sábado, 16 de abril de 2016

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 045 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 012




II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 — Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

4. João 1:4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens – Continuação.

Existem ainda duas últimas referência que merecem nossa consideração nessa questão. A primeira é

João 12:35—36

35  Respondeu-lhes Jesus: Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

36  Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Jesus disse estas coisas e, retirando-se, ocultou-se deles.


Neste contexto Jesus está dialogando com uma “multidão” de pessoas — ver João 12:29 e 34. Esse diálogo entre Jesus e a multidão aconteceu já muito próximo do final do ministério terreno do nosso Senhor. Isso nos indica que aquelas pessoas estavam bastante familiarizadas com Jesus, Seus ensinamentos e as manifestações poderosas do poder de Deus, mas ainda resistiam acreditar em quem Ele era e o que Ele representava. A pergunta feita pela multidão — Quem é esse Filho do Homem? — reflete mais incredulidade do que desejo sincero de conhecer a verdade. A resposta de Jesus é feita no seu estilo característico. Ele é direto e não dá a mínima importância para seus interlocutores no sentido de que não procura responder o que eles gostariam de ouvir e sim o que precisavam ouvir. Em nenhum momento Jesus responde diretamente à pergunta feita. Pelo contrário, Ele sugere à multidão que ela continuava agindo de forma ignorante e estúpida mesmo em meio à luz intensa à que estava exposta. Os conceitos judaicos, especialmente aqueles que haviam sido desenvolvidos durante o longo silêncio profético que vai de Malaquias até João Batista — aproximadamente 400 anos — com referência ao Messias e à Sua vinda não tinham nada a ver com a revelação Bíblica. O triunfalismo messiânico no qual os judeus acreditavam, com o Messias vindo e derrotando todos os inimigos dos judeus e colocando a nação de Israel por soberana sobre todos os povos, não tinha nada a ver, realmente com a mensagem de salvação comforme apresentada, por exemplo, em Isaías 53. E para que não pareça que estamos sendo duros demais com essa “multidão” devemos dizer que os judeus são, historicamente falando, escravos das suas próprias tolices. Tendo rejeitado o verdadeiro Messias, por causa de convicções equivocadas, inventaram, durante os séculos, inúmeros outros messias que se provaram, como não poderia deixar de ser, completamente falsos. O último nessa triste lista foi o velho e decrépito Rabi Menachem Mendel Scheneerson, chamado de forma piegas, de Rebbe, por uma multidão de seguidores apaixonados da seita judaica conhecida como Chabad Lubavitch. Este homem, falecido em 1994, foi aclamado, em vida, como o verdadeiro messias de Israel pelos seus seguidores. Agora, depois do seu passamento, esperam ansiosamente sua “gloriosa ressurreição”. Mas que patéticos.

O mesmo tipo de cegueira espiritual apresentado pelo pessoal do Chabad Lubavitch é manifestado pela multidão dos dias de Jesus. Jesus adverte aquelas pessoas com palavras graves e com sérias implicações ao dizer:

Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

Existe nestas palavras de Jesus uma implicação dramática que é muitas vezes deixada de lado como se até mesmo não existisse. Essa implicação tem a ver com o fato de que se recusarmos andar de acordo com a luz que temos estamos condenados a sermos engolfados pelas mais densas trevas. O coletor de impostos e posteriormente discípulos de Jesus chamado Mateus — ver Mateus 9:9 — refletindo acerca do ministério de Jesus deixa isto bem claro, como esperamos provar em seguida.

Mateus nos diz que após a prisão de João Batista Jesus retornou para a Galiléia. Ele se mudou da cidade de Nazaré para a cidade de Cafarnaum —

Mateus 4:12—13.

12 Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia;

13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali;

Foi ali que ele iniciou Seu ministério de pregação —

Mateus 4:17

Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.

Mateus descreve o trabalho de Jesus em termos inequívocos dizendo:

Mateus 4:23—25

Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. E a sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos de várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E ele os curou. E da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões o seguiam.

Mateus 7:28—29

Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.

Mateus 8:1—3

Ora, descendo ele do monte, grandes multidões o seguiram. E eis que um leproso, tendo-se aproximado, adorou-o, dizendo: Senhor, se quiseres, podes purificar-me. E Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E imediatamente ele ficou limpo da sua lepra.

Mateus 8:5—13 descreve o pedido feito por um centurião e narra uma cura que Jesus faz à distância.

Mateus 8:5—13

5 Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando:

6 Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente.

7 Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo.

8 Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

9 Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.

10 Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.

11 Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.

12 Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.

13 Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.

Mateus 8:14—15 fala acerca da cura da sogra de Pedro.

Mateus 8:16 - 17

Chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele meramente com a palavra expeliu os espíritos e curou todos os que estavam doentes; para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.

Mas a história não para por aí. Mateus nos diz em seguida — Mateus 8:23—27 — que o Senhor Jesus possuía poder até mesmo sobre os elementos da natureza causando verdadeiro espanto entre seus seguidores.

Mateus 8:23—27

23 Então, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

24 E eis que sobreveio no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia.

25 Mas os discípulos vieram acordá-lo, clamando: Senhor, salva-nos! Perecemos!

26 Perguntou-lhes, então, Jesus: Por que sois tímidos, homens de pequena fé? E, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança.

27 E maravilharam-se os homens, dizendo: Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?

Em seguida Mateus nos fala acerca de como Jesus expulsou alguns demônios —

Mateus 8:28—34

28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho.

29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo?

30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos.

31 Então, os demônios lhe rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos.

32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram.

33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados.

34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles.

Já no capítulo 9 Mateus nos fala de como Jesus curou um paralítico e menciona, pela primeira vez, o que algumas pessoas já estavam pensando de Jesus: “Este blasfema” —

Mateus 9:1—8

1 Entrando Jesus num barco, passou para o outro lado e foi para a sua própria cidade.

2 E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados.

3 Mas alguns escribas diziam consigo: Este blasfema.

4 Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que cogitais o mal no vosso coração?

5 Pois qual é mais fácil? Dizer: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda?

6 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse, então, ao paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.

7 E, levantando-se, partiu para sua casa.

8 Vendo isto, as multidões, possuídas de temor, glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.

Mas Jesus ainda reservava outras surpresas para sua atônita audiência:

Mateus 9 nos fala como Jesus ressuscitou uma criança morta —

Mateus 9:18 e 23—26

18 Enquanto estas coisas lhes dizia, eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá.

23 Tendo Jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse:

24 Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele.

25 Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou.

26 E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra.

Descreve ainda a cura de uma mulher que estava sofrendo fazia 12 anos com uma hemorragia —

Mateus 9:19—22

19 E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos.

20 E eis que uma mulher, que durante doze anos vinha padecendo de uma hemorragia, veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste;

21 porque dizia consigo mesma: Se eu apenas lhe tocar a veste, ficarei curada.

22 E Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou. E, desde aquele instante, a mulher ficou sã.

E para completar Mateus nos fala da cura de dois cegos e de um homem mudo e endemonhinhado —

Mateus 9:27—33

27 Partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando: Tem compaixão de nós, Filho de Davi!

28 Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor!

29 Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé.

30 E abriram-se-lhes os olhos. Jesus, porém, os advertiu severamente, dizendo: Acautelai-vos de que ninguém o saiba.

31 Saindo eles, porém, divulgaram-lhe a fama por toda aquela terra.

32 Ao retirarem-se eles, foi-lhe trazido um mudo endemoninhado.

33 E, expelido o demônio, falou o mudo; e as multidões se admiravam, dizendo: Jamais se viu tal coisa em Israel!

Era de se esperar que diante de tamanha manifestação de poder as pessoas estivessem, pelo menos, começando a enxergar quem era Jesus. Mas, para nossa surpresa o texto nos diz exatamente o oposto:

Mateus 9:34

Mas os fariseus murmuravam: Pelo maioral dos demônios é que expele os demônios.

CONTINUA...

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
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OUTROS ESTUDOS ACERCA DA VIDA DE JESUS — PARTE 2 PODEM SER ENCONTRADOS NOS LINKS ABAIXO:
001 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 027 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 001 — A PLENITUDE DO TEMPO
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002 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 028 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 002 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE LUCAS — LUCAS 1:1—4
003 — Estudos Na Vida de Jesus — PARTE 02 — ESTUDO 029 — OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 003 — INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO — JOÃO 1:1—18 — PARTE 001
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007A — A DIVINDADE DE JESUS E A IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS OU IGREJA DOS MÓRMONS.
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009 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 002
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010 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 003
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020 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 013
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21 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 014
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023 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 016 — JESUS VEIO TRAZER O PERDÃO E A SALVAÇÃO DE DEUS
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024 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 017 — JESUS É O MESSIAS PROMETIDO NA PROFECIA DAS 70 SEMANAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2016/12/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo_11.html
025 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 018 — JESUS É O SOL DA JUSTIÇA PROMETIDO NA PROFECIA DE MALAQUIAS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis

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