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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ESTUDOS NO LIVRO DE PROVÉRBIOS — ESTUDO 011


Resultado de imagem para COMO OBTER A VERDADEIRA SABEDORIA

Nesse estudo iremos abordar o Livro de Provérbios, mas iremos fazer isso de maneira diferente do que apenas apresentar uma exposição, versículo por versículo. Nossa intenção é apresentar os grandes temas que encontramos no livro e dar andamento no mesmo a partir daí.

ESTUDO 011

IX. A OBTENÇÃO DA SABEDORIA

Para quem é a sabedoria? A sabedoria é para qualquer pessoa que a deseja. As pessoas estultas e simples recebem um convite pessoal para a festa da sabedoria que é tão livre quanto o convite para a festa da estultícia —

Provérbios 9:4—6 — O Convite da Sabedoria

4 Quem é simples, volte-se para aqui. Aos faltos de senso diz:

5 Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.

6 Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.

Provérbios 9:13—18 — O Convite da Loucura

13 A loucura é mulher apaixonada, é ignorante e não sabe coisa alguma.

14 Assenta-se à porta de sua casa, nas alturas da cidade, toma uma cadeira,

15 para dizer aos que passam e seguem direito o seu caminho:

16 Quem é simples, volte-se para aqui. E aos faltos de senso diz:

17 As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável.

18 Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno.

Mas apesar da sabedoria ser para qualquer pessoa, ela não vem fácil e é tão custosa quanto à formação de um caráter sólido e sadio. A generosidade da sabedoria não é “espalhada”. Pelo contrário, ela é “reservada” para os retos, para os homens que manifestam a “sinceridade”, para os retos em seus “caminhos” e para os “santos” —

Provérbios 2:7—9

7 Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade,

8 guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos.

9 Então, entenderás justiça, juízo e equidade, todas as boas veredas.

O Insensato e o Sábio

O insensato é contrastado com o sábio. Para demonstrar esse contraste o autor cria uma antítese singular: A verdadeira sabedoria só pode ser alcançada por meio de uma revelação divina:

Provérbios 2:6

Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

Devemos tomar muito cuidado para não acrescentar nada ao que está revelado —

Provérbios 30:6

Nada acrescentes às suas palavras.

A verdadeira sabedoria, também vem através do discipulado — de seguir o nosso mestre e tutor, que nesse caso é o próprio Deus, conforme Provérbios 2:6, que foi citado acima. Como falamos antes a sabedoria exige verdadeiro esforço para ser alcançada, exige esforço continuado conforme podemos ler em —

Provérbios 2:1—5

1 Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos,

2 para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento,

3 e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz,

4 se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares,

5 então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.

Esse esforço é necessário porque não estamos buscando uma coisa qualquer, mas o próprio Deus — ver verso 5 acima.

As exigências dessa busca dedicada podem ser resumidas nos itens a seguir:

1. Uma verdadeira conversão em direção a Deus. Existem vários provérbios que nos falam dessa decisão. Entre esses nós podemos citar:

Provérbios 9:10

O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência.

Provérbios 8:13

O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.

Comparar com Provérbios 3:7

Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.

Devemos também abandonar nossa tão idolatrada independência, pois ela é o verdadeiro “caminho que parece direito”, conforme —

Provérbios 14:12

Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

Voltar-se para Deus é, positivamente, voltar-se para a direção de onde procede a luz. Ignorar a luz divina é o maior de todos os pecados da humanidade e o verdadeiro responsável porque os seres humanos serão duramente julgados —

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

A sabedoria nos convida dizendo: Volte-se para cá! O alcance desse convite antecipa a oferta que encontramos no próprio Evangelho segundo — note os verbos:

Provérbios 9:5—6

5 Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.

6 Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.  

2. Em segundo lugar nossa busca pela sabedoria exige devoção ou dedicação. A verdadeira sabedoria apesar de ser possível de ser alcançada por todos é apenas para os que são verdadeiramente humildes, pelos verdadeiramente apaixonados por conquistá-la. Pessoas que seriam capazes de fazer autossacrifícios para possuí-la —

Provérbios 8:34

Feliz o homem que me dá ouvidos, velando dia a dia às minhas portas, esperando às ombreiras da minha entrada.

A sabedoria não é para aqueles que são “sábios aos seus próprios olhos”. Não é para ninguém que pensa que já chegou lá! Que já atingiu o alvo! Os que pensam assim já chegaram ao seu próprio ponto final e não podem mais progredir. Agora note as sábias palavras do apóstolo Paulo quando diz—
Filipenses 3:12—14

12 Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.

13 Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,

14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

O ser humano que acha que já alcançou a verdadeira sabedoria ou que acha que já chegou lá, o homem típico “sábio aos seus próprios olhos” não pode sequer ser comparado a um insensato, pois “há maior esperança no insensato do que num homem que pensa assim de si mesmo —

Provérbios 3:7

Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal.

Provérbios 26:12

Tens visto a um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no insensato do que nele.

O homem que acha que já sabe todas as coisas não tem mais nenhuma vontade de ser ensinado. Ele não deseja ser uma pessoa melhor porque ele acha que é bom o suficiente, ou pior, ele se acha o bom. Por outro lado o homem sábio é passível de ser ensinado.

a. Ele deseja continuar aprendendo até o fim dos seus dias —

Provérbios 9:9

Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência.

b. Ele está sempre aberto para aprender os mandamentos de Deus —

Provérbios 10:8

O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o insensato de lábios vem a arruinar-se.

c. E também para ser disciplinado quando necessário —

Provérbios 3:11—18

11 Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão.

12 Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.

13 Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento;

14 porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino.

15 Mais preciosa é do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável a ela.

16 O alongar-se da vida está na sua mão direita, na sua esquerda, riquezas e honra.

17 Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz.

18 É árvore de vida para os que a alcançam, e felizes são todos os que a retêm.

O sábio está sempre tão aberto para aprender que também ouve as críticas e os conselhos de outras pessoas —

Provérbios 13:10

Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.

Provérbios 17:10

Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.

Essa atitude existe no sábio apenas porque ele ama e estima a verdade o suficiente para se dispor a pagar o preço, por mais alto que seja, para obtê-la —

Provérbio 23:23

Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.

OUTROS ESTUDOS ACERCA DO LIVRO DE PROVÉRBIOS

ESTUDO 001

ESTUDO 002

ESTUDO 003

ESTUDO 004

ESTUDO 005

ESTUDO 006

ESTUDO 007

ESTUDO 008

ESTUDO 009

ESTUDO 010


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis
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Desde já agradecemos a todos.       

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

ENCONTROS DE PODER — 017 — UMA EXEGESE ROMANOS 13:1—3 - AS AUTORIDADES SUPERIORES


 
Atenção esse artigo é parte de uma série onde pretendemos tratar dos alegados encontros de poder e de curas maravilhosas que nos são apresentadas todos os dias pelos pastores midiáticos. No final de cada estudo você encontrará links para outros estudos.


Texto Base: Romanos 13:1—3

1  Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores — ἐξουσίαις ὑπερεχούσαις exousíais uperexoúsais; porque não há autoridade — ἐξουσία exousía —  que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.

2  De modo que aquele que se opõe à autoridade — ἐξουσία exousía — resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.

3  Porque os magistrados — ἄρχοντεςárxontes —  não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade — τὴν ἐξουσίαν tèn exousían ? Faze o bem e terás louvor dela.

Não iremos nos envolver em todos os problemas existentes nesses versículos — já existem comentários demais disponíveis em português tratando dos mesmos[1] — mas iremos nos concentrar apenas em identificar quem são os magistrados — ἄρχοντεςárxontes — e a autoridade — ἐξουσία exousía.

Praticamente todos os comentaristas concordam que a expressão magistrados — ἄρχοντεςárxontes — que temos no verso 3 diz respeito a seres humanos, uma vez que os mesmos portam a espada do verso 4, e recolhem os impostos mencionados no verso 6. Em todas essas ações os mesmos funcionam como “ministros ou servos” a serviço de Deus. Por esse motivo, eles merecem todo nosso respeito e consideração de acordo com o verso 7. Por analogia é possível esperarmos que as autoridades superiores — ἐξουσίαις ὑπερεχούσαις  — exousíais uperexoúsais — também sejam autoridades humanas, especialmente diante da descoberta que os termos Archon, Archontes e Exousiais são intercambiáveis em muitos contextos. Nesse sentido, a orientação de Paulo seria muito semelhante com aquela de Pedro que encontramos em

1 Pedro 2:13—17

13 Sujeitai-vos a toda instituição humana — ἀνθρωπίνῃ κτίσειanthropíne ktísei — por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano,

14 quer às autoridades, — ἡγεμόσινheyemósin — como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.

15 Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos;

16 como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus.

17 Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei.

As semelhanças são tantas com o texto de Paulo que muitos acreditam que as palavras de Pedro foram o primeiro comentário ao que Paulo escreveu em Romanos 13. Se isso for fato, então Pedro interpreta, claramente, a expressão grega — ὑπερεχούσαις uperexoúsaiscomo se referindo a altas autoridades humanas, e não a alguma autoridade sobre-humana. Dessa forma, aqueles que defendem que estamos lidando com seres angelicais nesses contextos têm sua posição muito enfraquecida.

Mas, aqui precisamos mencionar que quando Paulo fala dessa autoridades ele sempre tem no background a ideia de que por trás dessas autoridades se encontram seres angélicos sobre-humanos. Mas como alguns têm argumentado, de forma bastante sólida, diga-se de passagem, nenhuma visão, seja moderna ou secular poderia estar na mente de Paulo. Se agirmos assim, começaremos a ler coisas que não estavam, realmente, na mente do apóstolo. Então, como Paulo usa uma mesma expressão ἐξουσία exousía autoridade, para se referir tanto a autoridades humanas como também sobre-humanas devemos entender que ele age dessa maneira de propósito e não pretende traçar uma linha de demarcação clara entre uma e a outra.

Como já tivemos oportunidade de ver antes, se o apóstolo Paulo pressupõe a noção judaica da existência de representantes angélicos para cada nação diante do conselho celestial, ele nunca se sente compelido a deixar isso muito claro para nós. Mas Paulo, certamente, aceita o conceito greco-romano da existência de forças espirituais por trás de todas as instituições, conceito esse cuja noção judaica acerca da existência de “Anjos das Nações” é uma espécie de adaptação. O próprio Celso em sua tentativa de atacar a fé cristã afirmou que deveríamos adorar os demônios uma vez que os mesmos se encontram por trás de todas as autoridades que existem. Temos então uma dificuldade muito grande em entender, exatamente, qual era a verdadeira posição de Paulo acerca de todas essas coisas. A pergunta que precisamos fazer é: a expressão grega ἐξουσία exousía autoridade, se refere a poderes espirituais? Não temos dúvidas que Paulo tem em mente, em parte, autoridades humanas ao usar o termo exousía, pois a mesma é usada em justaposição com a expressão archontes nesse mesmo verso, onde todos concordam que tal expressão identifica seres humanos. Esse é o motivo que leva muitos comentaristas a entender as palavras usadas por Paulo nesses versos como parte da sua preocupação de como os cristãos devem comportar-se, de modo prático, diante dessas autoridades. Uma situação semelhante é descrita em Mateus 17:24—27 onde os discípulos são instruídos a pagar o imposto por conveniência, mesmo não sendo obrigados a fazê-lo.

Por fim cremos que é seguro afirmarmos o seguinte: enquanto Paulo teria, certamente, afirmado a existência de poderosos seres espirituais por trás das expressões físicas dos governos, ele não está preocupado com essa dimensão de poder nesse contexto. Sua preocupação tem a ver com o questões práticas do dia a dia da igreja no que diz respeito ao comportamento dos cristãos diante da burocracia do estado e daqueles que o representam — as exousiai — no breve intervalo de trevas antes que brilhe a Luz de Deus, conforme

Romanos 13:11—12

11 E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos.

12 Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.

13 Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes;

14 mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.

Dessa forma, é o contexto que se torna todo-importante em nos ajudar a determinar a identidade dos poderes mencionados em Romanos 13:1—3. No estudo anterior concluímos que tais poderes em 1 Coríntios 2:6—8 nos pareciam tanto humanos como sobre humanos. No estudo de hoje concluímos que os mesmos são apenas humanos. Já no estudo seguinte — onde iremos tratar de Romanos 8:38—39 — os poderes têm mesmo uma aparecia de forças espirituais.

LISTAS DOS ESTUDOS DE ENCONTROS DE PODER

001 — Introdução =

002 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Expressões Diversas

003 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀρχῆ — arché e ἄρχων — árchon.

004 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἐξουσίαις – exousías – potestades, autoridades.

005 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δυνάμεις — dunámeis — poderes.

006 – A linguagem de “Poder” no Novo Testamento = Θρόνοι— thrónoi — tronos.

007 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = κυριοτῆς — kuriotês — domínio.

008 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ὀνόματι — onómati — nome.

009 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἄγγελοs — ággelos — anjo.

010 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = δαιμονίον — daimoníon — demônioπνεῦμα τὸ πονηρὸν — pneûma tò poniròn — espírito malignoἀγγέλους τε τοὺς μὴ τηρήσαντας τὴν ἑαυτῶν ἀρχὴν— angélous te toùs me terèsantas tèn eautôn archèn — anjos, os que não guardaram o seu estado original ou anjos caídos.

011 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações.

012 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 2.

013 — A Linguagem de “Poder” no Novo Testamento = ἀγγέλους  τῶν ἐθνῶν — angélous tôn ethnôn — anjos das nações — Parte 3 — Final.

014 — A Evidência do Novo Testamento – Parte 1 — Introdução

015 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 2 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 1

016 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 2:6—8 — Parte 2

017 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 3 — As Passagens Disputadas — Romanos 13:1—3

018 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 4 — As Passagens Disputadas — Romanos 8:31—39

019 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 5 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 1

020 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 6 — As Passagens Disputadas — 1 Coríntios 15:24—27a — PARTE 2

021 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 7 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 1

022 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 8 — As Passagens Disputadas — Colossenses 3:13—15 — PARTE 2

023 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 9 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 1

024 — A Evidência do Novo Testamento — Parte 10 — As Passagens Disputadas — Efésios 1:20—23 — AS REGIÕES CELESTIAIS — PARTE 2

025 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 11 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 3

026 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 12 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 4

027 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 13 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 5

028 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 14 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 6

029 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 15 — As Passagens Disputadas — EFÉSIOS 1:20—23 — PARTE 7 — A DESTRUIÇÃO DA MORTE E DE SEUS ALIADOS

030 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — A CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS POR MEIO DE E PARA O PRÓPRIO CRISTO

031 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES

032 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 16 — As Passagens Disputadas — COLOSSENSES 1:16 — TENTANDO DEFINIR OS PODERES —PARTE 002

033 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 17 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 001

034 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 18 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 002

035 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 19 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 003

036 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 20 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 004

037 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 21 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 005

038 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 22 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 006

039 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 23 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 007

040 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 24 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 008

041 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 25 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 009

042 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 26 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 010

043 — A Evidência do Novo Testamento — PARTE 27 — As Passagens Disputadas — OS ELEMENTOS DO UNIVERSO — PARTE 011 — O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/encontros-de-poder-043-evidencia-do.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.


[1] Entre esses comentários podemos citar os seguintes autores: João Calvino, John Stott, William Hendriksen, D. Martin Lloyd-Jones, C. E. B. Cranfield, Karl Barth e etc.