Mostrando postagens com marcador Ricardo Gondim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ricardo Gondim. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

RICARDO GONDIM: A VOLTA DESNECESSÁRIA



Que Ricardo Gondim estava muito doente em seu coração e espírito disso não tínhamos dúvida. Nossos artigos anteriores acerca desse senhor já antecipavam o que finalmente aconteceu. Ricardo Gondim acabou adoecendo, literalmente, em seu coração de atleta, que se orgulha de ter corrido 26 maratonas. Estou impressionado!

Mas para todos aqueles que não se impressionam com bobagens como essas, nós sugerimos a leitura do que escrevemos antes, como uma prova cabal de que já tínhamos detectado sérios problemas na saúde espiritual do sr. Ricardo Gondim, antes que os médicos o diagnosticassem com algum tipo de problema coronariano. Esses artigos podem ser alcançados através dos links abaixo:







Agora, depois de passar por uma cirurgia, que ele não revela exatamente o que foi, ele está de volta. Mas antes de falarmos da sua volta é da maior importância falar da sua despedida momentânea.

Em artigo escrito e publicado em seu site, que pode ser lido na íntegra aqui:


o sr.. Ricardo Gondim saiu atirando para todos os lados, sem admitir, em nenhum momento que tivesse qualquer culpa, por menor que fosse. Foi arrogante o tempo inteiro a ponto de dizer que faria, outra vez, algumas das coisas que fez no passado e que usamos para ilustrar nossos artigos acima.

Em vez de reconhecer sua culpa, como dissemos, Ricardo Gondim preferiu o patético caminho da autopiedade. Vejam algumas das pérolas que ele publicou:

Não escondo a minha profunda dor.


Fui cuspido, difamado e ridicularizado por quem acreditei ser parceiro.


Meu coração sofreu além da conta.


Noto que me resta pouco tempo de vida -não sei quanto, mas estou consciente de que é pouco.

Nesse breve parágrafo Ricardo Gondim revela diversas coisas:

1. Sua profunda dor pelos ataques que sofreu de quem considerava parceiro. Não sei não, mas acho que cada pessoa tem plena liberdade de escolher seus parceiros e deve ter vergonha na cara para assumir seus atos em vez de ficar reclamando das escolhas que fez.

2. Alega que seu coração sofreu além da conta, mas não admite sua própria culpa no processo.

3. Demonstra verdadeiro medo de morrer, já que não possui mais a certeza da salvação. Aliás, como ele mesmo gosta de frisar, ele não é desses que costumam ter certezas absolutas. Esse é um problema típico de quem desacredita na Bíblia como Palavra de Deus. Não sei pelo que ele passou, mas posso dar um testemunho pessoal de ter passado por algumas experiências de primeiro grau com cirurgiões. Primeiro tive um cisto retirado do meu fígado que pesou 1,2 quilos, além de ter removido 1/5 do meu rim direito. Essa cirurgia durou 15 horas, mas Deus sustentou tanto a mim como a minha esposa. Há dois anos passei por uma revascularização do miocárdio com a implantação de duas pontes de safena e uma de mamária. Em nenhum momento achei que a vida estava para acabar. Nossa confiança inabalável estava em Deus e não nos médicos, muito competentes por sinal.

Em Fortaleza, tive que enfrentar um piquete na porta da igreja que eu considerava a menina dos meus olhos Depois, oportunistas se sucederam em me esfaquear. Pessoas baixas se revezaram em colocar o meu nome entre os grande apóstatas da fé. A Betesda em Fortaleza praticamente implodiu. A princípio, sofri. Depois, preocupei-me com amigos, parceiros e discípulos. Eles sofriam as consequências de minhas posições. Embora eu nunca, em tempo algum, tenha vendido a alma ao sucesso, não bastou. As pedradas não cessaram.

Gondim continua com suas lamentações, mas não admite nenhum erro.

Eu podia ser outra pessoa. Estou consciente de meus dons e talentos. Sei que poderia tornar-me famoso e disputado entre os maiorais do movimento evangélico. Mas, não sei explicar, preferi o caminho dos proscritos. E a minha história virou piada; fui arrastado ao charco. Dei uma entrevista à revista Carta Capital (eu daria novamente, sem tirar uma vírgula) e os eventos desandaram. Antigos companheiros passaram a me evitar como um leproso. Reconhecer que homossexuais têm direito era um pecado incontornável. Contudo, prefiro o ódio de fundamentalistas e homofóbicos à falta de paz; quero poder deitar a cabeça no travesseiro com a consciência de que defendi o que é justo.

Mudando de tom, Gondim realmente se acha: se acha melhor que outros, mais aberto, mais esperto. Acha que poderia ter ido longe. Talvez pense que poderia ter se tornado uma espécie de Silas Malafaia da classe média do Jardim Marajoara em São Paulo. Ou então uma nova versão do Valdemiro Santiago: “O Rei do Gado” evangélico. Mas quem foi correr mais de uma dezena de maratonas em Nova Iorque, já foi longe demais em nossa opinião.

No parágrafo em que fala da sua relação com a revista ULTIMATO, Gondim demonstra quão pequena é sua alma, por desconsiderar aqueles que o defenderam até além do que deviam. Vejam nosso artigo acerca desse assunto no link abaixo:


Gondim, todavia ataca a revista e seus editores com acusações vis. Diz que foi usado. Mas pergunto: quantos anos ele tinha mesmo quando começou a escrever e bombou na revista ULTIMATO? Quem usou quem, na realidade? Não foi isso uma simbiose? Eu uso você e você me usa? Não contente e querendo ser mais do que realmente foi algum dia, Gondim se considerava uma verdadeira “grife” da revista ULTIMATO. Quanta arrogância e hipocrisia podem existir em um único caráter é impossível de dizer. Gondim fala mal das conferências que lhe trouxeram prestígio e fama chamando-as de chinfrins. Diz que foi linchado, mas está inteiro, como pode ser visto no vídeo cujo link fornecemos mais abaixo. Diz também que foi arrastado na sarjeta e considera seus graves desvios doutrinários apenas como ”vírgulas doutrinárias”. Vai ser cara de pau assim lá longe, na nossa querida Fortaleza. Veja o leitor com seus próprio olhos o que ele escreveu. 

Eu supus ter amigos entre os envangélicos. Enganei-me. Quando a revista Ultimato me defenestrou como articulista, não contei com cinco amigos que ousassem dar a cara a bater por mim. Nessa hora vi o quanto fui usado. Eu não passava de grife, ornando panfletos de eventos. Saí de casa, deixei meus filhos, esqueci meus pais, dormi em hotéis de quinta categoria, para dar credibilidade a conferências chinfrins. Os amigos, que supunha de caminhada, se calaram. Estavam preocupados com eles mesmos na hora do meu linchamento. Os meus verdadeiros amigos se resumiam aos poucos parceiros que sobraram na Betesda e me deram a mão. Só um punhado se solidarizou quando me viu arrastado na sarjeta. Alguns, para minha profunda decepção, se aproveitaram de vírgulas doutrinárias para jogar ainda mais querosene no fogo brando que fundamentalistas acenderam.

No próximo parágrafo, Gondim chuta o pau da barraca e cospe fogo em tudo em todos. Mas não admite nenhuma culpa.

Na verdade, estou exaurido. Agora virou questão de saúde. Como não posso respirar, minimamente, o ar dos evangélicos não serve como terapia. Deixei de acreditar na grande maioria dos líderes, pastores, teólogos e missionários evangélicos. Não confio nos que se dizem pregadores da Boa Notícia do Nazareno; e isso é ruim. Depois de presenciar excrescências éticas, depois de ver-me roubado em direitos autorais, depois de usado e sugado não quero mais a piedade plástica e mentirosa dos que se sentem responsáveis pela salvação do mundo. A subcultura religiosa que me acalentou e me fez um homem bem sucedido agora me traumatiza. E quando a gente perde o respeito, acabam-se os argumentos.

Depois de quase dois meses de ausência, Gondim poderia fazer um grande favor a todos nós e se aposentar de vez calando sua boca que só têm servido à causa do inimigo, conforme fica sobejamente demonstrado nos artigos mencionados acima. Mas não. Nosso adversário voltou com força total, seu medo da morte não se concretizou, por enquanto.

Em um vídeo recente nós voltamos a encontrar o Gondim velho de guerra. Mesma atitude non chalant, pretentendo ter 16 anos e falando as mesmas bobagens de sempre. Também como sempre, em nenhum momento admite que errou e que precisa pedir perdão para muitos. Ele fala de contratempos, decepções, angústias numa repetição que já cansou. Gondim mente ao dizer que seus sofrimentos não o tornaram nem cínico nem azedo, mas uma leitura, mesmo superficial daquilo que escreve o contradiz por completo.

Ricardo Gondim, ainda de maneira imatura, confunde o chamado que recebemos de Deus para um relacionamento com o SENHOR e com os irmãos como uma religião. É daí que procede toda sua frustração e desapontamento. Se entendesse essa verdade, aliviaria muito sua própria dor e teria liberdade tanto para reconhecer seus próprios erros. quanto para pedir perdão aos milhares que ofendeu. Gondim sabe falar de religião, é o seu tema, é o caminho que escolheu seguir. Ainda não aprendeu que a vida cristã é uma vida de relacionamentos com Jesus e com o Pai conforme Jesus mesmo declara em  

João 17:3 –

 E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

Gondim fala do movimento evangélico, mas se esquece que foi nesse prato que ele comeu por décadas, explorando as pessoas, vendendo seu livros, cd´s e dvd´s. Agora quer parecer inimigo daqueles que antes o cortejavam e que ele também cortejou, com gosto.

Gondim diz que os evangélicos tentam responder perguntas que ninguém mais faz. Mas não diz que perguntas são essas. O fato é que as perguntas básicas continuam as mesmas: Quem sou eu? Porque estou aqui? Quando morrer para onde irei, etc. E as respostas continuam sendo encontradas apenas na Palavra de Deus: O Senhor Jesus e a Bíblia Sagrada. Todo o besteirol pseudofilosófico que Gondim pretende dar ares de grande importância, não passa de pastel de vento. Ele propõe repensar suas premissas, suas categorias de pensamentos, mas pretende fazer isso mantendo uma judiciosa distância da Bíblia. O único pressuposto absoluto que Gondim aceita é o amor de Deus e que Jesus veio mostrar esse amor de Deus. Ou seja, Gondim está mais para o livro “A Cabana”, do que para o livro dos livros que a Bíblia.

Os que tiverem paciência para ouvir o blá, blá, blá de Gondim poderão fazê-lo seguindo o link abaixo:


Como bom comerciante que é, Gondim não deixa de colocar uma chamada do pagseguro em seu site para arrecadar doações. Vergonhoso.

Que Deus nos dê a sabedoria do alto para discernirmos esses vendilhões e falsos mestres daqueles que, de coração, se empenham em servir o Senhor.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ricardo Gondim Gosta de Enganar a Si Mesmo


Ricardo Gondim já foi objeto de alguns artigos desse blog. Aqueles que estiverem interessados em ler o que escrevemos acerca de suas idéias anteriormente poderão fazê-lo seguindo os seguintes links:





Mas, por incrível que pareça, o senhor Ricardo Gondim, pastor da Assembléia de Deus Betesda continua escrevendo muitas bobagens, em uma tentativa frustrada de tentar nos convencer acerca do valor dos novos ventos de doutrina que tem abraçado com tanto vigor. De repente, ele escolheu atacar os ensinamentos reformados, que não são perfeitos, mas pelo menos foram produzidos por homens sérios e honestos, como seus alvos prediletos. O problema de Gondim aqui reside em sua imaturidade espiritual, pois não consegue argumentar, de forma sólida, contra idéias bem pensadas e que subsistem por séculos, porque estão amparados na Palavra de Deus.

Já a posição de Ricardo Gondim se baseia, parcialmente, em narrativas bíblicas às quais distorce a seu bel prazer, e em outros escritos não inspirados pelo Espírito Santo, como podemos notar abaixo:

“O conceito de eleição está presente tanto nas mitologias como nas narrativas bíblicas. Narciso foi galardoado com beleza. O sacrifício de Abel foi aceito e o de Caim, rejeitado. Jacó, a despeito de sua falta de ética, ganhou a primogenitura – Esaú acabou descartado. Samuel marcou um x nas costas de Davi como o estimado de Javé. Além dos textos religiosos, a história também esteve repleta de poetas, literatos, cientistas e políticos que acreditaram na ideia de que Deus, a vida, o destino ou qualquer outra força os predestinou. Eles não se viam cotidianos, banais, ordinários. Pelo contrário, acharam que os outros mortais deviam se sujeitar aos códigos que escreveram.”

O absurdo da alucinação de Gondim pode ser visto na afirmação onde diz: “Samuel marcou um x nas costas de Davi como o estimado de Javé. Quanta estupidez e desrespeito pela Palavra de Deus.


Mas infelizmente ele não para por aí. Sua visão acerca da eleição, claramente ensinada nas Escrituras é uma verdadeira blasfêmia, no sentido, mais exato da palavra: falar mal de Deus e de suas gloriosas obras de graça. Gondim diz:


“Acreditar-se eleito é maldição – em qualquer circunstância. Os eleitos de Deus se condenam à soberba – e empáfia antecipa a queda. Os ungidos sociais não têm como evitar olhar os excluídos com pena, de cima para baixo. Os afilhados do sistema econômico acabam se alienando da simplicidade – onde a vida realmente acontece. Não há nada mais irritante do que conviver com a vaidade de quem se acha dono de uma inteligência acima da média”.

Note o leitor que Gondim evita falar da verdadeira eleição – a divina – para trabalhar uma invencionice sua que ele chama de “Acreditar-se eleito”. Mas a leitura de alguns versículos bíblicos poderiam curar sua “vaidade de quem se acha dono de uma inteligência acima da média”. Vejamos:

Quanto à Eleição divina:

Romanos 9:11 E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama).

Romanos 11:5 Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça.

Romanos 11:7 Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos.

Romanos 11:28 Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas.

1 Ts 1:4 Reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição,

2 Pedro 1:10 Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e 
eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.

Quanto aos eleitos de Deus:

Mateus 24:24 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.

Marcos 13:20 Não tivesse o Senhor abreviado aqueles dias, e ninguém se salvaria; mas, por causa dos eleitos que ele escolheu, abreviou tais dias.

Marcos 13:22 Pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos.

Romanos 8:33  Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.

Colossenses 3:12  Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade.

2 Timóteo 2:10 Por esta razão, tudo suporto por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória.

Tito 1:1 Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, para promover a fé que é dos eleitos de Deus e o pleno conhecimento da verdade segundo a piedade.

1 Pedro 1:1-2  Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são forasteiros da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas.

Apocalipse 17:14  Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.

Gondim finge não conhecer os versos acima, mas terá que responder a Deus pela sua pretensão e hipocrisia. Quem desejar ler o artigo dele diretamente poderá fazê-lo seguindo esse link:


Caso o leitor deseje maiores informações acerca da gloriosa doutrina bíblica da nossa eleição em Cristo, recomendamos a leitura dos nosso estudo sobre Eleição divina que pode ser acessado nos endereços abaixo:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:

Desde já agradecemos a todos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ROB BELL: TÃO FALSO QUANTO A COR DOS SEUS CABELOS



Rob Bell é o Pastor fundador da Mars Hill Bible Church localizada em Grandville, Michigan, nos Estados Unidos da América. Ele tem chamado a atenção dos evangélicos ao redor do mundo — têm livros e filmes seus publicados em português — porque adota muitas das idéias propostas pela Igreja Emergente, da qual é uma das figuras mais proeminentes.

O pastor Bell é sempre muito controverso naquilo que escreve. Muitas vezes sua lógica não faz nenhum sentido. Caso o leitor tenha interesse em ver e ouvir Rob Bell argumentando verdadeiras tolices, tais como: Jesus veio para nos resgatar de Deus Pai, poderá fazê-lo seguindo esse link:

http://www.youtube.com/watch?v=ODUvw2McL8g

Se quiser ver o mesmo vídeo com respostas oferecidas por outros pregadores, poderá fazê-lo aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=pcgKhZ3T4ew&feature=related

Rob Bell não nega que se sente profundamente incomodado pela idéia do inferno e por pensar que uma quantidade enorme de pessoas irá passar a eternidade em um lugar de tormento. Mas o chororô do pastor Bell é inconsistente. Em primeiro lugar temos que deixar bem claro que a Bíblia nos diz que o inferno foi originalmente criado para receber Satanás e seus anjos, caídos como ele próprio. Ele não foi um lugar criado para os seres humanos.

Mateus 25:41 - Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.

Todavia, é importante que deixemos isso bem claro: muitos seres humanos preferem se identificar mais com o Diabo em suas obras do que com o Deus Criador e Todo Poderoso. Isso na realidade reflete uma demência por parte dos seres humanos que acham que podem enfrentar Deus ou podem, porque não acreditam no inferno, mudar a realidade do mesmo. Ora se muitos seres humanos preferem imitar as obras do Diabo, como um filho imita seu pai – ver João 8:44 - não é apenas lógico que sejam enviados para o mesmo lugar destinado àquele que tanto adoraram durante todas suas vidas?

Pastor Rob Bell, não concorda com a Bíblia. Em seu último livro lançado nos Estados Unidos – Love Wins ou O Amor Vence – ele chega até a admitir a existência do inferno, mas como algo temporário. Seria na realidade um purgatório e não um inferno. O curioso nisso tudo é que como integrante da linha de frente da Igreja Emergente, o pastor Bell sempre manteve uma posição universalista i.e., acredita que todos os seres humanos serão salvos, ou muita próxima dessa posição.

Em 2005 sua posição era: A igreja precisa parar de pensar nas pessoas primariamente como pertencendo a categorias tais como: dentro e fora; salvos e perdidos ou crentes e incrédulos (1).

Em seu último livro – Love Wins - ele repete muitas das idéias que já havia defendido em seu livro anterior intitulado “Velvet Elvis” ou Elvis de Veludo. Bell é falso em tudo o que prega seja acerca de Deus, de Jesus Cristo, do Evangelho, do céu e do inferno, da mesma maneira que é falsa, inclusive, a cor do seu próprio cabelo. Mestre em manipular as Escrituras Sagradas como lemos em 2 Coríntios 11:14—15:

14 - E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.

15 - Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.

Rob Bell nega ser universalista, porque admite que algumas pessoas serão enviadas para algum tipo de inferno temporário. Note a destreza dele nas seguintes citações e veja como Paulo tinha razão quando disse:

Efésios 4:14 - para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.

Citação #1: Nossa insistência de que Deus se unirá e irá se reconciliar com todos os seres humanos é um tema recorrente nos autores bíblicos e nos profetas. O próprio Deus acerca do qual Jesus veio nos ensinar é um Deus que nunca desiste até que tudo o que está perdido seja encontrado. Esse é o Deus que nunca se rende, que nunca entrega os pontos. Nunca! – Comentário do autor: frase muito bonita, mas falsa.

Citação #2: O amor de Deus irá derreter cada coração endurecido e, eventualmente, até o mais empedernido pecador irá desistir de resistir a Deus e se voltará para Ele. Dessa maneira, começando desde os dias da igreja primitiva, sempre existiu uma longa tradição de cristãos que acreditam que, em última instância, que Deus ira restaurar todas as pessoas e todas as coisas.

Em seu afã restaurador, o pastor Bell não deixa de fora nem os pecadores de Sodoma e Gomorra. Eles também serão completamente restaurados.

Ora meus irmãos e irmãs se as coisas forem desse modo, qual era a necessidade de Jesus ter vindo a esse mundo? Que necessidade existe do mandamento que nos ordena nos arrepender e voltarmos para Deus que é rico em perdoar? – ver Isaías 55:7? Para o pastor Bell céu e inferno são apenas realidades presentes aqui da terra – ver link acerca de Ricardo Gondim e Rob Bell adiante. É o velho ditado que diz: aqui se faz, aqui se paga! Para terminar, o pastor Bell nos diz que quando a Bíblia fala do inferno, está tratando apenas de uma metáfora em linguagem poética.

Por favor, meus amados leitores não se deixem enganar por esses falsos pregadores e seus tradutores traidores do verdadeiro Evangelho, que estão colocando esse lixo em português. Ricardo Gondim agrega ultraje à injúria ao se vangloriar como tradutor do lixo produzido por Rob Bell. Quem quiser ver com seus próprios olhos poderá acessar o link abaixo:

http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=69&sg=0&id=1401

Em outro post, falaremos mais um pouco do pastor Rob Bell e de seus malfadados ensinamentos. Você poderá ver esse artigo nesse link:

http://ograndedialogo.blogspot.com/2011/08/rob-bell-e-seu-deus-pagao.html

Que Deus abençoe a todos e conceda verdadeiro discernimento contra todas essas bem engendradas mentiras.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.


Notas
1. Entrevista concedida ao Beliefnet

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Porque Não Posso Concordar com o Ricardo Gondim.



Não conheço o Sr. Ricardo Gondim pessoalmente. Por esse motivo, sempre que escrevo algo acerca dele procuro evitar, como é minha obrigação, fazer qualquer comentário acerca de sua pessoa. Limito-me a falar acerca daquilo que ele diz ou escreve. Esse é novamente o caso agora.

Não sei exatamente quando, mas ele concedeu uma entrevista à revista Carta Capital. Em uma de suas respostas ele afirma o seguinte:

RG: ... "Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida".

Ricardo se considera injustiçado, o que é uma atitude típica dos fariseus como os encontramos na Bíblia. Mas, mesmo se sentindo assim, ele ainda consegue enxergar certo privilégio, pois alega ter sido “eleito o herege da vez”. Alguém aí poderia me enviar a lista oficial dos “10 últimos hereges da vez”, fazendo o favor. Ela alega estar sendo perseguido porque não aceita mais a idéia de um Deus “títere e controlador da história”. Ora, aqui cabe perguntar, quem defende idéia tão esdrúxula de um deus assim senão pastores das Assembléias de Deus e outros ramos do pentecostalismos, como ele mesmo. A visão reformada de Deus é de um Senhor absolutamente soberano não apenas sobre todo o universo, mas principalmente sobre o planeta Terra e a vida de todos os seres humanos, inclusive. Todavia, Gondim é livre para crer no deus que melhor satisfizer suas fantasias ou necessidades, mas sua ingenuidade chega a ser patética, pois não fosse a graça soberana de Deus, há muito já teríamos destruído o planeta e dado cabo de todas as nossas vidas. Mas Deus nos ama a ponto de não permitir que exerçamos nossa sanha assassina e destruidora como gostaríamos de fazer.

A posição de Gondim é típica dos teólogos pentecostais que, na sua grande maioria, não entendem absolutamente nada acerca, por exemplo, de versos tais como Romanos 8:28—30. Não entendem nada acerca da graça de Deus e dos misteriosos propósitos de Deus relacionados à nossa eleição em AMOR – ver Efésios 1:4—5 - e predestinação para sermos exatamente como Jesus Cristo. Caso se dedicasse a estudar as Escrituras em vez de ficar apenas criticando os reformados, talvez pudesse entender essas verdades sublimes. Para mim, pessoalmente, tem sido motivo de grande alegria ver vários pastores das Assembléias de Deus abandonando suas posições tradicionais, para adotarem os ensinamentos da reforma. Isso é realmente maravilhoso. Mas, infelizmente, não é o caso de Gondim.

Ele fala de liberdade humana, como se fosse uma realidade na vida de todos os seres humanos. Talvez devesse dar ouvidos à letra composta pelo Flávio Venturini e cantada com todo sentimento por Milton Nascimento: Caçador de Mim. Nesse poema, Flávio Venturini admite que a vida humana é uma “entrega a paixões que nunca têm fim”. Não existe verdadeira liberdade para aqueles que são escravos do pecado, qualquer que seja, por menor que seja. Jesus é categórico: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado – João 8:34. Portanto, adeus a essa pretensa liberdade humana. Ela simplesmente não existe.

Como um rabino judeu ele argumenta que é incompreensível o fato de coisas ruins acontecerem a pessoas boas. Mas quem são, pergunto eu, essas pessoas boas? A bíblia é acachapante quando se utiliza de adjetivos para caracterizar os pecadores diante de Deus. Eis uma lista parcial de como somos classificados enquanto pecadores diante de Deus: desviados, perdidos, fracos, ímpios, extraviados, inúteis e pecadores; incapazes de fazer o bem, mortos em delitos e pecados, transgressores, homens naturais incapazes de aceitar e de entender a revelação de Deus; néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-se uns aos outros; infiéis, adúlteros, traidores, assassinos, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus; cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Bem, a lista é longa, mas não é exaustiva!1 Como um homem dizendo-se pastor e mestre das Sagradas Escrituras pode acreditar que existam pessoas boas é talvez a maior incógnita que tenho acerca de Gondim.

Como um verdadeiro tolo Gondim afirma que Deus não está no controle. Bem, faz parte da paciência e do caráter amoroso de Deus tolerar as afrontas que lhe fazemos, sem que necessariamente ele nos trate de acordo com o que merecemos – ver Salmos 103:10.

Concordo, em parte, com Gondim quando ele afirma: ”A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus”. De fato essas coisas não são responsabilidade de Deus, mas exclusivamente nossa. Mas Deus deseja que Seus filhos se envolvam com todas essas questões, porque os seres humanos não foram criados para viver em favelas, nem ao lado de córregos poluídos e muito menos fazendo guerra uns com os outros. Compete aos filhos de Deus imitarem o irmão primogênito, Jesus – ver Romanos 8:29 – promovendo a reconciliação com Deus que é o primeiro passo de todos e depois envidar todos os esforços para manter a unidade que nos é concedida pelo Espírito Santo – ver 2 Coríntios 5:20 e Efésios 4:1—3.

A proposta e a busca de Gondim de tentar viver como se Deus não existisse é realmente uma alternativa constrangedora. No fim, o que resta de toda sua proposta é puro humanismo: sem Deus, sem esperança sem salvação eterna.

Que Deus abençoe a todos,

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Notas

1. Listas contendo as coisas terríveis que os seres humanos são capazes de fazer podem ser encontradas, por exemplo, em: Marcos 7:21 – 22; Romanos 1:28 – 32; 1 Coríntios 6:9 – 10; Gálatas 5:19 – 21; Efésios 4:31; 5:3 – 6; Colossenses 3:5; e 2 Timóteo 3:1 – 6. E isto para ficarmos no Novo Testamento somente.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

RICARDO GONDIM É UM VERDADEIRO PINÓQUIO



Não costumo ler nada escrito por Ricardo Gondim, a menos que duas circunstâncias aconteçam:

• Alguém me empreste um exemplar da revista Ultimato onde seus artigos são puro tédio e rancor.

• Alguém me envie, via e-mail, alguma das suas muitas bobagens que costuma escrever em seu site.

Fora dessas duas situações, não tomo conhecimento nem me interesso pelo que ele faz ou escreve.

Um dia desses a segunda situação aconteceu. Uma pessoa lá de Portugal, me mandou no e-mail um link para um artigo escrito pelo Ricardo.

O Artigo se chama “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico” e foi publicado em 7 de Fevereiro de 2011. Nesse artigo, da maneira mais descarada e mentirosa ele afirma que a atual situação do evangelho no Brasil é devida “a esse subgrupo do cristianismo e do protestantismo conhecido como Movimento Evangélico”.

Ora, o mínimo que se pode esperar de alguém que pretende escrever com base no “soli Deo gloria”, ou seja, escreve com a pretensão de promover a glória de Deus, é que fale a verdade e não mentiras.

Esse Senhor sabe muito bem que aquilo que ele chama de “Movimento Evangélico” não tem nada de reformado e menos ainda de cristão, nem em suas doutrinas nem em seus costumes e práticas. Tem sim, tudo a ver com o movimento Pentecostal, que em meros 100 anos abriu as portas para todas essas aberrações que estamos vendo aí. Aliás, Gondim foge de suas responsabilidades porque é pastor pentecostal e, antes de perder a fé de que a salvação é exclusivamente por Jesus Cristo, ele foi um grande propagador das mentiras pentecostais. A principal dessas mentiras é o alegado batismo com o Espírito Santo acompanhado do falar em línguas estranhas. Ele mesmo declara que passou por essa falsa experiência. Digo que é falsa, porque o Batismo com o Espírito Santo não é experimental e não existe nenhuma manifestação perceptível atrelada ao mesmo. Não nego, entretanto, que o mesmo tenha passado por algum tipo de experiência real e verdadeira com o Espírito Santo, tal como, ter sido enchido pelo mesmo. Mas que ele nunca experimentou o Batismo com o Espírito Santo. Isso ele não experimentou mesmo.

Os próprios apóstolos do Senhor só foram reconhecer que haviam sido batizados com o Espírito Santo muito tempo depois dos eventos narrados em Atos 2. Desafio a qualquer um a me provar, usando exclusivamente o texto de Atos 2, de que o Batismo com o Espírito Santo aconteceu naquele dia. Em primeiro lugar, a expressão nem é mencionada em Atos 2. Muito estranho mesmo que tivesse acontecido e não fosse sequer mencionada pelos apóstolos e registrada pelo Dr. Lucas, mesmo diante das palavras do Senhor Jesus em Atos 1:5, de que eles seriam batizados com o Espírito Santo, não muito depois daqueles dias. No entanto, quando transcorreram os eventos narrados em Atos 2, Pedro disse que aquilo era o cumprimento da promessa feita através do Profeta Joel. Nem ele, nem ninguém relacionou os eventos de Atos 2 com o Batismo com o Espírito Santo prometido por Jesus. Tempos depois, em Atos 11:16, quando Pedro estava na casa de Cornélio e viu as manifestações do Espírito Santo que eram semelhantes àquelas que tinham acontecido em Atos 2, ele diz que só então se lembrou das palavras de Jesus em Atos 1:5. Ou seja, Pedro e toda a igreja de todos os tempos foram batizados com o Espírito Santo no dia de Pentecostes – ver 1 Coríntios 12:13. Mas eles não perceberam isso, porque o Batismo com o Espírito Santo é um ato de ato de Deus na história que:

• Em primeiro lugar cria a Igreja, o Corpo de Cristo e coloca todos os crentes, de todas as épocas nesse corpo onde eles estão individualmente ligados, de modo indelével, a Cristo. Assim nos tornamos completamente dependentes de Cristo.

• Em segundo lugar o Batismo com o Espírito Santo une os crentes uns aos outros, também de modo indelével, de tal forma, que nos tornamos dependentes uns dos outros para nossa felicidade e realização como cristãos

Essas verdades bíblicas são muito diferentes das mentiras inventadas pelo senhor Charles Fox Parham, que alegou que o Batismo com o Espírito Santo ficou esquecido por dezoito séculos, e que foi reinaugurado na era moderna, no dia 1º de Janeiro de 1901, se manifestando através de uma moça chamada Ages Ozman, que era uma de suas alunas numa escola em Topeka, no Kansas. Dali a pretensão se espalhou para a Califórnia onde, de 1906-1909 foi ensinada 24 horas por dia no chamado “reavivamento da rua Azuza”. Todavia, o líder do movimento da rua Azuza era um negro – William Joseph Seymour - e isso era intolerável para o racista Parham, que tinha até mesmo certas simpatias pela Ku Klux Klan. Para encurtar uma longa história, os pastores brancos acabaram se distanciando do negro Seymour e também de Charles Hanson Manson, outro negro, fundador da “Church of God”, que havia adotado o o formato pentecostal de Batismo com o Espírito Santo e o falar em línguas estranhas. Esses pastores brancos criaram sua própria denominação, com uma liderança exclusivamente de brancos. Essa nova denominação foi chamada de “Assemblies of God”. Não é difícil perceber que esse pessoal das Assembléias de Deus – todas elas – tem muito o que responder a Deus por causa dessa prática de racismo descarado. No fim da sua vida, completamento abandonado pelos amigos pregadores brancos de outrora, o velho e, praticamente cego, Seymour, finalmente “enxergou” a verdade: o Batismo com o Espírito Santo não tinha nada a ver com falar em línguas estranhas, e sim, com a união de todos os crentes em Cristo, independente da cor da pele inclusive. Mas ai, o estrago já estava feito e hoje envolve mais de quinhentos milhões de pobres iludidos por uma mentira muito bem engendrada e propagada. É no ramo Pentecostal da Cristandade que estão penduradas todas as aberrações que vimos no século XX:

• O Movimento das últimas chuvas.

• O Movimento carismático que causou divisões sem fim por onde se manifestou, algo que dificilmente pode ser atribuído ao Espírito Santo que veio nos unir a Cristo e uns aos outros.

• O Movimento da terceira onda. Esse tem muitos desdobramentos. Desde as “sessões de desemcapetamento total” até a adoração de réplicas da “Arca da Aliança”, passando pela crença de que é possível o crente, habitado pelo Espírito Santo, ser possuído por um demônio imundo e muitas outras sandices.

Agora, em pleno século 21, vem esse indivíduo dizer que os protestantes são os responsáveis por essas imoralidades. Gondim, como sabemos através do que ele escreve, tem sérios problemas com os reformados, a quem se refere, com uma evidente ponta de inveja, como sendo pós doutorados em Teologia. Pergunto: o que a formação teológica de alguém tem a ver com a verdade? Absolutamente nada! Não Sr. Ricardo, os verdadeiros responsáveis por essa situação que enfrentamos no Brasil hoje não tem nada a ver com os reformados. Mas tem tudo a ver com pessoas como você mesmo e com as igrejas de vocês que devem suas existências ao movimento racista iniciado no início do século XX e que atende pelo nome de pentecostalismo. E tudo isso, é claro, feito em nome do Espírito Santo. Como o senhor odeia os reformados e começa a cuspir no prato que comeu do pentecostalismo e seus desdobramentos, não tem para onde ir, então precisa se agarrar no que há de mais ridículo procedente das terras do norte nesse momento, que é a doutrina da chamada “igreja emergente”.

Os reformados não são perfeitos. Longe disso. Mas é injusto atribuir a eles as mazelas daquilo que Gondim chama de “Movimento Evangélico” contemporâneo no Brasil. Como sempre acontece é mais fácil atacar as pessoas das quais não gostamos e Gondim é um homem profundamente rancoroso contra os reformados, os puritanos e outros grupos assemelhados, como pode ser facilmente notado em seu artigo mencionado acima. Mas, apesar de todas as suas mazelas, esses grupos continuam proclamando Jesus como o único Salvador, continuam acreditando que o Deus do Antigo Testamento é o mesmo Pai de Jesus Cristo e continuam abominando todo tipo de pretensão, hipocrisia e mentira.

Quanto a Ricardo Gondim, não crê que o Deus do Antigo Testamento é o mesmo Pai de Jesus Cristo, não crê que a salvação é exclusivamente pela fé em Jesus, o Filho de Deus, e hoje ele adora uma divindade pífia que é incapaz, em suas próprias palavras, de saber o que vai acontecer no futuro.

Alexandros Meimaridis 

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.

Para aqueles que querem pesquisar mais acerca de alguns fatos narrados nesse artigo o autor recomenda:

1. Fire from Heaven de Harvey Cox.

2. Modern Christian Revivals editado por Edith L. Blumhofer e Randall Balmer.

3. Teologia do Espírito Santo de Frederick Dale Bruner.

4. Strange Fire de Eric E. Wright.

5. Sinais dos Apostólos de Walter Chantry.

6. Counterfeit Revival de Hank Hanegraaff.