão”:

Mateus 28:19

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

B. Mas depois de refletir um pouco sobre as duas parábolas é impossível afirmar que a intenção de Jesus era desencorajar, quem quer que fosse, de tronar-se um futuro discípulos.

C. No seu todo, as duas parábolas enfatizam para os ouvintes de Jesus, o que é necessário para tornar-se um verdadeiro discípulo do Mestre.

D. Jesus não quer e nem deseja ter um bando de seguidores cujos corações não estejam completamente dedicados a Ele e Sua obra.

E. Seguidores desse tipo são como todos aqueles onde a semente plantada não foi bem recebida pelo solo — corações duros, vida sem profundidade e encanto com as coisas e os prazeres desse mundo. É preciso ter um coração dum certo tipo para acolher bem a semente que representa a palavra de Deus —

Lucas 8:15

A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança.

F. Muitos ouvem a palavra de Deus, mas por diversos motivos não abrigam a mesma de modo apropriado em seus corações —

Mateus 13:20—21

20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;

21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.

22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.

G. É preciso ter uma atitude correta para receber a Palavra de Deus de modo que a mesma se torne frutífera em nossas vidas —

Tiago 1:18, 21—22

18 Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas.

21 Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma.

22 Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.

H. E outra vez o apóstolo Pedro insiste nessa mesma ideia —

1 Pedro 2:1—2

1 Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências,

2 desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação,

3 se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso.

I. As duas parábolas que estamos estudando põem em destaque duas verdades centrais:

1. O verdadeiro discípulo de Jesus deve ponderar tudo muito cuidadosamente.

2. O verdadeiro discípulo de Jesus deve estar disposto a renunciar a tudo para seguir o Senhor.

J. Nenhuma decisão daqueles que desejam seguir a Jesus pode estar baseada em emoções fingidas ou num entusiasmo superficial. São esses que vêm e vão. São esses que já rodaram pelo verdadeiro “mundo” de igrejas que existem por aí.

K. P compromisso genuíno é o verdadeiro alicerce sobre o qual o discípulo de Jesus deve edificar sua vida. Ele precisa avaliar o custo cuidadosamente, e analisar os riscos envolvidos em seguir a Jesus. Todo discípulo de Cristo, não apenas seguidor, deve renunciar, de imediato, a seus parentes e posses de toda espécie, a fim de poder tomar sua própria cruz e seguir a Jesus.

L. Jesus repete por três vezes o refrão: “NÃO PODE SER MEU DISCÍPULO” — VER Lucas 14:26—27, 33.

M. Aqui não podemos ter dúvidas: somente aqueles que avaliam o custo, de modo apropriado e estão dispostos a renunciar a tudo por causa de Cristo é que são os verdadeiros discípulos. Os outros todos estão apenas se enganando a si mesmos.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos. 



[1] Bonhoeffer, Dietrich. The Cost of Dicipleship. Touchstone Books a division of Simnon and Schuster Inc., New York, 1995.