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domingo, 18 de dezembro de 2016

NATAL: CELEBRAR OU NÃO CELEBRAR


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INTRODUÇÃO

A. Já faz muito tempo que a celebração do Natal de Cristo tornou-se motivo de não pequena desavença entre os cristãos.

B. Por motivos não bíblicos, muitos que se chamam cristãos têm não apenas desistido de celebrar o Natal, mas têm também se envolvido numa campanha contra a celebração do Natal de Jesus. Muitos desses, todavia, não se sentem constrangidos de celebrarem festas judaicas como a Páscoa e a festa dos Tabernáculos, apesar do Novo Testamento ensinar claramente contra tais práticas, conforme —

Romanos 10:4

Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.

C. As pessoas que são contra a celebração do Natal, geralmente, assumem um ar de pessoas superiores quando se comparam com aqueles que eles julgam como pessoas infelizes que celebram o mesmo. Então, muitas vezes, os que celebram o Natal reagem pensando que também são superiores a esses seres infelizes que não celebram o Natal. As duas atitudes estão erradas e devem ser reprovadas. A Bíblia não incentiva a arrogância, pelo contrário —

Filipenses 2:3—4

3  Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.

4  Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.

D. Essa condição de disputa entre cristão pede que a celebração do Natal seja esclarecida para o benefício de todos. É isso que vamos tentar fazer em nossa mensagem de hoje.

DEVEMOS OU NÃO CELEBRAR O NATAL DE CRISTO?

I. O Problema das Tradições

A. A Celebração do Natal — Nascimento de Jesus — é uma tradição da Igreja Cristã.

B. Tradições não são nem boas nem más em si mesmas, mas é fato que tradições podem degenerar. E certamente foi isso que aconteceu com a celebração do Natal.

C. Em 1647 o Parlamento Inglês controlado pelos puritanos, aboliu as celebrações natalinas em toda Inglaterra e tal proibição durou durante todo o período — 14 anos — que o puritano Oliver Cromwell governou o país.

D. Como celebrado nos dias de hoje a festa chamada “NATAL” — mesmo nome, mas motivações bem diferentes — está muito degenerada. Entre os elementos da degeneração, podemos citar dois, entre os mais importantes:

1. Materialismo: eis algumas máximas materialistas —

a. Você é o que você tem ou possui. Todavia, a Bíblia nos diz que:
Lucas 12:15
Então, lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.
b. Mas, infelizmente, os bens materiais se tornam a fonte mais importante de satisfação nesta vida. Os bens materiais tendem a assumir personalidade de pessoas e as pessoas vão sendo cada vez mais coisificadas. É o que podemos chamar de personificação das coisas e a coisificação das pessoas.
2. Além disso, podemos notar excessivos sinais de: avareza, glutonaria, bebedeira, cobiça e inveja. Esses todos são pecados condenado há milênios —

Gálatas 5:19—21

19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,

20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

II. A Celebração do Natal no Brasil no Século XXI.

A. Vivemos em Mundo Globalizado e Sofremos Muitas Influências.

1. Como os Estados Unidos da América são o país mais rico do mundo é apenas natural que o mundo todo seja influenciado por eles. Nos Estados Unidos a celebração do natal não guarda nenhuma relação com o nascimento de Jesus. É uma festa pagã luxuosa marcada por glutonaria, bebedeiras, libidinagens, e gastanças despropositadas. Essa influência pode ser percebida no Brasil.
2. Por exemplo, tal influência pode ser vista, na multiplicação das lojas de enfeites natalinos em nossa cidade, a iluminação natalina de casas e a decoração natalina espalhada pela cidade sob os auspícios da Prefeitura Municipal, a chamada Parada de Natal e etc. Cerca de R$ 250.000,00 do dinheiro público foi investido pela nossa Prefeitura para bancar essas festividades. É bom sempre enfatizar que nada disso guarda qualquer relação com o verdadeiro Natal do Senhor Jesus.
B. Outra grande influência, essa bem mais antiga, é a mercantilização do natal — Primeiros sinais surgiram nos Estados Unidos da América no século XIX. A moda se espalhou rapidamente pelo Hemisfério Norte até tornar-se uma tradição na maioria dos países.

III. Entra em Cena o Papai Noel.

A. Existem tradições cristãs muito antigas que fazem referência a este personagem moderno que chamamos de “Papai Noel”.

1. A mais antiga tradição cristã está atrelada a Nicolau que foi Bispo da cidade de Mira na região onde fica a Turquia Moderna.
2. Tendo herdado considerável fortuna de seus pais, esse bispo costumava no final de cada ano presentear as crianças mais desfavorecidas de sua diocese com presentes.
B. Surge o Papai Noel do século XX.

1. Na década de 1930 a “The Coca-Cola Company” encomendou ao pintor estadunidense Haddon Sundblom a criação de uma série de pinturas que pudessem ser utilizadas pela empresa para promover seus produtos durante os festejos de final de ano. Esse trabalho foi desenvolvido durante as décadas de 30, 40 e 50.

2. O artista produziu 26 pinturas à óleo. A vasta maioria mostrava uma versão piegas ou sentimental de “Papai Noel” saboreando uma Coca-Cola. Seguem exemplos —

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3. Esta é a imagem do “Papai Noel” que temos hoje em dia. Sua origem é bem conhecida. Não surge da tradição cristã e sim de uma campanha promocional da “Coca-Cola”.

IV. A Transmutação do “Papai Noel”.

A. A Imagem de Papai Noel cresce, ano a ano, na mesma proporção que o Senhor Jesus é diminuído ano a ano.

B. Tudo contribui para que este movimento seja bem sucedido: Filmes de Hollywood, seriados enlatados, novelas brasileiras e etc.

C. Jesus é visto cada vez menos e menos como aquele que reina sobre o mundo espiritual enquanto que Papai Noel é visto cada vez mais e mais como aquele que reina sobre o mundo material — que é o mundo que realmente importa para a maioria das pessoas.

D. De acordo com as condições que temos hoje, o Papai Noel:

1. Está presente em todos os lugares todo o tempo – é, portanto, onipresente.
2. Consegue ouvir todas as orações que lhe são dirigidas bem como ler todas as cartas que lhe são encaminhadas. É, portanto, onisciente.
3. Tem um saco de presentes que não tem fundo e consegue satisfazer a todos os desejos que as pessoas têm. É, portanto, onipotente.
4. Nas palavras de uma professora da Escola Pingo de Gente aqui em São João: Papai Noel é Deus!
E. Quanta blasfêmia, que vergonha, que horror.

V. Devemos ou Não Celebrar o Natal?

A. Muitos crentes não celebram o Natal, porque não conseguem fazê-lo de forma independente do que rola mundo afora. É mesmo uma pena.

B. Alguns adotam posturas realmente ridículas celebrando a Páscoa Judaica e a Festa dos Tabernáculos, mas não celebram o Natal de Jesus!

C. Somos livres em Cristo para adotar ou não adotar a celebração de qualquer tradição cristã.

D. Pecamos gravemente quando nos consideramos melhores que outros crentes quando não celebramos algo que eles estão celebrando.

E. Pecamos gravemente quando nos consideramos melhores que outros crentes quando celebramos algo que eles não estão celebrando. Ou vice versa.

VI. A Verdadeira Celebração do Natal.

A. Não tem nada a ver com uma data específica. Celebramos o evento do nascimento do Salvador e não guardamos uma data específica.

B. Não tem nada a ver com aspectos culturais como árvores, enfeites, toalhas de mesa e etc. Uma leitura da narrativa do Natal, especialmente a que encontramos em Lucas 2, deixa isso bem claro e evidente.

C. Definitivamente não tem nada a ver com esta imagem mítica que chamamos de “Papai Noel”. Imagens de “Papai Noel” são verdadeiras afrontas a Deus e devem ser removidas pelo que simbolizam: um ser todo-poderoso. Isto Deus realmente não tolera.

D. Mas o Natal, tem a ver sim com a atitude do nosso coração. De nos aproximarmos com reverente adoração deste menino chamado Jesus de quem conhecemos a graça, que, sendo rico, se fez pobre por amor de nós, para que, pela sua pobreza, nos tornássemos ricos —

2 Coríntios 8:9

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.

Que Deus abençoe e todos. 

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

sábado, 9 de janeiro de 2016

A GLÓRIA DE DEUS - Estudo 9 - A RELAÇÃO ENTRE AÇÕES DE GRAÇAS E A GLÓRIA DE DEUS PARTE 001


Essa é uma série de estudos baseada no tema geral da: “GLÓRIA DE DEUS”. É um estudo bastante aprofundado do tema em si e de todas as suas implicações. É bastante conveniente que o leitor prossiga nesses estudos até o final para poder usufruir melhor do conteúdo dos mesmos. No final de cada estudo o leitor encontrará links para os outros estudos.

Introdução

A. Nós temos sido lembrados, nesses estudos que existem três aspectos importantes relacionados com a vida cristã. Nós precisamos:

1. Praticar a verdade fazendo o que é certo.

2. Nós devemos fazer o que é certo através de decisões de fé, esperança e amor.

3. E termos como objetivo maior de nossas vidas fazer tudo para a glória de Deus.

B. Existem inúmeras verdades que se encaixam de maneira harmoniosa com os aspectos mencionados na letra A. Entre essas verdades, duas se destacam: Louvor e Ações de Graças. O objetivo dos estudos oito e nove é o de enfatizar o valor e a importância destas práticas em nossas vidas diárias.

C. Ações de Graça foi uma virtude quase completamente perdida com a queda dos nossos primeiros pais. Como pecadores nós somos, por natureza, ingratos. Como crentes precisamos nos arrepender desse pecado, decidirmos por fé a obedecer a Deus e buscarmos alcançar, novamente, a graça de sermos agradecidos.

I. O Princípio e a Ilustração Bíblicas Acerca de Ações de Graças.

A. A Cura dos Dez Leprosos –

Lucas 17:12—19

Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e lhe gritaram, dizendo: Jesus, Mestre, compadece-te de nós! Ao vê-los, disse-lhes Jesus: Ide e mostrai-vos aos sacerdotes. Aconteceu que, indo eles, foram purificados. Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; e este era samaritano. Então, Jesus lhe perguntou: Não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove? Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro? E disse-lhe: Levanta-te e vai; a tua fé te salvou.

Comentário:

1. Podemos imaginar a terrível condição desses homens — leprosos. Tente imaginar o dia em que descobriram que tinham a doença, o afastamento da família, o abandono forçado do trabalho, a necessidade de depender de outras pessoas, a maneira brutal como eram tratados pela sociedade, a situação desesperadora da sua condição, e talvez, acima de tudo, as perguntas acerca da condição deles diante de Deus — seria a enfermidade um juízo da parte de Deus, um indicativo de que a situação deles diante de Deus estava gravemente comprometida?.

2. É interessante notarmos que eles foram limpos no processo de obediência a Deus. A fé deles se manifestou em forma de obediência.

3. De importância crucial nessa passagem é a relação que existe entre ações de graças e a glória de Deus. Os três aspectos mencionados na introdução podem ser vistos neste trecho dos evangelhos.

4. É evidente que o Senhor Jesus ficou desapontado quando os dez homens não retornaram para lhe agradecer. Nós precisamos perguntar se não desapontamos o Senhor, diariamente, com atitudes semelhantes de ingratidão. Nós temos sido libertados de uma enfermidade muito pior que a lepra: o pecado.

5. A advertência que nós poderíamos dar aos nove homens que não retornaram para agradecer ao Senhor Jesus e glorificar a Deus pode muito bem se administrada a nós mesmos.

B. A Promessa de Deus Através do Salmista.

Salmos 50:14—15

Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.

Comentário:

1. Esses versículos nos lembram que Deus deve estar em nossa lembrança e Seu louvor em nossos lábios — mas não somente quando estamos com problemas.

2. Note a relação íntima que existe entre ações de graças, obediência, oração, a promessa de livramento e a glória de Deus!

3. Estes versos descrevem a vida cristã normal. É muito importante que nós reconheçamos o lugar das ações de graças.


C. Um Lembrete de que Ações de Graças são agradáveis a Deus.

Salmos 69:30— 31

Louvarei com cânticos o nome de Deus, exaltá-lo-ei com ações de graças. Será isso muito mais agradável ao SENHOR do que um boi ou um novilho com chifres e unhas.

Comentário:

1. Muitos de nós se alegrariam em poder fazer uma grande doação para a obra de Deus como a que os Israelitas fizeram quando da construção do tabernáculo.

2. Mas a maioria dos crentes falha em reconhecer a importância das ações de graças e como estas são agradáveis a Deus. Esta falha é mais crítica nos nossos dias. A fé é sempre melhor que a vista.

D. O Exemplo de Daniel.

Daniel 6:10

Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.

Comentário:

1. Daniel estava em uma encruzilhada. Seus inimigos haviam passado uma lei tornando as orações ao SENHOR um crime. Apesar disso, o profeta orou e deu graças a Deus.

2. Esse versículo descreve o caráter de Daniel e sua forma de viver. Ele orava pelo menos três vezes ao dia. É importante notarmos que o Espírito Santo inspirou o autor a incluir a expressão “dava graças, diante do seu Deus”, neste texto. Existe uma grande lição nisto tudo. A vida de oração de Daniel não se resumia a pedidos. Ele investia tempo em ações de graças. Certamente esse é um dos motivos por ele ter alcançado o destaque que alcançou.

E. O Ministério do Apóstolo Paulo aos Coríntios

2 Coríntios 4:15

Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.

Comentário:

1. Paulo está falando do ministério dele entre os Coríntios. Deus havia feito de Paulo um auxílio espiritual para muitos deles. Eles estavam agradecidos e ofereciam ações de graças a Deus pelo apostolo Paulo. Paulo interpreta tal atitude como produzindo a glória de Deus.

2. Este verso serve tanto como um exemplo como uma exortação para nós. Todos nós temos recebidos bênçãos de Deus através de pastores, professores da escola dominical, parentes e amigos. Por cada um desses nós temos que ser gratos a Deus. Quando somos gratos a Deus, Ele é glorificado.

II. A Importância das Ações de Graças.

A. Ações de Graças são importantes porque um dos sacrifícios ensinados no livro de Levítico era o de Ações de Graças.

Levítico 7:12—15

Se fizer por ação de graças, com a oferta de ação de graças trará bolos asmos amassados com azeite, obreias asmas untadas com azeite e bolos de flor de farinha bem amassados com azeite. Com os bolos trará, por sua oferta, pão levedado, com o sacrifício de sua oferta pacífica por ação de graças. E, de toda oferta, trará um bolo por oferta ao SENHOR, que será do sacerdote que aspergir o sangue da oferta pacífica. Mas a carne do sacrifício de ação de graças da sua oferta pacífica se comerá no dia do seu oferecimento; nada se deixará dela até à manhã.

Comentário:

1. As ofertas pacíficas, entre as quais encontramos as ofertas de Ações de Graças, eram devidas pelas benções comuns do dia a dia — a família, o alimento, o estar bem etc., — ou por algo especial recebido das mãos de Deus — recuperação da saúde, a proteção de Deus em uma viagem, a consecução de um negócio e etc. Ver Salmo 107. Podiam também ser fruto do pagamento de algum voto feito em tempos de angústia ou como forma de suplicar uma misericórdia especial, chamada de oferta voluntária.

2. Ao transformar as Ações de Graças em uma parte importante das ofertas pacíficas, Deus colocou está prática, de forma permanente, diante dos olhos dos Israelitas.

3. As Ações de Graças não foram deixadas ao bel prazer dos santos da Antiga Aliança, como se fossem algo opcional. Deus fez desta prática uma parte importante da vida espiritual deles. Eles foram ordenados a oferecer Ações de Graças.

B. David estabeleceu um grupo de Levitas cuja função era louvar e agradecer ao SENHOR Deus e ele mesmo escreveu inúmeros salmos expressando gratidão a Deus.

1 Crônicas 16:4—8

Designou dentre os levitas os que haviam de ministrar diante da arca do SENHOR, e celebrar, e louvar, e exaltar o SENHOR, Deus de Israel, a saber, Asafe, o chefe, Zacarias, o segundo, e depois Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benaia, Obede-Edom e Jeiel, com alaúdes e harpas; e Asafe fazia ressoar os címbalos. Os sacerdotes Benaia e Jaaziel estavam continuamente com trombetas, perante a arca da Aliança de Deus. Naquele dia, foi que Davi encarregou, pela primeira vez, a Asafe e a seus irmãos de celebrarem com hinos o SENHOR.   Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.

Comentário:

1. Esses versículos nos mostram a compreensão que Davi tinha acerca da importância das Ações de Graças entre o povo de Deus. Ele ordenou que um grupo de Levitas fosse destacado para este mister e compôs salmos para serem usados no ato de louvar e agradecer ao SENHOR.

2. Ações de Graças juntamente com o regozijo, o louvor e a exaltação — celebração — são a vontade de Deus para todo o Seu povo. Todavia muitos de nós desobedecemos a Deus quando não somos agradecidos.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA GLÓRIA DE DEUS

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 001 — A Glória de Deus — O Significado da Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 002 — A Glória de Deus — A Importância de Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e  a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 003 — A Glória de Deus — O Senhor Jesus e a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 004 — A Glória de Deus — A Provisão Divina Relacionada com a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 005 — A Glória de Deus — As Prioridades dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 1 

Estudo 006 — A Glória de Deus — A Vida Diária dos Crentes a Glória de Deus — Parte 2 

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 007 — A Glória de Deus — Os Empecilhos Para Se Viver Para a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 1 

Estudo 008 — A Glória de Deus — A Relação entre a Glória de Deus e o Louvor — Parte 2 

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 1

Estudo 009 — A Glória de Deus — A Relação entre Ações de Graças e a Glória de Deus — Parte 2

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 1
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/04/a-gloria-de-deus-estudo-10-as.html

Estudo 010 — A Glória de Deus — As Advertências Bíblicas Acerca da Glória de Deus — Parte 2
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/07/a-gloria-de-deus-estudo-010-as.html

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 15 — UMA EXEGESE ACERCA DA CONDIÇÃO DE PERDIÇÃO DA RAÇA HUMANA — O AMBIENTE E O ARRANJO DE LUCAS 15 — PARTE 002 — SERMÃO 036




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

CONTINUAÇÃO...

Porém a parte mais importante ainda do assunto tratado por Jesus em Lucas 15 envolvendo todas as suas relações internas — de uma história com a outra — a questão mais fundamental que permanece é: a associação permanente de Jesus com publicanos — coletores de taxas — e pecadores em geral. Isso era, para os judeus daqueles dias, especialmente para a elite em Jerusalém, algo completamente inaceitável.  Vamos notar algumas passagens que nos ajudam a entender essa realidade —

Mateus 9:9—13

9 Partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

10 E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos.

11 Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?

12 Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

13 Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento.

Marcos 2:13—17

13 De novo, saiu Jesus para junto do mar, e toda a multidão vinha ao seu encontro, e ele os ensinava.

14 Quando ia passando, viu a Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

15 Achando-se Jesus à mesa na casa de Levi, estavam juntamente com ele e com seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque estes eram em grande número e também o seguiam.

16 Os escribas dos fariseus, vendo-o comer em companhia dos pecadores e publicanos, perguntavam aos discípulos dele: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?

17 Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores. 


Lucas 5:27—32

27 Passadas estas coisas, saindo, viu um publicano, chamado Levi, assentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me!

28 Ele se levantou e, deixando tudo, o seguiu.

29 Então, lhe ofereceu Levi um grande banquete em sua casa; e numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa.

30 Os fariseus e seus escribas murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando: Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores?

31 Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

32 Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento.

Mateus 11:9

Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.

Lucas 7:34
Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! 

Mateus 21:31—32

31 Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus.

32 Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo

Lucas 7:29

Todo o povo que o ouviu e até os publicanos reconheceram a justiça de Deus, tendo sido batizados com o batismo de João.

Lucas 15:1—2

1 Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir.

2 E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.

Lucas 18:9—14

9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:

10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano.

11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano;

12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.

13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!

14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.

Lucas 19:1—10

1 Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade.

2 Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos e rico,

3 procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura.

4 Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar.

5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa.

6 Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria.

7 Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador.

8 Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais.

9 Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão.

10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.

Pelos versos acima fica evidente que Jesus considerava sua missão principal como sendo buscar e salvar os perdidos. Todos os perdidos. Assim, paralelo com a murmuração dos escribas e dos fariseus que temos em Lucas 15:1—2 é a murmuração do filho mais velho na Parábola dos Dois Filhos Perdidos e a murmuração e o ciúmes manifestados pelos trabalhadores na vinha na Parábola que descreve os mesmos — apesar que nesse último caso é minha convicção pessoal que Jesus não estava se referindo tanto aos escribas e fariseus e sim contra as murmurações que ele percebia existir entre os discípulos —

Mateus 20:11—12

11 Mas, tendo-o recebido, murmuravam contra o dono da casa,

12 dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.

De modo semelhante, existe um claro paralelo com a murmuração do fariseu Simão acerca da mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus — Lucas 7:36—50 —, o desdém do fariseu, na Parábola do Fariseu e do Publicano — Lucas 18:11 —, a murmuração que acontece quando Jesus faz sua refeição com Zaqueu — Lucas 19:7 —, e de modo muito especial a murmuração feita pelos fariseus e os escribas quando Jesus participou duma refeição na casa do publicano Mateus junto com outros publicanos e pecadores de todos os tipos — Lucas 5:27—32. A similaridade dessa última passagem referida com Lucas 15:1—2 marca a importância desse tema para o evangelista Lucas.

Acerca de conexões dentro do próprio capítulo 15 de Lucas a mais evidente é a murmuração dos fariseus em Lucas 15:1—2 e a do filho mais velho na Parábola dos Dois Filhos Perdidos — versos 29—30. A reivindicação do filho mais velho de nunca ter transgredido contra o Pai — verso 29 — faz um paralelo perfeito com o justo que não precisa de arrependimento conforme o verso 7. A alegria celebrada nos versos 5—7 e 9—10 é paralela com a alegria vista no retorno do filho pródigo — Lucas 15:22—27, 32. A celebração e a alegria são dois grandes temas de Lucas 15.

As duas primeiras parábolas de Lucas 15 nos falam de algo que foi perdido e depois achado, algo que mais tarde é tomado como um verdadeiro refrão — estava perdido e foi achado — nos versos 24 e 32 na Parábola dos dois filhos perdidos. Se existe alguma dúvida, é pequena, quanto ao fato das três parábolas aqui em Lucas 15 transmitirem uma mesma mensagem. Mas existem diferenças! Nenhuma falta é atribuída nem à ovelha ou a moeda, apesar do foco das duas primeiras parábolas estar no ato do arrependimento. Já o pródigo admite, por duas vezes, que pecou — Lucas 15:18, 21. Tanto o pastor quanto a mulher buscam por algo que se perdeu, mas esse não é o caso do Pai. Desse único fato, alguns deduzem que as duas primeiras parábolas enfatizam a iniciativa divina, enquanto a última nos fala da responsabilidade humana, mas tal distinção não é suficiente para fixar esse ponto. Apesar do Pai não ir atrás do pródigo o texto nos mostra, claramente que ele vai ao encontro dos dois filhos perdidos! Encontramos, virtualmente, frases idênticas na parábola da Ovelha Perdida e na Parábola da Moeda Perdida. Homem e mulher por sua vez chamam seus amigos e amigas para se alegrarem juntos pelo achados, mas, ainda assim, temos diferenças nelas também. O pastor abandonando as noventa e nove ovelhas não encontra paralelo no caso da moeda perdida. Nessa última parábola nós podemos notar que um esforço muito maior foi feito pela mulher para encontrar a moeda perdida do que pelo pastor para encontrar a ovelha perdida. As duas descrições de alegria pelos achados também são diferentes. Também na Parábola da Moeda Perdida não temos nenhuma referência a necessidade que alguém tem de se arrepender.

Em resumo dessa parte introdutória nós podemos afirmar que os elementos dominantes nas Boas Novas proclamadas por Jesus têm a ver com: celebração, compaixão, a restauração de Israel e o Reino de Deus tanto no presente quanto no futuro. As parábolas que temos em Lucas 15 são a maior evidência do Evangelho de Cristo centrado em celebração e compaixão. Os outros dois temas mencionados acima estão apenas implícitos. Como resultado final, esse capítulo é a mais vibrante descrição do fato que existe um Deus que está buscando pecadores, algo que se revela na conversão dos mesmos.

No próximo artigo falaremos da Parábola da Ovelha Perdida.




OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/parabolas-de-jesus-sermao-037h-parabola.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus Abençoe a todos. 
Alexandros Meimaridis 

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