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sábado, 31 de maio de 2014

APOCALIPSE 12:15—18 — O DRAGÃO PERSEGUE O POVO DE DEUS — ESTUDO 018 — FINAL


Resultado de imagem para dragão persegue o povo de deus

ESTE ESTUDO É PARTE DE UMA SÉRIE DE ESTUdOS APRESENTADOS EM NOSSA IGREJA ATENDENDO À SOLICITAÇÃO DE UM DOS NOSSOS MEMBROS ACERCA DE “QUEM” PODERIA SER A MULHER MENCIONADA EM APOCALIPSE 12:1? nO FINAL DESSE ESTUDO VOCÊ ENCONTRARÁ OS LINKS PARA OS OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE.

Então, a serpente arrojou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pelo rio — Apocalipse 12:15.

Essa passagem, apesar de nos lembrar de outras passagens bíblicas, é difícil provarmos que a mesma possui qualquer relação direta com:

A. Deus fazendo desabar seu furor sobre o povo incrédulo como uma inundação —

Oséias 5:10

Os príncipes de Judá são como os que mudam os marcos; derramarei, pois, o meu furor sobre eles como água.

B. Quando as águas da impiedade tentam afogar os justo —

Salmos 32:6

Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.

Salmos124:4

As águas nos teriam submergido, e sobre a nossa alma teria passado a torrente;

Isaías 43:2

Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.

C. Ou a marcha dos israelitas a pé seco cruzando o Mar Vermelho.

Por outro lado o dragão é mencionado como monstros marinhos diversos, como vemos em:

Ezequiel 29:3

Fala e dize: Assim diz o SENHOR Deus: Eis-me contra ti, ó Faraó, rei do Egito, crocodilo enorme, que te deitas no meio dos seus rios e que dizes: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim mesmo.

Ezequiel32:2—3

2 Filho do homem, levanta uma lamentação contra Faraó, rei do Egito, e dize-lhe: Foste comparado a um filho de leão entre as nações, mas não passas de um crocodilo nas águas; agitavas as águas, turvando-as com os pés, sujando os rios.

3 Assim diz o SENHOR Deus: Estenderei sobre ti a minha rede no meio de muitos povos, que te puxarão para fora na minha rede.

Salmos 74:13

Tu, com o teu poder, dividiste o mar; esmagaste sobre as águas a cabeça dos monstros marinhos.

O termo  ὄφις ófis — cobra ou serpente aparece pela segunda vez nesse capítulo — a primeira foi  no verso 14. Nos textos de combate que encontramos no Antigo Testamento o inimigo do ETERNO não é apenas o mar[1], mas também suas águas —

Salmos 29:3

Ouve-se a voz do SENHOR sobre as águas; troveja o Deus da glória; o SENHOR está sobre as muitas águas.

Salmos 66:6

Converteu o mar em terra seca; atravessaram o rio a pé; ali, nos alegramos nele.

Salmos74:15

Tu abriste fontes e ribeiros; secaste rios caudalosos.

Salmos77:16

Viram-te as águas, ó Deus; as águas te viram e temeram, até os abismos se abalaram.

bem como rios ou inundações נהרות nĕhār̂t  ou נהרים nĕhārı̂m

Salmos 93:3

Levantam os rios, ó SENHOR, levantam os rios o seu bramido; levantam os rios o seu fragor.

Naum 1:4

Ele repreende o mar, e o faz secar, e míngua todos os rios; desfalecem Basã e o Carmelo, e a flor do Líbano se murcha.

Habacuque 3:8—9

8 Acaso, é contra os rios, SENHOR, que estás irado? É contra os ribeiros a tua ira ou contra o mar, o teu furor, já que andas montado nos teus cavalos, nos teus carros de vitória?

9 Tiras a descoberto o teu arco, e farta está a tua aljava de flechas. Tu fendes a terra com rios.

O autor dum livro encontrado em Qumran — 1QH 3:29, 32 — chamado de H/odayot usa a metáfora “torrentes de Belial — נחלי ליעל —  naḥălê bĕliyya˓al — para descrever o massacre dos inimigos de Deus instigados por Satanás. Em algumas passagens as águas do caos elementar podem ser identificadas com as nações hostis a Israel — não confundir com o Israel moderno, pois essas passagens não se aplicam ao mesmo — Salmos 18:5—18, 46:3—4, 144:5—7, Habacuque 3:15. A tentativa da serpente de arrebatar a mulher é uma metáfora óbvia que a serpente deseja destruir a mesma.

Uma passagem Bíblica que pode ter algo a ver com o verso que estamos estudando, talvez seja a do Salmos 124.

Água como um rio — é uma metáfora comum no Antigo Testamento para qualquer espécie de mal avassalador —

Salmos 18:4

Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror.

Mas como já falamos acima, a literatura judaica tem pouco ou mesmo nada para nos oferecer que seja algo pertinente ou paralelo ao que temos aqui no verso 15. Alguns estudiosos acreditam que essas palavras tenham alguma relação com os eventos da guerra judaico-romana entre os anos 66—73 a.D., que chegou, inclusive, a ameaçar a fuga da igreja de Jerusalém ou ainda, algo menos provável, como a inundação que impediu que os judeus de Gadarra atravessassem o rio Jordão, para fugirem do cerco dos romanos, em março do ano 68 a.D. Essa última passagem ficou conhecida como o massacre das águas transbordantes nos escritos do historiador judaico Flávio Josefo.

Do ponto de vista histórico, muitos estudiosos entendem essas águas, que tinham o objetivo de afogar e destruir a Igreja, como a tentativa dos judeus de Jerusalém de levantar uma grande perseguição contra a Igreja com o intuito de acabar com a mesma —

Atos 8:1—3

1 E Saulo consentia na sua morte. Naquele dia, levantou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém; e todos, exceto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e Samaria.

2 Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grande pranto sobre ele.

3 Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere.

Outros ainda acreditam que se trata de uma metáfora acerca do “rio de mentiras” que chegaria a ameaçar, até mesmo, os próprios escolhidos — ver 2 Tessalonicenses 2:9—12; Apocalipse 13:14; Mateus 24:24 — nos últimos dias. Esse “rio do engano” — conforme Apocalipse 2:9 e 3:9 — encontra sua contra partida no “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” — Apocalipse 22:1

A terra, porém, socorreu a mulher; e a terra abriu a boca e engoliu o rio que o dragão tinha arrojado de sua boca — Apocalipse 12:16

A abertura da terra para engolir as famílias de Corá, Datã e Abirão — ver Números 16:28—33 — pode ter suprido a ideia que encontramos aqui no verso de 16. Além disso, a história de Números lança certa luz sobre o que temos descrito diante de nossos olhos. Não é algo incomum a existência de rios subterrâneos. Na Antiguidade o historiador grego Heródoto afirma que o rio Licos corria por debaixo da terra, próximo da cidade de Colossos. Toda essa cena serve como uma excelente ilustração para as palavras de Jesus contidas em

Mateus 16:18

Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

Mesmo sabendo que a natureza está, de certa forma, envolvida com as consequências do pecado humano —

Romanos 8:19—22

19 A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.

20 Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou,

21 na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.

22 Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.

é pouco provável que esse versículo esteja indicando que a natureza está do lado de Deus na batalha moral entre o bem e o mal.

Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar — Apocalipse 12:17—18.   

Irado por não ter conseguido ferir a mulher o dragão se volta, agora, contra o restante da descendência da mesma. Para aqueles que entendem a perseguição da mulher como uma tentativa do dragão de destruir a Igreja localizada na Palestina — igreja composta em sua maioria de judeus cristãos — fica fácil identificar “os restantes” mencionado como sendo a igreja espalhada pela bacia do Mar Mediterrâneo e composta, em sua maioria, por cristãos não judeus ou gentios. Mas nossa convicção pessoal é que esses restantes dizem respeito aos crentes em geral — tanto judeus como gentios — que são colocados aqui em contraste com o filho mencionado em Apocalipse 12:5 e 13. Esses crentes são os irmãos de Jesus —

Romanos 8:29

Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

Hebreus 2:11

Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. Por isso, é que ele não se envergonha de lhes chamar irmãos.

Esses fiéis são descritos como sendo aqueles que: “guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”. A expressão “o testemunho de Jesus” não se refere ao fato dos crentes darem testemunho de Jesus, mas descreve o próprio testemunho que Jesus deu acerca de si mesmo — ver Apocalipse 1:2, 9 ; 19:10; 20:4. A afirmação de João tem a intenção de tornar ainda mais explícita a ideia contida na expressão “mandamentos de Deus” conforme o uso que Paulo faz da mesma em 1 Coríntios 7:19.

OUTROS ESTUDOS EM APOCALIPSE 12

001 — INTRODUÇÃO – Literatura Apocalíptica e o Conceito de Quiasmo

002 — INTRODUÇÃO – Tema Central e Significado Perene

003 — Apocalipse 12:1a — VIU-SE UM GRANDE SINAL NO CÉU — UMA MULHER — PARTE 1 

004 — Apocalipse 12:1b — VIU-SE UM GRANDE SINAL NO CÉU  — UMA MULHER  — PARTE 2

005 — Apocalipse 12:2—3 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 1

006 — Apocalipse 12:3 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 2

007 — Apocalipse 12:4 — A MULHER E O DRAGÃO — PARTE 3

008 — Apocalipse 12:5 — A MULHER E O FILHO QUE ELA DEU À LUZ

009 — Apocalipse 12:6 — A FUGA DA MULHER e a provisão divina

010 — APOCALIPSE 12:7 — A PELEJA NO CÉU — PARTE 1

011 — APOCALIPSE 12:8 — A PELEJA NO CÉU — PARTE 2

012 — Apocalipse 12:9 — o dragão, a antiga serpente, satanás e o diabo

013 — Apocalipse 12:10 — O DRAGÃO FOI EXPULSO DO CÉU

014 — Apocalipse 12:11 — vencedores por causa do sangue do cordeiro e porque não amaram mais aprópria vida

015 — APOCALIPSE 12:12 — FESTA NOS CÉUS E DORES NA TERRA

016 — APOCALIPSE 12:13 — O DRAÇÃO FOI ATIRADO PARA A TERRA

017 — APOCALIPSES 12:14 — A MULHER FOGE PARA O DESERTO

018 — APOCALIPSES 12:15—18 — O DRAGÃO DESISTE DA MULHER E VAI PERSEGUIR O RESTANTE DO POVO DE DEUS — FINAL
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2014/05/apocalipse-121517-o-dragao-persegue-o.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.




[1] No Novo Testamento a expressão “mar”, geralmente é usada para representar uma multidão de pessoas pela metáfora que deve ser evidente: “mundo de água”; “mundo de gente”.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 1 – ESTUDO 008



















 Foto que Reproduz a Primeira Página de um Livro atribuído a um anjo de nome Raziel

Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 008 – A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — 5.

2. O significado dos Pseudoepográfos.

Juntamente com os manuscritos do Mar Morto, os escritos de Flávio Josefo e de Philo[1], a Literatura Apocalíptica pseudoepigráfica que compõe a coleção de textos extra-canônicos, são nossas fontes primárias para entendermos tanto o judaísmo entre os dois testamentos, bem como o meio teológico no qual se desenvolveu o cristianismo primitivo. A literatura produzida pelos hebreus não terminou com o último livro do Antigo Testamento. Estritamente falando, o judaísmo se desenvolveu como uma religião após o encerramento do período do Antigo Testamento. São os escritos pseudoepigráficos que nos revelam, de maneira mais objetiva, a compreensão e o desenvolvimento que tiveram lugar na teologia judaica depois do encerramento do cânon do Antigo Testamento. Nestes escritos temos novas características desconhecidas dos livros canônicos. Entre estas nós podemos citar:

1. Uma doutrina de anjos altamente elaborada.

2. Uma concentração em aspectos apocalípticos.

3. Especulações concernentes à vinda do Messias e à natureza da era messiânica;

4. Uma forte ênfase na doutrina da ressurreição do corpo.

Além disso, existe um conjunto de idéias religiosas e terminologia bastante característica neste corpo literário, como, por exemplo: a doutrina das duas eras — presente e vindoura — o Filho do Homem, etc. Estas idéias e terminologia são compartilhadas tanto pela literatura pseudoepigráfica quanto pelos autores do Novo Testamento. Apesar de ser muito difícil de demonstrar que qualquer autor do Novo Testamento tenha usado, de modo particular, qualquer porção específica de algum escrito pseudoepigráfico, não é exagero dizer que é impossível compreender o fundo histórico, teologicamente falando, do Novo Testamento, sem o estudo destes e de outros escritos judaicos produzidos no período pré e pós o advento de Jesus.

A justificativa para a existência dos livros pseudoepigráficos pode ser encontrada em um deles mesmos, que é conhecido como “O Quarto Livro de Esdras”. Este livro, que existe em várias versões foi, provavelmente, escrito originalmente em Hebraico. Todavia não existe nenhuma cópia conhecida do mesmo nessa língua atualmente. As cópias existentes estão em latim, siríaco — língua falada pelos antigos sírios antes da dominação árabe, também chamada de língua aramaica — etiópico, arábico – duas versões diferentes - e armênio.

Estudiosos acreditam que estas traduções foram feitas de uma cópia escrita em grego e que também não existe mais. A cópia mais antiga existente atualmente está em latim e foi grafada por volta do ano 120 d.C. por um copista ou redator, durante o império de Adriano[2]. Neste livro de 4 Esdras encontramos no capítulo 14, que trata da sétima visão de Esdras, especialmente nos versos 18—48, uma descrição de como Deus apareceu a Esdras, já no fim da sua vida, e lhe ordenou que colocasse por escrito toda a revelação do A.T. inclusive aquela dada a Moisés. Segundo este relato, Esdras acompanhado de cinco escribas – Seraia, Dabria, Selemia, Elkana e Osiel - embrenhou-se no campo, onde permaneceu por quarenta dias recebendo e ditando revelações da parte de Deus. Durante este período, ainda de acordo com a narrativa do 4 Livro de Esdras, cerca de 94 livros foram ditados e grafados. Desses, vinte e quatro – são os livros que constituem o cânon hebraico do Antigo Testamento - deveriam ser revelados ao povo em geral enquanto que os outros setenta – dos quais não existem cópias física — deveriam ser revelados somente para os sábios! É desses livros que surge, em toda sua força o judaísmo existente nos dias de Jesus. É certo que parte desse material acabou encontrando seu caminho para dentro dos Talmudes — babilônico e de Jerusalém — além de outras literaturas místicas do judaísmo.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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[1] Philo Judaeus, também conhecido como Philo de Alexandria foi um filósofo judeu de fala grega que nasceu entre 15 – 10 a.C em Alexandria, no Egito, aonde também veio a falecer entre 45 – 50 d. C. Philo é considerado o mais representativo de todos os filósofos do judaísmo helenista. Em seus escritos nós podemos encontrar a descrição mais clara do desenvolvimento da diáspora. Philo foi o primeiro pensador a tentar integrar a revelação concedida ao judaísmo com a razão filosófica dos gregos. Por este seu trabalho, Philo é também reconhecido como o primeiro teólogo por muitos cristãos.

[2] Adriano - também chamado de Hadriano, sobrinho e sucessor do imperador Trajano. Hadriano comandou o império romano de 117 a 138 a.D. e foi o responsável pela unificação e consolidação do império. Seu nome de nascença era Publius Aelius Hadrianus e seu nome oficial era Caesar Traianus Hadrianus Augustus. Nasceu em 24 de Janeiro de 76 a.D. na região chamada de Itálica Baetica — provavelmente onde fica a Espanha moderna — e faleceu em 10 de Julho de 138 a.D. em Baeia, perto de Nápoles, na Itália.