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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PORQUE OS JOVENS ESTÃO DEIXANDO AS IGREJAS?


O artigo abaixo foi publicado pelo site da revista Cristianismo Hoje e é de autoria de Ed Stetzer

A raiz do problema
Jovens adultos abandonam a igreja porque não têm uma fé própria
Escrito por  Ed Stetzer

As estatísticas são alardeadas todos os dias e apavoram os pais, líderes e educadores cristãos: cada vez mais jovens criados no Evangelho abandonam a igreja, sobretudo após a conclusão do ensino médio. Em números, seriam 94% (alguns dizem 86%) dos jovens evangélicos que saem para nunca mais voltar. Só isso já comprometeria, em termos aritméticos, a próxima geração de evangélicos. As razões alegadas são as mais diversas possíveis, e boa parte delas se deve ao assédio das atrações “do mundo”, às novas conquistas intelectuais que esvaziam a noção do sagrado e o secularismo exacerbado de nossos dias. O cerne da questão, todavia, é mais sutil, e nem sempre reconhecido pela própria igreja. Os jovens adultos que a abandonam, muitas vezes, não possuem uma fé verdadeira – uma fé própria – e um relacionamento com Cristo que seja profundamente importante para suas vidas pessoais, algo que fuja à mera pressão exercida por seus pais ou responsáveis nos primeiros anos de sua vida.

Quem se debruça com mais seriedade sobre o fenômeno descobre algumas verdades. Tais estatísticas, muitas vezes, são, com se diz, meras lendas urbanas – ou, pelo menos, expressam uma meia verdade. Nenhuma pesquisa, de fato, chegou a essa conclusão. É claro que a evasão existe, e deve gerar preocupações. A realidade é que existem desafios em relação a esse fato, mas pesquisas confiáveis mostram que a fé é bastante resistente de uma geração a outra, desde que seja genuína e pessoal. Há alguns anos, a LifeWay Research analisou a questão, observando algumas das coisas que ajudam os jovens a ficarem na igreja e a terem uma fé forte. O estudo queria saber o que é necessário para que um aluno permaneça seguindo a Cristo durante o ensino médio, a faculdade, a carreira e além. Observou-se a fé de alunos que frequentavam uma igreja protestante (tradicional ou renovada) duas vezes ao mês ou mais por, pelo menos, um ano durante o ensino médio. Mais tarde, cerca de 70% dos jovens com idade entre 18 e 22 anos pararam de frequentar a igreja regularmente por pelo menos um ano. Uma taxa de abandono da ordem de 70% – muito alta, por sinal.

Outras pesquisas e estudos entre jovens evangélicos, no entanto, indicam que o número é quase certamente muito menor. E é importante notar que quase dois terços daqueles que largaram a igreja ao longo do estudo voltaram para suas igrejas até o fim da pesquisa. Também perguntou-se a esses jovens por que eles abandonaram a igreja. Dos que saíram, cerca de 97% (quase todos, portanto) afirmaram que o motivo foram mudanças de vida ou algumas situações. Entre as razões mais específicas, destacaram-se:

•          Simplesmente, queriam “dar um tempo” da igreja (27%)
•          Mudaram de domicílio em função de estudos (25%)
•          O trabalho dificultou ou impossibilitou o comparecimento (23%)

Cinquenta e oito por cento dos jovens alegaram que saíram por causa de suas igrejas ou pastores. Um aprofundamento das perguntas indicou algumas causas mais específicas:

•          Os membros pareciam críticos e hipócritas (26%)
•          Não sentiam empatia pelas pessoas da igreja (20%)
•          Os membros não eram amigáveis e acolhedores (15%).

Dos pesquisados, 52% indicaram alguma espécie de crença religiosa, ética ou política como razão pela saída. Em outras palavras, mais da metade deles mudaram suas visões cristãs. Talvez, eles não acreditassem no que suas igrejas ensinavam, ou não davam crédito àquilo no que os outros membros pareciam acreditar.

Mais especificamente, 18% discordavam com a posição da igreja em relação a questões políticas e sociais; 17% disseram que só iam à igreja para agradar a outras pessoas; e 16% disseram que não queriam mais ser identificados com a igreja ou com qualquer religião organizada.

A razão pela qual muitos jovens abandonam a igreja depois do ensino médio é porque a sua fé não era pessoalmente significativa para eles. Em outras palavras, eles não tinham uma fé verdadeira. A igreja não havia se tornado algo valioso em suas vidas – algo que impactasse a sua maneira de viver, de se relacionar e amadurecer. Talvez, a igreja fosse algo que os pais queriam que eles frequentassem. Eles podem ter crescido na igreja e talvez sofreram pressão dos pais ou colegas para se envolverem; mas não se tratava de uma fé pessoal e verdadeira.

Independentemente da exatidão dos números, o fato é que muitos e muitos jovens cedem aos apelos da carne e da sociedade em uma época crucial, justamente quando estão para tomar decisões que se refletirão por toda a sua vida. Não se pode tratar os jovens como crianças. Precisamos prepará-los para os desafios espirituais que virão e as questões de fé que precisarão enfrentar. A fé pessoal e verdadeira leva à transformação de vida e ao compromisso – para toda a vida. (Tradução: Julia Ramalho)

Ed Stetzer é missionário, escritor, professor e supervisor de LifeWay Insigths, divisão do ministério LifeWay

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.   

segunda-feira, 15 de junho de 2015

HIPOCRISIA EVANGÉLICA CONSIDERA OFENSIVA MANIFESTAÇÃO GAY



O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e foi assinado por Rogério Rodrigues

A risível “ofensa”

Por Rogério Ribeiro

Aos evangélicos ofendidos por conta da última parada gay.

Sinto tocar na “dolorida ferida” ainda exposta, mas gostaria realmente de entender:

Porque tanta ofensa??

O que faz com que se sintam tão ofendidos??

É o orgulho Cristão?

A ideia de conquista de espaço, como grupo organizado??

E se é, o que isso tem a ver com conduta cristã??

Quando foi prometido por Jesus aos que cressem, uma “soberania”, como é prometida erroneamente e de forma bastante interesseira nos púlpitos atuais??

Até onde sei, o que foi salientado é que, seriam sim, “peregrinos em terra estranha”…
Perdi alguma coisa, ou foram vocês quem perderam o fio da meada??

A ideia de respeito, lugar de destaque no mundo, “cabeça e não cauda”, ou as reivindicações nos termos: “somos povo de Deus”, podem ser “lindas” e caírem bem num contexto de “estado”, mas só encontram respaldo no Antigo Testamento, nunca no Novo… Nunca na prática de Jesus Cristo.

Tem a ver com povo de Israel e não com o Israel de Deus… Tem a ver com ORGULHO, não com JESUS CRISTO.

E, falando dEle e diante da patética “ofensa” – plantada na cabeça de muitos, por líderes e políticos irresponsáveis que se comportam de acordo com o seu próprio  “Evangelho de Judas” mais conhecido como “teologia da prosperidade” – , É preciso lembrar que Jesus – o motivo que deveria te levar aos cultos no domingo e a uma vida cristã verdadeira nos moldes dEle -, acusou sim e com veemência, mas apenas aos que faziam o que a atual igreja faz.

Em momento algum, Jesus se dirigiu a outros povos ou classes, por conta de suas ofensas, dizendo que estes eram um povo “sem respeito”, “sem pudor”, por motivos óbvios:

Ele sabia do sofrimento de cada um deles e a causa.

Coisa que você que atende pelo nome de “Cristão”, também deveria saber…

Diante da “defesa” dos discípulos desejando fogo do céu para queimar uma cidade, Ele, nem crédito deu…

Bem diferente dos vergonhosos cantores gospel’s e dos líderes chamados “cristãos” que, em face do ocorrido, só tem mostrado o seu ódio maquiado de pedido de “respeito”, e o lado “negro” de uma igreja “doente” que não tem propriedade alguma no uso do nome de quem um dia, foi seu Mestre…
Lamento, mas “pelos frutos” todos, sem exceção, vem a conhecer quem é de Cristo e quem não é.

Por mais que seu Pastor diga o contrario.

Ao contrário, em sua vida terrena, Jesus acusa é a “igreja” (o sistema religioso) e severamente, posteriormente, a sua própria igreja em apocalipse.

Não poucas foram às vezes em que nos evangelhos, Jesus adverte severamente aos que tinha na lei, no sistema e no orgulho (um pouco menor do que esse, vivido pelo povo evangélico), o “embasamento” para reclamar e agir mal…

A estes, por conta de seu ORGULHO FÉTIDO, ele disse e continua a dizer, mesmo parecendo não trazer o menor temor à “nação evangélica”:

“… o nome de Deus é blasfemado entre os gentios, por vossa causa…”

E então??

O “chororô” patético vai continuar?

A igreja doente vai continuar a destilar seu ódio (aquele que ela não enxerga e o pior, pensa que Deus não vê)??

Pense…

Por que, Jesus Cristo, apesar de seu amor, está contra, mas contra essa tal… “IGREJA”.


Rogério Ribeiro.

 "As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Por Rogério Ribeiro
Rogério Ribeiro é Teólogo sem "ranços", Cineasta, roteirista e cronista. Semanalmente, escreve no blog "edição de amanhã"; blog secular de sucesso, onde faz da crítica, um alerta para os que o leem, além de outros sites. Observador atento, Rogério Ribeiro aceitou o dever alertar e, desde então, é um compromissado "atalaia" dos nossos dias, às ordens de um só Senhor: Jesus Cristo.

O artigo original poderá ser visto por meio desse link aqui:


Que Deus abençoe a todos

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

PARÁBOLAS DE JESUS - LUCAS 13:6—9 — A PARÁBOLA DA FIGUEIRA ESTÉRIL — SERMÃO 031




Esse artigo é parte da série "Parábolas de Jesus" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa série, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para os outros artigos dessa série.

A Parábola da Figueira Estéril — Lucas 13:6—9.

6 Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.

7 Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?

8 Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.

9 Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.

Introdução

A. Estamos expondo as Parábolas proferidas por Jesus e as últimas parábolas que estudamos aparecem, exclusivamente, no Evangelho de Lucas. Além disso as mesmas estão concentradas em uma porção do Evangelho de Lucas que descreve a última viagem de Jesus para Jerusalém.

B. Na parábola anterior nós aprendemos que não existe uma relação na base de um por um entre o mal praticado e sofrimento incorrido.

C. Vimos também que o mal que está dentro de nós, se deixado sem confrontação, acabará nos destruindo. O discurso parabólico foi dirigido a todo o povo de Deus sem exceção.

D. O convite para arrependimento é feito por Jesus baseado no fato de que Deus, o nosso Deus é rico em perdoar.

E. A Parábola da Figueira Estéril trabalha nas mesmas linhas de julgamento e misericórdia.

I. A Figueira Estéril

A. A parábola que estamos vendo hoje começa com uma árvore que foi plantada e termina com a ameaça dessa mesma árvore ser arrancada do solo.

B. O motivo para tal ameaça é o fato dessa árvore não estar produzindo os frutos esperados.

C. Mas a favor da árvore ouvimos a voz da misericórdia solicitando graça adicional.

II. Verso 6

A. Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Isto era algo comum naqueles dias. Tanto a videira como a figueira foram usadas pelos profetas com símbolos da paz —

Miquéias 4:4

Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse.

B. O fato do dono da vinha não encontrar fruto na figueira é marcante porque as figueiras na palestina produzem frutos durante 10 meses do ano!

C. Da mesma maneira que a primeira parte deste discurso — versos 1 a  —) se referia a todo o povo de Deus cremos que essa segunda parte se refere diretamente à liderança do povo de Deus.

D. Essa é uma das características mais tristes da história do povo de Deus: as lideranças canhestras que se arvoram a dirigir o povo de Deus.

III. Verso 7

A. O dono da vinha e o viticultor haviam cooperado no plantio da figueira e agora conversavam acerca de como resolver o problema.

B. Ao contrário do que podemos pensar muitos anos haviam se passado desde o plantio da figueira.

C. Em nossos dias nós esperamos que uma árvore comece a produzir no seu segundo ou terceiro ano depois de plantada, mas naqueles dias os ouvinte de Jesus sabiam que a situação era diferente.

D. Temos uma lei no livro de Levítico que diz o seguinte —

Levítico 19:23—25

23 Quando entrardes na terra e plantardes toda sorte de árvore de comer, ser-vos-á vedado o seu fruto; três anos vos será vedado; dele não se comerá.

24 Porém, no quarto ano, todo o seu fruto será santo, será oferta de louvores ao SENHOR.

25 No quinto ano, comereis fruto dela para que vos faça aumentar a sua produção. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.

Qualquer fruto produzido pela árvore nos três primeiros anos não podia ser consumido. Toda a produção do quarto ano era consagrada a Deus e somente a partir do quinto ano é que os frutos da árvore podiam ser consumidos.

E. Aqui encontramos o dono da vinha procurando fruto na sua árvore no quinto, sexto e sétimo ano!

F. Ordena então que a mesma seja cortada. “Cortada” neste contexto se refere literalmente a ser cortada pela raiz já que não produz os frutos esperados.

G. Como estamos relacionando essa parábola à liderança do povo de Israel, precisamos perguntar: Que frutos eram esperados da liderança? Frutos dignos de corações arrependidos. Frutos que demonstrassem claramente a misericórdia de Deus. Frutos que pudessem servir de exemplo ao povo de Deus.

IV. Verso 8

A. O viticultor intercede a favor da figueira. Ele representa a voz da misericórdia contra a voz do juízo.

B. Ele propõe não somente um tempo adicional, mas propõe medidas adicionais visando resolver o problema.

C. Todo este cuidado demonstra o interesse de Deus para com Seu povo sujeito, muitas vezes, a lideranças canhestras.

D. O uso da palavra grega κόπριαkópria — estrume — único uso em todo o Novo Testamento — visa transmitir um pouco de humor aos ouvintes.

E. As vezes para ajudar a liderança a funcionar como deve Deus precisa colocar um pouco de estrume no caminho deles, ao redor deles. Lideranças cheias de si mesmas e vazias de obras dignas de arrependimento precisam receber de Deus algum estrume que os ajude a cair na real.

F. Ignorar a julgamento de Deus é algo extremamente sério, mas ignorar a misericórdia de Deus é algo mais sério ainda.

G. O profeta Oséias diz:

Oséias 11:8 – 9

Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel? Como te faria como a Admá? Como fazer-te um Zeboim? Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem. Não executarei o furor da minha ira; não tornarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira.

V. Verso 9

A. Note que não se fala em tempo para a execução do juízo. Nosso Deus, apesar de justo não tem pressa em executar o juízo.

2 Pedro 3:9

Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.

B. É assim Deus nos trata. Sempre nos dá tempo suficiente para nos arrependermos. Se não nos voltamos para Deus aproveitando o tempo que ele nos concede para o arrependimento nada mais resta senão o juízo.

Conclusão:

A. O amor de Deus pela Sua comunidade o leva a advertir a liderança, a ajudar a liderança e a conceder tempo para que esta mesma liderança responda à ação de Deus.

B. A liderança plantada entre o povo de Deus deve produzir os frutos esperados por Deus e não usar o povo de Deus para proveito próprio.

C. Da mesma maneira que a árvore inútil sugava a terra sem nada produzir a liderança canhestra impede o povo de Deus de produzir os frutos que Deus espera.

D. Somente a graça de Deus oferecendo perdão e reforma de vida que pode reverter essa situação. A liderança não pode se renovar por si mesma.



OUTRAS PARÁBOLAS DE JESUS PODEM SER ENCONTRADAS NOS LINKS ABAIXO:

001 – O Sal

002 – Os Dois Fundamentos

003 – O Semeador

004 – O Joio e o Trigo =

005 – O Credor Incompassivo

006 — O Grão de Mostarda e o Fermento

007 — Os Meninos Brincando na Praça

008 — A Semente Germinando Secretamente

009 e 010 — O Tesouro Escondido e a Pérola de Grande Valor

011 — A Eterna Fornalha de Fogo

012 — A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

013 — A Parábola dos Dois Irmãos

014 — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 1

014A — A Parábola dos Lavradores Maus — Parte 2

015 — A Parábola das Bodas —

016 — A Parábola da Figueira

017 — A Parábola do Servo Vigilante

018 — A Parábola do Ladrão

019 — A Parábola do Servo Fiel e Prudente

020 — A Parábola das Dez Virgens

021 — A Parábola dos Talentos

022 — A Parábola das Ovelhas e dos Cabritos

023 — A Parábola dos Dois Devedores

024 — A Parábola dos Pássaros e da Raposa

025 — A Parábola do Discípulo que Desejava Sepultar Seu Pai

026 — A Parábola da Mão no Arado

027 — A Parábola do Bom Samaritano — Completo

027A — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 1

027B — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 2 — Os Ladrões e o Sacerdote

027C — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 3 — O Levita

027D — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 4 — O Samaritano

027E — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 5 — O Socorro

027F — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 6 — O transporte até a hospedaria

027G — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 7 — O pagamento final

027H — A Parábola do Bom Samaritano — Parte 8 — O diálogo final entre Jesus e o doutor da Lei

028 — A Parábola do Rico Tolo —

029 — A Parábola do Amigo Importuno —

030 — A Parábola Acerca de Pilatos e da Torre de Siloé

031 — A Parábola da Figueira Estéril

032 — A Parábola Acerca dos Primeiros Lugares

033 — A Parábola do Grande Banquete

034 — A Parábola do Construtor da Torre e do Grande Guerreiro

035 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 001

036 — Introdução a Lucas 15 — Parábolas Acerca da Condição Perdida da Raça Humana — Parte 002

037A — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 001

037B — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 002

037C — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 003

037D — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 004 — A Influência do Antigo Testamento

037E — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 005 — Características Cristológicas da Parábola da Ovelha Perdida

037F — Parábolas de Jesus — Mateus 18:12—14 e Lucas 15:4—7 — A Parábola da Ovelha Perdida — Parte 006 — A importância das pessoas perdidas.
Que Deus Abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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Desde já agradecemos a todos.      

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

RACISMO: ALGO REALMENTE NOJENTO DENTRO DAS IGREJAS


 Padre Wilson Ramos rezando uma missa.

O artigo abaixo foi publicado pelo site Gnotícias e é de autoria de Dan Martins

Transferência de padre negro motiva protestos em paróquia de cidade do interior de São Paulo

Na última semana a decisão do bispo de Marília, Dom Luiz Antônio Cipolini, em transferir para outra cidade o padre Wilson Luiz Ramos motivou uma grande polêmica na pequena cidade de Adamantina, no interior de São Paulo. Uma das motivações para a transferência de Ramos, que é negro, seria a rejeição que ele tem sofrido por parte da comunidade.

Porém, os fiéis que apoiam a permanência do padre na paróquia iniciaram uma série de protestos contra sua transferência. Após dar um abraço simbólico na Igreja Matriz da cidade, eles escreveram frases de apoio ao padre nos vidros dos carros e iniciaram um abaixo-assinado para coletar 20 mil assinaturas contra a transferência do religioso.

O padre está na cidade desde 2012, e confirma que o preconceito racial seja um dos motivos de sua transferência.

– Outro dia surpreendi duas senhoras dizendo que deveriam trocar o galo que há no topo da igreja por um urubu. Foi muita humilhação – afirmou o religioso.

Dom Luiz afirma que a transferência tenha sido influenciada pela rejeição que o padre tem recebido por parte da comunidade católica local, e confirma que essa rejeição é motivada por preconceito racial. Porém ele afirma que a principal causa da transferência seria a divisão que o padre teria causado na paróquia.

– O padre Wilson tem sofrido com essa questão. Houve preconceito por parte de fiéis, mas o padre foi vencendo e o que está em jogo agora não é o preconceito, mas sim a divisão que ele causou na paróquia – afirmou o bispo.

Rejeição
De acordo com o jornal Estadão, a permanência de Ramos na Paróquia Santo Antônio de Pádua, a principal da cidade Adamantina, foi questionada por um grupo de fiéis tradicionais que enviou cartas ao bispo reclamando do “jeito” simples do padre e, principalmente, do fato de ele atrair pessoas pobres e jovens usuários de drogas para a igreja.

A relação do pároco com a comunidade local ficou ainda mais complicada depois que ele destituiu fiéis desse grupo que ocupavam cargos de coordenação de pastorais havia 13 anos e colocou nos postos pessoas com menos poder aquisitivo.

Com as reclamações, o bispo chegou a sugerir ao padre que ele deixasse a paróquia, mas ele se recusou a fazer isso inicialmente.

– Diante da insistência dele, acionei o conselho de presbíteros, que foi à cidade fazer uma consulta à população. Depois disso o próprio padre pediu para ser transferido. Constatamos que havia uma divisão na paróquia, e não podemos conviver com isso – afirmou o bispo, ao justificar a transferência do religioso.

O padre afirma não concordar com a tese de divisão defendida pelo bispo, e relata que colocou seu cargo à disposição por causa da pressão sofrida pelo seu superior.

– Foi tanta humilhação e sofrimento que não resisti. Não foi uma decisão espontânea e não há divisão como o bispo diz. O que há é um pequeno grupo de insatisfeitos, mas eu sempre defendi o entendimento porque acredito no diálogo – afirmou Ramos.

Para os paroquianos que apoiam a permanência do religioso na paróquia, sua transferência é motivada exclusivamente por preconceito racial.

– O problema é que o padre Wilson é negro, anda pelas ruas com roupas simples e a pé, substituindo um padre branco, que usava camisas de linho e carro. Padre Wilson vai até as comunidades, enquanto seu antecessor não saía da igreja. Isso causou um incômodo – relatou a servidora municipal Ivanete Sylvestrino.

– Trata-se de um pequeno grupo que está insatisfeito com o padre Wilson e o bispo está dando voz a essas pessoas. E, pior, ele (o bispo) está deixando de ouvir toda uma população. Tanto que, durante a consulta feita pelo bispado, a maioria votou pela permanência dele (do padre) na cidade. Cerca de 700 cartas, pedindo a manutenção do padre, foram enviadas ao bispado – afirmou Ivanete.

O movimento pela permanência do padre na cidade ganhou até a adesão de igrejas evangélicas locais, cujos pastores condenaram a situação e declararam publicamente apoio ao padre.

O Artigo original do site Gnotícias poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO:

Bem, por enquanto o Padre Wilson está apenas trocando de cidade. Mas os racistas de Adamantina já estão a caminho do próprio inferno!

OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA


























































Que Deus se compadeça de tudo isso e abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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