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terça-feira, 27 de setembro de 2016

JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO — ESTUDO 043 — JOSÉ COMO REVELADOR DE SEGREDOS


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Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida de José como um Tipo do Senhor Jesus Cristo. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: José como Tipo de Cristo.

043. José É Visto Agora Como um Revelador de Segredos

Como haviam feito antes o padeiro e o copeiro do Faraó, agora é a vez do próprio soberano do Egito contar a José, o sonho que tanto lhe perturbara e lhe tinha feito perder o sono, e que os sábios do Egito não haviam sido capazes de decifrar. É algo mesmo muito bonito ver a humildade de José diante dessa situação toda:

Gênesis 41:16
Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó.

De modo semelhante o Senhor Jesus fez diversas afirmações nesse tom, como podemos ver, por exemplo, em:

João 8:28
Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do Homem, então, sabereis que EU SOU e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou.

João 12:49—50
49 Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.
50 E sei que o seu mandamento é a vida eterna. As coisas, pois, que eu falo, como o Pai mo tem dito, assim falo.

João 17:8
Porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste.

Depois de ouvir o sonho do Faraó, José falou, começando apenas com as seguintes palavras:

Gênesis 41:25
Então, lhe respondeu José: O sonho de Faraó é apenas um; Deus manifestou a Faraó o que há de fazer.

A seguir, José tornou conhecido ao Faraó o significado dos sonhos que tivera. A narrativa de José é muito próxima daquela que encontramos no início do livro do Apocalipse —

Apocalipse 1:1—2
1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João,
2 o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu.

Da mesma maneira que Deus deu a conhecer aos egípcios as coisas que Ele estava prestes a fazer, assim também Deus nos concedeu, por meio de Jesus Cristo, o conhecimento das coisas que, com certeza, devem acontecer em nosso meio, nesse mundo. Vejam como os paralelos são próximos:

Gênesis 41:28

Esta é a palavra, como acabo de dizer a Faraó, que Deus manifestou a Faraó que ele há de fazer.

Apocalipse 1:1
Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer.

Deus é o grande e último revelador, e Cristo é o agente por meio de quem tal revelação é transmitida aos crentes. No Evangelho de João existem várias afirmações desse tipo. Ver, por exemplo:

João 1:18
Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.

João 14:10
Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras.

João 15:15
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.

João 17:14
Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou.

O papel do Filho como o instrumento do Pai também pode ser visto em —

Mateus 11:25—27
25 Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
27 Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

Lucas 10:21—22
21 Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
22 Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai; e também ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

A afirmação “as coisas que em breve devem acontecer”, não tem tanto a ver com a velocidade dos eventos, mas com a certeza que os mesmo irão acontecer.      

OUTROS ESTUDOS ACERCA DE JOSÉ COMO TIPO DE CRISTO

Estudo 001 — José como Tipo De Cristo — Introdução

Estudo 002 — José como Tipo De Cristo — A Infância de José

Estudo 003 — José como Tipo De Cristo — Os Irmãos e Os Nomes de José

Estudo 004 — José como Tipo De Cristo — José Como Pastor dos Seus Irmãos

Estudo 005 — José com Tipo De Cristo — José Como o Filho Amado de Seu Pai

Estudo 006 — José com Tipo De Cristo — Jesus, o Filho e Deus Pai

Estudo 007 — José com Tipo De Cristo — José e a Túnica Talar de Distinção
Estudo 008 — José com Tipo De Cristo — O Ódio que os Irmãos de José Tinham Dele

Estudo 009 — José com Tipo De Cristo — José era Odiado por Causa de Suas Palavras

Estudo 010 — José com Tipo De Cristo — José Estava Destinado a Um Futuro Extraordinário

Estudo 011 — José com Tipo De Cristo — José Antecipa Sua Glória Futura

Estudos 012 e 013 — José como Tipo de Cristo — José Sofre nas Mãos de Seus Irmãos e Vai a Busca Deles a Pedido de Jacó

Estudos 014 e 015 — José como Tipo de Cristo — José Busca Fazer o Bem a Seus Irmãos, e É Enviado De Hebrom Para a Região de Siquém

Estudo 016 — José como Tipo de Cristo — José Vai Até a Região de Siquém

Estudos 017 e 018 — José como Tipo de Cristo — José se Torna um Viajante Errante Nos Campos e Campinas da Palestina

Estudos 019 — José como Tipo de Cristo — A Conspiração contra José

Estudos 020 — José como Tipo de Cristo — As palavras de José são Desacreditadas

Estudos 021 e 022 — José como Tipo de Cristo — José é Insultado e Humilhado e José é Lançado num Poço

Estudos 023 e 024 — José como Tipo de Cristo — José é Retirado Vivo do Poço e Os Irmãos de José Misturam Ódio com Hipocrisia

Estudos 025 e 026A — José como Tipo de Cristo — José é Vendido por Seus Irmãos e o Sangue de José é Derramado
Estudos 026B — José como Tipo de Cristo — O Futuro de Israel Profetizado em Gênesis 38

Estudos 027 e 028 — José se Torna um Servo — Jose se Torna Próspero

Estudos 029 — O Senhor de José Estava Muito Feliz com Ele

Estudos 030 — José Como Servo Foi Uma Bênção Para os Outros

Estudos 031 — José Era Uma  Pessoa Consagrada aos Outros

Estudos 032 — José Foi Duramente Tentado, Mas Resistiu à Tentação

Estudos 033 — José Foi Acusado Falsamente

Estudos 034 — José Não Tentou Se Defender das Falsas Acusações

Estudos 035 — José Sofreu nas Mãos dos Gentios

Estudo 036 e 37 — José Ganha o Reconhecimento do Carcereiro e José Foi Numerado com outros Transgressores.

Estudo 038 — José Como Instrumento de Bênção e de Condenação.

Estudo 039 — José Dá Evidências De Seu Conhecimento Quanto Ao Futuro.

Estudo 040 — As Predições de Jose se Tornam Realidades.

Estudo 041A — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 041B — José Gostaria de Ser Lembrado

Estudo 042 — José Foi Libertado na Hora Certa

Estudo 043 — José Como Revelador dos Mistérios de Deus

Estudo 044 — José Faz Advertências Contra o Perigo Futuro

Estudo 045 — José Se Revela como Maravilhoso Conselheiro

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

PARÁBOLAS DE JESUS - MATEUS 18:12—14 E LUCAS 15:4—7 — A PARÁBOLA DA OVELHA PERDIDA — PARTE 001 — SERMÃO 037A



Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Ovelha perdida

Mateus 18:12—14

12 Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou?

13 E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta do que pelas noventa e nove que não se extraviaram.

14 Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos.

Lucas 15:4—7

4  Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?

5  Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.

6  E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

7  Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

I. O Tipo da Parábola

Tanto na versão de Mateus quanto na de Lucas estamos lidando com o que é chamado de “parábola interrogativa”. Em Mateus a questão introdutória — “Que vos parece” — é seguida por uma série de circunstâncias hipotéticas, as quais são seguidas pela questão que envolve a parábola — “não deixará ele”.

A condição que descreve o ato de encontrar — verso 18:13 “E, se porventura a encontra” — é seguida pela afirmação das consequências e uma explicação moral ou uma nimshal.

Já em Lucas temos uma parábola do tipo “Qual, dentre vós?, o que literalmente significa “qual é o homem dentre vós?”, seguido pela afirmação das consequências e pela moral da história. Alguns intérpretes costumam classificar essas narrativas como similitudes[1], enquanto outros defendem a ideia que se tratava, originalmente, de uma parábola que fazia referência a algum fato real do conhecimento de todos.

Todavia, como não existe nenhuma trama central fica difícil definirmos essa história, tecnicamente, como uma parábola. Na melhor das hipóteses estamos diante de uma similitude implícita. É como se Jesus estivesse querendo dizer: “minha associação com os pecadores é semelhante à circunstância de um pastor que perdeu uma ovelha e que se alegra com seus amigos depois de havê-la encontrado”. Entretanto, diante do interesse maior da clareza, o melhor é rotular nosso texto com sua forma mais simples, quer dizer, como uma parábola interrogativa.

As parábolas interrogativas não estão muito distantes das parábolas judiciais, pois elas estabelecem uma situação hipotética, forçam o ouvinte ou leitor a responder a uma questão e obrigam o indivíduo a transferir a resposta dada para outra situação. No caso das parábolas judiciais as mesmas têm ainda um elemento acusatório adicional.

II. Uma Comparação Entre As Narrativas de Mateus e Lucas

Mateus e Lucas possuem, relativamente, pouco em comum na narrativa dessa parábola. Além disso, as duas narrativas nos mostram um fenômeno surpreendente na relação existente entre os chamados “Evangelhos Sinóticos”. Como é de se esperar, uma tradição tripla de qualquer material — Mateus, Marcos e Lucas — mantém uma relação de proximidade muito grande. Mas numa tradição dupla — Mateus e Marcos, Marcos e Lucas ou Mateus e Lucas —, essa proximidade é ainda maior.

A. Exemplos do que estamos dizendo podem ser vistos nas seguintes parábolas —
1. A parábola dos dois construtores — Mateus 7:24 e Lucas 6:47—49.
2. A parábola do Fermento — Mateus 13;33 e Lucas 13:20—21.
3. A parábola do servo fiel e do servo infiel — Mateus 24:45—51 e Lucas 12:41—48.

B. Por outro lado, também em tradições duplas, as parábolas são tão distintas que devemos perguntar se existe mesmo alguma relação entre as mesmas. Exemplos do que estamos dizendo podem ser vistos nas seguintes parábolas —
1. A Parábola das Bodas — Mateus 22:1—15 e Lucas 14:15—24.
2. A parábola dos Talentos — Mateus 25;14—30 e Lucas 19:11—27

As duas narrativas da Ovelha Perdida se encaixam nessa segunda categoria mencionada. Mateus usa 65 palavras e Lucas 89 palavras. Dessas palavras todas, apenas 14 são idênticas nas duas narrativas. Ainda quatro outras palavras são compartilhadas, mas que são expressadas de forma gramatical diferente. As palavras em comum envolvem os conceitos básicos como “cem ovelhas”, “uma delas” e “noventa e nove”, mas para todo o resto, cada evangelista usa sua própria coleção de palavras. Entre as diferenças mais importantes, nós podemos citar as seguintes:

Mateus
Lucas
A parábola é contada para os discípulos de acordo com Mateus 18:1. Ela é parte do discurso eclesiástico de Mateus e seu objetivo principal são discípulos que se desviam
A parábola é contada por Jesus como uma resposta contra a murmuração dos fariseus e dos escribas porque o Senhor recebia e participava de refeições com pecadores — Lucas 15:1—2
A ovelha se extravia — πλανηθῇplanethê.
A ovelha se perde — ἀπολέσαςapolésas.
A palavra para deixar é — ἀφήσει afései.
A palavra para deixar é — καταλείπειkataleípei.
A palavra para deserto é — τὰ ὄρηtà ore.
A palavra para deserto é — ἐν τῇ ἐρήμῳén tê erémo.  
 E, se porventura a encontra
até encontrá-la
A parábola é mais curta
A parábola é mais extensa. O homem coloca a ovelha sobre seus ombros e se alegra. Quando chega em sua casa ele chama os amigos para se alegrarem com ele.
A conclusão permanece dentro da própria narrativa da parábola e diz que o homem se alegra mais pela ovelha perdida que ele voltou a encontrar do que pelas outras 99 ovelhas.
A conclusão move-se na direção do plano teológico e explica que haverá um maior regozijo no céu sobre um pecador arrependido do que sobre noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.
O texto então se move em direção ao plano teológico concluindo que é contrário à vontade de Deus que até mesmo um desses pequeninos venha a se perder — ἀπόληταιapóletai.
Lucas não tem nada que possa ser visto como paralelo a essa conclusão.


CONTINUA...



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/11/parabolas-de-jesus-mateus-181214-e.html

037H — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 008 — Conclusão.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/parabolas-de-jesus-sermao-037h-parabola.html

037 — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Completa
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/06/parabolas-de-jesus-sermao-037-parabola.html



038A — PARÁBOLAS DE JESUS — A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA — LUCAS 15:8—10 —— PARTE 001
Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1]  Similitude — s.f. Característica ou estado do que é similar; semelhança.