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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

ENTENDENDO A INSTITUIÇÃO DA CHAMADA SANTA CEIA OU CEIA DO SENHOR



Mateus 26:26—29

Introdução

A. Nesses dez anos de Igreja Presbiteriana Boas Novas, nós, bem no início das nossas atividades, decidimos celebrar a ceia do Senhor sempre, uma vez a cada cinco domingos. Isso tem certas repercussões que gostaríamos de lembrar os irmãos:

1. Não temos um domingo fixo no mês para celebrar a Santa Ceia, portanto diluímos bastante a ideia tão comum de que o primeiro, o segundo, o terceiro e etc., domingo é mais santo que os outros porque nele nós celebramos a Ceia do Senhor.

2. Como celebramos a Ceia do Senhor a cada 5 domingos, então um mês celebramos no primeiro domingo, no mês seguinte no segundo domingo e etc.

3. De vez em quando acontece do mês ter cinco domingos e a celebração da Santa Ceia cair exatamente no quinto domingo. Mas quando isso não acontece, às vezes, ficamos um mês sem celebrar a Santa Ceia.

4. Outra questão importante é que a Santa Ceia existe para o benefício dos irmãos e não por outro motivo, então não nos incomodamos em adiar a celebração da mesma, às vezes um domingo, outras dois domingos, desde que isso venha ajudar os irmãos em suas necessidades. Devemos deixar claro que Deus não está tão interessado nos dia em que celebramos a Santa Ceia quanto no fato de que celebremos a mesma em qualquer domingo, mas, como tudo na adoração cristã, em espírito e em verdade.

B. Curiosamente, em dez anos de pastorado aqui, eu nunca preguei nenhuma mensagem acerca da Ceia do Senhor, apesar de a cada celebração fazer questão de instruir os irmãos acerca de algum aspecto importante da mesma.

C. Bem hoje tudo isso vai mudar, por que além de celebrarmos a Ceia do Senhor, eu pretendo pregar uma mensagem totalmente dedicada a esse tema, conforme o texto de Mateus 26:26—29...

A INSTITUIÇÃO E A CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR OU DA SANTA CEIA

Introdução

A. A primeira coisa que devemos destacar é que a celebração da Santa Ceia ou da Ceia do Senhor é a principal ordenança que temos que celebrar, e que a mesma foi instituída pelo próprio Senhor Jesus Cristo.

B. A Ceia do Senhor é uma indicação clara da Sua previdência, bem como da Sua paciência. Dizemos isso por vários motivos:

1. Primeiro porque ele anteviu nossa profunda necessidade de sermos, periodicamente relembrados, daquilo que ele é para nós — fazei isso em memória de mim. Nosso Salvador é aquele que recebeu em seu próprio corpo o justo castigo que nossos pecados mereciam e derramou seu sangue para que esses mesmos pecados fossem completa e definitivamente obliterados.

2. Em segundo lugar ele nos permitiu que, ao celebrar a Ceia do Senhor, nós possamos ser curados de nossa atitude distante e desinteressada pelas coisas do próprio Deus, nos lembrando, de forma contínua que, seja quais forem os nossos pecados, os mesmos estão definitivamente perdoados pelo sangue de Cristo derramado na Cruz.

3. Desse modo, a Ceia do Senhor nos ajuda a relembrar por meio do Pão, que o corpo de Cristo foi castigado por causa dos nossos pecados. E, por meio do cálice, que o sangue de Cristo foi derramado para que os pecados castigados sobre o corpo Senhor fossem completa e definitivamente perdoados por meio do seu sangue derramado.

I. O Cristão se Alimenta do Corpo e do Sangue de Cristo

A. É importante destacar aqui que não estamos falando da doutrina da transubstanciação da Igreja Católica Romana. Essa doutrina declara que a hóstia, que não passa de um fino biscoito feito de água e farinha, se transforma, num passe de mágica, no corpo, alma e em toda a essência divina do próprio Filho de Deus.

B. Também não estamos falando da doutrina da consubstanciação da Igreja Luterana que ensina que: depois que os elementos são ingeridos eles então se transformam no verdadeiro corpo e sangue de Cristo.

C. Não, nossa posição reformada é que os elementos — pão e vinho ou suco de uva — não sofrem nenhum tipo de transformação.

1. Todavia os mesmos representam — não são — o corpo e o sangue de Jesus. E como representam a Jesus, nós temos que entender que os mesmos representam Cristo, e que Cristo é Vida para nós.

2. De que maneira recebemos os elementos como verdadeiros alimentos para nossas almas? Ao tomar o pão e o cálice nós devemos nos lembrar o que Jesus disse:

João 6:35

Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.

3. Quando participamos dos elementos nós nos beneficiamos da Graça do Senhor que instituiu esses elementos como meios de Sua Graça.

4. Cristo escolheu esses elementos porque os mesmos eram muito comuns naqueles dias e continuam assim até os dias de hoje. Esses elementos estavam disponíveis a todas as pessoas, mesmo para as mais pobres e o mesmo se mantém verdadeiro hoje. A celebração da Ceia do Senhor não está restrita a igrejas ricas, mas a todo o corpo de Cristo, pela singeleza dos elementos que o próprio Senhor escolheu que a mesma fosse celebrada de forma apropriada. Assim, independentemente do dia em que celebramos a Ceia do Senhor, Jesus é verdadeiramente nosso pão de cada dia.

II. Cristo Se Tornou Alimento Para as Nossas Almas em Sua Encarnação

A. Os elementos, como o próprio Cristo afirma, não representam nada relacionado à sua alma ou essência divina como alguns afirmam. Muito pelo contrário, Jesus é bem explícito: esse pão é o meu corpo e esse cálice é o meu sangue. Note que não existe nenhuma menção à sua divindade. Ao fazer essas afirmações, é óbvio que nenhum dos apóstolos presentes entendeu essas palavras de modo literal, como se Cristo estivesse arrancando pedaços de seu próprio corpo ou sangrando uma de suas veias num cálice para servir aos presentes. Não, suas afirmações precisam ser entendidas à luz do que afirmamos no item I acima.

B. Tem que ser muito teimoso para afirmar que uma hóstia se transforma na essência divina daquilo que Cristo é. Não existe mágica capaz de transformar o pão e o suco ou vinho na essência divina de Jesus. Não existem palavras que sejam capazes de transformar um biscoito feito de água e farinha em algo que vá além daquilo que ele realmente é: um biscoito fino feito de água e farinha.

C. Assim entendemos mais facilmente que em sua encarnação e por meio de sua morte, Jesus se transformou verdadeiramente naquele que nos alimenta e nos sacia plenamente, pois o pão é como se fosse verdadeiro pão para nossas almas famintas.

D. Do mesmo modo, nós entendemos que o sangue de Cristo, foi derramado como o sangue de um cordeiro sem defeito e sem mácula para o perdão dos nossos pecados. E isso foi feito conforme a vontade expressa de Deus como podemos ler em —

2 Coríntios 5:21

Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.  

III. Em Terceiro Lugar Jesus Se Deu a Nosso Favor Por Meio de Sua Morte.

A. O pão é partido, o suco ou vinho é derramado e esses dois elementos devem ser tomados em separado. Eles representam a morte de Cristo e os dois precisam ser lembradas e consumidos em separado, todas as vezes que celebramos a Santa Ceia ou a Ceia do Senhor.

B. Jesus só poderia nos dar verdadeira vida se primeiro não entregasse sua vida para resgatar a nossa da perdição. Ele diz:

João 10:17—18

17 Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir.

18 Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.

C. Não é vida de Jesus como ser humano que nos alimenta. É sua morte sobre a cruz que produz as condições verdadeiras para sermos alimentados e fortalecidos espiritualmente e é seu sangue, também derramado na Cruz que permite que sejamos redimidos ou perdoados de nossos pecados. Não é o sangue de Jesus em suas veias que nos trás o perdão e sim o sangue derramado na cruz.

D. A santa Ceia foi instituída na véspera da morte de Cristo sobre a Cruz. Por isso, ela se tornou no verdadeiro memorial da morte sacrificial de Cristo a nosso favor. 

Conclusão

A. Paulo se apropriou de maneira maravilhosa dessas verdades acerca da celebração da Ceia ao escrever o seguinte:

Colossenses 2:13—15

13 E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos;

14 tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz;

15 e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.

B. Lembremo-nos das palavras de Jesus:

João 6:48

Eu sou o pão da vida.

C. Não podemos os esquecer das palavras de Paulo quando afirma:

Romanos 5:8—9

8  Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

9  Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

D. Ao nos aproximarmos da mesa do Senhor, devemos nos julgar. Todo pecado conhecido deve ser reconhecido e confessado. Ninguém pode se aproximar da mesa isento de todos os seus pecados, isso é impossível e não é requerido de nós.

E. Também devemos nos lembrar que Jesus é nosso Salvador dos pecados e que precisamos nos render a ele como nosso Senhor. O senhorio de Cristo em nossas vidas só pode ser manifestado por meio da nossa obediência aos mandamentos do Pai —

Mateus 7:21

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

F. Assim, aproximemo-nos da mesa do Senhor, atendendo a Seu próprio convite e que encontremos refrigério para as nossas almas por meio de Sua Graça.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.      

sábado, 21 de junho de 2014

ENCONTROS DE PODER — 021 — UMA EXEGESE DE COLOSSENSES 2:13—15 — PARTE 1 - NOSSO ESCRITO DE DÍVIDA


Uma Marcha Triunfal da Antiguidade

A EVIDÊNCIA DO NOVO TESTAMENTO — PARTE 8 — COLOSSENSES 2:13—15 — PARTE 1

Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.

Texto Base: COLOSSENSES 2:13—15

13 E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos;

14 tendo cancelado o — χειρόγραφον cheirógrafon —escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz;

15 e, ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — despojando os principados e as potestades, ἐδειγμάτισεν edeigmátisen — publicamente os expôs ao desprezo, θριαμβεύσας thriambeúsas — triunfando deles na cruz.

O texto que temos diante de nós apresenta inúmeras dificuldades de interpretação. As questões mais importantes dizem respeito ao significado de χειρόγραφον cheirógrafon —escrito de dívida, o uso da imagem de “Triunfo” e a tradução de ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — despojando.

Bem, vamos começar com a primeira palavra:

Documento obliterado pelo ato de rasgar

I. χειρόγραφον cheirógrafon —escrito de dívida

W. Carr escreveu em seu artigo “Duas Notas em Colossenses”[1] que o termo χειρόγραφον cheirógrafon, se refere a algo, literalmente, a uma confissão “escrita pelo próprio punho do acusado” como uma espécie de confissão, conforme descobertas arqueológicas feitas na Ásia Menor de escritos em pedra contendo a confissão de pecadores arrependidos que, dessa forma confessavam seus pecados em algum local de culto. Nesse sentido, Carr sugere que Cristo “obliterou” essa metafórica autoconfissão pública. Desse modo, se os colossenses estivessem insistindo, mesmo depois de terem sido libertados por Cristo, em se obrigarem a obedecer às regras inventadas por eles mesmos ou por outros novamente, então eles estariam escrevendo, outra vez, o tal “escrito de dívida” para que todos pudessem ver. Comparar com:

Colossenses 2:20

Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças.

A ideia de Carr de que Paulo teria usado um costume local como ponto de contato com os costumes das próprias tradições gentílicas correntes em Colossos, como uma maneira de ajudá-los a compreender o significado da libertação das obrigações pagãs, possui um forte apelo, temos que admitir. Mas isso, também temos que admitir acaba autodestruindo a metáfora usada por Paulo. A imagem de uma pedra sendo pendurada na cruz de Cristo é algo que representa mais um “peso” em si mesma, do que a própria metáfora pode suportar.

Por isso, cremos que é mais satisfatória a ideia mais antiga de que  χειρόγραφον cheirógrafon representa uma confissão de dívida e que a imagem usada por Paulo trata-se apenas de um jogo de palavras onde se cancela um escrito qualquer fazendo uma cruz — literalmente um “Xis” — sobre o documento.  Com isso concorda o pesquisador Adolf Deissmann que afirma que papiros originais foram encontrados “cruzados” com a letra grega “Χ”, chi, e cita, como exemplo o papiro Florentinus do ano 85 d.C. Nesse documento o rei do Egito dá a seguinte ordem durante um processo de julgamento: “Que o material manuscrito — χειρόγραφον cheirógrafon — seja “riscado” ou cruzado com um “Xis”.[2] Dessa forma o que Paulo chama de — χειρόγραφον cheirógrafon — não seria a própria lei em si mesma, como desejam alguns, e sim, provavelmente, o escrito que se encontra registrado nos livros celestiais — ver Apocalipse 20:12 e também o livro pseudoepigráfico Apocalipse de Sofonias 7:1—11. Essa página, cada uma referente a um indivíduo é arrancada e pregada na cruz, que se torna num registro público do fato que fomos perdoados por Deus — conforme Colossenses 2:13. De que maneira a cruz cancela o débito é algo sobre o que Paulo não elabora nesse contexto.


II. O Triunfo

O significado de θριαμβεύσας thriambeúsas — triunfando não diz tanto respeito ao ato de triunfar em si mesmo, e sim ao ato de celebrar um triunfo. O ato de desfrutar de uma procissão triunfal como a descrita por Paulo em

2 Coríntios 2:14

Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.

Tal triunfo em Colossenses 2:15 poderá estar fazendo referência a:

A. Os poderes como cativos de Cristo.

B. Os convertidos como pessoas verdadeiramente livres.

C. Os cristãos como soldados de Cristo.

De acordo com os historiadores, uma marcha triunfal dos romanos seguia o seguinte esquema: 1) Soldados inimigos capturados e despojos de guerra, quadros que retratavam cenas das batalhas e das cidades conquistadas, cartazes com os nomes das pessoas aprisionadas; 2) Presentes oferecidos pelo povo conquistado para honrar o conquistador; 3) Bois brancos para serem sacrificados ao Deus Júpiter; 4) Prisioneiros algemados; 5) Oficiais portando modelos das armas usadas na conquista; 6) Magistrados e senadores; 7) O comandante vitorioso sobre uma carruagem acompanhado de seus filhos menores — seus filhos maiores montam cavalos e acompanham outros oficiais; 8) Romanos que foram libertados da escravidão; 9) Soldados romanos com coroas de louros cantando canções zombando de seus comandantes[3].

O comentarista Lamar Williamson afirma que quando o verbo grego θριαμβεύω — thriambeúo — é seguido por um objeto direto, nesse caso a expressão grega αὐτοὺς autoùs — tem o significado de: “conduzi-los como inimigos conquistados em uma parada vitoriosa”. Uma vez que a parte mais emocionante dessas paradas era poder arrastar os inimigos derrotados pelas ruas da cidade do vencedor expondo-os ao ridículo, os mesmos costumam aparecer como objeto direto do verbo “triunfar sobre alguém”, isto é, conduzir algum cativo em uma parada triunfal. Por extensão, com o passar do tempo, a expressão passou a agregar também o sentido de “expor alguém ao ridículo”.

O conceito de “exposição” está presente em toda a extensão do versículo. Desse modo, é inevitável que o significado de ἀπεκδυσάμενος apekdusámenos — despojando os principados e as potestades, independentemente de como tal expressão é traduzida, a mesma é de importância central ao significado de δειγματὶσω deigmatìso — publicamente os expor ao desprezo, que é o único verbo finito em toda essa sentença.

Essa mesma expressão é usada por Mateus com relação à atitude de José acerca de Maria, mas no sentido inverso:

Mateus 1:19

Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente.

 No judaísmo a humilhação de uma mulher adúltera era feita pelo ato de arrancar suas roupas e expor seus seios à vista de todos. De todas essas informações cremos que é bastante seguro traduzir essa expressão por: “humilhar por meio duma exposição pública”. A expressão adicional ἐν παρρησίᾳ — en parresía — em público ou publicamente enfatiza , com precisão, a natureza da exposição.

CONTINUA...

LISTAS DOS ESTUDOS DE ENCONTROS DE PODER

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ — arché e ἄρχων — árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις – exousías – potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις — dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοι— thrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς — kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματι — onómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs — ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον — daimoníon — demônioπνεῦμα τὸ πονηρὸν — pneûma tò poniròn — espírito malignoἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴν— angélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn — anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

021 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 7 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 1

022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

023 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 9 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 1

024 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 10 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 2

025 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 11 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 3

026 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 12 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 4

027 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 13 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 5

028 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 14 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 6

029 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 15 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 7 — A DESTRUIÇÃO DA MORTE E DE SEUS ALIADOS

030 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — A CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS POR MEIO DE E PARA O PRÓPRIO CRISTO

031 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES

032 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES —PARTE 002

033 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 17 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 001

034 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 18 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 002

035 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 19 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 003

036 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 20 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 004

037 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 21 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 005

038 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 22 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 006

039 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 23 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 007

040 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 24 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 008

041 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 25 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 009

042 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 26 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 010

043 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 27 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 011 — O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/encontros-de-poder-043-evidencia-do.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1]  Carr, W. Two Notes on Colossians em JTS 24 (1973) páginas 492—500.

[2]  Deissmann, Adolf. Light From de Ancient East. Baker Book House, Grand Rapids, 1980.

[3] Versnel, H. S. Triumphus: An Inquiry into the Origin, Development, and the Meaning of the Roman Triumph. E. J. Brill, Leiden, 1970.