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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

MINISTÉRIO PÚBLICO QUER ACABAR COM A FARRA DAS IGREJAS OCUPAREM MAIS DE 4800 HORAS/MÊS NA TV



O artigo abaixo foi publicado pelo site Do JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO NA COLUNA “Poder” e é de autoria do jornalista e Editor Adjunto Ricardo Mendonça

Numa iniciativa inédita, o Ministério Público Federal de São Paulo resolveu recorrer à Justiça para combater o milionário mercado de aluguel de horários da programação de canais de rádio e TV.


O artigo abaixo foi publicado pelo site Do JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO NA COLUNA “Poder” e é de autoria do jornalista e Editor Adjunto Ricardo Mendonça

Numa iniciativa inédita, o Ministério Público Federal de São Paulo resolveu recorrer à Justiça para combater o milionário mercado de aluguel de horários da programação de canais de rádio e TV.

O órgão mira as emissoras que lucram arrendando nacos de sua grade, as igrejas com forte presença midiática e o governo federal, responsável por fiscalizar o setor.

Em duas ações civis públicas protocoladas no dia 28, a Procuradoria lista acusações contra a Rede 21 (UHF do grupo Bandeirantes), a TV CNT e a Igreja Universal do Reino de Deus, além de seus respectivos representantes legais.

A Presidência da República e o Ministério das Comunicações também são citados.

A Rede 21, o vice-presidente da Band Paulo Saad Jafet e o superintendente de operações e relações com mercado José Carlos Anguita são acusados de violar normas do Código Brasileiro de Telecomunicações, regulamentações do setor e a Lei Geral de Telecomunicações ao firmarem contrato que concede 22 horas diárias da programação da emissora à Igreja Universal.

Assinado em outubro do ano passado pelo pastor Maurício Cesar Campos Silva, o contrato marca um dos mais importantes capítulos da disputa das neopentecostais por espaço na TV.

Desde 2008 a Rede 21 era quase 100% alugada à Igreja Mundial do Poder de Deus, concorrente que nos últimos anos mais tirou fiéis da instituição de Edir Macedo.

Comenta-se no mercado que a igreja liderada por Valdemiro Santiago teria perdido o púlpito eletrônico para a Universal após dar calotes milionários nos donos da Band.

O Ministério Público diz que o contrato Rede 21-Universal é ilegal, pois caracteriza alienação da concessão pública. Para reforçar a acusação, os procuradores que assinam a ação citam pareceres dos juristas Celso Antônio Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato.

"A outorga foi conferida à Rede 21, que promoveu sua transferência à Universal sem a observância de qualquer certame licitatório (...) A concessão da radiodifusão acabou sendo atribuída a entidade que não participou de concorrência", diz a ação.

Os procuradores afirmam que, mesmo que seja interpretado como publicidade, o contrato seria irregular porque a legislação limita a propaganda a 25% da programação. A entrega de 22 horas diárias extrapolaria esse teto e configuraria "enriquecimento sem causa", delito previsto no Código Civil.

PRÁTICA COMUM

Globo e SBT não alugam horário. Mas, sem veto explícito na lei, a prática tornou-se comum no mercado, também com empresas de televenda e entidades sindicais como locatárias. São casos diferentes da produção independente, prevista em lei, em que a emissora remunera o responsável pelo programa.

Na ação contra a Rede 21 e a Universal, o Ministério Público pede a invalidação da outorga e a declaração de inidoneidade dos envolvidos, impedindo-os de participar de novas licitações.

Pede também que indenizem a União e sejam condenados por danos morais. No fim, pleiteia provisoriamente a decretação da indisponibilidade dos bens dos citados e a suspensão da transmissão da Rede 21.

Uma segunda ação, questionando contrato que também concede 22 horas diárias à Universal, foi protocolada contra emissoras do Grupo CNT (controlado pela família Martinez, de José Carlos Martinez, presidente do PTB morto em 2003), seus responsáveis legais e a igreja. São pleiteadas as mesmas sanções.

Há ainda uma ação sobre o arrendamento da Rádio Vida, de São José dos Campos, à Comunidade Cristã Paz e Vida.

O artigo original do site da FOLHA DE SÃO PAULO poderá ser visto por meio do seguinte link:


Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:


Desde já agradecemos a todos.
Ministério Público Federal, Folha de São Paulo, Evangélicos, Rede 21, Band, CNT, Universal do Reino de Deus, IURD, Lei Geral das Telecomunicações, Calotes, Enriquecimento Ilícito, Danos Morais, 

O órgão mira as emissoras que lucram arrendando nacos de sua grade, as igrejas com forte presença midiática e o governo federal, responsável por fiscalizar o setor.

Em duas ações civis públicas protocoladas no dia 28, a Procuradoria lista acusações contra a Rede 21 (UHF do grupo Bandeirantes), a TV CNT e a Igreja Universal do Reino de Deus, além de seus respectivos representantes legais.

A Presidência da República e o Ministério das Comunicações também são citados.

A Rede 21, o vice-presidente da Band Paulo Saad Jafet e o superintendente de operações e relações com mercado José Carlos Anguita são acusados de violar normas do Código Brasileiro de Telecomunicações, regulamentações do setor e a Lei Geral de Telecomunicações ao firmarem contrato que concede 22 horas diárias da programação da emissora à Igreja Universal.

Assinado em outubro do ano passado pelo pastor Maurício Cesar Campos Silva, o contrato marca um dos mais importantes capítulos da disputa das neopentecostais por espaço na TV.

Desde 2008 a Rede 21 era quase 100% alugada à Igreja Mundial do Poder de Deus, concorrente que nos últimos anos mais tirou fiéis da instituição de Edir Macedo.

Comenta-se no mercado que a igreja liderada por Valdemiro Santiago teria perdido o púlpito eletrônico para a Universal após dar calotes milionários nos donos da Band.

O Ministério Público diz que o contrato Rede 21-Universal é ilegal, pois caracteriza alienação da concessão pública. Para reforçar a acusação, os procuradores que assinam a ação citam pareceres dos juristas Celso Antônio Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato.

"A outorga foi conferida à Rede 21, que promoveu sua transferência à Universal sem a observância de qualquer certame licitatório (...) A concessão da radiodifusão acabou sendo atribuída a entidade que não participou de concorrência", diz a ação.

Os procuradores afirmam que, mesmo que seja interpretado como publicidade, o contrato seria irregular porque a legislação limita a propaganda a 25% da programação. A entrega de 22 horas diárias extrapolaria esse teto e configuraria "enriquecimento sem causa", delito previsto no Código Civil.

PRÁTICA COMUM

Globo e SBT não alugam horário. Mas, sem veto explícito na lei, a prática tornou-se comum no mercado, também com empresas de televenda e entidades sindicais como locatárias. São casos diferentes da produção independente, prevista em lei, em que a emissora remunera o responsável pelo programa.

Na ação contra a Rede 21 e a Universal, o Ministério Público pede a invalidação da outorga e a declaração de inidoneidade dos envolvidos, impedindo-os de participar de novas licitações.

Pede também que indenizem a União e sejam condenados por danos morais. No fim, pleiteia provisoriamente a decretação da indisponibilidade dos bens dos citados e a suspensão da transmissão da Rede 21.

Uma segunda ação, questionando contrato que também concede 22 horas diárias à Universal, foi protocolada contra emissoras do Grupo CNT (controlado pela família Martinez, de José Carlos Martinez, presidente do PTB morto em 2003), seus responsáveis legais e a igreja. São pleiteadas as mesmas sanções.

Há ainda uma ação sobre o arrendamento da Rádio Vida, de São José dos Campos, à Comunidade Cristã Paz e Vida.

O artigo original do site da FOLHA DE SÃO PAULO poderá ser visto por meio do seguinte link:


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sábado, 2 de agosto de 2014

TEMPLO DE SALOMÃO NO BRÁS: MINISTÉRIO PÚBLICO APONTA IRREGULARIDADES


Vista aérea do Templo de Salomão, da Universal, na Cidade de São Paulo - Foto:FolhaPress

O material abaixo foi publicado no site da Folha de São Paulo.

UNIVERSAL BURLOU LICENÇA DE TEMPLO DIZ PARECER

Por Rogério Pagnan e Eduardo Geraque

30/07/2014

A Igreja Universal usou informações falsas para burlar a legislação municipal e, assim, construir a nova sede conhecida como o Templo de Salomão, segundo parecer técnico apresentado à Prefeitura de São Paulo.

De acordo com documentos anexados ao processo de licenciamento obtidos pela Folha, a igreja apresentou, em 2006, pedido de reforma de prédio que havia sido demolido ao menos dois anos antes. O templo será inaugurado nesta quinta-feira (31) com a presença, dentre outras autoridades, da presidente Dilma Rousseff (PT).

As irregularidades apontadas pela CTLU, uma comissão independente destinada a avaliar autorizações da prefeitura, foram ignoradas pelo município e a construção, aprovada com a ajuda de decisões do ex-diretor da prefeitura Hussain Aref Saab.

A Igreja Universal do Reino de Deus afirmou, por meio de nota, ter total convicção de que tanto o projeto quanto a construção do Templo de Salomão obedeceram todas as exigências legais.

O ex-diretor, que comandava o Aprov (departamento municipal que liberava construções), é suspeito de comandar esquema de corrupção na aprovação de obras na capital, na gestão Gilberto Kassab (PSD).

As informações apontadas como falsas na comissão foram detectadas em 2006 quando a igreja pediu autorização à prefeitura para levantar o templo na região do Brás. A sede suntuosa custou R$ 680 milhões, segundo a Universal, e terá 74 mil metros quadrados de área construída (3,2 vezes maior a Basílica de Aparecida).

A igreja afirmou na época que queria reformar um grupo de imóveis e, entre eles, uma fábrica construída em uma área superior a 18 mil metros quadrados.

Editoria de Arte/Folhapress


Como o terreno está localizado numa área especial de interesse social, chamada de Zeis, uma construção nova em áreas demolidas acima de 500 m² obrigaria a igreja a destinar 40% do terreno para moradias populares. Já em casos de reforma, não há essa exigência legal.

FOTOS AÉREAS

O arquiteto Eduardo Nobre, representante da USP na comissão técnica pediu para analisar o pedido por achar, segundo ele, "algo estranho". O próprio arquiteto visitou a suposta reforma e descobriu que a fábrica fora demolida, diferentemente do que dizia o processo. Havia um terreno vazio, usado como estacionamento.

Em sua defesa, a Universal apresentou documentos dizendo que o prédio havia sido adquirido em 2005 "com toda edificação aprovada e existente no local".

Disse, porém, que o imóvel foi demolido depois de 2006 quando engenheiro detectou que o prédio estava condenado. "Decidimos, então, pela demolição parcial em face dos riscos apontados pelo engenheiro", diz trecho do documento.

Nobre recorreu, então, aos arquivos da prefeitura e encontrou fotos aéreas feitas entre 2003 e 2004 que registravam o prédio já demolido.

Além disso, o parecer de Nobre mencionou que o patrimônio cultural demonstrou, em 2004, interesse em tombar tal fábrica, mas não conseguiu preservá-la porque ela foi derrubada antes.

Apesar dos indícios de fraude apresentados pelo arquiteto, a reforma foi aprovada na comissão após parecer da principal assessora de Aref no Aprov, Lúcia de Sousa Machado.

Procurado pela Folha, o Ministério Público disse considerar o caso gravíssimo, com fortes indícios de fraude, e passível de uma ação demolitória contra o templo.

De acordo com o promotor Maurício Ribeiro Lopes, o fato de a CTLU ter aprovado a reforma não afasta a ilegalidade do ato.

O artigo original da Folha de São Paulo poderá ser visto por meio desse link aqui:


NOSSO COMENTÁRIO

Ficamos estarrecidos em ver quantas mentiras e quanto engodo na construção de um templo que será, alegadamente, usado para Deus. Duvidamos muito que o templo venha a ser derrubado, mas a denuncia já é escândalo suficiente para condenar os envolvidos:

Mateus 18:7

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo!

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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terça-feira, 8 de abril de 2014

MARCO FELICIANO CONCEDE ENTREVISTA À PORNOGRÁFICA PLAYBOY



logotipo playboy
Arte criada por Art Paul em 1953 e que se tornou a logomarca da revista pornográfica PLAYBOY

Qualquer pessoa bem informada sabe que a Revista PLAYBOY, publicada pela Editora Abril, a mesma editora da revista VEJA, não se trata de material jornalístico/informativo e sim de uma patética exploração do corpo feminino. Na tentativa de dar certo ar jornalístico à pornografia explícita de suas páginas a revista costuma publicar, todos os meses, uma longa entrevista com alguma personalidade.

A edição de Abril que já está nas bancas e que, por convicção, não mostramos sua capa, traz como o entrevistado do mês, alguém bastante insólito: trata-se de sua excelência o deputado federal e dublê de pastor Marco Feliciano.

Como não pretendemos adquirir o exemplar da revista e a Editora Abril já avisou que o material só estará disponível, por enquanto, apenas na forma impressa, recorremos então a algum dos sites de notícias que tiveram acesso ao conteúdo da entrevista e apresentaram um breve relato. No nosso caso nós estamos repercutindo a notícia como foi publicada pelo site “Gospel Prime” no dia 07 de Abril de 2014.

Queremos advertir nossos leitores que mesmo sendo um material editado o mesmo, ainda assim, contém expressões vulgares da boca do falso mestre Marco Feliciano, pelas quais pedimos desculpas aos nossos leitores, mas não podemos modificar, de nenhuma maneira o material original do site “Gospel Prime”

Segue a notícia original:

Marco Feliciano concede entrevista à revista Playboy

Ele falou que antes de se converter chegou a experimentar drogas e também comentou sobre sexo anal

por Leiliane Roberta Lopes


Marco Feliciano concede entrevista à revista Playboy. Foto de Joédson Alves/Playboy

O deputado federal pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista para a revista “Playboy” falando de temas polêmicos: drogas e sexo.

O parlamentar evangélico contou que na adolescência experimentou drogas. Tentou fumar maconha, mas se engasgou. “Eu tentei maconha, mas engasguei, nunca consegui fumar nem cigarro”, disse ele.

Por outro lado ele experimentou cocaína. “Conheci a cocaína nos bailinhos, no fim dos 12 anos”, afirmou Feliciano que se tornou evangélico meses depois.

O deputado conta que sonha ser presidente do Brasil. Além disso, critica a ex-senadora Marina Silva. “Marina Silva é um engodo. Com aquele jeitinho de cristã, a roupa de crente, ela foi muito inteligente.”, disse.

A entrevista na íntegra só está disponível na versão física da revista de abril que acaba de chegar às bancas, mas a coluna F5, da Folha de São Paulo, destacou algumas falas do pastor.

Além de drogas, Feliciano também comentou a respeito de sexo anal, ele precisou responder se considera possível que um homem tenha prazer com a prática.

“Com certeza, tem homens que têm tara por ânus, sim”, disse. “Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus”.

Na visão do deputado, quem pratica sexo anal não consegue mais voltar. “Espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais”.

O material original do site “Gospel Prime poderá ser visto por meio desse link aqui:


Já o material citado no artigo e publicado pela Folha de São Paulo poderá ser visto por meio desse link aqui:


É nossa profunda convicção de que não é necessário nenhum comentário da nossa parte acerca de tão desastrada e polêmica participação desse falso mestre, numa entrevista para uma revista notoriamente pornográfica. O que virá a seguir?

Que Deus abençoe a todos e tenha misericórdia de Marco Feliciano. Nossa oração é que ele aproveite essa tolice que fez e se arrependa, de uma vez por todas, de todo o mal que têm feito ao Evangelho e ao povo chamado evangélico do Brasil. Vejamos como os chamados evangélicos irão responder nas urnas das próximas eleições à sua tentativa de reeleição.


Alexandros Meimaridis

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

AQUECIMENTO GLOBAL UMA VERDADE NEGADA DE TODAS AS FORMAS



Resultado de imagem para urso polar ilhado

Que o nosso planeta está tendo sua temperatura elevada é fato científico, apesar de muitos cientistas e idiotas evangélicos negarem que o mesmo esteja ocorrendo.

Como prova de que estamos mesmo passando por um aumento da temperatura basta ver os valores atribuídos ao planeta terra pelo Relógio Mundial.

A primeira vez que publicamos a temperatura da terra aferida pelo relógio mundial em 31 de Dezembro de 2012 a mesma indicava o seguinte valor:

14.7200012475 graus Celsius.

Hoje a temperatura global está um pouco mais baixa — bem pouco mesmo — mas isso se deve ao severo inverno no hemisfério norte. Todavia, devemos alertar os leitores que o relógio mundial está voltando a subir. 
A temperatura global da terra em 12 de Fevereiro de 2014 às 9:25 no horário brasileiro de verão é de:

14.671,171,307 graus Celsius.

E às 07:30 do dia 16 de Fevereiro a temperatura já tinha evoluído para:

14.671,279,72 8graus Celsius.

O Relógio Mundial poderá ser visto em tempo real por meio desse link aqui:


Desse modo, nossa atenção foi chamada por um artigo publicado pelo site da “Folha de São Paulo” acerca de um livro recentemente publicado — livro científico e não de ficção — no qual o autor nos adverte das 

desastrosas consequências que teremos que enfrentar a cada grau que a temperatura da terra subir.
Segue o texto do site da Folha de São Paulo  

Autor prevê catástrofes globais caso a Terra aqueça seis graus

Seis graus a mais na temperatura média do planeta pode não parecer muita coisa, mas seria o bastante para que populações inteiras fossem exterminadas e países desaparecessem do mapa. A terra racharia em algumas regiões do globo e, em outras, dilúvios e enchentes destruiriam o meio ambiente. É o que conta "Seis Graus", de Mark Lynas, vencedor do Prêmio da Royal Society como Melhor Livro de Ciência de 2008.

O livro se fundamenta em previsões de aumento da temperatura do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) de que a temperatura média global pode subir em 6 graus até 2100. Lynas traz propostas do que pode ser feito por governos e cidadãos para retardar o aquecimento global e suas consequências.

Abaixo, veja algumas das principais alterações previstas pelo autor.


Obra prevê futuro catastrófico caso o planeta se aqueça seis graus

UM GRAU

O deserto adormecido da América — Uma grande seca acelera o processo de desertificação do interior dos EUA, com graves consequências para a agricultura.

Alerta de furacões no Atlântico Sul — Furacões semelhantes ao Catarina, que assolou a costa brasileira em 2004, se tornam mais comuns e intensos.

DOIS GRAUS

Oceanos ácidos — Aumento da acidez dos mares dizima o fitoplâncton, vital para o ciclo de carbono, e corais.

O verão silencioso — Apesar de crises, a humanidade consegue se manter, mas há uma enorme queda na biodiversidade do planeta, particularmente de anfíbios, insetos e algumas plantas.

TRÊS GRAUS

A morte do Amazonas — Queimadas cada vez mais comuns tornarão a floresta amazônica um deserto de árvores carbonizadas.

O naufrágio da Big Apple — Nova York seria inundada, em especial nas regiões da Baixa Manhattan, Coney Island e Rockaway Beach.

QUATRO GRAUS

O coração da Antártica — Os recifes gelados de Ross e Ronne são danificados de forma crítica, gerando um degelo capaz de elevar o nível dos mares em 50 metros, com catástrofes por cidades costeiras de todo o planeta.

As areias da Europa — Novos desertos aparecem no sul da Europa e avançam cada vez mais ao norte, eventualmente dando ao sudeste da Inglaterra um clima semelhante ao encontrado no Marrocos.

CINCO GRAUS

Um novo mundo — O planeta está irreconhecível, sem camadas permanentes de gelo, com chuvas torrenciais em diversas regiões e com outras inabitáveis devido ao calor extremo.

A sobrevivência — Escassez de alimentos e água causa diversos conflitos por todo o globo. O planeta se divide em grupos tribais que lutam por comida e recursos conforme a humanidade está à beira da aniquilação.

SEIS GRAUS

Oceanos oleosos — Liberações catastróficas de hidrato de metano fazem com que os mares parem de circular normalmente, cortando o oxigênio e resultando em uma extinção marinha em massa de proporções não vistas desde o período jurássico.

De volta ao futuro — O mundo agora se assemelha ao final do Permiano, quando houve um efeito estufa que durou 10 mil anos que causou a maior extinção em massa do planeta, há 251 milhões de anos. Esse mesmo patamar de calor seria, no entanto, alcançado em apenas cem anos, causando uma catástrofe sem precedentes na Terra.

O artigo original do site da folha poderá ser visto por meio desse link aqui:


O livro do Apocalipse fala de desertificação, de escassez de alimentos, de grande mortandade entre os animais aquáticos, etc. Mas existe um versículo que nos chama a atenção de modo especial, pois o mesmo faz uma referência direta ao fato de que Deus virá para destruir aqueles que destroem a terra:

Apocalipse 11:18

Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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