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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

JUDEU-CRISTÃO: É POSSÍVEL TAL COMBINAÇÃO E MAIS SOBRE O VERDADEIRO POVO DE DEUS - PARA AJUDAR OS QUE QUEREM ENTENDER O CONFLITO EM GAZA - 004



Em nossos dias, a expressão judeu-cristão tornou-se uma verdadeira febre. E, como toda febre não tratada, ela está fazendo muitas pessoas delirarem. Esta expressão, associada ao sionismo cristão, tem sido responsável por algumas aberrações, que são facilmente percebidas, nas igrejas chamadas “evangélicas”.

Entre estas aberrações está a identificação da expressão “Israel”, como utilizada no Novo Testamento, com o moderno Estado de Israel fundado no século XX. Tal identificação tem feito com que a bandeira do Estado de Israel moderno, seja colocada em lugar de honra nos salões de muitas igrejas Evangélicas. Existe, em muitos casos, uma verdadeira idolatria manifesta com respeito ao Israel moderno por parte de muitos evangélicos. Esta "verdadeira adoração" a Israel demonstra, de forma inequívoca, o nível de confusão em que essas pessoas se encontram. Além disso, temos notado, entre os evangélicos, uma tendência cada vez maior, na direção de celebrar as festas judaicas – Tabernáculos, Páscoa e Pentecostes ao mesmo tempo em que o nascimento e a ressurreição de Jesus são denunciadas como comemorações de origens pagãs.

Também já temos denunciado a crescente desejo de judaizar a fé cristã com a adoção de arcas da aliança, menorás, óleos e perfumes importados de Israel e o indefectível Templo de Salomão no Brás. O desejo de judaizar a fé cristã é algo muito antigo. Tal prática já estava em andamento nos primeiro dias da Igreja cristã. Neste contexto é necessário fazer duas afirmações visando ajudar aqueles que estão delirando:

O Judaísmo tem tudo a ver com a negação de que Jesus é Deus.

A fé cristã tem tudo a ver com a afirmação de que Jesus é Deus.

Não creio que é possível reconciliar estas duas posições, mas estamos abertos para o diálogo.

Por outro lado queremos reforçar nossa convicção acerca de quem é mesmo o verdadeiro povo de Deus nos dias atuais.

Para facilitar o entendimento de todos, vamos deixar bem claro que o Novo Testamento e a Revelação de Jesus têm precedência sobre o Antigo Testamento e todos os servos de Deus usados para nos trazer aquela maravilhosa revelação.

Sendo assim, queremos deixar evidente em nenhum lugar do Novo Testamento a expressão “Povo de Deus” é usada como referência à nação de Israel, como se fosse algo presente - seja ao povo do Antigo Testamento, seja ao Estado moderno de Israel. Para não perdermos tempo segue abaixo a lista com todo o conteúdo das três únicas vezes que a expressão “povo de Deus” aparece no Novo Testamento:

Hebreus 4:9

Portanto, resta um repouso para o povo de Deus. 

Expressão de uso geral válida tanto para judeus como para gentios, em função de tudo o que já temos falado em outro artigo cujo link aparece mais abaixo.

Hebreus 11:25

Preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado. 

Faz referência aos dias da Antiga Aliança quando o povo de Israel era o povo de Deus.

1 Pedro 2:10

Vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia. 

Faz referência aos gentios que antes não eram povo de Deus, mas agora são povo de Deus! Juntamente com todos os judeus que creem em Cristo.

Porque o povo de Israel deixou de ser “povo de Deus”? Porque quebraram a aliança que Deus havia feito com eles conforme lemos em

Jeremias 11:10

Tornaram às maldades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a minha aliança, que eu fizera com seus pais.

Já no Novo Testamento os judeus são condenados a perderem suas prerrogativas por rejeitarem o Senhor Jesus, o Messias enviado pelo próprio Deus:

Lucas 20:9—16

9 A seguir, passou Jesus a proferir ao povo esta parábola: Certo homem plantou uma vinha, arrendou-a a lavradores e ausentou-se do país por prazo considerável.

10 No devido tempo, mandou um servo aos lavradores para que lhe dessem do fruto da vinha; os lavradores, porém, depois de o espancarem, o despacharam vazio.

11 Em vista disso, enviou-lhes outro servo; mas eles também a este espancaram e, depois de o ultrajarem, o despacharam vazio.

12 Mandou ainda um terceiro; também a este, depois de o ferirem, expulsaram.

13 Então, disse o dono da vinha: Que farei? Enviarei o meu filho amado; talvez o respeitem.

14 Vendo-o, porém, os lavradores, arrazoavam entre si, dizendo: Este é o herdeiro; matemo-lo, para que a herança venha a ser nossa.

15 E, lançando-o fora da vinha, o mataram. Que lhes fará, pois, o dono da vinha?

16 Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. Ao ouvirem isto, disseram: Tal não aconteça!

Note no verso 16 as seguintes palavras: Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. Palavras essas seguidas do grito desesperado registrado no final do verso 16 — Tal não aconteça! — mas já era tarde demais. O reino foi passado a outro povo conforme profetizado pelo profeta Daniel:

Daniel 7:9—14

9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente.

10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.

11 Então, estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado.

12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo.

13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele.

14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.

15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram.

16 Cheguei-me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas:

17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.

18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre.

Note que os santos do altíssimo receberão e possuirão o reino de eternidade em eternidade (verso 18) e esse reino jamais será destruído (verso 14).

Daniel 7 e Lucas 20 estão falando de como o reino será/foi transferido do povo de Israel para outro povo: A IGREJA que é o CORPO DE CRISTO. No corpo de Cristo não existem mais muros de separação conforme lemos em

Efésios 2:11—22

11 Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne,
chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas,

12 naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo.

13 Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.

14 Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade,

15 aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz,

16 e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.

17 E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto;

18 porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito.

19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,

20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;

21 no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,

22 no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.

Por favor parem de tentar reconstruir aquilo que Cristo mesmo derrubou!

E mais, em CRISTO não existe mais nenhuma diferença entre judeus e gentios. 

Efésios 3:6

A saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho.

Diante disso, os verdadeiros descendentes de Abraão são os da fé e não descendentes físicos de Abraão, se é que existe algum judeu hoje em dia que pode provar que tem uma gota sequer do sangue de Abraão correndo em suas veias:

Gálatas 6:7

Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão.

E mais ainda,

Gálatas 3:26—28

26 Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus;

27 porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.

28 Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.

Bem, acho que não precisamos continuar nos alongando, mas recomendamos a leitura do nosso outro artigo que discute esse questão e que poderá ser visto por meio desse link aqui:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/quem-e-o-verdadeiro-povo-de-deus-para.html

Peço a todos o leitores que por favor não tentem justificar os crimes cometidos pelo Estado de Israel moderno alegando que Israel é o povo de Deus, porque irão apenas fazer papel de tolos, e muita gente vai usar tais afirmações como desculpa para condenar os crentes como sendo simplórios e otários.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL



http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/08/quem-e-o-verdadeiro-povo-de-deus-para.html






























http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2013/10/biblioteca-digital-de-manuscritos-em.html

Alexandros Meimaridis 

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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O ESTADO MODERNO DE ISRAEL É O HERDEIRO DAS PROMESSAS FEITAS NO ANTIGO TESTAMENTO?



Existe um grupo de cristãos que está perdidamente apaixonado pelo moderno estado de Israel. São os chamados cristãos sionistas. Sua contrapartida entre os chamados judeus, são os judeus sionistas.


Crianças Mortas em Gaza- Foto The New York Times

Nesses dias de carnificina em Gaza, essas pessoas que se dizem cristãs estão vindo da forma mais despudorada possível defender sei ídolo Israel, contra todas as evidências daquilo que é ensinado por Jesus e pelo Novo Testamento. Essas pessoas não entendem que as promessas do Antigo Testamento só possuem uma forma de cumprimento: ou elas se cumprem no povo de Israel, o povo que rejeitou seu Messias e que escreveu aleivosias contra ele que não são nem nem dignas de serem publicadas, ou se cumprem plenamente em Cristo Jesus. Não existe uma terceira alternativa.

Esses grupos têm em comum a crença de que o moderno estado de Israel representa tanto o herdeiro das promessas do Antigo Testamento quanto aquele que é referido como “Israel” no Novo Testamento. A intenção dos judeus sionistas é dominar toda a faixa de terra que vai “desde o rio Eufrates até o rio do Egito” conforme a promessa feita pelo Deus Eterno a Abrão. Para eles a promessa ainda vale, mas as obrigações que vão junto com as promessas não. Para os sionistas cristãos o Estado moderno de Israel tem um papel fundamental nos eventos dos “últimos dias”. Eles acreditam que, quanto pior a situação na Palestina, melhor para o “processo de aceleração” referente ao retorno de Jesus. Mas apesar destas expectativas estarem amparadas, de modo alegado, em referências bíblicas, a pergunta que temos que fazer é: Existe mesmo qualquer fundamento bíblico nestas alegações?

Nossa resposta precisa levar em conta que os sionistas, de todos os matizes, costumam ler o Antigo Testamento ignorando o que está escrito no Novo Testamento. Os judeus ignoram por completo aquilo que está escrito no Novo Testamento – a pregação do Evangelho continua sendo vista como verdadeiro escândalo. Já os cristãos sionistas valorizam apenas os trechos que fazem referência a “Israel” e entendem tal referência como específica ao moderno Estado de Israel, fundado em meados do século XX. O resto, que possui profundas implicações sobre as promessas que encontramos no Antigo Testamento, de modo especial, aquelas que tratam dos descendentes de Abraão e da posse da terra da Palestina, é ignorado por completo.

Será que estamos diante da mais pura ignorância ou de uma agenda política pré-estabelecida onde aquilo que o Novo Testamento ensina é considerado como insignificante?

Nós próximos dias pretendemos discutir vários aspectos desta questão.

Enquanto isso sugerimos a todos os nossos leitores que assistam aos vídeos alistados abaixo onde o pastor Stephen Sizer apresenta um a sólida explicação acerca do início do sionismo e como o mesmo está agora influenciando boa parte do povo chamado evangélico no Brasil, especialmente por causa da absurda dependência que temos da teologia enlatada e importada dos Estados Unidos da América. A série do pastor sSzer poderá ser vista por meio dos links abaixo:

SIONISMO CRISTÃO POR STEPHEN SIZER

OS VÍDEOS TÊM ÁUDIO EM INGLÊS MAS TAMBÉM TÊM LEGENDAS EM PORTUGUÊS, ASSIM A MAIOR PARTE DOS NOSSOS LEITORES PODERÃO APROVEITAR BEM OS MESMOS.

PARTE 001

PARTE 02

PARTE 03

PARTE 04

PARTE 05

PARTE 06

PARTE 07

PARTE 08
https://www.youtube.com/watch?v=sGiMP2F_0KM

Como uma prova concreta daquilo que escrevemos acima e do que foi dito pelo pastor Sizer em seus vídeo, a existência de uma defesa do Estado moderno de Israel com base nas promessas do Antigo Testamento, oferecemos ao leitor o link para o vídeo abaixo onde o Senhor Silas Malafaia, por meio de sua forma peculiar de enganar as pessoas, faz tal apologia do Estado de Israel, justificando o genocídio, enquanto diz que não quer a guerra e etc. Mentiras, mentiras, como sempre. O vídeo do mala poderá ser visto por meio desse link aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=ZBdZJEn6g_U

PARA AQUELES QUE ACREDITAM, COMO O SILAS FAZ,  QUE O ESTADO MODERNO DE ISRAEL PODE FAZER QUALQUER REIVINDICAÇÃO SOBRE A TERRA DA PALESTINA COM BASE NO DIREITO DIVINO PARA POSSUIR A MESMA, RECOMENDAMOS A LEITURA DO EXCELENTE ARTIGO ESCRITO PELO PASTOR JONH PIPER E QUE PODE SER ACESSADO POR MEIO DESSE LINK AQUI:

http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/07/john-piper-fala-do-atual-conflito-entre.html

Além disso, o leitor também poderá se beneficiar da leitura de nossos outros artigos acerca da nação de Israel:

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL





























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Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

JOHN PIPER FALA DO ATUAL CONFLITO ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS



Nos poucos dias dos brutais ataques do Estado Nazista de Israel sobre o gueto de Gaza em 2014, cerca de 200 palestinos já foram assassinados, e desses, 50 foram crianças! Nenhum judeu morreu, com exceção de uma mulher que Israel alega ter sofrido um ataque cardíaco enquanto procurava abrigo.

O artigo abaixo foi escrito pelo pastor John Piper e é bastante pertinente para entendermos as falsas reivindicações que o Estado de Israel faz acerca de ser o verdadeiro dono daquelas terras.

O material foi publicado, originalmente pelo site Púlpito Cristão. 

O QUE OS CRENTES DEVEM PENSAR A RESPEITO DO CONFLITO ENTRE JUDEUS E PALESTINOS

Por John Piper

Como os cristãos evangélicos devem se posicionar em relação ao conflito entre judeus e palestinos?

Há razões bíblicas para abordarmos ambos os lados com justiça pública compassiva, da mesma maneira como deveriam ser resolvidos os outros conflitos entre nações. Em outras palavras, a Bíblia não nos ensina a sermos parciais em relação a Israel ou aos palestinos porque qualquer deles tem um status divino especial. Não estou negando que Israel foi escolhido por Deus, dentre todos os povos do mundo, para ser o foco de bênção especial na história da redenção, que culminou em Jesus Cristo, o Messias. “O Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Deuteronômio 7.6).

Também não estou negando que Deus prometeu, desde o tempo de Abraão, a Israel a terra que hoje é alvo de disputas. Ele disse a Moisés: “Esta é a terra que, sob juramento, prometi a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: à tua descendência a darei” (Deuteronômio 34.4).

No entanto, nenhum desses fatos bíblicos nos leva a apoiar Israel atual como o possuidor legítimo de toda a terra disputada. Israel talvez tenha esse direito, mas talvez não o tenha. Mas essa decisão não está fundamentada em privilégio divino. Por que não?

Em primeiro lugar, um povo que não cumpriu a aliança não tem um direito divino de possuir a terra santa. Tanto o estado de bem-aventurança como o direito privilegiado de possuir a terra estão condicionados a Israel guardar a aliança que Deus fez com esse povo. Deus havia dito a Israel: “Se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos” (Êxodo 19.5). Israel não tem qualquer garantia para experimentar no presente o privilégio divino, porque não está guardando a aliança com Deus.

Mais do que uma vez foi negado a Israel o seu direito divino à terra, quando rompeu sua aliança com Deus. Por exemplo, quando Israel desfalecia no cativeiro babilônico, Daniel orou: “Ah! Senhor!... temos pecado e cometido iniquidades, procedemos perversamente... A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha, como hoje se vê; aos homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo o Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti” (Daniel 9.4-7; ver Salmos 78.54-61). Israel não tem qualquer direito de estar na terra da promessa, quando está quebrando a aliança da promessa.

Isso não significa que outras nações têm o direito de molestar Israel, que ainda tem direitos humanos entre as nações, embora não tenha direito divino. As nações que exultaram com a disciplina divina sobre Israel foram punidas por Deus (Isaías 10.5-13).

Em segundo, Israel como um todo rejeita hoje o seu Messias, Jesus Cristo, o Filho de Deus. Este é o ato crucial do rompimento da aliança com Deus. Ele prometeu a Israel: “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6-7). Mas, com lágrimas, esse Príncipe da Paz, olhou para Jerusalém e disse: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos... porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lucas 19.42, 44).

Quando os construtores rejeitaram a maravilhosa Pedra Angular, Jesus declarou: “O reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (Mateus 21.43). Ele explicou: “Muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas” (Mateus 8.11-12). Deus tem propósitos de salvação para Israel como nação (Romanos 11.25-26). Mas, agora, o povo está em inimizade para com Deus, ao rejeitar o evangelho de Jesus Cristo, o seu Messias (Romanos 11.28). Deus expandiu sua obra de salvação a fim de incluir todos os povos (dentre estes, os palestinos) que crerem no seu Filho e dependerem da morte e ressurreição dEle para a salvação. “É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso” (Romanos 3.29-30).

O apelo cristão no Oriente Médio, tanto aos judeus como aos palestinos, é: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16.31). E até aquele Grande Dia, quando judeus e palestinos seguidores do Rei Jesus herdarão a Terra (e não apenas a terra), sem levantarem espada ou metralhadoras, os direitos das nações devem ser decididos por princípios de justiça pública e compassiva, e não por reivindicações de status ou direito divino.

O artigo original publicado pelo site “Púlpito Cristão Poderá ser visto por meio desse link aqui:


Questões e comentários relativos ao artigo de John Piper acima podem ser enviados, diretamente, para seu site “Desiring God” por meio desse link aqui:


Para meditar:

Israel tem mesmo qualquer prerrogativa divina sobre aquela terra? Veja o que a Bíblia tem a dizer acerca disso:

             Levítico 19:33—34

Se o estrangeiro peregrinar na vossa terra, não o oprimireis. Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

Levítico 25:23

Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos.

E o que diz a Bíblia acerca de maus tratos com estrangeiros morando naquela terra? Se é que os Palestinos podem ser considerados estrangeiros.

Deuteronômio 10:17—19

17 Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita 
suborno;

18 que faz justiça ao órfão e à viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes.

19 Amai, pois, o estrangeiro, porque fostes estrangeiros na terra do Egito.

OUTROS ARTIGOS SOBRE ISRAEL






















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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ISRAEL: PRESIDENTE DO PAÍS APÓIA “CASAMENTO” ENTRE HOMOSSEXUAIS



A notícia original foi publicada pelo Chistian News Network e poderá ser vista por meio desse link aqui:

A notícia diz que Simon Perez: “O presidente de Israel expressou, recentemente, seu apoio para o “casamento” de homossexuais, como parte de uma controvertida lei de imposto de renda que está empacada no legislativo israelense e que visa proporcionar os mesmos benefícios para casais homossexuais que tenham filhos que são desfrutados pelos casais heterossexuais”.

Simon Perez já ocupou diversas posições no genocida governo israelense, incluindo o de Ministro das Relações Exteriores e de Primeiro Ministro também, responsável pela matança de milhares de cidadãos judeus não nascidos através do programa de “aborto sobre demanda” adotado pelo país. Sendo um homem tão pervertido não é de admirar seu mais recente apoio dado aos homossexuais.

Desde 2007, Perez, agora com 90 anos de idade, tem ocupado a cadeira de presidente de Israel, que serve apenas como figura decorativa e pode ser ocupada por pessoas como Perez. No início do mês de Dezembro de 2013, Perez realizou uma visita de Estado ao México e durante aquela visita ele foi entrevistado por um web site de notícias de Israel: Ynet News. Durante a entrevista, Perez foi perguntado acerca do tópico tratando do “casamento” de homossexuais em Israel. Em sua resposta Perez disse que dava todo apoio àqueles que se identificam com os homossexuais. Perez disse: “Mesmo uma pessoa homossexual é um ser humano e tem direitos. E nós não temos o direito de tirar tais direitos dessas pessoas”.

Esses comentários feitos por Simon Perez aconteceram no exato momento em que o legislativo israelense está debatendo uma lei que, se aprovada, irá estender benefício fiscais para parceiros homossexuais que tenham filhos. Atualmente o Estado de Israel já reconhece o “casamentos” entre homossexuais realizados em outros países, mas ainda não reconhece uniões homossexuais domésticas, uma vez que o casamento em Israel é considerado um ato estritamente religioso e não pode ser realizado por juízes civis.

E assim o Estado de Israel vai se afundando cada vez mais na perversão e na injustiça. Queremos deixar claro que não somos contra nenhum direito dos homossexuais, contanto que não queiram tornar uma verdadeira abominação em algo legal, como é o caso do chamado “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.

Para refletir:

Isaías 5:18—21

18 Ai dos que puxam para si a iniqüidade com cordas de injustiça e o pecado, como com tirantes de carro!

19 E dizem: Apresse-se Deus, leve a cabo a sua obra, para que a vejamos; aproxime-se, manifeste-se o conselho do Santo de Israel, para que o conheçamos.

20 Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!

21 Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!

Miquéias 2:1

Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a iniqüidade e maquinam o mal! À luz da alva, o praticam, porque o poder está em suas mãos.

 OUTROS ARTIGOS ACERCA DE PRÁTICAS DE IMORALIDADES SEXUAIS



















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Alexandros Meimaridis

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