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domingo, 12 de julho de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 14:15—24 — A PARÁBOLA DO GRANDE BANQUETE — SERMÃO 033


Concepção artística do "Grande Banquete"

Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.


A Parábola do Grande Banquete – Lucas 14:15—24.

15 Ora, ouvindo tais palavras, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus.

16 Ele, porém, respondeu: Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos.

17 À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado.

18 Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado.

19 Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te que me tenhas por escusado.

20 E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir.

21 Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.

22 Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar.

23 Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa.

24 Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.

Introdução

A. Estamos expondo as Parábolas proferidas por Jesus e neste bloco estamos falando de parábolas que aparecem exclusivamente no Evangelho de Lucas e em uma porção do Evangelho de Lucas que descreve a última viagem de Jesus para Jerusalém.

B. Lucas 14 e 15 nos apresentam a graça de Deus oferecida em toda a sua majestade.

C. Esta parábola foi proferida por Jesus em dia de sábado quando ele havia entrado para comer na casa de um fariseu.

D. Era costume dos judeus se reunirem em uma casa para uma refeição após a reunião que acontecia nos sábados pela manhã nas sinagogas.

E. Aparentemente era casa de alguém que possuía bens, pois no verso 15 nos lemos que a comida estava servida sobre uma mesa e mesas eram artigos de luxo naqueles dias.

F. É neste contexto que vamos encontrar a Jesus. Provavelmente reclinado sobre um sofanete e participando de um banquete.

G. A Parábola do Grande Banquete é motivada pelo comentário de um dos convidados – ver verso 15, baseado no comentário de Jesus em Lucas 14:13—14.

I. O Pano de Fundo da Parábola do Grande Banquete

A. Um dos motivos mais encantadores do Antigo Testamento é o fato de que Deus requeria que os sacrifícios fossem oferecidos no local apropriado — primeiro no Tabernáculo e depois no Templo em Jerusalém — e aquele que trazia o sacrifício tinha o direito de receber uma porção do mesmo de volta, o qual deveria ser consumido “na presença de Deus”. Assim Deus demonstrava que tinha prazer na comunhão com seu povo, pois a refeição é um momento realmente sagrado. Meu pai costumava dizer que o tempo que gastamos ao redor da mesa nós não envelhecemos.

B. Este é o motivo porque no Salmo 23:5 nos lemos:

Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.

C. Mas certamente a passagem mais impressionante do Antigo Testamento que trata desta questão do Grande Banquete é —

Isaías 25:6—9

6 O SENHOR dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas gordurosas, uma festa com vinhos velhos, pratos gordurosos com tutanos e vinhos velhos bem clarificados.

7 Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações.

8 Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o SENHOR falou.

9 Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos.

D. No período entre os testamentos os judeus ensinavam que o Messias, quando viesse, daria um grande banquete, mas os cegos, os aleijados, os coxos e todos os impuros ficariam de fora. Os gentios não eram sequer mencionados.

E. A comunidade de Qumran também mencionava um banquete onde somente as pessoas dignas seriam convidadas e isto de acordo com uma rígida hierarquia.

F. É óbvio que estas visões dos judeus do período intertestamental bem como as dos judeus da comunidade de Qumran nada tinham a ver com a profecia de Isaías.

G. A postura assumida pelos judeus dos dias de Jesus foi diretamente contraditada pelo Senhor conforme lemos em —

Lucas 13:28—34

28 Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.

29 Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus.

30 Contudo, há últimos que virão a ser primeiros, e primeiros que serão últimos.

31 Naquela mesma hora, alguns fariseus vieram para dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer matar-te.

32 Ele, porém, lhes respondeu: Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã, expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia, terminarei.

33 Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois, porque não se espera que um profeta morra fora de Jerusalém.

34 Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes!

II. A Parábola em si – versos 16 – 23.

A. Como já vimos, Jesus estava participando em um banquete na casa de um fariseu quando um comentário seu motivou um dos convidados a exclamar — Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus — verso 15!

B. Em vez de simplesmente dizer amém concordando com o comentário, Jesus conta então a Parábola do Grande Banquete.

A. Verso 16

A. Uma grande ceia — refeição vespertina — ou banquete certamente é dado por alguém poderoso o qual espera que seus iguais compareçam.

B. Note que o organizador da festa convidou a muitos, ou seja, a festa devia ser bastante grande.

C. Era obrigação do anfitrião nestas ocasiões suprir carne aos seus convidados. O tipo e a quantidade de animais abatidos tinham a ver com a quantidade de pessoas que haviam confirmado presença. Frangos, patos, cabritos, carneiros, bois? Tudo dependia de quantos se comprometeram a estar lá.

D. Aqueles que aceitavam o convite estavam obrigados a comparecer ao evento.

E. Uma vez sabendo quantos convidados atenderiam, o anfitrião dava andamento aos preparativos. Quando tudo estava pronto e ainda quente o anfitrião então...

B. Verso 17

A. Enviava seu servo para avisar os convidados que tudo estava preparado e a ceia estava pronta para ser consumida.

B. O presente do imperativo — vinde — indica que os convidados que já haviam concordado em comparecer deveriam agora vir sem demora.

C. Para os ouvintes de Jesus naquele momento a implicação era óbvia: A hora do Banquete Messiânico havia chegado.

D. Mas em vez de virem imediatamente, os convidados começaram a inventar desculpas esfarrapadas para não comparecer.

IV. Versos 18 – 20 – Os Três Convidados Importantes

A. Verso 18 — O primeiro certamente era um homem experiente na compra e venda de campos! Todo mundo sabia que sua desculpa não passava de uma deslavada mentira!

B. Naqueles dias ninguém sequer começava a discutir a compra de um campo sem antes determinar sua exata localização, se tinha água ou não, quantas árvores tinha e etc. Até as pedras visíveis eram contadas! Muitas vezes o comprador estava até ciente da capacidade produtiva do campo em questão. Quando Abraão comprou o campo de Efrom, que estava em Macpela fronteiro a Manre, comprou o campo, a caverna e todo o arvoredo que nele havia e todo seu limite ao redor! —

Gênesis 23:16—17

16 Tendo Abraão ouvido isso a Efrom, pesou-lhe a prata, de que este lhe falara diante dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores.

17 Assim, o campo de Efrom, que estava em Macpela, fronteiro a Manre, o campo, a caverna e todo o arvoredo que nele havia, e todo o limite ao redor
 
C. Uma desculpa moderna equivalente seria eu ligar para um irmão para dizer que não poderia comparecer ao banquete em seu salão de festas porque havia acabado de comprar uma casa numa região de alto custo pelo telefone e, agora, estava saindo para vê-la! Quem acreditaria em uma história dessas?

D. O porte da ofensa é grande porque o convidado prefere ir ver um campo, o que ele poderia fazer em qualquer outro dia, em uma cultura onde as amizades são de suprema importância.

E. Verso 19 – O segundo convidado era certamente um agricultor experimentado especialmente no que diz respeito a pares de bois puxadores de arados.

F. No Oriente Médio, até os dias de hoje, só existem duas maneiras de se comprar um par de bois de arado nas pequenas vilas: 1) A primeira é ir até o mercado local onde em uma das suas extremidades sempre se encontra um pequeno campo no qual os bois podem ser experimentados; 2) A outra é tomar conhecimento de que fulano está querendo vender um par de bois de arado e os interessados vão até o campo do vendedor para checar in loco como os bois se comportam e até para experimentá-los se for o caso. Agora se para um par o cuidado é este imagine para cinco pares.

G. A desculpa é uma invenção mentirosa e grandemente ofensiva ao anfitrião porque o convidado estava dando mais importância aos animais do que a amizade.

H. A desculpa moderna seria o João ligar para a Vera para avisá-la que enquanto estava em Jundiaí havia fechado a compra de 5 carros, em Alfenas pelo telefone, e que estava indo para lá para examiná-los. Mesmo a Vera acharia que o João havia pirado de vez.

I. Verso 20 — Vamos chamar esse terceiro de o noivo perdidamente apaixonado. Ele também dá uma desculpa esfarrapada. Certamente o casamento não havia acontecido naquele dia. O anfitrião saberia da festa e não marcaria seu grandioso banquete para a mesma data.

J. A resposta do apaixonado é mais breve porque como é costume no Oriente Médio se fala o menos possível acerca das mulheres.

V. Verso 21

A. O anfitrião como não poderia deixar de ser, sente-se ultrajado. Mas sua resposta é graciosa e não vingativa.

B. Os convidados importantes achavam que poderiam estragar a festa do anfitrião boicotando a mesma. Eles não contavam que o anfitrião poderia convidar os parias da sociedade para o banquete. Isto seria uma grande humilhação!

C. De fato este foi algo que os judeus que se achavam mais dignos sempre reclamaram de Jesus —

Lucas 15:2

E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.

VI. Verso 22

A. Apesar dos parias terem sido convidados e de terem ocupado lugar à mesa ainda assim havia lugares sobrando.

VI. Verso 23

A. O convite então é estendido aos estrangeiros, os quais devem ser amorosamente constrangidos a vir e participar.

VII. Verso 24

A. O Senhor Jesus finaliza a parábola falando que o mesmo que aconteceu com os convidados especiais acontecerá com a geração que o rejeitou!

Conclusão:

I. O que os primeiros ouvintes de Jesus poderiam ter entendido desta história?

O banquete = O banquete Messiânico que dá início à nova era Messiânica.

Os convidados originais = Os líderes de Israel que tinham o direito de ser os primeiros convidados.

Os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos = os párias da sociedade em Israel.

Os convidados dos caminhos e dos atalhos = todos os gentios.

II. As Implicações Teológicas:

A. Jesus Cristo é o único agente a convidar as pessoas para participar no banquete Messiânico da salvação.

B. Muitos virão do Oriente e do Ocidente para tomar acento nesse banquete como foi prometido pelo profeta Isaías e explicitamente ensinado por Jesus – ver Lucas 13:28—29.

C. As desculpas que as pessoas dão para não virem ao banquete são estúpidas e insultuosas. Os convidados originais têm seus imitadores em todas as épocas.

D. Pessoas que em nenhuma hipótese podem recompensar o anfitrião são convidadas e aceitam o convite, mesmo que relutantemente!

E. O povo de Israel é muito pouco para o grande Salvador providenciado por Deus. Por este motivo Ele é também o Salvador de todos os gentios —

Isaías 49:5—7

5 Mas agora diz o SENHOR, que me formou desde o ventre para ser seu servo, para que torne a trazer Jacó e para reunir Israel a ele, porque eu sou glorificado perante o SENHOR, e o meu Deus é a minha força.

6 Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até à extremidade da terra.

7 Assim diz o SENHOR, o Redentor e Santo de Israel, ao que é desprezado, ao aborrecido das nações, ao servo dos tiranos: Os reis o verão, e os príncipes se levantarão; e eles te adorarão por amor do SENHOR, que é fiel, e do Santo de Israel, que te escolheu.

F. Aqueles que se recusam a entrar ficarão de fora. Não existe segunda chance.

G. Temos que tomar cuidado de não repetir o erro daqueles convidados originais e acharmos que Deus não vai fazer nada se nós não participarmos. Se nos recusarmos a participar, Deus seguirá em frente com pessoas estranhas.

H. A hora passa velozmente. Lugares reservados estão reservados somente até certa hora! Aqueles que acharem que poderão vir à hora que quiserem poderão ficar extremamente chocados com as palavras “nuca vos conheci”.

I. Os convidados precisam ser convidados! Não existem penetras neste banquete nem participação à distância.

J. A graça de Deus é de graça mesmo, mas ela não é barata! Exige sacrifícios e abnegação da nossa parte —

Lucas 14:25—35

25 Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:

26 Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

27 E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.

28 Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?

29 Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,

30 dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.

31 Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?

32 Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.

33 Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

34 O sal é certamente bom; caso, porém, se torne insípido, como restaurar-lhe o sabor?

35 Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
  


OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link: 


Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

THOMAS WATSON: A ÚNICA COISA NECESSÁRIA – UM SERMÃO – PARTE 004


O material abaixo é parte de um sermão pregado por Thomas Watson que foi publicado em forma de e-book por:

Fonte: GraceGems.org

OEstandarteDeCristo.com

Tradução: Camila Rebeca Almeida

Revisão: William Teixeira

A Única Coisa Necessária Thomas Watson — PARTE 004

“Operai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12).

CONTINUAÇÃO

III.

E assim, depois de ter estabelecido alguns argumentos por meio de motivação, para persuadir a este trabalho, vou agora propor alguns meios através de orientações para nos ajudar neste trabalho, e aqui eu vou mostrar o que são aquelas coisas a serem removidas, que irão dificultar nosso labor e quais são as coisas que julgamos servirem para ele.

1. Temos de eliminar as coisas que dificultarão a operação da nossa salvação. Há seis barreiras no caminho para a salvação que deverão ser removidas.


(i) Em primeiro lugar, os embaraços do mundo. Enquanto o pé está em uma armadilha, um homem não pode correr. O mundo é uma armadilha; enquanto os nossos pés estão nele, não podemos participar da corrida diante de nós — Hebreus 12:1. Se um homem subir uma rocha íngreme, e tendo pesos amarrados às pernas, eles dificultariam sua subida; muitos pesos dourados vão nos impedir de subir esta rocha íngreme que leva à salvação. Enquanto a fábrica de um comércio está funcionando, faz tanto barulho que mal podemos ouvir o ministro “levantando a sua voz como a trombeta”. O mundo sufoca nosso zelo e apetite pelas coisas celestiais, a terra apaga o fogo, a música dos encantos do mundo nos adormecem, e então não podemos trabalhar. Nas minas de ouro, existem sufocamentos mortais. Ó! quantas almas foram destruídas com um sufocamento proveniente da terra!

(ii) A segunda barreira no caminho para a salvação é a tristeza e o desânimo: quando o coração de um homem está triste, ele não está apto para ir para o seu trabalho, ele é como um instrumento desafinado. Sob medos e desânimos nós agimos fracamente na religião. Davi trabalha para repreender a si mesmo a sair dessa melancolia espiritual, “Por que estás abatida ó minha alma?” — Salmo 42:5. A alegria vivifica; os Lacedemônios usavam a música em suas batalhas para excitar seus espíritos e fazê-los lutar mais bravamente. A alegria é como música para a alma, que excita ao dever, ela é óleo para as rodas dos afetos. A alegria faz o serviço ser feito com prazer, e nós nunca os realizamos de forma rápida na religião como quando sobre as asas do prazer. A melancolia tira as rodas dos nossos carros, e então nós dirigimos pesadamente.

(iii) A terceira barreira no caminho para a salvação é a preguiça espiritual. Este é um grande impedimento para o nosso trabalho. Foi dito de Israel, “Também desprezaram a terra aprazível” — Salmo 106:24, qual seria a razão disto ser assim? Canaã era um paraíso de prazer, um tipo de céu, mas eles pensaram que para obtê-la iria custar-lhes uma grande quantidade de problemas e perigos, e eles prefeririam continuar sem ela, eles desprezaram a terra aprazível. Não existem milhões em nosso meio que prefeririam ir dormindo para o Inferno, do que suando para o céu? Eu li de certos espanhóis que vivem perto de onde há uma grande loja de peixes, no entanto, são tão preguiçosos que eles não ganham as dores para pegá-los, mas os compram de seus vizinhos. Tal estupidez pecaminosa e preguiça estão sobre a maioria, que, apesar de Cristo estar perto deles, embora a salvação seja oferecida no Evangelho, contudo eles não trabalharão pela sua salvação. “A preguiça faz cair em um sono profundo” —        Provérbios 19:15. Adão perdeu sua costela quando ele estava dormindo, muitos homens perdem sua alma neste sono profundo.

(iv) A quarta barreira no caminho para a salvação é a opinião da facilidade da salvação; Deus é misericordioso, e o pior vem para o pior, isto é apenas arrepender-se. Deus é misericordioso, é verdade, mas, além disso, Ele é justo, Ele não deverá corromper Sua justiça ao demonstrar misericórdia, portanto, observe esta cláusula na proclamação, Ele “não inocenta o culpado” — Êxodo 34:7. Se um rei proclama que somente devem ser perdoados aqueles que vieram submetidos ao seu cetro, poderia alguém, ainda persistindo na rebelião, reivindicar o benefício daquele perdão? Ó pecador, tu gostarias de obter misericórdia, e não queres desfazer-se da arma da injustiça?
Isto, somente se houver arrependimento, você se arrepende? Esse é tal, que não podemos atingir a menos que Deus direcione a nossa seta. Diga-me, Ó pecador, é fácil para um homem morto viver e andar? Tu estás espiritualmente morto, e enrolado na tua mortalha — Efésios 2:2. A regeneração é fácil? Será que não existem dores no novo nascimento? É a abnegação fácil, tu sabes o que a religião deve custar-lhe, e o que isso pode custar? Deve custar-lhe a separação dos seus desejos, pode custar-lhe a separação de sua vida, guardem desta obstrução. A salvação não é conseguida com ânimo leve, milhares foram para o Inferno mediante este erro. Os grandes espetáculos da presunção fizeram a porta estreita parecer mais larga do que é.

 (v) A quinta barreira no caminho para a salvação são amigos carnais. É perigoso ouvir a sua voz. A serpente falou a Eva. A esposa de Jó o teria retido de servir a Deus, “Ainda reténs a tua integridade?” — Jó 2:9. Quem, continua a orar e a clamar? Aqui, o Diabo lança mão sobre a tentação de Jó por sua esposa. Amigos carnais estarão chamando-nos para longe de nosso trabalho. Quem precisa de todo este alvoroço? Nós lemos que alguns dos parentes de Cristo, quando viram Cristo, de modo sincero na pregação, tentaram impedi-Lo: “Seus parentes foram para prendê-lo” — Marcos 3:21. Nossos amigos e parentes, às vezes, ficam em nosso caminho para o céu e julgam o nosso zelo como loucura, gostariam de nos perseguir e nos embaraçar de nosso trabalho por salvação. Muitos nos dias da reforma tinham tais amigos; por se aconselharem com seus amigos, eles revogariam suas antigas opiniões sobre a doutrina de Lutero, ou persistiriam nelas até a morte, muitos desejavam que Lutero se retratasse, e tão abertamente renunciasse sua antiga fé; ele tornou-se um homem vivo no inferno.

(vi) A sexta barreira no caminho para a salvação é a má companhia. Eles nos tirarão de nosso trabalho. As águas doces perdem seu frescor quando se deparam com o sal, os cristãos perdem a sua frescura e paladar entre os ímpios; as pombas de Cristo serão manchadas por deitarem entre esses vasos. Companhia pecaminosa é como a água na forja de um ferreiro que apaga o ferro, ele nunca será tão quente; tais bons afetos esfriam. Os ímpios têm a praga do coração — 1 Reis 8:38, e sua respiração é infecciosa. Eles vão nos desencorajar de trabalhar pela nossa salvação; assim como aquele, que é um pretendente a uma mulher, e é muito sério em seu pedido, lá vem alguém e diz que ele sabe alguma coisa de mal sobre o relatório acerca duma  mulher, algum impedimento; o homem ouvindo isso, logo se retira, e a solicitação cessa. Assim é com muitos homens que começam a ser pretendentes à religião. De bom grado eles teriam realizado o casamento, e eles crescem muito quentes e violentos na solicitação, e começam a operar a sua salvação, mas depois lá vêm alguns de seus confederados, e lhe dizem que eles sabem de algum mau relatório sobre a religião. “Esta seita, em todos os lugares se fala contra”. Deve haver muito rigor e mortificação para que ele nunca mais deva esperar ver bons dias; posto isso, ele fica desanimado, e por isso o encontro foi interrompido. Acautelai-vos de tais pessoas, pois elas são demônios cobertos com carne, pois elas são, como alguém disse, como Herodes, que teria matado Cristo, logo que Ele nasceu. Assim, quando Cristo está, por assim dizer, começando a ser formado no coração, eles, em um sentido espiritual, O matam.
E, assim, eu lhe mostrei as barreiras que se encontram no caminho para a salvação, que devem ser removidas.

2. Devo proceder agora no segundo lugar para estabelecer alguma ajuda conducente para a salvação.



(i) A primeira está no texto: temor e tremor. Este não é um temor de duvidar, mas o temor de diligência. Este temor é necessário no trabalho de salvação. Temamos até que entremos — Hebreus 4:1. O temor é um remédio contra a presunção. A esperança é como a cortiça para a rede, ela guarda a alma de afundar em desespero e o temor é como o prumo para a rede, ele mantém a alma flutuando acima da presunção. O temor é aquela espada flamejante que gira em todos os sentidos para impedir o pecado de entrar. O temor vivifica, é um antídoto contra a preguiça. “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca” — Hebreus 11:7. O viajante, para que a noite não deva alcançá-lo antes que ele chegue ao fim de sua jornada, usa mais frequentemente as esporas. O temor causa circunspecção, aquele que anda com temor pisa cautelosamente. O temor é um conservante contra a apostasia: “Porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim” — Jeremias 32:40. O temor de cair nos impede de cair: O temor é a insígnia e farda de um Cristão. Os santos do passado eram homens tementes a Deus —Malaquias 3:16. É relatado sobre santo Anselmo, que ele gastava a maior parte de seus pensamentos sobre o Dia do Julgamento. “Feliz o homem que teme sempre” — Provérbios 28:14. O temor é guarnição de um cristão, a maneira de estar seguro é sempre temer. Esta é uma das melhores ferramentas com a qual um Cristão trabalha.

(ii) Em segundo lugar, outra grande ajuda na operação da salvação é o amor. O amor faz o trabalho prosseguir com alegria; sete anos de trabalho pareciam nada a Jacó por causa do amor que ele tinha por Raquel. O amor facilita tudo. É como asas para o pássaro, como rodas para o carro, como velas para o navio, que transporta a alma rápida e alegremente ao dever. O amor nunca se cansa. Esta é uma excelente frase de Gregório: “Deixe um homem ter o amor do mundo em seu coração, e ele rapidamente será rico”. Então nada faça, senão ter o amor à religião em seu coração, e você será rapidamente rico de Graça. O amor é uma Graça ativa, vigorosa. Ele despreza os perigos, ele espezinha as dificuldades, como uma poderosa torrente carrega tudo à sua frente. Esta é a Graça que “toma o céu por violência”. Tenham seus corações bem aquecidos com esta Graça, e vocês serão habilitados para este trabalho.

(iii) A terceira coisa conducente à salvação é trabalhar na força de Cristo. “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” — Filipenses 4:13. Nunca vá para o trabalho sozinho. A força de Sansão estava em seu cabelo. E a força do Cristão está em Cristo. Quando estiver para fazer qualquer dever, resistir a qualquer tentação, subjugar qualquer luxúria, passe sobre isso com a força de Cristo; alguns saem contra o pecado na força de suas resoluções e votos, e eles logo são frustrados. Faça como Sansão, ele clamou ao Céu primeiro por ajuda e depois de ter se apoderado dos pilares, ele derrubou a casa sobre os chefes dos filisteus. Quando nós envolvemos Cristo no trabalho, e assim nos apoderamos dos pilares de uma ordenança, em seguida, nós derrubamos a casa sobre a cabeça de nossas concupiscências.

(iv) Em quarto lugar, opere com humildade; seja humilde, não pense que o mérito vem pelo seu trabalho. Satanás quer nos impedir de trabalhar, ou então ele gostaria de fazer-nos orgulhosos do nosso trabalho. Deus deve perdoar nossas obras antes que Ele as coroe. Se pudéssemos orar como anjos, derramar rios de lágrimas, construir igrejas, erigir hospitais e tivéssemos um conceito que teríamos mérito por isso, seria como uma mosca morta no vaso de unguento, que iria manchar e eclipsar a glória deste trabalho. Os nossos deveres, como o bom vinho, apreciam um barril ruim: eles nada são, senão pecados brilhantes. Não deixe o orgulho envenenar nossas coisas santas; quando estamos trabalhando pelo Céu, devemos dizer como o bom Neemias, “Nisto também, Deus meu, lembra-te de mim e perdoa-me segundo a abundância da tua benignidade” — Neemias 13:22.


(v) Em quinto lugar, trabalhe sobre os seus joelhos; passe muito tempo em oração. Implore ao Espírito de Deus para ajudá-lo no trabalho, faça essa oração, “Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim” — Cânticos 4:16. Temos necessidade deste soprar do Espírito sobre nós; existem tantos ventos contrários soprando contra nós, e considerando o quão rapidamente santas afeições estão prontas a murchar. O jardim não tem mais necessidade de vento para fazer seu fruto fluir para fora, do que nós do Espírito para fazer nossas Graças florescerem. Filipe chegou-se a carruagem do eunuco — Atos 8:29. O Espírito de Deus deve juntar-se à nossa carruagem; como o marinheiro que tem a mão no leme e tem seu olhar voltado para as estrelas. Enquanto nós estamos trabalhando, temos de olhar para o Espírito. O que é a nossa preparação sem a operação do Espírito? O que é todo o nosso remar sem um vento forte do céu? “O Espírito me levantou” — Ezequiel 3:14. O Espírito de Deus deve tanto infundir quanto exercitar a Graça. Lemos sobre “uma roda no meio de outra roda” — Ezequiel 1:16. O Espírito de Deus é essa roda interna que deve mover a roda de nossos esforços. Para concluir tudo, ore a Deus para abençoá-lo em seu trabalho. “Não é dos ligeiros a carreira, nem dos fortes a batalha” — Eclesiastes 9:11 — nada prospera sem uma bênção, e qual a maneira de obtê-la senão pela oração? Esta é uma frase de um dos antigos: “Os santos levam as chaves do céu em seu cinto. A oração conquista a arma da mão do inimigo, e recebe a bênção das mãos de Deus”.

(vi) Por fim, trabalhe em esperança, diz o apóstolo, “aquele que lavra deve lavrar com esperança” — 1 Coríntios 9:10. A esperança é a âncora da alma — Hebreus 6:19. Lance essa âncora na promessa e você nunca deverá afundar. Nada mais nos impede em nosso trabalho do que a incredulidade. Certamente, diz um Cristão, eu posso labutar todos os dias para a salvação e não obter nada. “Porventura não há bálsamos em Gileade?” — Jeremias 8: 22. Será que não há propiciatório? Ó, borrife fé em cada dever! Olhe para a Livre Graça; fixe o seu olhar no sangue de Cristo. Quer ser salvo? Faça o seu trabalho unindo-o com a fé.

Amém

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

VILA NO NEPAL PROGRIDE DEPOIS DE BANIR O ÁLCOOL E O TABACO


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O Nepal é um país incrustado nas cadeias de montanhas do Himalaia. Um vilarejo local, Larumba, tem experimentado um progresso muito distinto no paupérrimo país, depois que baniu o consumo de álcool e tabaco há vinte anos.

A história é a seguinte: os povos das tribus Limbu e Rai são notóriamente conhecidas pelo consumo exagerado de álcool, pela indolência, pela falta de harmonia entre eles mesmos e pela pobreza de caráter do povo. Eles são conhecidos, localmente, como “matwali”, que significa: “bebedores de álcool”.

Todavia os habitantes da vila de Larumba tomaram a decisão de se livrarem desse perverso e ruinoso hábito. Os habitantes do vilarejo seguiram a liderança de seu filho mais famoso, Mahaguru Falgunanda Lingden, que iniciou uma campanha contra o uso de álcool e de tabaco, isso há um século. O resultado é descrito dessa maneira por uma reportagem recente do “The Katmandu Post”: “O banimento do consumo de álcool e de cigarros mudou o estilo de vida do povo do pequeno vilarejo, que se encontrava em constante falta de alimentos e grandes discórdias entre os membros da comunidade. O primeiro grande benefício sentido logo no início foi uma drástica diminuição na violência doméstica. Kehar Singh Yonghang, presidente do Kirat Clotlung Maangena Service Commitee, disse que a vila nunca teria progredido se não tivesse abandonado tais maus hábitos. O banimento não se aplica somente aos residentes locais. A lei vale para todos os que visitam o local também”.

Como sabemos, apesar da Bíblia não proibir o consumo de álcool, o alcoolismo é uma da mais graves nódoas em todas as sociedades. Atos de violência, falta de harmonia no lar, divórcios, amizades arruinadas, acidentes automobilísticos, adultérios, fornicação e outros males e vícios são resultado direto do consumo de álcool e acontecem em números tão grandes que não existe sequer a possibilidade de serem tabulados em uma tábua de estatísticas.

Ao que parece os cidadãos Hindus de Larumba são bem mais inteligentes do que muitos pregadores modernos que em vez de ensinar o que a Bíblia diz, têm assumido o risco de promover o que está sendo chamado de “consumo moderado” de álcool seguindo a poderosa sugestão da propaganda que diz: “Beba com moderação”.

Mas não devemos nos deixar enganar. A Bíblia, como já dissemos, apesar de não proibir, de forma absoluta, o consumo de álcool tem palavras duras para aqueles que gostam de beber e, podem acreditar, existem muitos evangélicos que gostam mesmo é de beber. Desde pastores, verdadeiros pé de cana, até o mais simples dos irmãos.

PARA MEDITAR

Provérbios 20:1

O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio.

Provérbios 23:29—33

29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?

30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.

31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.

32 Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.

33 Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.

Isaías 5:21—22

21 Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!

22 Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte.       
Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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