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terça-feira, 11 de outubro de 2016

FANATISMO RELIGIOSO LEVA JOVEM À MORTE NA ÍNDIA


Aradhana Samdariya
Aradhana SamdariyaImage copyright UMA SUDHIR

O artigo abaixo foi publicado pelo site da BBC Brasil.

Morte de menina após jejum religioso de 68 dias provoca polêmica na Índia
Morte de Aradhana Samdariya reacendeu discussão sobre jejuns religiosos

A morte de uma garota de 13 anos que passou 68 dias sem comer reacendeu a discussão sobre a prática do jejum religioso na Índia.

Aradhana Samdariya ficou quase dois meses e meio ingerindo apenas água quente, seguindo uma tradição do Jainismo, uma das religiões mais antigas da Índia.

Ela morreu dois dias depois de terminar o jejum.

A polícia do país passou a investigar o caso após uma denúncia de uma organização que defende os direitos das crianças - eles afirmam que os pais de Aradhana teriam forçado a garota a fazer o jejum.

"Os pais dela, Laxmi Chand e Manshi Samdariya, estão sendo acusados de homicídio culposo (causar morte por negligência) e crueldade contra menores", afirmou um porta-voz das autoridades indianas.

Os pais de Aradhana são joalheiros ricos de Hyderabad, uma das maiores cidade da Índia, e negam terem forçado a filha a fazer o jejum.

"Ela pediu permissão para jejuar. Falamos para ela parar depois de 51 dias, mas ela não queria desistir. Foi voluntário, ninguém a forçou", disse o pai da jovem.

Mas ativistas argumentam que os pais queriam que a menina jejuasse porque "o guru da família disse a eles que, se a filha ficasse 68 dias sem comer, os negócios deles iriam prosperar".

"O país inteiro deveria se envergonhar de que uma prática como essa ainda exista. A garota foi forçada a beber só água o dia todo. Ela não podia pôr nem um sal ou um limão ou qualquer outra coisa na água", disse à BBC o ativista Achyut Rao.

Postagem no Twitter criticando a prática
Postagem no Twitter criticando a prática Image copyright Reprodução Image caption

Muitas pessoas usaram redes sociais para criticar jejum que levou a jovem à morte

Rao também criticou a família por ter feito uma procissão "para santificar" a menina durante o funeral.

"A coisa mais chocante é que a família está feliz (porque acredita) que ela foi uma das raras pessoas a serem levadas por Deus", afirmou.

Prática comum

Jejuar é uma prática comum nas religiões na Índia e especialmente entre os praticantes do Jainismo.

Outro costume da crença, também bastante criticado por ativistas, é o que eles chamam de santhara - quando uma pessoa deixa de comer e até de beber água com o objetivo de se preparar para a morte.

Especialistas dizem que o corpo humano consegue sobreviver sem comida por até dois meses.

O jejum, porém, não é exclusividade dessas religiões - muçulmanos, cristãos, hinduístas e judeus também adotam a prática em algumas datas. Mas nenhuma dessas doutrinas aprova jejuar até a inanição e morte.

Líderes jainistas continuam, porém, a defender que seus seguidores fiquem longos períodos sem comida.

"Mulheres grávidas ou aqueles que não estão bem não devem jejuar. Mas não há nada que impeça que uma criança jejue. O quanto elas devem ficar sem comida, porém, depende de sua capacidade individual", afirmou o monge Maharasa Ravinder Muniji ao site Firstpost.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:


NOSSO COMENTÁRIO: Como já temos falado diversas vezes, RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO. E como tal, é também, muitas vezes, assassina.

Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

VOCÊ SABE O QUE O RAMADÃ DOS MUÇULMANOS?



O artigo abaixo foi publicado pelo site da Missão Portas Abertas.

Ramadã: Começa hoje. Entenda como funciona

18 Junho de  2015 — MUNDO MUÇULMANO

"Lembrem-se das palavras que eu lhes disse: nenhum escravo é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também perseguirão vocês. Se obedeceram à minha palavra, também obedecerão à de vocês." João 15.20

Quando os relógios do Mundo Muçulmano marcaram 00h do dia 18 de junho o cotidiano de todos os muçulmanos foi alterado. Iniciou-se o mês sagrado para a fé islâmica, 30 dias de jejum e oração, o conhecido Ramadã. Esse período é comum aos seguidores da religião ir à mesquita orar e se dedicar ao estudo do Alcorão. O Ramadã é o nono mês do calendário muçulmano.

O jejum

Considerado um dos cinco pilares do islã, o jejum é uma das formas mais elevadas de adoração islâmica. A abstinência de prazeres carnais e o evitar intenções e desejos malignos são considerados atos de obediência e submissão a Alá, bem como o perdão dos pecados e erros cometidos. Chamado de Ramadã (ou Ramazã), os muçulmanos jejuam durante esse mês sagrado do momento em que o sol nasce até o momento em que se põe. Os muçulmanos consideram o jejum um ato de fé e adoração para Deus deles, procurando suprimir os desejos e aumentar sua pureza espiritual.

Quando o jejum acaba

O ritual é quebrado após o pôr do sol. O profeta Maomé recomendou quebrar os jejuns com encontros. Os muçulmanos são incentivados a convidar outros para quebrar o jejum em comunhão. Logo após quebrar o jejum e jantar, os muçulmanos fazem a quarta das cinco orações diárias, que é chamada de oração Maghrib. Após a janta, os muçulmanos vão para suas casas de adoração, chamadas de mesquitas, para fazerem a oração Isha, que é a última das cinco orações.

Segundo o censo demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil existem mais de 35.000 seguidores do islamismo. Muitos praticantes da fé realizam seus rituais em outros países, obedecendo a doutrina.

Os últimos 10 dias

São considerados especialmente abençoados os últimos 10 dias do Ramadã. Para muitos muçulmanos, este período é marcado por uma intensidade espiritual e eles podem passar estas noites orando e recitando o Alcorão.

Após 30 dias de jejum, o fim do mês do Ramadã se finaliza com um dia de celebração. Nesse dia, os muçulmanos se reúnem num local para oferecer uma oração de graças. Tradicionalmente, se utiliza roupas novas e se visita amigos e parentes. Há trocas de presentes e receitas de comidas especiais para essa ocasião são preparadas. Após isso, espera-se pacientemente até que venha o próximo Ramadã.

Poucos sabem, mas o jejum traz muitas implicações e desafios para aqueles que vivem em um país muçulmano e não pertencem à religião islâmica, especialmente para os cristãos. Durante esse período (que nesse ano é de 18 de junho à 18 de julho) são registrados inúmeros casos de intolerância religiosa contra aqueles que professam qualquer outra fé e que não estejam se abstendo de alimentos.

Enquanto os muçulmanos oram a Alá, nós oramos por eles!
Ore pelos cristãos que se encontram no Mundo Muçulmano, para que a providência de Deus os alcance e não aconteçam atrocidades. Durante esse período, os nossos irmãos em Cristo necessitam ainda mais das nossas orações.

O artigo original poderá ser visto por meio do link abaixo:

https://www.portasabertas.org.br/noticias/2015/06/ramada-comeca-hoje-entenda-como-funciona

OUTROS ARTIGOS ACERCA DO O ISLÃ E DO ESTREMISMO ISLÂMICO




















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quarta-feira, 30 de julho de 2014

EDIR MACEDO E IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS SÃO UMA AMEAÇA AO POVO BRASILEIRO


Templo da IURD em Del Castilho no Rio de Janeiro

O material abaixo é de autoria do sociólogo e pesquisador Johnny Bernardo e foi, originalmente publicado no site Gnotícias.

A Universal é uma ameaça ao povo brasileiro

por Johnny Bernardo

Ao escolher a cidade de São Paulo como a sua nova sede mundial, a Igreja Universal do Reino de Deus dá o tom de seu objetivo de domínio do cenário religioso brasileiro. Maior cidade da América Latina e centro financeiro do Brasil, São Paulo é ponto de entrada para diversos grupos religiosos nativos e estrangeiros pelo o fato de ser um pólo de influência e domínio regional. Neste sentido, é natural que instituições religiosas estabeleçam na capital paulista suas sede-administrativas. Depois de superada pela sede da Igreja Pentecostal Deus é Amor, a catedral da Sé foi novamente superada pelo megaempreendimento da IURD, que fincou no Brás o novo Templo de Salomão. É quatro vezes maior que o Santuário de Aparecida (interior de SP) e consumiu mais de R$ 700 milhões.



Para além de instituição religiosa, a IURD se comporta como uma multinacional com estratégias bem definidas, com centenas de colaboradores sob constante domínio, com rígidas regras. E não somente isso: é uma instituição com profundas semelhanças com a Igreja da Unificação, uma organização religiosa da Coreia do Sul que também possui sede em São Paulo. Assim como a congênere asiática, a IURD desenvolve sua influência por meio da política e de uma ampla rede de canais de comunicação. Não quer apenas superar a Igreja Católica enquanto maior denominação religiosa do Brasil, mas todas as denominações evangélicas e, partir de seu novo empreendimento, estender seu domínio sobre todas as nações. O bispo e líder Edir Macedo padece de uma síndrome messiânica comparável a do fundador da Igreja da Unificação, Sun Myung Moon (1920-2012). Um grande perigo!


Não foi nos EUA — como queriam os mórmons primitivos —, mas no Brasil que a réplica do Templo de Salomão foi construída com o objetivo de “estabelecer a Nova Jerusalém”. Nada melhor do que São Paulo como base mundial da Igreja. Assim como a primeira filial fora do Brasil foi aberta em Nova York, nos EUA, em 1986, a IURD deu um novo passo ao conceber o Templo de Salomão como sua nova base internacional. Há um verdadeiro domínio exercido sobre os mais de 1,8 milhões de adeptos que, de maneira semelhante a movimentos religiosos (destrutivos) dos EUA e Europa, são submetidos a uma programação psicológica que os faz seguir de maneira cega as diretrizes de seu líder maior, mesmo quando em meio a denúncias de exploração religiosa. O Jejum de Daniel é uma das formas de alienação a que os adeptos da IURD automaticamente são levados a se submeter.


O povo brasileiro corre um grande perigo diante do crescimento da Igreja Universal do Reino de Deus pelos fatos já declarados aqui e em outras análises em que apontamos as semelhantes entre a instituição com outras denominações que deixaram profundas marcas na sociedade, com destruição de famílias, manipulação psicológica, pregações destrutivas, incentivo ao proselitismo ofensivo e, em casos extremos, suicídio em massa. Engana-se quem pensa que a IURD é uma denominação religiosa como qualquer outra — há claros indícios do aspecto destrutivo e doentio que emana da cúpula mundial. Edir Macedo segue firme em seu objetivo de dominar o Brasil e, a partir dele, estender seus tentáculos por todas as nações do continente americano e o mundo. Já está na hora de as instituições jurídicas frearem a marcha universal, para evitar uma grande tragédia.

"As opiniões ditas pelo colunista são de inteira e única responsabilidade do mesmo, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Por Johnny Bernardo que é: pesquisador, jornalista, colaborador de diversos meios de comunicação e licenciando em Ciências Sociais pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de dez anos dedica-se ao estudo de religiões e crenças, sendo um dos campos de atuação a religiosidade brasileira e movimentos destrutivos. Contato: pesquisasreligiosas@gmail.com Google Plus

O material original do site Gnotícias poderá ser visto por meio do link abaixo:


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Alexandros Meimaridis
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